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  • Música

    Rapper XXXTentacion aparece em seu próprio funeral em clipe póstumo

    29 de junho de 2018 /

    O rapper XXXTentacion ganhou um clipe póstumo e bastante mórbido, dez dias após ser assassinado. No vídeo, que foi escrito e dirigido pelo próprio rapper, ele aparece em uma cena que retrata seu próprio funeral. Ele também aparece em outro plano, diante de um personagem inteiramente vestido preto. E ao final precisa lutar contra si mesmo na cerimônia fúnebre, quando o cadáver sai do caixão e parece enfrentar seu espírito. A música é “Sad”, seu maior sucesso, que mal toca durante a produção, desenvolvida praticamente como um curta-metragem de 6 minutos. O rapper de 20 anos foi baleado e morto enquanto comprava uma moto na cidade de Deerfield Beach, na Flórida, a cerca de 70 km de Miami, no dia 18 de junho. De acordo com um comunicado oficial da polícia, divulgado após a confirmação da morte, XXXTentacion estava deixando a concessionária quando foi abordado por dois homens negros armados. Um dos suspeitos atirou diversas vezes, acertando o músico, que foi levado para o hospital, mas não resistiu.

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  • Filme

    Rebecca Ferguson negocia estrelar a continuação de O Iluminado

    29 de junho de 2018 /

    A atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Secreta”) negocia se juntar ao escocês Ewan McGregor (“Trainspotting”) na adaptação de “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), que continua a trama do clássico “O Iluminado” no cinema. O papel de Ferguson não foi revelado, mas muito provavelmente se trata da vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de uma seita psíquica chamada Verdadeiro Nó (True Knot), que enfrenta na trama o personagem de McGregor. Ele interpreta a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. Stephen King escreveu “Doutor Sono” como sequência oficial do livro original e a obra venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., estúdio que levou às telas a mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.

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  • Série

    Netflix vai transformar best-seller Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie, em série

    29 de junho de 2018 /

    O romance “Filhos da Meia-Noite”, de Salman Rushdie, vai virar uma série da Netflix. Publicado em 1981, o livro se ancora no realismo fantástico para contar a história da independência da Índia. A obra ganhou diversos prêmios, incluindo o Booker Prize – duas vezes. “‘Filhos da Meia-Noite’ é um dos maiores romances do planeta, e seus temas ainda são relevantes para a Índia contemporânea”, afirmou Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original da Netflix. Segundo fontes ouvidas pela publicação, um dos objetivos de transformar o livro em série é expandir os negócios da empresa na Índia. Ainda não há informações sobre elenco e data de lançamento. O livro já foi adaptado para o cinema em 2012, com direção de Deepa Mehta. Na época, a estreia na Índia foi cercada de polêmica, já que Salman Rushdie é mal-visto pelos muçulmanos. Seu romance “Os Versos Satânicos”, de 1988, foi considerado blasfêmia e é proibido no país. Por causa de “Os Versos Satânicos”, Rushdie sofreu uma fatwa e teve seu assassinato ordenado pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, em 1989. A fatwa contra ele foi renovada em 2005 por Ali Khamenei, que declarou: “Mesmo que Salman Rushdie se arrependa ao ponto de se tornar o homem mais piedoso do nosso tempo, a obrigação permanece para cada muçulmano, de o enviar para o inferno, não importa a que preço, e mesmo fazendo o sacrifício de sua própria vida.”

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  • Filme

    Festival É Tudo Verdade passa a qualificar seus vencedores para o Oscar de Melhor Documentário

    29 de junho de 2018 /

    Principal festival de documentários do Brasil, o É Tudo Verdade agora vai classificar para o Oscar da categoria. Ele foi selecionado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos como evento classificatório para o Oscar de documentário de longa-metragem. Criado pelo crítico Amir Labaki em 1996, o festival faz parte da lista inaugural de 28 eventos convidados pela primeira vez pela Academia para qualificar a disputa do Oscar. Além do É Tudo Verdade, também serão considerados classificados a disputar o prêmio os vencedores do IDFA (Amsterdã), Hot Docs (Canadá), Leipzig (Alemanha) e Yamagata (Japão), além dos filmes premiados como Melhor Documentário de festivais como Cannes (França) e Berlim (Alemanha). Os vencedores do É Tudo Verdade deste ano já serão inscritos no Oscar. Foram eles “O Distante Latido dos Cães”, do dinamarquês Simon Lereng Wilmont, na disputa internacional, e “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho, na competição nacional. Este filme, por sinal, entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (28/6). É dele a foto acima. É Tudo Verdade também qualifica, desde 2015, os vencedores da competição brasileira e internacional de curtas-metragens para concorrer ao Oscar de Melhor Curta de Documental. Os vitoriosos neste ano foram “Ressonâncias”, do libanês Nicolas Khoury, e “Nome de Batismo – Alice”, de Tila Chitunda. As inscrições para a próxima edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, a 24ª do evento, serão abertas em setembro.

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  • Filme

    Jack Black e Cate Blanchett são bruxos bonzinhos no segundo trailer de O Mistério do Relógio na Parede

    29 de junho de 2018 /

    A Universal Pictures divulgou o novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a maior curiosidade deste história de terror para menores é quem dá os sustos nas crianças: um time especializado em horrores sangrentos. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg – que fez “ET”, mas também “Poltergeist”. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa do tio, que é feiticeiro. Antiga moradia de um bruxo maligno, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar quem que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 20 de setembro no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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  • Série

    (Des)encanto: Novo desenho animado do criador de Os Simpsons ganha primeiro teaser

    29 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Disenchantment”, nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”, que no Brasil será chamada de “(Des)encanto” (com parêntesis “criativos” que não existem no título original). A prévia foi disponibilizada na página do YouTube da Netflix Brasil apenas em versão dublada em português, mas é possível encontrar a versão com as vozes originais no endereço da Netflix americana – sem legendas. Veja os dois vídeos abaixo. Esta é a primeira produção de Groening em quase duas décadas, desde o lançamento de “Futurama” em 1999, e a narração faz questão de salientar que ele só desenvolveu três séries em toda a carreira, ao citar que uma delas se passa no presente, outra no futuro e, logicamente, a terceira só poderia se situar no passado. A história é uma fantasia animada que se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”. A trama acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, ao lado do amigo Elfo e de um demônio chamado Luci. Ao longo de sua jornada épica, o trio vai se deparar com ogros, trolls, e humanos. O personagens serão dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). Em recente declaração, Groening descreveu “(Des)encanto” como um show “sobre vida e morte, amor e sexo, e como continuar rindo em um mundo cheio de sofrimento e idiotas, apesar do que os anciãos, magos e outros idiotas lhe dizem”. A estreia está marcada para 17 de agosto.

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  • Música

    Nanda Costa lança música com a namorada Lan Lahn

    28 de junho de 2018 /

    A atriz Nanda Costa (“Entre Irmãs”) assumiu de vez sua carreira paralela na música pop. Ela e sua namorada, a percussionista Lan Lahn, lançaram a música “Não É Comum, Mas É Normal”. A composição foi divulgada na quinta-feira (28/6) para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Nanda divulgou um trecho da música em suas redes sociais, com o link para a faixa nas plataformas digitais. Na música, o casal questiona “Por que você não aceita e vai viver sua vida? Amor de igual é igual, normal. Não faz mal nenhum”. “A ideia não era gravarmos assim tão de repente. Mas como diz minha amiga Magali, “o amor foi feito pra dar e espalhar”, então estamos compartilhando nosso amor em formato de single”, disse a atriz e agora cantora no post. Na verdade, desde 2015, a atriz está envolvida com essa nova paixão, cantando na banda Batida Nacional, ao lado de Lan Lahn e do DJ DeepLick. Ela aproveitou ainda para se declarar para a namorada. “Um obrigada mais que especial para a pessoa que compartilha desse momento único comigo, Lan Lanh, a você todo meu amor”. Era um dia comum, estávamos brincando de fazer música, como sempre fazemos. E “Não é comum mas é normal” aconteceu. A ideia não era gravarmos assim tão de repente. Mas como diz minha amiga Magali, “o amor foi feito pra dar e espalhar” então estamos compartilhando nosso amor em formato de single. Obrigada @luizbrasil pela parceria, pela amizade e por esse violão que toca o coração da gente… Obrigada @raphabaggas pela Arte gráfica mais incrível que poderíamos ter (mais tarde eu posto aqui um pouco do que ele fez). Obrigada @cristinadoria por botar pilha pra gravarmos em tempo recorde. Obrigada @dubas_musica. Obrigada @menezescordas pelo registro. Um obrigada mais que especial para a pessoa que compartilha desse momento único comigo, @lanlanhoficial, a vc todo meu amor. Obrigada a cada um de vocês que curtiu a música e compartilhou com gente. A música não é de quem faz, é de quem precisa… Ame e compartilhe ❣, lembrando que ela ter entrado hoje nas plataformas digitais, foi lindo demais! Pra quem quiser curtir a música, o link tá na minha bio. #NãoéComumMaséNormal #diadoborgulhoLGBT ?️‍? Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacostareal) em 28 de Jun, 2018 às 7:21 PDT

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  • Filme

    Josh Brolin vive caçador televisivo no trailer legendado da comédia Minha Primeira Caçada

    28 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Minha Primeira Caçada” (The Legacy of a Whitetail Deer Hunter), comédia estrelada por Josh Brolin (“Deadpool 2”), que foi adquirida pela plataforma durante o Festival SXSW (South by Southwest) em março. Na ocasião, foi destruída pela crítica, com 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. A compra pode ter sido justificada pelos nomes envolvidos. Neste primeiro filme escrito e dirigido por Jody Hill, criador da séries “Eastbound & Down” e “Vice Principals”, Brolin vive um caçador de veados que é astro de seu próprio programa de TV e também um pai divorciado. Ele resolve aproveitar o fim de semana com o filho adolescente para gravar um episódio de sua série, ilustrando a tradição americana de um pai levar seu filho para a primeira caçada – daí o título nacional. O garoto, porém, acha tudo chato, da falta de wifi a ter que montar barraca. O elenco inclui Montana Jordan (o Georgie de “Young Sheldon”) como o filho, Danny McBride (“Alien: Covenant”) como o cameraman que embarca junto para registrar a aventura, Carrie Coon (série “The Leftovers”) como a mãe e Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”) como o padrasto. A estreia está marcada para 6 de julho em streaming

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  • Filme

    Jessica Chastain se “transforma” para o começo das filmagens de It: Capítulo Dois

    28 de junho de 2018 /

    Jessica Chastain anunciou o início das filmagens da sequência de “It: A Coisa” com uma foto em seu Instagram (acima). A imagem que marca o primeiro dia no set “mixa” o rosto da atriz com o de Sophia Lilis, que interpretou Beverly Marsh no primeiro filme. Jessica vai viver a mesma personagem no segundo filme, passado 27 anos após os eventos iniciais. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Jessica, o elenco mais velho inclui James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), Bill Hader (Richie), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. Intitulado “It: Capítulo Dois”, o novo filme tem estreia prevista para setembro de 2019.

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  • Filme

    Volta de Cacá Diegues ao cinema, O Grande Circo Místico vai abrir Festival de Gramado

    28 de junho de 2018 /

    O filme “O Grande Circo Místico”, que marca a volta de Cacá Diegues ao cinema, foi escolhido para abrir o 46º Festival de Gramado. O cineasta não filmava há 12 anos – desde “O Maior Amor do Mundo” (2006) – e a abertura do festival gaúcho marcará a primeira exibição nacional do longa. “O Grande Circo Místico” chegará a Gramado após sua première mundial no Festival de Cannes, onde foi apresentado em sessão especial fora de competição. Rodado em Portugal, devido às leis que proíbem uso de animais selvagens em produções no Brasil, o filme acompanha os feitos e desventuras dos membros de uma companhia circense ao longo de um século, entre 1910 e 2010. A obra é o primeiro filme baseado no poema homônimo do escritor Jorge de Lima (1893-1953), que já foi transformado em espetáculo de dança por Naum Alves de Souza e num disco de Chico Buarque e Edu Lobo. Estes antecedentes também inspiram o filme, que destaca em seu elenco o ator francês Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”), Bruna Linzmeyer (também de “O Filme da Minha Vida”), Jesuíta Barbosa (“Praia do Futuro”), Antônio Fagundes (“Alemão”), Juliano Cazarré (“Boi Neon”), Marcos Frota (“Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”) e Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”). O Festival de Gramado 2018 vai acontecer entre os dias 17 e 25 de agosto, e “O Grande Circo Místico” chega logo em seguida aos cinemas, com estreia comercial marcada para 6 de setembro.

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    Harlan Ellison (1934–2018)

    28 de junho de 2018 /

    Morreu Harlan Ellison, lendário escritor de ficção científica que criou a série “Starlost – A Estrela Perdida” e assinou alguns episódios clássicos do gênero na televisão americana. Ele morreu enquanto dormia nesta quinta-feira (28/6), aos 84 anos. Ellison teve vários contos adaptados e roteiros originais escritos para a antologia “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), tanto na versão original da série dos anos 1960 quanto na sua reencarnação dos anos 1990. Também assinou histórias de “Viagem ao Fundo do Mar”, “O Agente da UNCLE”, “Além da Imaginação”, “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), “Babylon 5” e até mesmo um capítulo de “A Noviça Voadora” – porque era apaixonado por Sally Field, a estrela da série. Mas seu trabalho mais celebrado é sem dúvida o roteiro para “The City on the Edge of Forever”, de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Penúltimo episódio da 1ª temporada da “Star Trek” clássica, a trama venceu o prêmio Hugo, dedicado aos melhores textos da ficção científica, e o WGA Award (do Sindicato dos Roteiristas) como Melhor Episódio de Série Dramática de 1967. A história gira em torno de uma viagem no tempo, quando a tripulação da Enterprise tenta impedir o Capitão Kirk (William Shatner) de mudar a História para salvar uma ativista (Joan Collins) dos anos 1930 por quem se apaixonou. O roteiro original, porém, foi reescrito por Gene Roddenberry, criador de “Star Trek”, e outros editores de texto da produção, porque a história de Ellison era muito cara para o orçamento televisivo. Em resposta, Ellison submeteu seu roteiro original ao Hugo e ao WGA, ignorando as “contribuições” dos demais. E foi seu texto original que acabou reconhecido. Por conta disso, Ellison e Roddenberry ficaram sem se falar durante anos, especialmente após o criador de “Star Trek” mentir que o roteiro do escritor transformava o engenheiro-chefe Scotty (James Doohan) em traficante de drogas. Não foi a única vez que Ellison teve problemas com produtores. O que deu origem a um hábito curioso. Quando não ficava satisfeito com a forma como seu trabalho era tratado, ele exigia que seu nome fosse substituído nos créditos pelo pseudônimo “Cornwainer Bird”. E fez isso com freqüência. Inclusive na série canadense “Starlost”, sua única criação televisiva, estrelada por Keir Dulea (o astro de “2001 – Uma Odisseia no Espaço”) em 1974. Ele também tinha fama de intratável, e isso desde que foi expulso da Universidade Estadual de Ohio por dar um soco em um professor que havia criticado sua escrita, em 1953. Uma das anedotas mais citadas de sua biografia lembra que, logo ao chegar no seu primeiro dia de trabalho na Disney, que foi seu primeiro emprego em Hollywood em 1962, Ellison brincou que adoraria fazer um filme pornográfico com os personagens das animações do estúdio. Roy Disney o ouviu e o demitiu no local, antes de entrar no prédio. Ellison também enviou 213 tijolos pelo correiro – e à cobrar – para uma editora que lhe deu calote e um bicho morto para outra empresa que publicava seus livros. Durante um discurso de 1969 em uma convenção de ficção científica do Texas, ele se referiu ao Corpo de Cadetes da universidade local como “a próxima geração de nazistas da América”. E também foi acusado de agredir o autor e crítico Charles Platt durante uma cerimônia de premiação da Nebula Awards. Outro de seus hábitos favoritos era abrir processos. Ele processou a CBS por direitos a uma percentagem dos lucros com seu episódio de “Jornada nas Estrelas” e recebeu uma quantia não revelada num acordo em 2009. Também acionou na justiça a rede ABC por plágio cometido com a série “Future Cop” (1977) e até James Cameron por plágio em “O Exterminador do Futuro” (1984). Graças a esse temperamento, só foi contratado para escrever um único roteiro de cinema, “Confidências de Hollywood” (1966), adaptação de um romance sobre um ator arrogante que se torna ainda mais insuportável ao ser indicado ao Oscar. Mas teve um de seus livros transformados em filme, a sci-fi distópica “O Menino e seu Cachorro”, estrelada pelo jovem Don Johnson em 1975. A obra, por sinal, está para ganhar remake. Mesmo com todas essas confusões, muitos produtores de sci-fi reconheciam seu talento e o empregaram como consultor criativo, trabalho que exerceu em algumas séries cultuadas, como “O Sexto Sentido” (1972), o remake de “Além da Imaginação” (1985–1989) e “Babylon 5” (1994-1998). Ellison chegou a aparecer em três episódios de “Babylon 5”. E foi considerado famoso o suficiente para ganhar uma versão animada num episódio de “Os Simpsons”, exibido em 2014.

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  • Série

    Game Halo vai virar série do diretor de Planeta dos Macacos

    28 de junho de 2018 /

    A série baseada no game “Halo”, desenvolvida há praticamente uma década pela Amblin, produtora de Steven Spielberg, vai finalmente sair do papel. O canal pago Showtime assumiu o projeto e anunciou a produção de dez episódios. Será a primeira superprodução sci-fi do canal. O projeto tem roteiro de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e inclui entre seus produtores outro cineasta, Rupert Wyatt, diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”, que vai comandar alguns episódios. A trama vai se inspirar no jogo original, lançado em 2001, e ainda não tem previsão para a estreia. Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, incorporado ao Xbox, que nunca foi adiante. O envolvimento de Spielberg é ainda anterior e data de 2009, quando ele considerou produzir um filme de “Halo”, após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) encontrar dificuldades para sair do papel. Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação do projeto em série e as conversas com o próprio canal Showtime começaram há pelo menos quatro anos.

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  • Série

    Primeira imagem da 3ª temporada de Jessica Jones mostra estreia de Krysten Ritter como diretora

    28 de junho de 2018 /

    A produção da 3ª temporada de “Jessica Jones” já começou. E a primeira imagem oficial divulgada pela Netflix revela uma novidade: a atriz Krysten Ritter sentada na cadeira do diretor. Ela vai estrear na função no comando de um episódio do novo arco da série. “Estou mais que animada para estrear como diretora em ‘Jessica Jones’. Toda a equipe e elenco se tornaram uma espécie de família para mim, e sou grata pela oportunidade de trabalhar com um time incrível em uma novo jeito. Sou grata à [showrunner] Melisa Rosenberg, [presidente da Marvel TV] Jeph Loeb, Marvel e Netflix por terem confiado em mim”, disse a atriz em comunicado. As gravações da 3ª temporada de “Jessica Jones” estão em andamento na cidade de Nova York, mas ainda não há previsão de estreia para os capítulos inéditos, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish Walker (Rachael Taylor).

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