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    Nancy Gates (1926 – 2019)

    20 de abril de 2019 /

    A atriz Nancy Gates, que estrelou vários filmes de western nas décadas de 1940 e 1950, além de ter contracenado duas vezes com Frank Sinatra, morreu no dia 24 de março, aos 93 anos. A informação só foi compartilhada agora por sua filha, para a revista The Hollywood Reporter. Ela estreou em Hollywood ainda como atriz mirim, ao assinar contrato com a RKO com 15 anos. Seus primeiros trabalhos foram figurações em “A Vida Assim é Melhor” (1942), aventura romântica de Charles Vidor passada no Taiti, no cultuadíssimo “Soberba” (1942), de Orson Welles, e em “Esta Terra é Minha” (1943), de Jean Renoir. Mas só foi se destacar em westerns B, a partir de “A Lei de Cheyenne” (1947), que lhe promoveu a coadjuvante, e “Revólveres Trovejantes” (1948), em que finalmente apareceu num pôster, encarnando a “mocinha” do bangue-bangue. Gates chegou a se aventurar por outros gêneros nos anos 1950, aparecendo no drama clássico “Cruel Desengano” (1952), de Fred Zinneman, no noir “Meu Ofício é Matar” (1954), em que dividiu o pôster com Frank Sinatra, na sci-fi “20 Milhões de Léguas a Marte” (1956), no qual viveu uma astronauta, e no romance “Deus Sabe Quanto Amei” (1958), seu segundo filme com Sinatra, dirigido pelo mestre Vincent Minnelli. Mas nunca deixou de lidar com cowboys. A diferença é que, já consagrada, passou a estrelar grandes produções do gênero, como “Cavaleiro Misterioso” (1955), de Jacques Tourneur, “Renúncia ao Ódio” (1956), de Henry Hathaway, “Pista Sanguinária” (1958), de Robert Gordon, e “Cavalgada Trágica” (1960), seu último filme, em que fez par com o célebre ator-cowboy Randolph Scott, sob direção do especialista Budd Boetticher. Em sua autobiografia, Boetticher chegou a dizer que as protagonistas favoritas com quem trabalhou foram a lendária Maureen O’Hara e… Nancy Gates. Gates também fez muitas participações em séries do período, e para variar a maioria se passava no Velho Oeste, como “Couro Cru” (Rawhide), “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem de Virgínia” (The Virginian), “Gunsmoke”, “Bronco”, “Caravana” (Wagon Train) e “Maverick”. “Como sou do Texas, fiz muitos westerns”, ela constatou em uma entrevista em 1961. “Eu estive em tantos cavalos que comecei a sentir que eles eram uma parte de mim. O engraçado é que eu não sou uma grande amazona.” A atriz se aposentou em 1969, encerrando a carreira num episódio da série policial “Mod Squad”.

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  • Etc

    Diretor da franquia Velozes e Furiosos sofre derrame e é hospitalizado

    20 de abril de 2019 /

    O diretor John Singleton, responsável por filmes como “Shaft” e “+ Velozes + Furiosos”, o segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, sofreu um derrame e está hospitalizado. Segundo informações do site TMZ, o cineasta de 51 anos foi ao médico no começo desta semana por conta de uma fraqueza nas pernas. Um membro da família disse ao site que Singleton voou de volta da Costa Rica e o avião pode ter sido o gatilho da emergência médica. A família também divulgou uma nota afirmando que ele estava recebendo “toda atenção médica possível”. Singleton marcou a história do Oscar logo no começo de sua trajetória, ao se tornar o cineasta mais jovem a concorrer nas categorias de Melhor Direção e Roteiro Original por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood), de 1991. Na época, ele tinha apenas 23 anos e o filme ainda lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator. Entre outros trabalhos, ele também dirigiu o rapper Tupac Shakur e a cantora Janet Jackson no romance “Sem Medo no Coração” (1993) e o ótimo drama criminal “Quatro Irmãos” (2005), com Mark Wahlberg, além de episódios de séries como “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”, “Empire” e “Snowfall”, da qual é um dos produtores.

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  • Filme,  Música

    Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”

    20 de abril de 2019 /

    “Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.

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  • Filme,  Música

    Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix

    20 de abril de 2019 /

    “Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.

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  • Série

    Tripulação original de Star Trek pode ganhar série própria

    20 de abril de 2019 /

    O final da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” pode servir de gancho para o lançamento de um spin-off da série. A mensagem a seguir é do planeta spoiler. O desfecho mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter perguntou a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, se haveria chance disso acontecer. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman, revelando, ao comentar o final da temporada, que os espectadores têm grandes chances de voltar a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. Oficialmente, ainda não há uma série focada no Capitão Pike. Isto pode mudar após a repercussão de sua participação e a forma como o novo intérprete de Spock agradou aos fãs – a ponto de tornar difícil a vida de Zachary Quinto, caso volte a viver Spock no cinema. Entretanto, já existe um projeto passado nesse linha temporal, que poderia trazer de volta a tripulação da Enterprise. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Este spin-off está confirmado e será estrelado por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    3ª temporada de Star Trek: Discovery se passará num futuro ainda mais distante

    20 de abril de 2019 /

    A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” audaciosamente irá onde nenhuma produção trekker jamais esteve: quase mil anos após os eventos da série que inaugurou a franquia. Corre pro teletransporte porque o spoiler vai explodir. Após uma temporada com grande intersecção com a “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960, com direito a participações do Capitão Pike (Anson Mount) e Spock (Ethan Peck), o segundo ano da atração acabou num cliffhanger que mandou a nave Discovery e sua tripulação por um buraco de minhoca até o futuro distante. A trama também serviu para explicar porque a Discovery nunca tinha sido mencionada nas séries e filmes da franquia, apesar de a nova série ser um prólogo. E abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico que ainda não foi (literalmente) escrito na franquia. Apesar do final ambíguo – praticamente, um desfecho da série – , o criador e showrunner Alex Kurtzman garantiu que os próximos episódios continuarão seguindo a Discovery 950 anos no futuro. “Nós amamos brincar com o cânone. É uma delícia e um privilégio. É divertido explorar cantos e recantos do universo que as pessoas ainda não exploraram completamente. Dito isto, sentimos que queríamos uma energia inteiramente nova para a 3ª temporada com um novo conjunto de problemas. Assim, decidimos ir mais longe no futuro do que qualquer ‘Star Trek’ jamais foi”, ele explicou, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter. “Eu também tive experiência trabalhando nos filmes, onde estávamos presos a problemas canônicos”, continuou Kurtzman. “Sabíamos como Kirk morreria e nos perguntávamos como poderíamos colocá-lo em perigo para que parecesse real. Isso foi o que nos levou a criar uma linha do tempo alternativa; de repente, poderíamos contar a história de uma maneira muito imprevisível. Esse é o mesmo processo de pensamento que envolveu o salto de 950 anos no futuro. Agora estamos completamente livres de cânone e temos todo um novo universo para explorar”, concluiu. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Criador de Game of Thrones desafiou Jason Momoa e foi parar no hospital

    20 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou um divertido vídeo de bastidores de “Game of Thrones”, que revela como David Benioff foi parar no hospital após desafiar Jason Momoa num bar. A história é apresentada como animação, narrada por Benioff e demais envolvidos. Nela, o showrunner lembra como todos foram comemorar com cervejas a volta de Momoa para uma participação especial na 2ª temporada, e ele acabou entrando num “jogo de tapa” com o intérprete de Khal Drogo. O jogo consiste em bater na mão do adversário até o outro desistir. A brincadeira fez com que a mão de Benioff ficasse deformada. Ao chegar em casa, sua mulher o mandou direto para o hospital. A moral da história? Não se desafia o Khal. A reconstituição animada faz parte da “HBO Backstories”, uma série animada com histórias de bastidores das atrações do canal pago.

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  • Série

    A Rainha do Sul: Alice Braga domina Nova Orleans no trailer da 4ª temporada

    19 de abril de 2019 /

    O canal pago americano USA divulgou o trailer da 4ª temporada de “A Rainha do Sul” (Queen of the South), série criminal estrelada pela brasileira Alice Braga. Ela interpreta a rainha do título, Tereza Mendoza, que aos poucos passa a dominar o tráfico nos Estados Unidos. A prévia mostra que, após México, Dallas e a ilha de Malta, na Europa, a nova temporada vai se passar em Nova Orleans, onde a traficante vai expandir seu império. Teresa terá ao seu lado o trio de capangas formado na temporada anterior, que inclui o mercenário Javier Jimenez (Alfonso Herrera, de “Sense8”), o traficante de armas King George (Ryan O’Nan, de “Ray Donovan”) e o leal escudeiro Pote Galvez (Hemky Madera, de “Weeds”). Já os antagonistas da 4ª temporada serão o Juiz Cecil Lafayette (David Andrews, de “The Shooter”) e o traficante Raul “El Gordo” Rodriguez (Pêpê Rapazote, de “Narcos”), um cubano que veio de Miami e tem ligações com os criminosos mais temidos da Costa Leste. No ano passado, a série se consolidou como o drama de maior audiência do canal USA, à frente de “Suits” e “The Sinner”. E com um detalhe: sua média de 1,13 milhão de telespectadores por episódio foi praticamente a mesma da temporada de estreia, numa manutenção contínua de interesse do público. Vale lembrar que a atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur” (“A Rainha do Tráfico” no Brasil), e foi desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. A estreia dos novos episódios está marcada para 6 de junho. No Brasil, “A Rainha do Sul” é exibida pelo canal TNT Séries e tem as duas primeiras temporadas disponíveis na Netflix.

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  • Série

    Batman surge no trailer do último episódio de Gotham

    19 de abril de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou o trailer do último capítulo de “Gotham”, que vai mostrar a transformação de Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A prévia mostra o vulto do herói, num encontro com James Gordon (Ben McKenzie), e tem até frase dita em voz cavernosa “Não sou seu inimigo”. Veja abaixo, com legendas em português feitas por fãs. Intitulado “The Beginning…”, o capítulo final vai ao ar no dia 23, nos Estados Unidos. A prévia também revela a evolução de vários outros personagens, e faz uma rápida conexão com a trama de “Batman Begins” (2005). Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanhou, ao longo de cinco temporadas, o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostrou a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Além desse elenco central, a última temporada ainda mostrou a origem de Bane, vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e a transformação definitiva de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan) no Coringa, apesar do personagem ter supostamente morrido – mais de uma vez. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Krypton: Trailer da 2ª temporada marca a estreia de Lobo

    19 de abril de 2019 /

    A DC divulgou o pôster e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Krypton”, série sobre os antepassados de Superman, exibida pelo canal pago SyFy. A prévia destaca a estreia do anti-herói Lobo, famoso personagem dos quadrinhos, que é interpretado por Emmett J. Scanlan (da série “Safe”). Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga pelo universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl. Mas Lobo não será a única ameaça enfrentada pelo protagonista, que, como demonstram trailer e pôster, ainda terá pela frente o infame General Zod (Colin Salman), o monstro Apocalipse e o vilão Brainiac (Blake Ritson). A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado por um viajante do futuro com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu famoso neto. A volta de “Krypton” está marcada para 12 de junho nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novos comerciais de Vingadores: Ultimato revelam detalhes inéditos

    19 de abril de 2019 /

    A Marvel divulgou dois novos comerciais do filme “Vingadores: Ultimato”, aguardada superprodução que vai bater todos os recordes de bilheteria imagináveis na próxima semana. As novas prévias reciclam imagens vistas nos trailers oficiais, mas mesmo sem querer revelar muito acabam mostrando detalhes inéditos, como um escudo de energia criado pelo Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), possivelmente para o Capitão América (Chris Evans). Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Roman Polanski processa organizadores do Oscar após ser expulso da Academia

    19 de abril de 2019 /

    O diretor Roman Polanski está processando a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que organiza a cerimônia do Oscar, exigindo sua reintegração à organização após ser expulso em maio do ano passado em meio à campanha #MeToo. A ação, registrada no estado da Califórnia, afirma que o processo não seguiu o protocolo adequado e que, por isso, ele deve ser anulado. No processo, Polanski diz ainda que as conclusões da Academia não são “apoiadas por evidências”. Polanski foi expulso da Academia junto do ator Bill Cosby. Ambos foram condenados por estupro, mas o diretor franco-polonês fugiu dos Estados Unidos nos anos 1970, época do crime, e se exilou na França, evitando a prisão. Apesar disso, Polanski foi premiado pela Academia em 2003, com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”. A Academia só mudou de opinião sobre o diretor após o recente movimento #MeToo, de denúncia aos abusos sexuais acobertados por Hollywood. Ao anunciar a expulsão, a Academia justificou a decisão salientando que a presença de Polanski ia contra “os padrões de conduta da organização” e que, assim, seus representantes esperavam “defender seus valores de respeito à dignidade humana”. A vítima de Polanski, Samantha Geimer, atualmente com 56 anos, apontou a hipocrisia da Academia ao banir Polanski após lhe dar um Oscar, descrevendo a expulsão de “um membro que há 41 anos se declarou culpado de uma única acusação e cumpriu sua sentença” como um “ato cruel que só serve às aparências”. “Isso não contribui em nada para mudar a cultura sexista em Hollywood e prova que eles comeriam uns aos outros para sobreviver”, ela escreveu em seu blog. O advogado do diretor chamou a expulsão de “abuso de idoso”, já que o cineasta tem 85 anos. “O que aconteceu tem a característica de abuso psicológico a nosso cliente, uma pessoa idosa. Colocar Bill Cosby e Roman Polanski no mesmo nível é um mal-entendido, uma perseguição”, manifestou-se o advogado Jan Olszewski na ocasião. “Polanski teve apenas um incidente em sua vida, pelo qual foi considerado culpado, assumiu a responsabilidade, e pelo qual sua vítima o perdoou”, afirmou ainda, comparando o caso do diretor com o de Cosby, que não assumiu erro, foi acusado por mais de 40 mulheres e jamais perdoado. Polanski e Cosby foram os primeiros membros enquadrados no novo código de conduta da Academia, motivado pelo escândalo de Harvey Weinstein. Ele aponta que os membros da organização poderiam ser expulsos por abuso, assédio e discriminação sexual. Assim como Polanski, Woody Allen também se defendeu em tribunal da acusação de abuso de menor (a própria filha Dylan Farrow), mas o caso não resultou em condenação.

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  • Filme

    Bolsonaro volta a dizer que Lei Rouanet terá teto de R$ 1 milhão para todos projetos

    19 de abril de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que o governo prepara alterações na Lei Rouanet, para estabelecer um teto máximo de R$ 1 milhão por projeto. A manifestação aconteceu durante uma “live” nas redes sociais, em que Bolsonaro reiterou o que tinha dito anteriormente sobre a captação de projetos culturais. “O teto era até R$ 60 milhões. Artistas recebiam ou poderiam receber até R$ 60 milhões. Passamos esse limite para R$ 1 milhão, acho que ele tá alto ainda, mas diminuímos 60 vezes o valor desse teto. Então, mais gente, mais artistas poderão ser beneficiados da Lei Rounaet”, ele disse na noite de quinta (18/9) Na semana passada, durante uma entrevista ao programa “Pingos nos Is”, da Jovem Pan, Bolsonaro tinha feito a mesma comparação numérica, mas com linguagem mais colorida, avisando que tinha decidido “travar” a Lei Rouanet e que não pretendia fazer exceções. “Eu acho que não tem que ter exceção nenhuma, porque, com todo o respeito, você com R$ 1 milhão, para você divulgar e ter um espaço junto ao povo brasileiro para a sua obra, é mais do que o suficiente”, disse, na ocasião. A afirmação colocou o setor cultural em pânico. Mas o ministro da Cidadania, Osmar Terra, correu para desmentir Bolsonaro, dizendo para a imprensa que a discussão sobre o teto da Lei Rouanet era apenas para espetáculos musicais. Mas a segunda manifestação do presidente sobre o tema manteve o entendimento original, “que não tem que ter exceção nenhuma”. A mudança na Lei Rouanet integra o “projeto cultural” de Bolsonaro para o país. Ele pode ser entendido, de forma tosca, como uma “desestatização” da cultura nacional. Juntam-se ao teto mais baixo de incentivos, o fim de patrocínios de estatais a eventos culturais e a paralisação dos investimentos da Ancine em novos filmes e séries. Não se trata de iniciativa inédita. Fernando Collor de Mello seguiu o mesmo roteiro, ao extinguir a Embrafilme em 1990. O resultado foi uma catástrofe, representada pelo lançamento de apenas dois filmes brasileiros por ano no período. A quebradeira generalizada da indústria audiovisual também ajudou a aumentar o desemprego e a pior recessão da história do país. Collor acabou impichado. A volta por cima só foi possível com a aprovação da Lei Rouanet no Congresso Nacional, que permitiu à Petrobras investir em “Carlota Joaquina, a Princesa do Brasil” e “O Quatrilho”, indicado ao Oscar, que graças a seu sucesso e repercussão internacional marcaram o início da chamada “Retomada” do cinema brasileiro em 1995. Após um longo processo de reconstrução, o setor audiovisual brasileiro tem lançado mais de 100 filmes por ano, emprega cerca de 335 mil profissionais e rende mais de R$ 2 bilhões somente com impostos diretos para o governo federal – dados do levantamento do FSA (Fundo Setorial Audiovisual) de 2017. Mas a Lei Rouanet e o patrocínio estatal foram alvos de críticas de Bolsonaro durante toda a campanha presidencial, vistos como fontes de corrupção e incentivo de “marxismo cultural”. O estabelecimento de um teto de US$ 1 milhão atingiria realmente com mais força os musicais, como “O Fantasma da Ópera”, autorizado a captar R$ 28,6 milhões, mas também grandes mostras de arte, como a Bienal de São Paulo, com orçamento sempre acima dos R$ 20 milhões, além de todos os festivais de cinema importantes do país: Festival do Rio, Mostra de São Paulo, Festival de Brasília, Festival de Gramado, Anima Mundi, É Tudo Verdade, etc. – sem esquecer de museus, centros culturais e algumas orquestras que dependem da lei de incentivo para bancar suas operações anuais. Detalhe: o sistema de cadastramento para novos projetos na Lei Rouanet está fechado desde janeiro, quando Bolsonaro assumiu a presidência. Nenhum novo projeto pôde ser inscrito em quatro meses de governo, à espera de definições.

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