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    Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo é divertido e comovente

    7 de dezembro de 2017 /

    Falar com saudades do glorioso cinema italiano de outrora já virou lugar comum sempre que se fala sobre novos exemplares vindos do país. Então, pulemos este clichê e passemos direto ao filme de Francesca Comencini, o sentimental, divertido e comovente “Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo”, que tem ganhado pouca repercussão, mesmo no circuito alternativo. Isso é algo que não deveria acontecer, levando em consideração tanta coisa boa que a filha de Luigi Comencini (o “pai da comédia italiana”) apresenta neste seu novo filme. Francesca até já tem uma filmografia relativamente extensa, iniciada nos anos 1980, mas esta comédia romântica estrelada por Lucia Mascino (da série “Suburra”) é sua primeira produção a estrear no circuito comercial brasileiro. Antes tarde do que nunca. Há amor no título e é o tema do filme. A trama acompanha a trajetória da professora Claudia (Lucia Mascino), uma mulher que não se conforma com a perda e o distanciamento do grande amor de sua vida, o também professor Flavio (Thomas Trabacchi, de “A Minha Versão do Amor”). Ambos foram apaixonados por um bom período de tempo, mas a insistência de Claudia para ter um filho com Flavio e sua insegurança acabaram por complicar o relacionamento. O filme é narrado pelo ponto de vista de Claudia e vemos algumas cenas em flashback, que flagram alguns dos melhores e dos mais difíceis momentos da relação do casal. O filme não se frustra em mostrar a paixão desesperada da mulher, em detrimento da calma e tranquilidade de Flavio. Para ele, a separação não foi nenhum fim do mundo. Pareceu algo indiferente. Porém, é interessante notar o quanto o mesmo homem se sente inseguro perto de outra mulher, uma moça bem mais jovem que ele, sua aluna. A bela e jovem garota, por sua vez, se sente segura, enquanto ele procura ser um ás na cama, o que normalmente acontece com homens depois dos 40, que se tornam menos egoístas e mais interessados em dar mais prazer à parceira, ainda que isso possa trazer também uma sensação de poder e contentamento. É até uma pena que o filme se detenha pouco nessa relação de Flavio com a jovem Nina (Valentina Bellè). Mas o foco é mesmo a adorável, engraçada e desesperada protagonista Claudia, em sua insistência em acreditar que o homem que ama ainda voltará para ela. Há um pouco de dor nessa dificuldade de virar a página. Só o fato de fazer o público sentir isso já merece recomendação ao trabalho de Francesca Comencini, que ainda conta com aspectos técnicos belíssimos – a fotografia e a direção de arte, que valorizam interiores e lindas paisagens, e a trilha sonora que enternece o espectador. O diálogo final de Claudia com Flavio está entre os mais belos e agridoces do cinema recente.

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  • Filme

    Star Trek de Quentin Tarantino será para público adulto

    7 de dezembro de 2017 /

    A produção do próximo filme da franquia “Star Trek” está avançando com velocidade de dobra espacial, segundo o site Deadline. Poucos dias após fazer sua proposta, o diretor Quentin Tarantino já teria se reunido com três roteiristas e conseguido aval do produtor J.J. Abrams e do estúdio Paramount para ir adiante no projeto com classificação etária “R”, a mais elevada do cinema comercial americano. Assim, o próximo filme da franquia irá onde nenhum outro já foi antes. A fronteiro final é o público adulto. Todos os trabalhos de Tarantino tem classificação “R”, o que possibilita as doses de violência e linguagem despojada que caracterizam sua filmografia. O mais recente, “Os Oito Odiados”, foi liberado apenas para maiores de 18 anos no Brasil. Os grandes estúdios de Hollywood costumam lançar suas franquias mais caras com a menor censura possível, para atingir um público maior e faturar mais nas bilheterias. Mas a Fox provou recentemente que era possível realizar blockbusters para maiores, com os sucessos de “Deadpool” e “Logan”. Tarantino procurou Abrams, responsável pela franquia “Star Trek”, com uma ideia para a produção, entusiasmou o colega e os dois conseguiram convencer a Paramount. O próximo passo é definir quem irá escrever o roteiro, que materializará a história de Tarantino. Os três candidatos com quem o diretor se encontrou foram Mark L. Smith (“O Regresso”), Drew Pearce (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) e Lindsey Beer (do vindouro “Chaos Walking”), e, segundo o Deadline, Smith seria o favorito para a missão. Sim, Tarantino vai dirigir o filme, que marcará sua primeira incursão na ficção científica. Enquanto o roteiro não fica pronto, o diretor trabalha em seu atual projeto, um longa ainda sem título sobre Charles Manson e o ano de 1969, em desenvolvimento na Sony. Abrams, por sua vez, prepara “Star Wars: Episódio IX”. Ambos os filmes só chegarão aos cinemas em 2019. E só depois disso Tarantino e Abrams se teleportarão para a Enterprise.

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  • Série

    Revival de Além da Imaginação terá produção dos diretores de Corra! e X-Men: Fênix Negra

    7 de dezembro de 2017 /

    Anunciado há um mês pelo presidente da CBS, o revival da série clássica “Além da Imaginação” (“The Twilight Zone”, no original em inglês) ganhou encomenda de 1ª temporada e será exibido em 2018 pelo serviço de streaming CBS All Access nos Estados Unidos. A CBS vinha ensaiando retomar a franquia há algum tempo, com Bryan Singer (“X-Men”) à frente de uma das tentativas e Ken Levine (criador do game “BioShock”) de outra, que seria “interativa”, mas o projeto acabou ganhando ímpeto nas mãos de outras pessoas. O comando do remake será compartilhado por Jordan Peele, roteirista e diretor do terror “Corra!”, Simon Kinberg, roteirista-produtor da franquia “X-Men”, e Marco Ramirez, criador da minissérie de super-heróis “Os Defensores”, que escreverá o roteiro do piloto e funcionará como showrunner. “Muitas vezes, este ano, sentimos que estávamos vivendo num episódio de ‘Além da Imaginação’, e não consigo pensar em um momento melhor para reintroduzir a série para o público moderno”, disse Peele em comunicado. A ideia é que o novo “Twilight Zone” se junte a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes, especialmente entre os fãs americanos de ficção científica. Um das séries mais famosas da ficção científica em todos os tempos, “Além da Imaginação” foi criada e apresentada por Rod Serling entre 1959 a 1964 na própria CBS, num total de 156 episódios. A marca é tão forte que, depois disso, a CBS desenvolveu dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). Além disso, o programa virou até filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas por ninguém menos que Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel.

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  • Etc,  Filme

    J.K. Rowling defende escalação de Johnny Depp na continuação de Animais Fantásticos

    7 de dezembro de 2017 /

    A escritora J.K. Rowling publicou um texto em seu site oficial para defender a permanência de Johnny Depp no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, o segundo da nova saga derivada de “Harry Potter”. A declaração foi motivada por protestos de fãs contra a participação do ator, acusado de agressão contra a ex-mulher, Amber Heard, no ano passado. No novo longa, ele interpreta o vilão do título, Grindelwald. Anteriormente, ao ser questionada por uma seguidora, Rowling preferiu bloqueá-la a lidar com a polêmica, o que só alimentou ainda mais a controvérsia. A fã, identificada apenas como Lindsey, lembrou que o ator Jamie Wayllet, que interpretou o personagem secundário Vincent Crabbe na franquia “Harry Potter”, foi substituído após ser acusado de plantar maconha na casa da mãe, enquanto Jonny Depp, acusado de de violência doméstica , foi promovido a protagonista da sequência de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” após uma breve aparição no primeiro filme. “Aceito que há aqueles que não estão satisfeitos com nossa escolha de ator no papel. No entanto, a consciência não é governável por um comitê”, escreveu Rowling sobre o assunto. “Dentro do mundo fictício e fora dele, todos temos que fazer o que acreditamos ser a coisa certa.” No texto, Rowling conta que a participação do ator no filme chegou a ser discutida após a denúncia de agressão. “Quando Depp foi lançado como Grindelwald, pensei que seria maravilhoso no papel. No entanto, na época das filmagens de sua participação no primeiro filme, surgiram histórias na imprensa que me preocuparam profundamente, assim como aos outros envolvidos na franquia.” “Naturalmente consideramos a possibilidade de reformulação”, lembrou. “Entendo por que alguns ficaram confusos e irritados por isso não ter acontecido.” A autora disse ainda que é “difícil, frustrante e às vezes dolorosa” a “incapacidade de falar abertamente aos fãs” sobre o assunto. E continuou: “No entanto, os acordos que foram feitos para proteger a privacidade de duas pessoas, que expressaram o desejo de continuar suas vidas, devem ser respeitados.” “Com base na nossa compreensão das circunstâncias, os cineastas e eu não estamos apenas satisfeitos com o nosso elenco original, mas realmente felizes por ter Johnny como um dos personagens principais do filme.” Para quem não lembra, a atriz Amber Heard se separou de Johnny Depp de forma tumultuada, após o surgimento de uma foto em que aparecia com o rosto machucado e de um vídeo que mostrava o ator bêbado e agressivo, o que acelerou o processo de separação. Para deixar claro que não estava atrás de dinheiro, Heard doou tudo o que obteve no divórcio para causas de defesa da mulher e para um hospital infantil. Desde então, fez muitas insinuações sobre ter sido vítima de violência doméstica. Atualmente em produção, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para novembro de 2018, e os planos de J.K. Rowling preveem a produção de mais três continuações.

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  • Música

    Música de 1982 do Psychelic Furs volta a fazer sucesso com o filme Me Chame pelo seu Nome

    7 de dezembro de 2017 /

    Uma antiga música da banda Psychedelic Furs voltou a fazer sucesso em 2017, 35 anos após seu lançamento original. “Love My Way”, de 1982, registrou pico de streaming, segundo medição da empresa de dados Nielsen nos Estados Unidos. A faixa somou 177 mil visualizações nesta semana, entre audições e visualizações (de seu clipe oficial), superando seu desempenho histórico, desde que a medição começou a ser feita, batendo até clássicos mais conhecidos do rock. O motivo para a redescoberta da canção está em sua inclusão numa cena do longa “Me Chame pelo seu Nome”, romance gay que venceu o Gotham Awards e vem se destacando nas votações da crítica americana como melhor filme do ano. A música toca por cerca de um minuto na produção, que se passa nos anos 1980, e é dançada pelos protagonistas Armie Hammer e Timothée Chalamet. Confira no vídeo abaixo. Desde que o filme estreou, em 24 de novembro, “Love My Way” já foi ouvida por streaming mais de 500 mil vezes nos Estados Unidos. O fato é impressionante porque o filme está em cartaz em apenas quatro salas de cinema de duas cidades, Nova York e Los Angeles. Não é a primeira vez que Psychedelic Furs é associado a uma produção cinematográfica. A banda pós-punk inglesa só foi estourar nos Estados Unidos após nove anos de carreira, quando uma de suas músicas virou tema e título de comédia romântica adolescente: “Pretty in Pink”. O filme foi lançado no Brasil como “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986. Dirigido por Luca Guadagnino, “Me Chame pelo seu Nome” estreia no Brasil em 18 de janeiro.

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  • Filme

    Sophie Turner é destaque nas primeiras fotos de X-Men: Fênix Negra

    7 de dezembro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly publicou as primeiras fotos de divulgação de “X-Men: Fênix Negra”, que destacam a atriz Sophie Turner (série “Game of Thrones”). Ela aparece na capa da publicação e em duas imagens, numa delas envolta pelos efeitos visuais que manifestam os poderes de Fênix de sua personagem. O filme vai narrar pela segunda vez no cinema a história da transformação de Jean Grey (personagem de Turner) na Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira versão, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função – ele aparece numa das imagens, ao lado de Michael Fassbender. As fotos ainda apresentam pela primeira vez o visual da personagem de Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) – que se especula ser a Imperatriz Lilandra Neramani, líder da raça alienígena shi’ar. E há naves espaciais, apontando a inclinação sci-fi do novo capítulo da franquia mutante – mais próximo da história original de Chris Claremont, “A Saga da Fênix Negra”, publicada pela Marvel em 1980. O elenco mantém os intérpretes de “X-Men: Apocalipse”, Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno), e a estreia está marcada para novembro de 2018.

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  • Filme

    Novo filme internacional de José Padilha ganha primeiro trailer com tensão, política e tiroteios

    7 de dezembro de 2017 /

    A Focus Features divulgou o trailer de “7 Days in Entebbe”, segundo filme internacional dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”) – após estrear em Hollywood com o remake de “RoboCop” (2014) e fazer sucesso com a série “Narcos”. A nova produção também é uma espécie de remake, pois é a quarta filmagem da história, que já rendeu um filme israelense, “Operação Thunderbolt” (1977), com direção de Menahem Globus (dono do estúdio Cannon), além dos telefilmes americanos “Resgate Fantástico” (1976), estrelado por Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e dirigido por Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), e “Vitória em Entebbe” (1976), com Kirk Douglas (“Spartacus”) e Linda Blair (“O Exorcista”). A trama dramatiza uma das missões de resgate e combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por quatro sequestradores (dois palestinos e dois alemães) em 1976. Ameaçando matar a tripulação e os israelenses presentes no voo, os terroristas exigiam a libertação de dezenas de palestinos aprisionados por Israel, e contavam com o apoio do ditador de Uganda, Idi Amin Dada. Em resposta, o governo israelense mobilizou uma tropa de elite, composta por 100 combatentes, que invadiu o aeroporto, enfrentou o exército ugandense, matou os sequestradores e libertou os passageiros, deixando um saldo de 53 mortos. Entre as baixas, contam-se apenas três passageiros e um único militar israelense, justamente o comandante da invasão, Yonatan Netanyahu, irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu. Toda a ação durou menos que a metragem da produção: 90 minutos. O roteiro está a cargo do britânico Gregory Burke (de “71: Esquecido em Belfast”) e o elenco destaca os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) como terroristas alemães, Nonso Anozie (série “Zoo”) como Idi Amin, Angel Bonanni (série “Absentia”) como Netanyahu e Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) como político israelense. A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e apenas em maio no Brasil.

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  • Filme

    Academia do Oscar cria código de conduta após escândalos sexuais

    7 de dezembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos anunciou a adoção de seu primeiro código de conduta. O documento é uma resposta aos escândalos sexuais que abalaram Hollywood e que já levaram a Academia a expulsar o produtor Harvey Weinstein, acusado de assédio sexual e estupro por mais de 50 mulheres. O código valerá para todos seus 8.427 membros, que receberam as novas regras na quarta-feira (6/12) por email. Uma das premissas do novo código é que a Academia não é lugar para “pessoas que abusam de seu status, poder ou influência de forma que extrapole os limites da decência”, nem para “aqueles que comprometam a integridade da instituição”. Todas as regras do documento foram criadas por um conselho especial formado pelos membros da organização. Mas ainda não foram estabelecidas as penalidades para quem não seguir as diretrizes. A mensagem de Dawn Hudson, CEO da Academia, avisa que a equipe que formulou o documento em breve “finalizará os procedimentos para lidar com as alegações de má conduta, assegurando que possamos abordá-los de forma justa e rápida”. Até lá, Kevin Spacey, James Toback e outros denunciados permanecem na instituição. O primeiro tem dois Oscars e o segundo foi indicado ao troféu, além de mais denúncias de assédio que Weinstein.

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    Comic Con Experience quer quebrar o recorde de público das feiras geeks

    7 de dezembro de 2017 /

    A Comic Con Experience começa nesta quinta (7/12) com a ambição de se tornar o maior evento do gênero no mundo. Após reunir 196 mil pessoas em 2016, segundo os organizadores, a feira já é maior que a Comic Con original de San Diego (130 mil), e o objetivo deste ano é quebrar o recorde da New York Comic-Con, frequentada por 200 mil fãs/consumidores da cultura geek. Claro, os números apresentados não levam em conta que a “Comic Con Brazil”, como deveria ser chamada e como os convidados internacionais a chamam em todas as chamadas de divulgação, tem quatro dias de duração, contra três dos eventos americanos. Detalhes. O mais importante deles é que o evento se estruturou de forma profissional, estabelecendo-se de vez no calendário cultural de São Paulo – ainda que tenha mais a ver com comércio que cultura, já que até os autógrafos são cobrados, num incentivo ao consumo de quinquilharias reminiscente das quermesses religiosas, e as atrações restringem-se a iniciativas de marketing industrial. Entre os astros presentes neste ano estão Will Smith, que vem promover o filme “Bright”, Alicia Vikander, para divulgar “Tomb Raider: A Origem”, Nick Jonas, por conta de “Jumanji – Bem-Vindo à Selva”, Dylan O’Brien, da franquia “Maze Runner”, e Simon Pegg e Tye Sheridan, ambos de “Jogador Nº 1”, nova sci-fi de Steven Spielberg. O evento acontece até domingo (10/12) no centro de convenções São Paulo Expo.

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  • Filme

    Filmes com crianças extraordinárias são os destaques da semana nos cinemas

    7 de dezembro de 2017 /

    As melhores estreias de cinema da semana são histórias que trazem crianças com problemas de relacionamento. Enquanto uma delas é o lançamento mais amplo desta quinta (7/12), a outra, premiadíssima, chega em circuito limitado. A programação também entra em clima natalino com a continuação menos engraçada de um comédia do ano passado, despede-se de um ator genial e apresenta três novidades brasileiras. Clique nos títulos dos filmes abaixo para ver os trailers de cada um dos lançamentos. “Extraordinário” leva a mais de 500 telas a elogiada adaptação do best-seller infantil homônimo de RJ Palacio sobre o menino Auggie Pullman, que nasceu com uma deformidade facial e estudou em casa a maior parte da vida, até a família decidir matriculá-lo numa escola regular para que convivesse com outras crianças da sua idade. Dirigido por Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”), o filme tem uma mensagem anti-bullying tocante, que supera a fórmula do melodrama, e é estrelado por Jacob Tremblay, o ator-mirim de “O Quarto de Jack” (2015), irreconhecível sob a maquiagem da produção. Ele vive o filho deformado de Julia Roberts (“Jogo do Dinheiro”) e Owen Wilson (“Zoolander”), e neto da brasileira Sonia Braga (“Aquarius”). Sucesso nos cinemas americanos, enfrentou “Liga da Justiça” e “Viva – A Vida É uma Festa” sem se assustar, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Verão 1993” é o destaque do circuito limitado. Candidato da Espanha a uma indicação no Oscar 2018, acompanha Frida, uma menina de seis anos que vai viver com os tios no campo, após a morte súbita da mãe, mas não consegue se adaptar à nova vida e família. O longa de Carla Simón venceu o troféu de Melhor Filme de Estreia no Festival de Berlim 2017, além de se consagrar no circuito dos festivais. Para completar, tem impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Perfeita É a Mãe 2” é basicamente a versão feminina de “Pai em Dose Dupla 2” (já em cartaz): uma continuação em que as mães da história original recebem a visita das próprias mães para o Natal. A falta de boas ideias confirma que foi feito a toque de caixa para aproveitar o sucesso do primeiro filme, lançado no ano passado. O resultado foi uma bilheteria abaixo da expectativa e execração da crítica – 27%. Há mais três estreias do cinema americano. Enquanto duas refletem a inquietação que se espera de cineastas indies iniciantes, a terceira é assinada por um diretor famoso e clichê de doer. “Lucky” foi o último filme estrelado por Harry Dean Staton, que morreu em setembro aos 91 anos. Sua carreira foi marcada por papéis fantásticos. E o personagem-título de “Lucky” é um deles: um ateu espirituoso que precisa lidar com a própria mortalidade diante da idade avançada. Staton dá um show de interpretação, numa despedida emocionante do cinema sob aplausos da crítica – 98% no Rotten Tomatoes. Como curiosidade, o longa também marca a estreia na direção do ator John Carroll Lynch, intérprete do palhaço assassino Twisty na série “American Horror Story”. “Em Busca de Fellini” é uma história real em tom de fábula, de uma jovem que cresceu confinada por uma mãe superprotetora e descobre o mundo por meio dos filmes de Fellini. Instigada, ela decide conhecer a Itália e ver de perto as imagens que a encantaram no cinema. Embora pareça uma criação de cinéfilo, o filme é baseado na vida de Nancy Cartwright, a dubladora de Bart Simpson nos Estados Unidos. Ela própria assina o roteiro, que tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Apenas um Garoto em Nova York” marca a volta de Marc Webb às comédias românticas, após o fracasso espetacular de seus filmes do Homem-Aranha. Mas o resultado é muito diferente do cultuado “(500) Dias com Ela” (2009). O roteiro foi escrito por Allan Loeb (“Rock of Ages: O Filme”) e é centrado em um jovem que descobre que seu pai está tendo um caso. O filho tenta impedir que isso aconteça, mas no processo acaba se envolvendo com a mulher. Callum Turner (“Assassin’s Creed”) é o protagonista, Pierce Brosnan (“November Man: Um Espião Nunca Morre”) vive seu pai e Kate Beckinsale (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”) interpreta a amante. O triângulo tão velho quando Édipo Rei implodiu nas bilheterias norte-americanas, com apenas US$ 624 mil e uma péssima cotação – 33%. Três filmes brasileiros completam a programação. “Altas Expectativas” se diferencia das histórias de ricos instantâneos e vigaristas que marcam os besteiróis nacionais por usar suas piadas para contar uma “fábula” de superação e romance. Roteiro e direção da dupla Pedro Antônio (“Tô Ryca!”) e Alvaro Campos (“Leo & Carol”) contam o dilema de um treinador de cavalos anão que se apaixona por uma barista, mas sua baixa autoestima lhe impede de se declarar. Cansado de ser humilhado pela estatura, ele acaba revidando um comediante que o ridiculariza durante uma apresentação de stand-up e impressiona pelo humor autodepreciativo, iniciando uma nova carreira. E um dia faz a jovem melancólica, que ele adora, rir pela primeira vez em muito tempo, abrindo as portas para seu coração. O príncipe encantado incompreendido é Leonardo Reis, conhecido em shows de stand-up como Leo Gigante. A bela da história é interpretada por Camila Márdila, que dividiu com Regina Casé o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Sundance 2015 por “Que Horas Ela Volta?”. E não falta sequer o indefectível rival-vilão (o Gaston da vez), vivido pelo canalha favorito do cinema brasileiro, Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”). “Encantados” assume mais claramente o tom fantasioso de sua narrativa, ao materializar uma versão tupiniquim dos romances adolescentes sobrenaturais que foram tendência em Hollywood há meia década atrás. De fato, o filme é de 2014, mas só “desencantou” nos cinemas agora – trazendo consigo o “exilado” José Mayer. Na trama, a filha de um influente político paraense tem visões de um índio bonitão nas águas da Ilha de Marajó. Se o samba-enredo parece conhecido é porque a combinação de folclore, rios místicos e clichês da literatura tem sido a base de sucessos noveleiros como “Pantanal” (1990) e “Velho Chico” (2016) – sem esquecer que já há uma versão adulta similar, “Ele, o Boto” (1987). A direção é de Tizuka Yamasaki, que chegou a ser apontada como diretora promissora nos anos 1980, antes de se especializar em filmes da Xuxa. A menor distribuição cabe ao documentário da semana, “Corpo Delito”, sobre um preso que vai para o regime aberto com uma “tartaruga” no tornozelo. A gíria prisional é a novidade da história.

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  • Filme

    Ator mirim de It – A Coisa será super-herói no filme Shazam!

    7 de dezembro de 2017 /

    O ator mirim Jack Dylan Grazer, revelação de “It – A Coisa”, entrou no elenco de “Shazam!” num papel importante. Ele vai viver Freddy Freeman, o jornaleiro deficiente que ao dizer o nome de seu super-herói favorito se transforma em Shazam Jr. A descrição oficial do personagem não vai tão longe. Na sinopse, ele é apresentado como o “melhor amigo” de Billy Batson (Asher Angel) e “a única pessoa que conhece a verdade” sobre o alter-ego adulto de Billy. Portanto, não está claro se ele vai voar com o uniforme azul do Shazam Jr. Mas, como os dois atores tem idade próxima, a versão revisada da origem dos personagens ganha força. Nela, eles são irmãos adotivos – assim como Mary Bromfield, que é irmã gêmea de Batson em outras versões. Em todas as versões dos quadrinhos, Billy Batson se transforma num adulto superfortão (que no filme será o menos fortão Zachary Levy) proferindo a palavra mágica Shazam!, um acrônimo formado pelas iniciais de deuses, semideuses e profetas do mundo antigo – Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio -, que conferem ao jovem seus atributos heroicos. Além de Asher Angel (série “Andi Mack”) e Zachary Levi (série “Chuck”), o filme também tem confirmada a participação de Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado) como o vilão Dr. Silvana e Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) em papel não confirmado (Mary?). Chamado originalmente de Capitão Marvel, o herói foi criado em 1939 por Bill Parker e C.C. Beck, e chegou a ser o personagem de quadrinhos mais popular da década de 1940, com vendas mensais de 1,3 milhão de exemplares e vários spin-offs centrados na chamada “Família Marvel” – Mary Marvel, Capitão Marvel Jr., etc. Todo esse sucesso incomodou a DC Comics, que entrou com um processo contra sua editora, a Fawcett Comics, por considerar que Capitão Marvel era plágio do Superman. Recorrendo na justiça por mais de uma década, a DC se aproveitou do endividamento da Fawcett para adquirir seus personagens – e relançar o Capitão Marvel como Shazam! nos anos 1970, incluindo-o até na Liga da Justiça. Mas suas histórias sempre foram mais leves que as dos outros heróis, por sua característica única: ser apenas uma criança, sob a aparência de um adulto superfortão. O roteiro de “Shazam!” está sendo escrito por Darren Lemke (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”), Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), mas curiosamente a direção é de um especialista em terror: David F. Sandberg (“Quandos as Luzes se Apagam” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”). “Shazam!” é o segundo filme na fila de estreia dos heróis da DC após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. As filmagens vão começar em fevereiro em Toronto, no Canadá, com uma estimativa de lançamento para abril de 2019.

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  • Filme

    Ryan Reynolds vai viver Pikachu no cinema

    6 de dezembro de 2017 /

    O ator Ryan Reynolds, intérprete do tagarela desaforado Deadpool, vai viver um personagem conhecido por não falar nada além de seu nome. Ele vai estrelar o filme do “Detetive Pikachu”, primeiro longa com atores baseado nos jogos de “Pokémon”. Seu papel não foi oficialmente confirmado, mas fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que ele será o pokemón do título e sua interpretação se dará por captura de performance. Além de Reynolds, o elenco contará com Kathryn Newton (série “Big Little Lies”) e Justice Smith (série “The Get Down”). A trama, que também não foi confirmada, deve girar em torno da união dessa turma para encontrar o pai do personagem de Smith, que foi sequestrado. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala através das infinitas repetições de seu próprio nome. Assim, os dois começam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Detalhe: no game, Pikachu usa um chapeuzinho à la Sherlock Holmes. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Música

    Filme da banda Queen já tem um novo diretor

    6 de dezembro de 2017 /

    A Fox definiu o novo diretor do filme sobre a banda Queen, após a demissão de Bryan Singer (“X-Men”). E é um “velho” diretor. Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos, voltou a bordo para terminar “Bohemian Rhapsody”. Singer foi demitido na segunda (4/12), depois de sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. Após a demissão, o diretor acusou a Fox de falta de sensibilidade, por não permitir que ele lidasse com uma doença grave dos pais. Fletcher agora vai terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção, após alegar “diferenças criativas” com os integrantes da banda, que são produtores do longa, para abandonar o projeto original. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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