James McAvoy indica que começou a refilmar cenas de X-Men: Fênix Negra
O ator James McAvoy postou uma imagem em seu Instagram em que volta a aparecer careca, e brincou se ele estaria de volta ao papel do Professor Charles Xavier ou como Kevin Wendell Crumb, de “Fragmentado”. Ele retomará os dois personagens em breve, mas a produção de “Vidro” (Glass), a continuação de “Fragmentado”, já foi concluída, enquanto “X-Men: Fênix Negra” iniciou seu período de refilmagens nessa semana. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Visualizar esta foto no Instagram. “Look who’s back…” Kevin or Charles? #kevinorcharles Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 6 de Set, 2018 às 7:44 PDT
Série clássica Party of Five tem piloto de remake encomendado
O canal pago Freeform encomendou o piloto do remake de “Party of Five”, série dramática clássica dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A trama original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos seriam latinos e seus pais foram deportados pela política intolerante do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. Os criadores da série original, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. Ele precisa ser aprovado para o projeto virar série.
Série derivada de High School Musical ganha primeiros detalhes
Surgiram os primeiros detalhes da série derivada da franquia “High School Musical”. A Disney deu início ao processo de casting (definição de elenco) do projeto e revelou a premissa, que traz uma abordagem bem diferente dos três filmes estrelados por Zack Effron, ao mesmo tempo em que reaproveita o material original. A série será uma espécie de falso documentário, que mostrará os bastidores de um musical colegial inspirado em “High School Musical”. Por isso, além de mostrar os dramas dos novos protagonistas, cada capítulo também trará uma nova versão das canções conhecidas dos filmes, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas na trama, que terá ao todo 10 episódios. Ainda sem título oficial, o derivado de “High School Musical” é uma das atrações exclusivas que estão sendo desenvolvidas para o serviço de streaming da Disney, que também incluirá séries inéditas da Marvel, “Star Wars” e Pixar. Ainda não há previsão para o lançamento da plataforma,
Mick Jagger vai estrelar suspense do diretor italiano da série Suburra
Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, vai voltar a atuar no cinema. Ele entrou no elenco do suspense “The Burnt Orange Heresy”. O astro britânico vai se juntar a um elenco eclético, composto pelo dinamarquês Claes Bang (“The Square”), a francesa Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) e o americano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), que serão dirigidos por um italiano, Giuseppe Capotondi, responsável pelo suspense “A Hora Dupla” (2009) e a elogiada série “Suburra” na Netflix, em seu primeiro filme falado em inglês. Descrito como um suspense no estilo noir, o filme tem como base o livro de Charles Willeford, que conta como o crítico de arte James (Bang) se apaixona por uma mulher chamada Berenice (Debicki). Mas quando viajam para negociar com o colecionador de arte (Jagger), este lhes faz uma proposta criminosa: roubar uma nova obra-prima para sua coleção. O roteiro é de Scott B. Smith (“Siberia”) e as filmagens começam ainda este mês, sem previsão de estreia. O cantor dos Stones não tinha um papel com falas no cinema desde “Confissões de um Sedutor” (2001), mas na juventude chegou a ensaiar uma carreira de ator aparecendo como protagonista nos clássicos “A Forca Será Tua Recompensa” (1970) e “Performance” (1970), antes de começar a fazer bombas como “Running Out of Luck”, trash com travestis no Rio, e a sci-fi B “Freejack: Os Imortais” (1992).
Fabricante das bonecas Barbie e He-Man lança divisão de cinema
A famosa empresa de brinquedos Mattel anunciou o lançamento de uma divisão de filmes, a Mattel Films, para explorar seus produtos populares no cinema. Entre os produtos da empresa estão Barbie, Hot Wheels e He-Man. A nova companhia será presidida por Robbie Brenner, produtora de filmes como “Clube de Compras Dallas” (2013) e “Rota de Fuga” (2013), que vai se reportar ao presidente da Mattel, Ynon Kreiz. “A Mattel é dona de um dos maiores portfólios de franquias do mundo, e a criação da Mattel Films nos permitirá aumentar nosso valor de mercado”, afirmou Kreiz em comunicado. A iniciativa foi estimulada pelo sucesso de filmes baseados em outros fabricantes de brinquedos que foram para o cinema, como Hasbro e Lego. Por enquanto, nenhum projeto foi anunciado pela Mattel Films, mas filmes sobre seus três principais brinquedos, listados acima, chegaram a entrar em pré-produção em tempos recentes, sem, contudo, sair do papel.
Trailer de Anna and the Apocalypse apresenta comédia musical adolescente com zumbis
A Orion Pictures divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Anna and the Apocalypse”. A prévia sugere que o filme poderia se chamar “Zombie High School Musical”, já que é uma comédia musical em que adolescentes usam seus uniformes do Ensino Médio para cantar, dançar e matar zumbis, após uma epidemia de mortos-vivos infectar o mundo – e “oh-no”, até Justin Bieber. Mas esta não é a primeira comédia musical adolescente com zumbis. O Disney Channel produziu o primeiro híbrido do gênero em “Zombies”, no começo do ano. A diferença é que aquele mostrava como era legal namorar zumbi. Ou algo assim. Enquanto “Anna and the Apocalypse” está mais para o episódio musical de “Buffy”. O filme é estrelado por Ella Hunt (“Sob o Domínio dos Robôs”) no papel-título e um monte de atores obscuros, e tem direção de John McPhail (“Where Do We Go From Here?”), nome verdadeiro, não um trocadilho com “McFalha”. A estreia está marcada para 30 de novembro nos EUA e não há previsão no lançamento no Brasil.
Novo teaser revela data de estreia da 11ª temporada de Doctor Who
A rede BBC divulgou um novo teaser da 11ª temporada de “Doctor Who”, a primeira estrelada por Jodie Whittaker e produzida por Chris Chibnall (ambos de “Broadchurch”). O vídeo revela a data da estreia dos novos episódios, que chegarão ao Reino Unido e aos Estados Unidos em 8 de outubro. Além da primeira versão feminina de Doctor Who, a nova fase terá quatro coadjuvantes que acompanharão a protagonista em suas aventuras: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O capítulo de estreia se chamará “The Woman Who Fell to Earth” (“A Mulher Que Caiu na Terra”, em tradução literal), título que presta homenagem ao clássico sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (The Man Who Fell to Earth), filme de 1976 em que o cantor David Bowie viveu um alienígena. A 11ª temporada contará com dez episódios e será exibida no Brasil pela plataforma Crackle, da Sony.
Filme da Netflix vence Festival de Veneza e o mundo cinematográfico nunca mais será o mesmo
E agora? A cerimônia de premiação do Festival de Veneza 2018, realizada nesta sábado (8/9), consagrou a Netflix, com o Leão de Ouro conquistado por “Roma”, um dos três filmes da plataforma que disputava a competição e um dos mais aplaudidos do evento. Filmado em preto e branco e falado em espanhol, “Roma” retrata as memórias da infância do diretor Alfonso Cuarón, na Cidade do México no começo dos anos 1970, pela ótica da empregada doméstica Cleo. Durante a première, Cuarón, que já tem o Oscar de Melhor Diretor no currículo por “Gravidade”, comentou que “Roma” jamais seria feito sem o apoio da Netflix, por se tratar de um filme em preto e branco. Subentende-se que, além do pouco interesse de outros estúdios, nenhuma distribuidora de cinema consideraria apoiar seu lançamento, pela pouca viabilidade comercial da produção. Mas a Confederação Internacional dos Cinemas de Arte e Experimentais (CICAE) lançou um manifesto pedindo para Veneza voltar atrás e retirar os filmes da Netflix da competição. A entidade conclamava que os festivais de cinema deveriam ser reservados para longas que terão distribuição em salas apropriadas ao redor do mundo. A nota citou como exemplo positivo o Festival de Cannes, da França, que barrou os longas da Netflix. Só que esta decisão custou caro ao festival francês, que reuniu uma das seleções mais fracas de sua existência, e fortaleceu Veneza, que trouxe obras-primas produzidas pela Netflix, entre elas a versão restaurada e finalizada de “O Outro Lado do Vento”, último filme de Orson Welles, que morreu antes de completá-lo. Produtora que mais lança filmes no mundo na atualidade, a Netflix também assinou o longa que abriu o Festival de Toronto nesta semana, “Outlaw King”, de título mal-traduzido como seu antônimo no Brasil, “Legítimo Rei”. “Roma” também marcou o segundo ano seguido em que o Leão de Ouro de Veneza foi para uma obra de cineasta mexicano. Em 2017, o prêmio ficou com “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, que acabou depois vencendo o Oscar. Del Toro presidiu o júri deste ano. A consagração do prêmio principal chama atenção. Mas não foi a única vitória da Netflix em Veneza. Outra produção da plataforma conquistou um prêmio importante. Os irmãos Joel e Ethan Coen conquistaram o troféu de Melhor Roteiro pelo western “The Ballad of Buster Scruggs”. Ambos os filmes devem ganhar exibição limitada em cinemas nos Estados Unidos para se qualificar para a disputa do Oscar. “Roma” está fora da briga pelo Oscar de Melhor Filme por ser falado em espanhol, mas deve despontar em várias outras categorias, inclusive Melhor Direção. Por outro lado, a conquista em Veneza deve mobilizar ainda mais as entidades de proprietários de cinema para impedir maiores reconhecimentos a filmes da plataforma. Trata-se de um feudo histórico que a empresa de tecnologia de streaming tenta invadir. E deter sua invasão é encarada como uma luta até a morte, a morte do circuito cinematográfico tradicional. A vitória em Veneza dá mais armas para a Netflix, confirmando que seus lançamentos podem, sim, ter qualidade artística. Ao mesmo tempo, o reconhecimento de “Roma” deve acirrar ainda mais a discussão sobre o que é cinema. E nisto vale lembrar que a projeção cinematográfica é hoje completamente digitalizada e feita em telas de multiplexes cada vez menores. Afinal, quem defende as salas de cinema jamais se importou à mínima com a preservação do filme em si – a película. Hoje em dia, produções feitas para o streaming ou para serem projetados numa tela são exatamente iguais, rodadas pelas mesmas câmeras digitais e finalizadas pelo mesmo processo de pós-produção. E nenhuma delas são filmes no sentido estrito da palavra. A conquista de “Roma” dá início a uma discussão que pode conduzir à queda de um império. Sobre os demais prêmios, vale destacar que “The Nightingale”, o único filme dirigido por mulher na competição, venceu dois troféus após a australiana Jennifer Kent ser chamada de prostituta por um crítico italiano. Levou o Prêmio Especial do Júri e o de Melhor Ator ou Atriz Novo, vencido pelo aborígene Baykali Ganambarr. “The Favourite”, do grego Yorgos Lanthimos, também conquistou dois troféus: o Grande Prêmio do Júri, também conhecido como Leão de Prata, destinado ao segundo melhor longa do festival, e Melhor Atriz para Olivia Colman (que estrelará a 3ª temporada de “The Crown” na… Netlix). O prêmio de Melhor Ator ficou com Willem Dafoe, por sua interpretação do pintor Van Gogh na cinebiografia “At Eternity’s Gate”, e o de Melhor Direção para o francês Jacques Audiard por seu primeiro filme falado em inglês, o western “The Sisters Brothers”. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Melhor Filme (Leão de Ouro) “Roma”, de Alfonso Cuarón Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) “The Favourite”, de Yorgos Lanthimos Prêmio Especial do Júri “The Nightingale”, de Jennifer Kent Melhor Diretor Jacques Audiard (“The Sisters Brothers”) Melhor Atriz Olivia Colman (“The Favourite”) Melhor Ator Willem Dafoe (“At Eternity’s Gate”) Melhor Roteiro Joel & Ethan Coen (“The Ballad Of Buster Scruggs”) Melhor Ator ou Atriz Novo Baykali Ganambarr (“The Nightingale”)
Patricia Arquette e Joey King serão mãe e filha que querem se matar em série sobre crime real
As atrizes Patricia Arquette (“Boyhood”) e Joey King (“A Barraca do Beijo”) serão mãe e filha que planejam matar uma a outra, numa nova série sobre crimes reais e com estrutura de antologia, que está sendo produzida para o serviço de streaming Hulu. Intitulada “The Act”, a série é uma criação de Nick Antosca, criador da antologia de terror “Channel Zero”, e a 1ª temporada será baseada em um artigo do Buzzfeed que viralizou com a manchete “Dee Dee queria que sua filha ficasse doente, Gypsy queria que sua mãe fosse assassinada”. A trama acompanhará a jovem Gypsy Blanchard (King), que luta para escapar do relacionamento tóxico que tem com sua mãe superprotetora, Dee Dee (Arquette). Sua busca pela independência abre uma caixa de segredos que não poderá ser mais fechada e que acabará levando ao assassinato. A HBO chegou a produzir um documentário sobre esta história no ano passado, “Mamãe Morta e Querida” (2017), que mostra as verdadeiras personagens, fisicamente diferentes de suas intérpretes. “The Act” vai se juntar a “American Crime Story” e “Law & Order: True Crime” na onda de séries de antologia sobre crimes reais que entrou em voga nos Estados Unidos. Até o Brasil terá sua própria versão do gênero, na vindoura “Assédio”, da Globo. A direção de “The Act” será assinada pela atriz francesa Laure de Clermont-Tonnerre (“As Múmias do Faraó”), que vai lançar “Mustang”, seu primeiro longa como diretora, ainda este ano. “The Act” não tem previsão de estreia.
Bradley Cooper e Lady Gaga cantam em prévias dramáticas de Nasce uma Estrela
A Warner divulgou quatro vídeos e um novo pôster do remake de “Nasce uma Estrela”. As prévias destacam o clima dramático da história, com Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e Lady Gaga (série “American Horror Story”), que aparece quase irreconhecível sem maquiagem. Ambos também cantam nos vídeos, quando ele demonstra um novo talento e ela outro, como atriz. Na trama, Cooper vive um cantor que mergulha no alcoolismo, conforme sua carreira entra em decadência. Mas antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que pretende lançar ao estrelato. E logo o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música, após justamente a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E na direção está o próprio Bradley Cooper, estreando na função. Uma estreia, por sinal, muito elogiada durante a première mundial do filme no Festival de Veneza 2018. O lançamento está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.
Bill Daily (1927 – 2018)
O ator Bill Daily, que ficou conhecido por interpretar o Major Healy na série “Jeannie É um Gênio” nos anos 1960, morreu de causas naturais aos 91 anos na última terça-feira (4/9). A informação foi confirmada pelo filho do ator. “Ele amou cada pôr do Sol, amou cada refeição. Ele só se decidiu ser feliz com tudo”, disse J. Patrick Daily, filho do ator, à Variety. Daily apareceu em todas as cinco temporadas de “Jeannie É um Gênio”, de 1965 a 1970, como colega de trabalho e melhor amigo do astronauta Major Nelson (Larry Hagman), um dos poucos mortais a saber do segredo da gênio Jeannie (Barbara Eden). Logo em seguida, ele também interpretou o vizinho de Bob Newhart no “The Bob Newhart Show”, entre 1972 e 1978, e viveu o psiquiatra Dr. Larry Dykstra em “ALF – O ETeimoso”, de 1987 a 1989. Fora estes personagens, ainda fez aparições nas séries clássicas “A Feiticeira”, “Mary Tyler Moore”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “CHiPs”, “O Barco do Amor”, “Aloha Paradise” e muitas outras. Em 1991, voltou a viver o Major Healy num telefilme que marcou o reencontro do elenco original da série clássica, intitulado “Jeannie Ainda É um Gênio”, que revelou que Jeannie teve um filho com o Major Nelson. O seu último trabalho foi em “Horrorween”, de 2011.
Atriz de Gotham será a protagonista da série do Monstro do Pântano
A nova série “Swamp Thing”, sobre o personagem dos quadrinhos Monstro do Pântano, já tem definições de elenco e equipe. A atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”, ficou com o papel principal. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. Na história original, o monstro era o Dr. Alec Holland, um cientista que trabalhava nos pântanos da Louisiana numa fórmula secreta para reflorestar desertos. Mas um ataque de vilões que cobiçavam a invenção fez com que seu corpo fosse exposto aos elementos químicos e ao próprio pântano, transformando-o no Monstro do Pântano. A série pretende mudar ligeiramente a trama, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância em Houma, Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre Houma com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Além de Crystal Reed, a produção também confirmou a atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) como Liz Tremayne. É mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. A série está sendo desenvolvida pela produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”), para a plataforma de streaming DC Universe. A parte criativa está a cargo dos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) e o primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Originalmente, o próprio James Wan pretendia comandar o piloto, mas ele teve que desistir quando as gravações passaram a coincidir com o período de divulgação de seu novo filme, “Aquaman”. Esta não é a primeira vez que o monstro mais famoso da DC Comics sairá dos quadrinhos. Wes Craven, responsável pelas franquias “A Hora do Pesadelo” e “Pânico”, realizou o primeiro filme do personagem em 1982. Mas, na época, o baixo orçamento – o monstro era um ator com roupa de borracha – deixou a produção com aparência trash. Monstro do Pântano também já teve uma série, que durou três temporadas no canal pago americano USA Network, entre 1990 e 1993. Como a série está sendo desenvolvida para streaming, desta vez haverá mais liberdade para abraçar o terror e maior investimento da Warner. A confiança é tanta que a série foi aprovada sem encomenda de piloto. “Swamp Thing” vai integrar o DC Universe, novo serviço de streaming da DC Comics, que começará a funcionar a partir de quarte (12/9) nos Estados Unidos.
Trailer legendado de American Horror Story apresenta o caos e o apocalipse da nova temporada
O canal pago FX divulgou o trailer de “American Horror Story: Apocalypse”, a 8ª temporada da série de antologia de terror, que o fã-clube brasileiro legendou. A prévia justifica o título do novo arco dramático, mostrando caos nas ruas e um clima apocalíptico. Apesar de centrar-se em novos personagens, o vídeo também retoma velhos conhecidos da 1ª e 3ª temporadas, no primeiro crossover completo das tramas da produção. Para quem não lembra, “Murder House”, a história da 1ª temporada, terminou com Constance Langdon (Jessica Lange) assumindo a criação de seu neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que aparece de cabelos longos como o anticristo na nova história. Também são esperadas as voltas das bruxas de “Coven”, interpretadas por Sarah Paulson, Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Lily Rabe, Emma Roberts e até a cantora Stevie Nicks, além de Dylan McDermott da 1ª temporada e atores de outros arcos, como Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, sem esquecer a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na série. “American Horror Story: Apocalypse” começa a ser exibida na quarta-feira (12/9) nos Estados Unidos e no dia seguinte no Brasil, onde também será transmitida pelo canal pago FX.












