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    Bolsonaro confirma ordem de cortar financiamento ao “setor que alguns dizem ser de cultura”

    22 de abril de 2019 /

    O presidente Jair Bolsonaro usou sua conta pessoal no Twitter para confirmar que determinou a revisão de contratos vigentes e “possibilidades futuras” da Petrobras ligados “ao setor que alguns dizem ser de cultura”. Segundo Bolsonaro, “a ordem é saber o que fazer com bilhões da população brasileira”. “Respeitando a aplicabilidade do dinheiro público, determinamos a revisão dos contratos vigentes e possibilidades futuras da Petrobras ligados ao setor que alguns dizem ser de cultura. A ordem é saber o que fazem com bilhões da população brasileira”, escreveu. Obedecendo à determinação do presidente, a Petrobras revelou na semana passada que não renovará o patrocínio de 13 eventos neste ano, o que inclui a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival do Rio, o Festival de Brasília e o Anima Mundi, entre outros projetos. Em fevereiro, Bolsonaro já tinha anunciado seu espanto com o investimento da Petrobras em Cultura, ao expor números não fundamentados no Twitter. “A soma dos patrocínios dos últimos anos passa de R$ 3 BILHÕES”, tuitou o presidente, aproveitando para afirmar que o Estado “tem maiores prioridades”. Vale lembrar que, com um único telefonema no começo do mês, mandando reverter aumento no preço do diesel, Bolsonaro deu prejuízo de R$ 32 BILHÕES (para usar a mesma grafia inflamada do presidente) para a Petrobras. O suficiente para décadas de investimento de Cultura, segundo cálculos dele mesmo. Bolsonaro também extinguiu o Ministério da Cultura e congelou a aprovação de novos projetos na Lei Rouanet desde que assumiu a Presidência em janeiro. Nenhum projeto foi aprovado para receber incentivo em quase cinco meses de governo. E não há prazo para o descongelamento, que só deve acontecer quando forem aprovadas mudanças na Lei. O presidente pretende estabelecer o teto de R$ 1 milhão por projeto, o que também acerta os festivais de cinema do Brasil. ​Paralelamente, o TCU paralisou a Ancine, proibindo-a de investir em novos projetos de cinema e séries nacionais. É uma tempestade perfeita, que tende a culminar na maior catástrofe sofrida pela indústria cultural do país, com resultados já vistos sob o governo Collor: estagnação da produção cultural, aumento no índice de desempregados, quebradeira de empresas, impacto no consumo e na economia (recessão) e queda na arrecadação dos impostos que o governo deixará de receber do setor. Para justificar seus cortes, Bolsonaro publicou um vídeo junto do texto. O material, sem fonte clara – como tem sido praxe na comunicação do governo – , é uma versão editada de um noticiário da Globo News, submetida à tática de choque “golden shower” do presidente. Ele incorpora flashes aleatórios, alguns escatológicos, outros “apenas” preconceituosos, para forçar generalização sobre “o setor que alguns dizem ser de cultura”. Entre os exemplos subliminares está um pôster do filme “Lula, o Filho do Brasil”, que apesar de ser um vexame, não foi feito com dinheiro da Petrobras – ao menos, não diretamente – nem usou qualquer lei de incentivo fiscal federal, estadual ou municipal. Outro exemplo foi o flash de cartaz de um Encontro Nacional de Arte e Cultura LGBT de 2014, com destaque para o fato de que ele ocorreu no Centro Petrobras de Cinema. A imagem entrou no momento em que a cineasta Lais Bodanzky (“Como Nossos Pais”), presidente da Spcine, falava sobre a importância do Festival do Rio, que é dos eventos ameaçados após os cortes da Petrobras. Tendo em vista que todas as imagens aleatórias tem o objetivo de “negativar” as falas apresentadas, o uso do cartaz trata a cultura LGBT como se fosse uma perversão. O vídeo editado segue incorporando fake news, preconceito e generalizações de forma subliminar, para formar opiniões a partir de presunções completamente equivocadas. É uma técnica de lavagem cerebral, popularizada durante a Guerra Fria, para fomentar ódio contra aquilo que é mostrado. Uma das cenas mais icônicas do clássico filme “Laranja Mecânica” (1971), de Stanley Kubrick, lança mão de projeções de filmes para fazer lavagem cerebral no protagonista. O objetivo é recondicionar Alex (Malcolm McDowell) a reagir com repulsa a determinadas situações exemplificadas nas imagens. O condicionamento pela repulsa se alia à outra tática de lavagem cerebral. Você conhece o ditado que diz que “uma mentira contada mil vezes se transforma em uma verdade”? Pois o cérebro humano funciona mais ou menos dessa maneira e, quando não está preparado, cai nas armadilhas da repetição e do reforço de falsidades, passando a acreditar numa visão de mundo completamente mentirosa. Contrariando a visão de mundo do presidente, a Petrobras foi responsável por salvar o cinema brasileiro, junto da Lei Rouanet, do caos criado por Fernando Collor de Mello ao extinguir a Embrafilme – isto e a popularização da música sertaneja foram os maiores legados culturais de Collor, ao passo que a destruição da Cultura nacional será o legado de Bolsonoro. Em release divulgado em dezembro passado, dias antes de Bolsonaro assumir o poder, a Petrobras ainda se dizia orgulhosa de sua atuação como incentivadora do cinema nacional. “São 22 anos e mais de 500 títulos entre longas e curtas metragens que fizeram da Petrobras a principal parceira da Retomada do Cinema Brasileiro, atuando em todos os elos da cadeia produtiva do setor audiovisual”, diz o texto, que ainda acrescenta: “Acreditamos em especial na importância do apoio aos festivais de cinema por promoverem o lançamento e circulação de novos filmes, estimularem a formação de plateia e constituírem espaços privilegiados de debate e reflexão sobre o audiovisual”. “Carlota Joaquina, a Princesa do Brasil” e “O Quatrilho”, indicado ao Oscar, foram as primeiras produções cinematográficas que contaram com patrocínio da Petrobras. Com seu sucesso e repercussão internacional, os dois filmes de 1995 mudaram os rumos do cinema brasileiro, que foi quebrado por Collor, impichado por corrupção. Um dos slogans da Petrobras até o ano passado celebrava: “Para nós, Cultura é uma energia poderosa que movimenta a sociedade”. Respeitando a aplicabilidade do dinheiro público, determinamos a revisão dos contratos vigentes e possibilidades futuras da Petrobras ligados ao setor que alguns dizem ser de cultura. A ordem é saber o que fazem com bilhões da população brasileira. https://t.co/qc56MPKV7e — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) April 21, 2019

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato pode estrear em mais de 80% dos cinemas brasileiros

    22 de abril de 2019 /

    O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai monopolizar os cinemas do Brasil no fim de semana. Aparentemente, a Disney planeja aproveitar a paralisação da Ancine (Agência Nacional de Cinema), o fim do Ministério da Cultura, a ausência de assinatura no novo acordo de cotas de telas e outros desmontes promovidos pelo governo Bolsonaro no cinema brasileiro para realizar o maior lançamento já visto no país. Isto porque “Vingadores: Ultimato” será lançado em 2,7 mil salas na quinta-feira (25/4). O Brasil fechou 2018 com apenas 3,3 mil salas de cinemas – no país inteiro – , segundo relatório da Ancine. Assim, o lançamento da Disney ocupará 81,8% do total de telas disponíveis para a exibição de filmes no país. Por muito menos, a Ancine chegou a ameaçar o parque exibidor com a criação de regras rígidas para a circulação de cópias no mercado. Isto aconteceu após “Jogos Vorazes: A Esperança — Parte 1” utilizar 1,3 mil salas em seu lançamento em 2014. O então presidente da Ancine, Manoel Rangel, chamou de “predatória” a ocupação de quase 50% das salas existentes na época por apenas um filme. Ele alertou que a estratégia de monopólio expulsava outras produções do circuito e homogeneizava a oferta. Para evitar que a Ancine regulasse o mercado, distribuidores e exibidores assumiram um compromisso público, em dezembro de 2014, comprometendo-se a nunca mais realizar lançamentos “predatórios”. Entre outros pontos, acordaram que um mesmo filme só poderia ser exibido em até duas salas em multiplexes que possuam entre 3 e 6 salas, e só ocupar um terceiro espaço em complexos com mais de 9 salas de cinema. Mas, com a saída de Rangel da Ancine, pouco a pouco esse acordo foi sendo “esquecido”. Até ser derrubado pela Justiça Federal em novembro do ano passado. Mesmo assim, nenhum filme jamais ocupou mais de 2 mil salas no país simultaneamente. Um dos lançamentos mais amplos dos últimos tempos, “Aquaman” bateu recorde de arrecadação para a Warner com estreia em 1,6 mil salas. “Vingadores: Ultimato” será lançado em 1,1 mil salas a mais. O recorde de bilheterias do Brasil pertence ao filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que vendeu 3,6 milhões de ingressos e faturou R$ 65,1M (milhões) no país no ano passado. O filme foi lançado em “mais de mil salas”, segundo informação genérica da distribuidora. Por sua vez, “Vingadores: Ultimato” já esgotou sessões em mais de 900 salas, de acordo com o site Ingresso.com. As transações para sessões do filme corresponderam a 96,6% das vendas totais no site, que comercializa tickets para as redes Cinemark, Playarte, Espaço Itaú, Kinoplex, Cinépolis, UCI e outras.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato bate recorde de pré-vendas nos Estados Unidos

    22 de abril de 2019 /

    De acordo com levantamento do site Deadline, “Vingadores: Ultimato” já bateu o recorde de vendas antecipadas de ingressos nos Estados Unidos. A estimativa apurada pelo site aponta que o filme teria arrecadadi entre US$ 120 milhões e US$ 140M antes da estreia. Esses números não vêm da Disney. O filme já tinha quebrado o recorde de vendas de ingressos nas primeiras 24 horas, que pertencia a “Star Wars: O Despertar da Força” no site Fandango e em outros pontos de venda. Há quatro anos, a pré-venda de “O Despertar da Força” foi estimada em US$ 100M, o que representou um recorde na ocasião. A retomada da franquia “Star Wars” acabou abrindo com US$ 247,9M em seu primeiro fim de semana. Por conta disso, a expectativa é que “Vingadores: Ultimato” se torne o primeiro filme a estrear com US$ 300M no próximo fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. O lançamento também vai bater recorde de faturamento no Brasil, onde a procura já esgotou sessões em mais de 900 salas, segundo o site Ingresso.com. As transações para sessões do filme corresponderam a 96,6% das vendas totais no site, que comercializa tickets para as redes Cinemark, Playarte, Espaço Itaú, Kinoplex, Cinépolis, UCI e outras. Por conta disso, o fim de semana terá metade do número de estreias que tem pautado a programa dos cinemas no Brasil. Serão apenas cinco: “Vingadores: Ultimato” e mais quatro filmes em circuito limitado.

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  • Série

    HBO encomenda série espacial do criador de Veep

    22 de abril de 2019 /

    A HBO oficializou a produção de “Avenue 5”, nova série de comédia de Armando Iannucci, criador do sucesso “Veep” – que vai se encerrar na atual temporada. A trama se passa no futuro e acompanhará as aventuras do Capitão Ryan Clark, da nave Avenue 5, que dá título à produção. O personagem será interpretado por Hugh Laurie, que viveu os papéis-títulos das séries “House” e da recém-cancelada “Chance”. O papel marcará uma nova parceria entre o ator e o produtor. Laurie teve participação recorrente em “Veep”, aparecendo em 15 episódios entre a 4ª e a 6ª temporada da série. Adicionalmente, o ator também vai estrelar no próximo filme de Iannucci, “The Personal History of David Copperfield”, atualmente em pós-produção. O elenco também inclui Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Zach Woods (“Silicon Valley”), Nikki Amuka-Bird (“Hard Sun”), Rebecca Front (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Lenora Crichlow (“Deception”), Suzy Nakamura (“Dr. Ken”) e Ethan Phillips (“12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição”). A série deve estrear em 2020.

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  • Série

    NCIS: Los Angeles e NCIS: New Orleans são renovadas para novas temporadas

    22 de abril de 2019 /

    A rede americana CBS anunciou as renovações de “NCIS: Los Angeles” e “NCIS: New Orleans”. A primeira vai para sua 11ª temporada e a segunda para a 6ª temporada. “As duas séries têm sido pilares importantes da programação da CBS há vários anos”, disse a presidente da CBS Entertainment, Kelly Kahl, em comunicado nesta segunda-feira (22/4). “Elas oferecem histórias heroicas, grandes estrelas e atraíram uma base de fãs apaixonada e leal. Estamos empolgados em ter Chris [O’Donnell], LL (Cool J), Scott [Bakula] e todos os integrantes desses elencos de volta para trazer mais incríveis histórias de ‘NCIS’ para os espectadores nos EUA e em todo o mundo”. A atual 10ª temporada de “NCIS: Los Angeles” tem atingido picos de audiência e será encerrada com um grande evento: um reencontro com o elenco de “JAG”, que originou a franquia – o “NCIS” original era spin-off de “JAG”. Há rumores de que as participações de David James Elliott e Catherine Bell pode até originar um revival da série originalmente exibida entre 1995 e 2005. Porque a CBS claramente ama essa franquia. Já “NCIS: New Orleans”, o spin-off liderado por Bakula, enfrentou vários problemas nos bastidores de sua 5ª temporada, que provocaram a demissão do showrunner Brad Kern e do produtor executivo Adam Targum, após queixas de comportamento agressivo nas gravações. A série também perdeu 10% de sua audiência em relação à temporada anterior.

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  • Série

    Riverdale: Último episódio de Luke Perry vai ao ar nesta semana

    22 de abril de 2019 /

    A série “Riverdale” vai se despedir de Luke Perry, quase dois meses depois de sua morte aos 52 anos. O showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, revelou no Twitter que as últimas cenas gravadas pelo ator como Fred Andrews vão ao ar na quarta-feira (24/4). “O ‘Riverdale’ desta semana foi o último gravado por Luke”, escreveu o criador da série no Twitter. “Como sempre, Fred dá alguns conselhos sábios para Archie. É um momento lindo e verdadeiro entre pai e filho. Gostaria que estas cenas nunca acabassem”. Intitulado “Fear the Ripper”, o episódio será exibido simultaneamente no Brasil pelo canal pago Warner, às 21h40. O produtor ainda não informou como a ausência do ator será explicada na trama da série, que ainda terá mais três episódios em sua 3ª temporada. Além de “Riverdale”, Luke Perry também finalizou sua participação em “Era Uma Vez em Hollywood”, filme de Quentin Tarantino, que estreia em 15 de agosto no Brasil.

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  • Filme

    A Gente se Vê Ontem: Sci-fi de denúncia social produzida por Spike Lee ganha trailer legendado

    22 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Gente se Vê Ontem” (See You Yesterday), uma sci-fi de temática social. Com protagonistas negros, a trama acompanha uma menina gênio e seu melhor amigo que inventam uma máquina do tempo caseira e a usam para tentar salvar a vida do irmão dela, assassinado pela polícia numa abordagem racista. Mas eles logo descobrem que o tempo não aceita mudanças. “A Gente se Vê Ontem” é um “Projeto Almanaque” (2015) politicamente correto, em que a ficção científica ilustra o tema do movimento ativista Black Lives Matter, que denuncia a brutalidade policial nos Estados Unidos. O rapaz morto pela polícia está desarmado e não reage, circunstâncias similares a vários casos ocorridos nos EUA nos últimos anos. A produção é de ninguém menos que Spike Lee, cineasta premiado com o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Infiltrado na Klan”, que apadrinha a estreia na direção de longas de seu assistente naquele filme, Stefon Bristol. O filme é baseado num curta de Bristol lançado em 2017, e mantém o mesmo elenco central, com Eden Duncan-Smith (“Annie”) e o estreante em longas Danté Crichlow nos papéis dos viajantes do tempo. Já o irmão assassinado é vivido por Astro (“Caçada Mortal”). A estreia está marcada para 17 de maio. E marca a segunda parceria entre Spike Lee a Netflix. O serviço de streaming já disponibilizou a 1ª temporada de “Ela Quer Tudo”, série inspirada no filme homônimo de 1986 de Lee, que retorna com novos episódios em maio. O próximo filme do cineasta, um drama de guerra, também será exibido com exclusividade na plataforma.

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  • Filme

    Dan Ferreira entra em dois filmes após ser diagnosticado com doença rara

    22 de abril de 2019 /

    O ator Dan Ferreira voltou ao trabalho após ter sido diagnosticado com a Síndrome de Guillain-Barré, em fevereiro passado. Ele começou a filmar o longa “Medida Provisória”, que marca a estreia de Lázaro Ramos na direção, e depois fará “Alemão 2”, de José Eduardo Belmonte. Ferreira ainda está tratando a doença que, coincidentemente, foi abordada na novela “Segundo Sol”, da qual fez parte. De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, o ator não tem nenhuma restrição física, mas, apesar disso, se dedica à fisioterapia na preparação para os longas. A recuperação da doença, no caso do ator, foi considerada rápida pelos médicos. Ele ficou apenas uma semana internado, enquanto o tempo médio para os pacientes é de um mês. “Meu corpo reagiu muito bem aos medicamentos. Ainda estou fazendo fisioterapia para recuperar os movimentos por completo, pois ainda não tenho a minha força total. Não consigo correr muito, por exemplo. Só a fisioterapia vai ajudar, mas é 100% reversível. Mas estou bem e conseguindo trabalhar. É só uma questão de tempo para voltar a estar como antes”, disse o ator. Em fevereiro, exames realizados no hospital Cárdio Pulmonar, em Salvador, diagnosticaram a doença rara, que pode ser provocada por uma infecção bacteriana ou viral e tem sintomas bem característicos: fraqueza e formigamento nos pés e nas pernas que se espalham para a parte superior do corpo, podendo gerar até paralisia dos membros. De acordo com a nota da assessoria de imprensa de Dan Ferreira, ele desembarcou na capital baiana para aproveitar o verão na cidade e já estava sentindo um mal-estar estar e fraqueza nas pernas. Procurou um hospital e foi internado de imediato. Na novela, o par romântico de Acácio apresentou o quadro clínico que ele descobriu, posteriormente, fora das telas. Rochelle, vivida por Giovanna Lancellotti, sentiu formigamento nas mãos e pés, mesmo sintomas que o ator apresentou antes de ser internado. Na novela exibida no ano passado, a personagem a patricinha malvada descobriu o diagnóstico após ter se machucado durante uma armação. Ela ficou com o corpo paralisado, fez fisioterapia e terminou a história feliz depois de passar pelo processo de reabilitação.

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  • Filme,  Música

    Criadores de Game of Thrones comentam cenas e música do último episódio

    22 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou um vídeo em que os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, comentam as cenas mais importantes do segundo episódio da 8ª temporada. Os comentários acompanham momentos-chaves dos episódios, portanto tudo no vídeo é spoiler, como a perda da virgindade de Arya (Maisie Williams), a aceitação de Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) em Winterfell e a sagração de Brienne de Tarth (Gwendoline Christie) como cavaleiro dos Sete Reinos – ato que batizou o episódio. Há também destaque para a música cantada por Podrick (Daniel Portman), cuja voz é elogiada pelos produtores. A canção “Jenny of Oldstones” também ganhou uma gravação de Florence + The Machine, que teve clipe divulgado aqui. Com a exibição de “A Knight of the Seven Kingdoms”, faltam só quatro episódios para o final da série. O terceiro capítulo vai ao ar no próximo domingo (28/4) no canal pago HBO. Veja o trailer aqui.

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  • Filme,  Música

    Música do último capítulo de Game of Thrones ganha clipe oficial

    22 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou um clipe com a música “Jenny of Oldstones”, um folk de sonoridade medieval, cantando por Florence + The Machine. A versão foi ouvida durante os créditos de encerramento do segundo episódio da 8ª temporada de “Game of Thrones”, “A Knight of the Seven Kingdoms”, exibido no último domingo (22/4). Mas, um pouco antes no episódio, foi entoada por Podrick (Daniel Portman), o escudeiro da agora Sor Brienne de Tarth (Gwendoline Christie, que se converteu no cavaleiro dos Sete Reinos do título), durante a noite em que os personagens fizeram as pazes e enterraram rancores à espera da batalha mortal do próximo capítulo. “Quando ouvi a música pela primeira vez parecia uma canção de ninar celta”, contou Florence, que foi pessoalmente convidada pelos criadores da série David Benioff e D.B. Weiss para gravar a música, que os dois escreveram com Ramin Djawadi, compositor oficial de “Game of Thrones”, a partir dos primeiros versos publicados por George R.R. Martin, o autor dos livros em que a produção se baseia. A letra, por sinal, referencia a mitologia de “Game of Thrones”, já que a Lady Jenny cantada nos versos não é uma pessoa qualquer, mas uma camponesa que entrou para a casa Targaryen através do seu casamento com o príncipe Duncan, apesar das objeções do Rei Aegon V. Por causa do casamento, Duncan abriu mão de seu direito ao trono. E o clipe parece indicar que o mesmo ocorrerá com seu descendente Jon Snow (Kit Harington). Por curiosidade, Florence Welch, a cantora da banda, já tinha sido convidada antes e se recusado a gravar uma música para a série. Foi “Rains of Castamere”, na 2ª temporada – que acabou gravada pelas bandas The National e Sigur Rós. A cantora disse que a recusa anterior se deu por ela ser muito criteriosa com as canções que grava e que ela vivia “anos de caos” na época da 2ª temporada. “Fico feliz que eles tenham me convidado de novo”.

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  • Série

    Game of Thrones entra em clima de batalha no trailer legendado do próximo episódio

    22 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer legendado do próximo episódio de “Game of Thrones”, que explora a tensão antes da batalha iminente. E não será qualquer batalha, mas a mais grandiosa já gravada para a televisão. O diretor de segunda unidade da série, Jonathan Quinlan, revelou que as cenas demoraram 55 noites consecutivas para ser gravadas, em meio ao frio, à neve, à lama, ao esterco de ovelhas e aos ventos gelados, ao redor dos vilarejos de Toome e Magheramorne, na Irlanda do Norte. Isto é mais do que o dobro de tempo dispendido na gravação da lendária “Batalha dos Bastardos”, na 6ª temporada, até hoje a maior sequência de ação já realizada para a TV. Por sinal, o diretor vencedor do Emmy pela “Batalha dos Bastardos”, o inglês Miguel Sapochnik, volta à série para comandar este episódio – além do quinto, em que se prevê um novo conflito épico. Para completar, o confronto grandioso entre os Caminhantes Brancos e os exércitos reunidos em torno de Winterfell renderá o episódio mais longo da série, que terá 1h22 de duração, praticamente a extensão de um filme. O terceiro capítulo da 8ª e última temporada da série vai ao ar no próximo domingo (28/4) no canal pago HBO.

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  • Filme

    Chucky comemora a Páscoa em pôster do novo Brinquedo Assassino

    21 de abril de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou um novo pôster do remake de “Brinquedo Assassino”, desta vez de temática comemorativa. A arte, disponibilizada no Twitter oficial do filme, mostra Chucky em clima de Páscoa, entre ovinhos e um coelho ensanguentado. Bem diferente do Chucky dos anos 1980, o novo boneco tem tecnologia de ponta, como parte de um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”, que controla toda a casa de suas vítimas principais. Além disso, sua voz é agora dublada por Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”). O elenco também destaca Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E Brian Tyree Henry (“Atlanta”), que vive um policial. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia do remake de “Brinquedo Assassino” está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento norte-americano. No one gets in the way of his best friend. ?? #ChildsPlayMovie #Easter pic.twitter.com/3e2mm1NkXn — Child's Play Movie (@ChildsPlayMovie) April 21, 2019

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  • Série

    Veja os trailers de Gentleman Jack, minissérie de época que estreia sexta no Brasil

    21 de abril de 2019 /

    A HBO e a BBC divulgaram trailers diferentes de sua coprodução “Gentleman Jack”, minissérie de oito episódios que estreia nesta segunda-feira (22/4) nos Estados Unidos e na próxima sexta (26/4) no Brasil. Ambientada na Inglaterra do século 19, “Gentleman Jack” conta a história real de Anne Lister, uma mulher muito à frente de seu tempo, que trocou os vestidos elaborados das damas de sua época por um traje masculino mais prático, assumindo-se lésbica, enquanto lutava para assumir os negócios da família e ficar rica. A série é baseada no diário de Lister e foi escrita, dirigida e produzida por Sally Wainwright (criadora de “Happy Valley”). O elenco destaca Suranne Jones (Doctor Foster) no papel-título, além de Sophie Rundle (“Peaky Blinders”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Timothy West (“Masada”) e Gemma Jones (“O Diário de Bridget Jones”). Confira abaixo os dois trailers diferentes e o pôster oficial da HBO.

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