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  • Série

    Bryan Cranston acredita que Walter White não morreu e criador de Breaking Bad diz que ele vai voltar

    20 de julho de 2018 /

    Duas declarações complementares agitaram os bastidores do primeiro dia da San Diego Comic-Con. A primeira veio à tona durante uma entrevista do ator Bryan Cranston a Conan O’Brien, em uma edição especial do programa do apresentador no evento. Questionado sobre o final de “Breaking Bad”, Cranston surpreendeu ao dizer que talvez seu personagem não tenha morrido na conclusão da série. “Talvez Walter White tenha se safado de tudo no fim”, disse Cranston. “Nós vimos um relatório policial (sobre a morte)? Não. Há um obituário? Não.” A afirmação do ator foi tratada como piada por Conan. “Acho que Cranston está procurando trabalho!”, riu ele. Vale lembrar que, na cena final de “Breaking Bad”, Walter White é visto agonizando, com um ferimento à bala, enquanto a polícia se aproxima, sugerindo que aqueles são seus últimos momentos de vida. Poucos minutos depois de Cranston questionar o desfecho da série, o roteirista e produtor Vince Gilligan revelou que Walter White e Jesse Pinkman (Aaron Paul) voltarão a aparecer na TV em breve, em participação especial no spin-off “Better Call Saul”. Entretanto, não será nesta temporada. “Vocês não verão Walt e Jesse nessa temporada, mas eu diria que seríamos muito relapsos se eles não aparecessem na série até o final dela”, afirmou Gilligan durante um painel da Comic-Con homenagem aos dez anos da série. Neste caso, também convém lembrar que a primeira cena do episódio inaugural de “Better Call Saul” introduziu a história como um longo flashback, a partir da fuga do personagem Saul Goodman (Bob Odenkirk), de “Breaking Bad”. Portanto, não se trata de um prólogo tradicional, mas lembranças de eventos passados. Desde então, a história vem avançando até chegar, segundo Gilligan, na cronologia de “Breaking Bad” na 4ª temporada, que começa em 13 de agosto nos Estados Unidos. Neste ritmo, a trama pode, sim, ultrapassar o que foi mostrado em “Breaking Bad” e revelar o que aconteceu após Walter White agonizar em seu confronto final.

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  • Filme

    O Primeiro Homem, novo filme do diretor de La La Land, abrirá o Festival de Veneza 2018

    20 de julho de 2018 /

    O drama histórico “O Primeiro Homem”, sobre a missão espacial que transformou o astronauta Neil Armstrong no primeiro homem a caminhar na lua, foi selecionado para abrir o Festival de Veneza 2018. Será a segunda vez que um filme do diretor Damien Chazelle abrirá o festival italiano, após ser aplaudido de pé no evento de 2016 por “La La Land”. No novo filme, ele volta a trabalhar com o ator de “La La Land”. Ryan Gosling tem o papel de Neil Armstrong na produção, que mostra os bastidores de sua viagem espacial, revelando o custo humano da missão, descrita como a mais perigosa de todos os tempos, mas lembrada também como uma das mais bem-sucedidas. “É uma obra muito pessoal, original e cativante”, disse o diretor do festival, Alberto Barbera, em comunicado, afirmando se trata de um trabalho “maravilhosamente inesperado no contexto dos filmes épicos dos dias atuais, e uma confirmação do grande talento de um dos diretores contemporâneos mais importantes do cinema americano”. Chazelle, de 33 anos, disse estar ansioso pela estreia mundial do filme no festival. “Recebo o convite de Veneza com humildade e estou entusiasmado por voltar”, disse. “É especialmente comovente compartilhar essa notícia tão perto do aniversário do pouso na lua”. No ano passado, o vencedor do Festival de Veneza foi “A Forma da Água”, de Guillermo Del Toro, que acabou vencendo também o Oscar 2018. Este ano, Del Toro irá presidir o júri da mostra competitiva do evento, que começa em 29 de agosto e vai até 8 de setembro na Itália. Será a 75ª edição do evento, que é o mais antigo festival de cinema do mundo.

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  • Música

    Novo clipe de Anitta mostra ambição internacional com crianças dançando ao redor do mundo

    20 de julho de 2018 /

    Anitta internacionalizou de vez sua carreira. Não bastasse cantar sua nova música em espanhol, o clipe grandioso de “Medicina” tem cenas gravadas em seis países diferentes, mobilizando crianças de várias partes do mundo para dançar. A intenção é passar uma mensagem globalizada, mas também ampliar as fronteiras de seu sucesso. A letra sugere que a música cura como medicina e é universal, encanta todos os povos, todas as classes. Na canção, Anitta canta “Eu não me importo se você tem dinheiro, o que importa é que você saiba mexer”, mas em espanhol. A direção do vídeo é de Harold Jiménez (que já havia trabalhado com Anitta em “Machika”) e traz cenas de crianças no Brasil, Colômbia, Japão, Índia, Estados Unidos e num território africano não identificado. O resultado, que mostra algumas coreografias em trajes tradicionais dos países, inclusive indiozinhos brasileiros, resulta um tanto estereotipado, ao estilo das novelas de Glória Perez. Não é, definitivamente, “Sense8”. Ao lançar o vídeo, com uma transmissão direto de sua casa, no Rio de Janeiro, ela explicou em português, inglês e espanhol, o que a levou ao conceito. “Resolvi fazer com crianças porque elas são o futuro do nosso planeta, misturamos muitas culturas e crianças de várias nacionalidades”. O próximo clipe de Anitta deve ser “Veneno”, que também foi gravada na Colômbia e é novamente cantada em espanhol, como estratégia para fortalecer ainda mais seu nome no mercado latino, aproveitado que ela entrou no reality musical “La Voz”, a edição mexicana do “The Voice”.

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  • Série

    Criador dos quadrinhos de The Walking Dead confirma saída de Rick da série

    20 de julho de 2018 /

    O escritor Robert Kirkman, criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, confirmou a saída de Andrew Lincoln da série, apurada em maio pelo site Collider. O anúncio ainda não foi feito oficialmente pelo canal pago AMC, nem o ator se pronunciou a respeito, mas Kirkman entregou que o intérprete de Rick terá um final “incrível”. Em entrevista ao site IMDB durante a San Diego Comic-Con, ele afirmou que a saída do protagonista “tornará a diferença entre os quadrinhos e a série ainda mais acentuada”. “No fundo, trata-se de ver o lado de Andrew Lincoln”, disse o quadrinista. “Ele é um ser humano. É uma pessoa que conheço há mais de uma década, uma pessoa que amo. Ele tem suado na Georgia, longe de sua família, há muito tempo”. E conclui afirmando que o ator quer se despedir de forma especial. “Ele se importa profundamente com os fãs e quer fazer algo especial na despedida. Temos algo incrível planejado. Não quero estragar nada, mas qualquer um que tenha sido um fã desta jornada, que ama Rick Grimes, que ama o mundo de ‘Walking Dead’, vai querer ver o que iremos fazer”. Kirkman, que é creditado como produtor da série, é a segunda pessoa da equipe a confirmar a saída de Lincoln. Anteriormente, Michael Satrazemis, um dos diretores da atração, usou seu Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. “Muitos de nós passamos os últimos oito anos de nossas vidas trabalhando, criando, dando tudo de si, abraçando e as vezes até mesmo sangrando de verdade, com o Andy [Lincoln]. Tudo isso para fazer algo especial. Ele é um dos maiores homens que eu já conheci. E um amigo. A série sentirá a falta dele tanto quanto vocês. Ela será diferente, mas ainda será ótima. Todos nós que amamos fazer ‘The Walking Dead’ continuaremos dando o nosso melhor para a criação e as vezes até sangraremos por vocês”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que abraça Lincoln, coberto de sangue cenográfico. O diretor deve ter recebido um pito enorme dos produtores e do canal, já que o post ficou pouco tempo no ar. O AMC continua tentando preservar o segredo de polichinelo, repetindo a tática da Warner, que fez questão de ignorar Superman no marketing da “Liga da Justiça”, enquanto o intérprete do herói dava entrevistas sobre sua participação no filme. A perda de Andrew Lincoln pode representar um golpe duro na audiência de “The Walking Dead”, já que muitos fãs afirmaram que abandonariam a série caso isso se confirmasse. E o pior é que não deve ser o único baque. Lauren Cohan, a Maggie, também se prepara para deixar a produção após a 9ª temporada, pois, como o AMC não quis negociar seu aumento, ela vai estrelar outra série, “Whiskey Cavalier”. E como desgraceira pouca é bobagem, a showrunner Angela Kang revelou que o contrato de Danai Gurira, a Michonne, é outro que se encerra na 9ª temporada e, por enquanto, o retorno da atriz após este período está igualmente indefinido, graças aos convites que ela tem recebido para papéis de cinema.

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    Shinobu Hashimoto (1918 – 2018)

    20 de julho de 2018 /

    Morreu o roteirista japonês Shinobu Hashimoto, que trabalhou em mais de 70 projetos durante sua carreira e foi o grande parceiro de Akira Kirosawa. Ele faleceu na quinta (19/7) de pneumonia, aos 100 anos de idade, em sua casa em Tóquio. De forma inusitada, a carreira de Hashimoto começou quando sua vida quase acabou. Ele se alistou no exército japonês em 1938, mas nem sequer conseguiu lutar na 2ª Guerra Mundial, pois pegou tuberculose e passou quatro anos em um hospital de veteranos. Foi durante a internação que leu uma revista sobre cinema que incluía um roteiro de exemplo. Ele decidiu escrever uma história e enviou para Mansaku Itami, então considerado o melhor roteirista do Japão – e pai do cineasta Juzo Itami. Itami ficou impressionado, enviando ao jovem soldado uma crítica detalhada do trabalho. O veterano logo se tornou um mentor para o roteirista iniciante, mas foi um relacionamento de curta duração, porque Itami morreu em 1946. Mas Hashimoto prometeu seguir seu conselho final e se especializar em adaptações literárias, em vez de roteiros originais. Com isso em mente, ele escreveu uma adaptação de um conto de Ryunosuke Akutagawa e enviou para Akira Kurosawa, que já tinha uma carreira estabelecida de diretor, mas ainda não era lendário. O cineasta gostou e marcou um encontro para ver se era possível estender a história, já que o roteiro era relativamente curto. E sugeriu complementá-lo com uma segunda história de Akutagawa, “Rashomon”. O roteiro resultante passou a ser considerado um dos maiores de todos os tempos, levando “Rashomon”, o filme, a conquistar o primeiro prêmio internacional da história do cinema japonês, o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1951. Assim começou uma parceria imbatível, que transformou Kurosawa no cineasta mais referenciado do cinema japonês. Entre os muitos clássicos realizados pela parceria, incluem-se os famosos “Os Sete Samurais” (1954), que inspirou o western “Sete Homens e um Destino” (1960), “Trono Manchado de Sangue” (1957), fantástica versão samurai de “Macbeth”, e “A Fortaleza Escondida” (1958), um grande influência de George Lucas na concepção de “Guerra nas Estrelas” (1977). A dupla também desenvolveu dramas sobre tragédias contemporâneas de grande impacto, como “Viver” (1952), sobre um homem diagnosticado com câncer terminal que busca sentido na vida, “Anatomia do Medo” (1955), que explorou o trauma e a fobia despertada pela possibilidade de um novo ataque nuclear, e “Homem Mau Dorme Bem” (1960), sobre uma vingança motivada por diferenças de classe social. A adaptação de seu roteiro em “Sete Homens e um Destino” (1960) ainda chamou atenção de Hollywood, rendendo contrato para seu único trabalho em inglês, o clássico “Inferno no Pacífico” (1968), em que Toshiro Mifune e Lee Marvin transformavam a 2ª Guerra em combate particular, após naufragarem numa ilha deserta. O sucesso deste filme encaminhou vários pedidos de novos roteiros de guerra, o que rendeu um segundo ciclo temático em sua carreira, quase tão proeminente quanto sua profusão de filmes de samurai. Além de roteirista, Hashimoto também dirigiu três filmes durante sua longa trajetória, que se estendeu nos cinemas até 1986, embora seu nome ainda continue a aparecer em novos lançamentos – o mais recente é de 2016 – , graças a diversos remakes de obras de sua filmografia.

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  • Série

    Punho de Ferro ganha teaser e confirma Alice Eve como a vilã Mary Tyfoid na 2ª temporada

    20 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Punho de Ferro” (Iron Fist), que traz o herói vivido por Finn Jones numa briga de rua, para revelar a data de estreia dos novos episódios. A forma como a briga é apresentada já é resultado de mudanças profundas na produção. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está sendo desenvolvida por um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E ele trouxe a bordo um novo coreógrafo das lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Outra novidade dos próximos capítulos será a participação da atriz Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), que vai viver a supervilã Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original). O papel foi confirmado durante a San Diego Comic-Con. Nos quadrinhos, Mary é inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. Antes mesmo do anúncio, rumores apontavam que a série teria uma vilã poderosa em sua 2ª temporada. Uma chamada de testes revelou que a produção procurava intérprete para “uma agente secreta freelancer” e “uma camaleoa adepta em desempenhar papéis diferentes para cada missão”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.

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  • Série

    Insatiable: Debby Ryan vive ex-gordinha com planos de vingança no trailer da nova série teen da Netflix

    20 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, 32 fotos, um teaser e o trailer legendado da série “Insatiable”, que acompanha a vingança de uma ex-gordinha. Vítima de bullying no colegial, ela decidiu mudar de dieta, ficou glamourosa e buscar um treinador de concursos de beleza para virar miss e ir à forra. A prévia é cheia de momentos ultrajantes, no melhor estilo “Heathers” (o filme, não a série aparentemente cancelada). O projeto estava sendo desenvolvido na rede CW, que não aprovou o piloto. Era aparentemente muito controvertido, pelo que o trailer demonstra. E já causa polêmica antes da estreia, acusado de body shaming nas redes sociais. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, Alyssa Milano (de “Charmed” e “Mistresses”) como sua mãe e Dallas Roberts (“The Walking Dead”) como o treinador, além de Christopher Gorham (“Covert Affairs”), Erinn Westbrook (“Awkward.”), Michael Provost (“Em Defesa de Cristo”), Sarah Colonna (“Chelsea Lately”), Kimmy Shields (“Big Little Lies”), Irene Choi (“As Calouras”), Arden Myrin (“Shameless”), James Lastovic (novela “Days of Our Lives”) e Beverly D’Angelo (do cássico “Férias Frustradas”). A 1ª temporada conta com 12 episódios e chega ao streaming em 10 de agosto. Além de “Insatiable”, a Netflix também resgatou o piloto de “Mixtape”, recusado pela Fox.

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  • Série

    Sociedade Brasileira de Pediatria ataca animação de drag queens da Netflix em defesa das “futuras gerações”

    19 de julho de 2018 /

    Não bastassem os conservadores americanos, agora a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) quer que a Netflix cancele o lançamento da animação “Super Drags”, que mostrará drag queens super-heroínas. A alegação, acreditem, é que a produção adulta seria imprópria para o público infantil. Em nota destinada “a médicos e à sociedade”, publicada em seu site oficial, a SBP ataca o que chama de “linguagem infantil” usada pela série inédita: “A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”. Sem mencionar a Netflix ou o nome da série, a entidade diz que “vê com preocupação o anúncio de estreia, no segundo semestre de 2018, de um desenho animado, a ser exibido em plataforma de streaming, cuja trama gira ao redor de jovens que se transformam em drag queens super-heroínas”. E “apela à plataforma que cancele esse lançamento, como expressão de compromisso do desenvolvimento de futuras gerações”. O comunicado ainda critica o fim da Classificação Indicativa, decretado em sentença do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou inconstitucional o dispositivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que estabelece multa e suspensão às emissoras de rádio e TV que exibirem programas em horário diverso do autorizado pela classificação indicativa. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e será a primeira animação brasileira a ser produzida pela empresa, com cinco episódios. E, por enquanto, o único material da produção revelado foi um teaser, de 27 segundos. Segundo a sinopse oficial, a trama conta a história de três jovens que trabalham em uma loja de departamentos durante o dia e, durante a noite, se transformam nas Super Drags, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Isto tem sido considerado suficiente para a emissão de notas de repúdio. A Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão) também está atacando a produção, e iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira nos Estados Unidos. Sua alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. Ao menos, o preconceito do grupo cristão americano é assumido e justificado por cultura religiosa. Já os médicos brasileiros apelam para discurso científico, embora o subtexto seja o mesmo. Neste caso, a preocupação teria maior legitimidade se listasse outras séries animadas adultas do serviço de streaming, como “Bojack Horseman”, “Big Mouth” e “F Is for Family”. Estas lidam com sexo e drogas, algo que “Super Drags” não parece tocar, ao menos nos 27 segundos que tanto “preocuparam”. Considerar que toda animação é feita para crianças também é presunção antiquada, da época que os bichinhos falantes, drogados e sexualmente ativos de “O Gato Fritz” ainda causavam polêmica – lá em 1972 – , e não tem sido usado mais em argumentos desde a estreia da faixa Adult Swim, com desenhos adultos, no canal de animação Cartoon Network, no “raiar” do século 21. Neste século tão cheio de inovações, empresas de streaming como a Netflix disponibilizam para seus usuários a opção de controle parental, que permite aos pais controlar quais títulos seus filhos têm acesso. É bem mais simples, na verdade, que bula de remédio e não precisa de receita. Além disso, como animação adulta, “Super Drags” não será disponibilizada na seção Netflix Kids da plataforma. Mesmo assim, vale observar que “Super Drags” ainda não foi finalizada e, por isso, não se sabe até o momento qual será sua classificação indicativa. Precipitação é um sintoma característico de preconceito, uma doença social da qual, infelizmente, nem médicos são imunes.

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    Jaime King vai estrelar nova série de zumbis na Netflix

    19 de julho de 2018 /

    A Netflix vai produzir uma série de zumbis, “Black Summer”, estrelada por Jaime King (de “Hart of Dixie” e personagem-título de “Sin City: A Dama Fatal”). Na trama, King interpretará uma mãe que se vê separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante para encontrá-la. Junto a um pequeno grupo de refugiados, ela deve enfrentar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o fase mais mortal de um apocalipse zumbi. Parece dramático. Mas será? Afinal, os responsáveis são Karl Schaefer e John Hyams, respectivamente co-criador e produtor-executivo de “Z Nation”, série trash de zumbis do canal pago SyFy – atualmente renovada para sua 5ª temporada. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o projeto é justamente um spin-off de “Z Nation”, que é disponibilizado no mercado internacional pela Netflix. A atração terá oito episódios em sua 1ª temporada e ainda não tem previsão de estreia.

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    Nightflyers: Série sci-fi inspirada na obra do autor de Game of Thrones ganha trailer legendado

    19 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer completo legendado da série “Nightflyers”, sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo capricha no clima de terror espacial, com cenário ensanguentado, avisos de perigo, desespero e delírios. “Isto é um aviso e não um pedido de ajuda. Não embarquem na nave”, diz Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), toda respingada de sangue. Ou seja, o clima está mais para “O Enigma do Horizonte” (1997) que para a primeira adaptação da obra. Para quem não lembra, “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. De todo modo, a trama é muito, mas muito parecida com a de outra série em desenvolvimento: “Origin”, do YouTube Premium, que também teve um trailer revelado nesta quinta (19/7) durante a San Diego Comic-Con. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarca no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco também inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). A produção era originalmente do canal pago SyFy, que também divulgou um pôster. Após dar sinal verde para as gravações, o Syfy cedeu a distribuição internacional para a Netflix, num acordo para viabilizar o orçamento – mais elevado que “The Expanse”, a ex-série mais cara da emissora. A estreia vai acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro.

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    Taraji P. Henson destila fúria no trailer legendado do suspense Acrimônia

    19 de julho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer legendado de “Acrimônia”, suspense novelesco estrelado por Taraji P. Henson (“Estrelas Além do Tempo”). E a arte nacional comete o pecado de “traduzir” o texto do marketing original, limando a referência que norteia a produção: a famosa citação da peça “The Mourning Bride”, de William Congreve, sobre o inferno não conhecer fúria igual a de uma mulher desprezada. A prévia destaca justamente a fúria da protagonista, que avança sobre o marido de 18 anos, ao descobrir seus planos de separação. Escrito e dirigido pelo comediante Tyler Perry (o Paulo Gustavo americano), numa rara incursão dramática, o filme também inclui no elenco Lyriq Bent (da série “Ela Quer Tudo/She’s Gotta Have It”) como o marido e Crystle Stewart (série “For Better or Worse”) como a outra. Destruído pela crítica americana (teve 21% de aprovação no Rotten Tomatoes), o novelão chegará ao Brasil três meses após ser exibido nos Estados Unidos, no dia 2 de agosto.

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    Origin: Trailer da nova série sci-fi espacial junta atores de Harry Potter com diretor de Resident Evil

    19 de julho de 2018 /

    O YouTube Premium divulgou o primeiro trailer de “Origin”, série sci-fi espacial estrelada por Tom Felton e Natalia Tena, ambos ex-integrantes da franquia “Harry Potter” – ele viveu o bruxinho Draco e ela a ninfadora Tonks. Os dois serão tripulantes de uma viagem rumo a um planeta distante. O problema é que os passageiros foram abandonados à bordo e precisam trabalhar juntos para sobreviver, até que percebem que um deles não é quem diz ser. Natalia Tena será Lana, membro da equipe que se torna uma espécie de capitã, e Felton será Logan, o antagonista principal, um jovem bravo que é uma ameaça tanto para si quanto para o resto da tripulação. Origin é o nome da nave, mas a trama também terá flashbacks para mostrar a vida dos personagens antes do voo. Ou seja, resultará numa espécie de “Lost” (2004-2010) com os passageiros perdidos no espaço – na verdade, mais ao estilo de “Pandorum” (2009) e “O Enigma do Horizonte” (1997) do que da série “Perdidos no Espaço”. A direção é justamente do responsável por “O Enigma do Horizonte”, o cineasta Paul W.S. Anderson (da franquia “Resident Evil”). Ele assina os dois primeiros episódios – de um total de dez – , que ainda não têm previsão de lançamento. A série foi criada por Mika Watkins (roteirista de “Troy: Fall of a City”) e o elenco também inclui Nora Arnezeder (série “Mozart in the Jungle”), Fraser James (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”), Philipp Christopher (“Laços de Sangue”), Madalyn Horcher (“Jack Reacher: Sem Retorno”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “Game of Thrones”) e Siobhán Cullen (“Jimi: Tudo a Meu Favor”).

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    DC Universe terá nova série de super-heróis centrada em Stargirl

    19 de julho de 2018 /

    A plataforma DC Universe vai ganhar mais uma série de super-heróis. O produtor e quadrinista Geoff Johns anunciou o projeto de “Stargirl”, durante a San Diego Comic-Con. A personagem, que às vezes tem o nome traduzido como Sideral no Brasil, já apareceu no Arrowverse, como é chamado o universo compartilhado das séries da DC exibidas pela rede americana CW. Ela foi introduzida como integrante da Sociedade da Justiça da América em três episódios da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”. O produtor-roteirista não revelou se a série da personagem vai se passar na mesma linha temporal, já que isso colocaria Stargirl nos anos 1940, nem se a atriz Sarah Grey retomaria o papel na nova atração. Mas a Sociedade da Justiça da América é citada na sinopse antecipada. “Stargirl” vai seguir Courtney Whitmore, uma estudante do ensino médio com superpoderes, que inesperadamente assume o papel de líder do supergrupo Sociedade da Justiça da América e encoraja outros heróis a lutarem não só contra vilões, mas contra fantasmas dos seus próprios passados. “‘Stargirl’ foi a primeira personagem que criei para a DC”, disse Johns na Comic Con, lembrando como introduziu a heroína nos quadrinhos em 1999, como enteada do Star-Spangled Kid (também traduzido como Sideral no Brasil). “Mais importante, Courtney Whitmore foi inspirado pela minha irmã que faleceu”, acrescentou. “Ter uma oportunidade de contar uma história para celebrar essa super-heroína era literalmente a primeira coisa que eu queria fazer porque é muito pessoal para mim. Além disso, uma personagem que fala em ser jovem, em um legado e em avançar parece muito importante para mim hoje em dia”. Johns voltará a trabalhar no projeto com o produtor responsável pelo Arrowverse, Greg Berlanti, que assim aumentará para 16 atrações o seu recorde de produções simultâneas no ar. A dupla divide créditos de criação das séries “The Flash” e “Titans”. A nova produção já é a quinta série live action anunciada para o DC Universe, mas, por enquanto, apenas “Titans”, série dos Novos Titãs, mostrou imagens – e trailer! As demais são “Swamp Thing” (do Monstro do Pântano), “Doom Patrol” (com o supergrupo Patrulha do Destino) e “Metropolis” (um prólogo de Superman centrado em Lois Lane e Lex Luthor).

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