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    Rambo declara guerra ao tráfico mexicano no trailer brutal de seu quinto filme

    30 de maio de 2019 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Rambo: Last Blood”, em que Sylvester Stallone aparece encarnando o personagem pela quinta vez, em cenas tensas e violentas. A prévia remete ao tipo de ação vista no primeiro filme da franquia, com John Rambo cercado de inimigos e revidando com armadilhas e brutalidade, mas também assume forte pegada de western, com Rambo a cavalo, num rancho e ao som de “Old Town Road”, hit country de Billy Ray Cyrus e Lil Nas X. O trailer não explica a história, mas indica que, após anos de lutas em diferentes guerras, o personagem se “aposentou” e vive em uma fazenda. Até que chega a hora de “encarar o seu passado”, como diz ele próprio na narração. Esta frase tem mais de um sentido. O primeiro “Rambo” – que, vale lembrar, foi lançado em 1982 nos EUA com o título “First Blood” – chegou aos cinemas logo após o presidente Ronald Reagan declarar guerra às drogas. E o novo “Rambo” faz literalmente isso, ao enfrentar um cartel de traficantes. De quebra, reitera a “política” de Trump ao mostrar que do outro lado da fronteira só tem bandido. O “passado” citado também tem significado literal. Ele “adotou” a neta de uma antiga empregada do rancho de sua família, já que não possui parentes vivos, e a história envolve a descoberta da garota de seu verdadeiro pai, no México, e sua decisão de ir encontrá-lo. “Coisas ruins vão acontecer. Vai haver muita vingança neste filme. Muita gente sendo machucada”, explicou Stallone, durante o Festival de Cannes, onde foi homenageado. O roteiro foi escrito pelo próprio Stallone, com a ajuda de Matthew Cirulnick (“Absentia”), e a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg, que dirigiu Mel Gibson em “Plano de Fuga”. O elenco ainda inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”) e a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”). A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Rocketman é a melhor estreia de cinema da semana

    30 de maio de 2019 /

    Das oito estreias desta quinta (30/5), três chegam um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. E vêm ocupar um circuito já saturado de blockbusters. Cinebiografia do cantor Elton John, “Rocketman” é disparada a melhor opção da programação. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), é mais musical e, mesmo com seus arroubos de fantasia poética, fiel à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer dublagem – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”. Já “Godzilla II: Rei dos Monstros” é um desastre literalmente monstruoso. Filme escuro e confuso, prova que não basta aumentar os efeitos visuais para justificar uma continuação. Sem história coerente (o diretor e roteirista Michael Dougherty assinou os roteiros fracos de “Superman, o Retorno” e “X-Men: Apocalipse”), acabou pisoteado pela crítica nos EUA, com 45% de aprovação na média do Rotten Tomatoes após a avaliação de 83 resenhas. Em menos salas, o suspense “Ma” traz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011), como uma tiazinha aterrorizadora. O diretor Tate Taylor é o mesmo de “Histórias Cruzadas”. Mas não leva sua premissa ao extremo – o que rendeu 65% no Rotten Tomatoes, em 43 resenhas apuradas. No circuito limitado, os dois destaques têm temáticas similares. Uma das boas surpresas americanas do ano passado (80% no RT), “Anos 90” é um drama indie com skatistas, que marca a estreia do ator Jonah Hill (“Anjos da Lei”) como roteirista e diretor. O brasileiro “Dias Vazios” também acompanha jovens oprimidos com desejo de liberdade, e da mesma forma representa a estreia do roteirista e diretor Robney Bruno Almeida. Confira abaixo mais detalhes, como os trailers e as sinopses, de todas as estreias da semana. Rocketman | EUA | Cinebiografia Musical A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden). Godzilla II: Rei dos Monstros | EUA | Fantasia Nesta continuação que se passa cinco anos após “Godzilla” (2014), os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs. Ma | EUA | Suspense Maggie (Diana Silvers) e seus amigos, todos menores de idade, estão tentando descolar bebidas alcóolicas em um mercado quando conhecem Sue Ann (Octavia Spencer), uma mulher adulta que usa sua identidade para ajudá-los. Além de comprar as bebidas, ela decide oferecer sua casa para que eles organizem uma festa com o pessoal do colégio. Os eventos acabam se tornando uma rotina do grupo, até que os jovens começam a identificar um comportamento estranho da dona da casa, que se torna cada vez mais controladora e obsessiva. Anos 90 | EUA | Drama Aos 13 anos, Stevie (Sunny Suljic) é um garoto de Los Angeles tentando curtir o início da adolescência enquanto tenta relevar o relacionamento abusivo com o irmão mais velho. Em plena década de 1990, ele descobre o skate e aprende lições de vida com o seu novo grupo de amigos. Dias Vazios | Brasil | Drama Silvânia, interior de Goiás. Jean (Vinícius Queiroz) é um jovem revoltado, que não suporta a cidade onde vive. Ele namora Fabiana (Nayara Tavares) e vive contestando a freira (Carla Ribas) que coordena a escola em que estuda. Dois anos após o desaparecimento do casal, outro aluno da mesma escola decide escrever um livro sobre o assunto. Trata-se de Daniel (Arthur Ávila), também pessimista, que conversa apenas com a namorada, Alanis (Natália Dantas). Obcecado pela história de Jean e Fabiana, Daniel busca por pistas sobre o que aconteceu com eles, de forma que possa concluir seu livro. Compra-me um Revólver | México | Drama Em um mundo cheio de violência, onde as mulheres se prostituem e são mortas, uma garota usa uma máscara do Hulk e uma corrente no tornozelo para esconder seu gênero, e ajuda o pai, um viciado atormentado, a cuidar de um campo de beisebol abandonado, onde os traficantes jogam. Um dia, o pai da menina é chamado para tocar em uma festa organizada por um traficante e ele não tem escolha senão levar sua filha junto. No dia seguinte, Hulk acorda cercada pelo caos e pela morte e precisa lutar por sua liberdade. Zaatari – Memórias do Labirinto | Brasil, Argentina | Documentário No deserto de Mafrak, localizado na fronteira entre a Síria e a Jordânia, se desenvolve um dos maiores campos de refugiados do mundo, onde uma nova cartografia é estabelecida. Milhares de Famílias se arriscam diariamente para chegar no local, buscando abrigo no meio do caos de uma guerra civil que já matou mais de 400 mil pessoas. Rindo à Toa – Humor sem Limites | Brasil | Documentário Desde que a política brasileira foi considerada oficialmente reaberta em 1988, uma nova vertente do humor nacional começou a surgir. Utilizando-se de artifícios que por muitos anos foram proibidos, os humoristas da década de 1980 foram inspirados por ídolos que precisaram enfrentar a censura e cumpriram o difícil desafio de realizar humor em um país cuja criatividade era cerceada.

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    Ashton Kutcher testemunha em julgamento do serial killer que matou sua namorada

    29 de maio de 2019 /

    O ator Ashton Kutcher participou nesta quarta (29/5) do julgamento de um serial killer em Los Angeles. Ele foi testemunha da acusação contra Michael Gargiulo, suspeito de matar várias mulheres, incluindo uma namorada do ator, a estudante de moda Ashley Ellerin. Ashton é considerado uma testemunha importante, porque chegou a visitar a casa de sua então namorada logo após o assassinato, em 2001, e por isso pode estabelecer detalhes importantes do crime. O ator confirmou os detalhes que já havia fornecido para a polícia durante a investigação. Ele contou que havia marcado de sair com Ellerin na noite de 21 de fevereiro de 2001, e que falou com ela pela última vez às 8 horas da noite daquele dia, confirmando o encontro. A polícia acredita que a jovem foi morta pouco depois de desligar o telefone, e que foi surpreendida por Gargiulo quando estava saindo do banho. O acusado teria esfaqueado a vítima nada menos do que 47 vezes, antes de fugir. Por volta das 11 horas da noite, o ator chegou na casa de Ellerin e tocou a campainha. Sem conseguir resposta, Kutcher notou que as luzes estavam acesas no apartamento, e espiou pela janela para a sala de estar. O ator conseguiu observar uma mancha vermelha no carpete do cômodo, mas presumiu que ela havia sido causada por vinho tinto. “Isso não me surpreendeu, porque fui a uma festa na casa dela alguns dias antes, e estava tudo uma bagunça. Não pensei duas vezes”, comentou ele no testemunho. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. No dia seguinte, segundo Kutcher, a polícia o procurou para notificar que o corpo de Ellerin havia sido encontrado por sua colega de quarto. O ator confessou que “entrou em pânico”, achando que a polícia o considerava um suspeito. A investigação de seu assassinato só foi concluída recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e três outros assassinatos de mulheres, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo. Ele enfrenta julgamento não só pelo caso envolvendo Ellerin, mas também por esfaquear outra mulher, chamada Maria Bruno, em 2005. A polícia suspeita que o homem também seja responsável por outros crimes. Por conta da notoriedade do caso, graças ao envolvimento de Kutcher, o assassino de 43 anos foi batizado de “estripador de Hollywood” pelos tabloides.

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    Mandy Moore vira primeira atriz famosa a subir o monte Everest

    29 de maio de 2019 /

    Mandy Moore se tornou a primeira atriz famosa a visitar o Monte Everest. A estrela da série “This Is Us” e voz da princesa Rapunzel na franquia animada “Enrolados” fez história no último domingo (26/5) ao chegar ao acampamento-base do Monte Everest, no Nepal, onde as condições climáticas atuais estão ainda mais rígidas do que em outras épocas. A atriz e cantora postou várias fotos da façanha no Instagram, escrevendo numa das legendas que a experiência representou uma mudança completa de perspectiva para sua vida. “É uma conquista enorme que pretendo adaptar ao mundo real, seja como inspiração para um treino pesado na academia ou simplesmente no caso de estar tendo um dia daqueles”, disse a atriz de 35 anos do alto de um dos pontos mais elevados do planeta, a 5.395 metros acima do nível do mar. Acompanhada de dois amigos e de dois guias profissionais – inclusive a primeira americana a fazer a escalada sem tubos de oxigênio – , Moore fez sua incursão no Everest em um ano especialmente conturbado, em que 11 pessoas já morreram tentando escalar o monte. O número elevado de mortes é resultado de um recorde de autorizações concedidas pelo governo do Nepal para a escalada ao pico do mundo. Mas Moore fez questão de explicar que não fez alpinismo. Ela seguiu a trilha que existe na montanha, um exercício de trekking radical, que permite chegar à principal base de apoio aos alpinistas a pé. Ali, onde a verdadeira escalada começa, foi onde sua aventura terminou. Entretanto, seguir a trilha sinuosa montanha acima não é nada fácil e também inclui vários perigos, como quedas, falta de oxigênio, frio intenso, surpresas meteorológicas e desafio de resistência. A jornada dura dez dias de caminhada. Moore diz que subiu sem saber o que encontraria e desceu com a certeza de ter encontrado a si mesma. Ver essa foto no Instagram There is so much magic in these mountains. They represent adventure in the grandest form and in a language all their own. The idea of standing at the base of the world's tallest peak with @eddiebauer, a brand that has been outfitting record-setting climbers since the beginning – from the first American ascent in 1963 (Jim Whittaker) to our guide @melissaarnot, the first American Woman to ascend and descend Everest without oxygen, is truly beyond my wildest imagination. Traversing this terrain has its challenges. Breathing at altitude, for instance, is not easy. One of the greatest gifts/lessons that Melissa simultaneously bestowed on us during this trek was the fine art of pressure breathing. It makes all the difference as you climb higher. It’s essentially a big inhale and a sharp, forceful exhale, like you’re blowing out a candle across the room, to open up your lungs, allowing you to use more oxygen, etc… Besides hydration and staying nourished, breathing is THE vital key in the fight against altitude sickness. It’s also a major takeaway that I will be employing back to the real world whether I’m in the midst of a tough workout or a weird day. Mind blown. So as we weaved around the Himalayas from 14,400ft-16,200ft-17,600ft: this particular technique was essential in propelling us forward. Needless to say, this part of the world holds a very special place in @melissaarnot’s heart so her willingness to share it, as well as her time, knowledge and endless trove of stories were so appreciated by all of us lucky enough to walk alongside her this past week. Her belief in our abilities to keep moving and ultimately make it to the base of the Mighty, Mighty Mt. Everest was so powerful. Spoiler alert: we made it!!! It’s impossible to be lucky enough to arrive at the foot of these mammoth peaks and not be attuned to the palpable energy of all of those who came before and lost their lives in these mountains. The wave of emotion: respect, reverence, appreciation….that washed over us as we took in the prayer flags and yellow domed tents of basecamp AND sat on the rocks regarding the chortens that dot the hillside of the Tukla Pass the day before, profoundly Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 27 de Mai, 2019 às 3:15 PDT Ver essa foto no Instagram One of the reasons I’m passionate about working with @eddiebauer is due to the authenticity of their programs – they've been supporting @thejuniperfund since its inception, understanding that we must support the mountain communities that support us. Founded by two @eddiebauer guides (Melissa Arnot & David Morton), the Juniper Fund provides financial support, vocational training and small business grants to the families of local workers who are killed working in the Himalayas. This week we’ve gotten a small glimpse into the impact on the lives of the families that TJF supports with the help of Eddie Bauer and other partners. • This week over 400 people summited Everest and around HALF of them were local workers. @thejuniperfund supports families of those workers when things go wrong- to contribute or learn more see link in bio. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 24 de Mai, 2019 às 7:22 PDT Ver essa foto no Instagram Not to take away from our journey but I felt compelled to explain the difference between our trekking trip to Everest Base Camp vs the experienced and professional mountaineers and alpinists who are CLIMBING Everest. If all goes well, we will have completed what is only 1/6 of the entire trip for someone who actually climbs (8 weeks total). We stand in awe of the fortitude and training and superhuman strength it takes to attempt a feat like Everest and are deeply honored just to be here and feel the Khumbu vibes. #whyihike #everestviewtrek Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 23 de Mai, 2019 às 7:20 PDT Ver essa foto no Instagram I went into this Everest viewing trek relatively blind. Not unprepared, mind you…but I wanted to venture forward into the unknown with an open mind and heart and as free of expectations as possible. I also knew we were in extraordinary hands with our friend/ @eddiebauer alpine guide and Everest extraordinaire @melissaarnot (she’s summited 6 times and guided the Basecamp trek between 35-40 times so this isn’t her first rodeo). Once we arrived in Kathmandu and had our de-brief about what the next 10 days of our life we’re going to look like, it became abundantly clear that this experience was going to be one of physical discomfort, personal challenge AND fundamental spiritual growth. Sign me up. We also decided as a group to refer to our trip as a Everest viewing trek incase our plans deviated from the original goal of making it to base camp, placing greater importance on the journey and not the destination. In addition to living out this bucket list dream, being gently placed in this middle of this extraordinary country of Nepal and bearing witness to the customs and culture of the Sherpa people has been spellbinding. So much to take in, in every way. 3 days in, I’m writing this from 11,500 feet, tucked away in the terraced village of Namche (also known as the Sherpa center of the Khumbu Valley) as transparent clouds of mist seem to obscure our view of the hustle and bustle below and then just as quickly, glide away to reveal the towering peaks of Kongde Ri and Kwande La. We’ve been acclimatizing here for the past 2 days, taking on some day treks to help prepare our bodies and breath for the travels ahead. Not sure what awaits us on the road today but this group is in it all together (with all the snacks and milk tea one could ever want)! Stay tuned…. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 22 de Mai, 2019 às 7:43 PDT Ver essa foto no Instagram There’s no way to distill this experience down to a few sentences. There’s no way to encapsulate what coursed through our veins and brains living in the mountains this past week. It will come in time. I think I’m slowly learning that I feel most like me when I’m outdoors. It’s couldn’t be any more outside my every day realm and yet there’s something entirely refreshing about being tasked with nothing more than breathing and slowly putting one foot in front of the other. One thing I know for certain is that this trip was what it was thanks in large part to the company. Being able to adventure alongside those you love deeply (@streicherhair, @chaseweideman, @thejendaltonshow) and new friends alike (@starfire_reid, @julianapse, @tyler__reid, @sherpatseringdolker), is an absolute gamechanger. We shared everything: laughs, toilet paper, snacks, skincare, the silly songs that got stuck in our heads, milk tea, selfies, the “happy naturals”, etc…. all the makings of a quality trip to the most remarkable place any of us have ever been. I’m also left inspired by the collective perseverance this group had to help each other every step of the way and to watch as we all met this shared goal of reaching base camp together is something I’ll never forget. Thank you to our friends at @eddiebauer for making this happen! And to the true MVP of this trek, @melissaarnot: thank you for sharing such a substantial piece of yourself and this second home of yours with us. It’s every bit as magical as you described: Your expertise, your stories, your wisdom, your belief in us…. set the tone for this entire experience…. The funny thing is, Melissa kept mentioning this idea of meditating and making goals while we were in the midst of the “pain cave”. It’s easy to daydream and make big plans when you’re down at sea level but it’s a much taller order to do it while in the grips of something truly difficult. Message received. I dug deep while in the midst of all of those pressure breaths and made a mental list of things that scared me but I was anxious to tackle. Now that I’m back on solid ground, I can’t wait to home and get to it. #whyihike #ebpartner Uma publicação compartilhada por Mandy Moore (@mandymooremm) em 29 de Mai, 2019 às 12:27 PDT

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    Carmine Caridi (1934 – 2019)

    29 de maio de 2019 /

    O ator Carmine Caridi, conhecido por seus na trilogia “O Poderoso Chefão”, morreu na terça-feira (28/5) em um hospital em Los Angeles, em decorrência das complicações de uma queda. Caridi tinha 85 anos. Caridi interpretou dois papéis diferentes nos filmes da trilogia de Francis Ford Coppola. Em “O Poderoso Chefão 2” (1974), foi o mafioso Carmine Rosato, enquanto em “O Poderoso Chefão 3” (1990) encarnou Albert Volpe. O ator teve experiências reais com a máfia durante sua juventude em Nova York e chegou a ser preso ao tentar vender cocaína a um policial disfarçado. “Eu sou sortudo de estar aqui falando com você. Todos os meus amigos foram trabalhar para a máfia, mas eu entrei em um grupo de teatro”, comentou em uma entrevista. A máfia, porém, ajudou sua carreira, pelo menos no que se refere aos tipos de papéis que conseguiu no cinema. Antes mesmo de “O Poderoso Chefão 2” ele já tinha vivido um gângster na comédia “Quase, Quase uma Máfia” (1971) e um bookmaker no drama criminal “O Jogador” (1974). Ainda viveu os famosos mafiosos Frank Costello na cinebiografia “Bugsy” (1991) e Sam Giancana em “Caso Kennedy, uma Conspiração” (1992). Mas algumas vezes esteve do outro lado da lei, como policial na comédia “O Detetive Desastrado” (1978) e no drama “O Príncipe da Cidade” (1981), e se divertiu em Sessões da Tarde clássicas dos anos 1980, como “Um Dia a Casa Cai” (1986), “Chuva de Milhões” (1986) e “Alguém Muito Especial” (1987). O ator também fez muitas séries, tendo papel fixo em “Phyllis” (spin-off de “Mary Tyler Moore”) e recorrente em “Fama” e “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue). Entretanto, seu nome ganhou maior notoriedade por conta de uma atividade digna da máfia. Em 2004, Caridi foi pego pirateando os filmes do Oscar, meses antes do lançamento oficial, que ele recebia em primeira mão como votante da premiação. O ator foi expulso da Academia, mas como bom gângster de cinema não se arrependeu. “Eu mandei cópias dos filmes que eles me deram para pessoas que não podiam pagar ingressos no cinema. Fiz a alegria de muita gente”, comentou em entrevista da época para a revista The Hollywood Reporter. Seus últimos papéis foram participações nas séries “Curb Your Enthusiasm”, no começo de 2019, e “Abby’s”, num episódio que vai ao ar na quinta-feira (30/5).

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  • Filme

    Chris Pratt e Tom Holland viram elfos nas primeiras imagens da nova animação da Pixar

    29 de maio de 2019 /

    A Pixar divulgou as primeiras imagens de um de seus próximos longas animados. O filme se chama “Onward” (“Avante” em tradução livre) e acompanha “dois irmãos elfos que embarcam em uma aventura para descobrir se ainda há um pouco de magia no mundo”, conforme a descrição de sua sinopse. Os irmãos serão dublados por Chris Pratt e Tom Holland na versão original, em inglês. Os dois contracenaram recentemente em “Vingadores: Ultimato”, nos papéis de Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha. Em comunicado, a produtora Kori Rae acrescentou que Pratt traz “muito coração e humor” para o seu personagem, enquanto Holland “tem um charme sinceridade que faz você torcer por ele”. “Onward” tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013), e disse, no mesmo comunicado, que o filme foi inspirado em seu próprio relacionamento com o irmão”. “Na Pixar, somos encorajados a contar histórias que são pessoais, em alguma dimensão”, acrescentou. Holland dubla Ian, o irmão mais novo, enquanto Pratt surge como Barley, o “extravagante” irmão mais velho. Os atores pediram para gravar várias sessões de dublagens juntos. “Eles são claramente amigos. Eles já trabalharam e saíram juntos. Foi divertido ver como eles improvisaram nas sessões, tiraram sarro um do outro”, contou o diretor e roteirista Dan Scanlon à revista People. Apesar de serem elfos, os dois vivem em um subúrbio tradicional e tem um “típico” dragão doméstico como pet. Mas tudo muda quando resolvem partir numa “aventura que prove que o mundo ainda tem um pouco de magia”. Além dos dois, o elenco de vozes do filme contará com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). Uma das fotos, inclusive, traz a personagem da primeira, a mãe dos protagonistas. “Onward” teve sua estreia marcada para março de 2020 nos Estados Unidos. A previsão de lançamento no Brasil ainda não foi divulgada. Vale lembrar que o próximo lançamento da Pixar será “Toy Story 4”. A continuação da franquia mais bem-sucedida da empresa chega aos cinemas brasileiros em 20 de junho.

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  • Série

    Arnold Schwarzenegger vai estrelar série animada criada por Stan Lee

    29 de maio de 2019 /

    O astro Arnold Schwarzenegger vai estrelar a série animada “Superhero Kindergarten”, que foi criada por Stan Lee para a POW! Entertainment antes de sua morte em novembro. Além de dublar, Schwarzenegger também inspira o visual do protagonista. A série lembra um antigo papel do ator no cinema, a comédia “Um Tira no Jardim de Infância”, cujo título original era “Kindergarten Cop” (1990). Nela, Schwarzenegger era um policial que tinha que se passar por professor de crianças. Já a animação trará o ator como um professor de educação física que descobre ter super-poderes. O super-herói também começará a encontrar crianças que, assim como ele, descobriram poderes recentemente, passando a treinar, em segredo, a próxima geração de super-heróis que protegerão o mundo do mal. Ele próprio assume o nome de Capitão Coragem – e não demora a encontrar um supervilão chamado Dr. Superior. A atração está sendo desenvolvida por Fabian Nicieza, roteirista argentino com longa ligação com a Marvel. Ele é simplesmente o cocriador de Deadpool. “É uma honra e um privilégio trabalhar nesta nova série e ajudar a carregar o legado criativo de Stan adiante”, disse Schwarzenegger em comunicado oficial do projeto. “Não só ‘Superhero Kindergarten’ tem muita comédia e ação, como também ensina lições valiosas!”. Andy Heyward, chefe da POW! Entertainment, que trabalhou por anos com Lee e vai coproduzir a série, garantiu que o quadrinista era fã de Schwarzenegger, com quem conversou para desenvolver o projeto. “Ele amava e admirava Arnold não só como um ator, mas como um herói da vida real. Ele sempre foi nossa única escolha para este papel”, contou.

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  • Filme

    Joel Kinnaman confirma retorno ao Esquadrão Suicida

    29 de maio de 2019 /

    O ator Joel Kinnaman confirmou que vai participar do novo “Esquadrão Suicida” com um post no Instagram, em que mostra a munição de seu treinamento de tiro para o filme. O ator interpretou Rick Flag, líder do Esquadrão, no longa de 2016. A sequência está a cargo do cineasta James Gunn (de “Guardiões da Galáxia”), que pretende mudar a formação do grupo, juntando alguns dos personagens já vistos no cinema com novos vilões dos quadrinhos. Além de Kinnaman, a continuação/reboot também contará com Margot Robbie (Arlequina) e Jai Courtney (Capitão Bumerangue), além de ser considerada praticamente certa a volta de Viola Davis como Amanda Waler, a responsável pelo projeto do Esquadrão. O filme também já escalou algumas novidades. Idris Elba (“Thor: Ragnarok”), John Cena (“Bumblebee”) e Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”) não tiveram seus papéis anunciados, mas a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos e David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha. A continuação chegará aos cinemas em 2021. Ver essa foto no Instagram At the range with my great friend and teacher @kevinlvance and Lele the Italian stallion. Easing into that squad preppppp…. thanks @tarantactical for letting us use the range! Uma publicação compartilhada por Joel Kinnaman (@joelkinnaman) em 28 de Mai, 2019 às 9:08 PDT

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  • Etc

    Scarlett Johansson volta a ficar ruiva em vídeo e fotos do set de Viúva Negra

    29 de maio de 2019 /

    A atriz Scarlett Johansson voltou a ser fotografada – e desta vez também gravada em vídeo – na região de Sæbø, na Noruega, onde começaram nesta semana as filmagens de “Viúva Negra”. Ao contrário das primeiras fotos, em que estava loira, ela agora aparece com o cabelo ruivo da personagem. Fora isso, as imagens não parecem associadas ao filme, mas uma simples compra da atriz, acompanhada por integrantes da produção. Mas chama atenção que, após passar num mercadinho, ela subiu num barco e entrou num navio. De todo modo, se a imagem de Scarlett loira disparou teorias – e era apenas o cabelo natural da atriz – , a versão ruiva alimentou ainda mais discussões sobre a época em que a trama se passa. Já há quem acredite em ressurreição. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados, mas rumores antigos sugeriam que “Viúva Negra” seria um prólogo, como “Capitão Marvel”. Isto faz sentido, diante do que acontece em “Vingadores: Ultimato”. A trama não confirmada mostraria o treinamento de Natasha Romanoff na KGB e, anos mais tarde, sua fuga para os Estados Unidos. Entretanto, essa cronologia é impossível. Se, por um lado, ela é fiel aos quadrinhos, a realidade impede que seja executada no contexto dos filmes atuais da Marvel. Isto porque a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mesma mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz num bebê espião. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel!

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  • Filme,  Música

    Boy George vai ganhar cinebiografia do diretor de Hitchcock

    29 de maio de 2019 /

    Depois de Freddie Mercury e Elton John, mais um ídolo do pop/rock britânico – e gay – vai ganhar filme: Boy George, o vocalista da banda Culture Club, que fez grande sucesso nos anos 1980. A cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, que vem de uma família de trabalhadores irlandeses, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, o músico também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme sobre Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, sobre Freddie Mercury e o Queen, e da grande expectativa pelo lançamento de “Rocketman”, sobre Elton John, que estreia nesta quinta-feira (30/5) no Brasil.

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  • Filme

    Scarlett Johansson aparece loira nas primeiras fotos do set do filme da Viúva Negra

    29 de maio de 2019 /

    As filmagens do filme solo da Viúva Negra, estrelado por Scarlett Johansson, começaram nesta semana. E as primeiras fotos já vieram à tona nas redes sociais, tiradas durante a chegada da atriz às gravações na região de Sæbø, na Noruega, que fará as vezes da Rússia na trama. Um detalhe que chamou atenção nas imagens é que Scarlett aparece loira. Isto deixou as redes sociais fervilhando de teorias sobre a trama se passar imediatamente antes de “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados, mas rumores antigos sugerem que “Viúva Negra” seria um prólogo, como “Capitão Marvel”. A trama não confirmada mostraria o treinamento de Natasha Romanoff na KGB e, anos mais tarde, sua fuga para os Estados Unidos. Entretanto, essa cronologia é impossível. Se, por um lado, ela é fiel aos quadrinhos, a realidade impede que seja executada no contexto dos filmes atuais da Marvel. Isto porque a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mesma mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz num bebê espião. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel! ATUALIZAÇÃO: Já surgiram novas fotos com Scarlett Johansson ruiva nas filmagens.

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    Grey’s Anatomy e Station 19 terão mais crossovers na próxima temporada

    28 de maio de 2019 /

    As séries “Grey’s Anatomy” e “Station 19” terão mais crossovers na próxima temporada, explorando ainda mais o aspecto de universo compartilhado de suas produções. A iniciativa está por trás do acúmulo de poderes da produtora Krista Vernoff. A rede ABC nomeou a showrunner de “Grey’s Anatomy” para a mesma função na série sobre os bombeiros de Seattle. Fontes do site Deadline garantem que os próximos episódios terão narrativas interlaçadas e personagens indo e vindo entre as duas séries, obrigando o público a acompanhar as duas para seguir as histórias. Algo parecido já pode ser visto na franquia de Dick Wolf passada em Chicago – as séries “Chicago PD”, “Chicago Fire” e “Chicago Med” são bastante interlaçadas. Os novos rumos são resultado do sucesso obtido pelos episódios de crossovers anteriores, que chegaram a colocar as duas produções da Shondaland na liderança da audiência das quintas-feiras na TV americana. Curiosamente, a 3ª temporada de “Station 19” ainda não previsão de estreia, mas a 16ª de “Grey’s Anatomy” está incluída na programação de outono (setembro) da ABC.

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    Stephen Amell diz que pode voltar como Arqueiro Verde em outras séries

    28 de maio de 2019 /

    O final de “Arrow”, que se encerra na vindoura 8ª temporada, pode não ser a despedida de Stephen Amell do papel de Oliver Queen/Arqueiro Verde. Durante sua participação no evento MegaCon (uma “comic-con” que aconteceu no fim de semana na Flórida), o ator afirmou que, se no futuro, for convidado a fazer uma aparição em uma das novas séries da DC, não seria capaz de dizer não. “Eu devo muito a eles. Então, se daqui a cinco anos estiverem encerrando o programa ‘X’ e perguntassem algo como: ‘sabe o que seria a cereja no topo do sundae? Você poderia voltar?’ O que eu iria dizer? Não?” Amell completou dizendo que pensaria duas vezes se fosse uma ideia fraca ou roteiro ruim, mas que estaria à disposição dos produtores para o que precisassem. Uma eventual participação futura do ator pode se resumir a um flashback, caso a previsão mórbida de sua morte, anunciada no final da 7ª temporada pelo Monitor, cumpra-se no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Graças a um trato com o Monitor, ele se ofereceu para tomar o lugar de Flash e Supergirl, que morreram na versão desta história publicada nos quadrinhos, em 1986.

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