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  • Etc

    Diretora de Mudbound vai filmar nova versão do musical clássico Porgy & Bess

    16 de fevereiro de 2020 /

    A cineasta Dee Rees, indicada ao Oscar por “Mudbound” (2017), vai filmar uma nova versão de “Porgy & Bess”, musical clássico de George Gershwin, levado famosamente ao cinema em 1959 com Sydney Poitier e Dorothy Dandridge nos papéis principais. Rees escreverá e dirigirá a nova versão do musical, que acompanha Porgy, um mendigo negro de rua que vive nas favelas de Charleston, enquanto tenta resgatar Bess de um amor violento e seu traficante de drogas. A ópera moderna de Gershwin já era uma adaptação – da peça “Porgy”, do casal Dorothy e DuBose Heyward, que por sua vez também se baseava em outra obra, o romance homônimo de DuBose Heyward, publicado em 1925. A versão de Gershwin foi apresentada pela primeira vez em 1935 como a primeira ópera jazz dos EUA e representou um marco racial ao levar à Broadway um elenco inteiramente negro. Mesmo assim foi acusada de racismo, por apresentar apenas estereótipos negativos da população negra – drogados, miseráveis e violentos. O aval de Duke Ellington para seu revival nos anos 1950 e várias revisões de ponto de vista, mudaram a percepção do público, para melhor ou pior, conforme a passagem das décadas. A aceitação definitiva só veio após os anos 1970, apaziguando uma fase mais aguda de crítica racial motivada pelo movimento dos direitos civis americanos, e coincidindo com o surgimento do rap, que passou a retratar universo similar em suas letras. A contribuição de Gershwin para a história de Heyward fez História também por render uma das canções mais populares de todos os tempos: “Summertime”, gravada por artistas tão diferentes quanto Sam Cooke, Ella Fitzgerald, Miles Davis, Janis Joplin e a banda Fun Boy Three, entre outros 25 mil intérpretes conhecidos. E este nem foi o único hit eternizado pela produção, como comprova “It Ain’t Necessarily So”, gravado por Aretha Franklyn, Louis Armstrong, Sting e a banda Bronski Beat, numa lista igualmente longa de cantores, ou “My Man’s Gone Now”, em gravações de Nina Simone, Bill Evans, Sinéad O’Connor, a banda The Gun Club, etc. A MGM está por trás da nova adaptação, que pela primeira vez contará com uma diretora e roteirista negra para guiar a história – o filme de 1959 foi comandado pelo famoso diretor Otto Preminger. Ainda não há cronograma de filmagem ou previsão de estreia para o filme, já que Dee Rees está atualmente envolvida com a promoção de seu novo longa, “A Última Coisa que Ele Queria” (2020). O thriller estrelado por Ben Affleck e Anne Hathaway teve première mundial no Festival de Sundance, em janeiro, e chega na Netflix na próxima sexta-feira (21/2).

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  • Etc

    Jackie Chan oferece recompensa para quem criar vacina contra o coronavírus

    16 de fevereiro de 2020 /

    O ator chinês Jackie Chan, nascido em Hong Kong, prometeu dar 1 milhão de yuans — o equivalente a R$ 615,5 mil — para a pessoa ou instituição que criar uma vacina contra o covid-19, o novo coronavírus descoberto na região central da China. O anúncio foi feito pela internet, na rede social chinesa Weibo, em que o maior astro do cinema chinês escreveu: “Se alguém, seja uma pessoa ou uma instituição, puder criar uma vacina eficaz contra o vírus, eu gostaria de oferecer a ele 1 milhão de yuans como sinal de minha gratidão”. “Espero que todos entendam que não se trata de dinheiro (…). Não quero ver as pessoas sofrerem e morrerem enquanto poderiam aproveitar a vida”, afirmou. Devido à epidemia viral na China, o lançamento de vários sucessos de bilheteria, incluindo “Vanguard”, com o próprio Jackie Chan, foi adiado. O filme seria lançado na véspera de Ano Novo, um período muito lucrativo para o cinema chinês, porém mais de 70 mil salas de cinema da China foram fechadas devido ao surto do coronavírus, que se prolifera por contato direto entre infectados, especialmente em ambientes fechados. Vale lembrar: o Brasil ainda não teve nenhum caso comprovado de coronavírus e possui pouco mais de 3 mil cinemas no país inteiro.

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  • Série

    Killing Eve: Teaser revela data de estreia da 3ª temporada

    16 de fevereiro de 2020 /

    O canal BBC America divulgou um novo teaser da 3ª temporada de “Killing Eve”. Lançado em comemoração ao Dia dos Namorados, também conhecido como Dia de São Valentim, que caiu na sexta (14/2) nos EUA, a prévia explora a relação não convencional entre as protagonistas e revela a data de estreia dos novos episódios, em 26 de abril. Embora ainda faltem dois meses para a estreia do terceiro ano, “Killing Eve” já se encontra renovada para a sua 4ª temporada. A dupla de protagonistas e a produtora da série foram valorizadíssimas na temporada de premiações. Sandra Oh ganhou o Globo de Ouro e Jodie Comer o Emmy, na categoria de Melhor Atriz de Drama em 2019. Já Phoebe Waller-Bridge, criadora de “Killing Eve”, levou o Emmy por outra atração, a comédia “Fleabag”, além de ter virado roteirista de cinema – com nada mais, nada menos que o próximo filme de James Bond, “007: Sem Tempo Para Morrer”. “Killing Eve” acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta que passa a perseguir a assassina de aluguel Villanelle (Jodie Comer) e desenvolver uma estranha obsessão por ela. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.

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  • Filme,  Música

    Karn Evil 9: Música da banda Emerson, Lake & Palmer vai virar superprodução sci-fi

    16 de fevereiro de 2020 /

    A Radar Pictures, produtora dos filmes de “Jumanji” junto da Sony, adquiriu os direitos para transformar a música “Karn Evil 9”, lançada pela banda de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer em 1973, numa superprodução de ficção científica. O escritor Daniel H. Wilson, autor do best-seller “Robopocalypse”, foi contratado para desenvolver o roteiro, inspirado no título e na letra da música, gravada por Keith Emerson, Greg Lake e Carl Palmer, e finalizada em parceria com o letrista Peter Sinfield, antigo colaborador da banda King Crimson. A canção fala em uma sociedade dependente de tecnologia, que é controlada por uma tecnocracia difusa e ditatorial. Uma das festas tradicionais dessa sociedade é a celebração anual batizada de “Karn Evil”, um ritual macabro de passagem, que é a chance única dos jovens experimentarem uma liberdade desenfreada, antes de serem subjugados pela classe dominante. Quando algumas pessoas decidem não interromper sua experiência com o Karn Evil, dão início a uma revolução para derrubar o status quo e a inteligência artificial que controla tudo. Ted Field, que produziu mais de 60 filmes, incluindo as franquias “Jumanji” e “Riddick”, atuará como produtor executivo do projeto em nome da Radar. “O mundo visionário que a ELP criou com a gravação ‘Karn Evil 9’ está muito próximo da realidade atual”, disse Field em comunicado sobre o projeto. “Nossa equipe da Radar está ansiosa para trazer essa visão de onde as coisas podem chegar à tela grande e além.” “Estou incrivelmente empolgado em fazer parceria com Ted e Radar para explorar ‘Karn Evil 9’ – um mundo único e emocionante”, completou o escritor Daniel H. Wilson no mesmo comunicado. “Eu não podia pedir melhores colaboradores e mal posso esperar para ajudar a adicionar a franquia ‘Karn Evil 9’ à família Radar.” Ele disse realmente “franquia”, sugerindo que a produção tem como objetivo gerar continuações. Como o projeto está apenas começando, ainda não há diretor, elenco, cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Para entrar no clima, conheça a canção, que obrigatoriamente fará parte da trilha sonora. A versão original, lançada no álbum “Brain Salad Surgery”, tem quase meia hora de duração. Tão longa que não coube num lado inteiro do disco de vinil e acabou dividida em quatro faixas/”impressões”, com uma delas transformada em single de pouco mais de quatro minutos. Ouça abaixo a música integral e uma apresentação ao vivo do trecho mais conhecido da canção, batizado de “1st Impression – Part 2”, que abre o lado B do álbum de 1973 – observação: a versão de estúdio é muito menor e não tem solo de bateria interminável.

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  • Etc,  Série

    Bosch vai acabar na 7ª temporada como a série mais longa da Amazon

    16 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma Amazon Prime Video anunciou a renovação de “Bosch” para sua 7ª e última temporada. A decisão foi tomada com bastante antecipação, antes da estreia da 6ª temporada, que chega neste ano, mas ainda não tem previsão de lançamento. O objetivo é dar tempo para os produtores e roteiristas preparem um final adequado à trama. Assim, “Bosch” vai se encerrar em 2021 como a série mais longa da Amazon, com 70 episódios ao todo – cada temporada tem 10 episódios. Embora não divulgue dados, a Amazon costumava afirmar que a atração representa uma de suas maiores audiências, ao lado de “The Man in the High Castle”, que foi encerrada em novembro passado. “Bosch” é criação de Eric Overmyer (criador de “Treme”) e se baseia no personagem homônimo dos livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. O protagonista é um detetive policial de Los Angeles, vivido por Titus Welliver (de “Lost”), que se envolve em tramas inspiradas pelo clima clássico do cinema noir. Em suas cinco primeiras temporadas, ele já investigou o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguiu um serial killer, virou o principal suspeito de um crime, precisou resolver o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial e também lidar com seu próprio passado. “Estou orgulhoso do que realizamos com ‘Bosch'”, disse o escritor Michael Connelly em comunicado. “É agridoce, mas todas as coisas boas chegam ao fim, e estou feliz por podermos sair da maneira que queremos. Isso começou há sete anos com o showrunner Eric Overmyer e eu escrevendo o piloto. Planejamos escrever o último episódio juntos também. Vamos deixar para trás o programa de maior duração até agora na Amazon, e ele continuará lá para ser descoberto por novos espectadores. Isso é incrível para mim. Outra coisa é que não teríamos chegado até aqui sem Titus Welliver. Não poderia haver um ator melhor para desempenhar esse papel”, completou. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”) e Madison Lintz (que foi a menina Sophia em “The Walking Dead”).

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  • Etc,  Filme

    Diretor de Parasita tem recepção de herói na Coreia do Sul

    16 de fevereiro de 2020 /

    O diretor de “Parasita”, Bong Joon-ho, desembarcou na Coreia do Sul neste domingo (12/2) após conquistar quatro estatuetas do Oscar, inclusive o de Melhor Filme, e teve uma recepção de herói. Cerca de 300 repórteres e fãs o aguardavam o cineasta no Aeroporto Internacional de Incheon, e ele foi saudado com aplausos efusivos ao sair da área de desembarque internacional. “Obrigado pelos aplausos, gostaria de enviar aplausos de volta a vocês por lidarem tão bem com o coronavírus”, disse Bong aos jornalistas, que usavam máscaras de proteção. “Vou me juntar aos esforços para superar o corona lavando minhas mãos cuidadosamente. Feliz de estar em casa”. Bong Joon-ho ainda pediu desculpas por dar tanto trabalho, fazendo a imprensa do país se deslocar para o exterior desde maio passado, quando “Parasita” venceu o Festival de Cannes. Comentando que a agenda internacional foi muito longa, ele ressaltou que ficou “feliz por tudo terminar bem”. E acrescentou: “agora posso voltar ao meu trabalho principal, que é criar filmes”. Ele terminou dizendo que dará uma entrevista coletiva sobre o Oscar com o elenco do filme na próxima quarta-feira (19/2). “Parasita” foi a primeira produção falada em língua estrangeira a conquistar o Oscar de Melhor Filme nos 92 anos de história do prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA.

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  • Filme

    Ilha da Fantasia: Filme baseado na série clássica é o terror pior avaliado de 2020

    16 de fevereiro de 2020 /

    O filme que adapta a série clássica “Ilha da Fantasia” tornou-se o terror pior avaliado do ano, com míseros 9% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre os críticos top, a situação chega a ser ainda mais aterradora: 0% de opiniões positivas. Ou seja, o novo horror teve pior avaliação que “O Grito” (20%) e “Os Órfãos” (12%), que já tinham chamado atenção de forma negativa, e o acúmulo de tantas lançamentos de baixo nível em tão pouco tempo sinaliza que os filmes do gênero atravessam uma fase de péssima qualidade em Hollywood. Faturando 12,4 milhões, “Ilha da Fantasia” estreou em 3º lugar no fim de semana na América do Norte. Já o lançamento no Brasil está marcada apenas para 16 de abril. Para quem não lembra, a “Ilha da Fantasia” dos anos 1970 mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas por um misterioso anfitrião, o Sr. Roarke (Ricardo Montalban, na série clássica), com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. A versão pavorosa de cinema mantém o Sr. Roarke, agora vivido por Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), que, segundo a sinopse, “faz os sonhos secretos dos seus convidados sortudos se tornarem realidades em seu luxuoso, porém remoto, resort tropical”. Só que essas fantasias se transformam em pesadelos e podem custar as vidas dos “convidados sortudos”. O elenco não inclui um novo Tattoo, mas traz Parisa Fitz-Henley (a Fiji de “Midnight, Texas”) na função. O resto do elenco destaca Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”), Maggie Q (a “Nikita”), Portia Doubleday (a Angela de “Mr. Robot”), Michael Rooker (o Yondu, de “Guardiões da Galáxia”), Ryan Hansen (Dick Casablancas de “Veronica Mars”) e Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”). A direção está a cargo de Jeff Wadlow, cujo filme anterior, “Verdade ou Desafio” (2018), também foi um terror barato estrelado por Lucy Hale, devidamente destruído pela crítica – 16% no Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer legendado da nova bomba da Blumhouse/Sony Pictures.

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  • Etc

    Sonic bate recorde com maior estreia de filme baseado em videogame nos EUA

    16 de fevereiro de 2020 /

    A Paramount descobriu a fórmula ideal para lançar blockbusters. É simples: basta impedir a publicação das críticas até a estreia. Graças a esse estratagema, “Sonic: O Filme” teve desempenho acima do esperado na América do Norte, com faturamento de US$ 58 milhões entre sexta e domingo (16/2), recorde para uma adaptação de filmes baseados em videogames. O recorde anterior era de “Pokemon: Detetive Pikachu”, que abriu com R$ 54,3 milhões nos EUA e Canadá no ano passado. No resto do mundo, houve menos entusiasmo com a produção. “Sonic: O Filme” faturou US$ 43 milhões no exterior, somando US$ 111 milhões em bilheteria global. A adaptação do jogo clássico da Sega, que destaca a participação de Jim Carrey como o vilão Dr. Robotnik, precisou passar por uma revisão completa de efeitos, após o visual do personagem-título ter sido amplamente rejeitado pelo público, na divulgação do primeiro trailer. Temendo também rejeição da crítica ao resultado final, o estúdio proibiu a publicação de resenhas até a quinta-feira passada (13), dia da estreia do longa no mercado internacional. Assim que o embargo foi levantado, as primeira críticas publicadas foram dos sites geeks, fazendo com que o filme aparecesse com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. Como o principal site de venda de ingressos dos EUA, o Fandango, informa essa avaliação para os consumidores, houve estímulo para o comércio dos ingressos. Entretanto, a imprensa propriamente dita (jornais e revistas impressos) teve opinião diversa, fazendo a nota cair para 63% até domingo. Só que esta altura o filme já era um sucesso de público, apesar de ter sido rejeitado pelos críticos considerados top (representantes da própria imprensa), que consideram o filme apenas 50% passável – ou perfeitamente medíocre. Em termos de comparação, os 63% de aprovação geral de “Sonic” no Rotten Tomatoes equivalem à nota dos “tops” para “Aves de Rapina”, que caiu para o 2º lugar na América do Norte. Juntando os blogueiros geeks, o número do filme da Arlequina dispara para 79% no mesmo Rotten Tomatoes. E, mesmo assim, muita gente achou “Aves de Rapina” fraco. Imaginem, então, “Sonic: O Filme”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics faturou US$ 17,1 milhões em sua segunda semana em cartaz, atingindo US$ 61,6 milhões na América do Norte e US$ 145,2 milhões em todo o mundo. Sem a China e parte da Ásia para impulsionar as bilheterias mundiais, por culpa do coronavírus, a Warner vai ter contas a fazer nas próximas semanas, mas pelo menos aprendeu uma lição com “Liga da Justiça”: o orçamento mais baixo da nova produção, de US$ 84,5 milhões, ajuda a evitar prejuízo. A semana teve mais três lançamentos. O terror que adapta a série “Ilha da Fantasia” e o romance “A Fotografia” abriram muito próximos, respectivamente com 12,4 e 12,2 milhões, em 3º e 4º lugares. “Ilha da Fantasia”, porém, conseguiu uma distinção. Tornou-se o terror pior avaliado do ano, com 9% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre os críticos top, a situação chega a ser ainda mais aterradora, com 0%. Ou seja, teve pior avaliação que “O Grito” (20%) e “Os Órfãos” (12%), e o acúmulo de tantas lançamentos de baixo nível em tão pouco tempo sinaliza que os filmes do gênero atravessam uma fase de péssima qualidade em Hollywood. Quem se deu mal, realmente, foi “Downhill”, que fez apenas US$ 4,6 milhões em 10º lugar. O filme que completa a lista de novidades e não tem previsão de estreia no Brasil é um remake do drama sueco “Força Maior”. A versão estrelada pelos comediantes Will Ferrell e Julia Louis-Dreyfus conseguiu ser rejeitada por público e crítica. Enquanto o original de 2014 recebeu 94% de aprovação, a cópia inferior americana atingiu 40% (31% entre os tops). Hollywood insiste em refilmar sucessos internacionais com a desculpa de que o público americano não lê legendas. A vitória de “Parasita” no Oscar, em contraste com o acúmulo de fracassos dos remakes, pode mudar a tendência. “Parasita”, por sinal, voltou a aparecer no Top 10 com sua conquista do fim de semana passado. Fez US$ 5,5 milhões, para atingir 44,3 milhões na América do Norte, uma das maiores bilheterias para filmes estrangeiros nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o valor é US$ 175,3 milhões. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana no mercado norte-americano – se preferir, clique também em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Sonic: O Filme Fim de semana: US$ 58M Total EUA e Canadá: US$ 68M Total Mundo: US$ 112M 2. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 17,1M Total EUA e Canadá: US$ 61,6M Total Mundo: US$ 145,2M 3. Ilha da Fantasia Fim de semana: US$ 12,4M Total EUA e Canadá: US$ 14M Total Mundo: US$ 21,6M 4. A Fotografia Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 13,3M 5. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 182,8M Total Mundo: US$ 369,8M 6. 1917 Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 145,6M Total Mundo: US$ 323,7M 7. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA e Canadá: US$ 307M Total Mundo: US$ 780M 8. Parasita Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 44,3M Total Mundo: US$ 175,3M 9. Dolittle Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 71,7M Total Mundo: US$ 182,3M 10.

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  • Etc,  Filme

    Nikita Pearl Waligwa (2004 – 2020)

    16 de fevereiro de 2020 /

    A jovem atriz ugandense Nikita Pearl Waligwa, que participou do filme da Disney “Rainha de Katwe”, morreu após ser diagnosticada com um tumor no cérebro. Ela tinha só 15 anos de idade. Nikita interpretou Gloria, a amiga da protagonista Phiona Mutesi (Madina Nalwanga) que lhe ensina as regras do xadrez. Baseada numa história real, o filme contava a história de Phiona, garota nascida em uma favela de Uganda que acaba reconhecida como um prodígio no jogo de xadrez. A produção contava ainda com atuação da estrela Lupita Nyong’o (“Nós”), no papel de mãe de Phiona, e David Oyelowo (“Selma”), como seu professor de xadrez. As crianças do filme foram escolhidas pela diretora de casting e a cineasta Mira Nair num processo de seleção que durou cinco meses e testou quase 700 garotas ugandenses, entre julho e dezembro de 2014. Os médicos descobriram o tumor ainda em 2016, ano em que “Rainha de Katwe” estreou nos cinemas com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Na época, a cineasta Mira Nair pediu ao público para ajudar a cobrir o custo de seu tratamento na Índia. Ela fez o tratamento e em 2017 foi declarada livre daquele câncer, mas pouco tempo depois foi diagnosticada com outro tumor no cérebro. Nikita acabou morrendo na noite de sábado (15/2) no hospital de Naalya, Kampala, segundo informou a imprensa de Uganda.

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  • Filme

    Matrix 4: Vídeos flagram voo de Neo em cena arriscada das filmagens

    16 de fevereiro de 2020 /

    Novos vídeos das filmagens de “Matrix 4” chegaram na internet, revelando cenas de voo do personagem Neo. As filmagens estão acontecendo nas ruas de San Francisco, na Califórnia (EUA), onde fãs e paparazzi têm flagrado várias cenas da produção. Os vídeos abaixo registram a gravação de uma cena arriscada, onde dois dublês saltam de um prédio e, com ajuda de fios e equipamento, começam a voar. Um deles ocupa o lugar de Keanu Reeves, intérprete de Neo, enquanto a outra parece ser Trinity, a personagem de Carrie-Anne Moss, ao menos pelas roupas. Dá para reparar que Neo está um pouco enferrujado e precisa de ajuda para completar seu voo. Além dos dois atores citados, Jada Pinkett Smith também deve retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. As novidades confirmadas no elenco incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“Desventuras em Série”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Max Riemelt e Toby Onwumere (ambos de “Sense8”). A nova história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. O filme será lançado em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. Credit to @steve_niemeyer : #Matrix4 filming in SanFran!!!#keanureeves #whoa pic.twitter.com/ttO560h0w6 — Poklukar Janja (@PoklukarJ) February 15, 2020 Thanks ifishdontbounce on ig #matrix4 #keanureeves #neo pic.twitter.com/T6NQ21nEYr — Keanu Reeves TheClub (@Keanu_TheClub) February 14, 2020

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  • Série

    Sob a Pele: Estúdios disputam direitos para transformar sci-fi com Scarlett Johansson em série

    15 de fevereiro de 2020 /

    Os direitos de uma série baseada no filme “Sob a Pele” (Under the Skin, 2013), que trazia Scarlett Johansson como uma alienígena devoradora de homens, estão sendo disputados pela financiadora do filme, a empresa Silver Reel, e o estúdio A24, responsável pela produção de cinema. O diretor e roteirista Jonathan Glazer desenvolveu a versão cinematográfica de “Sob a Pele” por mais de uma década, baseado-se vagamente num romance de ficção científica homônimo do escritor Michael Faber, publicado em 2000. Mas sua empresa faliu, colocando os direitos da adaptação do filme no mercado para cobrir as dívidas. Silver Reel e A24 estão determinados a transformar a premissa do filme numa série e quem der o lance maior vai produzi-la. A história se passa no norte da Escócia e segue um extraterrestre que viaja pelo interior dando carona a homens, drogando-os e levando-os a um local secreto, enquanto fica nua na tela.

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  • Série

    Vagrant Queen: Nova série baseada em quadrinhos espaciais ganha primeiro trailer

    15 de fevereiro de 2020 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o trailer de “Vagrant Queen”, nova série espacial baseada nos quadrinhos homônimos da Vault Comics. A prévia mostra que a atração mistura ação e comédia para acompanhar um trio de aventureiros espaciais, num tom similar a “Killjoys”, com a inevitável influência de “Star Wars” e um orçamento muito menor que sua ambição. A trama gira em torno de Elida (Adriyan Rae, de “Light as a Feather”), uma rainha que se torna órfã e exilada, escondendo-se nos cantos traiçoeiros da galáxia, enquanto é perseguida por inimigos que procuram extinguir sua linhagem. Quando sua velho amigo Isaac (Tim Rozon, de “Wynonna Earp”) aparece afirmando que sua mãe, Xevelyn, ainda está viva, eles partem com sua nova aliada, Amae (Alex McGregor, de “Blood Drive”), para realizar um resgate que colocará a fugitiva real em meio ao perigo, no coração de seu antigo reino – onde enfrentará um velho rival mortal, o Comandante Lazaro (Paul du Toit, de “Maze Runner: A Cura Mortal”). A série foi gravada na África do Sul e traz uma equipe majoritariamente feminina de roteiristas e diretores, chefiada pela criadora do programa, Jem Garrard (“Android Employed”). A estreia está marcada para 27 de março nos EUA.

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  • Etc

    HBO Max: Comercial do serviço de streaming reúne Friends, super-heróis e Casablanca

    15 de fevereiro de 2020 /

    A HBO Max divulgou seu comercial de conteúdo, prometendo a HBO com “muito mais”. O vídeo desfila rapidamente algumas séries clássicas, começando com “Friends”, mas também “The Big Bang Theory”, “O Rei do Pedaço” e “South Park”, alternadas com cenas de cinema, de clássicos como “O Mágico de Oz” e “Casablanca” a lançamentos mais recentes, com destaque para as adaptações da DC Comics “Mulher-Maravilha” e “Coringa”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa também séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV e ainda produções originais. A plataforma de streaming tem planos para desenvolver conteúdo próprio, como um revival de “Gossip Girl”, uma animação sobre a família real britânica, uma atração sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), novos desenhos dos Looney Tunes e uma série do super-herói Lanterna Verde, entre outras produções. O objetivo é estrear em maio, nos EUA, já com 31 atrações inéditas e exclusivas. Ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.

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