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  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Fotos revelam viagem infernal e novo vilão da Parte 3

    11 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou 10 fotos da Parte 3 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina), que vai mostrar a bruxinha Sabrina (Kiernan Shipka) no inferno. A história vai continuar exatamente do ponto em que terminou na Parte 2, após Sabrina prometer que iria ao inferno salvar seu namorado Nick (Gavin Leatherwood), que se sacrificou para derrotar Lúcifer. Entre as imagens, há um registro do reencontro do casal. E também uma novidade. Em sua jornada, Sabrina vai enfrentar um novo pretendente ao trono do inferno, o príncipe Caliban, que ganhou sua primeira foto. O ator estreante Sam Corlett foi escalado no papel. Os novos episódios estreiam em 24 de janeiro em streaming, e a série já está renovada para sua Parte 4.

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  • Série

    Série baseada no clássico sci-fi Guerra dos Mundos é renovada antes da estreia nos EUA

    11 de janeiro de 2020 /

    A série “War of the Worlds”, coprodução internacional entre o estúdio Fox e o francês StudioCanal, foi renovada para seu segundo ano de produção, após estrear no Canal+ da França. Ainda inédita nos EUA, a adaptação do clássico sci-fi “Guerra dos Mundos”, de H.G. Wells, era considerada uma minissérie, mas sua história agora vai continuar em 2021. O segundo ano da série começou a ser escrito e está prestes a entrar em pré-produção. A produtora Urban Myth, de Howard Overman (criador de “Misfits”), já reservou estúdio e locações para as gravações. A produção é diferente da minissérie britânica homônima exibida em novembro pela BBC. Aquela versão era fiel e se passava no final do século 19 – a obra de Wells foi publicada em 1897. Já a série franco-americana se passa nos dias atuais, como o filme de Steven Spielberg de 2005, e toma muitas liberdades com história original. Com roteiro de Overman, a trama mostra um ataque alienígena na Europa contemporânea e acompanha um grupo de sobreviventes, em fuga do extermínio da humanidade. O elenco inclui Gabriel Byrne (“Hereditário”), Elizabeth McGovern (“Downton Abbey”) e Léa Drucker (“Custódia”). A 1ª temporada tem 8 episódios e estreia em 16 de fevereiro nos EUA, na programação do canal pago Epix. Veja abaixo o trailer original francês da atração, que tem clima de produção cinematográfica.

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  • Série

    Brinquedo Assassino: SyFy oficializa produção da série de Chucky

    11 de janeiro de 2020 /

    Um ano após anunciar a encomenda do piloto, o canal pago americano Syfy confirmou a produção de uma série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. Em desenvolvimento há 23 meses, a versão seriada de “Child’s Play” (título original) foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original há 32 anos e desde então explora sem parar o boneco Chucky, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. “Há muito tempo eu desejo trazer Chucky para a televisão, e a Syfy é a emissora perfeita para nós. A série trará uma abordagem inovadora para a franquia, permitindo que exploremos o personagem de Chucky com a profundidade que só poderia existir na televisão”, comentou Mancini, em janeiro de 2019, no primeiro comunicado sobre o projeto. A série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, e servirá de contraponto ao remake exibido em 2019 nos cinemas, que foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini.

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  • Série

    New Amsterdam é renovada para mais três temporadas

    11 de janeiro de 2020 /

    A rede americana NBC triplicou sua aposta em “New Amsterdam”, renovando a atração da Universal Television para mais três temporadas. Isto garante a série no ar pelo menos até 2023. Atualmente em sua 2ª temporada, o drama médico estrelado por Ryan Eggold (o Tom Keen de “The Blacklist”) é um dos maiores sucessos do canal, registrando 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e 0,8 pontos na medição da empresa Nielsen. O número dispara para 9,8 milhões e 1,7 ponto quando computadas gravações digitais e a audiência da série no site da NBC. A trama gira em torno do Dr. Max Goodwin (Eggold), recém-contratado como diretor médico do hospital Bellevue, em Nova York, que quer restaurar o local, atualmente em situação precária, à sua antiga glória… ou brigar com todos até ser demitido do cargo. O projeto tinha o título provisório de “Bellevue” e é baseado no livro de memórias do Dr. Eric Manheimer, intitulado “Doze Pacientes: Vida & Morte no Hospital Bellevue”. A adaptação é escrita e produzida por David Schulner (criador da série “Do No Harm”) e tem consultoria do próprio Manheimer. Localizado em Manhattan, o Bellevue é o mais antigo hospital dos Estados Unidos e teve papel importante no tratamento de diversas epidemias, incluindo a Aids e o ebola. Além de Eggold, o elenco também inclui Janet Montgomery (série “Salem”), Freema Agyeman (série “Sense8”), Tyler Labine (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), Jocko Sims (série “The Last Ship”) e o indiano Anupam Kher (“Doentes de Amor”). No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Globoplay.

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  • Série

    Young Rock: Infância de Dwayne Johnson vai virar série de comédia

    11 de janeiro de 2020 /

    A NBC anunciou a produção de “Young Rock”, série de comédia baseada na infância do ator Dwayne Johnson (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a atração vai transformar em ficção os anos de formação de Johnson, que aparecerá em todos os episódios. Não está claro se ele terá presença física, talvez para introduzir os capítulos, ou servirá como narrador. Vale lembrar que projeto similar, “Todo Mundo Odeia o Chris”, sobre a juventude de Chris Rock, trazia o comediante narrando os episódios. Além de inspirar e estrelar a produção, Johnson será produtor executivo, marcando sua segunda série em ambas as funções. Ele estrelou e produziu “Ballers”, na HBO, por cinco temporadas, entre 2015 e 2019. Ainda sem data de estreia, a 1ª temporada de “Young Rock” terá 11 episódios.

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  • Filme

    Evan Green é astronauta no trailer legendado de A Jornada

    11 de janeiro de 2020 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “A Jornada” (Proxima), drama espacial europeu estrelado por Eva Green (“Dumbo”). Escrito e dirigido pela cineasta francesa Alice Winocour (“Cinco Graças”), o filme traz Green como uma astronauta que se prepara para embarcar numa viagem a Marte, mas encontra dificuldades em equilibrar a vida de mãe solteira – de uma criança muito carente – com o árduo treinamento da Agência Espacial Europeia. O elenco conta ainda com o americano Matt Dillon (“A Casa que Jack Construiu”) e a alemã Sandra Hüller (“Toni Erdmann”). Premiado nos festivais de Toronto (Canadá) e San Sebastian (Espanha), “A Jornada” estreou em novembro passado na França e tem 79% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 19 de março.

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  • Filme

    Joias Brutas: Filme que pode render indicação de Adam Sandler ao Oscar ganha primeiro trailer legendado

    11 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Joias Brutas” (Uncut Gems), filme que pode render uma inusitada indicação ao Oscar para o comediante Adam Sandler. A prévia ajuda a explicar a quantidade de elogios que o ator vem recebendo pelo papel mais dramático de sua carreira. O pouco revelado é impressionante, passando tensão, nervosismo e desespero crescentes. No thriller indie dos irmãos Joshua e Benjamin Safdie, diretores do também elogiado “Bom Comportamento” (2017), Sandler vive Howard Ratner, um joalheiro judeu trambiqueiro de Nova York, viciado em jogos de azar, que se mete em uma aposta de alto risco que afeta sua vida e a de sua família. O elenco também destaca LaKeith Stanfield (“Corra!”), Eric Bogosian (“Billions”), Idina Menzel (de “Glee” e voz de Elsa em “Frozen”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”), o cantor The Weeknd, o jogador de basquete Kevin Garnett e a estreante Julia Fox. O filme ganhou vários prêmios da crítica americana e foi lançado nos cinemas dos EUA em 13 de dezembro, ocasião em que atingiu 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil vai acontecer em 31 de janeiro, exclusivamente pela Netflix.

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    Ivan Passer (1933 – 2020)

    11 de janeiro de 2020 /

    O diretor tcheco Ivan Passer morreu na quinta-feira (9/1) em Reno, Nevada (EUA), aos 86 anos, de causa não revelada. Ao lado de Milos Forman, Vera Chytilova e Jan Nemec, Passer esteve à frente da “new wave” do cinema da Tchecoslováquia dos anos 1960, que representou um afastamento dramático do realismo socialista promovido pelo governo comunista. Natural de Praga, Passer foi colega de ensino médio de Forman e do futuro presidente da República Tcheca, Václav Havel. E causou sensação já em sua estreia como diretor, “Iluminação Íntima”, em 1965. Até hoje, o longa permanece como uma de suas obras mais aclamadas. Também foi em 1965, logo após se formar na prestigiosa escola de cinema FAMU, que ele estreitou sua parceria criativa com Forman, escrevendo dois dos filmes mais famosos do colega, “Os Amores de uma Loira” (1965) e “O Baile dos Bombeiros” (1967), ambos indicados ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Após a invasão soviética da Checoslováquia pelas tropas russas em 1968, numa repressão violenta à chamada “Primavera de Praga”, Passer e Forman fugiram do país e se mudaram para os Estados Unidos. Mas enquanto Forman se consagrou com dois Oscars, pela direção dos clássicos “Um Estranho no Ninho” (1975) e “Amadeus” (1984), Passer não emplacou grandes sucessos. Seus filmes de exílio incluem o thriller “Morte Silenciosa” (1971), que contava com um jovem Robert De Niro, “O Jogo da Trapaça” (1976), com Omar Shariff, a produção britânica “O Banco dos Trapaceiros” (1977), com Michael Caine, a comédia “Criador” (1985), com Peter O’Toole, e o romance “Primeiro Verão de Amor” (1988), com Laura Dern, além de telefilmes e obras que não chegaram ao Brasil. Apesar da falta de hits, um longa desse período se tornou bastante cultuado: “Obstinação” (1981). Estrelado por Jeff Bridges, o filme era um thriller de influência hitchcockiana, ao estilo dos suspenses dirigidos por Brian De Palma naquela época. O diretor também dirigiu “Pretty Hattie’s Baby” (1991), baseada na história real de Fauna Hodel, uma garota branca adotada por uma mãe negra nos anos 1950 – a mesma história que no ano passado foi transformada em minissérie por Patty Jenkins com o título “I Am the Night”. Mas o longa nunca foi lançado, por brigas entre os estúdios que financiaram a produção – interrompida quando faltavam dois dias de filmagens agendadas. A atriz Alfre Woodward chegou a dizer que o papel de Hattie foi o melhor trabalho de sua carreira. O desastre de “Pretty Hattie’s Baby” traumatizou Passer, que passou a se dedicar a telefilmes. Ele ainda causou impacto ao decidir expor seus velhos inimigos comunistas com a telebiografia “Stalin” (1992), que rendeu um Globo de Ouro a Robert Duvall por sua interpretação do ditador soviético. Passer só retornou ao Leste Europeu após a queda do Muro de Berlim e o fim da Cortina de Ferro, para rodar seu último filme: “Nômade”, que ele codirigiu com o russo Sergei Bodrov no território do Uzbequistão. Dois anos depois, ele foi homenageado em seu país natal com um Globo de Cristal pelas contribuições artísticas de sua carreira. A homenagem aconteceu durante a edição de 2008 do Festival de Karlovy Vary, o mais importante festival de cinema do Leste Europeu.

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  • Série

    Ragnarok: Trailer legendado da nova série da Netflix mostra um Thor diferente

    11 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo legendado de “Ragnarok”, série norueguesa baseada na mitologia nórdica. A prévia sugere até o surgimento de um Thor diferente, em meio a muitos trovões, além de outros deuses poderosos. “Ragnarok” gira em torno de um grupo de jovens que começa a perceber sinais da chegada do apocalipse, por meio de mudanças climáticas e acontecimentos estranhos. A trama revela que nem todas as pessoas da pequena – e fictícia – cidade de Edda são quem e o que dizem ser. Diz a sinopse: “Quando icebergs derretem em uma questão de dias, e o inverno é quente e seco, um grupo de adolescentes entra em pânico a medida que mudanças drásticas no clima começam a atingir o planeta inteiro. O grupo de amigos não tem dúvida: estes desastres naturais são sinais do apocalipse – ou Ragnarok, no idioma nórdico”. A série tem seis episódios e é uma criação de Adam Price (criador de “Borgen”). A estreia está marcada para 31 de janeiro em streaming.

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    Segundo imprensa britânica, Meghan Markle vai dublar desenho da Disney

    11 de janeiro de 2020 /

    Poucos dias depois de o príncipe Harry e Meghan Markle anunciarem sua saída do círculo de membros seniores da família real, a mídia britânica noticiou que a duquesa de Sussex assinou um contrato de dublagem com a Disney. Segundo o jornal Times, o cachê do projeto será uma doação em dinheiro à ONG Elephants Without Borders, instituto que visa combater a caça ilegal de elefantes. O acordo, ainda segundo o jornal, estava sendo acertado entre as partes desde o fim de dezembro, pouco antes do Natal. No trabalho, Meghan, que atuava como atriz, vai colocar a sua voz em um filme ainda não divulgado pela Disney – também não há previsão de quando ele será lançado. Na quarta-feira (8/1), os duques de Sussex, Harry e Meghan, anunciaram que passarão por uma “transição” em 2020: o casal pretende abrir mão dos privilégios que carregam como membros da família real britânica e se tornar “financeiramente independente”. “Após muitos meses de reflexão e discussões internas, optamos por fazer uma transição este ano, começando a desempenhar um novo papel. Pretendemos renunciar como membros da Família Real e trabalhar para nos tornar financeiramente independentes, enquanto continuamos a apoiar totalmente Sua Majestade a Rainha”, disseram os dois, em publicação oficial. A decisão foi atacada pela imprensa britânica e batizada de “Megxit”, numa tentativa de culpar Meghan Markle pela ruptura na família real. Já a escritora Afua Hirsch, colunista do jornal americano New York Times, avaliou que esse ataque também podia ser resumido com uma palavra: “racismo”.

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    Gwyneth Paltrow vende velas aromáticas com cheiro de sua vagina

    11 de janeiro de 2020 /

    A atriz Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”) está comercializando em sua empresa de produtos de beleza e saúde, a Goop, uma vela aromática que, segundo a descrição publicada no site, tem o “cheiro da sua vagina”. O nome da vela é realmente este: This Smells Like My Vagina. O lançamento faz parte do projeto de saúde e bem-estar de Gwyneth, que defende terapias e tratamentos considerados “alternativos”. “A vela começou como uma piada entre o perfumista Douglas Little e Gwyneth Paltrow. Os dois estavam trabalhando em uma fragrância, e ela disse, ‘Uh? Isso tem cheiro de vagina’ – mas tudo evoluiu para um aroma divertido, incrível, sexy e inesperado. É uma mistura de gerânio, bergamota cítrica e absolutos de cedro justapostos com sementes de rosa e ambreta que nos coloca na mente uma fantasia sedutora e um calor sofisticado”, diz a descrição do produto. Já esgotada no site, a vale aromática está sendo comercializada por US$ 75, aproximadamente R$ 300. Apesar do tom de brincadeira em torno do nome do produto, a Goop já enfrentou problemas por vender produtos insalubres relacionados à vagina. Há dois anos, a empresa da atriz teve que pagar multa de US$ 145 mil por vender “ovos vaginais” de pedras e cristais, como quartzo e jade, alardeando supostos benefícios que, segundo especialistas médicos, não têm embasamento científico. Seu uso poderia até ser perigoso para a saúde. O pagamento foi um acordo num processo de propaganda enganosa movido pelo governo da Califórnia, que acusou a Goop de fazer afirmações infundadas sobre benefícios para a saúde de introduzir pedras na vagina. Apesar disso, os agora chamados “ovos de jade” continuam a ser comercializados no site da companhia.

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    Carro dirigido por Steve McQueen em Bullit é vendido por US$ 3,4 milhões nos EUA

    11 de janeiro de 2020 /

    O carro Ford Mustang GT de 1968, que Steve McQueen dirigiu nas cenas clássicas de perseguição do filme “Bullitt”, foi arrematado por US$ 3,4 milhões em leilão realizado na Flórida nesta sexta-feira (11/1). Foi o preço mais alto já pago por um Ford Mustang, segundo David Morton, gerente de marketing da casa de leilões em Kissimmee, perto de Orlando. O comprador não foi identificado publicamente. “O martelo foi batido em US$ 3,4 milhões, mas com as taxas de compradores, o custo total é de US$ 3,74 milhões”, disse ele à imprensa. O veículo de “Bullit” é um dos carros mais famosos do cinema norte-americano e foi vendido sem restauração, com sua pintura verde e estofado preto originais. Ele entrou para a História do cinema devido a 10 minutos de perseguição, em que aparece voando literalmente pelas ladeira íngremes das ruas de San Francisco. E foi realmente dirigido por McQueen em várias tomadas. O ator filmou suas cenas com a janela abaixada, para que os espectadores pudessem ter certeza que era ele quem estava atrás do volante. Mas nas situações mais arriscadas, foi substituído pelo dublê Bud Ekins. Após as filmagens de 1968, o Mustang foi vendido a um funcionário do estúdio Warner Bros., que o repassou a um detetive da polícia de Nova Jersey, até finalmente chegar em 1974 a Robert Kiernan, de Madison, Nova Jersey, que manteve o carro até morrer, em 2014. Kiernan rejeitou várias ofertas pelo carro, incluindo uma do próprio McQueen, segundo o jornal New York Times. Ao morrer, ele deixou o Mustang GT de herança para seu filho, responsável pela venda atual. Lembre abaixo o trailer original de “Bullit”, que destaca a famosa cena de perseguição.

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    Netflix vai fazer evento gratuito para fãs em São Paulo

    10 de janeiro de 2020 /

    A Netflix vai realizar um “festival” dedicado à sua programação em São Paulo: o Tudum Festival Netflix – “tudum” seria o som que acompanha o logotipo da Netflix, exibido na abertura das atrações da plataforma. Em idioma “marketês”, o evento é apresentado como uma reunião de “experiências” e “ativações” para os fãs das produções do serviço streaming. Na verdade, as “ativações” lembram atrações de parque temático, com “experiências” que permitem gravar um funk como o MC Doni no estúdio de “Sintonia”, tomar um milkshake no Corner Cafe, como a Lara Jean de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, e dar uma espiadinha no futuro num Tarot inspirado em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Não deixa de ser uma espécie de estande vitaminado de Comic Con transformado em evento – uma Comic Con sem o palco para os convidados internacionais, apenas a parte “Experience”. Mas o principal é que será totalmente gratuito. Este detalhe faz uma grande diferença, já que na Comic Con Experience o público precisa pagar para assistir publicidade – painéis de divulgação que revelam trailers, vídeos, pôsteres, datas de estreia, etc. Além das citadas, a programação promete “experiências” baseadas nas séries “Sex Education”, “Stranger Things”, “Big Mouth”, “Atypical”, “Você” (You) e “The End of the F***ing World”, além do filminho “A Barraca do Beijo” e as atrações brasileiras “Modo Avião” e “Whindersson Nunes: Adulto”. O evento gratuito acontece entre os dias 25 (feriado de aniversário de São Paulo) e 28 de janeiro no Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Mas para comparecer ao evento, os interessados devem se cadastrar com seu CPF no site oficial do Tudum a partir do dia 13 de janeiro. Outro detalhe importante: menores de 16 anos deverão comparecer acompanhados por um responsável.

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