Revival da série The L Word ganha primeiro trailer completo
O canal pago Showtime divulgou o primeiro trailer completo de “The L Word: Generation Q”, revival da série “The L Word”, uma das mais famosas produções LGBTQIA+ da TV americana. A prévia mostra o retorno de três personagens da série original e apresenta a “geração Q”, que batiza a nova atração. A letra Q do subtítulo se refere à “queer”, uma das palavras da sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da atual geração. As estrelas da produção original são Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki), que retomam seus papéis dez anos depois do fim de “The L Word”, em 2009. E um fato que chama atenção na trama é que Bette (a personagem de Beals) disputa uma eleição à prefeitura de Los Angeles como lésbica assumida. Já as novas intérpretes são Jacqueline Toboni (a Trubel da série “Grimm”), Arienne Mandi (“In the Vault”), Sepideh Moafi (“The Deuce”), Rosanny Zayas (“The Code”) e Leo Sheng (“Adam”). Elas são acompanhadas pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produz o reboot. Mas o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. Com oito episódios, o revival vai estrear em 8 de dezembro nos Estados Unidos.
She-Ra e as Princesas do Poder ganha novo trailer da 4ª temporada
A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da 4ª temporada (já!) da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”. Sem legendas, a prévia revela que a luta por Etheria continua, mas uma possível espiã entre as Princesas pode colocar tudo a perder. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTQs entre as heroínas. A série também mudou o visual da personagem clássica dos anos 1980, que ganhou aparência de anime, deixando-a menos sexualizada e mais adolescente. A 4ª temporada será a terceira de “She-Ra e as Princesas do Poder” lançada na Netflix em 2019. O segundo ano de produção foi disponibilizado em abril, o terceiro em agosto e os novos episódios estreiam em 5 de novembro.
Vídeo de Exterminador do Futuro: Destino Sombrio mostra luta de ciborgue contra robô
A Paramount americana divulgou uma cena de ação do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”. Sem legendas, a prévia tem um clima “Mad Max” de combate entre dois veículos em movimento, e destaca os poderes da ciborgue vivida por Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”) contra o novo Exterminador interpretado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”). Na trama, a mulher biônica do futuro luta para proteger a personagem vivida pela colombiana Natalia Reyes (da série “2091”), e vai contar com ajuda da intérprete original de Sarah Connor, Linda Hamilton, que retoma o papel após 28 anos, e de “Carl”, nome com o qual se apresenta o Exterminador original, vivido por Arnold Schwarzenegger – em sua idade atual e não rejuvenescido como já aconteceu na saga. O filme também marca a volta de James Cameron à franquia que ele criou em 1984, após recuperar os direitos dos personagens. Ele assina a produção e escreveu o roteiro em parceria com Josh Friedman – que por sinal foi o criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, centrada em Sarah Connor – , mas o roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). A direção é assinada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem distribuição da Fox no Brasil e chega aos cinemas na próxima quinta-feira (31/10), um dia antes do lançamento da Paramount nos Estados Unidos. O filme também ganhou um novo cartaz internacional para as exibições em IMAX, que pode ser visto abaixo.
Diretor diz que Thor: Love and Thunder vai “dobrar a loucura” de Thor: Ragnarok
O cineasta Taika Waititi afirmou que “Thor: Love and Thunder” terá o dobro da loucura de “Thor: Ragnarok”, terceiro filme da franquia do Deus do Trovão, que ele dirigiu. Em entrevista à revista Wired, Waititi afirmou que não teria interesse em retornar à cadeira de diretor se não pudesse “dobrar a loucura” do longa anterior e prometeu que o novo filme, que mostrará Natalie Portman com os poderes de Thor, será “maior, mais barulhento e mais bombástico” que sua estreia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Nos quadrinhos em que a trama se baseia, Thor Odinson se tornou indigno de levantar o Mjölnir, depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster é considerada digna pelo seu altruísmo e a dedicação em salvar vidas como médica e se torna a Poderosa Thor. Ao mesmo tempo, nessa história, ela descobre que tem câncer. Além dos retornos de Portman e Hemsworth, o filme ainda trará Tessa Thompson de volta como Valquíria.
Atriz da série The Society será Priscilla Presley na cinebiografia de Elvis
A Warner Bros. Pictures anunciou que a atriz australiana Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) interpretará Priscilla Presley no longa-metragem de Baz Luhrmann sobre o cantor Elvis Presley. DeJonge é o terceiro nome anunciado na cinebiografia. Ela vai se juntar ao premiado Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”), que viverá o empresário de Elvis, e o intérprete do então jovem cantor, o californiano Austin Butler, que também é mais conhecido por seus papéis em séries – “The Carrie Diaries” e “As Crônicas de Shannara” (The Shannara Chronicles). Luhrmann, que é conhecido por ter um olho afiado para descobrir novos rostos, declarou: “Olivia é capaz de manifestar a profundidade e presença complexas que fizeram de Priscilla Presley um ícone por si só. Ela é uma jovem atriz extremamente talentosa e o contraponto perfeito para o Elvis de Austin”. No filme ainda sem título oficial, o diretor australiano irá explorar a vida e a música de Presley pelo prisma da sua complicada relação com o empresário “coronel” Tom Parker, papel de Tom Hanks . A história vai mergulhar nessa complexa dinâmica ao longo de 20 anos, desde o surgimento de Elvis até seu estrelato sem precedentes, com o pano de fundo da paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do filme com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. As filmagens, entretanto, começarão pecando na escolha da locação. Elas estão marcadas para o início de 2020 em Queensland, na Austrália, país do diretor, que obviamente não é Memphis, Tennessee. A produção recebeu incentivos do governo australiano, o que ajuda a explicar porque uma das mais famosas histórias de sonho americano vai se tornar made in Australia.
Disney contrata autor de Chernobyl para escrever novo Piratas do Caribe
A Disney quer relançar a franquia “Piratas do Caribe” nos cinemas. Para isso, contratou Ted Elliott, um dos autores da história original de 2003, e Craig Mazin, criador da premiada minissérie “Chernobyl”, para desenvolver uma nova aventura da franquia. O estúdio planeja um reboot sem Johnny Depp desde o final de 2018, quando contratou os roteiristas de “Deadpool”, Rhett Reese e Paul Wernick, para escrever um roteiro projetado para “dar um chute” na franquia. Mas Reese e Wernick acabaram saindo do projeto para se concentrar em “Zumbilândia 2”, e a produção estava “a ver navios” desde então. Embora o assunto não seja abordado abertamente, a reputação de Johnny Depp virou um problema, que teria levado a Disney a repensar a franquia. Acusações de violência doméstica de sua ex-mulher, Amber Heard, briga com o ex-empresário que expôs sua fama de perdulário e beberrão e a agressão a um profissional num set de filmagem acabaram com o perfil de astro de filmes infantis que Depp cultivou. Isso sem contar os problemas criados nos bastidores de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, supostamente feito com Depp bêbado e brigando com a esposa. A contratação de Elliott e Mazin mostra que a Disney quer encontrar uma forma de prosseguir com “Piratas do Caribe” sem o intérprete de Jack Sparrow. Elliott conhece bem a franquia, tendo escrito não apenas o original de 2003, mas os três filmes seguintes com o então parceiro Terry Rossio. E Mazin é um escritor de comédias de sucesso (franquias “Todo Mundo em Pânico” e “Se Beber, Não Case”) e fantasias meia-bocas (“O Caçador e a Rainha do Gelo”), que se reinventou como roteirista dramático com o sucesso premiado de “Chernobyl”. A contratação de Mazin, por sinal, deixa claro que Depp não é o único escanteado na franquia. Terry Rossio, co-autor dos personagens originais, não entrou nos planos da Disney após reclamar publicamente da Disney por conta do lançamento de “Aladdin”, que refilmou o roteiro original que ele escreveu para o desenho animado sem lhe dar créditos ou dinheiro algum.
Batwoman e Nancy Drew ganham encomenda de mais episódios
A rede The CW está satisfeita com suas duas séries novas de 2019, “Batwoman” e “Nancy Drew”. O canal americano fez a encomenda de novos episódios para as duas produções, lançadas originalmente com 13 capítulos. Com os chamados “back nine”, nove episódios encomendados após a certeza do sucesso, o total das temporadas de cada série será de 22 episódios, a duração tradicional de uma atração da TV aberta americana. “Batwoman” já é um dos maiores êxitos da rede, com uma média de audiência acima de toda a programação da CW em 2019 – 1,5 milhão de telespectadores ao vivo, 100 mil a mais que o antigo líder “The Flash” na atual temporada. “Nancy Drew”, por sua vez, tem 900 mil espectadores, mas apresenta grande salto no meio digital. Enquanto “Batwoman” aumenta seu público em 80% com o streaming oficial do canal, “Nancy Drew” tem mais público online que na TV – ganha mais 114% de espectadores com o streaming. As duas séries são as primeiras disponibilizadas pela plataforma do canal de foram simultânea à exibição televisiva, graças ao fim do acordo de distribuição da Warner e da CBS com a Netflix. “Batwoman” é uma produção da WBTV (Warner Bros Television) e “Nancy Drew” da CBS TV Studios. CBS e Warner são sócias no controle do CW – cujo nome é formado pelas iniciais de cada estúdio.
Filme de Tom e Jerry com atores de carne e osso ganha data de estreia
A Warner programou a estreia de seu primeiro filme live-action de “Tom e Jerry”. A versão, na verdade, será um híbrido, em que os protagonistas animados por computação gráfica contracenarão com atores de carne e osso – como nos filmes do “Scooby Doo”, outra animação clássica que ganhou adaptação da Warner. Programado para dezembro de 2020, o filme vai se passar em Nova York, após os arquirrivais serem expulsos de casa e se mudarem para a cidade grande. Eles vão parar em um hotel de luxo em meio aos preparativos de um casamento da alta sociedade. Mas a organizadora da festa vai encontrar com dificuldades para lidar com as peripécias de Jerry. E recorrerá a Tom para tentar se livrar do ratinho. Tom e Jerry começaram a vida como uma série de curtas criados pelos animadores William Hanna e Joseph Barbera em 1940, para o estúdio MGM. Sete dos curtas originais da MGM ganharam o Oscar da categoria, entre 1943 a 1953. Embora a maioria do desenhos se concentre na luta sem fim do gato doméstico Tom para pegar o ratinho Jerry, a animação seguiu em progressão constante, em particular graças ao empenho do animador Chuck Jones nos anos 1960, que deu a Tom e Jerry um ritmo ainda mais frenético. A produção da Warner será o segundo longa dos personagens, que ganharam seu primeiro filme em 1992, uma animação que não esteve à altura dos melhores curtas da dupla. O filme será dirigido por Tim Story, que trabalhou em filmes como “Quarteto Fantástico” e “Uma Turma do Barulho”. No elenco de carne e osso, os nomes confirmados incluem Chloë Grace Moretz (“Suspiria”), como Kyla, a personagem que contrata Tom, além de Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”).
Coringa supera Deadpool e vira filme de classificação “R” com maior bilheteria em todos os tempos
“Coringa” continua rindo à toa. Ao atingir US$ 788,3 milhões em arrecadação mundial, o filme estrelado por Joaquin Phoenix virou oficialmente a maior bilheteria de um filme de classificação “R” (para “maiores” nos EUA) em todos os tempos. A adaptação do vilão da DC Comics deixou para trás um herói da Marvel nesse ranking. O primeiro “Deadpool” detinha o recorde com US$ 782,6 milhões. Vale considerar que “Deadpool 2” teria supostamente mais que isso (US$ 785 milhões), mas essa conta inclui quase US$ 50 milhões arrecadados sob outro título e classificação etária, quando o filme foi relançado nos cinemas como “Era uma Vez um Deadpool”. De todo modo, “Coringa” bate até esse truque. Diante dos números, o ator Ryan Reynolds, que interpreta Deadpool no cinema, mostrou que é um bom perdedor, ao parabenizar “Coringa” pela façanha. “Posts de parabenização por bilheteria para maiores não são como aqueles que você está acostumado”, brincou o ator no Twitter. Veja abaixo. Apesar de receber classificação “R” em seu país de origem, tanto “Coringa” quanto os dois “Deadpool” foram lançados com restrição para 16 anos no Brasil. O diretor de “Coringa”, Todd Phillips, afirmou recentemente que nunca divulgará cenas cortadas ou uma versão estendida do filme, para capitalizar um relançamento nos cinemas ou Blu-ray especial, mas que está aberto à ideia de uma possível sequência, o que Joaquin Phoenix apoia. R-Rated box office congratulatory posts aren’t like the ones you’re used to… pic.twitter.com/OTy2BqIP4f — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 25, 2019
Felicity Huffman sai da prisão antes do final de sua sentença
Felicity Huffman, a primeira mãe envolvida no escândalo de fraudes em admissões em faculdades dos Estados Unidos a ir para a prisão, foi libertada nesta sexta-feira (25/10) antes de terminar de cumprir sua pena de duas semanas de detenção em uma unidade prisional no Estado da Califórnia. A saída da estrela da série “Desperate Housewives” estava prevista para ocorrer no domingo, mas uma porta-voz da unidade mencionou uma política que permite a libertação antecipada de reclusos cujo dia final de cumprimento da pena cai em um fim de semana. Entretanto, no domingo ela completaria 12 dias presas e não duas semanas, conforme sua sentença. Huffman, que venceu um Emmy por seu papel na série “Desperate Housewives” e foi indicada ao Oscar por “Transamerica” (2005), entregou-se às autoridades da Instituição Correcional Federal em Dublin, na Califórnia, no dia 15 de outubro e passou 10 dias presa. A juíza distrital Indira Talwani condenou a atriz a cumprir duas semanas de prisão depois que Huffman se declarou culpada de conspiração relacionada ao pagamento de US$ 15 mil para obter, secretamente, as respostas corretas para o exame de admissão de sua filha Sophia em uma faculdade. A atriz está entre 52 pessoas acusadas de participar de um amplo esquema no qual pais ricos se envolveram em um plano de suborno e fraude com um consultor de admissões de faculdades da Califórnia para levar seus filhos para as melhores instituições do Estado, incluindo Yale, Stanford e a Universidade do Sul da Califórnia. A atriz disse que sua filha não tinha conhecimento do esquema até o escândalo estourar em março passado. Dias após a prisão de Huffman, a jovem perdeu sua vaga na faculdade. Além de Huffman, outra atriz famosa faz parte do grupo de pais denunciados na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes: Lori Loughlin (“Fuller House”). Como ela se declarou inocente, seu caso ainda vai a julgamento, mas ela pode pegar até 10 anos de prisão. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação da operação, que foi batizada em homenagem a um filme de 1999, chamado “Marcação Cerrada” no Brasil.
Johnny Massaro vira rockstar no novo clipe de Bárbara Ohana
Bárbara Ohana lançou um novo clipe, mas quem aparece cantando no vídeo de “Chains” é o ator Johnny Massaro (“Filhos da Pátria”). Ele vive um(a) rockstar atormentado(a) pela solidão e conflitos sexuais, dublando a sobrinha de Cláudia Ohana na produção. A cantora criou a música para um projeto de moda em parceria com Rafael Nascimento, diretor criativo da grife Another Place. A composição embalou o curta-metragem “Looking For A New Place To Begin”, apresentado no desfile da marca durante a São Paulo Fashion Week, na última sexta-feira (18/10). E agora vira disco digital (o EP “Looking For a New Place To Begin – Original Soundtrack”, junto a mais três faixas inéditas) e clipe, com direção de Henrique Sauer (também de “Filhos da Pátria”). Assim como o ator e o diretor, a cantora também é conhecida das produções da Globo. Ela emplacou a música “Golden Hours” na trilha da novela “Verdades Secretas”. A expectativa é que seu novo álbum seja lançado no primeiro semestre de 2020. Em fevereiro, ela sairá em turnê nos Estados Unidos junto à marca Another Place, divulgando o EP em um projeto que une música e moda, com apresentações em cidades como Nova York, Los Angeles e New Orleans.
Toda Forma de Amor: Bruno Barreto assina série LGBTQIA+ que estreia nesta sexta
O diretor Bruno Barreto, de longas como “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, que levou 10 milhões de brasileiros aos cinemas, e “O Que É Isso Companheiro?”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, vai estrear como diretor de uma série de ficção com “Toda Forma de Amor”, que chega ao Canal Brasil nesta sexta (25/10). A emissora disponibilizou um vídeo com cenas da atração e depoimentos da equipe, além de fotos da produção. Veja abaixo. Escrita por Marcelo Pedreira (“Incuráveis”), a série aborda o tema do amor LGBTQIA+ e também o ódio contra pessoas trans no Brasil e é estrelada por Gabrielle Joie, que também está na novela “Bom Sucesso”, da Globo. “Toda Forma de Amor” foi gravada em São Paulo e tem como principais cenários a casa noturna Trans World e um consultório de psicologia comandado por uma psicóloga lésbica, Hannah, interpretada por Guta Ruiz (“Gostosas, Lindas e Sexies”). No elenco, estão o ator Rômulo Arantes Neto (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”), como Daniel, empresário hétero e dono da boate que se apaixona por Marcela (Gabrielle Joie), uma DJ trans, sem saber de sua sexualidade. Completam o elenco os atores Otávio Martins, Juan Alba, Wallie Ruy, Christiana Ubach, Daniel Infantini, Alexandre Cioletti e Eucir de Souza, Fabiana Gugli, além de participações especiais de Rita Batata e do argentino Juan Manuel Tellategui. “A série lida com questões muito atuais, que são texto e não contexto. É sobre a condição humana. Não importa qual o seu gênero ou orientação sexual. No final, todos queremos a mesma coisa”, disse Bruno Barreto em entrevista ao programa “Cinejornal”, do Canal Brasil. Os quatro primeiros episódios da série também estão sendo lançados em streaming no dia da estreia televisiva, inclusive para não assinantes, no Canal Brasil Play, Now, Vivo Play e Oi Play.
Os Simpsons: Kevin Feige e irmãos Russo participarão de episódio inspirado nos Vingadores
Os Simpsons estão preparando um episódio inspirado nos filmes dos Vingadores. E a produção contará com a participação do chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, que fará a voz de Chinnos, versão dos Simpsons para o vilão Thanos, além dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”. A trama tem como premissa o fato de Bart ser confundido com uma criança com doença terminal, o que o faz ser convidado para assistir ao novo filme dos “Vindicantes” antes da estreia, quando o longa ainda não está finalizado. Assim, o garoto passa a usar spoilers para chantagear a família e outros moradores de Springfield, mas acaba chamando atenção de dois executivos que querem impedir que segredos sejam revelados. Os irmãos Russo dublarão os executivos. O episódio tem previsão de ir ao ar em fevereiro de 2020 nos Estados Unidos. Assim como lá, “Os Simpsons” é exibido pela Fox no Brasil.










