Advogada de Angelina Jolie estaria prestes a se demitir pelo “desejo de sangue” da atriz em seu divórcio
A advogada de Angelina Jolie, Laura Wasser, estaria prestes a pedir demissão e não vai mais defendê-la no caso de seu divórcio de Brad Pitt, segundo informações publicadas pelo site TMZ. O site pinta a atriz como a bruxa Malévola, ao citar fontes que supostamente testemunharam gritarias entre Jolie e Wasser, e discussões acaloradas sobre a determinação de Angelina de impedir que Brad Pitt tenha qualquer acesso aos seis filhos do casal. A expressão usada para descrever o comportamento da estrela em relação ao ex-marido é “desejo de sangue”. “Ela está cheia de raiva e ficou ridiculamente irracional”, teria dito uma dessas fontes, que ainda chamou Angelina de “muito venenosa”. Laura Wasser ficou conhecida no mundo das celebridades como a “rainha dos divórcios”, tendo atuado nos divórcios de Ryan Reynolds, Ashton Kutcher, Johnny Depp, Christina Aguilera e Heidi Klum. Mas não seria a melhor escolha para uma separação litigiosa, já que seus casos costumam terminar em acordos e compartilhamento de filhos. Supostamente, Angelina já teria contratado outro escritório de advocacia para assumir o caso quando Wasser sair de forma oficial. Com isso, o divórcio não estaria nem perto de ser finalizado. O TMZ chama o clima entre o ex-casal de “uma guerra total”. Vale observar que esse texto combina com observações anteriores, mas bem mais comedidas sobre o caso, de “fontes” ligadas a Brad Pitt. Recentemente, o juiz responsável pelo processo de divórcio do casal decidiu que as restrições impostas por Angelina a Brad Pitt são prejudiciais às crianças. Na disputa da guarda dos filhos, Brad Pitt chegou a ser investigado por possível abuso infantil, após perder o controle em frente das crianças. O ator foi inocentado das acusações, que foram trazidas à tona durante a briga judicial. Angelina Jolie e Brad Pitt começaram a namorar em 2005 e se casaram oficialmente em 2014. Os dois se separaram em 2016 e até agora seguem brigando pela guarda dos filhos na justiça. Ao dar entrada no divórcio, Angelina exigiu guarda exclusiva, mas Brad protestou com um pedido de guarda compartilhada pelos dois pais. O ex-casal tem seis filhos, três deles biológicos – Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – e três adotados – o cambojano Maddox, o vietnamita Pax e a etíope Zahara. Importante ressaltar que diversos sites publicaram que a demissão da advogada é fato consumado, citando a mesma matéria que serviu de base para este texto. Entretanto, o TMZ não vai tão longe em seu sensacionalismo. Por enquanto, a demissão da advogada é apenas um rumor, também porque a disputa está sendo mantida em sigilo. Mas se Wasser realmente largar o caso, a situação muda. Novidades devem surgir no começo da próxima semana.
Larissa Manoela vira “patricinha de butina” em clipe de Zezé Di Camargo & Luciano
A dupla Zezé Di Camargo & Luciano lançou um novo clipe. A música se chama “Reggae in Roça” e fala numa patricinha de butina, personagem encarnado pela atriz-mirim Larissa Manoela (“Meus Quinze Anos”). Os versos incluem uma manjada cantada de boteco (“Menina será que cê caiu do céu/ Ou tô te confundindo com uma estrela”), mas se passa ao ar livre, em clima de festa junina, com direito a dança ao redor da fogueira. Literalmente do dia para a noite, Larissa troca as “roupas de grife” pelo jeans caipira, incentivada por Lorena Improta, uma ex-bailarina do “Domingão do Faustão”, que ajuda a transformar ao contrário a Cinderela numa Gata Borralheira para o baile da roça. O vídeo foi gravado no pesqueiro Pantanosso e no sítio Pindorama, em Mairinque, no interior de São Paulo, e tem direção do galã de novelas da Record Raphael Montagner (“Escrava Mãe”) e Tiago Hit.
Trailer traz Kristen Stewart e Chloë Sevigny em versão lésbica da chacina de Lizzie Borden
A Roadside Attractions divulgou o primeiro de “Lizzie”, suspense indie que reimagina um dos assassinatos mais brutais dos Estados Unidos, ao apresentar uma versão lésbica de Lizzie Borden, jovem acusada de matar os próprios pais à machadas no final do século 19. Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vive a personagem-título, que nesta versão é uma mulher que busca se libertar do pai dominador e agressivo. Ela encontra uma cúmplice na empregada da família, Bridget Sullivan (Kristen Stewart, de “Personal Shopper”), que sofre assédio de seu pai, enquanto sua mãe finge não ver. A identificação das duas vira romance e, a partir daí, tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos crimes americanos. Apesar do roteiro ser creditado ao iniciante Bryce Kass, a teoria do relacionamento lésbico entre Lizzie e Bridget foi formulada originalmente pelo escritor Ed McBain em seu romance de 1984, que também se chamava apenas “Lizzie”. O caso real se tornou o primeiro julgamento midiático dos Estados Unidos e seu veredito rende discussões e teorias até hoje, já que deixou em aberto a identidade do verdadeiro(a) assassino(a). Mesmo inocentada, Lizzie Borden acabou virando lenda urbana e entrou na cultura pop, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Entre as diversas atrizes que já interpretaram a personagem estão Elizabeth Montgomery (estrela da série clássica “A Feiticeira”) e Christina Ricci (“O Cavaleiro sem Cabeça”), que estrelou um telefilme e uma série recentes no canal pago americano Lifetime – respectivamente, “A Arma de Lizzie Borden” (2014) e “The Lizzie Borden Chronicles” (2015). Dirigido por Craig William Macneill (do terror “O Garoto Sombrio”), o filme ainda inclui no elenco Jamey Sheridan (“Spotlight”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”) e Denis O’Hare (“American Horror Story”). “Lizze” foi exibido no Festival de Sundance 2018, onde recebeu muitos elogios – atingiu 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 14 de setembro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Primeira foto da cinebiografia Stan & Ollie revela John C. Reilly e Steve Coogan como o Gordo e o Magro
O estúdio britânico Entertainment One divulgou o pôster e a primeira foto do filme “Stan & Ollie”, em que os atores John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Steve Coogan (“Philomena”) aparecem caracterizados como Stan Laurel e Oliver Hardy, mais conhecidos no Brasil como “O Gordo e o Magro”. A produção é ambientada em 1953 e acompanha a última turnê de humor realizada pela dupla na Inglaterra, pouco antes da morte de Hardy. A complicada relação entre os dois faz parte da história, assim como a amizade. Com uma agenda lotada, eles seguem em frente graças ao apoio um do outro e ao amor por suas esposas, interpretadas por Shirley Henderson (“T2 Trainspotting”) e Nina Arianda (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). O filme escrito por Jeff Pope (também de “Philomena”) e dirigido por Jon S. Baird (“Filth”) é descrito pelo estúdio como “uma carta de amor aos dois pioneiros e gigantes eternos da comédia”, cuja parceria bem-sucedida iniciou nos anos 1920 e rendeu mais de 100 filmes, dos quais 23 em longa-metragem. “Stan & Ollie” terá sua première mundial no Festival de Londres, como o filme de encerramento do evento, no dia 21 de outubro. E, por enquanto, a estreia comercial está marcada apenas para o Reino Unido, em janeiro de 2019.
Atrizes de Orange Is the New Black assumem o namoro
Um novo romance ganhou vida real nos bastidores da 6ª temporada de “Orange Is the New Black”, que estreou na sexta-feira passada (27/7). As atrizes Emily Tarver, que interpreta a oficial de carceragem McCullough há dois anos, e Vicci Martinez, ex-participante do programa “The Voice” que virou a novata Daddy, assumiram seu namoro. “Nós estamos superapaixonadas”, disse Martinez, em entrevista ao jornal americano The New Tribune, revelando que o relacionamento também é musical. “Temos um grupo musical juntas. Comecei a fazer música novamente. Ela está realizando a minha fantasia de fazer duetos”. O relacionamento, na verdade, nunca foi um segredo. As duas compartilham fotos e vídeos juntas no Instagram desde fevereiro, quando Martinez ainda tinha que manter segredo. Não do namoro, mas sobre sua escalação na série da Netflix. No dia 7 de junho, mais de um mês antes da estreia do novo ano da série, ela fez uma declaração assumidíssima para a namorada: “Parabéns para a mulher dos meus sonhos. Amor? Incondicional. Com você, estou viva. Obrigada por compartilhar comigo seu coração, sua vida, sua alegria, seu humor e tudo! Amo você”. A nova temporada de “Orange Is the New Black” marcou a estreia de Martinez como atriz. Mas ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por sua participação em 2011 no programa de “The Voice”, onde acabou em 3º lugar. Após a repercussão do reality musical, ela chegou a gravar um single com CeeLo Green, “Come Along”, mas não emplacou e passou anos no anonimato antes de ser presa. Ou melhor, interpretar uma presidiária na série da Netflix. Já Tarver está na série desde a 4ª temporada, em 2016, e nos novos episódios sua personagem precisa lidar com o estresse pós-traumático, adquirido depois da rebelião em Litchfield. O namoro das duas é o segundo relacionamento nascido no set da série. Em 2017, a atriz Samira Wiley, que interpretava a carismática Poussey Washington, casou-se com Lauren Morelli, uma das roteiristas da atração. Mas as duas não estão mais ligadas à produção.
Primeira foto do filme de Sonic faz referência ao game clássico da Sega
A primeira foto do set do filme do ouriço mais famoso dos videogames chegou na internet, e de uma fonte pouco usual: pelo Twitter de um YouTuber especializado em vídeos sobre “Sonic”. Veja acima. A imagem revela um cenário clássico do primeiro jogo de “Sonic the Hedgehog”: ao lado de um carro de polícia, destaca-se uma placa que dá boas-vindas à cidade de Green Hill. Trata-se, claro de uma referência a Green Hill Zone, o primeiro nível do game original, lançado em 1991 para o console Sega Genesis. As filmagens começaram no início do mês, mas até agora nada tinha transpirado da produção, além do nome de alguns integrantes do elenco, como Jim Carrey (“Debi & Lóide”), James Marsden (o Teddy da série “Westworld”) e Tika Sumpter (“Policial em Apuros”). A produção da Paramount Pictures vai misturar atores reais com a animação do ouriço Sonic. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto). Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia está prevista para 15 de novembro de 2019.
Damon Wayans diz que clima em Máquina Mortífera ficou mais leve após demissão de Clayne Crawford
As gravações da 3ª temporada de “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, começaram há poucos dias, mas mesmo assim o ator Damon Wayans diz que o clima está muito mais leve e divertido do que as gravações anteriores, graças à entrada do ator Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco. “Foi apenas o primeiro episódio, mas ele foi muito mais leve. Estávamos nos divertindo dentro e fora do set. É tudo mais solto e ninguém está pensando demais. Só estamos fazendo as coisas e nos divertindo com tudo”, ele afirmou, durante uma festa promovida pela Fox para a TCA (Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Seann William Scott vai estrear na série como novo coprotagonista, após o ator Clayne Crawford ser demitido no final da temporada passada, acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” no set de gravações, com ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Wayans. Wayans tornou público seu descontentamento após a demissão, quando fez acusações graves contra Crawford. Para ele, saída do ator não foi uma surpresa. “Eu sei que ele estava envolvido com o roteiro e sabia que iria levar um tiro no fim da 2ª temporada. Ele estava feliz com o rumo que a série estava tomando e estava feliz com o processo”, contou. “Eu desejo o melhor para ele, desejo muita sorte. Para cima e para frente”, completou. Além de Scott, a nova temporada também terá reforço da atriz Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”), que viverá uma ex-namorada do novo protagonista. A explicação narrativa para a entrada de Wesley Cole, personagem de Scott, na trama é sua mudança para Los Angeles para ficar mais perto do filho que teve com Natalie Flynn, a personagem de Lawson. Assim, o ex-militar torna-se o novo parceiro de Roger Murtaugh, papel de Damon Wayans. Os dois novos personagens foram criados especificamente para a série e nunca apareceram nos filmes da franquia. Já o papel de Wayans foi vivido por Donald Glover no cinema. O demitido Crawford, por sua vez, interpretava o personagem encarnado por Mel Gibson. A 3ª temporada estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.
Chris Rock vai estrelar a 4ª temporada de Fargo, que abordar a máfia nos anos 1950
O canal pago americano FX anunciou a produção da 4ª temporada da série “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A novidade foi anunciada pelo presidente do canal, John Landgraf, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de um protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também vai mudar sua locação, saindo da zona rural do centro-oeste americano para a metrópole de Kansas City, e irá retroceder ainda mais no tempo. Até então, apenas a 2ª temporada tinha sido um flashback, passado nos anos 1970. Desta vez, porém, a história irá acontecer durante os anos 1950. A trama vai explorar o encontro de dois grupos migratórios na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado. Chris Rock vai interpretar um pai que entregou seu filho para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pegará o filho do inimigo para criar. É então que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, fazendo com que tudo mude. “Sou fã de ‘Fargo’ e mal posso esperar para trabalhar com o showrunner Noah Hawley”, disse Chris Rock, num comunicado. O restante do elenco e a data de estreia da 4ª temporada ainda não foram confirmados.
Minissérie clássica Shogun vai ganhar remake
O canal pago americano FX anunciou a produção de “Shogun”, nova minissérie baseada no romance homônimo de James Clavell. Lançado em 1975, o livro já foi levado com sucesso à TV numa minissérie famosa de 1980, estrelada pelo ator Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”). Esta atração entrou para a História como a primeira – e até agora única – produção da TV americana filmada inteiramente no Japão. Além de ter se tornado imensamente popular, a minissérie ainda venceu três Emmys e três Globos de Ouro. Shogun era um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, e acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. A trama mostra como um marinheiro britânico chamado John Blackthorne, que sobrevive a um naufrágio na costa do Japão feudal, no século 17, torna-se um samurai e homem de confiança de um Shogun. Na trama, ele se envolve na complexa teia política do país, tornando-se confidente do Lord Toronaga (o grande Toshirô Mifune, na série de 1980), um poderoso aristocrata, cuja ascensão o levará ao shogunato. Outro elemento importante é a presença de Lady Mariko (Yôko Shimada), uma samurai destemida, que faz Blackthorne balançar e colocar seu status em risco. A nova adaptação está a cargo dos roteiristas Ronan Bennett (“Gunpowder”) e Rachel Bennette (“Bel Ami: O Sedutor”), enquanto a direção será comandada por Tim Van Patten (“Game of Thrones”). Eles terão a missão de trabalhar sob a lupa do século 21, onde as redes sociais despertam realizam uma espécie de controle de qualidade não oficial, para lidar com várias discrepâncias e anacronismos do romance original, escrito por um ocidental imaginando o Japão antigo. Ainda não há elenco definido nem previsão de estreia para a produção.
FX desiste de produzir 2ª temporada de Feud centrada no divórcio da Princesa Diana
O canal pago americano FX desistiu de produzir a 2ª temporada de “Feud” centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana. A revelação foi feita pelo presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). Ele disse que a série não foi cancelada, mas não abordará mais o tema previamente anunciado. “No fim das contas, nós apenas não conseguimos desenvolver o material da forma como gostaríamos”, justificou o executivo. “‘Feud’ ainda é uma série ativa, mas Ryan [Murphy, o criador] não me confirmou qual será o tema da próxima temporada, ou quando ele terá tempo para realizá-la”. O executivo negou que a decisão tenha sido influenciada pelo sucesso de “The Crown”, série da Netflix sobre a família real britânica que vai abordar a história do casamento e divórcio de Charles e Diana nas próximas temporadas. “A nossa abordagem era bem diferente. Eu gosto de ‘The Crown’, mas ela é contada do ponto de vista da família. Nossa série seria do ponto de vista de alguém de fora que está entrando na família, como Meghan Markle”, revelou, comparando as duas “princesas”. “Feud” nasceu como uma série em formato de antologia, com a proposta de abordar uma famosa rixa histórica a cada temporada. O primeiro ano, exibido em 2017, tratou da rivalidade entre as atrizes Bette Davis (Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange) em Hollywood. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada seria transmitida no começo deste ano, mas o roteiro acabou não agradando e agora não será mais produzida. Como Ryan Murphy está envolvido em diversos projetos e assinou contrato de exclusividade com a Netflix, a possibilidade de a série se resumir à 1ª temporada se tornou uma grande possibilidade, que Landgraf ainda não oficializou.
American Horror Story é renovada até a 10ª temporada
O canal pago FX renovou a série de terror sobrenatural “American Horror Story” até sua 10ª temporada. O anúncio foi feito pelo diretor da emissora, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). A renovação antecipada garante mais três arcos inéditos para a produção, que começou recentemente a gravar a sua 8ª temporada, com estreia prevista para 12 de setembro. Assim, a 10ª temporada irá ao ar em 2020. “Ryan Murphy [criador da série] tinha nos pedido uma 10ª temporada e ficamos muito felizes em dar isso para ele. Não sabemos se essa será a temporada final. Tudo depende de Ryan, e ele está bastante inspirado. O oitavo ciclo, que atualmente está em produção, é incrível e louco. Os fãs vão adorar”, disse Landgraf. A renovação não surpreende, já que “American Horror Story” costuma atrair altos índices de audiência para o canal, embora não rendam mais a repercussão dos primeiros capítulos. A negociação também reflete o interesse do FX em manter seu relacionamento com o produtor, que assinou um contrato com a Netflix e não deverá criar mais séries para o canal. A última foi “Pose”, renovada para a 2ª temporada. “American Horror Story” retornará com uma história intitulada “Apocalypse”, que será um crossover com personagens da 1ª (“Murder House”) e da 3ª (“Coven”) temporadas. O elenco voltará a contar com Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts e outros habituês da produção. Mas o papel principal pertencerá a Cody Fern, revelação de outra série de Murphy – The Assassination of Gianni Versace”, a 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton) na 1ª temporada da série.
Michael Douglas confessa dificuldade em acompanhar os filmes da Marvel
O ator Michael Douglas revelou ter ficado “perdidão” no começo das filmagens de “Homem-Formiga e a Vespa” por não ter entendido o roteiro e não saber o que estava acontecendo nas cenas. Tudo porque não sabia o quanto o filme era conectado ao universo Marvel. Sua referência era o filme anterior, mas as situações lhe pareceram muito diferentes. Ninguém o avisou que a história era continuação de “Capitão América: Guerra Civil”. “Eu nunca li uma revista em quadrinhos na minha vida”, ele confessou, em entrevista para a MTV. “Sou muito agradecido por terem me colocado nessa família. Eu fiz um pouco do dever de casa para o Homem-Formiga, mas ferrei as coisas porque ninguém me falou, quando começamos a sequência, que eu devia ver ‘Capitão América!’”. Ele continuou: “Se eu tivesse assistido a ‘Guerra Civil’, eu teria entendido o que o Homem-Formiga estava fazendo e o motivo. Quando eu li o script, não fazia ideia do que estava acontecendo”. Douglas contou que, por não saber como deveria reagir a determinadas situações, acabou levando uma “bronca” nas filmagens. “O diretor, Peyton Reed, me disse: ‘Bem, ele esteve no Capitão América’. Eu disse que não vi. E ele me olhou como se eu tivesse cometido o pior pecado do mundo. ‘Se você tivesse me falado que era pra assistir, eu teria assistido!’ Da próxima vez, escreva um recado: ‘Vá ver Capitão América antes de ler o script’.” “Homem-Formiga e a Vespa” está atualmente em exibição nos cinema e sua história continua diretamente em “Vingadores 4”, que, por sinal, também incluirá participação de Michael Douglas. Este filme tem estreia marcada para maio de 2019. Veja a íntegra da reportagem da MTV, com o elenco central e o diretor de “Homem-Formiga e a Vespa”, no vídeo abaixo.
Christopher Robin é proibido na China porque presidente do país não gosta de ser comparado ao Ursinho Pooh
Parece piada, e realmente começou com uma piada, porém é sério e de verdade. A nova fábula com atores da Disney, “Christopher Robin”, foi proibido na China por conta das comparações, feitas por opositores políticos, entre o Ursinho Pooh e o atual presidente do país, Xi Jinping. Oficialmente, as autoridades chinesas não deram motivo para impedir a estreia do filme. No entanto, imagens do Ursinho Pooh tem sido censuradas até mesmo nas redes sociais, visto que o personagem virou uma espécie de símbolo provocativo da resistência contra o Partido Comunista, ainda no poder no país. Até a HBO sofreu as consequências quando o talk show “Last Week Tonight”, do comediante John Oliver, resolveu tocar na piada feita contra Xi Jinping. A emissora foi simplesmente tirada do ar no país na hora prevista para o programa. Veja abaixo o vídeo polêmico. Aparentemente, o presidente não acha graça da piada. Apesar do comunismo chinês não ser sério, tendo em vista como depende do capitalismo mundial para prosperar, ninguém do país tem autorização para ver o rei nu – por sinal, outra fábula da Disney que deve gerar repulsa nos governantes. A situação deixa realmente de ter graça quando inspira a repressão. Para dar a dimensão aleatória do caso, o filme se passa na Inglaterra em meados do século 20 e nem sequer cita a China. “Christopher Robin” mostra o reencontro do personagem do título com seus amiguinhos de infância, bichinhos falantes de pelúcia que incluem o Ursinho Pooh. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano de Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo pela obrigação de demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Conhecido em todo o mundo pelo título de “Christopher Robin”, o filme de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) vai se chamar aqui “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível”. Trata-se de um penduricalho para justificar salário dos tradutores de título, a atividade menos qualificada do mercado cinematográfico local. Ou alguém realmente chamou o filme “Os Vingadores” de “Os Vingadores – The Avengers”? A estreia está marcada para 16 de agosto nos cinemas brasileiros.












