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    Criador de The 100 revela a nova abertura da série

    6 de abril de 2019 /

    O criador de “The 100”, Jason Rothenberg, divulgou em seu Twitter a abertura da 6ª temporada da série. Completamente diferente, destaca a última nave espacial da Terra e o planeta (ainda) desconhecido em que chegam os sobreviventes da humanidade, além dos nomes do elenco, encabeçado por Eliza Taylor (intérprete de Clarke) e com destaque para Tasya Telles (a Echo), canadense filha de brasileiro. Apresentada como “Livro 2” da história iniciada em 2014, a 6ª temporada vai explorar o novo planeta, repleto de novos personagens (liderados por J.R. Bourne, de “Teen Wolf”), fauna, flora e desafios inesperados para os terrestres. O trailer pode ser conferido aqui. Os episódios começam a ser exibidos no dia 30 de abril nos Estados Unidos e chegam duas semanas depois ao Brasil, em 16 de maio, na programação do canal pago Warner. New world, new season, NEW MAIN TITLES! #the100 #the100seaon6 pic.twitter.com/046HBkZ3lS — Jason Rothenberg (@JRothenbergTV) April 3, 2019

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    Georgiy Daneliya (1930 – 2019)

    6 de abril de 2019 /

    O diretor russo Georgiy Daneliya morreu na quinta-feira (4/4) aos 88 anos, após parada cardíaca, seguindo um período de quase dois meses de internação por pneumonia em um hospital de Moscou. Considerado um dos maiores cineastas russos e premiado durante sua carreira em três dos principais festivais de cinema do mundo, Berlim, Veneza e Karlovy Vary, Daneliya era um arquiteto que virou cineasta ao lançar dois curtas no final dos anos 1950. A aclamação veio logo no primeiro longa-metragem, “O Mundo Novo de Serginho” (1960), que venceu o Globo de Cristal em Karlovy Vary, mais importante festival do Leste Europeu. O drama do menino que se vê subitamente valorizado pelo novo padrasto também foi considerado um dos melhores filmes estrangeiros do ano pela National Board of Review americana. Ele voltou a se destacar com “24 Horas em Moscou” (1964), sobre um jovem em visita à capital russa, que faz novos amigos adolescentes. O longa foi selecionado para a disputa da Palma de Ouro no Festival de Cannes. A Cortina de Ferro dificultou que sua filmografia se tornasse mais conhecida. E também houve certa resistência do Ocidente a seu trabalho, por ser alinhado à ideologia comunista. Daneliya chegou ser eleito “Artista da República Russa” em 1977 e “Artista do Povo da União Soviética” em 1989 pelo governo soviético. O cineasta também venceu o Festival de Moscou em 1977 com “Mimino”, sobre um piloto de helicóptero do interior que sonha comandar aviões e se torna amigo de um motorista de trator durante um curso na capital. A lenta e gradual abertura soviética permitiu maior circulação a seus filmes. E ele acumulou prêmios internacionais em sua obra seguinte, “Maratona de Outono” (1979), conquistando o Leão de Ouro do Festival de Veneza, a Concha de Ouro do Festival de San Sebastian e o prêmio da Mostra Fórum do Festival de Berlim com a história de um professor infiel. Foi o ponto alto de sua carreira, que, a partir daí, tornou-se menos internacional. Seus filmes seguintes foram mais celebrados no mercado doméstico, geralmente vencendo os prêmios Nika (o Oscar russo), como “Passaporte” (1990), que lhe rendeu o troféu de Melhor Roteiro. Ele também diversificou sua obra, fazendo comédias (“Nastya”, “Heads and Tails” e “Fortuna”) e até uma animação, “Ku! Kin-dza-dza”, seu último trabalho, lançado em 2013, que venceu o Nika da categoria.

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  • Série

    Rodrigo Santoro confirma presença na 3ª temporada de Westworld

    6 de abril de 2019 /

    O ator Rodrigo Santoro confirmou que continua na série “Westworld”, apesar de seu personagem ter “morrido” no final da 2ª temporada e ele próprio ter fechado participação em uma nova série criminal. Em entrevista ao site G1, ele revelou que já recebeu os roteiros do terceiro ano da produção da HBO e as gravações vão começar no final do mês. “Esta temporada será completamente diferente”, contou Santoro. “Vai renovar a história e se descolar dos acontecimentos das duas últimas.” Ainda não foram divulgadas informações sobre a trama da 3ª temporada, mas Aaron Paul (de “Breaking Bad”) vai se juntar ao elenco. Além de “Westworld”, Santoro estará em outras duas produções americanas em 2019, concebidas para plataformas de streaming diferentes. A atração da Netflix é um filme ainda sem título, que juntará o carioca com Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt. Já o projeto da Hulu é uma série criminal chamada “Reprisal”, desenvolvida por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Crackle) Ele também está em cartaz nos cinemas brasileiros no papel-título do drama cubano “O Tradutor” e ainda poderá ser visto como o Louco em “Turma da Mônica: Laços”, primeiro filme com atores dos personagens de Mauricio de Sousa, que estreia em junho.

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  • Série

    O Talentoso Ripley vai virar série do criador de The Night of

    6 de abril de 2019 /

    O clássico literário de suspense “O Talentoso Ripley”, de Patricia Highsmith (“Carol”), vai virar série. O canal pago americano Showtime venceu um leilão pelo projeto da adaptação, que será escrito e produzido pelo roteirista Steven Zaillian (vencedor do Oscar por “A Lista de Schindler” e criador da série “The Night of”). A ideia de Zaillian é adaptar os diversos livros que Highsmith escreveu sobre o personagem, um psicopata sedutor e golpista, começando por sua origem, que batiza a série. O cinema já levou às telas algumas histórias de Ripley. Só “O Talentoso Ripley” teve duas versões. O protagonista foi vivido por Alain Delon na produção francesa de 1960 “O Sol por Testemunha” e por Matt Damon em “O Talentoso Ripley”, de 1999. A continuação dessa história também inspirou duas produções diferentes: o clássico alemão “O Amigo Americano” (1977) e o esquecido “O Retorno do Talentoso Ripley” (2002). A série de Zaillian ainda não tem previsão de estreia.

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    Emily Bett Rickards deixou Arrow para fazer teatro

    6 de abril de 2019 /

    A atriz Emily Bett Rickards revelou no Instagram seu primeiro projeto após anunciar sua saída de “Arrow”. Trata-se da peça de teatro “Reborning”, que ela apresentará em Nova York. E, pelas datas (de julho a agosto), fica claro que os ensaios e apresentações coincidiriam com as gravações da série no Canadá. Por sinal, a intérprete de Felicity Smoak já tinha atuado na peça em Vancouver, onde “Arrow” é gravado. E optou por permanecer no elenco, para a estreia em Nova York, a participar dos últimos episódios da série da rede The CW, que vai se encerrar na próxima temporada. A saída da personagem Felicity deve acontecer no último episódio da 7ª temporada, cuja trama está sendo mantida em mistério. Segundo o showrunner, o roteiro desse capítulo fez todo o elenco chorar durante a leitura coletiva. Apesar disso, Felicity não deve morrer, já que apareceu recentemente num flashforward, revelando sua presença no futuro. Ainda sem título, o final da temporada será exibido em 13 de maio nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Visualizar esta foto no Instagram. REBORNING Soho Playhouse. July 5 – August 3 @realitycurve for details Uma publicação compartilhada por emilybett (@emilybett) em 2 de Abr, 2019 às 11:55 PDT

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  • Série

    Robert Zemeckis vai dirigir piloto da série live-action dos Jetsons

    6 de abril de 2019 /

    Robert Zemeckis sabe como será o futuro, tendo ido e voltado de lá na célebre trilogia “De Volta ao Futuro”. E agora usará esta experiência para comandar a série live-action dos Jetsons. Ele foi confirmado como responsável pela direção do piloto, que vai transformar os Jetsons numa família de carne e osso, além de estar envolvido no projeto como produtor. “Os Jetsons” foram criados pelo estúdio Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muito mais. A curta duração não impediu que a produção se tornasse cultuada e resistisse ao tempo, chegando a ganhar um revival em 1985, com mais 41 capítulos. A versão com atores está sendo desenvolvida por Gary Janetti, roteirista-produtor de outra série animada, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), e criador da sitcom britânica “Vicious”. Recentemente, a Variety apurou que a Warner cogitava lançar um novo longa animado da família futirista, a cargo do diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha” (2016). Com a produção da série, não está claro se este projeto continua em pé. A produção ainda está em estágio inicial e nem sequer definiu elenco. Mas, para virar série, o piloto precisará ser aprovado pelos executivos da rede americana ABC.

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    Lauren Cohan admite possibilidade de voltar a The Walking Dead

    6 de abril de 2019 /

    Após Maggie ter seu nome citado no final da temporada de “The Walking Dead”, a atriz Lauren Cohan sugeriu que voltará a interpretar a personagem na série. “Veremos o que acontece”, disse a atriz, ao ser questionada diretamente pela revista Entertainment Weekly. Mas não ficou nisso. Ela elaborou. “Definitivamente, há muitas maneiras interessantes de retornar. Ainda faço parte desse universo. E não acabou. Então, para mim, é empolgante. Fico muito animada ao falar dessas diferentes possibilidades.” Mesmo estrelando uma nova série, “Whiskey Cavalier”, a atriz admitiu que não conseguiu se desvencilhar de Maggie e ainda se sente ligada a “The Walking Dead”. “Jamais senti como se tivesse ficado no passado. É uma coisa muito estranha, mas penso em Maggie o tempo todo. Ela está sempre dentro de mim. Em parte, porque sei que a história está inacabada. Converso o tempo todo com os produtores.” “The Walking Dead” encerrou sua 9ª temporada no domingo passado (31/4) e a última cena apresentou uma voz feminina misteriosa no rádio. Seria Maggie? Nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, não é. Mas a produção televisiva tem se desviado bastante da história original.

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  • Série

    Atriz do filme Creepshow de 1982 vai participar da série de terror derivada

    6 de abril de 2019 /

    A série que adapta o clássico de terror “Creepshow: Arrepio do Medo” confirmou os primeiros nomes de seu elenco. E um deles é conhecido dos fãs do filme original. A atriz Adrienne Barbeau foi confirmada na atração. “Creepshow” será a segunda série que homenageará a musa do terror dos anos 1980. Ela também participará da adaptação do “Monstro do Pântano”, em desenvolvimento para a plataforma DC Universe, após estrelar a versão cinematográfica em 1982, mesmo ano em que fez o “Creepshow” original. Além dela, também entraram na produção os atores Tobin Bell (o Jigsaw da franquia “Jogos Mortais”) e Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”). Os três vão participar do mesmo episódio, intitulado “Gray Matter”. O filme de 1982 era uma antologia de cinco contos assustadores, reunidos numa estrutura que prestava homenagem aos quadrinhos de terror dos anos 1950, como “Contos da Cripta”. Mas a produção também se tornou celebrada por juntar dois mestres do gênero, rendendo um dos poucos roteiros originais escritos por Stephen King para o cinema, com direção de George A. Romero (o criador dos zumbis modernos). Fez tanto sucesso que gerou duas continuações, em 1987 e 2006, sem o envolvimento direto de King. A série vai manter a estrutura de antologia, contando uma história completa por episódio, inspirada por contos do famoso escritor e com produção a cargo de um dos mais conhecidos discípulos de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. A atração será produzida para o serviço de streaming Shudder, especializada em terror, lançado há três anos pelo canal pago AMC – que exibe “The Walking Dead” nos Estados Unidos. Pretendendo investir em conteúdo original para atrair mais assinantes, o Shudder também está desenvolvendo outros projetos, incluindo uma série criada por Patty Jenkins (diretora de “Mulher-Maravilha”). Ainda não há previsão de estreia para as novas atrações da plataforma.

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    Idris Elba não vai mais viver o Pistoleiro no novo filme do Esquadrão Suicida

    5 de abril de 2019 /

    O Pistoleiro não vai aparecer mais no novo filme do Esquadrão Suicida. Segundo a revista Variety, a Warner e o diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) decidiram que Idris Elba (“A Torre Negra”) não irá substituir Will Smith como o vilão e sim interpretar um novo personagem ainda não revelado. O recuo se deu porque a equipe não pretende desrespeitar Will Smith e, com isso, a porta ficaria aberta para um possível retorno do ator em filmes futuros – uma vez que o motivo original para sua saída foi conflito de agenda, não diferenças criativas. Resta saber se a produção manterá a mesma atitude com outros personagens da franquia. Até o momento, apenas os retornos dos intérpretes originais de Arlequina (Margot Robbie) e Capitão Bumerangue (Jai Courteney) estão confirmados na sequência, mas há boatos de que Viola Davis também estaria negociando retomar o papel de Amanda Waller. O plano de Gunn, que escreveu o roteiro e vai dirigir o filme, seria reunir novos personagens da DC para a produção. O novo “Esquadrão Suicida” tem data de lançamento prevista para agosto de 2021.

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    Romance clássico Doutor Jivago vai virar minissérie do criador de Vikings

    5 de abril de 2019 /

    Uma minissérie baseada no romance clássico “Doutor Jivago”, de Boris Pasternak, será o próximo projeto do roteirista Michael Hirst, conhecido por criar as séries “Vikings” e “The Tudors”. A história de amor trágico, que tem como pano de fundo a revolução bolchevique e cenários nevados de um longo inverno russo, já foi transformada em minissérie britânica em 2002, mas ainda é mais lembrada pela versão cinematográfica de 1965, com Omar Sharif e Julie Christie, que venceu cinco Oscars. A adaptação será produzida pela Hartswood TV, a mesma produtora da série britânica “Sherlock” e que também desenvolve “Drácula” para a Netflix, em parceria com o estúdio francês Wild Bunch. O projeto será apresentado ao mercado neste fim de semana, durante a convenção MIPTV, em Cannes, na França. Além de “Doutor Jivago”, Hirst ainda desenvolve um spin-off de “Vikings” para o History Channel. Veja abaixo o trailer para relembrar a celebrada adaptação épica de 1965, com direção de David Lean.

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    Criadores de Westworld fecham contrato com a Amazon e já desenvolvem nova série sci-fi

    5 de abril de 2019 /

    O casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores de “Westworld”, trocou sua parceria com a Warner Bros. Television e a HBO por um contrato de exclusividade com a plataforma de streaming da Amazon. Estimado em US$ 150 milhões, o acordo vale pelos próximos cinco anos, mas permite que Nolan e Joy continuem como showrunners de “Westworld”, que deve começar a produção de sua 3ª temporada em breve para uma estreia em 2020. O casal já definiu seu primeiro projeto para a Amazon: uma adaptação do livro “The Peripheral”, do celebrado autor de ficção científica William Gibson, um dos pais do cyberpunk. A trama vai virar série com a ajuda do roteirista Scott B. Smith (“Um Plano Simples”). “The Peripheral” se passa em um futuro próximo e mostra o que acontece quando uma mulher chamada Flynne Fisher descobre um portal para uma realidade alternativa, que revela algo sombrio sobre o destino de seu próprio mundo.

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    The Society: Série sci-fi do diretor de O Espetacular Homem-Aranha ganha trailer legendado

    5 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer legendado de “The Society”, nova série criada por Christopher Keyser (da clássica “Party of Five”) e dirigida pelo cineasta Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). Na história, um grupo de adolescentes se descobre sozinho no mundo, após o desaparecimento de todos os adultos. Eles aproveitam a liberdade, mas descobrem que ela também pode ser perigosa. Enquanto lutam para entender o que aconteceu, precisam estabelecer uma certa ordem e formar alianças se quiserem sobreviver. A premissa é uma versão sci-fi de “O Senhor das Moscas”, a célebre obra sobre crianças que criam uma sociedade distópica ao ficarem sozinhas numa ilha. Mas essa história de transposição da ilha para uma comunidade urbana ou mesmo um planeta é bem batida na televisão, tendo surgido pela primeira vez num episódio da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) nos anos 1960, alimentado a 1ª temporada de “The 100” (em 2014) e, mais recentemente, inspirado a série canadense “Between” (2015-2016), que durou duas temporadas com distribuição na própria Netflix. O elenco inclui Kathryn Newton (“Supernatural”), Rachel Keller (“Legion”), Gideon Adlon (“Não Vai Dar”), Jacques Colimon (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), Olivia DeJonge (“Will”), Alex Fitzalan (“Slenderman”), Kristine Froseth (“Sierra Burgess É uma Loser”), Jose Julian (“Shameless”), Grace Victoria Cox (“Under The Dome”), Natasha Liu Bordizzo (“O Rei do Show”), Sean Berdy (“Switched at Birth”), Alex MacNicoll (“Transparent”) e outros atores jovens. Os 10 episódios da 1ª temporada chegam em streaming em 10 de maio.

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    Lucifer fica pelado para promover estreia da série na Netflix

    5 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo para lembrar que “Lucifer” virou uma série exclusiva da plataforma. Nele, três integrantes do elenco surgem para agradecer aos fãs pelas campanhas que ajudarem a salvar a série, cancelada pela Fox após três temporadas e resgatada pelo serviço de streaming para seu quarto ano de produção. A peça também destaca as novidades surgidas nesta transição. Primeiro, Lauren German, a Chloe da série, apresenta uma nova personagem: Eva, interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). Sim, é a Eva que viu Adão com a cobra na mão. E, por fim, Tom Ellis aparece bem à vontade, num roupão com logo da Netflix, tomando chá numa caneca da Netflix, para dizer o que muda na nova casa. “Sempre me perguntam: ‘Na Netflix, a série vai mudar?’. A resposta é não. Não muito. Mas talvez vocês vejam um pouco mais de mim”, diz, antes de tirar o roupão para gravar uma cena pelado. Portanto, esperem um “Lucifer” realmente à vontade na nova casa. Detalhe: o vídeo lembra que a série vai estrear na Netflix, mas esquece de dizer quando.

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