Retrospectiva: Os 50 melhores clipes nacionais de 2018
2018 foi o ano em que os clipes brasileiros mudaram de patamar com o envolvimento de muitos diretores de publicidade e cinema, fazendo com que até as produções de música indie atingissem uma qualidade muito acima da média de outras retrospectivas. Sejam do rock independente ou da nova MPB, os clipes brasileiros nunca tiveram uma qualidade tão uniforme, passando pelos mais diferentes ritmos. Claro que ninguém foi tão longe quanto Anitta, que deu a volta ao mundo só para gravar um clipe – e lançou pelo menos mais três vídeos fantásticos em 2018, embora apenas um tenha entrado na lista, para dar espaço a 50 artistas diferentes. Mas ela não foi a única a ter músicas transformadas em superproduções. Não faltam, entre as obras selecionadas, efeitos visuais cinematográficos e participações de astros famosos em dramatizações de impacto – com pelo menos uma estrela de cinema atrás também do microfone. Outro detalhe visível é o engajamento da maioria das produções, contra a intolerância e o racismo, e em defesa dos direitos LGBTQIA+ e do empoderamento feminino. Há retratos de trabalhadores e estudantes em seus cotidianos, e histórias de amor que acontecem longe dos cenários tradicionais das novelas da Globo. A diversidade chega a dar esperanças no futuro. Aperte o play para ver e ouvir, numa ordem definida por afinidade sonora, e confira os nomes dos artistas abaixo. 1 Baco Exu do Blues – Bluesman | 2 Criolo – Boca de Lobo | 3 Rincon Sapiência – Crime Bárbaro | 4 Àttooxxá – Caixa Postal | 5 Karol Conka & Sabotage – Cabeça de Nego | 6 Emicida & Fióti – Rap do Motoboy | 7 Iza – Dona de Mim | 8 Xenia França – Pra que me Chamas? | 9 Mawu – Chamamento | 10 Cordel do Fogo Encantado – Liberdade, a Filha do Vento | 11 Scalene – Esc (Caverna Digital) | 12 Molho Negro – O Jeito de Errar | 13 Canto Cego – Eu Não Sei Dizer | 14 The Mönic – Buda | 15 Marcelo Gross – Alô, Liguei | 15 Wasadog – I’m Willin’ | 16 Daniel Groove – Seu Amor | 18 Leela – YouTube Mine | 19 Letrux – Além de Cavalos | 20 Dani Vellocet – A Rainha e o Leão | 21 Gab – Not Yours | 22 André Cardinali – Contos de Fadas | 23 Marcelo Perdido – Tesoura sem Ponta | 24 Alaska – Vazio | 25 Lupa – Lunático | 26 Fresno – Convicção | 27 Isabel Lenza – Cinematográfico | 28 Verônica Ferriani – Amado Imortal | 29 Luiza Lian – Azul Moderno | 30 Ana Cañas – Eu Amo Você | 31 Baleia – Eu Estou Aqui | 32 Duda Beat – Bixinho | 33 Bel – Esse calor | 34 Alok, Zeeba & IRO – Ocean | 35 Pabllo Vittar – Indestrutível | 36 Prume – 606 On Fire | 37 Filipe Catto – Canção de Engate | 38 Cleo – Jungle Kid | 39 Teach Me Tiger – Drive | 40 Trago – A Ponte | 41 Plutão Já Foi Planeta – Estrondo | 42 Rubel – Colégio | 43 Tagua Tagua – Rastro de Pó | 44 Alex Sant’Anna – Insônia | 45 Leo Moraes – Incrível | 46 Fran Rosas – Relatividade | 47 Nana – Gato É Crime, Denuncie | 48 Francisco, El Hombre – Tá com Dólar, Tá com Deus | 49 Adriana Calcanhotto – O Cu do Mundo | 50 Anitta – Medicina
Retrospectiva: Os 50 melhores clipes internacionais de 2018
2018 foi um ano marcado por clipes impactantes, especialmente no rap, onde Childish Gambino (mais conhecido como o ator Donald Glover) e The Carters (mais conhecidos como Jay-Z e Beyoncé) elevaram a arte da performance em vídeos musicais. A retrospectiva anual também teria um capítulo inteiro dedicado a Ariana Grande, que se destacou com três clipes geniais. Entretanto, para selecionar 50 artistas diferentes, dois desses vídeos ficaram de fora da lista abaixo – mas podem ser vistos aqui e aqui. A lista também inclui roqueiros indies, música eletrônica europeia e até fenômenos adolescentes asiáticos, passando por diferentes ritmos. A ordem, por sinal, é por afinidade sonora, funcionando como uma sequência de discotecagem bastante eclética. Aperte o play para ouvir e confira os nomes dos artistas abaixo. 1 Childish Gambino – This Is America (EUA) | 2 The Carters – Apes*t (EUA) | 3 Kendrick Lamar e SZA – All The Stars (EUA) | 4 Drake – Nice for What? (EUA) | 5 Jay Rock – Rotation 112th (EUA) | 6 A$AP Rocky – A$AP Forever (EUA) | 7 Travis Scott ft. Drake – Sicko Mode (EUA) | 8 Vince Staples – Fun! (EUA) | 9 Bruno Mars ft. Cardi B – Finesse (EUA) | 10 The 1975 – Sincerity Is Scary (Inglaterra) | 11 The Internet – Come Over (EUA) | 12 Leon Bridges – Beyond (EUA) | 13 Tierra Whack – Whack World (EUA) | 14 Ariana Grande – Thank U, Next (EUA) | 15 Kali Uchis ft. Tyler, The Creator e Bootsy Collins – After The Storm (Colômbia) | 16 Shawn Mendes & Zedd – Lost In Japan (Canadá) | 17 Janelle Monáe – Pynk (EUA) | 18 The Blaze – Heaven (França) | 19 Sevdaliza – Shahmaran (Holanda) | 20 St. Vincent – Fast Slow Disco (EUA) | 21 The Chemical Brothers – Free Yourself (Inglaterra) | 22 Little Dragon – Lover Chanting (Suécia) | 23 Christine and the Queens ft. Dâm-Funk – Girlfriend (França) | 24 Dua Lipa – IDGAF (Inglaterra) | 25 Gorillaz – Humility (Inglaterra) | 26 Troye Sivan – Bloom (Austrália) | 27 Mark Ronson ft. Miley Cyrus – Nothing Breaks Like a Heart (EUA) | 28 Taylor Swift – Delicate (EUA) | 29 Halsey – Without Me (EUA) | 30 Lil Dicky ft Chris Brown – Freaky Friday (EUA) | 31 Red Velvet – Power Up (Coreia do Sul) | 32 Twice – What Is Love? (Coreia do Sul) | 33 LCD Soundsystem – Oh Baby (EUA) | 34 The Prodigy – Need Some1 (Inglaterra) | 35 Interpol – If You Really Love Nothing (EUA) | 36 Flasher – Material (EUA) | 37 Muse – Pressure (Inglaterra) | 38 Parcels – Withorwithout (Alemanha) | 39 Father John Misty – Mr. Tillman (EUA) | 40 Florence + The Machine – Big God (Inglaterra) | 41 Mitski – Nobody (EUA) | 42 Courtney Barnett – Need A Little Time (Austrália) | 43 Tancred – Something Else (EUA) | 44 Alice Bag – 77 (EUA) | 45 Dream Wife ft. Fever Dream – F.U.U. (Inglaterra) | 46 Jack White – Over and Over and Over (EUA) | 47 Beck – Colors (EUA) | 48 Jack Back – It Happens (Sometimes) (França) | 49 Confidence Man – Don’t You Know I’m In A Band (Austrália) | 50 Sotomayor – Y Mi Voz Se Va (México)
Retrospectiva: 50 talentos que perdemos em 2018
2018 acabou. Mas antes de deixar o ano para trás, a Pipoca Moderna vai celebrar suas lembranças. Antes de mais nada, saudar os que farão falta em 2019. Verdadeiros gênios se foram em 2018, e não apenas do cinema e da TV, mas também dos quadrinhos, como Stan Lee, da música, como Aretha Franklyn, da literatura, como Harlan Ellison, e do teatro, como Neil Simon. Estes quatro tiveram intersecção importante com as telas, mas outros não entraram na lista abaixo por conta dessa diferença – gente como o desenhista Steve Dikto, o escritor Tom Wolfe e o radialista Gil Gomes, que deixaram suas passagens marcadas no site. Dubladores famosos, ilustradores de pôsteres clássicos e até atores e cineastas menos conhecidos também foram celebrados com suas respectivas despedidas ao longo do ano. Entretanto, na hora de listar 50 nomes, diversos cortes tiveram que ser feitos. Até não ser possível cortar mais ninguém. O que fez que o número não ficasse exatamente redondo. São 50 e poucos nomes reverenciados abaixo, entre eles alguns dos maiores diretores do cinema mundial, do italiano Bernardo Bertolucci ao tcheco Milos Forman, sem esquecer o brasileiro Nelson Pereira dos Santos. São, ainda, criadores e atores de séries clássicas, heróis e vilões do cinema, cowboys inesquecíveis, mulheres de outro mundo e até a melhor malvada que a TV brasileira já produziu. Relembre com saudades e clique em seus nomes para ler sobre as carreiras de cada um deles. Agildo Ribeiro Aretha Franklin Audrey Wells Barbara Harris Beatriz Segall Bernardo Bertolucci Bill Daily Bradford Dillman Burt Reynolds Charles Aznavour Clint Walker Deanna Lund Donald Moffat Dorothy Malone Eloísa Mafalda Ermanno Olmi Etty Fraser Francis Lai Harlan Ellison Isao Takahata Joel Barcellos John Gavin John Mahoney Joseph Campanella Laurie Mitchell Leonardo Machado Lewis Gilbert Margot Kidder Mark Salling Michael Anderson Milos Forman Oswaldo Loureiro Neil Simon Nelson Pereira dos Santos Nicolas Roeg Pedro Carlos Rovai Penny Marshall R. Lee Ermey Reg E. Cathey Ringo Lam Robby Müller Robert Dowdell Roberto Farias Scott Wilson Sondra Locke Stan Lee Stéphane Audran Stephen Hillenburg Steven Bochco Susan Anspach Tab Hunter Tônia Carrero Verne Troyer Vittorio Taviani
Black Summer: Universo de Z Nation vai ganhar prólogo na Netflix
Uma das piores séries da TV americana, “Z Nation” teve um final à altura no canal pago SyFy na sexta (28/12), para constar em antologias dos piores series finales já feitos. Mas isso ainda não significa misericórdia para esse universo trash de zumbis falantes. Após cinco temporadas irredimíveis, a podridão agora vai se infiltrar na Netflix, com a produção de uma série derivada. A produtora Asylum, responsável por “Z Nation” e os telefilmes de “Sharknado”, está atualmente gravando “Black Summer”, um prólogo centrado no começo do surto zumbi. A nova atração é do mesmo criador de “Z Nation”, Karl Schaefer, em parceria com o produtor daquela série, John Hyams, e será estrelada pela atriz Jaime King (“Hart of Dixie”). Na trama, a atriz interpretará uma mãe, que é separada de sua filha durante o surto zumbi e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela deve desbravar em um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o verão mais mortal do apocalipse zumbi. Durante a última San Diego Comic-Con, Shaefer prometeu que “Black Summer” não seria uma nova série de zumbis palhaços como “Z Nation”. Em vez disso, seria outra “The Walking Dead”. Ou melhor, uma versão não trash e assustadora do surto zumbi. “Black Summer” terá oito episódios e ainda não tem previsão de estreia.
Aquaman já faturou quase R$ 100 milhões no Brasil
“Aquaman” também afogou a concorrência no Brasil em seu terceiro fim de semana como líder das bilheterias nacionais. O filme do herói interpretado por Jason Momoa já foi visto por 5,5 milhões de espectadores e rendeu um total de R$ 92,4 milhões para a sucursal brasileira da Warner, segundo dados da consultoria comScore. No mundo, o filme já contabiliza US$ 750 milhões e deve entrar para o seleto grupo de bilionários do cinema nas próximas semanas. O ranking dos mais vistos nos cinemas no último fim de semana inclui dois filmes brasileiros: “Minha Vida em Marte”, em 2º lugar, e “Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano”, em 4º. O 3º lugar ficou com “Bumblebee”. E “O Retorno de Mary Poppins” completa o Top 5.
Atriz de Pretty Little Liars revela ter sofrido aborto
A atriz Shay Mitchell, que ficou conhecida por ter interpretado Emily na série “Pretty Little Liars”, usou seu Instagram para comemorar a chegada de 2019 e também para revelar um momento trágico de sua vida em 2018. Em seu stories, Mitchell publicou diversos eventos de 2018, agradecendo cada um deles. E então escreveu: “Por fim, apesar de um ano incrível, ele não veio sem dificuldades”. Mitchell então publicou a foto de um ultrassom com um coração quebrado (veja abaixo) e escreveu: “O apoio e o carinho de vocês me ajuda mesmo em meus piores dias, como no ano passado, quando sofri um aborto e perdi o filho dos meus sonhos”. Ela terminou a mensagem agradecendo aos fãs por sempre a apoiarem. E não revelou quem era o pai da criança. Shay Mitchell também pode ser vista na série “Você” (You), disponibilizada na Netflix, e também estará na vindoura “The Heiresses”, da rede ABC.
Bruce Campbell vai apresentar a nova versão de Acredite Se Quiser na televisão
Depois de enfrentar demônios na franquia “Evil Dead”, até se aposentar da função com o cancelamento da série “Ash vs Evil Dead”, Bruce Campbell já arranjou um novo emprego. O carismático ator será o apresentador da nova versão do programa “Acredite se Quiser”, sobre fatos inusitados e inacreditáveis que supostamente são mesmo verídicos. Originalmente, “Acredite se Quiser” era uma coluna publicada em centenas de jornais, com autoria de Robert Ripley. A repercussão foi tanta que os executivos de televisão enxergaram potencial em transformá-la em programa televisivo nos anos 1980, com apresentação do célebre ator Jack Palance (o mais famoso homem de preto dos westerns americanos, vilão de “Os Brutos Também Amam”). A última versão do programa foi transmitida entre 2000 a 2003 na TBS, apresentada por Dean Cain, o Superman da série “Lois e Clark: As Novas Aventuras do Superman”, dos anos 1990. O novo “Acredite se Quiser” será transmitido pelo Travel Channel, um pequeno canal por assinatura, nos Estados Unidos. Ainda não foi divulgado se o programa chegará ao Brasil.
The Orville estreia 2ª temporada com uma das maiores audiências da série
A 2ª temporada de “The Orville” estreou com aumento considerável de audiência nos Estados Unidos. O episódio inaugural da temporada foi assistido por 4,7 milhões de telespectadores ao vivo e 5,6 milhões na soma de outras plataformas no domingo (30/12) na rede Fox, um crescimento de 67% em relação ao season finale (3,5 milhões de telespectadores) e acima da média da 1ª temporada (4,3 milhões). O público foi tão grande que só perde para os dois primeiros episódios da série. O detalhe é que eles têm algo em comum. Tanto o começo da 1ª temporada como o início da atual foram exibidos após um jogo da NFL, a liga de futebol americano. Isto ajudou a inflar a audiência. Desenvolvida e estrelada por Seth MacFarlane (criador da série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, que homenageia/parodia “Star Trek: A Nova Geração”. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (“Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (“Castle”) e Peter Macon (“Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” é exibida no Brasil pelo canal pago FX.
Dumbo entra o Ano Novo voando em novo teaser do remake live-action
A Disney divulgou um novo teaser do remake live-action de “Dumbo” em suas redes sociais. A prévia celebra o Ano Novo como um período para se voar mais alto, numa relação com a trama do elefantinho voador. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas”, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Don’t just fly, soar into 2019. #HappyNewYear! #Dumbo #NewYearsEve pic.twitter.com/IWl4saJcmv — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) 31 de dezembro de 2018
Kingdom: Série sul-coreana de zumbis ganha novo trailer aterrorizante
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. E a nova prévia concentra diversos momentos aterrorizantes da trama, que mistura zumbis e espadachins. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.
Novo filme de Pokémon ganha pôster e teaser focados na volta de Mewtwo
O próximo filme animado de Pokémon ganhou seu primeiro pôster e segundo teaser. A prévia lembra o lançamento do primeiro longa da franquia e mostra novos closes de Mewtwo, em versão criada por computação gráfica. Para quem não lembra, Mewtwo foi o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998. E agora, 21 anos depois, ele vai voltar à ativa. Os detalhes da trama não foram revelados, mas o longa vai se chamar “Pokemon the Movie: Mewtwo Strikes Back EVOLUTION”, quase nome de produto das Organizações Tabajara. O longa ainda não tem previsão de estreia. Já o filme mais recente da franquia, “Pokémon – O Filme: O Poder de Todos”, vai estrear direto na TV no Brasil, no dia 11 de janeiro no Cartoon Network.
Produção de Bandersnatch atrasa estreia da 5ª temporada de Black Mirror
A 5ª temporada de “Black Mirror” vai chegar bem mais tarde do que o esperado por conta do lançamento do filme interativo “Bandersnatch”. Em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, os produtores Charlie Brooker e Annabel Jones confirmaram que a nova temporada precisou sofrer adiamento, devido à complexidade da produção do “episódio” interativo. Além disso, “Black Mirror: Bandersnatch” já representa um lançamento da série, possibilitando uma distância maior para a disponibilização dos novos episódios. Os produtores mantém que a temporada deve ser lançada ainda em 2019, embora a Netflix não tenha oficializado a informação.
Luca Guadagnino adianta detalhes da continuação de Me Chame Pelo Seu Nome
O diretor Luca Guadagnino adiantou novidades sobre a sequência de seu filme “Me Chame Pelo Seu Nome”. Em entrevista ao site italiano Bad Taste, o cineasta revelou como seria a cena de abertura da continuação, que encontrará Elio (Timothée Chalamet) em Paris, chorando enquanto assiste a um filme na televisão. “Aqui está um pequeno furo: a sequência acontecerá em Paris e começa com Elio chorando enquanto uma luz brilha em seus olhos”, comentou. “Nos perguntamos: ainda estamos onde nós o deixamos? Com ele à frente da lareira? Não: ele está chorando porque está assistindo ao final de um dos melhores filmes dos anos 80, a obra-prima de Paul Vecchiali, ‘Uma Vez Mais’.” “É absolutamente coerente com o personagem: Elio ama o cinema de Paul Vecchiali. É melancólico como ele”, finalizou. A citação também dá uma noção da época em que o filme se passa. “Uma Vez Mais” é de 1988. E o fato de estar sendo exibido na televisão francesa joga a trama para 1990, no mínimo. Também é a segunda vez que o diretor cita este filme ao mencionar a continuação. A referência tem significado importante por ter sido o primeiro longa francês a lidar com a AIDS. Em entrevista anterior ao Collider, Guadagnino deu outros detalhes que se encaixam na época focada, colocando a queda do Muro de Berlim como pano de fundo para a trama. “Acho que acabarei fazendo vários filmes sobre esses personagens, porque eu os amo muito. Acredito que a experiência de vida deles está pronta para várias aventuras. Imagino que o próximo capítulo vai acontecer logo após a queda do Muro de Berlim e aquela grande mudança que foi o fim da União Soviética. Veremos as pessoas saindo de casa e indo para o mundo. É o que posso dizer por enquanto”. Outros detalhes que tem sido apurados da continuação é que Dakota Johnson, que estrelou o novo filme de Guadagnino, “Suspiria”, teria topado participar da trama como esposa de Oliver, o personagem de Armie Hammer. No entanto, ainda há muitos obstáculos que o cineasta precisa superar para dar vida ao filme. Ou seja, ele tem que obter a aprovação do escritor André Aciman, que criou os personagens, e do roteirista James Ivory, responsável pela adaptação cinematográfica.












