Roteirista de Podres de Ricos abandona sequência denunciando disparidade salarial
A roteirista Adele Lim, que escreveu com Peter Chiarelli o sucesso “Podres de Ricos”, não vai voltar para a continuação. Ela alegou disparidade salarial, afirmando que receberia muito menos do que seu colega homem. Segundo a denúncia, publicada pela revista The Hollywood Reporter, a Warner lhe ofereceu algo em torno de US$ 110 mil para coescrever o roteiro, enquanto o cachê de Chiarelli ficaria entre US$ 800 mil e US$ 1 milhão pela mesma tarefa. “Podres de Rico” conseguiu muita simpatia da mídia por representar um suposto avanço para a representação da cultura e atores asiáticos em Hollywood. Mas a Warner reagiu ao sucesso do filme menosprezando a integrante asiática de sua equipe de roteiristas. O baixo salário oferecido fez Lin considerar sua participação como um mero preenchimento de cota racial. “Ser avaliada dessa forma te faz pensar em como eles devem valorizar minhas contribuições.” Chiarelli, que continua no projeto, ofereceu-se para dividir seu salário com Lim, mas a roteirista recusou, afirmando que não tinha problemas com o salário de seu colega e sim com o seu próprio. “Pete sempre foi incrivelmente gracioso, mas eu não deveria depender apenas da generosidade de um roteirista branco. Se eu não consigo receber um salário igual ao dele após ‘Podres de Ricos’, nem consigo imaginar como deve ser para as outras roteiristas mulheres de cor. Não há forma realista de atingir equidade desse jeito.” Anunciada em 2018, a sequência ainda não tem muitos detalhes divulgados. Com a saída de Lim, caberá apenas a Peter Chiarelli, trabalhando com o diretor Jon M. Chu, adaptar os demais livros de Kevin Kwan. A continuação vai levar às telas o segundo livro da trilogia de Kwan, chamado “China Rich Girlfriend” e lançado em janeiro no Brasil como “Namorada Podre de Rica”. A trama aborda a vida amorosa de Astrid (Gemma Chan, de Capitã Marvel), prima de Nick (Henry Golding, protagonista do primeiro filme). Recém-separada de seu marido, Astrid encontrará um novo amor na forma do bonitão Charlie, interpretado por Harry Shum Jr. (“Glee”). O elenco da sequência também deve contar com os retornos de Constance Wu e Awkwafina, mas ainda não há previsão de estreia. Caso a Warner opte por completar a franquia, o terceiro livro se chama “Rich People Problems” (literalmente, problemas de gente rica). Ainda inédito no Brasil, traz mais uma trama de novela com galãs asiáticos.
Versão de terror da fábula de João e Maria ganha trailer com atriz de It: A Coisa
A Orion Pictures divulgou o primeiro pôster e o trailer de “Gretel & Hansel”, versão de terror para o conto de fadas clássico dos Irmãos Grimm, conhecido no Brasil como a fábula de “João e Maria”. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor (o estreante Sammy Leakey). Como na história conhecida, eles acabam indo parar numa casa habitada por uma bruxa. Além de Lillis e Leakey, o elenco inclui Alice Krige (“The OA”), Jessica De Gouw (a Caçadora da série “Arrow”) e Charles Babalola (“A Lenda de Tarzan”). Com direção de Oz Perkins (“A Enviada do Mal”), a estreia está marcada para 31 de janeiro nos EUA. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Filme em que Dakota Fanning vive “etíope” muçulmana gera polêmica nas redes sociais
A atriz Dakota Fanning virou alvo de uma curiosa polêmica nas redes sociais. O caso ganhou proporções porque a jovem atriz, que é loira e americana, estrela “Sweetness in the Belly” como uma refugiada muçulmana. Isto causou ultraje. Entretanto, grande parte dos protestos foram motivados por desinformação. Na adaptação do romance homônimo de Camilla Gibbs, Dakota vive Lilly Abdal, uma órfã britânica que passou a infância em Marrocos e na Etiópia antes de fugir para a Inglaterra e viver como uma refugiada em Londres. A personagem é descrita pela escritora como branca e loira. Exatamente como Dakota. O filme terá sua première mundial no sábado (7/9), durante o Festival de Toronto. E a divulgação da produção fez muita gente descobri-la nos últimos dias. Incluindo os ativistas. O Twitter virou uma espécie de fórum de guerreiros da justiça social, que resolveram atacar a artista por viver o papel de refugiada muçulmana. “Tantos atores muçulmanos por aí e vocês contratam… Dakota Fanning? E para viver uma etíope? Como é que é?”, escreveu um usuário contrariado. Mas nem todos os comentários negativos foram de pessoas desconhecidas. “Dakota Fanning já foi forçada a fugir de um país devastado pela guerra? Ela ora em direção a Meca cinco vezes por dia? Já dirigiu um Uber? Então, por que diabos ela foi escalada como refugiada muçulmana?”, publicou no Twitter a ativista Titania McGrath, que tem mais de 330 mil seguidores na rede social. Só que existe diferença entre documentário, quando se filma a experiência real de pessoas, e ficção, em que atores encenam histórias baseadas nessas experiências. “Dakota Fanning é uma mulher branca que interpreta uma mulher branca. Isso agora é inaceitável também? Os brancos simplesmente não podem mais participar de filmes?”, disparou em resposta o apresentador Matt Walsh, dono de uma conta com mais de 250 mil seguidores no Twitter. E que aparentemente leu o livro. Diante da polêmica, a própria atriz resolveu expor seu ponto de vista sobre o papel, na seção Stories de seu Instagram. “Só para esclarecer. No novo filme do qual faço parte, ‘Sweetness in the Belly’, não interpreto uma mulher etíope. Interpreto uma britânica abandonada pelos pais aos sete anos na África e viro muçulmana. Minha personagem, Lilly, viaja para a Etiópia e é pega no início da guerra civil. Posteriormente, ela é enviada para casa na Inglaterra, um lugar de onde ela é, mas nunca conheceu”. Dakota acrescentou que se trata de uma obra de ficção e não um documentário, é dirigido por um cineasta etíope e possui elenco africano. “Baseado em um livro de Camilla Gibb, este filme foi parcialmente produzido na Etiópia, é dirigido por um homem etíope (Zeresenay Berhane Mehari) e apresenta muitas mulheres etíopes. Foi um grande privilégio fazer parte desta história”. “O filme é sobre o que significa lar para as pessoas que se vêem deslocadas e para as famílias e comunidades que eles escolhem e que os escolhem”, completou a estrela. Após a explicação, os ultrajados ficaram confusos. Mas a produtora de TV Maya Dunphy resolveu ajudá-los a perceber como a polêmica nunca teve sentido. “Todo o ultraje gerado por Dakota Fanning interpretar uma etíope branca na versão cinematográfica de ‘Sweetness in the Belly’ é nonsense. Ela não tomou o papel de uma atriz negra. A personagem é branca no livro. Não deveria ser um grande esforço pesquisar sobre o assunto antes de se encher de raiva contra ele”. Mas a questão não se encerrou aí. Uma usuária muçulmana resolveu abordar o verdadeiro motivo da indignação. Não tem nada a ver com o papel ou com a atriz. O problema é Hollywood. “O problema deste filme não é Dakota Fanning. A questão é que a dor da experiência dos refugiados, da guerra civil e a beleza do Islã só se tornam aceitáveis para Hollywood quando a protagonista é uma mulher branca. Se você nos ferir, nós não sangramos?” “Sweetness in the Belly” ainda não tem previsão de estreia comercial.
Irmandade: Série da Netflix com Seu Jorge ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou o pôster e as primeiras fotos de “Irmandade”, uma nova série brasileira estrelada por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) e Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”). As imagens mostram o ambiente de um presídio. A trama se passa em São Paulo nos anos 1990. Naruna Costa vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Com produção da 02, a 1ª temporada terá oito episódios que estreiam em 25 de outubro.
It: Capítulo Dois tem um dos maiores lançamentos do ano no Brasil
“It: Capítulo Dois” é o maior lançamento dos cinemas nesta quinta-feira (5/9). E põe grande nisso. A sequência do filme de 2017 terá uma das distribuições mais amplas do ano, estimada em quase 2 mil salas, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato” – 2,7 mil telas, recorde do monopólio cinematográfico no país. Como o Brasil tem pouco mais de 3 mil cinemas, isso significa que muitos multiplexes vão passar o filme em mais de duas salas simultaneamente. A expectativa é elevada, porque o primeiro “capítulo” se tornou o terror de maior bilheteria de todos os tempos – US$ 700 milhões de arrecadação mundial. A trama foca a segunda parte do livro “It: A Coisa” de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir após 27 anos para, já adultos, enfrentar pela última vez o palhaço assassino. O elenco da fase adulta tem atores famosos, como Jessica Chastain, James McAvoy (ambos de “X-Men: Fênix Negra”) e Bill Hader (série “Barry”) nos papéis desempenhados pelas crianças do longa anterior. Mas, curiosamente, a crítica não gostou tanto da nova história, que apela para efeitos digitais, sacrificando o clima de medo e a influência spielberguiana do primeiro. Com lançamento também marcado para este fim de semana nos Estados Unidos, o “Capítulo 2” atingiu 72% de aprovação nas primeiras 100 críticas compiladas pelo agregador Rotten Tomantoes, enquanto a primeira parte foi aprovada por 86%. Detalhe: considerando apenas os “top critics” (a imprensa propriamente dita), a continuação não passa dos 45% de aprovação. O circuito alternativo oferece poucas opções – por falta de salas. Ao menos, apresenta “A Tabacaria”, de Nikolaus Leytner, que foi um dos últimos trabalhos do grande ator Bruno Ganz (“A Queda! As Últimas Horas de Hitler”). Ele interpreta o pai da psicanálise Sigmund Freud, um dos clientes da tabacaria do título. Mas a trama é centrada no jovem balconista que providencia seus charutos, apaixonado por uma artista de cabaré. Apesar dessa premissa, não se trata de uma comédia romântica. Ao contrário, explora o amadurecimento de seu protagonista durante a ascensão do nazismo em Viena – com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista também inclui algumas armadilhas para cinéfilos. “Vision”, novo filme da premiada cineasta japonesa Naomi Kawase (“Esplendor”), estrelado pela francesa Juliette Binoche (“Ghost in the Shell”), leva o estilo contemplativo da cineasta ao limite e passa longe de seus melhores esforços – registrou apenas 50% no RT. Já “Chicuarotes” pode atrair curiosos por ser dirigido pelo ator Gael Garcia Bernal (“Museu”). Entretanto, seus palhaços adolescentes assaltantes de ônibus e sequestradores de crianças são mais convencionais que a descrição sugere. Na verdade, o filme se dividiu entre decepcionar a crítica – 33% no RT – e agradar o público – 7,2 no IMDb. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana com suas sinopses e trailers. It: Capítulo Dois | EUA | Terror 27 anos depois dos eventos de “It: A Coisa”, Mike (Isaiah Mustafa) percebe que o palhaço Pennywise (Bill Skarsgard) está de volta à cidade de Derry. Ele convoca os antigos amigos do Clube dos Perdedores para honrar a promessa de infância e acabar com o inimigo de uma vez por todas. Mas quando Bill (James McAvoy), Beverly (Jessica Chastain), Ritchie (Bill Hader), Ben (Jack Ryan) e Eddie (James Ransone) retornam às suas origens, eles precisam confrontar traumas nunca resolvidos de suas infâncias, e que repercutem até hoje na vida adulta. A Tabacaria | Áustria, Alemanha | Drama Um jovem de 17 anos chamado Franz (Simon Morzé) começa a trabalhar como aprendiz em uma tabacaria onde Sigmund Freud (Bruno Ganz) é um cliente frequente. Após um tempo, os dois estabelecem uma forte relação de amizade. Certa vez, o jovem se apaixona por uma moça, Anezka (Emma Drogunova), e começa a pedir conselhos amorosos para Freud, que, embora seja um renomado psicanalista, confirma que, até mesmo para ele, os mistérios femininos têm uma grande potência. Em meio a uma grave tensão política na Áustria e a ascensão do nazismo, os três personagens se vêem no dilema entre sair do país ou permanecer nele. Vision | Japão, França | Drama A ensaísta francesa Jeanne, que escreve diários de viagens, passa o verão na floresta Nara em busca da erva medicinal chamada Vision. Durante sua jornada, ela conhece o Satoshi e uma relação floresce enquanto as estações passam. Mas a verdadeira razão para a visita de Jeanne ao local ainda é desconhecida. Chicuarotes | México | Drama Cagalera (Benny Emmanuel) e Moloteco (Gabriel Carbajal) são dois amigos adolescentes que vivem em San Gregorio, bairro periférico da Cidade do México. Insatisfeitos com sua difícil situação financeira e status social, acabam se envolvendo com o mundo do crime ao executar pequenos delitos, na esperança de uma nova vida em outro lugar. Além das consequências de seus atos, os jovens precisam lidar com a falta de perspectiva na região e parentes abusivos que tornam a convivência no lar ainda mais problemática. Corgi: Top Dog | Bélgica | Animação O corgi Rex foi escolhido como “Top Dog”, o cachorro preferido da Rainha. Ele vive cercado de outros cachorros no Palácio de Buckingham, repleto de alimentos finos e outras mordomias. Quando uma visita do presidente Donald Trump à Inglaterra tem desdobramentos negativos graças a Rex, o cachorro abandona o Palácio e se aventura por Londres. No caminho, faz novos amigos no canil e se apaixona por Wanda, uma cadela prometida ao cão mais valente do local. Rex precisará reunir todos os esforços necessários para conquistar o amor da sua vida e voltar aos braços da Rainha. O Corpo é Nosso! | Brasil | Documentário O abismo existente entre a trajetória da desconstrução do corpo da mulher como objeto ainda é real. Este documentário traz à tona grande parte da questão da liberdade do corpo feminino, seja na música, dança ou na sexualidade, relacionada a desconstrução da visão de masculinidade a partir do feminismo. Inclusive, há a presença de episódios de ficção que mostram as atitudes ainda machistas, racistas e preconceituosas tomadas pelos homens e por grande parte da sociedade, sejam elas inconscientes ou não.
O Espião: Série de espionagem de Sacha Baron Cohen ganha trailer legendado
A Netflix divulgou a versão nacional do trailer de “O Espião” (The Spy), série de espionagem estrelada por Sacha Baron Cohen (“O Ditador”). Ele é o mesmo trailer disponibilizado há uma semana nos Estados Unidos, mas agora tem legendas, além de confirmar o título em português da atração literalmente na véspera do lançamento. A falta de promoção não é exclusiva do Brasil. Até agora, a Netflix internacional só disponibilizou três fotos da produção para a imprensa. Nem parece que a estreia vai acontecer nesta sexta-feira (6/9)! Ao contrário dos trabalhos mais conhecidos do ator, “O Espião” é bastante dramático. Baseada na história de Eli Cohen, a obra explora a dificuldade do famoso espião para equilibrar sua vida real com a existência fictícia criada para sua missão. Agente do Mossad, serviço secreto israelense, Eli Cohen foi um dos espiões mais lendários do mundo. Infiltrado na Síria no início dos anos 1960, ele viveu anos disfarçado em Damasco, inserindo-se na alta sociedade a ponto de ter acesso aos bastidores da política do país. Suas ações tiveram conseqüências duradouras, moldando o Oriente Médio de hoje. A produção foi criada pelo israelense Gideon Raff, cuja série “Hatufim” rendeu o remake americano “Homeland”. Ele também criou “Tyrant”, que durou três temporadas no FX, e a minissérie “Dig”, no USA. O elenco ainda conta com Noah Emmerich (“The Americans”), Hadar Ratzon Rotem (“Homeland”) e Waleed Zuaiter (“Colony”).
José Padilha vai produzir filme sobre o rapper Sabotage
A produtora Zazen, do cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”), vai realizar um filme sobre a vida do rapper paulista Sabotage, nome artístico de Mauro Mateus dos Santos Filho. Orçado em R$ 9 milhões, o longa-metragem vai chegar aos cinemas em 2020, 17 anos após a morte do cantor, uma das figuras mais importantes do rap nacional. Sabotage inspirou milhares de jovens ao gravar um rap consciente e carregado de realidade. Ela saiu do tráfico para criar rimas sobre a vida violenta na periferia e lançou um álbum elogiadíssimo em 2000, “Rap É Compromisso!”. Com a carreira em ascensão, chegou a participar dos filmes “O Invasor” (2002), dirigido por Beto Brant, e do premiado “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. Mas foi alvejado com quatro tiros em via pública, após deixar sua esposa no trabalho, na manhã de 24 de janeiro de 2003. O suspeito Sirlei Menezes da Silva tentou colocar a culpa no PCC, mas acabou condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato do artista. Relembre abaixo o clipe “Um Bom Lugar”, uma das músicas mais conhecidas do rapper, que teve entre seus diretores Beto Brant.
Criminal: David Tennant e Hayley Atwell são suspeitos em fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou 73 fotos e o trailer legendado de “Criminal”, série que investigará doze crimes em quatro países diferentes com elencos locais. E que elenco. A atração reúne David Tennant (“Doctor Who”), Hayley Atwell (“Agent Carter”), Katherine Kelly (“The Night Manager”), Nicholas Pinnock (“Counterpart”), Margot Bancilhon (“Nós ou Nada em Paris”), Inma Cuesta (“Todos Já Sabem”), Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”), Jérémie Renier (“O Amante Duplo”), Carmen Machi (“Abraços Partidos”), Nina Hoss (“Homeland”) e Sebastian Koch (“Nunca Deixe de Lembrar”). A série inteira se passará nas salas de interrogatório, explorando o jogo psicológico entre detetives e suspeitos, que vem do Reino Unido, Espanha, Alemanha e França, e são interrogados e avaliados por investigadores por trás de janelas espelhadas. Criação de Jim Field Smith e George Kay, que antes fizeram juntos a minissérie britânica “Stag” (2016), cada capítulo contará a história de um suspeito diferente. A estreia está marcada para 20 de setembro em streaming.
Vaza o novo teaser de Aves de Rapina
Vazou o novo teaser de “Aves de Rapina”, que supostamente só seria exibido nos cinemas. No planejamento da Warner, a prévia passaria apenas nas sessões de “It: Capítulo Dois”, que estreia neste fim de semana. Mas acabou chegando algumas horas antes na internet. O vídeo realmente tem efeito maior quando relacionado ao filme de terror, já que seu começo passa a ilusão de ser uma abertura da adaptação de Stephen King, com muitos balões. Até que a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, aparece com seu martelo atacando os balões vermelhos e declara: “Já superei essa po**a de palhaços” – numa referência tanto a Pennywise, o palhaço assassino de “It”, quanto ao Coringa, o palhaço do crime de Gotham City. Além dela, as demais personagens do filme também aparecem rapidamente na prévia – Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”), além dos vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). Com direção da chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), que estreia à frente de uma grande produção, “Aves de Rapina” chega em 6 fevereiro ao Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Luta por Justiça: Trailer legendado de drama jurídico junta astros e diretor da Marvel
A Warner divulgou o trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A trama traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”) lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que se junta ao advogado em sua causa, para rever casos de prisioneiros negros condenados à morte pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” vai ter sua première mundial na sexta-feira (6/9), no Festival de Toronto, e chegará aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, de olho no Oscar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 23 de janeiro.
Irmãos Russo lançam primeiro thriller de ação de Hollywood totalmente falado em árabe
O Festival de Veneza foi palco, nesta quarta (4/9), da première de “Mosul”, primeiro filme de ação de Hollywood falado inteiramente em árabe. Produzido pelos diretores Joe e Anthony Russo, responsáveis pelo blockbuster “Vingadores: Ultimato”, “Mosul” acompanha a equipe Nínive SWAT da polícia iraquiana, cujos integrantes lutaram para retomar sua cidade (Mossul, do título em inglês do filme) do domínio do Estado Islâmico. O filme marca a estreia na direção do roteirista americano Matthew Michael Carnahan, que anteriormente visitou temas do Oriente Médio em seus roteiros de “O Reino” e “Leões e Cordeiros” (ambos de 2007). O próprio Carnahan assina a trama, que é baseada numa história real e foi inspirada por uma reportagem da revista New Yorker. Na entrevista coletiva do lançamento, ele disse que sua condição para realizar o longa era que fosse filmado em árabe, mas ele ficou chocado quando os Russo aceitaram de imediato. Joe Russo aproveitou para afirmar que nem ele nem o irmão hesitaram “um segundo” diante do desafio de produzir um filme falado numa língua estrangeira. O cineasta garantiu que chegou a chorar quando leu a reportagem sobre essa unidade, formada por agentes que perderam sua família nas mãos do EI, e que isso lhe fez considerar que precisava ser o mais fiel possível. “Eu nunca tinha lido uma reportagem jornalística e chorado no final. O empenho desta equipe e todos em Mossul me levou às lágrimas. Aquilo precisava ser contado da forma mais autêntica possível. Não tinha outra forma de fazer isso”, explicou. Os Russo afirmaram, ainda, esperar que este filme represente uma reviravolta na forma como muçulmanos são retratados por Hollywood e se dizem orgulhosos de poder fazer parte desta História, por meio de sua produtora. “Mosul” é uma das primeiras produções da nova empresa dos irmãos, a AGBO. Para realizar o filme, eles trabalharam com um produtor-executivo iraquiano, Mohamed Al Daradji. Presente na coletiva, Daradji disse que ‘Mosul’ pode realmente ajudar a eliminar estereótipos racistas: “Estou muito otimista de que este filme possa abrir caminho para Hollywood fazer filmes mais positivos sobre o mundo árabe e o Oriente Médio”. Ele ponderou que, finalmente, Hollywood vai mostrar heróis que são “reconhecidamente iraquianos, árabes e muçulmanos”. “Nunca temos a chance de ter uma história árabe contada de forma positiva. A propósito, somos seres humanos que nem você”, brincou o produtor. “Infelizmente, fomos retratados de uma forma ruim por muito tempo. Sofri com isso, todos tivemos experiências assim”, acrescentou.
Continuação de Tomb Raider define diretor e data de estreia
O estúdio MGM confirmou a produção de uma sequência de “Tomb Raider: A Origem”, filme que trouxe Alicia Vikander no papel de Lara Croft. O projeto definiu diretor e data de estreia. O cineasta britânico Ben Wheatley vai assumir as filmagens, substituindo o norueguês Roar Uthaug, responsável pelo longa de 2018. Wheatley é conhecido por filmes excêntricos, que rendem críticas positivas e culto, mas nunca chegam aos cinemas do Brasil, casos de “Sightseers” (de 2012), “Free Fire” (de 2017, com Brie Larson) e “High Rise” (de 2018, com Tom Hiddleston). Para descobrir sua filmografia, só buscando em streaming. Além de Wheatley, a produção contará com sua esposa, Amy Jump, que assina o roteiro da maioria dos longas do diretor. Importante destacar que ela entrou primeiro no projeto, anunciada em abril pelo estúdio. O contrato de Vikander inclui cláusula de reprise do papel, garantindo sua presença no novo filme. Mas o primeiro longa da atual franquia foi considerado medíocre pela crítica, com 52% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e deu prejuízo financeiro. Produzido por cerca de US$ 100 milhões, “Tomb Raider: A Origem” arrecadou em torno de US$ 274 milhões nas bilheterias mundiais. A expectativa é que o segundo filme possa se valer do reconhecimento da marca e faturar mais, como tem sido praxe nas continuações. Entretanto, o baixo rendimento original pode significar um orçamento menor para a sequência. O que pode estar por trás da contratação de uma roteirista e um diretor acostumados a trabalhar em filmes de poucos recursos econômicos. As filmagens devem começar nos primeiros meses de 2020, visando um lançamento em março de 2021.
Will Poulter vai estrelar a série baseada em O Senhor dos Anéis
O ator Will Poulter vai estrelar a série baseada em “O Senhor dos Anéis”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Amazon. Curiosamente, ele ficou conhecido por outra saga de fantasia, como protagonista de “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), inspirada na obra de C.S. Lewis – contemporâneo e amigo de J.R.R. Tolkien, o autor de “O Senhor dos Anéis”. Detalhes do personagem de Poulter não foram revelados. Ele é o segundo ator alistado no projeto, ao lado da australiana Markella Kavanaugh (da minissérie “Picnic at Hanging Rock”). Ainda sem título oficial, a série tem produção da dupla J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Não há previsão para a estreia da atração.









