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  • Série

    Novo livro da autora de A Amiga Genial vai virar série da Netflix

    12 de maio de 2020 /

    A Netflix vai produzir uma série baseada no livro mais recente da escritora italiana Elena Ferrante, pseudônimo que assina a tetralogia napolitana de “A Amiga Genial”, já transformada em série pela HBO. Lançado em novembro passado na Itália, “A Vida Mentirosa dos Adultos” (La Vita Bugiarda degli Adults) ainda não chegou às livrarias brasileiras, mas já teve o título traduzido e deve começar a ser distribuído após a reabertura do comércio ainda este ano. O anúncio da produção foi acompanhado por um teaser, que destaca frases do livro, escritas e faladas em italiano, com as letras formando desenhos misteriosos na tela. A trama narra a história da adolescente Giovanna, que enfrenta a dissipação de suas certezas, o divórcio dos pais e uma iniciação amorosa pouco excitante. Ao longo das páginas, o livro aborda as transformações, as dificuldades, o crescimento, o desencanto, as traições e as mentiras dos adultos na vida da jovem. Quando é comparada pelo pai a uma tia excluída da família, Giovanna entra em crise, no que será o estopim para um caminho de descobertas. Assim como “A Amiga Genial”, a obra é ambientada em Nápoles, mas desta vez em Rione Alto e no nobre bairro de Vomero, e não mais na periferia de Lila e Lenù, as protagonistas da célebre tetralogia napolitana. A adaptação de “A Vida Mentirosa dos Adultos” ainda não tem previsão de estreia. Acho muito chique anunciar que o novo livro da Elena Ferrante, A Vida Mentirosa Dos Adultos, vai virar uma série minha. A história se passa em Nápoles, na Itália dos anos 90, e acompanha Giovanna, uma adolescente lidando com as incertezas da chegada da vida adulta. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 12, 2020

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  • Série

    Dave: Série do rapper Lil Dicky bate recorde de audiência e é renovada para 2ª temporada

    12 de maio de 2020 /

    O canal pago FXX renovou a série de comédia “Dave”, duas semanas após o final de sua 1ª temporada. Alimentada por uma forte visualização digital, a produção se consagrou como o maior sucesso da emissora – dedicada ao humor – e a série de comédia mais assistida de toda a FX Networks, com uma audiência média de 5,32 milhões de telespectadores – somando o público ao vivo, de VOD e streaming. “Dave” bateu o recorde anterior em “Atlanta”, da FX, que teve uma média de 5,2 milhões de telespectadores em todas as plataformas em sua 1ª temporada. Criada e estrelada por Dave Burd, a série se beneficiou do aumento de pessoas em suas residências, devido à pandemia do novo coronavírus, mas principalmente do projeto FX on Hulu, que disponibiliza o conteúdo da FX Networks diretamente na plataforma adulta da Disney. Com isso, “Dave” foi lançado simultaneamente em streaming e atingiu um público muito maior que teria se ficasse apenas na TV. “Os co-criadores Dave Burd e Jeff Schaffer, juntamente com toda a sua equipe criativa, entregaram uma das melhores séries de comédias da televisão, que se tornou a comédia da FX mais assistida em todos os tempos”, disse Nick Grad, presidente de programação original da FX Entertainment, em comunicado. “Essa é uma conquista extraordinária para ‘Dave’, o elenco e a equipe, que se uniram para fazer uma temporada memorável e brilhante de televisão”. Baseado na vida de Dave Burd, mais conhecido como o rapper Lil Dicky, a série gira em torno de um homem neurótico, com cerca de 20 anos, que se convenceu de que está destinado a ser um dos melhores rappers de todos os tempos. Agora, ele deve convencer seus amigos mais próximos, porque, com a ajuda deles, ele pensa que pode convencer o resto do mundo. Aproveitando as conexões de Burd com vários artistas famosos, graças a seus clipes de rap-comédia como Lil Dicky, a série contou com estrelas notáveis, incluindo Justin Bieber, Young Thug e Kourtney Kardashian em sua 1ª temporada. “Nós decidimos fazer algo especial e é muito gratificante ver a resposta que esse programa obteve”, disse Burd. “Este foi o meu primeiro rodeio, por isso estou super-empolgado em tentar outra vez, agora que tenho alguma experiência em fazer televisão. Realmente parece que o céu é o limite para esta série. Estou ansioso para testar ainda mais o limite no próximo ano.” O cocriador Jeff Schaffer acrescentou: “Estou tão feliz que a FX tenha sido louca o suficiente para dar a Dave Burd um programa de TV e inteligente o suficiente para torná-lo melhor a cada passo do caminho. Estou realmente ansioso por mais uma temporada – ainda há partes da anatomia de Dave às quais ainda não submetemos a América.” Veja abaixo o trailer da 1ª temporada, que ainda é inédita no Brasil.

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  • Série

    Bob’s Burgers é renovada para 11ª temporada

    12 de maio de 2020 /

    A Fox oficializou a renovação da série animada “Bob’s Burgers” para sua 11ª temporada. Assim, a atração se mantém entre os desenhos mais tradicionais do canal, “Os Simpsons” e “Uma Família da Pesada” (Family Guy). Apear da formalização ter acontecido apenas na segunda (11/5), os produtores já estavam trabalhando em episódios da próxima temporada, que será lançada no outono norte-americano (entre setembro e novembro). Duas vezes vencedora do Emmy de Melhor Série Animada, “Bob’s Burgers” é exibida pela rede Fox desde 2011 e acompanha Bob Belcher, sua esposa e três filhos na missão de manter um restaurante e os membros da família unidos. A série é uma criação de Loren Bouchard (“Dr. Katz”) e deve ganhar um longa animado em breve.

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  • Etc

    Quibi encalha e fundador da plataforma culpa coronavírus

    12 de maio de 2020 /

    O fundador da plataforma Quibi, Jeffrey Katzenberg, assumiu estar lidando com uma decepção diante dos números de pessoas interessadas no seu produto, lançado durante a pandemia de coronavírus. O aplicativo da Quibi teve 1,7 milhão de downloads em sua primeira semana. Mas desde a estreia em 6 de abril, mantém apenas uma base de 1,3 milhão de “usuários ativos”. Graças à baixa demanda, saiu rapidamente da lista dos 50 aplicativos gratuitos mais baixados da Apple Store. Pior que isso: não está nem entre os 100. Atualmente, encontra-se encalhado em 125º lugar. Mesmo com uma campanha que oferece teste gratuito por 90 dias, e prometendo um dos custos mais baixos dos streamings (US$ 4,99 por mês com anúncios), a plataforma não emplacou. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada na segunda-feira (12/5). “Tudo. Mas nós assumimos nossa parte”. O ex-executivo da Disney e criador da DreamWorks Animation disse que o público do Quibi realmente não é “a avalanche de pessoas que queríamos”. “Não é nem perto do que queríamos”, admitiu. Quibi aspirava ser uma Netflix de celular, com conteúdo feito exclusivamente para dispositivos móveis. A proposta faz parte do próprio nome da plataforma, formado pela junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). O nome também foi transformado em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço era apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. Só que as pessoas foram desaconselhadas a usar transportes públicos. E o ambiente de trabalho virou home office. Embora o tempo gasto nas plataformas de streaming tenha disparado à medida que os consumidores se distanciam socialmente, a opção de lazer para quem está em quarentena tem sido assistir filmes e maratonar séries pela televisão e não ver vídeos curtos pelo celular. O sucesso do Quibi dependia, basicamente, de mudar os hábitos de consumo de séries influenciados pela popularização da Netflix, com os “binges” – ou maratonas – de várias horas dedicadas a um mesmo programa. Já era uma opção arriscada, por ir contra um padrão bem-sucedido, e se tornou impraticável diante do aumento do número de horas disponíveis para o público se dedicar ao conteúdo de streaming. A ideia de “filmes em capítulos”, que define a maioria das séries de ficção da empresa, também criou um vício narrativo, ao programar uma situação de perigo a cada 10 minutos, no fim de cada episódio. Nisso, o Quibi se provou mais retrô que moderno, por evocar os antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940 – que batizaram o termo “cliffhanger”. Mas apesar de todo o revés, Katzengerg disse não ter se arrependido de lançar o aplicativo durante o coronavírus. “Se soubéssemos em 1º de março, quando tivemos que tomar a decisão, o que sabemos hoje, eu diria que não era uma boa ideia”, ele ponderou. “Mas estamos produzindo ouro suficiente com o feno que temos, de modo que não me arrependi”. Ele acrescentou: “Minha esperança, minha crença era que ainda haveria muitos momentos intermediários enquanto nos protegíamos em casa… Ainda existem esses momentos, mas não é a mesma coisa. Estamos fora de sincronia”. Katzenberg ainda espera virar o jogo com algumas inovações. Muito criticada por não permitir que assinantes pudessem assistir a seu conteúdo na TV, a Quibi já permite que os usuários do iPhone vejam suas atrações em telas maiores, e a mesma atualização chegará e breve aos usuários do Android. Ao mesmo tempo, a empresa está trabalhando em novas projeções de receita, com margens menores, que já levaram a cortes em seu orçamento de marketing. Só que enquanto o Quibi empaca, outras plataformas novas traçam histórias diferentes no competitivo mundo do streaming. Quando confrontado sobre o sucesso do TikTok, uma plataforma social que também usa vídeos curtos, Katzenberg se mostrou irritado. “É como comparar maçãs com submarinos”, disse ele ao Times. “Não sei o que as pessoas esperam de nós. Como era a Netflix em seus primeiros 30 dias após o lançamento? Para me falar de uma empresa que tem um bilhão de usuários e está se saindo bem nas últimas seis semanas, estou feliz por eles, mas o que diabos isso tem a ver comigo?” O Quibi também está disponível no Brasil, onde chegou sem alarde no mesmo dia em que o serviço foi inaugurado nos EUA.

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  • Filme

    Cate Blanchett é disputada para estrelar filmes dos diretores de Vice e Ad Astra

    12 de maio de 2020 /

    Apesar da paralisação de Hollywood devido à pandemia de coronavírus, projetos de cinema continuam a reservar atores para novas filmagens, que devem acontecer assim que a crise sanitária for resolvida. E Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) está sendo uma das mais requisitadas do período. Depois de receber uma proposta para estrelar a adaptação do game “Borderlands”, ela pode se juntar a Jennifer Lawrence (“Operação Red Sparrow”) no novo filme de Adam McKay (“Vice”), além de negociar um papel no próximo longa de James Gray (“Ad Astra”). O filme de McKay se chama “Don’t Look Up” e é uma sátira apocalíptica. A trama segue dois astrônomos que tentam avisar a mídia sobre um asteroide em rota de colisão com a Terra. A produção será lançada na Netflix. Já o longa de Gray é um drama intitulado “Armageddon Time”. O filme vai se passar nos anos 1980 e acompanhar o diretor da escola particular Kew-Forest School, em Nova York, onde o próprio cineasta estudou. Vale citar que o aluno mais famoso da escola é o atual presidente dos EUA, Donald Trump. E ele será um personagem na trama. Outro detalhe é que “Armageddon Time” tem coprodução da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira. O produtor já foi parceiro do diretor em “Ad Astra”. Atualmente, Cate Blanchett pode ser vista na série “Mrs. America”, exibida nos EUA pelo canal pago FX.

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  • Etc,  Filme

    Personagens de Uma Aventura Lego ensinam prevenção contra covid-19

    12 de maio de 2020 /

    A fabricante dos brinquedos Lego produziu um curta animado com os protagonistas de seus dois longas da franquia “Uma Aventura Lego”, Emmet e Lucy/Wildstyle, para falar sobre o coronavírus para as crianças. O vídeo conta com dublagem de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Elizabeth Banks (“As Panteras”), que fazem as vozes originais dos personagens no cinema. Na animação, eles explicam o que significa o nome covid-19 e como fazer para evitar o contágio. Ao final, a dupla ensaia até uma música para as crianças decorarem as dicas, que incluem lavar as mãos, manter distanciamento e ficar em casa. Veja abaixo.

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  • Série

    Stargirl forma equipe de heróis adolescentes em novo trailer da série

    12 de maio de 2020 /

    A plataforma DC Universe divulgou um novo trailer de “Stargirl”, sua próxima série baseada em quadrinhos. A prévia revela a morte dos integrantes da Sociedade da Justiça da América nas mãos de seus inimigos, a Sociedade da Injustiça, e a formação de uma nova equipe de super-heróis pela jovem heroína do título. A série mostra a origem da personagem, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics – criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e juntar outros jovens heróis para enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 18 de maio em streaming e um dia depois na TV americana, com exibição pela rede The CW.

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  • Filme

    Duna: Timothée Chalamet e Josh Brolin aparecem em nova foto da sci-fi

    12 de maio de 2020 /

    A Legendary divulgou uma novo foto do remake de “Duna”, que mostra o protagonista os personagens de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) no deserto. Além desses atores, o elenco grandioso também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação deve ser dividida em duas partes e virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

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  • Série

    Control Z: Série teen mexicana da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, o pôster nacional e um longo trailer legendado de “Control Z”, série mexicana passada numa escola de elite. Com ingredientes que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, além do recente filme “País da Violência” (Assassination Nation), a trama gira em torno de segredos escandalosos revelados por um hacker anônimo. Os alvos são os alunos mais populares do Colégio Nacional. Mas é uma estudante reclusa quem demonstra mais interesse em descobrir o culpado, se não for ela própria a responsável pela campanha de difamação. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”). O elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”). A estreia está marcada para 22 de maio em streaming.

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  • Série

    Sangue e Água: Série teen africana da Netflix ganha trailer legendado

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer legendado de “Sangue e Água” (Blood & Water), sua segunda série sul-africana. Bem diferente do thriller de ação “Queen Sono”, a nova atração mergulha no universo dos adolescentes privilegiados. A trama acompanha uma adolescente que precisa se adaptar à transferência para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar, em segredo, um sequestro que afetou sua família. “De onde você é?”, pergunta uma colega logo no começo do trailer. “Não do mesmo lugar que as pessoas daqui”, responde ela. Com roteiros e direção da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”), a série tem estreia marcada para 20 de maio na plataforma de streaming.

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    Expresso do Amanhã: Série baseada em filme de Bong Joon-ho chega ao Brasil pela Netflix

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix anunciou que disponibilizará a série “Snowpiercer” no Brasil. A atração será chamada de “Expresso do Amanhã”, mantendo a tradução do filme de 2013 em que se baseia, e estreará em 25 de maio na plataforma de streaming, oito dias após o lançamento nos EUA. A trama se passa num mundo pós-apocalíptico, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. Originalmente concebida para o canal pago TNT, a série foi criada há cinco anos por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da emissora sobre os rumos da atração, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e isso atrasou a estreia, já que o capítulo precisou ser inteiramente refilmado com outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. Apesar das dificuldades de bastidores, o resultado agradou tanto que “Snowpiercer” foi renovada para sua 2ª temporada um ano antes de exibir seu primeiro episódio. Essa demora, ironicamente, favoreceu a série, já que o diretor do filme “Expresso do Amanhã”, em que a série se baseia, ganhou enorme projeção no começo do ano. Trata-se de ninguém que o sul-coreano Bong Joon-ho, grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”. A premissa da série é a mesma do filme, que, por sua vez, baseava-se numa graphic novel francesa – de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette. O grande elenco é encabeçado por Jennifer Connelly (“Noé”), como o rosto do sistema, e Daveed Diggs (série “The Get Down”), como a voz da rebelião, além de Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). Vale observar que a Netflix fez o anúncio do lançamento da série com um pôster que, além da oposição dos protagonistas, mostra o Cristo Redentor carioca ao fundo. Confira abaixo. Expresso do Amanhã mostra a história de um mundo pós-apocalíptico, sete anos depois de ter ficado completamente congelado! Minha nova série distópica chega dia 25 de maio. pic.twitter.com/B2cljRGuhP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 11, 2020

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  • Série

    13 Reasons Why: Teaser com choro e abraços revela data da temporada final

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª e última temporada de “13 Reasons Why”. Repleto de choro e abraços, o vídeo mostra o elenco reunido para a leitura dos roteiros finais e os dias derradeiros das gravações, demonstrando muita emoção na despedida. “Eu nunca vou esquecer dessa experiência na minha vida. Obrigada”, diz Alisha Boe, a intérprete de Jessica. A prévia também anuncia a data de estreia dos episódios, que terão novidades, como a inclusão do ator Gary Sinise, conhecido por papeis em “Forrest Gump” e na série “CSI: NY”. Sinise vai dar vida ao Dr. Robert Ellman, um terapeuta que ajudará Clay Jensen (Dylan Minnette) a combater a ansiedade e a depressão. A temporada final estreia em 5 de junho.

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  • Série

    American Horror Story vai ganhar série derivada

    11 de maio de 2020 /

    “American Horror Story” vai ganhar um spin-off após 10 anos de sucesso no canal pago FX. O produtor Ryan Murphy anunciou a produção de “American Horror Stories”, uma variação que se diferencia pelo título no plural. O derivado também será uma série de terror em formato de antologia, mas, em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias de horror diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. Em um post no Instagram, Murphy mostrou a reação do elenco da série original à notícia e explicou a premissa. Veja abaixo. Apesar da imagem da videoconferência coletiva, o encontro não foi aberto ao público como outras lives do aplicativo Zoom. Tratou-se de uma reunião privada, para que Murphy compartilhasse com o elenco os planos para a 10ª temporada de “American Horror Story”, como a data prevista para o começo das gravações e “outros detalhes que não posso revelar”, ele escreveu. Os atores que participaram da reunião foram Jessica Lange, Lily Rabe, Evan Peters, Sarah Paulson, Denis O’Hare, Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts, Anjelica Ross, Leslie Grossman, Finn Wittrock, Taissa Farmiga, Billie Lourd, Dylan McDermott, Adina Porter e Cody Fern. Adiada pela pandemia de coronavírus, a 10ª temporada de “American Horror Story” também contará com Macaulay Culkin (o eterno Kevin, de “Esqueceram de Mim”). Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram “American Horror Story” cast zoom call…where we reminisced about the good times…the spin off we're doing called "American Horror Stories" (one hour contained episodes)…when we will start filming the next season of the mothership…and other stuff I cannot print. It was so much fun and I'm glad we caught up. I miss everyone! Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 11 de Mai, 2020 às 6:53 PDT

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