Demi Lovato vai participar da temporada final de Will & Grace
A cantora e atriz Demi Lovato vai participar da última temporada da série “Will & Grace”, que estreia em 2020 na rede americana NBC. Ela postou uma foto em seu Instagram tirada no set da produção. Demi aparecerá em três episódios interpretando Jenny, uma garota que entra na vida de Will (Eric McCormack) de uma maneira inesperada. A última temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A despedida da série terá 18 episódios, mas ainda não teve data de estreia divulgada pela NBC. Um ano após quase morrer de overdose, Demi Lovato tem enchido a agenda de trabalhos. Além de “Will & Grace”, ela também vai estrelar “Eurovision”, novo filme de comédia produzido pela Netflix. Ver essa foto no Instagram Will & Grace & Demi ??♀️? @nbcwillandgrace #WillandGrace Uma publicação compartilhada por Demi Lovato (@ddlovato) em 27 de Ago, 2019 às 6:16 PDT
Última temporada de Mr. Robot ganha trailer festivo e sangrento
O canal pago USA Network divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da premiada “Mr. Robot”, que concluirá a série após hiato de dois anos em sua exibição. A prévia começa em clima de festa natalina e termina em violência sangrenta. E mostra o protagonista Elliot Alderson (Rami Malek) declarando que é tarde demais para ter medo de cruzar limites. Segundo o criador da atração, Sam Esmail, a série vai terminar numa espécie de “especial de Natal”. Cada vez mais envolvido com diferentes projetos (“Homecoming” na Amazon, “Briarpatch” no mesmo USA e filmes), Esmail foi quem tomou a decisão de encerrar a série, e para isso conseguiu autorização para estender a quantidade de episódios da 4ª temporada, visando concluir toda a história sem correria. “Mr. Robot” ajudou o canal USA a ganhar prestígio em meio ao competitivo mercado de séries dos Estados Unidos. O protagonista, Rami Malek, venceu um Emmy pela atuação na 1ª temporada – antes de conquistar seu Oscar por “Bohemian Rhapsody” – , enquanto o coadjuvante Christian Slater conquistou um Globo de Ouro. Com 12 episódios, dois a mais que a temporada passada, “Mr. Robot” voltará a ser exibida em 6 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Space.
Briarpatch: Série criminal estrelada por Rosario Dawson ganha primeiro trailer
O canal pago USA Network divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Briarpatch”, nova série de Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. A prévia destaca a participação de Rosario Dawson (“Luke Cage”), que tem o papel principal, e o convívio surreal com vários animais selvagens soltos numa cidadezinha americana. Baseada no romance homônimo do escritor Ross Thomas, a trama gira em torno de Allegra Dill (Dawson), uma investigadora que retorna para sua casa no Texas, na fronteira com o México, depois que sua irmã policial é assassinada. O que começa como a busca pelo assassino logo se transforma em luta para enfrentar uma cidade corrupta. Além de Rosario Dawson, o bom elenco da atração inclui Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Jay R. Ferguson (“The Conners”), Alan Cumming (“Instinct”), Brian Geraghty (“The Alienist”), Jon Beavers (“Animal Kingdom”), Edward Asner (“Disque Amiga para Matar”) e Edi Gathegi (“The Blacklist: Redemption”). Esmail assina a produção, mas o roteiro do piloto ficou a cargo de Andy Greenwald (produtor de “Legion”), enquanto a direção é da cineasta Ana Lily Amirpour (“Amores Canibais”). A estreia está prevista apenas para 2020.
Hailee Steinfeld vive a poeta Emily Dickinson em trailer de série da Apple
A Apple divulgou o primeiro trailer de “Dickinson”, série de comédia sobre a aclamada poeta do século 19 Emily Dickinson. A prévia enfatiza os aspectos rebeldes da jovem, retratando-a na pós-adolescência como uma garota moderna – isto é, dos dias de hoje, que conhece movimentos de kung fu, faz dedinhos de heavy metal e passos de hip-hop. Este comportamento anacrônico (isto é, fora de época) evoca “Maria Antonieta” e contrasta com a ambientação e os demais personagens. Para completar, o vídeo também mostra uma interação entre as poesias de Emily Dickinson e seus atos de rebeldia. Na vida real, porém, a poeta viveu reprimida pela família e teve seu talento literário reconhecido apenas após a morte. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), a série é descrita como um olhar cômico no mundo de Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. O papel principal é vivido por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). “Dickenson” tem produção do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e vai marcar o primeiro papel regular de Steinfeld em uma série de televisão. O elenco também inclui Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Gus Birney (“The Mist”) e Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”). A série deve ser disponibilizada no lançamento da plataforma de streaming Apple TV+, previsto para novembro nos Estados Unidos.
Atriz de 13 Reasons Why apaga Instagram após ser atacada por “fãs” da série
É irônico, mas fãs de “13 Reasons Why”, série que condena o bullying em adolescentes, resolveram fazer bullying contra uma intérprete adolescente da produção. A atriz Grace Saif, que vive a personagem Ani Achola, apagou todas as fotos de seu perfil no Instagram após ser atacada por “fãs” que não gostam de sua personagem. Grace Saif se juntou ao elenco na 3ª temporada, fazendo o papel de Ani, uma nova aluna da Liberty High que chegou à cidade com sua mãe, contratada para cuidar do avô doente de Bryce Walker. A atriz é negra, tornou-se a nova narradora da história e ainda beija o galã Dylan Minnette na série. Depois de receber muitas mensagens negativas de quem não gostou da sua personagem, Grace excluiu suas fotos do Instagram (sua conta ainda está ativa) e bloqueou sua conta no Twitter. O ator Timothy Granaderos, que também participa da série, resolveu se manifestar na rede social sobre o caso. “Se você apoia ou não um personagem no nosso programa fictício de TV, lembre-se de que há um talentoso e bonito ator/atriz trazendo essas palavras roteirizadas para a vida”, escreveu. A verdade é que irônico não é a palavra adequada para descrever o ataque dos “fãs”. São atos tristes, repugnantes e simplesmente imbecis, que mostram o lado sombrio do fandom. Ver essa foto no Instagram *please take a second to read* Hey Y’all, just a reminder. Whether or not you support, like, or love, a character in our fictional tv show—please remember that there is a talented and beautiful actor/actress bringing those scripted words to life. One of the underlining themes in our show is to take care of each other. I’ve seen some pretty nasty things being said online, concerning the introduction of a new character. Y’all are passionate & we love you for that, but PLEASE PLEASE try to be kind and respect the work of the talented actress/actor behind the character. Love y’all & keep taking care of each other ❤️ Uma publicação compartilhada por timothy granaderos jr. (@timothygranaderos) em 26 de Ago, 2019 às 5:41 PDT
O Rei: Timothée Chalamet é Henrique V em trailer de épico medieval da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “O Rei” (The King), que traz Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”) como um dos reis mais jovens e famosos da Inglaterra, sobre quem William Shakespeare escreveu uma de suas peças mais conhecidas, “Henrique V”. A nova versão é bem diferente das filmagens anteriores desta história, entre elas a que lançou a carreira cinematográfica de Kenneth Branagh, em 1989. A começar pela juventude de Chamalet. Mas principalmente por não seguir o texto shakespeareano, que embora seja poético também é bastante rebuscado para o público atual. O roteiro foi escrito pelo ator Joel Edgerton, que interpreta um dos personagens principais da história, o cavaleiro alcoólatra John Falstaff. Ele assina a trama em parceria com o diretor do filme, o australiano David Michôd. Os dois já tinham trabalhado juntos antes em “Reino Animal” (o filme que originou a série homônima), estrelado por Edgerton e dirigido por Michôd em 2010. A trama vai encontrar Henry ainda como príncipe, que prefere beber nas tavernas entre os pobres a assumir compromissos da corte, mas que, com a morte de seu pai, se vê transformado num rei que precisa enfrentar conspirações e uma guerra com a França. E para aguentar as pressões, ele busca ajuda de seu companheiro de porres, Falstaff, que se torna seu mentor. Repleta de traições, decepções e atos de heroísmo, a história também inclui uma das batalhas mais épicas da história da Inglaterra, em que uma derrota iminente virou vitória lendária. O elenco ainda destaca Robbert Pattinson como o Delfim da França, o príncipe herdeiro do trono francês, em nova parceria com Michôd após “The Rover – A Caçada”, em 2014, além de Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”) como o rei Henrique IV e Lily-Rose Depp (a filha de Johnny Depp) como a princesa Catherine de Valois. A plataforma de streaming ainda não confirmou a data de estreia do filme, que terá première mundial na segunda-feira (2/9) no Festival de Veneza.
Um Dia de Chuva em Nova York: Novo filme de Woody Allen ganha trailer legendado
A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Um Dia de Chuva em Nova York” (A Rainy Day in New York). Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon, após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Apesar disso, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive parte do elenco visto no trailer abaixo, após a repercussão da campanha negativa. Para complicar ainda mais, o tema do filme entrou na usina de rumores das redes sociais, levando muitas publicações a noticiarem que a trama explorava o relacionamento de uma adolescente, vivida por Elle Fanning (“Espírito Jovem”), com um homem muito mais velho, que seria o personagem de Jude Law (“Capitã Marvel”) ou de Liev Schreiber (“Ray Donovan”). Isto tornaria o filme difícil de ser aceito nos tempos atuais. Entretanto, o trailer traz outro contexto para o envolvimento da personagem de Fanning com homens mais velhos – e não apenas com um personagem específico – , deixando claro que Allen tem sido vítima de fake news. A prévia detalha toda a história, que é bastante envolvente. Elle Fanning é uma universitária que consegue uma entrevista exclusiva com um importante diretor de cinema (Liev Schreiber) em Nova York, e viaja com seu namorado (Timothée Chalamet, de “Me Chame pelo Seu Nome”) para passar um fim de semana romântico na cidade após a conversa marcada. Mas em plena entrevista o diretor revela passar por uma crise e convida a jovem a acompanhar os bastidores de seu novo filme, colocando-a em contato com outros integrantes da indústria, como os personagens de Jude Law e Diego Luna (“Rogue One”). Este último é um galã seguido por paparazzi que confundem Fanning com uma namorada. Ao mesmo tempo, ela se entusiasma com o acesso irrestrito e a possibilidade de um furo de reportagem, esquecendo o namorado. As horas passam, o namorado fica cada vez mais nervoso, mas também acaba se envolvendo numa filmagem, onde precisa beijar uma atriz interpretada por Selena Gomez (“Os Mortos Não Morrem”). A trama se complica e começa a chover. Allen processou a Amazon por não lançar o filme nem cumprir o contrato que previa a produção de seus próximos longas. A Amazon topou a briga e disse que não ia lançar mesmo, porque Allen ficou radioativo devido ao #MeToo. Mas Allen não ficou radioativo. Ele já está filmando outro longa e conseguiu recuperar os direitos de “Um Dia de Chuva em Nova York”, fechando com várias distribuidoras internacionais para realizar o lançamento do filme, que chega ao Brasil em 26 de dezembro.
Whindersson Nunes, Bruno de Luca, Tirullipa e Tom Cavalcante voltam a se juntar no trailer de Os Parças 2
A Paris Filmes divulgou o trailer de “Os Parças 2”. A continuação do besteirol de 2017 se passa numa colônia de férias, onde Whindersson Nunes (“Os Penetras 2”), Bruno de Luca (“Copa de Elite”), Tirullipa (filho de Tiririca) e Tom Cavalcante (do “Zorra Total”) são contratados como monitores-faxineiros. O humor da prévia é aquele do “Zorra Total”, repleto de piadas machistas, preconceituosas e de duplo sentido. A comédia foi escrita por Cláudio Torres Gonzaga (do fraco “Vestido Pra Casar” e responsável pelo roteiro do primeiro filme) e dirigida por Cris D’Amato (“Sai de Baixo – O Filme”). A estreia está marcada para 14 de novembro.
Novos donos da casa de Invocação do Mal afirmam que ela ainda é assombrada
Enquanto a maioria das pessoas corre para se livrar de casa ligadas a eventos trágicos, o casal Cory e Jennifer Heinzen correram para adquirir a casa mal-assombrada que lançou a franquia “Invocação do Mal” no cinema. Assim que viram o anúncio na internet e reconheceram a residência, eles imediatamente se dispuseram a cobrir ofertas, mudando-se para a casa de Harrisville, onde o casal Warren supostamente encontrou fenômenos paranormais. Vale observar que a casa apresentada no filme é um cenário e não é a mesma residência em que os eventos sobrenaturais foram realmente verificados. A construção original é, por sinal, bem diferente do set cinematográfico, por isso a foto da fachada não lembra o filme. A casa comprada foi a do “terror” real. Na década de 1970, a família Perron, com cinco filhas, morava na casa de Harrisville, construída em 1736. O que quer que vivesse lá com eles “era brincalhão no começo, mas depois começou a ficar mais sinistro, mais sombrou”, lembrou Heinzen. “Ataques físicos, doenças misteriosas”, acrescentou. Isso atraiu a atenção de Ed e Lorraine Warren, famosos investigadores paranormais de Connecticut, cujas experiências inspiraram o filme de terror de 2013. Cory Heizen diz que se inspirou nos Warren para se tornar, ele próprio, um investigador paranormal, atividade que exerce há dez anos. “Sou fascinado pelos Warren”, ele assumiu, descrevendo a residência como “uma peça da história paranormal”. Uma história que, aparentemente, ainda não terminou. “Nós temos portas que abrem, ouvimos passos e batidas. Eu tive uma certa dificuldade de ficar lá sozinho. Eu não tenho o sentimento de que há algo maligno, mas ela está possuída. Você pode sentir que há muitas coisas estranhas acontecendo lá”, garantiu o novo proprietário da residência. Apesar da história da casa, os dois decidiram viver lá por conta do tamanho e por ter um enorme pátio. Além disso, pretendem reformá-la e abri-la para visitas, explorando o “turismo de terror”. “Toda essa jornada tem sido assustadora, mas é também empolgante. Estou ansiosa por compartilhar a energia dessa casa com outras pessoas”, disse Jennifer Heizen. Relembre o trailer de “Invocação do Mal”.
Os Vingadores se juntam à campanha mundial para defender a Amazônia
Astros dos Vingadores, Chris Hemsworth, intérprete de Thor, Chris Evans, o Capitão América, e Mark Ruffalo, o Hulk nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, em inglês), juntaram-se às celebridades internacionais preocupadas com o incêndio da Amazônia, que só tem aumentado diante das reações (ou falta delas) do presidente Jair Bolsonaro à crise ambiental. Ruffalo postou imagens atuais dos incêndios que assolam a Amazônia, afirmando que “não são naturais”, e citou explicitamente Jair Bolsonaro como culpado. “As queimadas fazem parte de uma crise política na qual os governos da região, mais notavelmente o de Jair Bolsonaro do Brasil, permitiram a destruição arbitrária de áreas anteriormente protegidas, incluindo terras de povos indígenas”. Ele postou um “mapa do incêndio”, explicando que as queimadas são feitas “para desmatar florestas para terras agrícolas, principalmente para gado”, e postou um link para uma ONG, a Amazon Frontline, que está levantando fundos para apoiar o combate ao incêndio com apio de lideranças indígenas locais. Já os dois Chris postaram um texto divulgando a campanha da Earth Alliance, organização fundada por Leonardo DiCaprio, e destacando o apoio financeiro prometido pelo colega à ONGs que estão envolvidas em iniciativas para combater os incêndios. “Começando hoje, a Earth Alliance formou um Fundo da Floresta Amazônia, com um comprometimento de US$ 5 milhões para focar em recursos críticos para comunidades indígenas e outros parceiros locais que estão trabalhando para proteger a biodiversidade a Amazônia contra o crescimento de incêndios atualmente na região”, escreveram Hemsworth e Evans nas redes sociais. DiCaprio doou a fortuna diretamente para as ONGs, o que evita que Bolsonaro recuse o dinheiro, como está ameaçando fazer com o G7. O próprio ator já trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017. Ele não fez propaganda do fato até os últimos dias, quando usou essa experiência para louvar a importância do trabalho dos combatentes do fogo e revelar que a maioria deles é membro das comunidades indígenas – as mesmas que o presidente do Brasil decidiu atacar nesta terça-feira (27/8), quando muitos esperavam planos para combater o incêndio, aparentemente inexistentes. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo”, escreveu DiCaprio em seu Instagram. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que eles fazem”. Três dias antes, DiCaprio tinha publicado um texto altamente politizado sobre o incêndio, em que citava o aumento de 84% no desmatamento da Amazônia nos primeiros meses do governo de Bolsonaro e citava nominalmente o presidente do Brasil como principal responsável pela crise. “Cientistas e conservacionistas atribuem a aceleração do desmatamento ao presidente Jair Bolsonaro, que lançou um convite aberto a madeireiros e fazendeiros para limpar a terra depois de assumir o cargo em janeiro”, ele escreveu. Ver essa foto no Instagram The fires now raging across the Amazon are not natural. They are part of a political crisis in which the governments of the region, most notably that of Jair Bolsonaro of Brazil, has enabled the wanton destruction of formerly protected areas, including indigenous peoples' lands. In this fire map produced by @globalforests you can see the sheer breadth and magnitude of the crisis. These are fires that are being set to clear forests for agricultural land, mainly for cattle. The satellite image shows a current example of several of these fires. @AmazonFrontlines is raising funds to support local indigenous-led responses to these catastrophic fires, please consider supporting their efforts at the link in my bio ⬆️ #ActForTheAmazon #ActForAmazonia #StopBolsonaro Photo credit: Center for Global Discovery and Conservation Science / Planet Labs Inc Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) em 25 de Ago, 2019 às 8:05 PDT .@EarthAlliance has formed an emergency Amazon Forest Fund with $5m to focus critical resources for indigenous communities and other local partners working to protect the biodiversity of the Amazon against the surge of current fires. Learn more & donate: https://t.co/uJfufXJg3S — Chris Evans (@ChrisEvans) August 26, 2019 Ver essa foto no Instagram Starting today, @EarthAlliance has formed an emergency Amazon Forest Fund with a commitment of $5 million dollars to focus critical resources for indigenous communities and other local partners working to protect the life-sustaining biodiversity of the Amazon against the surge of fires currently burning across the region. 100 percent of your donation will go to partners who are working on the ground to protect the Amazon. @leonardodicaprio. To learn more and to donate, visit ealliance.org/amazonfund (Link in bio) ?: @chamiltonjames Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 26 de Ago, 2019 às 7:24 PDT
Sting acusa governo brasileiro de negligência intencional e criminosa em relação à Amazônia
O cantor, músico e ator Sting escreveu uma carta aberta criticando a falta de ação do governo brasileiro em relação ao incêndio devastador que corrói a Floresta Amazônica. Em nota publicada no Facebook, ele fez duras críticas à falta de reação do presidente Jair Bolsonaro ao incêndio da Amazônia. Sem citar nomes, acusou o “líder populista” de ser cético em relação ao aquecimento global, de defender “clichês ultrapassados de nacionalismo” e atuar com “negligência intencional” e “criminosa”. Sting é ativista do meio ambiente e inaugurou em 1987 a fundação Rainforest Foundation (Fundação Floresta Tropical, em português) dedicada à preservação da Amazônia, tendo trabalhado de perto com tribos indígenas brasileiras. Ele é amigo pessoal a três décadas do Cacique Raoni. Nesta terça (27/8), Bolsonaro atacou as tribos indígenas brasileiras numa reunião de emergência com os governadores da Amazônia Legal e ameaçou recusar a ajuda financeira oferecida pelo G7 para combater o incêndio na floresta. Leia abaixo a carta de Sting traduzida na íntegra: “Reza a lenda que o Imperador Nero ‘tocava lira enquanto Roma queimava’. Enquanto obviamente nos arrepiamos com os fatos duvidosos de que um homem tão estúpido poderia ter sido um músico, nenhum de nós, eu incluso, poderia ser complacente com as dimensões trágicas do desastre que toma conta da Floresta Amazônica enquanto escrevo. A Amazônia pega fogo em uma velocidade sem precedentes – 80% mais do que no último ano com 39% a mais de desmatamento – e o mundo de repente começou a se dar conta. Líderes populistas citando agendas nacionalistas ou afirmando que as mudanças climáticas e suas consequências são uma farsa são culpados de muito mais do que ficar parados e fazer nada. Isso é negligência criminosa em escala global. Não há mais lugar para clichês ultrapassados de nacionalismo em um mundo onde todos nós respiramos o mesmo ar e no qual todos sofreremos as consequências dessa negligência intencional”.
Edson Celulari vai virar diretor de cinema
O ator Edson Celulari (da novela “O Tempo Não Para”) vai dirigir seu primeiro longa-metragem no ano que vem. O filme, que também será estrelado por ele, é baseado numa história do cineasta e roteirista Paulo Nascimento sobre um pai e uma filha que decidem fazer uma viagem pela América Latina para se aproximar. A informação é da coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, que não traz mais detalhes. Curiosamente, Celulari não costuma atuar em muitos filmes. Neste século, foram apenas dois. Ele focou sua carreira na TV. Tanto que já trabalhou com Nascimento numa série: “Animal”, em 2014 no canal pago GNT. Os dois também colaboraram num dos raros filmes recentes de Celulari, “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos”, de 2018.
A Vida Invisível é o filme escolhido para representar o Brasil no Oscar 2020
O filme “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz, foi escolhido pela ABC (Academia Brasileira de Cinema) para representar o Brasil na disputa de uma vaga no Oscar 2020. O longa escolhido vai concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Internacional (novo nome da categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira) na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta terça (27/8) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Segundo Anna Mulayert, diretora da comissão da ABC, a escolha foi acirrada e se deu por diferença mínima de votos. “Estamos felizes com a qualidade dos filmes inscritos, com três filmes que estiveram em Cannes. Houve uma discussão de alto nível. Não houve unanimidade, embora todos tenham gostado do filme escolhido”, comentou a cineasta. “A Vida Invisível” foi a escolha de cinco votantes, enquanto “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho, foi o 2º colocado com quatro. Muylaert revelou que um grupo de votantes desejava passar uma mensagem política mais forte, escolhendo “Bacurau”, enquanto outros priorizavam a viabilidade do escolhido para o Oscar. Ao contrário deste raciocínio, nos últimos anos, a Academia tem privilegiado escolhas mais politizadas, conforme demonstram as vitórias do iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, em 2017, num protesto contra a política migratória do presidente Trump, o chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, em 2018, a favor da causa LGBTQIA+, e o mexicano “Roma”, de Alfonso Cuarón, em 2019, filmado em preto e branco e centrado numa empregada pobre e descendente de indígenas, num tom de inclusão social. “A Vida Invisível”, porém, também é socialmente engajado, já que sua temática é feminista. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Os cinco membros que preferiram “A Vida Invisível” citaram preocupações como o levantamento de verba para o lançamento e divulgação de “Bacurau” nos Estados Unidos. Vencedor do troféu de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, o filme de Karim Aïnouz tem produção da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, que já disputou o Oscar de Melhor Filme com “Me Chame pelo Seu Nome”. Além disso, fechou distribuição nos Estados Unidos com a Amazon, que deve investir alto para dar visibilidade à produção. Em setembro, “A Vida Invisível” terá a sua primeira exibição na América do Norte, no Festival de Toronto. A seleção, porém, frustra mais uma vez o cineasta Kleber Mendonça Filho, que novamente apareceu com um filme favorito, “Bacurau”, e voltou a ser preterido. Em 2017, seu filme “Aquarius” perdeu a indicação para “Pequeno Segredo”, de David Shürmann, e, na ocasião, a escolha foi considerada política, devido a um protesto de Mendonça Filho e sua equipe contra o “golpe” (nome dado pela esquerda ao Impeachment de Dilma Rousseff) no tapete vermelho do Festival de Cannes. A atual presidente da comissão da ABC, Anna Muylaert chegou a ridicularizar o “Pequeno Segredo”, chamando-o de “O Pequeno Golpe”, “dirigido por Michel Temer e cia”. Importante destacar ainda que apenas 12 filmes se inscreveram para disputar o Oscar 2020, num período em que cerca de 150 produções nacionais foram lançadas. No ano passado, quando “O Grande Circo Místico” foi escolhido, 22 produções participaram da disputa. A grande diferença causa estranheza. Ainda mais que um dos favoritos, “Amor Divino”, de Gabriel Mascaro, não participou da seleção. Premiado em festivais internacionais e com 100% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes, “Amor Divino” tem potencial mais polêmico que “Bacurau”, ao mostrar o Brasil do futuro como uma nação subjugada pela extrema direita evangélica, que proibiu até o carnaval. Era provavelmente o representante que mais desagradaria Jair Bolsonaro, primeiro presidente brasileiro ativamente envolvido na censura de obras culturais desde a ditadura militar no país. A escolha de “A Vida Invisível” não significa que o filme brasileiro concorrerá ao Oscar. Apenas que este será o título enviado aos organizadores do prêmio para representar o Brasil numa relação de filmes de todo o mundo. A lista completa passará a seguir por uma triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. Os indicados ao Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a premiação está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.











