Conheça as 12 novas séries de anime da Netflix
A Netflix anunciou a produção de 12 novas séries de animação em estilo anime, entre elas uma nova adaptação de “Cavaleiros do Zodíaco”. Durante um evento em Tóquio nesta quarta (2/8), a plataforma também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo alguns dos trailers. Além de “Cavaleiros do Zodíaco”, foram anunciadas as produções de “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Há também um longa animado sobre “Godzilla” em desenvolvimento. Embora os títulos possam parecer pouco conhecidos no Brasil, a maioria traz personagens festejados pelos fãs de mangás. “Baki”, por exemplo, foi publicado entre 1999 e 2005 e já teve uma adaptação animada. Criado por Keisuke Itagaki, o personagem-título é um lutador de artes marciais que se envolve em lutas clandestinas. A trama da série será a mesma do anime anterior, em que ele enfrenta condenados do Corredor da Morte. “Devilman Crybaby” também é, como “Cavaleiros do Zodíaco”, uma nova encarnação de um anime/mangá clássico. “Devilman” (Debiruman, no original) foi criado por Go Nagai em 1972 e exibido quase simultaneamente em quadrinhos e desenhos animados. O anime até já teve um revival, em 1987. Na trama, o protagonista Akira Fudo se funde a um demônio para ganhar poderes sobrenaturais e impedir um ataque de demônios na Terra, mesmo que isso possa custar sua alma. Bem mais recente, “Sword Gai” começou a ser publicado como mangá em 2012, escrito por Toshiki Inoue e desenhado por Keita Amemiya. Por curiosidade, a série animada que será exibida pela Netflix já estava sendo produzida desde 2016. A trama gira em torno de um menino que se funde com uma espada demoníaca. “Children of the Whale” anima o belo mangá de Abi Umeda, que é publicado desde 2013. A trama pós-apocalíptica se passa em um mundo coberto de areia e acompanha os habitantes de um barco gigante que flui sobre o mar da areia. O menino Chakuro e seus amigos nunca viram ninguém do mundo exterior, até que, um dia, ao se aproximarem de um navio em ruínas, encontram uma garota em seu exterior. Ainda mais novo, o mangá “Kakegurui”, que tem o subtítulo “Compulsive Gambler”, surgiu em 2014, com texto de Homura Kawamoto e ilustração de Tōru Naomura. A trama se passa numa escola para as crianças mais ricas do Japão, e cuja hierarquia é determinada por uma série de jogos em que os alunos apostam suas fortunas contra os outros, e aqueles que perdem se tornam escravos dos caprichos dos que ganham seu dinheiro. Até a chegada de uma nova aluna perturbar o status quo. Detalhe: a série já está sendo exibida no Japão e será “apenas” distribuída pela Netflix nos demais países. “Fate/Apocrypha” adapta uma coleção de romances juvenis, que também foi transformada em mangás entre 2012 e 2014, e se passa numa realidade alternativa, em que uma guerra entre dois clãs mágicos é travada em nome do Santo Graal. Assim como “Kakegurui”, a adaptação em anime está atualmente sendo exibida no Japão. “Rilakkuma” não veio dos mangás, mas é um fenômeno popular no Japão. Criada por Aki Kondo como um animal de estimação, tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, que cria designs de bichos fofinhos para explorar como marketing. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Já “Cannon Busters”, apesar do visual japonês, é uma criação americana do desenhista nova-iorquino LeSean Thomas. Os primeiros quadrinhos foram publicados nos EUA em 2005 e, em 2014, seu criador lançou uma campanha de crowdfunding para realizar a versão animada. Com ajuda de Tim Yoon (produtor de “Avatar: A Lenda De Korra”), e do desenhista da Marvel Joe Madureira (que não é brasileiro), ele realizou um piloto, que originou a série atual. Entre os animes totalmente originais, vale ressaltar ainda a tradição das produtoras de “A.I.C.O. Incarnation’s”, realizado pelo mesmo estúdio responsável por “My Hero Academia”, e “B: The Beginning”, do estúdio Project IG, responsável por nada menos que “Ghost in the Shell”. “B: The Beginning” gira em torno de um detetive policial que procura uma organização criminosa misteriosa e um assassino em série chamado Killer B. “A.I.C.O. Incarnation” apresenta uma forma de vida artificial monstruosa isolada em uma zona restrita, até uma garota chamada Aiko entrar em contato com ela. A menina acaba descobrindo que tem mais em comum com a criatura do que poderia sonhar – ou melhor, ter pesadelos a respeito. Por fim, “Last Song” é uma fantasia sobre dois cantores que mudam o mundo com músicas mágicas, capazes de curar feridas e criar água. Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações na Netflix. Para passar vontade, veja abaixo, que apresentam quatro séries em idioma japonês e legendas em inglês.
Netflix vai lançar nova série animada dos Cavaleiros do Zodíaco
O clássico anime “Cavaleiros do Zodíaco”, que foi febre no Brasil nos anos 1990, vai ganhar uma nova série na Netflix. O anúncio foi feito pela plataforma de streaming nesta quarta (2/8), durante um evento em Tóquio, que revelou os planos da Netflix para ampliar a quantidade de animes (desenhos japoneses) em sua programação. Na ocasião, a Netflix também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo o pôster do novo “Cavaleiros do Zodíaco”. O projeto da Netflix prevê 12 séries novas de animação e um longa animado de “Godzilla”. O revival de “Cavaleiros do Zodíaco” foi batizado em inglês de “Knights of Zodiac” e não “Saint Seiya” (tradução do original “Seinto Seiya”) como era originalmente conhecida. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Os roteiros serão de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Por sua vez, o anime de “Godzilla: Monster Planet” vai se passar no futuro, 20 mil anos após o monstro gigante dominar a terra e um último confronto entre a criatura e a humanidade se aproxima. A produção será realizada em computação gráfica, numa parceria com a Polygon Pictures. As outras séries são “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações. Mas você pode saber mais sobre elas e ver seus trailers aqui.
Chris Hemsworth revela que melhor frase do trailer de Thor: Ragnarok foi ideia de uma criança
A frase do trailer de “Thor: Ragnarok” que arrancou mais risos e conquistou o público foi ideia de uma criança. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o ator Chris Hemsworth revelou que disse “Ele é um amigo do trabalho”, na cena em que encontra o Hulk na arena alienígena de combates, por sugestão de um menino que visitou o set, como parte de uma parceria com a fundação Make-a-Wish. “Tínhamos esse garoto do Make-a-Wish no set aquele dia. Conversei com ele entre as tomadas, tipo indo e voltando, e ele disse ‘sabe, você deveria falar: ele é um amigo do trabalho’. Então, foi esse jovem quem teve essa ideia”. A fundação Make-a-Wish realiza “desejos” de crianças com doenças graves. Reveja aqui o trailer original do filme, que contém a frase divertida. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Amazon vai lançar anti-Confederate, uma série sobre um país imaginário construído por ex-escravos
Enquanto o projeto da série da HBO “Confederate”, dos criadores de “Game of Thrones”, recebe críticas de todos os lados, por se propor a contar uma trama de História alternativa em que o Sul venceu a Guerra Civil americana e não houve abolição da escravatura, a Amazon anuncia uma produção que se propõe a mostrar praticamente o oposto. O projeto se chamará “Black America” e mostrará uma realidade alternativa em que, após a Guerra Civil, os estados sulistas são entregues aos ex-escravos para que construam sua própria nação. Eles então criam um país chamada New Colonia, que nutre uma relação ocasionalmente problemática com os Estados Unidos, país vizinho. Após 150 anos de “exercícios militares, assassinatos, golpes e mudança de regimes”, New Colonia torna-se uma das maiores nações industrializadas do mundo, enquanto os Estados Unidos entra em rápido declínio. Relacionadas desde sempre, o destino das duas nações é colocado em risco. A série foi desenvolvida pelo produtor William Packer (“Straight Outta Compton”) e o roteirista Aaron McGruder (criador de “The Boondocks”). Apesar do timing do anúncio, o site Deadline já vinha mencionando desde fevereiro que Packer e McGruder estavam trabalhando numa série de história alternativa, ao estilo de “The Man in the High Castle”. Em entrevista ao próprio Deadline, Packer confirmou que, por mais que a revelação da controversa série da HBO tenha adiantado os planos de “Black America”, seu projeto já estava em desenvolvimento há certo tempo. “Agora pareceu a hora certa para garantir ao público e à comunidade criativa que existe um projeto e que já estamos avançados no desenvolvimento.” Ainda não há previsão para a estreia de “Black America”, que será lançado pelo serviço de streaming Amazon Prime Video. Mas vale lembrar que, na vida real, ex-escravos dos Estados Unidos construíram mesmo um país. Eles migraram para a África e criaram a Libéria (do latim, “terra livre”), cujo nome remete à conquista da sua liberdade. Mesmo se inspirando na constituição e democracia americanas, a Libéria não virou umas maiores nações industrializadas do mundo, como na ficção da Amazon. Muito antes pelo contrário. Apesar de ter recebido grande investimento dos Estados Unidos, permanece um dos países mais miseráveis da África, imerso em guerras civis.
Vídeo divertido anuncia o começo das filmagens de Homem-Formiga e a Vespa
A Marvel divulgou o primeiro vídeo de bastidores de “Homem-Formiga e a Vespa” para anunciar o começo das filmagens. Divertido, o vídeo revela as cadeiras miniaturas que os protagonistas “usam” para descansar entre os takes. Além de Paul Rudd e Evangeline Lilly como os heróis do título, a continuação trará de volta personagens importantes do primeiro filme, como Hank Pym (interpretado por Michael Douglas), Luis (Michael Peña), Maggie Lang (Judy Greer) e Cassie (Abby Ryder Fortson), a filha de Scott Lang, a identidade civil do Homem-Formiga. Entre as novidades da continuação estão as presenças de Laurence Fishburne (“Matrix”, série “Hannibal”) e Michelle Pfeiffer (“A Família”), respectivamente como o Dr. Bill Foster, também conhecido como Golias Negro, e Janet Van Dyne, a Vespa original. Outros atores confirmados são Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Randall Park (protagonista da série de comédia “Fresh Off the Boat”) e Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), intérpretes de Sonny Burck, CEO da empresa Cross Technologies, do agente da SHIELD Jimmy Woo e da vilã Fantasma, uma hacker brilhante capaz de ficar invisível – e que é um homem nos quadrinhos do Homem de Ferro. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ron Howard descobre que droides não ouvem o diretor, nos bastidores do longa de Han Solo
Desde que assumiu a direção do longa de Han Solo, segundo spin-off da saga “Star Wars”, Ron Howard tem compartilhado diversos detalhes da produção em suas redes sociais, em contraste gritante ao clima de segredo que marcou o período filmado pela dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”), demitidos pela Lucasfilm após cinco meses de produção. Em novos posts em sua conta no Twitter, Howard divertiu seus seguidores revelando como os “droides são intratáveis” nos sets da produção. “Droides podem fazer a galáxia funcionar, mas descobri que eles nem sempre ouvem o diretor!”, comentou num post. Veja abaixo. Howard está filmando sem parar, já que, apesar da mudança de diretor, o longa ainda mantém sua previsão de estreia para maio de 2018. These droids can be so damn intractable. But we'll go until we get it right! #UntitledHanSoloMovie pic.twitter.com/tDR6EOW8pn — Ron Howard (@RealRonHoward) August 2, 2017 Droids help make the Galaxy go round but I find they don't always listen to the director!#UntitledHanSoloMovie pic.twitter.com/XSgvK4y4Dd — Ron Howard (@RealRonHoward) August 2, 2017
A Torre Negra pode ganhar série derivada se o filme não implodir nas bilheterias
O projeto megalomaníaco original de Ron Howard para a adaptação da coleção literária “A Torre Negra” ainda estão de pé. Há muitos anos, o cineasta propôs o desenvolvimento simultâneo de filmes e uma série para explorar os personagens criados por Stephen King. Isto fez com que o filme quase fosse arquivado, com desistência de estúdio atrás de estúdio, e o levou a abandonar seus planos de dirigi-lo, assumindo um papel menos vistoso em sua produção. Desde que o filme saiu do papel, ninguém mais tinha retomado o assunto da série. Até agora. Em entrevista ao site IndieWire, o diretor do longa Nikolaj Arcel confirmou ter participado da criação dos primeiros roteiros de uma série da “Torre Negra”. “Já está escrito. Participei da criação do roteiro do piloto e do segundo episódio, assim como das ideias para a 1ª temporada. O que foi empolgante foi o fato de que, enquanto com o filme estávamos tentando realmente criar uma introdução e fazer uma produção independente, que poderia existir sozinha, trabalhamos ao mesmo tempo numa série, que reflete fielmente o mesmo universo. Vamos voltar ao passado. A série é muito próxima de “A Torre Negra: Mago e Vidro” e de partes do livro sobre o Pistoleiro. Foi divertido porque assim podemos até escrever os personagens exatamente como eles eram. O que, como fã, é empolgante de um jeito diferente.” Nenhum canal ou plataforma de streaming anunciou a atração, embora Howard tenha negociado com a HBO quando o filme esteve prestes a ser realizado pela Warner, após a desistência da Universal. Entretanto, isto foi antes da Sony assumir a produção cinematográfica. Aparentemente, Idris Elba voltaria a viver o Pistoleiro na série. De todo modo, a produção dependerá do desempenho do filme, que tem estreia marcada para 24 de agosto. O site Boxoffice Mojo já apurou que o lançamento acontecerá em 3,2 mil salas na América do Norte, bem menos que as 4 mil que costumam receber as apostas mais claras de blockbusters no mercado doméstico.
Série Supergirl terá cinco novos personagens, incluindo os vilões Régia, Psi e Sanguinário
O podcast The Hashtag Show teve acesso às fichas de casting de cinco novos personagens da 3ª temporada de “Supergirl”. A lista inclui um vilão que ainda não tinha sido anunciado: Bloodsport, que nas publicações de quadrinhos do Brasil teve seu nome traduzido como Sanguinário. As descrições dos personagens mostram diversas liberdades dos roteiristas. Conhecido por seu império de mídia, Morgan Edge virou especulador imobiliário na série – o mais burro do mundo pelo perfil divulgado, já que pretende construir sob solo radioativo. Uma pena que este seja o destino do magnata criado por ninguém menos que o mestre Jack Kirby em 1970, que originalmente comprou o Planeta Diário e levou Clark Kent para trabalhar em sua rede de TV. A história de Régia também foi bastante alterada, com uma identidade humana e até uma filha, que, segundo informa o Hashtag Show, tem potencial para virar integrante fixo do elenco na 4ª temporada. Outro detalhe que chama atenção é que Régia e Psi tem sobrenomes que soam iguais, com a diferença de uma letra em sua grafia. Seria erro de digitação, coincidência, preguiça? Nos quadrinhos, a identidade de Psi é Gayle Marsh, mas na ficha de casting foi batizada como Gail Marsh. Veja abaixo as descrições dos novos personagens. Morgan Edge: Homem, 40 anos. Ele é tão corrupto quanto é intimidador. Quer limpar a área do cais de National City de qualquer jeito e, para isso, listou os serviços de homens loucos para explodi-la durante as homenagens à Supergirl. Este experiente titã da indústria tem um novo plano de incorporação imobiliária para a costa da cidade e não se importa em ter que tirar a população imigrante da região para implementar seus esquemas. Será vivido por Adrian Pasdar (Major Talbot em “Agents of SHIELD”) Robert Dubois / Bloodsport (Sanguinário): Homem, entre 30 e 40 anos. É um mercenário e ex-militar que se infiltra na sua antiga base e roubou artigos para disfarçar um dispositivo nuclear subaquático. Mais tarde, descobriremos que ele é funcionário de Morgan Edge e foi contratado para explodir uma arma nuclear. Ainda sem intérprete anunciado. Gail Marsh / Psi: Mulher, com quase 30 anos. Fatal e sedutora, esta inimiga da Supergirl dos quadrinhos tem a habilidade de trazer a tona os maiores medos de suas vítimas. Além de ser uma ameaça física, o poder real dela é deixar a heroína de joelhos sem dar nenhum golpe sequer. Será vivida por Yael Grobglas (série “Jane the Virgin”) Samantha March / Reign (Régia): Mulher, com quase 30 anos. É uma mãe solteira, que tenta se apegar a sua humanidade quando seu alterego super-humano e cruel, Régia, começa a tomar conta da sua personalidade. A coisa mais importante da sua vida é sua filha Ruby, por quem ela sacrificaria qualquer coisa. Será interpretada por Odette Annable (séries “House”, “Banshee” e “Pure Genius”). Ruby March: Menina, branca ou latina, entre 11 e 14 anos. É inteligente, divertida, mas deslocada. É independente, não gosta de fazer o mesmo que os outros. Muito leal à sua mãe Samantha, as duas são uma boa equipe, que cuidam de si mesmas e apreciam esta relação de companheirismo. Mas ela não tem medo de falar o que pensa quando sente que tem direito. A intérprete não foi divulgada. A série “Supergirl” retorna com capítulos inéditos em 9 de outubro na rede americana CW. No Brasil, ela é exibida pelo canal pago Warner.
Os Defensores ganha novo pôster e mais 30 fotos
A Netflix divulgou um novo pôster e mais 30 fotos novas da série “Os Defensores”, que vai juntar os heróis das quatro produções de super-heróis da plataforma de streaming em uma única história. O cartaz reúne os protagonistas, os personagens Matt Murdock, o Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Daniel Rand, o Punho de Ferro (Finn Jones). Além do quarteto principal, a série também contará com a presença de Claire Temple (Rosario Dawson), Misty Knight (Simone Missick), Coleen Wing (Jessica Henwick), Trish Walker (Rachael Taylor), Elektra (Elodie Yung), Karen Page (Deborah Ann Woll), Foggy Nelson (Elden Henson), Stick (Scott Glenn) e uma vilã vivida por Sigourney Weaver. Com apenas oito episódios, “Os Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix.
Cena de Os Defensores vai juntar todos os coadjuvantes das séries de super-heróis da Netflix
Os Defensores não reunirá apenas os quatro heróis do universo da Marvel na Netflix. A atriz Jessica Henwick, que interpreta Colleen Wing em “Punho de Ferro”, revelou que os personagens secundários também irão se relacionar nessa série, e que uma cena irã juntar todos os coadjuvantes. “Estou muito animada para que os fãs vejam os personagens interagindo como nunca. Não estou nem falando só dos quatro principais. Estou me referindo também ao elenco de apoio, que na sua maioria já foi anunciado. Tem uma cena com todos nós, todos num mesmo cômodo e foi muito divertido. É mais ou menos no final da série, eu diria.” Esta interação deve incluir o encontro de sua personagem, Colleen Wing, com Misty Knight, vivida por Simone Missick em “Luke Cage”. Afinal, as duas formam uma dupla de combatentes do crime nos quadrinhos, denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês), e os produtores já afirmaram que Misty irá participar da 2ª temporada de “Punho de Ferro”. A atriz não confirmou, nem desmentiu. “Eu disse que tem uma cena com todos nós numa mesma sala, então é possível que Colleen e Misty se aproximem e comecem a conversar. Sei que os fãs querem isso. É uma das razões que eu amei a Colleen quando comecei a pesquisar a personagem e vi as Filhas do Dragão e o que era isso. É diferente de tudo que está na TV. É diferente de tudo que eu já vi, até onde eu sei. Sim, acho que os fãs ficarão felizes.” Não vai demorar para os fãs conferirem isso. A minissérie dos “Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix.
Jimmi Simpson confirma que continua em Westworld na 2ª temporada
O ator Jimmi Simpson confirmou no Twitter que estará na 2ª temporada de “Westworld”. Sua participação era dúvida após a revelação que o arco do seu personagem William era, na verdade, um flashback, que mostrava como ele se tornaria o implacável Homem de Preto vivido por Ed Harris. A 2ª temporada ainda não teve sua data de estreia confirmada, mas os produtores revelaram as primeiras cenas do novo ano num teaser divulgado na Comic-Con. Ele já foi disponibilizado legendado pela HBO. Yessir, William will be black. I mean back. — Jimmi Simpson (@jimmisimpson) July 30, 2017
Mindhunter: David Fincher volta a caçar serial killers no trailer legendado de sua nova série
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer legendado de “Mindhunter”, série produzida pelo cineasta David Fincher (“Seven”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que vai contar a história real da primeira equipe de elite do FBI dedicada a investigar serial killers. A prévia mostra como o ator Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) começa a juntar especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como ele pretende utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. A produção é baseada no livro de memórias “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit”, publicado em 1996 pelo agente John Douglas – vivido por Groff na atração. O elenco também inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”) Além de produzir, Fincher também vai dirigir alguns episódios da 1ª temporada, como fez com “House of Cards”. A estreia está prevista para 13 de outubro.
50 Cent xinga o canal Starz no Instagram após cortes na série Power
O rapper e ator Curtis “50 Cent” Jackson usou seu perfil no Instagram para xingar o canal Starz, que exibe “Power”, série que ele estrela e produz – e que tem a maior audiência do canal. “Acordei me sentindo um pouco diferente sobre o Starz essa manhã. Se o maior programa da sua emissora não significa nada, então o que a sua emissora significa, Starz? Vou levar meus talentos para South Beach, f*da-se isso”, ele escreveu. A raiva de 50 Cent foi ventilada após a exibição do episódio do último domingo (30/8), originalmente escrito em duas partes, mas que precisou ser resolvido em apenas uma, deixando diversos elementos de fora. O capítulo marcou a morte de dois personagens importantes e deveria incluir outras histórias paralelas. De acordo com a criadora e showrunner Courtney Kemp Agboh, o Starz não concordou em exibir um episódio maior, nem aumentar a temporada, o que fez o episódio sofrer vários cortes. Após o desabafo de 50 Cent, os seguidores do rapper no Instagram avisaram que se “Power” sair do Starz, eles cancelarão suas assinaturas. Para a maioria, “Power” é a único motivo para assinar o canal. Atualmente em sua 4ª temporada, “Power” já está renovada pelo Starz até o quinto ano, previsto para ir ao ar em 2018. I woke up feeling a little different about POWER this morning . If the biggest show on your net work doesn't mean anything, what does your network mean STARZ? I'm taking my talents to south beach fuck this. Uma publicação compartilhada por 50 Cent (@50cent) em Jul 31, 2017 às 6:26 PDT












