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    Fosse/Verdon: Minissérie estrelada por Sam Rockwell e Michelle Williams ganha trailer dramático

    1 de março de 2019 /

    O canal pago FX divulgou o pôster e o segundo trailer da minissérie “Fosse/Verdon”, estrelada por Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) respectivamente como o diretor e coreógrafo Bob Fosse e a atriz e dançarina Gwen Verdon. A prévia é dramática, mas também repleta de coreografias que recriam momentos famosos da carreira do casal, como os espetáculos da Broadway “Charity, Meu Amor”, “Cabaret” e “Chicago”. A minissérie vai acompanhar suas trajetórias como um casal de artistas que, como destaca o release da FX, “mudou a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso”. O elenco da série também inclui Margaret Qualley (“The Leftovers”), Norbert Leo Butz (“Bloodline”), Aya Cash (“You’re the Worst”), Susan Misner (“Billions”) e Bianca Marroquín (“Eleanor”), Paul Reiser (“Stranger Things”), além de Nate Corddry (“Mindhunter”) como Neil Simon, Kelli Barrett (“O Justiceiro”) como Liza Minnelli e Laura Osnes (“City of Dreams”) como Shirley MacLaine. “Fosse/Verdon” estreia em 9 de abril nos Estados Unidos.

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  • Série

    After Life: Nova série de Ricky Gervais ganha fotos e trailer da Netflix

    1 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o primeiro trailer de “After Life”, nova série de comédia estrelada por Ricky Gervais, criador e astro da versão britânica (e original) de “The Office”. A prévia mostra que o humor é de cortar os pulsos, a ponto de o personagem de Gervais comparar a capacidade de se matar com um superpoder. Deprê no último. Com seis episódios com meia hora de duração, típico das produções britânicas do gênero, a trama acompanha Tony (Gervais), um homem que tinha uma vida perfeita. Mas quando sua esposa morre, tudo muda. Depois de pensar em tirar a própria vida, ele decide acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quiser a qualquer hora. Ele acredita que isso o torna poderoso, mas a situação se complica quando todos seus amigos resolvem salvar o cara legal que eles costumavam conhecer. Curiosamente, Gervais é conhecido por se portar como a descrição do personagem. Seu humor depreciativo já causou estragos até nas relações públicas do Globo de Ouro, evento que ele apresentou várias vezes. Essa não é a primeira parceria do comediante com o serviço de streaming, que produziu seu filme “Correspondentes Especiais” e foi coprodutor da série “Derek”, junto do Channel 4 britânico. “After Life” estreia em 8 de março.

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  • Etc,  Série

    Katherine Helmond (1929 – 2019)

    1 de março de 2019 /

    A atriz Katherine Helmond, que marcou duas gerações de sitcoms americanos com papéis em “Soap” (1977-1981) e “Who’s The Boss?” (1984-1992), morreu no último dia 23 de fevereiro, em sua casa em Los Angeles, nos EUA. A atriz tinha 89 anos e lutava contra o Mal de Alzheimer. Helmond venceu dois Globos de Ouro, um por cada uma das séries citadas, e foi indicada a sete Emmys – quatro por “Soap”, dois por “Who’s the Boss”, e um por sua participação especial em outra sitcom, “Everybody Loves Raymond” – , sem nunca conquistar a estatueta. Ela fez muitos dramas e séries de aventuras na TV, antes de revelar-se uma senhora comediante. Em entrevista de 2008, confessou que sua guinada para as comédias foi motivada por uma vida de poucas alegrias. “Eu fui casada com um alcoólatra, e ele me batia. Por isso, meu agente me disse que não aguentaria me ver sofrendo ainda mais na televisão. Então tentamos uma sitcom”, disse a atriz, que foi casada com o ator George Martin (“Sociedade dos Poetas Mortos”) até 1962. Além de séries, Helmond fez filmes famosos, como a sátira “Hospital” (1971), o clássico de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “Trama Macabra” (1976), último longa do diretor Alfred Hitchcock. Mas é mais lembrada por sua parceria com o diretor Terry Gilliam, para quem filmou “Os Bandidos do Tempo” (1981) e principalmente “Brazil – O Filme” (1989), num papel inesquecível como a mãe do protagonista, viciada em cirurgias plásticas. Ela também esteve na comédia “Um Salto para a Felicidade” (1987), de Garry Marshall, e foi a voz original da personagem Lizzy em três filmes – e um videogame – da franquia animada “Carros”, da Disney-Pixar. A atriz deixa o segundo marido, David Christian, com quem estava casada desde 1962. Eles se conheceram no teatro. Ele era cenografista e ela a atriz principal. “Ela era o amor da minha vida”, disse Christian. “Nós passamos 57 anos lindos, maravilhosos e amorosos juntos, que eu irei guardar para sempre. Eu estive com Katherine desde que tinha 19 anos. Na noite em que ela morreu, vi que a lua estava meio vazia, assim como eu estou agora…”.

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  • Filme

    Continuação de No Limite do Amanhã define roteirista

    1 de março de 2019 /

    A Warner lembrou que possui os direitos da sequência da sci-fi “No Limite do Amanhã” e contratou um roteirista para desenvolver o projeto, cinco anos após o filme original se tornar um dos mais elogiados da carreira de Tom Cruise. Além de Cruise, a atriz Emily Blunt e o diretor Doug Liman têm interesse em retornar na continuação, que, infelizmente, não poderá contar com o ator Bill Paxton, falecido em 2017. Os dois protagonistas e o cineasta só farão o filme se gostarem do roteiro, que será escrito por Matthew Robinson, autor da fracassada comédia “O Primeiro Mentiroso” (2009) e da fracassada fantasia “Monster Trucks” (2016). Curiosamente, há um ano e meio Doug Liman revelou que já havia um roteiro pronto. Foi escrito por Christopher McQuarrie, roteirista do longa original e diretor dos dois últimos filmes da franquia “Missão: Impossível”. Não está claro se o anúncio de Liman foi precipitado, se o roteiro de McQuarrie foi descartado e outro tomará o seu lugar ou se Robinson foi trazido a borda apenas para dar retoques finais na história. O filme original acompanhava o inexperiente Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e que por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e pode treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”.

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  • Etc

    Luke Perry estaria em coma após sofrer AVC

    1 de março de 2019 /

    O ator Luke Perry, que ficou mundialmente conhecido pela série “Barrados no Baile” e atualmente estrelava “Riverdale”, estaria em coma induzido após sofrer AVC (Acidente Vascular Cerebral) na quarta-feira (27/2). Segundo o site TMZ, o derrame que o ator sofreu em sua casa, na Califórnia, foi “massivo”. O representante do ator disse apenas que ele estava “sob observação no hospital” e que foi sedado, sem entrar em detalhes. Mas o TMZ apurou que seu estado de saúde se deteriorou, levando os médicos a optarem por induzir o coma. Atualmente com 52 anos, Perry despontou para o estrelato como o jovem galã rebelde Dylan McKay, de “Barrados no Baile”, que ficou no ar entre 1990 e 2000. O elenco original daquela atração vai voltar a se encontrar em nova produção no próximo verão norte-americano, mas não havia previsão dele retornar, já que está no ar em “Riverdale” como Fred Andrews, pai do protagonista Archie (KJ Apa). “Riverdale” está na fase final de produção de sua 3ª temporada e já foi renovada para mais um ano pelo canal pago CW. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Emma Roberts vai estrelar próxima comédia romântica da Netflix

    1 de março de 2019 /

    A Netflix escalou Emma Roberts para sua próxima comédia romântica. A atriz, que ficou conhecida pela série “American Horror Story”, não costuma fazer muitos filmes no gênero que consagrou sua tia mais famosa, Julia. E essa falta de romance em sua filmografia, de certa forma, será explorada pela trama. Intitulado em inglês “Holidate”, o filme vai trazer Roberts como uma mulher cansada de comparecer a feriados em família sem um namorado, só para virar alvo de perguntas e comentários intrometidos. Quando ela encontra um rapaz que vive o mesmo dilema, eles combinam de ser “parceiros de feriado” por um ano. Quem viu “Namorada de Aluguel” (1987) e “A Proposta” (2009), entre muito outros filmes de namorados fakes, já sabe como isso termina. O roteiro foi escrito por Tiffany Paulsen, com quem Roberts trabalhou em “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood” (2007). Já a direção é de John Whitesell (“Vovó… Zona 2”) e a estreia deve ficar para 2020.

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  • Etc

    Michael J. Fox revela piora e cirurgia recente devido ao Mal de Parkinson

    1 de março de 2019 /

    O ator Michael J. Fox admitiu que passa por uma fase difícil na sua luta de quase 30 anos contra o Mal de Parkinson, doença degenerativa que o aflige desde 1991. Em entrevista ao jornal The New York Times, o astro da inesquecível trilogia “De Volta ao Futuro” revelou que precisou passar por uma recente cirurgia na coluna. “Eu estava tendo um problema recorrente com a minha espinha dorsal”, confessou. “Os médicos diziam que era benigno, mas que eu poderia ficar com as pernas dormentes se ficasse muito tempo parado. Eu comecei a cair o tempo todo – estava ficando ridículo”. “Eu estava tentando entender quanto do problema tinha a ver com o Parkinson e quanto tinha a ver com a minha espinha, mas a coisa chegou em um ponto no qual eu precisei fazer cirurgia. Fiz, e depois fiz muita fisioterapia”, continuou. “Eventualmente, alguém me chamou para atuar em um projeto. Era agosto do ano passado, e eu aceitei. Acordei no dia que ia voltar ao trabalho, fui até a cozinha tomar café da manhã, pisei em falso e caí. Fraturei o braço, coloquei uma placa e 19 pinos”, completou. Otimismo demais? O ator admitiu ainda que talvez tenha sido, no passado, otimista demais em relação a sua doença. “Eu tinha expectativas muito altas, e consegui fazer muita coisa por isso. Também tive que aguentar as consequências, e acho que não me abri tanto sobre isso com o público”, confessou. Agora, Fox está trabalhando em um novo livro, no qual aborda o tema de equilibrar otimismo e realismo. “Foi muito sombrio para mim chegar a um ponto em que me peguei questionando: ‘Será que eu vendi falsa esperança para o meu público?'”, admitiu. “Eu fiz as pazes com a minha doença, mas presumi que os outros teriam a mesma relação com ela. Eles não têm. Quando comecei a lidar com os efeitos da cirurgia na coluna, percebi: ‘Uau, isso aqui pode ser muito pior do que eu imaginava'”. Isto não significa que Fox tenha desistida da possibilidade de uma cura, e a fundação começada por ele trabalha incansavelmente neste sentido. “Há um novo remédio que foi aprovado recentemente”, revelou. “Ele ajuda principalmente quando o Parkinson te faz ‘congelar’, te deixa sem a capacidade de se mexer”. Por fim, o ator comentou sobre a relação entre a sua fundação e o governo norte-americano, agora comandado por Donald Trump. “Nós temos um relacionamento que funciona, na maior parte do tempo”, disse, antes de demonstrar contrariedade com o presidente. “No entanto, uma coisa que realmente me deixou bravo foi quando ele tirou sarro daquele repórter. Aquilo foi uma facada no estômago”, lembrou, referindo-se ao incidente da campanha eleitoral de 2015, em que Trump fez piada com um jornalista deficiente do The New York Times. “Não foi uma facada no estômago só para mim, mas para as pessoas que eu conheço e com quem trabalho. Nós tentamos o tempo todo superar a aversão que as pessoas sentem de alguém que se move diferente delas”, apontou Fox. “Quando ouvi a notícia, pensei: ‘Será que digo algo em resposta?’. Mas depois pensei: ‘As pessoas já sabem que Trump é um m**da'”, completou.

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  • Filme

    Robert Pattinson canta “música espacial” em clipe de sci-fi francesa

    1 de março de 2019 /

    A página da banda Tindersticks no YouTube publicou o clipe de “WIllow”, música da trilha sonora da ficção científica “High Life”, composta pelo cantor e guitarrista Stuart A. Staples. O vídeo minimalista mostra imagens do espaço e o interior escuro de uma nave, onde se encontram os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Jessie Ross (“The Frankenstein Chronicles”). E é o ator quem canta a música. Willow é o nome da filha (Ross) de seu personagem, para quem ele entoa a melodia no longa. “High Life” é a primeira sci-fi da cineasta Claire Denis, mas a quinta trilha de sua filmografia criada pelo líder dos Tindersticks. Staples compõe as músicas dos filmes da diretora francesa há 15 anos, desde “O Intruso” (2004). Na trama, prisioneiros condenados à morte trocam suas sentenças por uma missão espacial suicida para colher energia perto de um buraco negro. Paralelamente, a médica da nave realiza uma experiência própria, testando obsessivamente a capacidade da tripulação para se reproduzir no espaço. Não demora e os prisioneiros confinados se rebelam diante de um destino sombrio que alimenta desentendimentos e descamba em violência. O elenco também destaca Mia Goth (“A Cura”), o rapper André Benjamin (“Jimi: Tudo a Meu Favor”), a polonesa Agata Buzek (“Agnus Dei”), o alemão Lars Eidinger (“Personal Shopper”) e a francesa Juliette Binoche (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”), que interpreta a médica sádica. “High Life” teve première no Festival de Toronto, onde atingiu 86% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Premiado pela crítica no Festival de San Sebastian, o filme estreou em novembro na França e chega apenas em 5 de abril aos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    When They See Us: Fotos e trailer da minissérie da diretora de Selma denunciam injustiça racial

    1 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou sete fotos e o teaser de “When They See Us”, minissérie da diretora Ava DuVernay, que volta ao tema da injustiça racial de seu filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” e do documentário “A 13ª Emenda”. O vídeo é impactante pela forma como a cineasta comanda a mudança de cenas, ainda que faltem legendas para o público brasileiro compreender como as alterações de iluminação e cenografia representam preconceito. A história examina o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram condenados por estuprar uma mulher no Central Park, em Nova York, em 1989. E eram inocentes. Todos os cinco episódios da atração foram escritos e dirigidos por DuVernay. E cada capítulo irá se concentrar num dos jovens presos, numa narrativa que abrangerá desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até a exoneração dos condenados em 2014, após 25 anos na prisão sem culpa alguma. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção é uma obra de ficção com atores. O elenco conta com Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), Joshua Jackson (“The Affair”), Famke Janssen (“How to Get Away with Murder”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), John Leguizamo (“Bloodline”), Niecy Nash (“Claws”), Chris Chalk (“Gotham”) e Blair Underwood (“Quantico”), entre outros. A estreia está marcada para 31 de maio em streaming.

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  • Filme

    Hellboy solta palavrões e piadas em novo trailer repleto de monstros digitais

    1 de março de 2019 /

    A Lionsgate divulgou novos pôsteres e o segundo trailer de “Hellboy”, desta vez em versão “red band” (para maiores). Na prática, isto significa apenas mais palavrões, o que não faz diferença para quem vê sem legendas. De resto, o novo vídeo traz muito mais efeitos, que conjuram criaturas monstruosas e um clima sombrio. E que bom que o visual é caprichado, pois nenhuma das piadas apresentada nesses “melhores momentos” funciona. A ênfase nos efeitos digitais também é uma forma de demarcar a diferença entre este filme e os anteriores, dirigido por ninguém menos que Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”), um fã de efeitos práticos de maquiagem. O novo diretor é Neil Marshall que, antes de comandar episódios de “Game of Thrones”, também era especialista em filmes de terror. A trilha continua nada a ver (mais um cover, desta vez de “Smoke on the Water”, do Deep Purple), e o vídeo ainda inclui uma versão resumida da origem do personagem-título – uma característica de reboots com mudança completa de elenco. A nova versão dos quadrinhos de Mike Mignola traz o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel consagrado por Ron Perlman e dispensa os demais heróis sobrenaturais vistos nos filmes de Del Toro, trocando-os por novos personagens vividos por Sasha Lane (“American Honey”) e Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), além de trazer Ian McShane (série “American Gods”) no papel do Professor Bruttenholm, interpretado pelo saudoso John Hurt nos longas originais. Para completar, ainda há destaque para Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) no papel da vilã Nimue. Assinado por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”), o roteiro adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”. Trata-se de uma aventura em que Hellboy enfrenta Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – e, segundo a lenda arthuriana, amante de Merlin – , que volta à vida para trazer o apocalipse. A estreia está marcada para 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Claudia Leitte e Mônica viram garotas-propaganda da Capitã Marvel no Brasil

    1 de março de 2019 /

    Não, a cantora Claudia Leitte não é leitora de quadrinhos nem se inspirou num filme inédito para aparecer como Capitã Marvel no Carnaval de Salvador. Ela é apenas garota-propaganda da Disney. O estúdio fechou parcerias (leia-se “pagou”) diferenciadas para promover o filme no Brasil. Além de subir no trio elétrico como uma Capitã Marvel grávida – a cantora espera um bebê – , Claudia Leitte também está promovendo o lançamento em suas redes sociais. E nem foi a única brasileira famosa a entrar no uniforme azul, vermelho e amarelo. Até a Mônica ficou loira – aquela que é dentuça (ai, o coelho não!) – e superpoderosa num crossover de quadrinhos, ilustrando uma arte do filme. Veja abaixo. Além disso, a Disney se juntou ao Instituto Luisa Mell na campanha “Goose o Gato”, para promover o filme de forma “beneficente”. Goose é o gato de Carol Danvers, a Capitã Marvel, e a campanha pede que o público compartilhe fotos que demonstrem sua relação de amor com os gatos no Instagram, usando a hashtag #GooseOGato. A cada foto publicada, a Disney doará R$1,00 para o Instituto, que atua principalmente no resgate de animais feridos ou em situação de risco. A campanha terá fim quando a marca de R$ 50 mil em doação for atingida. Esse investimento visa popularizar no Brasil a heroína da Marvel, que não é exatamente uma Mulher-Maravilha. O filme da “Capitã Marvel” estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta, dia 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Lena Headey estreia como diretora em clipe estrelado por Maisie Williams

    1 de março de 2019 /

    A cantora inglesa Freya Ridings lançou o clipe de “You Mean The World To Me”, que deve chamar atenção dos fãs de “Game of Thrones”, graças a quem participa diante e atrás das câmeras. O vídeo tem direção da atriz Lena Headey, a Cersei Lannister da HBO, que convidou Maisie Williams, intérprete de sua inimiga fidagal na série, Arya Stark, para protagonizar a historinha que ilustra a canção. O resultado explora emoções, ao acompanhar uma menina de pais separados, que sofre por não saber lidar com a situação. Ela cresce e vira Maisie, que diz coisas terríveis para o pai, como toda adolescente. E aí passa a sofrer ainda mais, por não ter tido a intenção de fazê-lo chorar. A encenação é uma interpretação literal da letra, que também faz sentido como confissão de uma amante após provocar o fim de um relacionamento. Diz a voz de Freya, a bela: “Eu disse coisas que não posso retirar/ E não sei como viver com isso… Eu sei que não te deixei ver/ Mas você significa o mundo pra mim/ E eu sei que posso ser bem má/ Mas você significa o mundo pra mim”. Em entrevista para a revista Variety, Lena Headey, que fez sua estreia como diretora no clipe, declarou ter se arrepiado quando ouviu a música pela primeira vez. “Eu tive uma reação emocional imediata à voz de Freya e a esta canção”. A própria cantora ficou impressionada com a visão de Headey para o vídeo, além da participação de Williams como atriz. “Quando soube que elas queriam trabalhar no clipe, fiquei lisonjeada. Elas são mulheres tão inteligentes, refletem a mulher para quem eu escrevi esta música: minha mãe”.

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  • Música

    Jonas Brothers se rendem às suas mulheres famosas em clipe que marca a volta do trio musical

    1 de março de 2019 /

    Os irmãos Jonas voltaram a gravar juntos após seis anos separados. O anúncio deveria vir numa participação do trio no quadro “Carpool Karaoke”, do programa “The Late Late Show with James Corden”, na segunda-feira (4/3). Só que o ritmo da internet acelerou os planos. Com o “segredo” vazado na semana passada, o reencontro dos Jonas gerou até contagem regressiva para o lançamento de um novo single, batizado de “Sucker”. O detalhe é que a música inédita também veio acompanhada de clipe. E além do trio fraterno formado por Joe, Nick e Kevin, o vídeo também juntou as respectivas caras metades de cada um, as atrizes Sophie Turner (“Game of Thrones”) e Priyanka Chopra (“Quantico”) e a ex-cabeleireira Danielle Jonas. A banda batizada de Jonas Brothers foi formada em 2005, quando os três ainda eram adolescentes, e estourou mundialmente graças à sua conexão com o Disney Channel, que os mostrou em “Hannah Montana”, lançou uma série do grupo (chamada “Jonas”) e ainda os promoveu nos dois telefilmes de “Camp Rock”. Mas os irmãos acabaram se separando ao atingir a maturidade. O motivo oficial foi “diferenças musicais”. E cada um seguiu seu caminho após 2013. O mais velho, Kevin, sumiu após aparecer em reality show sobre seu casamento. O bonitinho, Joe, manteve a carreira musical, embora sem o mesmo sucesso. O mais novo, Nick, também seguiu cantando, mas encontrou nova vocação, virando um ator bem-sucedido com a série “Kingdom” e o blockbuster “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” – além de estar em mais três lançamentos de cinema de 2019. O vídeo de “Sucker” é o primeiro dos Jonas desde “First Time”, que os mostrava como (dois) solteirões (e um irmão mais velho) festejando em Las Vegas. Agora, eles cantam o o amor que sentem pelas esposas – e noiva, no caso de Sophie. Quanta diferença. “Eu fico bobo por você/ Você manda e eu vou pra qualquer lugar às cegas”, diz o refrão, em tradução bem livre. Curiosamente, o palácio do cenário e os figurinos inspirados em fábulas têm um toque de Disneylândia, mas para adultos, como uma versão hedonista de “Alice no País das Maravilhas”, com direito a jogos eróticos, excessos e musas empoderadas. A direção é de Anthony Mandler, que costuma assinar os clipes de Rihanna.

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