A Cuca pega, viraliza e é pirateada pelo famoso blogueiro americano Perez Hilton
A Cuca finalmente pegou. Imagens da personagem, extraídas da série infantil “Sítio do Picapau Amarelo”, viraram meme e viralizaram nas redes sociais, chamando atenção dos americanos. Não se sabe exatamente o que motivou o interesse internacional na criação do escritor Monteiro Lobato, mas a curiosidade levou um internauta de Nova York a perguntar no Twitter: “De onde vêm os GIFs desse jacaré de peruca e quem é ela?”. A pronta-resposta de brasileiros originou novos GIFs. O problema é que a popularidade da Cuca também inspirou o blogueiro Perez Hilton a lucrar, lançando camisetas, capas de celular e outros produtos estampados com a jacaré loira do mal. O oportunismo não foi bem visto pelo público brasileiro, que passou a criticá-lo por se apropriar de uma personagem nacional e pirateá-la descaradamente, já não pagou direitos autorais para explorar sua imagem. A própria família do escritor Monteiro Lobato acabou entrando na história. Em entrevista ao UOL, o empresário Álvaro Gomes, que cuida do legado de Lobato ao lado dos bisnetos do autor, criticou a postura do blogueiro e disse que ele não poderia ter feito as camisetas sem pedir autorização para uso da imagem. Inspirada em um dragão português com o nome de Coca, a personagem apareceu pela primeira vez no livro “O Saci”, de 1921. A partir daí, a bruxa reptílica ganhou destaque nas histórias do escritor, principalmente no “Sítio do Picapau Amarelo”. Tornou-se tão popular que virou até canção de ninar – aquela em que pais ameaçam nenês que se recusam a dormir com o aviso de que a “a Cuca vai pegar”. A vilã também apareceu em todas as diferentes versões do “Sítio” desenvolvidas para a TV desde 1977, inclusive nos desenhos animados. Lemme see that Cucussy!! Get your #Cuca merch now at https://t.co/sqQnlCBka0 pic.twitter.com/5aD2ztGSrA — Perez Hilton (@PerezHilton) 21 de junho de 2017
Ron Howard é o novo diretor do filme de Han Solo
Confirmando rumores, o cineasta Ron Howard, vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante” (2001), é o novo diretor do filme de Han Solo, próximo spin-off do universo de “Star Wars”. A Lucasfilm oficializou a contratação nesta quinta-feira (22/6), dois dias após anunciar o afastamento da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”). Miller e Lord chegaram a filmar quase cinco meses de cenas, o equivalente a 70% da produção, antes de “diferenças criativas” levarem à suas demissões. No comunicado da companhia, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, afirma que as filmagens serão retomadas em 10 de julho com Howard no comando. O diretor vem de uma série de fracassos financeiros (“Inferno”, “No Coração do Mar”, “O Dilema”), mas tem experiência em grandes produções e já trabalhou com a Lucasfilm no começo de sua carreira (em “Willow – Na Terra da Magia”). “Na Lucasfilm, acreditamos que o maior objetivo de cada filme é encantar e levar adiante o espírito da saga que George Lucas começou há 40 anos”, diz Kennedy na nota oficial. “Temos um roteiro maravilhoso, uma equipe e um elenco incríveis e o compromisso absoluto em fazer um grande filme”. O primeiro spin-off da franquia, “Rogue One: Uma história Star Wars”, também passou por turbulências e, segundo atestam fontes de bastidores, mudanças similares, com a substituição de Gareth Edwards (“Godzilla”) por Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) em refilmagens extensivas. A diferença é que Gilroy não foi creditado e tudo se resolveu internamente. Para Miller e Lord serem dispensados publicamente, as divergências devem ter sido profundas e comprometedoras do que a Lucasfilm entende como “espírito da saga”. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmaram que a dupla estava fazendo uma comédia e estimulando o elenco a improvisar o texto, o que causou conflitos com o veterano roteirista Lawrence Kasdan. Nesta versão da história, Kasdan teria sido responsável pelo pedido de intervenção na produção. Além de assinar o novo filme com seu filho Jon, Lawrence Kasdan é quem maior conhecimento sobre Han Solo, pois foi quem mais escreveu histórias do personagem, responsável pelas tramas clássicas de “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), além do novo blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) Mesmo com a mudança, o filme mantém sua previsão de estreia para maio de 2018.
Roupas e objetos pessoais de Elke Maravilha estão se deteriorando
A família de Elke Maravilha, falecida em agosto do ano passado, revelou que o acervo pessoal da artista está em deterioração. Com mais de 200 objetos e roupas, a coleção está em más condições. “Eu não sei como lavar, como se limpa. Estamos procurando formas de manter, e elas vão se deteriorando com o tempo”, lamentou Fred Grunnup, irmão de Elke, durante entrevista no Programa do Gugu. Conhecida por seu estilo exuberante, as roupas de Elke Maravilha são registros importantes de sua personalidade e da história da moda e da TV brasileira, graças à sua ligação com a estilista Zuzu Angel e passagem por programas de TV como a “Buzina do Chacrinha” e o “Show de Calouros” de Sílvio Santos. “Algumas pessoas acham que eu me fantasio. E eu digo que não. Eu sou assim! Fantasia é quando você veste algo que você não é”, disse Elke em 2015, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
Larissa Manoela tem seu grande teste nos cinemas com a estreia de Meus 15 Anos, a maior da semana
A comédia teen “Meus 15 anos” é a maior estreia da semana. Aproveitando a falta de um concorrente estrangeiro de peso, a produção estrelada por Larissa Manoela chega às telas em cerca de 500 salas. Isto é menos da metade do que vem sendo reservado para os blockbusters americanos neste ano, ainda que exista grande expectativa comercial com o lançamento, alimentado pela forte presença da atriz adolescente nas mídias sociais. Larissa recentemente atingiu 10 milhões de seguidores no Instagram. Como se não bastasse, o filme ainda tem participação de Anitta, outro fenômeno de popularidade. “Meus 15 Anos” testará a capacidade de Larissa para carregar um filme num circuito que claramente privilegia produções de Hollywood. É seu primeiro trabalho como protagonista, após dividir a cena (alguns diriam roubar a cena) com seus coleguinhas da franquia “Carrossel”. Independente do resultado, a história permite que ela cresça diante do olhar do público, transitando do cinema infantil para o juvenil conforme sua própria faixa etária. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, “Meus 15 Anos” conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa, que usa óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que descobre que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. A questão é saber se a imagem do pôster, em que ela aparece como uma princesa pink da Disney, será entendido como a moral da história, ou se o público perceberá que a personagem é um pouco mais madura que isso. O maior concorrente do filme nacional, com estreia em 415 salas, é estrelado por uma princesa Disney de verdade: Emma Watson, protagonista de “A Bela e a Fera”. Mas nem sua presença ao lado de Tom Hanks (“Sully”) impediu a implosão de “O Círculo” na América do Norte. Adaptação do best-seller homônimo de Dave Eggers, o filme gira em torno de uma nova rede social, mais intrusiva que todas já existentes, cujo slogan resume sua aspiração de Big Brother: “Saber é bom, saber tudo é melhor”. Como as redes sociais atuais parecem mais avançadas que a imaginária, foi considerado uma grande decepção. Não apenas para a crítica, com 15% (abaixo do nível “Transformers”) no site Rotten Tomatoes, mas para o próprio público americano, com com nota D+ no CinemaScore, uma das mais baixas dos últimos tempos. Quem busca uma atmosfera mais tensa, terá a disposição “Ao Cair da Noite”, um terror claustrofóbico e pós-apocalíptico. Na trama, Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) protege sua família de uma ameaça não natural que aterroriza o mundo, mantendo uma tênue ordem doméstica numa cabana isolada. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outros quatro longas brasileiros também estreiam nesta quinta (22/6), dois deles premiados em festivais. O drama “Mulher do Pai”, inclusive, foi o filme mais premiado do último Festival do Rio: Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, em seu primeiro longa-metragem, Melhor Fotografia para Heloísa Passos (“Lixo Extraordinário”) e Melhor Atriz Coadjuvante para a uruguaia Verónica Perrota. Também ganhou prêmios da crítica no Festival do Uruguai e na Mostra de São Paulo, além de ter sido selecionado para o Festival de Berlim deste ano. Passado no interior gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, “Mulher do Pai” ainda pode ser visto como o lado B de “Meus 15 Anos”, nem tanto pela proposta cinematográfica diferente, mas por também mostrar a vida de uma adolescente (a estreante Maria Galant). A jovem tem seu cotidiano alterado radicalmente após a morte da avó, precisando assumir o trabalho de cuidar do pai (Marat Descartes, de “Quando Eu Era Vivo”), deficiente visual, no mesmo momento em que ela começa seu despertar sexual. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando uma atraente uruguaia (Verónica Perrota, de “Una Noche sin Luna”) ganha espaço na vida de ambos. “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio e o mesmo prêmio na Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos eventos mais importantes de cinema indie dos Estados Unidos. A produção marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora e evoca a ligação histórica de sua família com o Teatro Rival, que serviu de palco para inúmeros espetáculos de revista. É neste palco que se passa o filme, documentando a reunião de alguns dos travestis mais famosos do Brasil para um espetáculo musical, com muitas confidências de bastidores, celebrando 50 anos das primeiras apresentações do gênero no país. Outro documentário, “Tudo é Irrelevante”, que estreia em apenas uma sala no Rio de Janeiro, retrata a vida e o pensamento do cientista político brasileiro Hélio Jaguaribe. Foi exibido no festival É Tudo Verdade. A lista ainda inclui “Bruxarias”, animação infantil espanhola com um produtor gaúcho, o experiente animador Otto Guerra (“Até que a Sbórnia nos Separe”). Estreia em longas da diretora espanhola Virginia Curiá, acompanha uma menina que descobre uma poção encantada de sua avó que a permite voar, e a usa para salvar a velhinha de uma corporação gananciosa, que quer suas receitas mágicas. Foi indicada ao Prêmio Platino. O circuito limitado abrigada mais três produções francesas. Duas foram antecipadas pelo Festival Varilux. “Frantz”, de François Ozon, foi indicado a nada menos que 11 Césars (o Oscar francês), mas só venceu o prêmio de Melhor Fotografia por suas deslumbrantes imagens em preto e branco. Passado após a 1ª Guerra Mundial, evoca os antigos melodramas da era de ouro do cinema, ao mostrar como uma jovem alemã (Paula Beer, de “O Vale Sombrio”) conhece um tenente francês (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de seu noivo, Frantz, falecido no conflito. Ao descobrir que os dois eram antigos amigos, ela leva o francês para conhecer os pais de Frantz, que se encantam com o recém-chegado, forçando sua permanência da vida de todos, mesmo a contragosto da comunidade alemã. A história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, já havia sido levada ao cinema, no clássico “Não Matarás” (1932), do mestre alemão Ernst Lubitsch. Mas a versão de Ozon inclui detalhes que não poderiam ser exibidos nos anos 1930. “Na Vertical” tem direção de Alain Guiraudie, que há quatro anos causou impacto com as cenas de sexo homossexual explícito em “Um Estranho no Lago” (2013). Seu novo trabalho não teve a mesma repercussão, mesmo repisando temas similares, como o suspense que acompanha a chegada de um estranho numa pequena comunidade. O protagonista é um diretor em busca de ideias para um filme, que é compelido a permanecer no lugarejo após ver um jovem atraente na estrada, a quem gostaria de filmar. Desta vez, as cenas de sexo não são exclusivamente gays, mas incluem práticas pouco ortodoxas. Completa a programação “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, coprodução da França dirigida pelo belga Stephan Streker (“Michael Blanco”), sobre o mesmo choque cultural do mais famoso “Cinco Graças” (2015). A garota do título é uma imigrante de família paquistanesa que vive na França. Acostumada ao modo de vida europeu, ao completar 18 anos ela se recusa a ser a próxima filha a seguir a tradição dos casamentos precoces e arranjados, e entra em conflito com os pais. Clique nos títulos em destaque para ver os trailers de todos os lançamentos da semana.
Transformers: O Último Cavaleiro é o pior da franquia para a crítica norte-americana
Surgiu o franco-favorito ao Framboesa de Ouro 2018. Conforme os trailers prometiam, “Transformers: O Último Cavaleiro” é mesmo o pior de todos os “Transformers”. A opinião foi compartilhada de forma unânime pela crítica norte-americana. Se havia dúvidas, o ranking do site Rotten Tomatoes comprova a involução da franquia dirigida por Michael Bay. Até então, “Transformers: A Era da Extinção” (2014), o lançamento anterior, tinha o desempenho mais “podre”, com 18% de aprovação. Pois “Transformers: O Último Cavaleiro” conseguiu superá-lo, com o recorde negativo de abissais 15%. O filme teve sua estreia antecipada na quarta-feira (21/6) nos Estados Unidos, mas só chega no Brasil daqui a um mês, em 20 de julho. Já as críticas, que estavam embargadas até a véspera, começaram a jorrar desde terça (20/6) como pus, extremamente virulentas. Leia abaixo alguns dos comentários: “Toda vez que Michael Bay faz mais uma abominação dessas, a franquia morre um pouco. O ano não está nem na metade, mas ‘Piratas 5’, ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’, ‘Rei Arthur – A Lenda da Espada’ e ‘A Múmia’ não podem roubar deste ‘Transformer’ o título de filme mais tóxico deste ano” (Peter Travers, revista Rolling Stone). “É tipo uma coleção dos piores filmes deste ano, desde a aparição dos Cavaleiros da Távola Redonda, à tentativa de ser engraçado igual ‘Baywatch’ e à ideia de ‘por que estamos na Inglaterra de novo?’ vista em ‘A Múmia'” (Alonso Duralde, do site The Wrap). “Assistir a um ator do calibre de Anthony Hopkins xingar seu mordomo-robô e tentar arrancar risadas pronunciando a palavra “dude” é doloroso, mesmo para um filme de ‘Transformers'” (Johnny Oleksinski, jornal New York Post). “‘Transformers’ é uma sequência tediosa, que perde muito tempo explicando uma trama indesejável e sem foco. A duração de duas horas e meia é mais um motivo para se evitar passar mais uma noite com essa franquia inspirada em brinquedos robóticos” (Brian Lowry, da rede CNN). “A suspeita tenebrosa é que a intenção era fazer um filme de duas horas e meia a qualquer custo, mesmo com apenas 90 minutos de material” (Mick LaSalle, jornal San Francisco Chronicle). ‘Ano sim, ano não, Michael Bay e seus gigantes robôs digitais saem da sua masmorra dourada para causar dano nas células cerebrais do mundo. ‘Transformers: O Último Cavaleiro’ me faz temer pela sanidade do planeta” (Peter Howell, jornal Toronto Star). “Qualquer pessoa capaz de explicar o enredo quase incompreensível merece um prêmio de algum tipo” (Frank Scheck, revista The Hollywood Reporter). “O desfecho é um borrão de efeitos especiais inexoráveis que atacam os sentidos para gerar diversão zero” (Brian Truitt, jornal USA Today). “Impossível achar redenção neste filme, apenas sofrimento” (Barry Hertz, jornal Globe and Mail). “Sobrecarregado em todos os aspectos, o ‘Último Cavaleiro’ é KLANK! KLANK! KLUNKER” (Soren Anderson, jornal Seattle Times). “É o pior desta série barulhenta e sem sentido” (Neil Genzlinger, do jornal The New York Times). “FiiigjhkwetwnwwwjsahafajhwfohofoehaoowofoeoicioeciaqidjFaerlaeaffjgjlje XGRSXSsfdsmfjjjomomrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr” (Bilge Ebiri, jornal Village Voice). “Faça parar. Faça parar. Faça parar. Faça parar” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger).
Filme do Pica-Pau com atriz brasileira ganha trailer dublado
A Universal divulgou o trailer dublado em português do filme do “Pica-Pau”. A prévia tem efeitos de desenho animado, com explosões que não matam, só deixam os personagens pretos, e choques que não eletrocutam, só fazem os personagens tremer. Entretanto, o que chama mais atenção é como o vídeo passa a impressão de ser uma produção nacional, ao destacar o nome do Brasil na narração e citar apenas a atriz brasileira do elenco, Thaila Ayala(de “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”). O detalhe é que a voz da brasileira é dublada em português por outra pessoa. E o dublador do Pica-Pau não é o mesmo que popularizou a voz do passarinho na televisão. Muito estranho. Mesclando o passarinho animado com atores reais, o filme gira em torno de uma briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Vanessa (Ayala). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois planejam derrubar a floresta do Pica-Pau, que promete não deixar barato. A equipe responsável é especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). O roteiro ainda foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que escreveram para diversas séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Até o momento, a produção só tem estreia marcada num único país – em todo o mundo. “Pica-Pau” vai chegar aos cinemas brasileiros em 5 de outubro.
Venom irá enfrentar Carnificina no primeiro spin-off do Homem-Aranha
A Sony já definiu quem será o vilão do filme do Venom, primeiro spin-off da franquia do Homem-Aranha. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, Carnificina será o antagonista da produção. Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) viverá Venom, mas a Sony ainda não definiu o intérprete de Carnificina. Em uma entrevista recente, Amy Pascal, ex-presidente da Sony e produtora dos filmes do Aranha, disse que “Venom” estará sim dentro do Universo Cinematográfico da Marvel, ao contrário do que havia sido anunciado inicialmente. Não está claro o que isso significa, já que a Marvel não produzirá o spin-off e Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha, está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel. Uma curiosidade é que tanto Venom quanto Carnificina são personagens derivados do próprio Homem-Aranha. Ambos foram infectados por simbiontes alienígenas que o herói aracnídeo trouxe para a Terra num uniforme negro, originário de outro planeta, durante a infame saga “Guerras Secretas”. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e as filmagens começam no segundo semestre, para uma estreia em outubro de 2018. Além deste filme, a Sony planeja outro spin-off, “Silver & Black”, que juntará Gata Negra e Sabre de Prata, e a reportagem do THR ainda revelou mais dois projetos de supervilões: centrados em Kraven, o Caçador e Mystério. A ideia, segundo apurou a publicação, é construir aos poucos um universo de personagens, em vez de lançar todos de uma vez, como era o plano original há alguns anos com “Sexteto Sinistro”, que foi arquivado.
O inverno chegou em 12 pôsteres e no trailer legendado de Game of Thrones
A HBO Brasil divulgou o trailer legendado e 12 pôsteres nacionais de personagens da 7ª temporada “Game of Thrones”, que marcam uma queda brusca no termômetro. O inverno chegou com tudo na produção épica, em meio a cenas grandiosas de batalha, com direito a dragões gigantes e o avanço inexorável dos caminhantes brancos pela neve. A sensação de frio é tão intensa quanto a determinação dos personagens. Mas o que ressoa com mais força é o idealismo de Jon Snow (Kit Harington), que propõe acabar com as diferenças entre as facções rivais para enfrentar o inimigo comum. O maior inimigo da humanidade, comandado por aquele que se autointitula o Rei da Noite. Mais curta, mas com episódios mais longos, a 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO.
Cantor Luciano vai participar da série TOCs de Dalila
O cantor Luciano Camargo, da dupla sertaneja com Zezé, vai participar de sua primeira série, como ator convidado da 2ª temporada de “TOCs de Dalila”, do Multishow. O cantor viverá o irmão de Sara Cintia (Suzana Pires), que na trama é uma sertaneja famosa. Imagens das gravações foram registradas no Instagram de Arleyde Caldi, a assessora pessoal do sertanejo, que confundiu a série com uma minissérie em sua legenda. “Gente, além de excelente cantor, o nosso querido Luciano Camargo atuou na minissérie Toque de Dalila. Fez muito bem o papel e mostrou ser um grande ator ao lado das divas Suzana Pires, Maria Clara Gueiros e Heloísa Périssé. Euzinha, claro, testemunhei este grande momento”, escreveu, ao postar fotos de Luciano em sua página no Instagram. A série gira em torno de Dalila (Heloísa Périssé), uma dona de casa obcecada por organização que se torna uma celebridade virtual depois que um vídeo em que aparece arrumando a casa “viraliza” na internet. Além de Luciano, a 2ª temporada também contará com a funkeira Valesca Popozuda. Gente, além de excelente cantor, o nosso querido Luciano Camargo atuou na minissérie "Toque de Dalila". Fez muito bem o papel e mostrou ser um grande ator ao lado das divas Suzana Pires, Maria Clara Gueiros e Heloisa Perrise. Euzinha, claro, testemunhei este grande momento. Agora, segredo nosso a razão desses sorrisos, na chegada à gravação de hoje. @camargoluciano ?????????????????????????????????????? Uma publicação compartilhada por ARLEYDE CALDI (@arleydecaldi) em Jun 20, 2017 às 8:10 PDT
Isis Valverde vence processo contra a Playboy no STJ
A atriz Isis Valverde venceu mais um capítulo da sua novela judicial, que já tem duração de uma década. Ela processa a editora Abril por conta de uma foto em que aparece seminua, publicada sem sua autorização pela revista Playboy em 2007. O STJ decidiu, por unanimidade, que a atriz tem direito à dupla indenização, por danos morais e materiais. O advogado da atriz, Marcelo Martins, informou para a imprensa que o valor atualizado da indenização por danos morais gira atualmente em torno de R$ 118 mil. Já a indenização por danos materiais correspondente ao valor que uma atriz com a projeção de Isis receberia para aparecer na revista. Esta quantia só será calculada quando a sentença for executada. A foto que motivou o processo foi tirada nos bastidores da novela “Paraíso Tropical”, em uma cena em que Isis aparecia com os seios descobertos. A Playboy publicou a imagem com a legenda “Isis Valverde, no Rio, dá adeusinho e deixa escapar o cartão de boas-vindas”. Na novela, a atriz interpretava a prostituta Telma. Além do uso indevido da imagem, o advogado da atriz questionou o texto, que considerou difamatório e inverídico. O processo alega que a “imagem veiculada traduz comentários de cunho malicioso e indecoroso que não possuem relação com as atividades da atriz”. Isis já tinha vencido a causa originalmente em 2013, mas a Abril recorreu, protelando a execução da sentença, que agora foi novamente confirmada pelo STJ. Em seu julgamento, a juíza Katia Cilene da Hora Machado Bugarim argumentou que “o fato de a autora ser atriz de TV e ter notoriedade não afastam o seu direito à intimidade e ao pudor, salvo se por mera liberalidade abrisse mão disso, o que não ocorreu no caso”. A editora Abril ainda pode recorrer da decisão em mais uma instância, esticando ainda mais a novela.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha 25 novas fotos
A Sony e a Marvel divulgaram 25 novas fotos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Algumas tinham sido veiculadas anteriormente por revistas, com logotipos, cor e baixa resolução. A maioria traz Tom Holland como Peter Parker, em meio a seus colegas de escola. Mas as que chamam mais atenção são as do herói em seu “uniforme caseiro”, que é suspeitamente parecido com o traje do Aranha Escarlate nos quadrinhos – da saga do clone. As imagens do uniforme reserva também fazem propaganda explícita de uma marca de carro, patrocinadora do filme. Além de Tom Holland, as imagens também destacam os personagens de Zendaya, Jacob Batalon, Marisa Tomei, Laura Harrier, Tony Revolori, entre outros, além de cenas de bastidores com Robert Downey Jr., Michael Keaton e o diretor Jon Watts. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.
Diretores demitidos queriam transformar filme de Han Solo em comédia
Novos detalhes continuam emergindo dos bastidores da demissão dos diretores Phil Lord e Chris Miller do filme de Han Solo. O site da revista The Hollywood Reporter apurou que o principal problema foi o tom. A dupla, responsável pela versão comédia de “Anjos da Lei” e a animação “Uma Aventura Lego”, teria imposto um tom cômico na produção, incentivando improvisações do seu elenco. A iniciativa deixou o veterano roteirista Lawrence Kasdan incomodado. Segundo fontes ouvidas pelo THR, ele teria reclamado que a ironia de Han Solo era cínica e não piadista. “As pessoas precisam entender que Han Solo não é uma personalidade cômica. Ele é sarcástico e egoísta”, disse uma testemunha que concordou com o ponto de vista do escritor. Kasdan teria levado sua insatisfação à Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, e a executiva tomou o lado de seu velho amigo na disputa, afinal foi ele quem mais contribuiu para o desenvolvimento da personalidade de Han Solo, tendo assinado três roteiros com o personagem, “O Império Contra-Ataca” (1980), “O Retorno de Jedi” (1983) e o novo blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Fontes alegam que Lord e Miller esperavam convencer Kennedy ao mostrar o produto finalizado, mas não tiveram essa chance. Eles não esperavam ser demitidos, segundo este relato. Agora, Kasdan estaria revisando, com produtores da Lucasfilm, o material que foi filmado para ver o que é possível ser aproveitado. As filmagens tinham começado no final de janeiro e estimativas dão conta que 70% do longa já tinha sido rodado. Toda a produção foi colocada em hiato à espera da definição dos próximos passos. O próprio Kasdan estaria cotado para assumir a direção do longa, pois seria quem mais tem noção do que precisa ser melhorado. Ele já dirigiu 11 filmes, desde o clássico “Corpos Ardentes” (1982) até a comédia “Querido Companheiro” (2012). Mas uma regra do sindicado dos diretores impede que integrantes da equipe técnica original assumam a direção de um filme após a demissão de um diretor, a menos que se trate de situação de emergência. Por conta disso, também estão sendo sondados outros nomes, como Ron Howard, que vem de uma série de fracassos financeiros (“Inferno”, “No Coração do Mar”, “O Dilema”), mas tem experiência em grandes produções e já trabalhou com a Lucasfilm no começo de sua carreira (em “Willow – Na Terra da Magia”). Outro cineasta citado pelo THR é Joe Johnston, de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011), com quem Kennedy trabalhou em “Jurassic Park III” (2001).
Novo trailer épico de Game of Thrones traz batalhas, dragões e caminhantes brancos
O inverno chegou com tudo no novo trailer épico de “Game of Thrones”. Disponibilizado pela HBO ainda sem legendas, a prévia destaca os principais personagens da saga em meio a cenas grandiosas de batalha, com direito a dragões gigantes e o avanço inexorável dos caminhantes brancos pela neve. A sensação de frio é tão intensa quanto a determinação dos personagens. Mas o que ressoa com mais força é o idealismo de Jon Snow (Kit Harington), que propõe acabar com as diferenças entre as facções rivais para enfrentar o inimigo comum. O maior inimigo da humanidade, comandado por aquele que se autointitula o Rei da Noite. Mais curta, mas com episódios mais longos, a 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO.












