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    4ª temporada de Black Mirror revela o trailer de sua sátira de Star Trek

    5 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos de mais um episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. Trata-se de “USS Callister”, episódio que parodia a série “Star Trek”, ao acompanhar as aventuras de uma tripulação espacial. A direção é de Toby Haynes, que já comandou episódios de “Doctor Who” e a minissérie de fantasia “Jonathan Strange & Mr Norrell”. O elenco destaca Jesse Plemons (série “Fargo”), Cristin Milioti (série “How I Met Your Mother”), Jimmi Simpson (série “Westworld”), Michaela Coel (série “The Aliens”) e Billy Magnussen (série “Get Shorty”). Este é o sexto e último trailer de episódio individual divulgado pela Netflix, após prévias de “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”), e “Metalhead”, de David Slade (de “30 Dias de Noite” e das séries “Hannibal” e “American Gods”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. A divulgação optou por destacar episódios individuais em vez de focar a temporada inteira, após a surpresa do prêmio Emmy 2017. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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    Astros de The Crown comparam série com o noivado de Meghan Markle e príncipe Harry

    5 de dezembro de 2017 /

    Os atores Claire Foy e Matt Smith, interpretes da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip na série “The Crown”, comentaram o anúncio do casamento do príncipe Harry com a atriz Meghan Markle (da série “Suits”), durante evento da produção da Netflix, ocorrido na segunda-feira (4/12) em Nova York. Eles refletiram como o noivado dos dias de hoje sinaliza uma grande mudança de atitudes da monarquia em relação à época retratada na série, ainda que a rainha seja a mesma – Elizabeth é a monarca mais longeva da história britânica. “Elizabeth teve que proibir a irmã de se casar com um homem divorciado. O noivado atual mostra como os tempos mudaram e o quanto eles tiveram que mudar. Isso [o casamento] não teria sido concebível, não teria acontecido 50 anos atrás. E acho que é por isso que a monarquia vai sobreviver e prosperar, porque ela está disposta a mudar, ouvir as pessoas e notar que alguns elementos da instituição são ultrapassados e desnecessários”, disse Claire Foy. A comparação de Foy com a história da princesa Margaret (Vanessa Kirby) se deve a Markle ser divorciada. Mais que isso, ela é uma divorciada americana. Exatamente como Wallis Simpson, por quem o Rei Edward VIII (Alex Jennings) abdicou ao trono da Grã-Bretanha. Ele não poderia ser rei e se casar com uma americana divorciada em 1936. Na ocasião, preferiu o amor e foi muito criticado, ao abandonar seu reinado na véspera da 2ª Guerra Mundial. Para completar, Markle também é negra. “E ela também é uma atriz, então há esperança para todas nós”, brincou Foy, que se disse fã do trabalho da colega na série “Suits”. Já Matt Smith foi mais realista. “Eu sinto pena dela”, disse o ator. “Será uma mudança muito grande na vida dela, e é tanta coisa para lidar. A vida como ela conhece acabou. Mas ela está se casando com o príncipe da Grã-Bretanha – muito legal para ela”. Claire Foy e Matt Smith voltam a viver seus personagens reais na 2ª temporada de “The Crown”, que estreia na sexta (8/12) na Netflix. Veja abaixo o vídeo do evento em que eles participaram.

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    Disney avança e pode anunciar compra da Fox na semana que vem

    5 de dezembro de 2017 /

    A compra de parte da Fox pela Disney deve ser anunciada na semana que vem, de acordo com fontes do Wall Street Journal e do canal pago CNBC. A notícia das negociações surgiu no começo de novembro, e desde então avanços e recuos têm sido comentados pelas publicações de economia, inclusive com o surgimento de novos interessados, como a Comcast, proprietária dos estúdios Universal. Justamente pelo interesse de concorrentes, a Disney teria aumentado sua oferta. O valor dos ativos da Fox estaria cotado acima de US$ 60 bilhões, conforme informações da CNBC. Mas a aquisição deixaria de fora os canais de TV com a marca Fox, como a própria rede Fox, a Fox News e a Fox Sports, porque a Disney já possuiu um rede de TV, a ABC, e um canal de esportes, ESPN. A aquisição de concorrentes diretos não seria aprovada pelo governo americano. A Disney está mais interessada em empresas como o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora de séries Fox Television, o estúdio de animação Blue Sky, os canais pagos FX, FXX e National Geographic e as ações da empresa no serviço de streaming Hulu e no canal pago europeu Sky Atlantic. Logicamente, os personagens da Marvel que a Fox explora no cinema e na TV estão inclusos no pacote. Com a venda, a Fox abriria mão do segmento de entretenimento, passando a se apresentar como uma empresa de notícias. Isto iria reverter a atual 21st Century Fox ao status original da News Corp., empresa do magnata Rupert Murdoch, que adquiriu a Fox em 1986. Parte dos executivos da 21st Century Fox acreditam que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. A aquisição da Fox pela Disney faria Hollywood tremer. Após comprar a Pixar, a Marvel e a LucasFilm, a Disney se consolidou como o estúdio mais lucrativo do mundo, liderando as bilheterias mundiais por três anos consecutivos. Agora, prepara-se para lançar uma plataforma exclusiva de conteúdo, pretendendo fazer frente à Netflix. O conteúdo da Fox facilitaria este objetivo. A Fox também ajudaria a Disney a se estabelecer em áreas pouco exploradas da companhia, que não tem um canal pago de séries para adultos. A dona do Disney Channel, Disney XD e Freeform entraria num novo nicho com o FX e FXX, além de encontrar sinergia no National Geographic com iniciativas isoladas sob o nome de Disney Nature. A Disney ainda ganharia penetração na Europa com a aquisição dos 39% de participação da Fox na Sky Atlantic. Mas o que fará ao se tornar majoritária no Hulu é uma incógnita que ninguém sabe responder. Não houve comentário oficial de nenhuma das companhias até o momento.

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  • Filme

    Primeiro pôster de Os Novos Mutantes reforça estética de filme de terror

    5 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro pôster de “Os Novos Mutantes”, que reforçam a estética de terror apresentada no trailer do filme. A imagem mostra os personagens enclausurados e gritando atrás de uma tela/parede branca. O clima já tinha sido adiantado pelo diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). “Não haverá uniformes. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos Novos Mutantes, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos quadrinhos, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus), o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”), que está creditada como a médica mutante Dra. Cecilia Reyes. A estreia está prevista para abril de 2018.

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  • Série

    Legião dos Super-Heróis estreia na série Supergirl em janeiro

    5 de dezembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que marcará o retorno da série após o hiato de fim de ano. Além de mostrar a surra que deixou a heroína (Melissa Benoist) inconsciente, a prévia destaca um close em três anéis da Legião dos Super-Heróis, sinalizando que Mon-El juntará os heróis do futuro para enfrentar a ameaça de Régia (Odette Annable). O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”. Os fãs esperam pela revelação do time de super-heróis do século 30 desde a introdução de Mon-El (Chris Wood) na temporada passada. A situação se apresentou com o retorno do personagem numa nave do futuro, ao lado de Saturnia (loira nos quadrinhos, ganhou interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson), e a confirmação de que Jesse Rath (Alak Tarr na série sci-fi “Defiance”) viveria Brainiac-5. Por enquanto, estes são os únicos legionários confirmados pela produção. Vale lembrar que o grupo de heróis do futuro teve uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville”, além de sua própria série animada no Cartoon Network, entre 2006 e 2008. O próximo episódio de “Supergirl” vai ao ar em 15 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Deadpool grava mensagem hilária para o Brasil

    5 de dezembro de 2017 /

    Deadpool, ou melhor, o ator Ryan Reynolds à caráter – e no espírito do personagem – gravou um vídeo em suas redes sociais com uma mensagem para o Brasil. A gravação foi feita para a Comic Con Experience, que acontece neste fim de semana em São Paulo. Embora ele não venha ao país, arranjou um jeito de marcar presença no evento. Na mensagem, repleta de piadinhas sobre o Brasil – o país com a maior estátua de Jared Leto do mundo – , ele anuncia que enviará um tatuador profissional à convenção para realizar tatuagens temáticas do Deadpool a um grupo seleto de participantes. Os candidatos devem se registrar num site, cujo endereço é informado no vídeo. A iniciativa é uma bobagem. Mas rende um vídeo hilário. Confira abaixo. Olà meus amigos! Who’s ready to make a life-altering decision at #CCXP2017?! Everyone? Good:https://t.co/hb53me17nn #FoxNaCCXP pic.twitter.com/sRV9rNA4yl — Deadpool Movie (@deadpoolmovie) December 5, 2017

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  • Filme

    Revista do British Film Institute elege coprodução brasileira entre os melhores filmes do ano

    5 de dezembro de 2017 /

    A prestigiosa lista de fim de ano da revista Sight & Sound, publicação oficial do British Film Institute, elegeu “Zama”, dirigido pela argentina Lucrecia Martel, entre os melhores filmes de 2017. Coprodução da empresa brasileira Banana Filmes, em parceria com a espanhola El Deseo, do cineasta Pedro Amodóvar, e outros parceiros, “Zama” é o candidato da Argentina a uma vaga no Oscar 2018 e aparece como o primeiro filme em “língua estrangeira” na lista da Sight & Sound, em 4º lugar geral. O longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. A seleção britânica é liderada pelo terror americano “Corra!”, de Jordan Peele, e surpreende por incluir uma série em 2º lugar: o retorno de “Twin Peaks”, que dividiu opiniões. Em 3º lugar, ficou o romance LGBT+ “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino, que venceu o Gotham Awards e está dominando as votações de melhores do ano da crítica americana. Um detalhe: este filme também é coprodução brasileira – da RT Features, de Rodrigo Teixeira. A lista inclui vários filmes dirigidos por mulheres, muitas produções europeias e alguns fracassos estrondosos de público, como o controverso “Mãe!”, de Darren Aronofsky, e “Silêncio”, de Martin Scorsese. Além do candidato da Argentina ao Oscar 2018, também foram contemplados os representantes da França (“120 Batimentos por Minuto”) e da Rússia (“Loveless”) na disputa a uma vaga no prêmio da Academia americana. Curiosamente, “Moonlight”, vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2017, também aparece na relação, porque só estreou em janeiro no Reino Unido. Os filmes foram selecionados por votação realizada entre 180 críticos, programadores de festivais e acadêmicos britânicos. O resultado, com os 25 melhores filmes desta eleição, pode ser conferido abaixo. Melhores do Ano: Revista Sight & Sound 1. “Corra!”, de Jordan Peele 2. “Twin Peaks: The Return”, de Mark Frost, David Lynch 3. “Me Chame pelo seu Nome”, de Luca Guadagnino 4. “Zama”, de Lucrecia Martel 5. “Western”, de Valeska Grisebach 6. “Faces Places”, de Agnes Varda e JR 7. “Bom Comportamento”, de Ben e Josh Safdie 8. “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev 9. “Dunkirk”, de Christopher Nolan 9. “Projeto Florida”, de Sean Baker 11. “A Ghost Story”, de David Lowery 12. “128 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo 12. “Lady Macbeth”, de William Oldroyd 12. “You Were Never Really Here”, de Lynne Ramsay 15. “God’s Own Country”, de Francis Lee 16. “Personal Shopper”, de Olivier Assayas 16. “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro 16. “Strong Island”, de Yance Ford 19. “Eu Não Sou seu Negro”, de Raoul Peck 19. “Lady Bird”, de Greta Gerwig 19. “Let the Sunshine In”, de Claire Denis 19. “Moonlight”, de Barry Jenkins 19. “Mãe!”, de Darren Aronofsky 19. “Mudbound”, de Dee Rees 25. “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismaki 25. “Silêncio”, de Martin Scorsese

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  • Série

    Will Smith vai narrar série de documentários de Darren Aronofsky no National Geographic

    5 de dezembro de 2017 /

    O canal pago National Geographic divulgou o primeiro teaser da série de documentários “One Strange Rock”. A prévia tem imagens deslumbrantes. E não é para menos. O projeto tem direção do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”, “Noé”, “Cisne Negro”). Além disso, os episódios serão narrados pelo astro Will Smith (“Esquadrão Suicida”). “Estou emocionado por ter Will Smith a bordo para guiar a nossa série”, disse Aronofsky, em comunicado. “O seu carisma, inteligência e humanidade aumentará grandemente o projeto, ajudando a atrair os espectadores para esta narrativa única sobre as maravilhas que tornam possível a vida na Terra”. Com 10 episódios, a série promete uma jornada épica ao redor do mundo e rumo ao espaço, determinada a contar a história extraordinária da criação do planeta, mostrando como ele se tornou único e repleto de vida num universo que, embora ainda largamente desconhecido, tem dado repetidas provas de como é difícil existir algo igual à Terra na vastidão espacial. A série contará com a perspectiva de astronautas que viram o planeta do espaço, explorando suas experiências pessoais, que vão ancorar os temas da produção. “One Strange Rock” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Etc

    Mais mulheres acusam o ator Robert Knepper de assédio e tentativa de estupro

    5 de dezembro de 2017 /

    Surgiram novas acusações de abuso sexual contra o ator Robert Knepper, astro das séries “Prison Break” e “iZombie”. Após o site The Hollywood Reporter publicar a denúncia da figurinista Susan Bertram (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), que relatou uma tentativa de estupro durante as filmagens do drama indie “Sonhos Femininos” (Gas, Food Lodging), de 1992, quatro mulheres trouxeram à tona casos similares. Em resposta a essa alegação inicial, Knepper publicou uma declaração no Instagram. “Estou chocado e devastado por ser falsamente acusado de violência contra uma mulher. Isso não é só quem eu sou”, ele afirmou. A negação revoltou mulheres que se apresentaram como vítimas de ataques do ator. As novas acusações abrangem várias décadas e incluem incidentes que vão desde avanços sexuais indesejados até ataques violentos. A mais antiga data de 1983. A mais recente, de 2013. Todas as mulheres contataram o Hollywood Reporter por iniciativa própria, após lerem sobre a experiência de Susan Bertram. Robin Saex Garbos foi atacada nos anos 1980, quando era assistente de uma produção teatral. Na época, o ainda jovem Knepper aproveitou, ao ficar a sós com ela no escritório da produção, para empurrá-la contra a parede e começar a beijá-la. Ao empurrá-lo com todas as forças, ele foi embora e não ficou com o papel que queria na peça. “Tudo foi errado, mas na época não se conhecia o termo ‘assédio sexual’, ela contou ela. “Ele não existia até Anita Hill”, disse, citando a procuradora que acusou um juíz de assédio em 1991, gerando conscientização sobre o tema. Outra acusadora pediu para manter seu nome anônimo, já que está casada com um ator famoso da TV e gostaria de proteger sua família. Ela também era assistente de produção de uma peça em 1989, e uma de suas funções era ajudar integrantes do elenco a se instalarem no alojamento universitário de um campus vizinho, que tinha um acordo com a casa de teatro para acomodar atores que vinham de outras cidades. Quando ela foi ajudar a mudança de Knepper, ele a pegou por trás e a empurrou contra a parede, beijando-a e agarrando com força sua virilha. “Eu estava realmente esmagada contra a parede”, ela relatou. “Foi chocante. Sua língua estava na minha garganta. Você não sabe o que fazer. Eu tinha conhecido aquela pessoa mal fazia cinco minutos”. Ela contou ter encontrado forças para se livrar e fugir rapidamente. Mas não contou nada a ninguém sobre o que aconteceu, buscando apenas ficar o mais longe possível de Knepper durante a montagem da peça. Só encontrou coragem de denunciá-lo agora, com raiva após o ator ter negado a história de Bertram, tão parecida com a dela. “Quando vi sua negação, isso me deixou realmente louca”, disse ela. Emma Julia Jacobs trabalhava como estilista no departamento de maquiagem e efeitos especiais de “King Kong” em 2010, e estava acomodada no mesmo hotel que o elenco e integrantes da equipe. Numa noite, ao voltar de compras, encontrou Knepper no elevador. Ele iniciou uma conversa desconfortável e a seguiu até a porta do quarto dela. Ela parou diante de seu quarto, esperando que ele terminasse o assunto e fosse embora. Em vez disso, ele teria dito: “Você não vai abrir a porta?”. A história dela é a mais longa. Envolve um copo d’água, um conversa sobre comida, uma saída para jantar e uma nova volta para o hotel. Ela achava que ele estava hospedado no mesmo andar, porque voltou a segui-la. Até ela chegar a sua porta. Quando abriu o quarto, sentiu um empurrão, caiu no chão e viu a porta ser fechada às suas costas. Knepper teria ficado em cima dela, rasgado o zíper de suas calças e falado que ia comê-la. Jacobs relatou ter gritado “Não!” várias vezes, esperando que alguém pudesse ajudá-la. Knepper a sufocou para que parasse. Ela então se curvou inteira para impedir que ele abrisse suas pernas. Como ele não conseguiu estuprá-la, baixou as calças e começou a se masturbar. Jacobs não informou o incidente à polícia. Nem contou a ninguém da produção, mas relatou a violência que sofreu a um amigo, que confirmou o fato ao Hollywood Reporter. A diretora e roteirista de filmes B Christy Oldham (“Barracuda”) encontrou Knepper durante a première de um filme que ele tinha estrelado em 2013. Após engatarem uma conversa, o ator a convidou para jantar e eles conversaram sobre realizar um filmes juntos. Então, durante a conversa, ela diz que Knepper pegou sua mão e a colocou em sua ereção. Oldham diz que ficou perturbada e incomodada, mas decidiu desarmá-lo com humor, dizendo “O meu é maior”. Knepper teria retrucado que, embora tivesse recém-casado, “gostaria de me comer”. Ela continuou brincando. “Junte-se ao clube”, retrucou. Eles riram. Na saída, Knepper a empurrou contra uma parede de tijolos e ameaçou. “Eu te comeria aqui mesmo se não estivesse casado”, teria dito, segurando-a firmemente. Foi quando a diretora perdeu a graça e ficou realmente assustada. Ela contou a história para a amiga com quem tinha ido à première. A produtora Clinton Wallace confirmou o relato para o Hollywood Reporter. O site tentou falar com Knepper, que se negou a atender a reportagem. Em vez disso, ele emitiu um comunicado. “Nós chegamos a um momento em que carreiras construídas com trabalho duro estão sendo perdidas com base em acusações. Preciso reiterar que essas acusações contra mim são falsas. Perdemos a presunção de inocência, perdemos o “processo devido” e perdemos a capacidade de requisitar evidências, permitindo que a mídia se torne “juiz e júri”. Até que eu possa me sentar e dialogar com os meus acusadores, não por meio da imprensa, mas por um mediador imparcial, não tenho mais nada a dizer sobre este assunto. Minha esposa, família e amigos íntimos me conhecem e a minha verdadeira natureza e seu grato por seu amor e apoio”.

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    Netflix demite Danny Masterson da série The Ranch

    5 de dezembro de 2017 /

    A Netflix demitiu o ator Danny Masterson da série “The Ranch”. A decisão foi tomada após o serviço de streaming resolver a situação da série “House of Cards”, que também teve seu protagonista despedido. Ambos foram envolvidos por escândalos sexuais, mas as acusações contra Masterson são mais graves, já que envolvem estupro. “Como resultado de discussões em andamento, a Netflix e os produtores decidiram eliminar Danny Masterson de ‘The Ranch'”, informou o serviço de streaming em comunicado. Segunda-feira (4/12) foi “o último dia de trabalho do ator na série e a produção será retomada no início de 2018 sem ele”. Masterson ainda aparecerá na segunda metade da 2ª temporada, que estreia em 15 de dezembro e já tinha sido gravada, e poderá aparecer em partes do terceiro ano, em que sua ausência sera abordada. Quatro mulheres acusaram o ator de 41 anos de ataques sexuais no começo da década de 2000. Mas, segundo o site Huffington Post, as autoridades não puderam agir na época, devido à interferência da igreja da Cientologia, da qual o ator é adepto. As mulheres que o acusavam também eram integrantes da igreja, que tem como regra proibir colaboração com a polícia. De acordo com o relato do site, a instituição mobilizou 50 seguidores para darem testemunhos escritos favoráveis a Masterson e contrários às acusadoras. Além disso, o arquivo com os depoimentos e acusações formais desapareceu misteriosamente no começo do processo, fazendo com que a promotoria tivesse que recomeçar todo o caso do zero. Masterson nega veementemente todas as acusações desde 2004, quando a primeira denúncia veio à tona. Mas fontes ouvidas pelo Huffington Post afirmam que o caso foi reaberto recentemente, após “evidências incriminadoras” terem sido recebidas pela promotoria. As mulheres teriam tomado coragem para denunciar as agressões após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. O caso de Masterson apareceu na série que ela apresenta na TV paga americana. A Netflix passou a ser alvo de protestos das vítimas após demitir Kevin Spacey por acusações de assédio sexual e ignorar o caso de Masterson, que era mais grave. Chrissie Carnell Bixler, uma das mulheres que acusaram o ator de estupro, criticou o serviço de streaming por mantê-lo em “The Ranch”. Na segunda, outra das vítimas procurou o Huffington Post para denunciar o fato de que um executivo da Netflix, sem saber com quem estava falando, afirmou que o serviço não acreditava nas supostas vítimas. Era o diretor de conteúdo mundial infantil Andy Yeatman, que ficou com o cargo em risco após a notícia ser publicada. Assim que a notícia foi publicada, uma petição pedindo que a Netflix cancelasse “The Ranch” ganhou apoio de mais de 40 mil pessoas. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, o serviço confirmou em outubro que “The Ranch” era sua quinta série mais assistida nas primeiras 24 horas de seu lançamento. Assim, demitir Masterson se tornou uma decisão mais fácil de ser tomada do que sofrer publicidade negativa ou cancelar uma atração popular. “The Ranch” marcava o reencontro de Masterson com Ashton Kutcher, após os dois trabalharem juntos na série clássica de comédia “That ’70s Show”. Na nova atração, os dois interpretam irmãos, que voltam a conviver depois de anos, quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, retorna ao “rancho” da família.

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  • Filme

    Tarantino faz proposta para assumir o próximo filme de Star Trek

    5 de dezembro de 2017 /

    O próximo filme de “Star Trek” pode ser concebido e dirigido por Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Segundo o site Deadline, o cineasta imaginou uma história passada no universo trekker e ofereceu a ideia para J.J. Abrams, produtor da franquia. A notícia inesperada foi confirmada pelo Hollywood Reporter. E tem mais. Abrams teria gostado da ideia e já planeja montar na Paramount, estúdio da franquia, uma sala de roteiristas para desenvolver o conceito de Tarantino num roteiro final. Se o estúdio topar, o próprio Tarantino pode assumir a direção. Enquanto essa ideia não toma forma, Abrams se ocupa de iniciar a produção de “Star Wars – Episódio IX”, que ele dirigirá. Ao mesmo tempo, Tarantino desenvolve na Sony seu filme sobre Charles Manson e o ano de 1969. Como as duas produções vão estrear em 2019, se Tarantino realmente se teleportar para a Enterprise, sua jornada espacial não deve acontecer antes de 2020. Anteriormente, o diretor já tinha se declarado fã da série clássica “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e também disse que pretendia fazer filmes de todos os gêneros antes de se aposentar. Ele ainda não filmou uma ficção científica.

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  • Música

    Bryan Singer diz que foi demitido do filme do Queen porque lidava com doença grave dos pais

    5 de dezembro de 2017 /

    Bryan Singer resolveu responder às alegações de que foi demitido pela Fox da produção de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, por comportamento antiprofissional. Em vez disso, ele acusa a Fox de não deixá-lo lidar com a doença grave de um de seus pais. Em um comunicado enviado à imprensa americana, Singer diz: “Eu não queria nada além de poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me permitiu fazê-lo, porque eu precisava colocar temporariamente minha saúde e saúde dos meus entes queridos em primeiro lugar”. A Fox demitiu Singer na segunda-feira (4/12), após o diretor sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando o estúdio a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos citados mencionavam discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo do diretor, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Mas Singer garante que este não foi o caso. “Os rumores de que minha saída inesperada do filme tenha sido provocada por uma disputa que tive com Rami Malek não são verdade. Embora, houvesse diferenças criativas no set, Rami e eu colocamos essas diferenças de lado e continuamos trabalhando juntos no filme até pouco antes do Dia de Ação de Graças”, ele afirma. O diretor completa a declaração dizendo que “Bohemian Rhapsody” era “um projeto de paixão” e que lamenta muito não poder terminá-lo. “Com menos de três semanas para finalizar as filmagens, pedi um tempo livre para que eu pudesse retornar aos EUA para lidar com os problemas de saúde urgentes de um dos meus pais. Isso se provou uma experiência muito exaustiva, que, em última instância, tornou-se um sério problema para a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não estava disposto a me acomodar e encerrou meus serviços. Esta não foi minha decisão e estava além do meu controle”. Um representante do diretor já havia justificado sua ausência com a explicação de que havia surgido “uma questão de saúde pessoal envolvendo Bryan e sua família”. Foi na ocasião em que a Fox divulgou que tinha suspendido a produção “devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”. A Fox não fez nenhum comentário sobre as declarações, apenas emitiu uma nota concisa na segunda, dizendo: “Bryan Singer não é mais o diretor de ‘Bohemian Rhapsody'”. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Walking Dead: Salvadores contra-atacam em vídeos e fotos do último episódio do ano

    4 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer, uma cena e 12 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”, intitulado “How It’s Gotta Be”. Já legendada por fãs, as prévias abordam o perigo representado pelos Salvadores, que romperam o cerco e preparam o contra-ataque contra as comunidades de Alexandria, Hilltop e o Reino. A cena mostra Maggie (Lauren Cohan) deparando-se com uma cilada, enquanto o trailer se divide entre diversos personagens. O próximo capítulo de “The Walking Dead” vai ao ar no próximo domingo (10/12) e será o último do ano. Depois dele, a série entra em pausa e só retorna em fevereiro com episódios inéditos. No Brasil, a série é exibida no canal pago Fox e, em versão sem intervalos, no Fox Premium.

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