Lima Duarte ironiza presença da Viúva Porcina no governo do Sinhozinho Bolsonaro
O ator Lima Duarte ironizou a ida da atriz Regina Duarte à Secretaria da Cultura do governo Bolsonaro. Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, ele disse que convite feito à atriz é “perfeito para o Brasil de hoje: Sinhozinho Malta na Presidência e Viúva Porcina na Cultura”, comparou, lembrando de seu papel e o de Regina na novela “Roque Santeiro”, clássico televisivo de 1985 e uma das maiores audiências da história da TV brasileira. “Claro que é um Sinhozinho Malta, modéstia à parte, sem o charme do próprio. Bolsonaro e charme são duas coisas incompatíveis”, continuou o intérprete do Sinhozinho Malta real. “Sem o charme, mas com todo o resto [das características do personagem, um coronel da cidade fictícia de Asa Branca].” “Agora, a Porcina, a Regina, não sei no que ela vai se meter. Não quero emitir opinião dela como pessoa, se vai dar certo, se não vai dar certo. Mas parece que é a dela [participar do governo Bolsonaro]. Que seja feliz”, completou Lima, que diz mal conhecer a colega. “Depois da novela nós nos vimos muito pouco. Cada um seguiu sua vida para um lado.” Convidada a assumir a Secretaria Especial de Cultura após a demissão de Roberto Alvim – por basicamente revelar o viés nazista do governo Bolsonaro – , Regina Duarte encontrou Bolsonaro nesta segunda (20/1), no Rio de Janeiro, para conversar sobre o cargo. Em nota, o Palácio do Planalto chamou a conversa de “produtiva” e revelou que a atriz fará uma espécie de teste à frente da pasta. Regina vai a Brasília na quarta (22/1) para conhecer a secretaria. “Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver, quais são os guarda-chuvas que abrigam a pasta, enfim, a família. Noivo, noivinho”, explicou a atriz.
Globo avisa que Regina Duarte terá contrato suspenso se entrar no governo Bolsonaro
A rede Globo emitiu um comunicado em que avisa que, se oficializar seu cargo como secretária especial da Cultura do governo Bolsonaro, a atriz Regina Duarte perderá seu longo vínculo profissional com a empresa. “A atriz Regina Duarte tem contrato vigente com a Globo e sabe que, se optar por assumir cargo público, deve pedir a suspensão de seu vínculo com a emissora, como impõe a nossa política interna de conhecimento de todos os colaboradores”, informou a emissora em nota. Regina Duarte está na Globo desde 1969, com uma breve interrupção entre 1984 e 85. São cerca de 50 anos de contrato. Nesta segunda-feira (20/1), a atriz não deixou totalmente claro o seu novo status profissional. Após um encontro com o presidente Jair Bolsonaro, que a convidou para ocupar a Secretaria de Cultura no lugar de Roberto Alvim, demitido por vacilar e deixar claro o projeto nazista do governo para a Cultura, ela disse que faria um período de “teste” no cargo, viajando a Brasília para conhecer a estrutura do órgão. “Estamos noivando”, afirmou. A atriz estreou na Globo justamente numa novela sobre noivado, “Véu de Noiva”, de Janete Clair, dirigida por Daniel Filho. Logo, acumulou papéis românticos de sucesso, em novelas que marcaram época, como “Irmãos Coragem”, “Selva de Pedra”, “Carinhoso”, “Fogo Sobre Terra”, “Sétimo Sentido” e “Minha Doce Namorada”. Esta última lhe rendeu o apelido de “namoradinha do Brasil”. A maior guinada de sua trajetória foi ter feito a pioneira série feminista “Malu Mulher” no começo dos anos 1980, mas ela logo esclareceu que não era feminista nem acreditava na luta da personagem por dignidade e independência. Ela só se afastou da Globo por um breve período, entre 1984 e 1985, quando protagonizou a série “Joana”, de Manoel Carlos, uma produção independente exibida na Manchete e posteriormente no SBT. Voltou ainda em 1985 para ser a protagonista de “Roque Santeiro”, um dos maiores sucessos da TV brasileiro e emendou outros campeões de audiência, como “Vale Tudo”, “Rainha da Sucata” e “Por Amor”. Nos últimos tempos, porém, os papeis de destaque começam a ser mais raros, o que a incomodou, como disse em entrevista de 2017 ao jornal O Globo, por ocasião de seus 70 anos. “Isso me gerou muita frustração no começo, mas eu me acostumei”, afirmou. Bolsonaro já declarou que considera o Grupo Globo seu “inimigo” e chegou a sugerir que pode não renovar a concessão para que a empresa continue a operar seus canais de TV. Após acusar a Globo de praticar “jornalismo sujo”, Bolsonaro registrou sua ameaça num vídeo, divulgado em novembro passado. Ele também já mandou diminuir a verba de publicidade federal destinada ao grupo de comunicação da Globo, teria mandado a Receita Federal passar pente fino no contrato entre a empresa e seus atores mais famosos e há indícios de que séries e filmes do grupo possam ter dificuldades para conseguir incentivos ou acesso à verba do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) – o que agora pode vir a ser decidido por Regina Duarte. Segundo a Veja, Regina Duarte tem salário fixo de R$ 60 mil — e passa para R$ 120 mil quando está no ar em alguma novela.
Regina Duarte apoiou censura ao Porta dos Fundos e ironizou indicação de Democracia em Vertigem ao Oscar
A recém-anunciada secretária interina (?) da Cultura do Brasil, Regina Duarte disse que fará um período de teste para decidir se aceita ser oficializada no cargo. Caso o “casamento” seja consumado, ela afirmou que sua meta será pacificar a relação da classe artística com o governo. No entanto, Regina Duarte é parte integral da onda de ataques à Cultura e artistas do Brasil sob o governo Bolsonaro. Alguns “analistas” chegaram a comentar que a escolha de Regina Duarte ajudaria a tirar o viés ideológico que transformou a pasta em trincheira de guerra cultural. Mas trata-se de uma constatação digna de ficção de novela. A nova integrante do governo apoiou o movimento de censura ao Especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do Porta dos Fundos, e ironizou a indicação de “Democracia em Vertigem” ao Oscar com uma ilustração de terceiros. No dia 12 de janeiro, depois que o Porta dos Fundos sofreu um atentado terrorista e o presidente do STF (Superior Tribunal Federal) Dias Toffoli derrubou uma decisão inconstitucional do desembargador Benedicto Abicair, que havia mandado a Netflix tirar o filme do ar, Regina Duarte compartilhou um vídeo gravado pelo ator Carlos Vereza em que ele alerta sobre “a lei do retorno”, fazendo ameaças aos humoristas. “Não é que Jesus vai se preocupar com a Porta dos Fundos e vai se vingar de vocês, Jesus é perdão antecipado, Maria é perdão antecipado. Não, eles estão extremamente amando vocês, eles são amor”, diz o ator. “Agora, existe uma lei que independe de Jesus, que é a lei que mantém o universo, pra que o universo não despenque, pra que haja sol, lua, ação e reação. Essa lei é a lei retorno. Vocês plantaram, claro, vocês têm todo o direito de fazer a plantação. Agora aguardem a colheita”, conclui. Vale lembrar que, duas semanas antes, a produtora do grupo tinha sofrido um atentado incendiário, no Rio, que quase resultou na morte de um segurança. Um dos autores confessos do ataque era um ativista de direita filiado ao PSL, partido que elegeu Bolsonaro. Já em relação ao documentário brasileiro “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, indicado para o Oscar 2020, Regina compartilhou um meme do movimento Vem pra Rua. No dia em que o filme nacional foi anunciado entre os indicados na categoria de Melhor Documentário, ela publicou em seu Instagram a ilustração com uma foto da avenida Paulista lotada e a legenda: “Um Oscar pra você que foi pra rua derrubar o governo mais corrupto da história”, e incluiu aplausos ao texto. A atriz também eternizou frases polêmicas, em suas posições políticas. Dois dias antes do segundo turno que elegeu Bolsonaro, em 2018, ela elogiou o machismo, o racismo e a homofobia do então candidato, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha”, disse. Esta é a mesma Regina Duarte que fez campanha contra Lula, dizendo que tinha “medo” do que aconteceria no país se ele fosse eleito em 2002. Como todos sabem, a democracia se fortaleceu com Lula, cujo governo pode ser acusado de populista e corrupto, mas nunca de machista, racista, homofóbico ou… nazista. Nazismo é, sem dúvida alguma, razão para se ter muito medo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 12 de Jan, 2020 às 4:41 PST Ver essa foto no Instagram 👏🇧🇷👏🇧🇷👏🇧🇷👏🇧🇷🙏👏 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 15 de Jan, 2020 às 5:20 PST
Regina Duarte fará período de “teste” na Secretaria da Cultura
A atriz Regina Duarte, convidada para assumir a Secretaria Especial de Cultura após a demissão de Roberto Alvim – por basicamente revelar o viés nazista do governo Bolsonaro – , encontrou o presidente da República nesta segunda (20/1), no Rio de Janeiro, para conversar sobre o cargo. Em nota, o Palácio do Planalto chamou a conversa de “produtiva” e revelou que a atriz fará uma espécie de teste à frente da pasta. Regina vai a Brasília para conhecer a secretaria. Falando à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a atriz deu mais detalhes. “Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver, quais são os guarda-chuvas que abrigam a pasta, enfim, a família. Noivo, noivinho”, afirmou. É esperado que, caso o casamento se concretize, ela reveja algumas nomeações feitas pelo ex-secretário Roberto Alvim. Em conversas reservadas, segundo Mônica Bergamo, Duarte já estaria considerando algumas pessoas para compor sua eventual equipe — uma delas seria o ator Carlos Vereza, outro apoiador raivoso de Bolsonaro, que tem feito ataques e ameaças constantes contra o Porta dos Fundos desde a polêmica sobre o Especial de Natal. Regina Duarte já havia sido chamada anteriormente para o posto por Bolsonaro, mas recusou. Dessa vez, no entanto, o assédio a ela aumentou, devido às condições da saída de Alvim. Bolsonaro precisava de um nome que pudesse melhorar sua imagem, que ficou mais nazista nos últimos dias. Para conquistar seu “sim” e prestigiá-la no cargo, uma possibilidade que vem sendo avaliada no governo é a de recriar o Ministério da Cultura. Na entrevista com a colunista da Folha, a atriz disse que começa seu teste nesta quarta (22/1), mas não deixou claro se haverá nomeação no Diário Oficial durante esse período e não quis confirmar se colocou condições para aceitar o cargo. “Quero que seja uma gestão para pacificar a relação da classe com o governo. Sou apoiadora deste governo desde sempre e defendo a classe artística desde os 14 anos”, disse Duarte. Além de atacar a classe artística e implementar um projeto de destruição cultural, Bolsonaro também já declarou que o Grupo Globo, que emprega a atriz, é seu inimigo. Nos últimos dias, a Receita Federal teria começado uma devassa nas contas dos principais atores da empresa para denunciá-los por sonegação. O advogado Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli e defensor de vários atores que caíram na malha de Bolsonaro, acusa o governo de perseguição para “destruir a Globo” por meio de prejuízo aos artistas da casa.
SAG Awards: Joaquin Phoenix homenageia Heath Ledger ao vencer prêmio por Coringa
A cerimônia do SAG Awards, premiação anual do Sindicato dos Atores dos EUA, consagrou Joaquin Phoenix como Melhor Ator do ano por seu trabalho em “Coringa”. A receber seu prêmio na cerimônia, realizada na noite de domingo (19/1) em Los Angeles, Phoenix fez questão de comentar a carreira de cada um dos indicados, Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”), Christian Bale (“Ford vs Ferrari”), Adam Driver (“História de um Casamento”) e Taron Egerton (“Rocketman”). E, ao final, homenageou o falecido Heath Ledger, que também foi premiado pelo papel de Coringa, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). “Realmente, estou aqui nos ombros de meu ator favorito, Heath Ledger”, disse ele. Veja abaixo o discurso de Joaquin Phoenix. E confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.
SAG Awards: Brad Pitt e Jennifer Aniston celebram juntos nos bastidores da premiação
O ex-casal Brad Pitt e Jennifer Aniston teve um reencontro animado nos bastidores do SAG Awards 2020, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA. Ambos foram premiados no evento, que aconteceu na noite de domingo (19/1) em Los Angeles, e celebraram bastante, compartilhando a alegria diante dos paparazzi. Os dois se reaproximaram depois do divórcio entre Pitt e Angelina Jolie. E más línguas dizem que isso teria causado o divórcio entre Aniston e Justin Theroux. O fato é que ambos estão solteiros e não escondem que gostam muito um do outro, pelo menos como amigos. Pitt chegou a brincar sobre seu estado civil em seu discurso de aceitação do prêmio, como Melhor Ator Coadjuvante por “Era uma Vez em Hollywood”, dizendo que colocará a conquista em seu perfil no Tinder. Já Aniston, premiada como Melhor Atriz em Série Dramática por “The Morning Show”, preferiu confessar que amava Adam Sandler, de quem foi “esposa de mentirinha” em dois filmes, porque ele foi esquecido na temporada de premiações – apesar do elogiadíssimo trabalho em “Joias Brutas”. Confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.
SAG Awards: Brad Pitt brinca com fetiche de Quentin Tarantino na premiação
Vencedor do troféu de Melhor Ator Coadjuvante no SAG Awards, premiação anual do Sindicato dos Atores dos EUA, Brad Pitt fez o discurso mais bem-humorado do evento, que aconteceu na noite de domingo (19/1) em Los Angeles. Um dos momentos que arrancou mais risos foi dedicado ao fetiche favorito do diretor Quentin Tarantino. Ao agradecer aos colegas de elenco de “Era uma Vez em Hollywood”, Pitt começou citando Leonardo DiCaprio e passou, em seguida, a nomear os pés das atrizes. Ele brincou que Tarantino tirou mais calçados de mulheres no filme que os seguranças dos aeroportos. Ele também zoou a si mesmo, afirmando que colocará a conquista do SAG Award em seu perfil no Tinder. O prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por “Era uma Vez em Hollywood” foi o primeiro reconhecimento individual conquistado por Pitt entre seus colegas de classe. Anteriormente, ele tinha sido premiado pelo Sindicato como parte do elenco de “Bastardos Inglórios”, que inaugurou sua parceria com Tarantino. Veja abaixo a íntegra de seu discurso. E confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.
SAG Awards: Apple TV+ ganha seu primeiro prêmio
A cerimônia do SAG Awards, premiação anual do Sindicato dos Atores dos EUA, entregou o primeiro grande prêmio para uma atração da plataforma Apple TV+, reconhecimento conquistado em tempo recorde, já que o serviço foi lançado há pouco mais de dois meses. A vitória foi obtida por Jennifer Aniston, premiada como Melhor Atriz de Série Dramática por “The Morning Show”, da Apple TV+. Em seu agradecimento, porém, a atriz resolveu chamar mais atenção para um colega do que para o serviço. Ela terminou seu agradecimento elogiando Adam Sandler, cuja performance em “Joias Brutas”, apesar de muito comentada pela crítica, acabou passando em branco na temporada de premiações. Aniston, que foi esposa de mentirinha de Sandler em duas comédias (“Esposa de Mentirinha” e “Mistério no Mediterrâneo”), frisou que Sandler é “extraordinário e sua mágica é real”. E ainda mandou um “Eu te amo”. O prêmio conquistado por “The Morning Show” foi o segundo SAG Award de Aniston, que em 2003 venceu como Melhor Atriz de Comédia por “Friends”. Veja abaixo a íntegra de seu discurso. E confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.
SAG Awards: Parasita é primeiro elenco estrangeiro premiado pelo Sindicato dos Atores dos EUA
O SAG Awards, premiação do Sindicato de Atores dos EUA, concedeu seus troféus anuais na noite de domingo (19/1). E a grande surpresa da premiação foi a consagração de “Parasita”. Os atores sul-coreanos foram aplaudidos de pé pelos astros de Hollywood, durante sua passagem pelo palco do evento, e acabaram reconhecidos como Melhor Elenco de Cinema. Foi a primeira vez que um filme estrangeiro venceu esta categoria. E foi também a única surpresa da premiação cinematográfica da noite, já que a cerimônia repetiu a tendência do Globo de Ouro e Critics Choice ao premiar Joaquin Phoenix (“Coringa”) como Melhor Ator, Renée Zellweger (“Judy”) como Atriz e Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) e Laura Dern (“História de um Casamento”) como Coadjuvantes. A previsibilidade já aponta que estes serão os mesmos nomes chamados para receber o Oscar 2020, em fevereiro. As surpresas foram retomadas nas categorias televisivas, principalmente com a vitória de Jennifer Aniston, como Melhor Atriz de Série Dramática por “The Morning Show”, superestimada atração da Apple TV+. Este também foi o primeiro grande prêmio do serviço do streaming da Apple, conquistado em tempo recorde, já que o serviço foi lançado há pouco mais de dois meses. Confira a seguir os vídeos da consagração de “Parasita” e, mais abaixo, a lista completa dos premiados. What a moment. The cast of #Parasite get a standing ovation at the #SAGAwards as they present their film in the best ensemble cast category https://t.co/duqdI5q1az pic.twitter.com/QFaoASIS8A — The Hollywood Reporter (@THR) January 20, 2020 Cinema Melhor Elenco – “Parasita” “O Escândalo” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Era Uma Vez Em Hollywood” Melhor Ator – Joaquin Phoenix (“Coringa”) Christian Bale (“Ford vs Ferrari”) Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Taron Egerton (“Rocketman”) Melhor Atriz – Renée Zellweger (“Judy”) Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Melhor Ator Coadjuvante – Brad Pitt (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Jamie Foxx (“Luta por Justiça”) Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Melhor Atriz Coadjuvante – Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Nicole Kidman (“O Escândalo”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Melhor Desempenho de Dublês em Filme – “Vingadores: Ultimato” “Ford vs Ferrari” “O Irlandês” “Coringa” “Era Uma Vez em… Hollywood” Série Melhor Elenco em Série Dramática – “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série de Comédia – “The Marvelous Mrs. Maisel” “Barry” “Fleabag” “The Kominsky Method” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Drama – Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Steve Carell (“The Morning Show”) Billy Crudup (“The Morning Show”) David Harbour (“Stranger Things”) Melhor Atriz em Série de Drama – Jennifer Aniston (“The Morning Show”) Helena Bonham Carter (“The Crown”) Olivia Colman (“The Crown”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator em Série de Comédia – Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Alan Arkin (“The Kominsky Method”) Michael Douglas (“The Kominsky Method”) Bill Hader (“Barry”) Andrew Scott (“Fleabag”) Melhor Atriz em Série de Comédia – Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Cristina Applegate (“Dead to Me”) Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Melhor Ator em Minissérie/Telefilme – Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Melhor Atriz Minissérie/Telefilme – Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Patricia Arquette (“The Act”) Toni Collette (“Unbelievable”) Joey King (“The Act”) Emily Watson (“Chernobyl”) Melhor Desempenho de Dublês em Série – “Game of Thrones” “GLOW” “Stranger Things” “The Walking Dead” “Watchmen”
Amazing Stories: Remake da série clássica de Steven Spielberg ganha primeira foto e data de estreia
O aguardado remake de “Amazing Stories”, série clássica de Stephen Spielberg, ganhou sua primeira foto, que pode ser vista acima, e sua data de estreia. A atração vai estrear com nada menos que cinco episódios em 6 de março no serviço de streaming Apple TV+. O anúncio foi feito no domingo (19/1) durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Descrita como uma “reimaginação” da série de antologia original, que foi exibida na rede NBC por duas temporadas em meados da década de 1980, a nova versão está sendo desenvolvida pela dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz (criadores de “Once Upon a Time”), mas Spielberg continua creditado como produtor executivo. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Irlandês”), Clint Eastwood (“O Caso Richard Jewell”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. A foto adiantada da nova versão é de um episódio dirigido por Mark Mylod (de “Game of Thrones”), intitulado “The Rift”, que será estrelado por Kerry Bishe (“Halt & Catch Fire”), Edward Burns (“A Sombra do Inimigo”), Juliana Canfield (“Succession”), Austin Stowell (“Catch 22”) e o menino Duncan Joiner (“Camping”). Outros episódios contarão com Dylan O’Brien (“Maze Runner”), Victoria Pedretti (“The Haunting of Hill House”), Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”), Josh Holloway (“Colony”) e o falecido Robert Forster (“El Camino – A Breaking Bad Movie”) em seu último papel.
Little Fires Everywhere: Minissérie com Reese Witherspoon e Kerry Washington ganha trailer
A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Little Fires Everywhere”, minissérie estrelada por Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”). A prévia ressalta o clima dramático de tensão entre as duas personagens, e parece contar o que levou a personagem de Witherspoon a ser vítima de um incêndio criminoso. Adaptação do livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”, a história acompanha duas famílias distintas que se aproximam devido aos filhos, numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”), e a descrição da produção é um pouco mais elaborada: “A série segue os destinos entrelaçados da perfeita família Richardson” – liderada por Witherspoon e Joshua Jackson (de “The Affair”) – “e uma enigmática mãe e filha” – interpretadas por Washington e Lexi Underwood (de “Reunião de Família”) – “que viram suas vidas do avesso. A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre”. “Little Fires Everywhere” é mais uma produção da Hello Sunshine, produtora de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. O elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). A estreia vai acontecer em 18 de março nos EUA.
Grown-ish e Good Trouble são renovadas
O canal pago americano Freeform renovou as séries “Grown-ish” e “Good Trouble”. Ambas são spin-offs de atrações populares, respectivamente de “Black-Ish” e “The Fosters”, centradas nas filhas já crescidas das famílias das produções originais. “Grown-Ish” acompanha a vida universitária de Zoey (Yara Shahidi), a filha mais velha da família Johnson, e foi renovada para sua 4ª temporada, enquanto “Good Trouble” segue as irmãs adotivas Callie (Maia Mitchell) e Mariana (Cierra Ramirez) na fase adulta de suas vidas em Los Angeles, que continuará em sua 3ª temporada. O anúncio foi feito durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), poucas horas após “Grown-ish” retornar para sua 3ª temporada na TV americana. “Good Trouble” ainda é inédita no Brasil, mas “Grown-ish” chegou à Netflix em janeiro do ano passado. Infelizmente, teve apenas sua 1ª temporada disponibilizada e acabou retirada do catálogo da plataforma há poucos dias, após o vencimento do contrato com a Disney na virada do ano.
Bad Boys para Sempre estreia na liderança das bilheterias nos EUA
A estreia de “Bad Boys para Sempre” na América do Norte quebrou a maldição que no ano passado condenou ao fracasso as continuações de franquias antigas, como “O Exterminador do Futuro”, “Rambo” e “Homens de Preto”. De volta após 17 anos, a parceria entre Will Smith e Martin Lawrence superou as expectativas e liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. O terceiro “Bad Boys” faturou US$ 59 milhões entre quinta e domingo (18/1) e deve chegar aos US$ 68 milhões até segunda-feira, feriado nos EUA. O montante é muito maior que as estimativas do mercado – e da própria Sony Pictures – , que apontavam entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões. Mas o filme contou com impulso de críticas positivas (76% no Rotten Tomatoes) e um sólido boca-a-boca do público (nota A no CinemaScore). Com o faturamento, “Bad Boys para Sempre” se tornou a segunda maior abertura de um lançamento de janeiro em todos os tempos na América do Norte, atrás apenas de “Sniper Americano” (US$ 107 milhões), e a melhor estreia da Sony para um filme com classificação “R” (para maiores nos EUA). No mundo inteiro, a arrecadação somou US$ 106,7 milhões. Mas isto equivale apenas a um terço do mercado, já que o filme ainda não chegou em vários países. A estreia no Brasil vai acontecer no dia 30 de janeiro. Este desempenho praticamente sacramentou a produção de um quarto filme da franquia. Em compensação, a outra estreia do fim de semana, “Dolittle”, dificilmente terá sequência. A aventura infantil com bichos falantes foi destruída pela crítica – apenas 19% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Ao todo, o faturamento foi de US$ 22,5 milhões na América do Norte. Neste caso, houve uma inversão de expectativas, já que existia uma projeção de US$ 30 milhões para sua abertura. O mercado internacional reagiu um pouco melhor, elevando o total mundial a US$ 57,3 milhões. Mesmo assim, a Universal terá um prejuízo colossal com a produção, que custou US$ 175 milhões – praticamente o dobro de “Bad Boys para Sempre” – , sem contar as despesas de P&A (cópias e publicidade). Boa parte deste dinheiro deve ter ido para o salário de Robert Downey Jr., que tem o papel-título, em seu primeiro trabalho após concluir sua jornada na Marvel. O Top 3 se completa com “1917”, que virou favorito ao Oscar 2020 após vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA no sábado (18/1). Líder no fim de semana passado, o filme de guerra de Sam Mendes soma US$ 76,7 milhões na América do Norte e US$ 143,5 milhões em todo o mundo. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (23/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 59,1M Total EUA e Canadá: US$ 59,1M Total Mundo: US$ 106,7M 2. Dolittle Fim de semana: US$ 22,5M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 57,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 22,1M Total EUA e Canadá: US$ 76,7M Total Mundo: US$ 143,5M 4. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 270,4M Total Mundo: US$ 711,7M 5. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 492M Total Mundo: US$ 1B 6. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ 22,9M 7. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA e Canadá: US$ 84,4M Total Mundo: US$ 130,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 145,9M Total Mundo: US$ US$ 277,9M 9. Like a Boss Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 16,9M Total Mundo: US$ 18,6M 10. Frozen 2 Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 464,8M Total Mundo: US$ 1,4B










