Todas as gerações de Star Trek são homenageadas pelo Emmy 2018
Atores de todas as seis séries da franquia “Star Trek” compareceram à premiação do Creative Arts Emmys, no fim de semana, para receber o prêmio honorário Governors Award, concedido à saga espacial por suas contribuições à história da televisão. O prêmio foi recebido por William Shatner e Walter Koenig, o Capitão Kirk e o Chekov da “Star Trek” original (1966-1969); LeVar Burton, o Tenente LaForge de “Star Trek: A Nova Geração” (1987-1994); Terry Farrell, a Tenente Dax de “Star Trek: Deep Space Nine” (1993-1999); Jeri Ryan, a Sete de Nove de “Star Trek: Voyager” (1995-2001); Linda Park, a Hoshi Sato de “Star Trek: Enterprise” (2001-2005); e Sonequa Martin-Green, a Michael Burnham de “Star Trek: Discovery” (2017-). Shatner discursou em nome dos demais e dos criadores da atração. “Eu aceito essa premiação em nome de todos que fizeram ‘Star Trek’ possível através dos anos”, disse, agradecendo a homenagem a uma franquia que “representa uma ideia maior do que a soma de suas partes”. Falando ao site Deadline nos bastidores da premiação, Koenig refletiu sobre a relevância de “Star Trek” hoje em dia. “Ela ainda ressoa porque falamos de problemas tópicos e sócio-políticos. Nós, como sociedade, ainda lutamos com problemas que tínhamos nos anos 1960”, disse. “‘Star Trek’ tem sido uma luz de esperança para as pessoas por tanto tempo”, completou Alex Kurtzman, roteirista do reboot cinematográfico da franquia em 2009 e criador de “Star Trek: Discovery”. “Em tempos sombrios, precisamos ainda mais disso”. Criada em 1966 por Gene Roddenberry, a “Star Trek” original (ou “Jornada nas Estrelas”, para os fãs brasileiros) começou um fenômeno cultural que já produziu mais de 700 episódios de televisão e conquistou 30 prêmios do Emmy, estendendo-se por meio século de produção. O pioneirismo de “Star Trek” começava na escalação do elenco, que trazia personagens de todas as etnias, gêneros e (mais recentemente) sexualidades em posições de destaque e autoridade – incluindo os inesquecíveis Sr. Sulu, vivido por George Takei, a Tenente Uhura, de Nichelle Nichols e até o alienígena Sr. Spock, de Leonard Nimoy. Mais forte que nunca, a franquia segue sua jornada agora em streaming com “Star Trek: Discovery”, disponibilizada pela Netflix no Brasil. Além disso, terá uma nova série derivada de “A Nova Geração, focada no Capitão Picard, e continua a render filmes. Até Quentin Tarantino planeja um projeto para a saga espacial.
Elite: Série com atores de La Casa de Papel ganha trailer dublado com som ruim e clima de novela do SBT
A Netflix divulgou o trailer dublado em português de “Elite”, nova série espanhola que inclui integrantes do elenco de “La Casa de Papel”. A prévia resume a trama, mas a opção pela dublagem impõe um clima de novela teen mexicana do SBT, cheia de gírias antiquadas e diálogos inaudíveis, marcados por problemas de som (é mono?), que diminui o impacto de todas as cenas. Ao contrário das distribuidoras de filmes, a Netflix ainda não aprendeu a disponibilizar duas versões do mesmo trailer. Ou divulga dublado em português ou legendado. Nunca as duas opções. E quando a oferta é exclusivamente dublada, a qualidade do produto desaba, com empostações equivocadas, som de qualidade inferior, sotaques nacionais e problemas de tradução que se tornam mais evidentes. Confira abaixo como é grande a diferença de som, a ponto de a dublagem interferir no clima original, ao comparar a versão dublada em português com o mesmo trailer divulgado (com legendas) nos Estados Unidos. A série foi criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola, e se passa em Las Encinas, uma escola exclusiva da Espanha frequentada pelos filhos da elite. Na trama, três alunos menos favorecidos vão parar lá após sua escola original ser destruída por um terremoto. O choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos do colégio, culminando em assassinato. O elenco destaca Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver), de “La Casa de Papel”, que contracenam na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México. A estreia está marcada para 5 de outubro.
Premiação preliminar do Emmy consagra Game of Thrones com sete troféus
A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou os Creative Arts Emmys ao longo de duas noites no fim de semana, em cerimônias não televisionadas realizadas em Los Angeles no sábado e domingo (9/9), que adiantaram as categorias técnicas da premiação. Os destaques foram para o reconhecimento técnico de “Game of Thrones”, série mais premiada da noite, e do programa humorístico “Saturday Night Live”, ambos empatados com sete troféus. Na parte dedicada aos reality shows, chamou atenção as cinco vitórias obtidas pelo programa do falecido Anthony Bourdain, “Parts Unknown”. O especial ao vivo de “Jesus Christ Superstar” também venceu cinco troféus, e a série “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” ficou com quatro. Os principais prêmios incluíram Melhor Telefilme para um episódio da série “Black Mirror”, o “USS Callister”, Melhor Série Animada para “Rick and Morty”, Melhor Reality Show para “Queer Eye”, Melhor Série Documental para “Wild Wild Country”, Melhor Especial Ao Vivo para “Jesus Christ Superstar Live in Concert” e os troféus para participações especiais, vencidos na categoria dramática por Samira Wiley, em “The Handmaid’s Tale”, e Ron Cephas Jones, em “This Is Us”, e na categoria de comédia por Tiffany Haddish, em “Saturday Night Live”, e Katt Williams, em “Atlanta”. As principais categorias do Emmy, que incluem as disputas de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, acontecerão em novo evento, marcado para segunda-feira que vem, dia 17 de setembro. Confira abaixo os vencedores dos prêmios das chamadas “artes criativas” do Emmy 2018. Melhor Atriz Convidada em Comédia Tiffany Haddish, “Saturday Night Live” Melhor Ator Convidado em Comédia Katt Williams, “Atlanta” Melhor Atriz Convidada em Drama Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Convidado em Drama Ron Cephas Jones, “This Is Us” Melhor Telefilme “Black Mirror: USS Callister” Melhor Programa Infantil “The Magical Wand Chase: A Sesame Street Special” Melhor Animação “Rick and Morty” Melhor Dublagem de Personagem Alex Borstein, “Uma Família da Pesada (Family Guy)” Melhor Série Curta “Robot Chicken” Melhor Elenco de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Elenco de Drama “The Crown” Melhor Elenco de Minissérie “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Cinematografia em Série Multicâmera (Sitcom) “Will & Grace” Melhor Cinematografia em Série Câmera Única em formato de 30 min. “Atlanta” Melhor Cinematografia em Série Câmera Única em formato de 60 min. “The Crown” Melhor Cinematografia em Minissérie ou Telefilme “Genius: Picasso” (NatGeo) Melhor Edição em Série Câmera Única para Comédias “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Edição em Série Multicâmera para Comédias (Sitcom) “Will & Grace” Melhor Edição em Série Câmera Única para Dramas “The Handmaid’s Tale” Melhor Edição em Série Câmera Única para Minisséries ou Telefilme “Black Mirror: USS Callister” Melhor Abertura “Counterpart” Melhor Trilha Sonora Original de Abertura “Godless” Melhor Trilha Sonora em Drama “Game of Thrones” Melhor Trilha Sonora em Minissérie, Telefilme ou Especial “March of the Penguins 2: The Next Step” Melhor Supervisão Musical “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Edição de Som em Programas de 60 min. “Stranger Things” Melhor Edição de Som em Programas de 30 min. “Atlanta” Melhor Edição de Som em Minissérie ou Telefilme “Black Mirror: USS Callister” Melhor Edição de Som em Programação Informativo “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Edição de Som em Especial ou Programa de Variedades “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Mixagem de Áudio em Programas de 60 min. “Game of Thrones” Melhor Mixagem de Áudio em Programas de 30 min. “Barry” Melhor Mixagem de Áudio em Minissérie ou Telefilme “Genius: Picasso” (NatGeo) Melhor Mixagem de Áudio em Programa Informativo “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Mixagem de Áudio em Especial ou Programa de Variedades “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhores Efeitos Visuais “Game of Thrones” Melhores Efeitos Visuais Coadjuvantes “The Alienist” Melhor Cordeador de Dublês em Drama “Game of Thrones” Melhor Coordenador de Dublês em Comédia “GLOW” Melhor Figurino em Série de Época “The Crown” Melhor Figurino em Série de Fantasia ou Sci-Fi “Game of Thrones” Melhor Figurino em Série Contemporânea “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Maquiagem “Westworld” Melhor Maquiagem de Efeitos Especiais “Game of Thrones” Melhor Maquiagem em Minissérie “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Penteado “Westworld” Melhor Penteado em Minissérie “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Produção de Design em Série de Fantasia ou Sci-Fi “Game of Thrones” Melhor Produção de Design em Série Contemporânea “The Handmaid’s Tale” Melhor Produção de Design em Programas de 30 min. “GLOW” Melhor Produção de Design em Programa de Variedades “Saturday Night Live” Melhor Produção de Design em Especial de Variedades “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Mídia Interativa “Westworld” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Reality Show Não Estruturado “United Shades Of America With W. Kamau Bell” Melhor Apresentador de Reality Show RuPaul, “RuPaul’s Drag Race” Melhor Documentário “Wild Wild Country” Melhor Especial “The Zen Diaries Of Garry Shandling” Melhor Especial Ao Vivo “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Especial de Variedade “Dave Chappelle: Equanimity” Melhor Especial Informativo “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Programa Interativo “Last Week Tonight With John Oliver” Melhor Curta Não Ficcional “Anthony Bourdain: Explore Parts Unknown” Melhor Curta em Programa de Variedades “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Direção em Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Direção em Programa de Variedades “Saturday Night Live” Melhor Roteiro em Programa Não Ficcional “Anthony Bourdain: Parts Unknown” Melhor Roteiro em Programa de Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” Melhor Elenco em Reality Show “Queer Eye” Melhor Coreografia Mandy Moore, “So You Think You Can Dance” Melhor Figurino em Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Penteado em Programa Multicâmera “RuPaul’s Drag Race” Melhor Fotografia em Programa de Variedades “Saturday Night Live” Melhor Fotografia em Especial “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Melhor Maquiagem “Saturday Night Live” Melhor Iluminação “Saturday Night Live” Melhor Canção Original “Come Back Barack”, “Saturday Night Live” Melhor Narrador Sir David Attenborough, “Blue Planet II”
Mr. Catra (1968 – 2018)
Morreu na tarde deste domingo (9/9), aos 49 anos, o cantor e ator Mr. Catra, após luta contra o câncer de estômago. Ele estava internado no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, e faleceu por falência múltipla de órgãos por volta das 15h. Catra deixou três esposas e nada menos que 32 filhos. Mr. Catra nasceu como Wagner Domingues Costa no Rio de Janeiro em 5 de novembro de 1968. Formado em Direito, ele nunca exerceu a profissão, porque começou a fazer música desde cedo, ainda nos anos 1980, com a banda de rock O Beco. Entretanto, foi só na década seguinte, com o funk proibidão, que ele passou a fazer sucesso. O seu primeiro disco como artista individual foi “O Bonde dos Justos”, de 1994, que emplacou o hit “Vida na Cadeia”. Também chamou atenção, nos anos 2000, ao ser indiciado por apologia ao crime por causa da letra de “Cachorro”, um dos seus maiores sucessos. Depois partiu para a paródia, com músicas como “Adultério”, que zoava o sucesso “Tédio” de Biquíni Cavadão. Ele ainda exaltou a religiosidade e a pornografia, muitas vezes em faixas coladas no mesmo disco. Poliglota, falava francês, inglês, hebraico e alemão. E em 2003 revelou outro talento, ao estrear como ator no filmaço “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca. Ele apareceu em mais quatro filmes: viveu rapper em “Quase Dois Irmãos” (2004), figurou em “Maré, Nossa História de Amor” (2007), foi o receptador de “O Roubo da Taça” (2016) e virou Deus em “Internet: O Filme” (2017). Uma filmografia curta, mas, com exceção do último, repleta de filmes bons. No final de 2017, revelou que tinha câncer no estômago. “Na hora é impactante. O primeiro baque, se você não estiver preparado psicologicamente, é fogo. Reuni todo mundo [da família] e falei: ‘não se preocupem’. Não pensei em morrer em nenhum momento”, disse, alguns meses depois, em entrevista ao “Programa do Porchat”. O cantor acreditava que tinha ficado doente por causa do que chamava de “maus hábitos da vida”: falta de descanso, noites sem dormir e péssima alimentação. Mas, apesar da gravidade da situação, nunca deixou de confiar na cura.
Presidente da rede CBS vai perder o cargo após novas acusações de assédio sexual
O executivo Leslie Moonves, um dos homens mais poderosos de Hollywood, vai deixar o cargo de CEO da rede CBS após novas acusações de assédio virem à tona, informaram vários órgãos da imprensa americana neste domingo (9/9). Ele comanda a empresa desde 2003, quando tornou a CBS a rede de TV mais assistida dos Estados Unidos. Os detalhes da mudança de cúpula de um dos maiores grupos de comunicação do mundo devem ser anunciados na segunda-feira (10). Oficialmente, a CBS ainda não comentou as novas acusações, publicadas pelo jornalista Ronan Farrow na revista The New Yorker deste domingo, ou a situação de Moonves na empresa. Moonves é o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Sim, o CEO da CBS é muito mais influente que o dono do estúdio The Weinstein Company, por comandar um império que inclui, além da CBS, metade da rede The CW (joint venture da CBS com a Warner), a plataforma de streaming CBS All Access, estúdios de TV e cinema e estações de rádio, além de participar do conglomerado Viacom, dono da Paramount Pictures, MTV, Nickelodeon, etc. Em julho, seis mulheres entrevistadas por Farrow (responsável também por uma das reportagens que derrubou Weinstein) afirmam terem sido vítimas de abusos de Moonves. Quatro delas disseram que ele as tocou ou beijou à força enquanto outras duas afirmam ter sido intimidadas fisicamente ou com ameaças de que suas carreiras seriam arruinadas. Os fatos teriam acontecido entre a década de 1980 e os anos 2000. Moonves admitiu ter feito avanços sobre as mulheres “há várias décadas”, mas negou tê-las assediado sexualmente. Neste domingo, outras seis mulheres acusaram Moonves de assédio, abuso e violência, em mais uma reportagem de Farrow para a New Yorker.
Missão Impossível: Efeito Fallout bate recorde mundial de arrecadação da franquia
Com a ajuda da China, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” superou as bilheterias mundiais de todos os outros filmes da franquia estrelada por Tom Cruise neste fim de semana. Em sua segunda semana em cartaz no mercado chinês, o longa manteve seu 1º lugar e atingiu 137,7m (milhões) de arrecadação no país. Com isso, a arrecadação global chegou a US$ 726,6m, superando com folga os US$ 694,7m de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011) e os US$ 682,7m de “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). “Efeito Fallout” também tem a maior bilheteria doméstica da franquia, com US$ 212,1m nos Estados Unidos e Canadá. Quem chega mais próximo é “Protocolo Fantasma”, com US$ 209,3m. A produção, porém, foi a mais cara da franquia, com um orçamento de US$ 178m, ampliado pelo acidente de Tom Cruise durante as filmagens, responsável por estender o período da produção. De todo modo, como continua em cartaz e bem posicionado nas bilheterias, o montante da arrecadação deve crescer e aumentar ainda mais o recorde, de forma a compensar o investimento com sobras.
A Freira bate recorde de estreia da franquia Invocação do Mal nas bilheterias
O horroroso “A Freira” aterrorizou os cinemas da América do Norte em seu fim de semana de estreia, arrecadando US$ 53,5m (milhões) nas bilheterias. Os números representam a segunda maior estreia já registrada em setembro no mercado doméstico e a melhor abertura de um filme da franquia “Conjuring” (“Invocação do Mal”). Mas o sucesso foi ainda maior no exterior, onde o longa somou US$ 77,5m, para um lançamento mundial de US$ 131m, recorde absoluto de estreia para o universo mal-assombrado de James Wan. O longa também arrebentou bilheterias no Brasil, onde estimativas internacionais apontam uma arrecadação de US$ 6,8 milhões entre quinta a domingo. Caso estes números sejam confirmados, será a maior bilheteria de estreia de um filme de terror no país. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. “Podres de Ricos” continuou acumulando fortuna, mesmo caindo para o 2º lugar em sua quarta semana em cartaz. A comédia estrelada por atores de descendência asiática já soma US$ 136,2m no período apenas nos Estados Unidos e Canadá. A outra estreia ampla da semana ocupou o 3º lugar. “A Justiceira”, em que Jennifer Garner sente “desejo de matar”, fez US$ 13,2m e sofreu com críticas ainda mais negativas – apenas 14% de aprovação. Mas o público preferiu “A Justiceira” sobre “A Freira”, dando nota B+ na pesquisa do CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 18 de outubro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Freira Fim de semana: US$ 53,5m Total EUA e Canadá: 53,5m Total Mundo: US$ 131m 2. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 136,2m Total Mundo: US$ 164,7m 3. A Justiceira Fim de semana: US$ 13,2m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 14,6m 4. Megatubarão Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 131,5m Total Mundo: US$ 491,9m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 4,5m Total EUA e Canadá: US$ 14,3m Total Mundo: US$ 32m 6. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 212,1m Total Mundo: US$ 726,6m 7. Christopher Robin Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 91,7m Total Mundo: US$ 142,9m 8. Operation Finale Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 14,1m Total Mundo: US$ 14,1m 9. Alfa Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 32,4m Total Mundo: US$ 59,9m 10. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 1,5m Total EUA e Canadá: US$ 43,4m Total Mundo: US$ 65,5m
The Kids Are Alright: Série de comédia nostálgica com ator de The Walking Dead ganha novos trailers
A rede americana ABC divulgou dois novos trailers de “The Kids Are Alright”, sitcom passado nos anos 1970, que acompanha uma família numerosa, chefiada por Michael Cudlitz (da série “The Walking Dead”). A prévia explora a recriação de época e estabelece o universo conservador da família protagonista, que tem sua história narrada pelo filho do meio, como um longo flashback. A narrativa é reminiscente de “Anos Incríveis”, primeira sitcom de nostalgia narrada por uma criança (passada nos anos 1960). Mas o que era novidade há 30 anos agora virou lugar-comum, o que torna “The Kids Are Alright” similar a “The Goldbergs” (passada nos anos 1980) e “Young Sheldon” (também nos 1990). Inspirada pela infância do criador da série, Tim Doyle (veterano roteirista-produtor de “Família Dinossauros”, “Roseanne” e “Last Man Standing”), “The Kids Are Alright” acompanha uma família tradicional católica irlandesa, os Clearys, enquanto eles passam por pequenas e grandes mudanças durante uma das décadas mais turbulentas da América. Diz a sinopse oficial: “Em um bairro de classe trabalhadora nos arredores de Los Angeles, Mike (Cudlitz) e Peggy (Mary McCormack, da série “In Plain Sight”) criam oito meninos barulhentos que vivem seus dias com pouca supervisão. O lar vira de cabeça para baixo quando o filho mais velho Lawrence volta para casa e anuncia que está deixando o seminário para sair e ‘salvar o mundo’. Os tempos estão mudando e essa família nunca mais será a mesma”. O elenco também inclui os jovens Sam Straley (visto em “Chicago P.D.”), Caleb Foote (série “American Horror Story”), Sawyer Barth (série “Public Morals”), Christopher Paul Richards (série “Billions”), Jack Gore (também de “Billions”), Andy Walken (“A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos”) e Santino Barnard (“The Matter of Life”), que vivem sete dos irmãos Cleary. O oitavo é um bebê. A série tem estreia prevista para 16 de outubro nos Estados Unidos.
Casamento de Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal desmorona no trailer de drama indie elogiadíssimo
A IFC Films divulgou o segundo trailer de “Wildlife”, drama indie elogiadíssimo, que marca a estreia na direção do ator Paul Dano. Aos 33 anos, ele coleciona grandes performances em filmes como “Sangue Negro” (2007) e “The Beach Boys: Uma História de Sucesso” (2014). Agora mostra mais facetas de seu talento ao dirigir e escrever a adaptação do romance homônimo de Richard Ford (“Estranhos Encontros”). Dano assina o roteiro com sua parceira Zoe Kazan (que escreveu e estrelou “Ruby Sparks”) e filma os atores Carey Mulligan (“Mudbound”) e Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) nos papéis principais. Eles vivem um casal, no começo dos anos 1960, cujo relacionamento começa a desmoronar diante do filho adolescente (Ed Oxenbould, de “A Visita”). Desempregado e sem propósito, ele decide se voluntariar para combater um grande incêndio nas florestas da região, enquanto a mulher embarca num caso com um homem mais velho (Bill Camp, da série “The Night of”). Exibido nos festivais de Sundance, Cannes e Toronto, “Wildlife” encantou a crítica internacional e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes A estreia acontece em 19 de outubro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Sophia Bush entra em piloto de série de espionagem do diretor de Planeta dos Macacos
A atriz Sophia Bush (de “One Tree Hill” e “Chicago PD”) vai protagonizar o piloto de “Surveillance”, projeto de série de espionagem da rede CBS. Criada por David C. White (roteirista de “The Bridge”), a série está sendo descrita como um complexo suspense de ação e trará Bush como a Chefe de Comunicações da NSA (Agência de Segurança Nacional), que tem sua lealdade testada ao ter que decidir entre proteger os segredos do governo e os seus próprios. “Surveillance” foi um dos novos projetos mais caros que a CBS encomendou nos últimos meses. Além de contar com Sophia Bush no papel principal, a produção será assinada pelo cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e o primeiro episódio vai contar com a direção de Patricia Riggen (“Os 33”). Caso o piloto seja aprovado, “Surveillance” pode estrear já na midseason, durante o começo de 2019.
Novo trailer de Camping mostra surto de Jennifer Garner em acampamento com a família
A HBO divulgou um novo trailer de “Camping”, série de comédia que marca a volta de Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) à televisão – 12 anos depois de se despedir de “Alias”, a série que a tornou famosa. Na trama, Garner interpreta uma mãe estressada e controladora que organiza um acampamento com a família e amigos para comemorar o aniversário do marido (David Tennant, de “Doctor Who” e “Jessica Jones”), mas logo se arrepende da decisão ao se ver no camping do inferno. A série é remake de uma sitcom britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016, e terá oito episódios. A adaptação é assinada por Lena Dunham e Jenni Konner, que trabalharam juntas em “Girls”, e o elenco ainda inclui Juliette Lewis (“Secrets and Lies”), Brett Gelman (série “Stranger Things”), Arturo del Puerto (série “Fear the Walking Dead”), Janicza Bravo (“A Voz de uma Geração”), Ione Skye (“XOXO”), Bridget Everett (série “Lady Dynamite”) e o ator-mirim Duncan Joiner (série “Lethal Wheapon”). “Camping” estreia em 14 de outubro.
Ator de The Originals entra na série For the People
O ator Charles Michael Davis já tem novo trabalho após o fim da série “The Original”. Ele entrou para o elenco do drama jurídico “For the People”. Essa é a segunda série de Shonda Rhimes que ele participa, já que ele participou brevemente de sete episódios de “Grey’s Anatomy” em 2013. A série também é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Em “For the People”, Davis vai interpretar Ted, o novo investigador da Defensoria Pública, que será um personagem fixo da atração. Paralelamente, ele ainda continua na série “Younger”, onde também interpreta um personagem fixo. Como as gravações das duas séries não coincidem, o ator poderá participar de ambas sem conflitos, como já fazia anteriormente, na época em que estava em “The Originals” e “Younger” simultaneamente. A 2ª temporada de “For the People” vai estrear na midseason, no começo de 2019, na rede americana ABC.
Manifest: Série sci-fi de Robert Zemeckis ganha vídeo de bastidores
A rede NBC divulgou um novo vídeo de “Manifest”, com cenas e depoimentos do elenco, que apresenta os personagens e explora o mistério da série sci-fi produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”). Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles. A trama vai refletir como isso afeta suas famílias, conforme eles tentam retomar suas rotinas pessoais, além de investigar o que motivou o desaparecimento e se isso serve a algum propósito obscuro. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”) “Manifest” é a segunda série sci-fi produzida por Zemeckis nos últimos meses. Ele também está por trás de “Project Blue Book”, uma nova versão de “Projeto U.F.O.”, sobre as investigações do governo americano a respeito da existência de Discos Voadores. A estreia vai acontecer em 24 de setembro nos Estados Unidos.












