Diretora de Torre das Donzelas prepara filme sobre Fernanda Young
A vida da roteirista e apresentadora Fernanda Young, criadora de várias séries de sucesso, como “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e a recente “Shippados”, vai virar filme. A diretora e roteirista Susanna Lira (“Torre das Donzelas”) prepara um longa sobre a artista, que morreu em agosto passado, aos 49 anos. No site da produtora da cineasta, Modo Operante, o filme é descrito como um documentário, especialidade de Susanna Lira – que também já trabalhou com ficção, como criadora da série “Rotas do Ódio”. Chamado de “Tudo o que Você Não Soube sobre FY”, o longa tem seu título inspirado pelo sétimo livro escrito por Fernanda. Curiosamente, “Tudo o que Você Não Soube” não é uma biografia, mas um relato, em primeira pessoa, de uma mulher que escreve para seu pai, que ela não vê há muito tempo e que está à beira da morte, contando sobre sua vida, aflições e piores segredos, tudo nos mínimos detalhes. Não há outras informações sobre o projeto.
Weezer homenageia profissionais da saúde em novo clipe
A banda Weezer lançou o clipe de seu novo single, “Hero”, em que presta homenagem aos profissionais de saúde e todos os demais trabalhadores que estão ajudando a manter as pessoas protegidas durante a pandemia do novo coronavírus. O vídeo é uma grande demonstração de solidariedade, tanto na forma quanto no conteúdo. Ele foi dirigido à distância por Brendan Walter (seu quarto clipe da banda) e Jasper Graham, com a ajuda de várias pessoas em quarentena. Graças a uma eficaz e divertida montagem, a produção reúne dezenas de pessoas, que compartilham a tela sem sair de seus isolamentos, para passar adiante um bilhete escrito por Rivers Cuomo, o líder do Weezer. Ao final, após inúmeras passagens do bilhete entre diferentes residências e estabelecimentos, o papel é finalmente aberto, revelando um texto de agradecimento. No bilhete, Cuomo agradece aos trabalhadores que seguem lutando pelo bem-estar da população, especialmente “aqueles que não têm máscaras de proteção adequadas e arriscam suas vidas para o bem maior”. Difícil ler esta frase sem contrastar essa homenagem do rock com a forma como os profissionais de saúde foram tratados por apoiadores de Bolsonaro em 1º de maio. Weezer conseguiu tornar ainda maior a desumanidade dos terraplanistas fãs do coronavírus, que atacaram enfermeiros em Brasília, com ameaças e xingamentos, quando estes se manifestaram com pedidos de maior proteção para realizar seu trabalho de salvar vidas. O nível está terrivelmente baixo no país em que vivemos. O Weezer esteve no Pais dos Bolsominions em setembro do ano passado, quando se apresentou em São Paulo e no Rock in Rio.
Criador e diretor de Arcanjo Renegado fazem nova série criminal para a Globoplay
O roteirista-produtor José Junior, criador das séries “A Divisão” e “Arcanjo Renegado”, sucessos da plataforma Globoplay, prepara uma nova atração criminal para a plataforma. Trata-se de “Verônica”, sobre uma criminalista que passa a trabalhar para o crime organizado. O projeto terá direção geral do cineasta Heitor Dhalia (“Serra Pelada”), que também dirigiu a série “Arcanjo Renegado”. Segundo o jornal O Globo, os dois dividirão a produção e buscarão escalar atores negros nos papéis principais. A proposta, inclusive, é contratar roteiristas negras e uma equipe técnica formada por mulheres para as gravações. O roteiro do piloto começará a ser escrito entre agosto e outubro. Originalmente, o projeto seria desenvolvido de forma independente pela AfroReggae Audiovisual, que, ainda de acordo com o jornal, já havia recebido R$ 4,7 milhões via FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) para a produção. Com a entrada da Globo no negócio, o dinheiro será devolvido ao fundo.
Foto dos bastidores de Avatar 2 mostra James Cameron dirigindo cena aquática
O produtor Jon Landau compartilhou uma nova imagem dos bastidores das gravações de “Avatar 2”. Depois de divulgar uma foto em que aparecia ao lado da atriz Sigourney Weaver, ele postou uma imagem que mostra o diretor James Cameron dando instruções para os atores durante o registro de uma cena debaixo d’água. Confira abaixo. Apesar da proliferação de fotos da produção, os trabalhos nos novos filmes de “Avatar” estão paralisados por causa da pandemia do coronavírus. Por enquanto, não há previsão de quando as gravações serão retomadas, mas isso pode acontecer antes de outros projetos cinematográficos, porque a Nova Zelândia, onde parte da produção está sendo realizada, é um dos países menos afetados pela crise sanitária. Com direção de James Cameron, “Avatar 2” contará com o retorno da maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald – e ainda terá muitas novidades em seu elenco, como Kate Winslet (voltando a trabalhar com o diretor após “Titanic”), Edie Falco (“Nurse Jackie), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” foi a maior bilheteria de todos os tempos durante dez anos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo – até ser ultrapassado em 2019 por “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões). “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2021, agora com produção da Disney, que comprou a Fox. O filme começou a ser rodado em setembro passado, simultaneamente com sua sequência, “Avatar 3”, que tem previsão de lançamento para dezembro de 2023. Ver essa foto no Instagram A behind the scenes still of Jim giving the actors direction before they dive underwater to capture performances for a scene from the Avatar sequels. What is the white stuff on the water surface? They are small white balls that are needed to prevent the lights from above contaminating the performance capture system below… while still allowing anyone below to surface safely through them should the need arise. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 6 de Mai, 2020 às 9:15 PDT
Criador de White Collar sugere que a série pode retornar com seu elenco original
O criador da série “White Collar”, exibida na TV aberta brasileira com o título de “Crimes do Colarinho Branco”, revelou no Twitter ter “um plano” para trazer a série de volta. O produtor-roteirista Jeff Eastin fez a revelação nesta quarta (6/5) numa série de posts com apoio do astro Matt Bomer, que ganhou projeção em sua carreira graças ao papel do vigarista “reformado” Neal Caffrey. Bommer viveu o personagem nas seis temporadas da série, de 2009 a 2014. “Tive uma conversa ótima com Matt Bomer. Temos um plano para trazer ‘White Collar’ de volta. Então, como Mozzie [personagem de Willie Garson] diria: ‘para citar Steve Harvey, o sonho é de graça. O golpe é vendido separadamente’. Então vamos planejar o golpe”, ele escreveu. Eastin estendeu o assunto por mais alguns tuítes. Após escrever que “era hora de acabar com a aposentadoria de Neal”, o próprio Bomer entrou na conversa. “Vamos fazer isso antes que eu fique muito velho para usar um chapéu fedora”, escreveu o ator. Outro protagonista da série, o ator Tim DeKay, se juntou à conversa, avisando: “Estou à bordo… num avião rumo a Paris”. A referência à capital francesa tem relação com a forma como a série acabou em 2014. A conversação entre o criador e o elenco de “White Collar” se deu um dia antes de um reencontro virtual previamente agendado entre eles. Além dos citados, Willie Garson, Marsha Thomason, Sharif Atkins, Tiffani Thiessen e Hilarie Burton vão participar de uma videoconferência sobre a série nesta quinta (7/5), a partir das 21h (horário de Brasília), no canal do Youtube “Stars in the House”. Caso a série realmente volte, não poderá contar, infelizmente, com uma atriz de seu elenco original. Diahann Carroll, intérprete de June, dona da cobertura que servia de residência para Neal, morreu em outubro passado aos 84 anos. Had a great convo with @MattBomer. We have a plan to bring #WhiteCollar back. So, as Mozzie might say, “To quote Steve Harvey, ‘The dream is free. The hustle is sold separately.’” It’s time to hustle. pic.twitter.com/4Pc6zMGqNh — Jeff Eastin (@jeffeastin) May 6, 2020 Make👏it👏happen👏before👏I’m👏too👏old👏to👏wear👏a👏fedora ….love you @jeffeastin https://t.co/9eUy6Q8zVv — Matt Bomer (@MattBomer) April 28, 2020 I’m on board…for a plane bound for Paris! https://t.co/Dn0KaatZvC — Tim DeKay (@TimDeKay) April 29, 2020
After Life é renovada e Rick Gervais fecha contrato de exclusividade com a Netflix
O comediante inglês Rick Gervais fechou um contrato para criação de novas atrações exclusivas para a Netflix. Com isso, a comédia “After Life”, que ele criou e estrela na plataforma, foi renovada para sua 3ª temporada. Além disso, a Netflix pretende realizar um especial de stand-up com Gervais. A renovação de “After Life” foi confirmada apenas duas semanas após o lançamento do segundo ano da produção. A série acompanha Tony (Gervais), um homem que tem sua vida perfeita virada do avesso com a morte da esposa. Depois de pensar em tirar a própria vida, ele decide acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quiser a qualquer hora. Ele acredita que isso o torna poderoso, mas a situação se complica quando todos seus amigos resolvem salvar o cara legal que eles costumavam conhecer. “After Life” não foi a primeira parceria do comediante com o serviço de streaming, que antes produziu seu filme “Correspondentes Especiais” e foi coprodutor da série “Derek”, junto do Channel 4 britânico. Rick Gervais também é conhecido por ser o comediante que mais vezes apresentou a premiação do Globo de Ouro e por ter criado a série “The Office” original. Mas seu melhor trabalho foi, disparado, a brilhante “Extras”, série de 2005 sobre o cotidiano de um figurante de cinema, repleta de participações de astros famosos interpretando a si mesmos – como Daniel Radcliffe, Samuel L. Jackson, Ben Stiller, Matthew Perry, Kate Winslet, Robert De Niro e até David Bowie!
CBS renova NCIS, FBI, SWAT, MacGyver, Magnum e mais 10 séries
A rede americana CBS anunciou sua lista de renovações para a temporada 2020-2021. Ao todo, 15 séries da emissora ganharão novos episódios, enquanto 4 foram canceladas. Considerada a rede com a programação mais conservadora da TV americana, a CBS não cancelou nenhuma de suas múltiplas séries de investigação criminal. Ao contrário, priorizou entre as renovações os spin-offs e remakes, com a continuidade das franquias “NCIS” e “FBI”, e séries como “SWAT”, “Magnum P.I.” e “MacGyver”. Sua atração mais antiga, “NCIS”, vai chegar ao 18º ano de produção, apesar de manter poucos integrantes originais em seu elenco. Já séries canceladas eram todas comédias. Três eram estreantes, mas “Man with a Plan”, estrelada pelo ex-“Friends” Matt LeBlanc, estava em sua 4ª temporada – que se encerra em 25 de junho. A atração é exibida no Brasil pelo canal pago Warner com o título de “O Chefe da Casa”. Confira abaixo a lista completa das atrações que acabaram e as que terão novos capítulos. Séries renovadas: “NCIS” – renovada para a 18ª temporada “NCIS – Los Angeles” – renovada para a 12ª temporada “NCIS – New Orleans” – renovada para a 7ª temporada “Blue Bloods” – renovada para a 11ª temporada “All Rise” – renovada para a 2ª temporada “Bob Hearts Abishola” – renovada para a 2ª temporada “The Unicorn” – renovada para a 2ª temporada “SWAT” – renovada para a 4ª temporada “Bull” – renovada para a 5ª temporada “SEAL Team” – renovada para a 4ª temporada “MacGyver” – renovada para a 5ª temporada “FBI” – renovada para a 3ª temporada “FBI – Most Wanted” – renovada para a 2ª temporada “The Neighborhood” – renovada para a 3ª temporada “Magnum P.I.” – renovada para a 3ª temporada Séries canceladas: “Man with a Plan” – cancelada na 4ª temporada “Carol’s Second Act” – cancelada na 1ª temporada “Tommy” – cancelada na 1ª temporada “Broke” – cancelada na 1ª temporada
Regina Duarte é enquadrada por Bolsonaro em meio à campanha #ForaRegina
Regina Duarte teria sido “enquadrada” por Jair Bolsonaro na presença de outras pessoas durante uma reunião da pasta da Cultura em Brasília nesta quarta (6/5). Segundo Daniel Adjuto, da CNN Brasil, o presidente disse à secretária da Cultura: “ou você adere às minhas ideias, ao meu governo, que é conservador, ou a porta está aberta”, nas palavras do jornalista. O canal pago também apurou que o ator ex-“Malhação” Mário Frias chegou a ser sondado para o lugar de Regina, que estaria sendo “fritada” pelo governo para pedir demissão. Em entrevista à CNN Brasil, Frias não confirmou a sondagem, mas se disse pronto para assumir a secretaria da Cultura. “Tem coisas na vida que a gente não escolhe. Essa é uma delas. Não tenho medo. Tenho vontade, é a minha área, não tenho pretensão nenhuma de ser o dono da verdade. Tenho muitos amigos que seriam o alicerce para um grande trabalho”, afirmou Frias, que parabenizou os recentes atos pró-governo, dizendo-se emocionado pelas manifestações que pediram fechamento do Congresso, do STF e ainda tiveram agressões a jornalistas. A revista digital Crusoé também ouviu de assessores presidenciais que Bolsonaro exigiu o alinhamento da atriz. Segundo esses relatos, Bolsonaro disse que foi eleito para cumprir uma agenda conservadora e que, se ela discordasse desses valores, poderia pedir para deixar o cargo. Ainda de acordo com a Crusoé, Bolsonaro disse a aliados ter perdido a paciência com a atriz. Ele já teria manifestado várias vezes sua insatisfação com nomeações de pessoas “de esquerda” para a secretaria. O presidente reclamou, em especial, que Regina estaria acatando recomendações de Sérgio Sá Leitão, secretário de Cultura do governo João Doria, um de seus principais adversários políticos. O governo tem paralisado a pasta da Cultura por conta dessas picuinhas. Há duas semanas, Bolsonaro mandou demitir o pesquisador Aquiles Brayner, indicado por Regina para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas. Ele caiu apenas três dias após sua nomeação, sob pressão de perfis radicais nas redes sociais. Regina Duarte também não conseguiu nomear seu favorito ao posto de número dois da secretaria, o gestor público e produtor Humberto Braga, que igualmente foi alvo de uma campanha nas redes sociais com acusações de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. Ela enfrenta resistência até às suas demissões. Afastado no dia da posse de Regina, olavista Dante Mantovani, que acredita que rock é coisa do diabo, foi readmitido como presidente da Funarte por algumas horas na terça-feira (5/5). De manhã, virou novamente chefe da fundação, mas no fim do dia voltou a ser exonerado. Nenhum dos dois atos teve maiores explicações. Esses fatos são exemplos da sabotagem sofrida cotidianamente por Regina à frente da pasta. Mas não fica só nisso. O próprio presidente dá respaldo para que até subalternos da secretária, como Sérgio Camargo, a achincalhem nas redes sociais. Não por acaso, Bolsonaro convidou pessoalmente Camargo, o polêmico diretor do Instituto Palmares e desafeto de Regina, para participar da reunião com a secretária. Camargo nem sabia do que se tratava. “Ele me ligou, obviamente aceitei o convite”, disse ao jornal O Globo. Ao sair do encontro, Camargo declarou à CNN que Regina Duarte “veio para morar em Brasília”, revelando que ela optou por se submeter, como fizeram alguns ministros antes de serem demitidos. Enquanto isso, aliados do presidente seguem espalhando nas redes sociais que a atual secretária está com os dias contados. Nesta quarta, simpatizantes de Bolsonaro, do AI-5 e do coronavírus subiram a hashtag #ForaRegina. “Espero que o senhor tenha dado uma boa enquadrada na ‘namoradinha do Brasil’ hoje”, escreveu um radical da seita. “Ou ela cumpre com o programa que elegemos nas urnas, ou então, deve ser exonerada imediatamente! #ForaRegina”. “#ForaRegina. O do Turismo tiramos depois!”, acrescentou outro, já preparando a próxima campanha. Nunca é demais lembrar que, para assumir o cargo de secretária de Cultura, Regina atendeu a um pedido pessoal de Jair Bolsonaro e precisou encerrar sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas de “carta branca e porteira aberta” que não foram cumpridas. Mas se sair reclamando, vai virar só mais um Judas (entre muitos) a trair o Messias do Planalto, na perspectiva peculiar de quem trata jornalismo como fake news e fake news como informação.
Macaulay Culkin e Kathy Bates terão cena de sexo louca em American Horror Story
O produtor Ryan Murphy revelou que convenceu Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim”, a participar da 10ª temporada de “American Horror Story” com a proposta de um papel “deliciosamente maluco” e uma cena de sexo “louca e erótica” com a colega de elenco Kathy Bates. Embora Culkin não atue muito hoje em dia, Murphy ligou para o ex-astro mirim por ser “um grande fã de seu trabalho”. “Eu normalmente não digo nada para os atores quando os convido para uma série, mas dessa vez falei: ‘Ok, cara, aqui vai a minha proposta'”, contou o produtor ao programa de notícias do canal pago E!. “Ele ouviu sobre este personagem absurdo, e sobre a cena de sexo entre ele e Kathy, além de algumas outras coisas. Ele ficou quieto por um tempo, e depois disse: ‘OK, eu estou dentro, esse parece ser o personagem que eu nasci para interpretar'”, completou o criador de “American Horror Story”. Segundo Murphy, os roteiros estão prontos e a produção só espera o fim da crise sanitária para iniciar a produção. “Os roteiros estão escritos, e estou animado para vê-lo interpretando este papel”, contou. Conhecido por trabalhar repetidamente com os mesmos atores, Murphy ainda confessou que adoraria ver Culkin se tornando um “habitué” de suas produções. “Eu acho que ele é um cara fascinante, muito interessante, e cheio de alma”, elogiou. Vale lembrar que a citada Kathy Bates venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por “American Horror Story” em 2013.
Stephen King pede desculpas por ter previsto coronavírus e Donald Trump
O escritor Stephen King pediu desculpas por ter “previsto” o novo coronavírus e a reação à crise sanitária do presidente dos EUA, Donald Trump, em dois dos seus livros mais famosos, respectivamente em “A Dança da Morte” (The Stand) e “Zona Morta” (Dead Zone). O autor disse ao apresentador Stephen Cobert, em entrevista por vídeo no “The Late Show”, que muitos fãs passaram a perguntar sobre suas previsões recentemente. “Eu escrevi um livro chamado ‘Zona Morta’, que tinha um personagem, um comediante popular, que dizia aos americanos que conseguiria resolver o problema da poluição ‘mandando ela toda para o espaço'”, relembrou King, comparando o plano a declarações de Trump em relação à covid-19. “Eu acho que, comparado a dizer para as pessoas injetarem desinfetante para curar o coronavírus, aquele plano de enviar a poluição para o espaço parece bem sensato”, brincou. Outra publicação de King bastante lembrada durante a pandemia é “A Dança da Morte”, onde um vírus misterioso devasta o planeta e causa transformações profundas na sociedade, antecipando o apocalipse. A obra, inclusive, vai ganhar nova versão em breve, como minissérie na plataforma CBS All Access. “Eu escrevi ‘A Dança da Morte’ em 1976 e ainda estou pedindo desculpas por isso, porque mais de 40 anos depois as pessoas falam, atrás de suas máscaras, que estão vivendo num livro de Stephen King. Minha resposta é: ‘Me desculpe por isso'”, relatou. “Quando escrevi aquele livro, tinha acabado de acontecer um vazamento químico em Utah [nos EUA]. Eu fui a um médico que eu conhecia e perguntei: ‘Como seria se um vírus matasse 98% da população da Terra?’. Os olhos dele se iluminaram. Médicos adoram projetar esses cenários apocalípticos, quando eles são hipotéticos, é claro”, completou. Stephen King ainda fez uma previsão aterradora sobre a pandemia. “Meu medo é que, com o coronavírus, as coisas voltem lentamente ao normal e o vírus sofra uma mutação e retorne”. Ele acrescenta: “O cenário de pesadelos, que para é onde a minha mente vai – desculpem! – , é que ele retorne mais letal que nunca”. Veja a íntegra da entrevista no vídeo abaixo.
Sony atrasa Caça-Fantasmas e antecipa estreia do novo Homem-Aranha no Brasil
A Sony Pictures revelou nesta quarta (6/5) seu novo calendário de lançamentos para o Brasil. A empresa desmarcou todos os lançamentos previstos para os próximos três meses, devido à pandemia do novo coronavírus, e espera começar a exibir filmes a partir de 3 de setembro. A primeira estreia prevista é “Monster Hunter”, adaptação de videogame estrelada por Milla Jojovich. A maioria dos filmes, porém, ficou para 2021, inclusive “Ghostbusters: Mais Além”, que apesar desse título é a esperada continuação da franquia mais conhecida como “Os Caça-Fantasmas” no Brasil. O lançamento original aconteceria em 20 de agosto nos cinemas brasileiros – o que já era 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos. Já o próximo filme do “Homem-Aranha” chegará por aqui em 28 de outubro de 2021, uma semana antes da estreia nos EUA — que originalmente estava marcada para julho do ano que vem. Em contraste com os muitos adiamentos, o novo cronograma do estúdio revela dois adiantamentos. “Uncharted”, adaptação do game homônimo estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha), ficou para 15 de julho de 2021 (a data original era outubro), enquanto a animação “Hotel Transilvânia 4”, dublada por Adam Sandler, chega em 5 de agosto de 2021 (cinco meses antes da data originalmente prevista, no começo de 2022). Confira abaixo a lista completa das próximas estreias da Sony no Brasil. “Monster Hunter”: 3 de setembro de 2020 “Super Conectados”: 22 de outubro “Escape Room 2”: 31 de dezembro “Happiest Season”: 14 de janeiro de 2021 “Cinderela”: 4 de fevereiro “Pedro Coelho 2”: 11 de fevereiro “Ghostbusters: Mais Além”: 4 de março “Morbius”: 18 de março “Fatherhood”: 15 de abril “Vivo”: 3 de junho “Venom: Tempo de Carnificina”: 24 de junho “Uncharted”: 15 de julho “Hotel Transilvânia 4”: 5 de agosto “Man From Toronto”: 16 de setembro “Homem-Aranha 3”: 28 de outubro “The Nightingale”: 23 de dezembro
Coronavírus faz Disney priorizar ainda mais sua plataforma de streaming
O novo CEO da Walt Disney Company, Bob Chapek, afirmou que a pandemia do novo coronavírus pode levar a empresa a rever seus lançamentos de cinema e direcionar mais filmes para seu serviço de streaming, Disney+ (Disney Plus). Em videoconferência para acionistas, o CEO disse que a Disney acredita “muito no valor da experiência cinematográfica em geral para grandes filmes de muito sucesso”, mas que talvez seja necessário reavaliar suas estratégias de lançamento dos filmes. “Também percebemos que, seja por causa da mudança e evolução da dinâmica do consumidor ou por causa de certas situações, como a covid-19, podemos ter que fazer algumas alterações nessa estratégia geral, apenas porque os cinemas não estão abertos ou não estão abertos na medida em que precisariam estar para ser financeiramente viável”, disse Chapek, de acordo com a revista Variety. A empresa já remarcou a data de estreia de suas principais produções inéditas, como a versão live-action de “Mulan” e “Viúva Negra”, da Marvel. Mas o filme “Artemis Fowl”, adaptação de uma franquia literária infantil, entrou direto para o catálogo do Disney +. Segundo Chapek, a decisão de disponibilizar esse filme no streaming se deveu ao “apelo demográfico” do longa. O CEO ainda comentou que irá “avaliar cada um de nossos filmes em uma situação caso a caso”. Ele não mencionou “Os Novos Mutantes”, produção da antiga Fox com super-heróis da Marvel, mas esse título apareceu como futuro lançamento em VOD no site da Amazon. Sobre a paralisação na produção dos filmes e séries da empresa, Chapek afirmou que há planos para implementar medidas de segurança reforçada para retomar os trabalhos, assim que for possível, mas não há data prevista para que isso aconteça. “Não temos projeções de exatamente quando podemos fazer isso [voltar as gravações], mas seremos muito responsáveis em termos de máscaras e do mesmo tipo de procedimentos que esperamos implementar em nossos parques.” Por outro lado, a reabertura dos parques temáticos já está prestes a começar, por Xangai, na China, que foi justamente o primeiro parque fechado pela pandemia. A prioridade, no entanto, segue no reforço ao serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), que chegou à Europa em meio à quarentena e que deve ser lançado em breve na América Latina, inclusive no Brasil.
Cade aprova fusão entre Disney e Fox no Brasil
Demorou mais que em qualquer outro lugar do mundo, mas o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) finalmente aprovou a aquisição da Fox pela Disney no Brasil. Em sessão realizada nesta quarta (6/5), o negócio foi revisado e seu maior entrave superado. O problema era a concentração da Disney no setor dos canais esportivos. Dona da ESPN, a Disney deveria vender o Fox Sports para ter o negócio aprovado, mas nenhum comprador que se apresentou cumpriu os requisitos da entidade reguladora. Para evitar que o Fox Sports fosse, então, dissolvido ou absorvido pela ESPN, o Cade propôs outra solução: o canal precisa ser mantido no ar pela multinacional por três anos ou até a conclusão de seus contratos de direito de transmissão. Pela decisão, a Disney precisa se comprometer a manter o Fox Sports no ar em pacotes básicos até 1º de janeiro de 2022 com obrigatoriedade da exibição da Libertadores no canal. No entanto, o Cade aprovou que outros direitos de transmissão sejam exibidos também em emissoras irmãs. Ou seja, a ESPN está liberada para exibir a competição continental caso queira. O relator do processo, o conselheiro Luis Henrique Bertolino Braido, declarou que o estado brasileiro não pode impedir que uma empresa não tenha direito aos ativos que comprou sem motivos ou responsabilidade. Ele também citou a pandemia da Covd-19, dizendo que os canais esportivos são os que mais sofrem com a situação. Para finalizar, o relator afirmou que, ao fim dos três anos, caso a Disney queira descontinuar a marca, ela ficará disponível para um novo possível comprador adquiri-la, devolvendo assim a marca para o mercado. Apesar da ênfase dada pelo Cade ao futuro do canal Fox Sports, a aprovação da fusão passa por outros investimentos da Disney no país, em especial o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Com a certeza de poder contar com a programação da Fox, a empresa pode agora inaugurar o serviço ainda em 2020 no Brasil, acompanhando o lançamento em outros países da América Latina, já confirmados. A Disney esperava a aprovação da fusão com a Fox para tomar decisões sobre a vinda do streaming e outros projetos no país. Mas graças à demora, a aprovação se deu em plena pandemia do novo coronavírus, quando a empresa enfrenta queda de arrecadação e começa a mudar muitos de seus planos. Mais que nunca, com o isolamento social o streaming se tornou prioridade. Nos EUA, a Disney lançou um combo de assinaturas, juntando no mesmo pacote os serviços de streaming da Disney+ (Disney Plus), ESPN e Hulu.









