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  • Série

    Atriz de Pequena Grande Vida entra no elenco da série Watchmen

    12 de janeiro de 2019 /

    A atriz Hong Chau, destaque de “Pequena Grande Vida” (2017), juntou-se ao elenco da série “Watchmen”, em desenvolvimento no canal pago HBO. Ela interpretará uma personagem vietnamita chamada Lady T., que terá grande importância na trama, mas nenhum outro detalhe adicional foi revelado. Trata-se de mais uma personagem exclusiva da série, que não aparece nos quadrinhos homônimos. Ao contrário do longa-metragem de Zack Snyder, lançado em 2009, a série de Watchmen não vai recontar a história dos quadrinhos célebres de Alan Moore e Dave Gibbons. Em vez disso, a série criada por Damon Lindelof (“The Leftovers”) será situada no mesmo universo dos quadrinhos e contará uma história inédita. O vasto elenco de “Watchmen” também inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada.

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  • Filme

    Diretor de Um Pequeno Favor desenvolve série de comédia musical

    12 de janeiro de 2019 /

    A rede NBC encomendou o piloto de uma série de comédia musical do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018). Intitulada “Zoey’s Extraordinary Playlist”, a produção gira em torno de uma garota esperta, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor – mas manifestados de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Feig vai produzir e dirigir o episódio piloto, que tem roteiro de Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013). Para virar série, “Zoey’s Extraordinary Playlist” precisa ter seu piloto aprovado.

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  • Filme

    Filmes de X-Force e derivados dos X-Men teriam sido cancelados pela Disney

    12 de janeiro de 2019 /

    Com a compra da Fox pela Disney, diversos filmes em desenvolvimento no universo dos X-Men e do Quarteto Fantástico teriam sido cancelados. A “decisão” é até esperada, mas alguém resolveu assumir a “exclusividade” da informação e a soltou sem apuração na internet. O jornalista Daniel Ritchman, que escreve para o obscuro site SuperBroMovies, publicou no Twitter que “ouviu” falar sobre o óbito dos derivados. “Não é uma grande surpresa, mas, pelo que ouvi, ‘Gambit’ e ‘Dr. Destino’ estão oficialmente mortos. Quanto a ‘X-Force’, não está ‘oficialmente’ morto, mas eles só têm dois meses para começar a filmar e isso não vai acontecer. Então… não vai acontecer, pelo menos não com a Fox de qualquer maneira.” Em seguida, ele resolveu concluir o óbvio. “‘Os Novos Mutantes’ será o último filme do universo X-Men para a Fox e ‘X-Men: Fênix Negra’, o último vindo da franquia principal”. Ele completou a informação listando filmes. “‘Surfista Prateado’, ‘Kitty Pryde’ e ‘Homem-Múltiplo’ também estão mortos…” O roteirista de quadrinhos Rob Liefeld, criador de “Deadpool” e “X-Force”, lamentou a “decisão”, tomando o boato como notícia. Ele também usou o Twitter para alimentar a “informação”. “Bebam uma por ‘X-Force’. Vítima da fusão. Faria US$ 800 milhões facinho nas bilheterias”, escreveu, usando jargões. A verdade é que, mesmo que James Franco tenha até dado entrevista sobre o Homem-Múltiplo, a maioria dos projetos citados não foi oficialmente anunciada. Portanto, não deverão ser oficialmente cancelados. Na prática, vai ficar o dito pelo não dito, não importando quem diga. A única mudança oficial esperada é que Simon Kinberg, o responsável pelo universo mutante da Fox que se empregou como diretor de “Fênix Negra”, perderá a boquinha. Kevin Feige assumirá a produção dos próximos longas após o despejo de “Os Novos Mutantes” nos cinemas, integrando-os ao universo cinematográfico da Marvel. A compra da Fox pela Disney deve ser finalizada ainda no primeiro semestre de 2019. Not a huge surprise but from what I hear Gambit and Dr. Doom are officially dead. As for X-Force, it's not "Officially" dead, but they only have two months to start filming it and that's not gonna happen. So… not happening, not with Fox anyway. — Daniel Richtman (@DanielRPK) January 11, 2019 New Mutants will be the last X-Men Universe movie for Fox and Dark Phoenix the last one coming from the main series. — Daniel Richtman (@DanielRPK) January 11, 2019 Silver Surfer, Kitty Pryde and Multiple Man are also dead… — Daniel Richtman (@DanielRPK) January 11, 2019 Pour one out for ol’ X-Force. Victim of the merger. $800 million grosser easy. https://t.co/1ZCfYb9Ii5 — robertliefeld (@robertliefeld) January 11, 2019 Pour one out for ol’ X-Force. Victim of the merger. $800 million grosser easy. https://t.co/1ZCfYb9Ii5 — robertliefeld (@robertliefeld) January 11, 2019

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  • Série

    Boatos sugerem que Lady Sif também vai ganhar uma série na Disney+

    12 de janeiro de 2019 /

    Um novo rumor envolvendo uma produção da Marvel para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) ganhou força neste fim de semana. Impulsionado por uma “fonte” do site Discussing Film, o boato afirma estar em andamento o projeto de uma série focada na Lady Sif, deusa nórdica interpretada por Jamie Alexander nos dois primeiros filmes de Thor. Nem a Disney nem a Marvel confirmaram a produção. Mas vale lembrar que todas as séries da Marvel em desenvolvimento para a Disney+ (Disney Plus) vieram à tona, primeiro, como rumor. A única atração oficialmente confirmada é uma série de Loki estrelada por Tom Hiddleston, mas outra série que reúne Visão e Feiticeira Escarlate está efetivamente em produção. Além destas, uma terceira produção, reunindo O Soldado Universal e o Falcão, também faria parte dos planos de streaming da Disney. Atualmente, Jamie Alexander estrela a série “Blindspot”, que está na 4ª temporada na rede NBC. E só sobreviveu à matança de “Thor: Ragnarok” por não ter conseguido folga nas gravações do programa para participar do filme. Sorte dela. Um detalhe curioso é que ela publicou um post no Twitter, em novembro, que sugeria seu retorno ao papel da guerreira de Asgard. Ela postou uma foto de Sif, acompanhada pela legenda “humor de hoje”, após Tom Hiddleston confirmar que estrelaria a série o vilão Loki. Na ocasião, surgiram especulações de que ela apareceria na série de Loki, o que ajudaria a explicar a ausência de sua personagem na briga contra Hela, a Deusa da Morte em Asgard. Além de coadjuvar em “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), a atriz também interpretou Sif em dois episódios da série “Agents of SHIELD”. Rumores indicam que o orçamento previsto para as novas séries do Disney+ (Disney Plus) seria semelhante aos dos filmes dos super-heróis e teriam produção de Kevin Feige, o presidente do estúdio de cinema e mentor do universo cinematográfico da Marvel.

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  • Série

    Deborah Ann Woll diz que se despede de Karen Page na 2ª temporada de O Justiceiro

    12 de janeiro de 2019 /

    A atriz Deborah Ann Woll fez um post sobre a 2ª temporada de “O Justiceiro” em suas redes sociais, dizendo que sua participação na série “provavelmente” marca sua despedida da personagem Karen Page. “Provavelmente minha última aparição como Karen Page. Sinto muita falta dela”, escreveu. “Certifique-se de assistir. Jon Bernthal é incrível! Todos são! Espero que continue para uma 3ª temporada”, acrescentou. A atriz viveu Karen Page nas três temporadas de “Demolidor”, a série mais bem-avaliada da Marvel, que foi cancelada após sua 3ª temporada na Netflix. Ela também apareceu na minissérie “Os Defensores” e na 1ª temporada de “O Justiceiro” e voltará a cruzar o caminho de Frank Castle (Jon Bernthal) uma última vez nos novos episódios. A 2ª – e provavelmente última – temporada de “O Justiceiro” estreia na próxima sexta (18/1) na Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. Most likely the final appearance of me playing Karen Page will be in The Punisher Season 2. I miss her very much. Be sure to watch!! @jonnybernthal is amazing in it! So is everybody! Hope it gets to continue for a third season. ? #Punisher #ThePunisher January 18 on Netflix! Uma publicação compartilhada por Deborah Ann Woll (@deborah_annwoll) em 11 de Jan, 2019 às 5:38 PST

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  • Filme

    X-Men: Fênix Negra teria custado mais de US$ 200 milhões com refilmagens

    12 de janeiro de 2019 /

    Os muitos reajustes em “X-Men: Fênix Negra” – que, segundo boatos, teriam sido pedidos pela Marvel – , não saíram baratos para a Fox. De acordo com o jornal Observer, o orçamento da produção acabou superando os US$ 200 milhões após “refilmagens caras e extensas”. O filme já foi adiado mais de uma vez justamente por causa dessas refilmagens. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. A conhecida história acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Visual grandioso de Máquinas Mortais esconde trama superficial

    12 de janeiro de 2019 /

    A mágica da adaptação que Peter Jackson, Fran Wash e Philippa Boyens fizeram em “O Senhor dos Anéis” já não funcionou tão bem em “O Hobbit” e desanda de vez em “Máquinas Mortais”. O livro de Philip Reeve tem uma premissa original e curiosa: um mundo pós-apocalíptico em que os aglomerados urbanos se tornaram Cidades de Tração, ou seja, cidades móveis, que vão andando de um lado para o outro tentando se alimentar das menores ou fugir das maiores. Imagine se os carros de Mad Max fossem… err… cidades… e você terá uma boa ideia do mundo habitado pelas “Máquinas Mortais”. E, visualmente, o filme é espetacular. A escala é enorme e o conceito absurdo funciona muito bem na tela grande: o design de produção, os tipos de cidades, suas engrenagens, os figurinos, a inspiração steampunk, está tudo lá, atuando de maneira muito eficiente como reforço ao roteiro. O problema são os personagens caricatos, as frases de efeito manjadas e as coincidências que precisam ocorrer para a história andar (com o perdão do trocadilho). Em “Máquinas Mortais”, as cidades são mais interessantes do que os humanos. A impressão que se tem é que o filme precisou condensar muita informação e não conseguiu equilibrá-las de maneira razoável. Toda a mitologia por trás do mundo futurista precisou ser apresentada em um off inicial (chupado do “Senhor dos Anéis”) e muitos, muitos diálogos expositivos. Os personagens principais não têm tempo para serem apresentados e isso impede uma identificação clara com eles: pretendem não ser arquetípicos, mas também não são bem desenvolvidos, tornando-se indiferentes para o público. Outros aparecem e desaparecem de acordo com a necessidade do roteiro. O supervisor de efeitos visuais de várias produções de Peter Jackson, Christian Rivers, estreia na direção de longas com um projeto ambicioso que começa muito bem, mas vai perdendo… hã… combustível à medida em que avança. Iniciando com uma sequência espetacular que apresenta o mundo, os personagens e suas situações, “Máquinas Mortais” vai perdendo empolgação, chegando a um clímax… corrido, com resoluções gratuitas jogadas na tela sem vergonha nenhuma. Os atores vão ficando cada vez mais caricatos e quando chegam os créditos, a história de vingança contra um dos líderes de Londres (uma cidade-tração gigantesca que consome as menores) se torna uma sombra distante do que prometia aquela cena de abertura. Nem mesmo a interessante alegoria do darwinismo municipal é bem aproveitada, apenas raspando na discussão de como nossas metrópoles acabam “engolindo” comunidades menores. Sobra o visual arrebatador, algumas cenas de ação eficientes e as piadinhas divertidas com nossos itens de consumo tornados peças de museu. Pena que “Máquinas Mortais” não deverá sobreviver tanto tempo assim em nossas memórias. Ironicamente, não teve forças para ir tão longe quanto pretendia…

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    A Nossa Espera reflete sobre as batalhas do cotidiano

    12 de janeiro de 2019 /

    Um operário vivendo do chão de fábrica, competente, dedicado ao seu trabalho, e também consciente de seus deveres e responsabilidades junto aos seus colegas e subordinados. Atento à forma como a empresa trata seus empregados, disposto a lutar por direitos, justiça, respeito e melhores condições de trabalho. Esse é o personagem Olivier (Romain Duris, de “Uma Nova Amiga”). Ou melhor, a face trabalhista dele. A outra face é a familiar, tão dura e cheia de percalços como a do trabalho. O dinheiro é restrito, dois filhos pequenos demandam cuidado e atenção permanentes. Mas enquanto a mãe Laura (Lucie Debay, de “Antes do Inverno”) está presente, dá para levar. Só que um dia ela some, sem deixar explicações, e a vida de Olivier se complica enormemente. O que o filme do diretor belga Guillaume Senez explora em estilo bem realista é a luta desse homem simples, operário, trabalhador, seu drama familiar com seus filhos e a participação de sua mãe e de sua irmã. Uma história sobre abandono e perdas. O título em português alude também á questão da indefinição e da espera pelo possível retorno de Laura. Daí “A Nossa Espera”. O título original, porém, prefere enfatizar as batalhas do personagem e de seu meio: “Nos Batailles” (nossas batalhas). A narrativa faz uma boa conexão entre a vida pessoal e o aspecto coletivo, social, mostrando como uma coisa interfere fortemente na outra e como os valores se constroem, ou são vividos, lá e cá. Um dilema moral muito relevante resultará disso tudo, envolvendo não só o protagonista Olivier, mas também seus dois filhos, que ainda pequenos experimentarão o significado da democracia. Enfim, “A Nossa Espera” é um filme político, no sentido de que nossa atitude, nossas crenças, nossas ações, em casa ou no trabalho, são políticas e têm repercussões na vida dos outros. Unanimidades são raras, por isso é preciso negociar, cultivar a alteridade, respeitar as diferenças e os sentimentos. Romain Duris, com seu talento e discrição, constrói um Olivier fascinante, que inspira respeito e torcida do público. No entanto, ele não se comporta como um herói. Ele luta para sobreviver com dignidade e para dar conta de tudo, dentro dos seus limites e com suas falhas. Como todo mundo. Só que, para alguns, a vida é mais penosa, mais difícil. Às vezes, o desafio parece grande demais. Mas a solução fácil pode ser mais lesiva do que a dura batalha do dia a dia, com suas escolhas complicadas.

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    Noah Centineo namora atriz de Riverdale em fotos de nova comédia romântica da Netflix

    12 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “The Perfect Date”, sua próxima comédia romântica adolescente estrelada pelo galã júnior Noah Centineo. Em seu terceiro filme do gênero para a plataforma, o astro de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Sierra Burgess é uma Loser” vai se juntar à outra estrela teen, Camila Mendes, a Veronica da série “Riverdale”. De acordo com a sinopse, o personagem de Centineo será “um jovem empreendedor que, para juntar dinheiro para ir a faculdade, cria um aplicativo de namoros em que ocupa o lugar de namorados não-existentes”. Ou seja, ele é o namorado fictício dos sonhos das garotas. Confere. Além de Camila Mendes, quem também usará seus serviços é Laura Marano, a Ally de “Austin & Ally”. As duas atrizes aparecem nas fotos divulgadas, em encontros “românticos” com o personagem de Centineo. Dirigido por Chris Nelson (“Amigas Inseparáveis”), “The Perfect Date” ainda não tem previsão de estreia na Netflix.

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    Documentário sobre suposta pedofilia de Michael Jackson promete causar polêmica no Festival de Sundance

    12 de janeiro de 2019 /

    Um documentário sobre Michael Jackson, que terá sua première mundial no Festival de Sundance, promete resgatar as denúncias polêmicas de pedofilia do cantor. Intitulado “Leaving Neverland”, o filme revisita a denúncia do garoto Jordan Chandler, de 13 anos, e do pai dele, Evan Chandler, que acusaram Michael Jackson de abuso sexual em 1993. Na época, o cantor negou as acusações, dizendo que seria incapaz de “causar mal a uma criança”. O caso não foi para frente por falta de provas. Além desse caso, o filme traz à tona as histórias de duas outras supostas vítimas do cantor, que já são adultos, com depoimentos de Wade Robson e James Safechuck. Ambos processaram o espólio de Michael Jackson depois da morte do cantor, alegando crimes sexuais, mas nenhum dos casos prosperaram. O cantor foi absolvido em 2005 numa ação criminal na Califórnia em que foi acusado de molestar um outro garoto, de 13 anos, em seu rancho chamado Neverland. Dirigido por Dan Reed, que foi premiado pela BAFTA (a Academia Britânica) por documentário de temática similar, “The Paedophile Hunter” (2014), o novo filme ganhou uma longa sinopse oficial, que descreve assim seu conteúdo: “No auge de seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos e suas famílias. Agora, com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados ​​sexualmente por Jackson e como chegaram a um acordo para ficarem calados anos depois. Como um dos ícones mais famosos do mundo, Michael Jackson representa muitas coisas para muitas pessoas – uma estrela pop, um humanitário, um ídolo amado. Quando alegações de abuso sexual por Jackson envolvendo garotos jovens surgiram em 1993, muitos acharam difícil acreditar que o Rei do Pop pudesse ser culpado de tais atos indescritíveis. Em histórias separadas, mas paralelas, que ecoam uma à outra, dois meninos foram ajudados por Jackson, que os convidou para o seu mundo singular e maravilhoso. Seduzidos pela existência do conto de fadas do cantor e encantados com o relacionamento entre eles, as famílias de ambos os meninos ficaram cegas quanto à manipulação e o abuso que ele acabaria por sujeitá-los. Através de entrevistas angustiantes com homens agora adultos e suas famílias, ‘Leaving Neverland’ produz um retrato de exploração e fraude contínuas, documentando o poder da celebridade que permitiu a uma figura reverenciada se infiltrar na vida de crianças e seus pais.” Mesmo antes de ser exibido, o filme já está sendo rechaçado pela família Jackson. “Esse chamado ‘documentário’ é somente mais um requentado de acusações datadas e desacreditadas”, disse o espólio do cantor em um comunicado. “Essa é mais uma produção sensacionalista em uma ultrajante e patética tentativa de explorar e faturar às custas de Michael Jackson.” O Festival de Sundance 2019 vai acontecer de 24 de janeiro a 4 de fevereiro na cidade de Park City, Utah (EUA).

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    Dragon Ball Super Broly se torna maior sucesso do cinema japonês no Brasil

    12 de janeiro de 2019 /

    “Dragon Ball Super Broly – O Filme”, que chegou aos cinemas no dia 3 de janeiro, tornou-se a produção japonesa mais vista no Brasil em todos os tempos. Apenas no primeiro dia, mais de 106 mil ingressos foram vendidos, com uma arrecadação de R$ 1.618.415. Este já foi um recorde para uma produção japonesa. Mas não ficou nisso. No fim de semana, a conta chegou a R$ 6,5 milhões. E, em oito dias, acumulou 759 mil espectadores, mais que o dobro do público total de “Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza”, de 2015, que fez 332 mil. O mais curioso é que se trata praticamente de um remake, uma história antiga, com a mesma animação tosca, que pouco evoluiu desde anos 1990. 20º filme derivado dos mangás de “Dragon Ball” e o primeiro da saga “Dragon Ball Super”, a animação foi concebida pelo próprio criador da série, Akira Toriyama, e se passa após a conclusão da trama televisiva, que foi ao ar no começo do ano. Entretanto, trata-se de uma reimaginação de eventos mostrados no 8º filme, ainda nos anos 1990, que introduziram a primeira versão de Broly. O personagem se tornou tão popular que voltou a aparecer em mais dois filmes. Mas, por questão de cronologia da série animada, o público foi convidado a aceitar que se trata de um “desconhecido”. E comprou a ideia – e os ingressos.

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    IMDb lança serviço de streaming gratuito nos Estados Unidos

    12 de janeiro de 2019 /

    O site IMDb (Internet Movie Database), que traz fichas com informações técnicas de produções audiovisuais, anunciou o lançamento do Freedive, seu serviço de streaming de filmes e séries. O diferencial é que a plataforma será gratuita. Mas, em contrapartida, terá anúncios, algo que não acontece com concorrentes como Netflix e o Prime Video, da Amazon, que é dona do site. Por enquanto, o serviço está disponível apenas para usuários nos Estados Unidos e pode ser acessado em desktop, smartphones e em TVs através do Amazon Fire TV. Entre as produções disponíveis, o streaming conta com séries e realitys como “Heroes” e “The Bachelor” e filmes como “Amnésia”, “Tempo de Despertar” e outros clássicos. O IMDb também faz minisséries originais.

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    Um Príncipe em Nova York vai ganhar continuação com Eddie Murphy

    12 de janeiro de 2019 /

    A sequência de “Um Príncipe em Nova York”, clássica Sessão da Tarde dos anos 1980, vai mesmo acontecer. A Paramount confirmou que Eddie Murphy voltará a interpretar o papel que viveu na comédia de 1988, o príncipe africano Akeem, que no novo filme voltará aos Estados Unidos para conhecer um filho perdido, que herdará o trono de seu país. O longa será dirigido por Craig Brewer, que assinou o remake de “Footloose” em 2011 e o premiado “Ritmo de Um Sonho” em 2005. Será o segundo filme seguido do diretor estrelado por Eddie Murphy. Os dois trabalharam juntos no filme “Dolemite Is My Name”, que será lançado neste ano na Netflix. A continuação é desenvolvida há vários anos pela Paramount e teve seu primeiro roteiro escrito pela dupla David Sheffield e Barry W. Blaustein, escritores do filme original (e também do remake de “O Professor Aloprado”). Em 2017, uma nova versão foi escrita por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”), que chegou perto de ser dirigida por Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”). A ideia é trazer de volta o elenco original do filme, incluindo Arsenio Hall, Shari Headley, John Amos e James Earl Jones. Ainda não há data prevista para o começo da produção.

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