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  • Série

    Vídeos da 2ª temporada de This Is Us avisam para preparar os lenços para os próximos episódios

    23 de setembro de 2017 /

    Um dos maiores sucessos da última temporada da TV americana, “This Is Us”, que rendeu o Emmy de Melhor Ator para Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), ganhou o pôster e três vídeos de sua 2ª temporada. Neles, há retrospectivas, cenas inéditas, depoimentos do elenco, foco na família e nas crianças da trama, e um comentário inevitável sobre o que esperar dos próximos episódos: “Preparem os lenços”. “This Is Us” é uma criação de Dan Fogelman (criador de “Galavant” e “The Neighbors”) e acompanha as vidas de três crianças criadas na mesma família, com histórias que os mostram na infância, na adolescência e na vida adulta. Seu grande elenco inclui ainda Mandy Moore (série “Red Band Society”), Milo Ventimiglia (“The Whispers”), Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Susan Kelechi Watson (“Louie”), Chris Sullivan (“The Knick”) e Ron Cephas Jones (“Mr. Robot”). Prestigiada pela crítica com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o drama conquistou 11 indicações ao Emmy 2017, incluindo na categoria de Melhor Série de Drama. Detalhe: a última vez que uma produção da TV aberta americana foi indicada a este troféu foi há seis anos (com “The Good Wife”), antes dos serviços de streaming se popularizarem e tornarem as premiações da indústria ainda mais competitivas. A série é um fenômeno tão grande que já se encontra renovada para mais duas temporadas. A 2ª temporada estreia na terça (26/9) na rede americana NBC. No Brasil, a série passa no canal pago Fox Life, que começou a exibir a 1ª temporada apenas em agosto.

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  • Música

    Nasce uma Estrela, com Lady Gaga, tem sua estreia antecipada em quatro meses

    23 de setembro de 2017 /

    Adiantado em sua pós-produção, o novo remake de “Nasce uma Estrela” (A Star is Born), estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper, teve sua estreia adiantada. Antes previsto para setembro de 2018, o longa chegará aos cinemas quatro meses antes, em 18 de maio. As filmagens da cantora duraram apenas dois meses. A fotografia principal começou em abril, em paralelo ao Festival de Coachela, em que Gaga foi uma das atrações principais, para aproveitar o palco do evento em cenas rodados em dias e horários alternativos. O filme também marca a estreia de Bradley Cooper como diretor. O roteiro, por sua vez, é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E Elton John revelou que compôs pelo menos uma música para o longa, que vai contar a história de bad romance entre uma estrela em ascensão e um artista decadente, já filmada três vezes anteriormente, desde 1937. Uma das curiosidades da produção é que Lady Gaga pediu para ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta. Ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” – e inclusive venceu um Globo de Ouro – como Lady Gaga.

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  • Filme

    Vídeos mostram infância e adolescência do psicopata da motoserra Leatherface

    23 de setembro de 2017 /

    A Millennium Films divulgou um pôster, novo trailer e uma cena do terror “Leatherface”, que conta a origem do psicopata mascarado de “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). As prévias mostram a infância e a adolescência do demente e o papel do serife Hal Hartman (vivido por Stephen Dorff, de “Um Lugar Qualquer”) em sua formação, ao afastá-lo de Mama Sawyer (Lili Taylor, da série “Hemlock Grove”). A partir daí, a história tem um salto temporal para acompanhar quatro foragidos de um hospital psiquiátrico, entre eles o jovem que se tornará Leatherface. Durante a fuga, eles raptam uma jovem enfermeira e a arrastam em uma viagem de pesadelo, enquanto são perseguidos por Hartman, um homem da lei igualmente perturbado. O elenco também inclui Jessica Madsen (série “Tina and Bobby”), Sam Strike (novela “EastEnders”), James Bloor (“Lembranças de um Amor Eterno”), Sam Coleman (o jovem Hodor em “Game of Thrones”), Vanessa Grasse (“Roboshark”) e até Finn Jones (o “Punho de Ferro”). O personagem Leatherface foi apresentado em “O Massacre da Serra Elétrica” como membro de uma família de canibais. Apesar de ser um coadjuvante no filme, foi ele quem mais chamou a atenção, ganhando mais importância nas continuações da franquia para se tornar um ícone do cinema de terror. Seu intérprete original, o islandês Gunnar Hansen, morreu em 2015. A direção de “Leatherface” é da dupla Alexandre Bustillo e Julien Maury (“A Invasora”) e a estreia está marcada para 20 de outubro nos Estados Unidos. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Russell Tovey será Ray, novo super-herói gay das séries da DC Comics

    23 de setembro de 2017 /

    O ator Russell Tovey (séries “Looking” e “Being Human”) vai interpretar um novo super-herói gay das séries da DC Comics na rede CW. Ele dará vida a Ray, personagem que será introduzido no crossover deste ano do Arrowverso, e depois terá sua série própria. Com uma peculiaridade. Intitulada “Freedom Fighters: The Ray”, a série será uma animação desenvolvida para o serviço de streaming CW Seed, em que Tovey dublará o personagem. A descrição oficial da versão televisiva do personagem é a seguinte: “Raymond ‘Ray’ Terrill foi um repórter que descobriu um grupo de cientistas do governo trabalhando em um projeto secreto para transformar a luz em uma arma de destruição em massa. Mas antes que ele pudesse informar sobre suas descobertas, o chefe do projeto expôs Ray a uma “bomba de luz genética”. A bomba não conseguiu matá-lo e, em vez disso, dotou Ray com poderes baseados na luz. Com essas habilidades, Ray percebeu que poderia ir além de denunciar a injustiça – ele poderia tomar medidas para ajudar a detê-la. E logo foi recrutado pelo Tio Sam e pelos Combatentes da Liberdade para enfrentar a violência e a opressão onde quer que exista.” A identidade do Ray já foi adotada por quatro personagens diferentes nos quadrinhos. Assim como Tio Sam e outros integrantes dos Combatentes da Liberdade, ele foi introduzido nos anos 1940, em publicações da editora Quality Comics. A DC acabou comprando os direitos dos heróis e juntou todos eles nos Combatentes da Liberdade nos anos 1970. Mas decidiu acomodá-los na Terra-X, onde a 2ª Guerra Mundial ainda não tinha terminado e Tio Sam continuava a lutar contra os nazistas. Detalhe: a primeira aparição do grupo foi numa edição da Liga da Justiça, publicada em 1973 e chamada: “Crisis on Earth-X”. Como o crossover televisivo também será chamado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X), as referências se tornam evidentes. Ray Terrill é o herói dos anos 1970, filho do primeiro Ray, que após os diversos reboots da DC – e de outras duas versões do personagem – , reiniciou sua história como gay. Ele voltou a ter destaque em 2014 na minissérie “The Multiversity” (Multiversidade, ao pé da letra) de Grant Morrison. O roteirista explicou que a ideia para sua equipe de Combatentes da Liberdade era que fosse formada apenas por pessoas pertencentes a grupos perseguidos pelos nazistas e Ray era o membro gay. A estreia de Ray na TV vai acontecer após a grande aceitação e elogios à trama paralela de “Supergirl” que destacou o romance lésbico da irmã da heroína, Lex Danvers (Chyler Leigh), e a detetive policial Maggie Sawyer (Floriana Lina). Mas ele não é o primeiro super-herói gay do Arrowverse. O pioneirismo pertence ao Senhor Incrível (Mr. Terrific), interpretado por Echo Kellum na série “Arrow”. O novo herói será visto em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, e terminando na terça-feira, 28 de novembro, nos episódios das quatro séries de super-heróis da rede CW: “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. No Brasil, as séries são exibidas no canal pago Warner.

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  • Música

    Otto lança clipe cinematográfico para o samba jazz Carinhosa

    23 de setembro de 2017 /

    O cantor e músico pernambucano Otto divulgou o clipe de “Carinhosa”, faixa de seu sexto disco, “Ottomatopeia”. A música é belíssima, um samba jazz dodecafônico, conduzida por um toque de violão (de Zé Renato) evocativo de sambas boêmios sofridos. As imagens do clipe vão às alturas de serras verdejantes, que também estão na capa do disco, e se expandem num panorama cinematográfico, antes de entrarem em colapso em cenas introspectivas, comprimindo Otto em arte dolorida. A obra visual é resultado da combinação de multitalentos em sua direção, do próprio Otto, de sua namorada, a fotógrafa Kenza Said, e do artista plástico Lourival Cuquinha.

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  • Música

    BaianaSystem mistura tudo num clipe com Titica, Margareth Menezes e eco do além

    23 de setembro de 2017 /

    A banda BaianaSystem lançou novo clipe, que alarga seus horizontes musicais, no momento em que chama atenção no Rock in Rio. “Capim Guiné” centrifuga influências, combinando ritmos regionais, dub, rock, funk e kuduro, com uma levada que faz dançar e bater cabeças ao mesmo tempo. A relação com o kuduro é reforçado pela participação de Titica, cantora transexual angolana, mas a música também traz Margareth Menezes para a roda de samba reggae. Uma colisão de influências tão grande quanto o sincretismo do clipe, que passa por referências de umbanda, cultura africana, índios brasileiros e muita dança. É místico até virar dub, eco do além. O clipe impressionante tem direção de Filipe Cartaxo, responsável pela identidade visual da banda – as máscaras, as artes, os clipes – e de Filipe Bezerra. Os dois colaboraram também no ótimo clipe anterior da banda, “Invisível”.

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  • Etc

    Jerry Lewis exclui de seu testamento os seis filhos de seu primeiro casamento

    23 de setembro de 2017 /

    O testamento de Jerry Lewis, morto em agosto, excluiu os seis filhos do primeiro casamento com a cantora Patti Palmer, entre 1944 e 1980. No documento, obtido pela revista americana “People”, o ator e comediante escreveu: “Excluí intencionalmente Gary Lewis, Ronald Lewis, Anthony Joseph Lewis, Christopher Joseph Lewis, Scott Anthony Lewis e Joseph Christopher Lewis e seus descendentes como beneficiários das minhas propriedades, sendo minha intenção que eles não recebam nenhum benefício”. Dos seis filhos de seu primeiro casamento, Jerry Lewis perdeu o caçula, Joseph, vítima de uma overdose em 2009. O primogênito, Gary, tornou-se músico como a mãe, liderando a banda de rock Gary Lewis and the Playboys, que chegou a fazer sucesso nos anos 1960. Os bens de Jerry Lewis serão repassados para sua viúva, SanDee Pitnick, com quem se casou em 1983. A segunda pessoa na fila do testamento é a filha adotiva do casal, Danielle Sarah Lewis, de 25 anos. Jerry Lewis morreu em 20 de agosto, aos 91 anos, após ter passado os últimos anos com sérios problemas de saúde, incluindo ataques cardíacos, problemas pulmonares e dor crônica nas costas.

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  • Etc

    Sindicato dos Atores vai vistoriar set de Riverdale após acidente do protagonista

    22 de setembro de 2017 /

    O Sindicado dos Atores dos Estados Unidos, conhecido pela sigla SAG-AFTRA, afirmou que fará vistorias no set de “Riverdale”, em Vancouver, no Canadá, após o protagonista da série, K.J. Apa, sofrer um acidente de carro. O ator teria dormido ao volante e batido o carro num poste de luz, como resultado de um dia de trabalho de mais de 14 horas. “Essa é uma situação muito preocupante e estamos profundamente preocupados com a segurança dos atores no set de ‘Riverdale'”, disse o sindicato, em comunicado. “Estamos mandando uma equipe para Vancouver para observar as circunstâncias que envolvem questões de segurança afetando os atores nessa produção.” A Warner Bros Television, que produz a série, emitiu um comunicado a respeito do acidente, abordando também as acusações de excesso de trabalho, que teriam causado o acidente. “Em primeiro lugar, estamos extremamente gratos de que KJ Apa não tenha sido ferido durante seu recente acidente. Em segundo lugar, queremos abordar especificamente a caracterização de que as condições no set de ‘Riverdale’ são motivo de preocupação. Temos um grande elenco de regulares de série, e nossos atores não funcionam todos os dias. No dia do acidente, KJ trabalhou 14,2 horas. No dia anterior, ele trabalhou 2,5 horas, e no dia anterior trabalhou 7,7 horas. KJ tem sido repetidamente informado sobre informar a produção se ele estiver cansado ou se sentir inseguro e, se assim for, será providenciado uma carona ou um quarto de hotel. O acidente ocorreu na última quinta-feira. Além disso, não é verdade que KJ foi levado para o hospital. Ele foi tratado pelos primeiros socorristas em cena e liberado por eles. Nós também enviamos um médico para sua casa mais tarde no mesmo dia para um acompanhamento para confirmar o seu bem-estar”. A questão é tão polêmica que, antes do acidente, o ator Michael Rosenbaum, que trabalhou com a CW quando viveu Lex Luthor em “Smallville”, afirmou ao podcast Inside of You que estes problemas são antigos. Ele contou que Tom Welling chegava a trabalhar 18 horas por dia e tinha que acordar às 4h30 no dia seguinte, e era proibido ter motorista particular no set naquela época. “Acho que chegou num ponto em que todos nós assinamos uma carta para Welling, porque consideramos: ‘vocês vão matar o Superman’.” Porém, estas jornadas de trabalho longas não são exclusividade da CW. Há dois anos, um motorista da equipe de “Longmire”, Gary Joe Tuck adormeceu ao volante e bateu o carro em uma rodovia do Novo México, morrendo após trabalhar uma turno de 18 horas. Antes disso ainda, o assistente de câmera Brent Hershman morreu ao colidir seu carro com um poste, após trabalhar 19 horas seguidas no set de “A Vida em Preto e Branco” (1998). Turnos menores são uma reclamação antiga de atores, cineastas e outros membros das equipes de produção. Na tentativa de economizar, os estúdios montam cronogramas de trabalho de 12 a 16 horas por dia. Embora seja costume montar investigações como a do SAG-AFTRA após este tipo de incidente, para garantir condições de trabalho adequadas, dificilmente são tomadas providências, por medo de quem denunciar entrar numa lista negra e não conseguir mais emprego em outras produções.

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  • Série

    Estúdio da Abelha Maia chama imagem de pênis em animação infantil de “piada muito ruim”

    22 de setembro de 2017 /

    Os produtores da animação europeia “A Abelha Maia” se pronunciaram sobre a polêmica do pênis, que apareceu desenhado ao fundo de um episódio da animação infantil. O episódio foi retirado da Netflix sem qualquer comentário ou pedido de desculpas, após o desenho impróprio ter sido identificado por uma mãe inglesa e disparou uma onda de protestos nas redes sociais, puxada por outra mãe dos Estados Unidos. “Uma imagem absolutamente imprópria foi descoberta em uma cena de quatro segundos em um episódio do total de 78 episódios da série”, minimizou a produtora Studio 100 Animation em um comunicado divulgado na sexta (22/9). “A origem desta imagem, obviamente, é resultado de uma piada muito ruim de um dos 150 artistas que trabalharam na produção”. De acordo com o site da revista Variety, o Studio 100 procura o culpado entre os artistas da França e da Ásia que trabalharam na série, considerando que imagem foi adicionada durante as etapas de composição ou layout. Uma nova versão da cena foi feita, para que o episódio seja substituído. Por enquanto, a Netflix mostra apenas 38 dos 39 episódios da 1ª temporada, tendo excluído o capítulo da polêmica. A produção do estúdio europeu Studio 100 Animation é baseada na personagem literária criada pelo escritor alemão Waldemar Bonsels em 1912 e tem como protagonista Maia, uma abelha que deixa sua colmeia para se aventurar no mundo ao lado dos amigos insetos. A série foi feita em 2012 e a Netflix é apenas a distribuidora de seu streaming. A animação também foi adaptada para os cinemas em 2014, com direção de Alexs Stadermann (animador da série “Timão & Pumba”), que inclusive prepara uma continuação para 2018. This show is on @netflix its called maya the Bee this episode is S1E35 around 5:14 mins in they have a #dick on the log wall pic.twitter.com/lb5bK88Ex5 — Ariel Wray (@ArielWray) September 15, 2017

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  • Série

    Trailer de Grey’s Anatomy tem retornos inesperados, triângulos e catástrofes

    22 de setembro de 2017 /

    A rede ABC divulgou o trailer da 14ª temporada de “Grey’s Anatomy”, que como boa novela vem com doses exageradas de retornos inesperados, triângulos, catástrofes e brigas entre mulheres. Até o teto do hospital cai. Entre as novidades, estão a volta de Kim Raver ao hospital Seattle Grey Sloan Memorial. Ela fará participação num arco de episódios, retomando seu papel como Dra. Teddy Altman, que comandou o departamento de cirurgias cardíacas entre a 6ª e a 8ª temporada da atração. Além disso, haverá uma mudança de intérprete. Abigail Spencer (série “Timeless”) fará o papel da “desaparecida” Dra. Megan Hunt, a irmã do Dr. Owen Hunt (Kevin McKidd), anteriormente interpretada por Bridget Regan (série “The Last Ship”). A mudança se deu por conflito de agenda. A 14ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia com um episódio duplo na próxima quinta, 28 de setembro, nos Estados Unidos. Por curiosidade, um dos episódios tem direção de Kevin McKidd.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha deve participar do filme solo do Flash

    22 de setembro de 2017 /

    A participação de Gal Gadot no filme solo do Flash ainda não foi anunciada pela Warner, mas há cada vez mais evidências neste sentido. Depois que os sites Deadline e Forbes citaram “Flashpoint” entre seus próximos trabalhos, ficou claro que o estúdio vai aproveitar o sucesso do filme “Mulher-Maravilha” para vitaminar mais um lançamento de seu catálogo de super-heróis. O mais interessante, porém, será como a intérprete da Mulher-Maravilha vai aparecer na história. “Flashpoint” irá levar às telas a famosa história em quadrinhos “Ponto de Ignição” (Flashpoint em inglês). Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Por sinal, a história já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. Nos quadrinhos, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas – e o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo. Mas o detalhe que realmente chama atenção é que a Mulher-Maravilha aparece como supervilã na história. Ela é a rainha das amazonas, uma tirana cruel, que está em guerra declarada contra Atlantis de Aquaman, num conflito que deixou o planeta em ruínas. Na trama, ela até mata Mera, a mulher de Aquaman, entre outras 30 milhões de pessoas, sobreviventes da submersão da Europa pelo rei de Atlântis. E essas são apenas algumas das alterações que Barry tem que encarar e buscar reverter, apesar de se encontrar subitamente sem poderes. O roteiro está sendo escrito neste instante, pois esta não seria a história inicial da produção, que foi inteiramente descartada. A última notícia era que Joby Harold, do péssimo “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, tinha sido contratado para a missão. Estrelado por Ezra Miller (“Temos que Falar sobre o Kevin”), o filme do Flash também está sem diretor, após o estúdio entrar em conflito criativo com suas duas primeiras opções. Autor do primeiro roteiro, Seth Grahame-Smith chegou a negociar para estrear como diretor na produção. Seria um prêmio por ter fracassado em todos os projetos em que se meteu, como roteirista de “Sombras da Noite” (2012) e do infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013) e como autor do livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis” (2016). Mas a Warner preferiu arriscar com Rick Famuyima, outra escolha inusual. Mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), ele só veio a se destacar entre o público geek com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop em sua fórmula de humor afro-americano. Famuyima escalou a atriz Kiersey Clemons, com quem trabalhou em “Um Deslize Perigoso”, para viver Iris West, contudo, como saiu do projeto, não se sabe se suas opções de elenco serão mantidas. A participação da atriz já teria sido cortada de “Liga da Justiça”. A estreia de “Flashpoint” está marcada apenas para 2020. Mas o público poderá ver como será o Flash de Erza Miller já neste ano, graças à sua participação em “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro no Brasil.

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  • Filme

    Iris West de Kiersey Clemons também teria sido cortada do filme da Liga da Justiça

    22 de setembro de 2017 /

    O Lex Luthor de Jesse Eisenberg não foi o único cortado nas refilmagens da “Liga da Justiça”. O blogue Batman News, que teria assistido a uma sessão-teste do filme da Warner, afirma que a Iris West de Kiersey Clemons também rodou. A atriz filmou sua participação sob a direção de Zack Snyder, quando o filme solo do Flash ainda seria dirigido por Rick Famuyima (“Um Deslize Perigoso”), responsável por escalar a atriz. Como o projeto vai tomar outro rumo, ela pode perder também o papel em “Flashpoint”, como o longa foi batizado. Os cortes foram feitos por Joss Whedon, que assumiu o comando de “Liga da Justiça”, após Snyder precisar se afastar, devido a uma tragédia na família. Por enquanto, não se sabe o quanto Joss Whedon realmente alterou do filme, mas especula-se que foi muito, ao menos um terço da produção, que vai reunir pela primeira vez os principais heróis da DC Comics no cinema: Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue (Ray Fisher) e Superman (Henry Cavill) “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. cortou completamente a participação de Lex Luthor (Jesse Eisenberg) do longa. Veja abaixo.

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  • Série

    Crossover de Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow adianta história, casamento, título e pôster

    22 de setembro de 2017 /

    A rede CW revelou os primeiros detalhes sobre o grande crossover envolvendo suas séries de super-heróis “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. O episódio foi intitulado “Crisis on Earth-X” (Crise na Terra-X) e será centrado no casamento de Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West (Candice Patton). Todos os super-heróis viajam até Central City para a cerimônia, enquanto os vilões da Terra-X invadem as festividades com uma agenda mortal. “Criamos o crossover deste ano para evocar os cruzamentos anuais da Liga da Justiça e da Sociedade da Justiça com que crescemos e adorávamos quando éramos crianças“, disseram os produtores executivos Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg em um comunicado. Por conta disso, eles encomendaram um pôster do evento para um artista de quadrinhos marcantes da DC Comics, Phil Jimenez, que desenhou a famosa “Crise nas Infinitas Terras” (2005-2006), além de muitas edições da “Mulher-Maravilha” (2001–2003). Mas a arte evoca uma época bem anterior, de capas clássicas da Liga da Justiça entre os anos 1960 e 1980, especialmente a edição 206, de 1982, “Crisis on Earth-Prime”, em que vilões da Terra-3, onde não havia super-heróis, invadem a Terra-1 (ou Prime). A arte do cartaz, inclusive, faz referência direta àquele combate. Compare abaixo. Terra-X, porém, tem uma história diferente. É uma Terra em que a 2ª Guerra Mundial durou décadas, e onde um grupo de heróis, conhecidos como Combatentes da Liberdade, lutava até os anos 1970 para derrotar o 3º Reich – o que só aconteceu com o auxílio da Liga da Justiça e da Sociedade da Justiça – sim, um novo crossover, publicado nas edições 107 e 108, de 1973. O nome dessa história? “Crisis on Earth-X”. O crossover televisivo envolvendo as quatro séries vai acontecer em duas noites consecutivas nos Estados Unidos, começando na segunda-feira, 27 de novembro, e terminando na terça-feira, 28 de novembro. No Brasil, as séries são exibidas no canal pago Warner. Clique no pôster e na capa abaixo para ampliar as imagens em tela inteira.

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