Sylvester Stallone processa Warner por fraude em filme de mais de 20 anos
Sylvester Stallone decidiu processar a Warner Bros por fraude. O astro afirma que o estúdio manipulou números para esconder os lucros da sci-fi de ação “O Demolidor”, lançada em 1993. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o ator alega “desonestidade pura e evidentemente intencional” por parte da empresa na prestação de contas, o que fez com que Stallone e a produtora Rogue Marble não recebessem suas percentagens devidas nos lucros da produção. O processo caracteriza os estúdios de cinema como “notoriamente gananciosos” e as práticas da Warner Bros em particular como “inescrupulosas, antiéticas e ofensivas, e causadora de danos substanciais”. Segundo Stallone, ele deveria ganhar 15% do lucro bruto de “O Demolidor” quando o filme atingisse US$ 125 milhões e 20% se superasse US$ 200 milhões. O longa faturou US$ 159 milhões nas bilheterias mundiais. No entanto, o estúdio teria afirmado ao astro que a produção não tinha rendido lucro e, portanto, nenhum pagamento era devido ao ator. “O estúdio apenas tomou posse do dinheiro devido a Rogue Marble por anos e disse a si mesmo, sem qualquer justificação, que a Rogue Marble não tinha direito a quaisquer lucros”, afirma o processo, referindo-se à produtora de Stallone. Stallone revela que após questionar a contabilidade, um cheque lhe foi enviado no valor de US$ 2,8 milhões. No entanto, ele acredita que um pagamento mais significativo ainda é devido. O processo apela à justiça pelo “fim dessa prática para todos os talentos que esperam ser pagos pelo estúdio pelos frutos de seus trabalho”. Em “O Demolidor”, Stallone interpretava um policial congelado criogenicamente, que acorda em 2032 para perseguir um senhor do crime, interpretado por Wesley Snipes. O filme estreou em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas e ainda gerou adaptações em quadrinhos e videogames.
Fox disponibiliza na íntegra a 2ª temporada inédita de Outcast por streaming
O canal pago Fox decidiu disponibilizar toda a 2º temporada da série “Outcast” de uma só vez no Brasil, em sua plataforma de streaming Fox Play. A iniciativa surpreendeu os fãs da atração, porque os novos episódios só começaram a ser exibidos há duas semanas nos EUA, pelo canal pago Cinemax. Dos dez episódios disponíveis para streaming no Brasil, oito são completamente inéditos nos EUA. Claro que tem uma pegadinha. Os episódios inéditos são restritos aos assinantes da Fox Premium, pacote “de luxo” da emissora, disponível apenas numa assinatura mais cara. Mas é possível fazer uma degustação, durante um período de 15 dias de testes, e consequentemente maratonar “Outcast”. A série também é exibida simultaneamente com os EUA pelo canal pago Fox Premium 1 no Brasil, com transmissão aos sábados, às 23h. “Outcast” é baseada numa publicação de quadrinhos de terror de Robert Kirkman, o autor de “The Walking Dead”. A diferença em relação à série de zumbis é que, desta vez, ele se envolveu também na criação da versão televisiva. A trama acompanha Kyle Barnes, um jovem que foi afligido por possessões demoníacas desde a infância, e ficou marcado por agredir a esposa durante um surto, embora ninguém saiba o verdadeiro motivo. Novamente em liberdade, ele embarca em uma jornada para encontrar respostas, descobrindo que sua cidade foi dominada por pessoas possuídas. O protagonista é vivido por Patrick Fugit (“Quase Famosos”) e o elenco também inclui o ator britânico Philip Glenister (série “Life on Mars”), Reg E. Cathey (série “House of Cards”), Wrenn Schmidt (série “Boardwalk Empire”), Kate Lyn Sheil (“Você É o Próximo”), Brent Spiner (“Independence Day: O Ressurgimento”) e as crianças Callie Brook McClincy (série “The Originals”), Madeleine McGraw (“Sniper Americano”) e Gabriel Bateman (“Annabelle”).
Curta-metragem brasileiro é selecionado para o Festival de Cannes
O cinema brasileiro – e latino, em geral – não teve longas selecionados para o 70º Festival de Cannes, mas um curta nacional irá representar o país numa das mostras paralelas do evento: “Vazio do Lado de Fora”, de Eduardo Brandão Pinto. A produção da Universidade Federal Fluminense (UFF) vai integrar a mostra Cinéfondation, dedicada à filmes de escolas de cinema. O curta teve sua première no Festival de Tiradentes deste ano e conta histórias da comunidade da Vila Autódromo, no Rio. O júri de curtas da Cinéfondation será presidido pelo diretor romeno Cristian Mungiu (“Além das Montanhas”). O Festival de Cannes de 2017 vai acontecer de 17 a 28 de maio na Riviera francesa. A lista dos longas da programação pode ser conferida aqui.
A Bela e a Fera supera US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais
A Disney já começou a comemorar seu desempenho de 2017. Seu primeiro grande lançamento do ano, “A Bela e a Fera”, tornou-se também o primeiro filme a superar a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo inteiro. E as comemorações incluem um vídeo de agradecimento ao público mundial. Veja abaixo. O estúdio fez o anúncio da entrada da fábula encantada no mundo da fábula de dinheiro por meio do Facebook. O valor também foi confirmado pelo site Box Office Mojo, que coleta informações sobre o mercado. O remake com atores da animação de 1991 arrecadou US$ 435,9 milhões somente nos Estados Unidos, além de US$ 564,1 milhões no mercado internacional. No exterior, o reinado da princesa vivida por Emma Watson foi mais próspero na China, onde o filme arrecadou mais de US$ 85 milhões, seguindo pelo Reino Unido, com US$ 72 milhões. No Brasil, o filme lidera as bilheterias desde seu lançamento e já rendeu o equivalente a US$ 36 milhões. Até o momento, “A Bela e a Fera” é o filme mais visto do mundo em 2017, com quase o dobro do faturamento do 2º colocado, “Logan”, com US$ 596,5 milhões. No ano passado, a Disney bateu o recorde histórico de faturamento mundial de cinema, emplacando um sucesso atrás do outro até superar US$ 7 bilhões de arrecadação. Para 2017, o estúdio ainda reserva diversas animações, filmes da Marvel e um final de ano com “Star Wars”.
Denúncia de assédio contra José Mayer ganha repercussão internacional
A denúncia da figurinista Susllem Totani por assédio contra José Mayer ganhou o mundo. O jornal americano The New York Times publicou um longo artigo nesta quinta (13/4) que repercute a punição recebida pelo ator, afastado indefinitivamente das produções da rede Globo. “Uma vitória contra o machismo no Brasil: Uma estrela de novelas é punida por assédio”, diz o título da publicação. O texto compara a situação vivida pela figurinista de 28 anos à trama de uma novela. “Pode não ter sido exatamente o final feliz que encerra os melodramas da Globo, mas foi aplaudido por um movimento feminista cada vez maior.” Apesar de chamar atenção, o artigo do New York Times não foi o primeiro publicado num jornal estrangeiro sobre o caso. Na semana passada, o Washington Post já havia comentado o assunto. O jornal de Washington deu destaque ao pedido de desculpas de Mayer e observou que o ator tem mulher e filha. Além destes, o Daily Mail, do Reino Unido também noticiou o pedido de desculpas do ator, enquanto o canadense The Globe and Mail relatou a “grande agitação” causada pela denúncia de assédio.
Record, SBT e RedeTV! já pedem metade do que queriam para voltar à TV paga
Baixou. A Simba, joint venture que negocia com as operadoras de TV paga, representando as redes Record, SBT e RedeTV!, teria baixado pela metade a sua pedida original, segundo apurou o blog Notícias da TV. As emissoras, que pediam inicialmente R$ 15 por seus sinais, agora estariam aceitando R$ 7. E com carência de três anos. Mas não é só. Tem ainda três novos canais de brinde na superpromoção de Páscoa. Desde o último dia 30, as três redes estão fora dos pacotes da Net, Sky e Claro HD na Grande São Paulo e Distrito Federal, onde já ocorreu o apagão analógico. E como consequência, suas audiências desabaram – caíram de 20% a 30%. A liquidação se deve ao pavor diante dos estragos que isso pode causar em suas receitas publicitárias. O jornalista Daniel Castro ouviu de um executivo que acompanha as conversas entre emissoras e operadoras que o status das negociações progrediu de “impossível” para “muito difícil”. É que empresas de TV por assinatura ainda consideram muito caro pagar R$ 7 por assinante. Isso significaria o desembolso de até R$ 130 milhões por mês para as emissoras, ou R$ 1,5 bilhão por ano. Mais, portanto, que os custos estimados com a perda de receitas com o cancelamento de assinaturas por parte de clientes insatisfeitos – tática usada originalmente pelas redes para negociar e que se provou inefetiva. Para fechar o negócio, a Simba estaria oferecendo um período de carência. O valor “cheio” (R$ 7) só começaria a ser cobrado quando todo o país estivesse 100% digitalizado. Isso deve levar uns três anos. Além disso, oferece de lambuja três novos canais para as grades de programação das operadoras. Eles viriam “de graça” pelos R$ 7 cobrados pelas redes. Um desses canais seria de reprises de programas das emissoras, outro traria eventos esportivos e o terceiro seria de notícias. Com o fim da TV analógica, as redes abertas passaram a ter o direito de cobrar por seus sinais digitais, antes distribuídos gratuitamente pelas operadoras de TV paga. Record, SBT e RedeTV! se juntaram e, para forçar pressão, decidiram sair da TV por assinatura – menos na Vivo, que aceitou negociar. Como não houve acordo com a maioria das operadoras, cerca de 7 milhões de telespectadores, que só veem TV por assinatura, estão sem acesso às programações dos três canais. A resposta à oferta da Simba deve vir nos próximos dias. Vale observar que qualquer receita que entrar será lucro, pois Record, SBT e RedeTV! recebiam R$ 0 até o final de março por seus canais.
Filmes de Sofia Coppola, Todd Haynes e Michael Haneke disputarão a Palma de Ouro em Cannes
A organização do 70º Festival de Cannes divulgou sua programação completa, que inclui os filmes que competirão pela Palma de Ouro, a relação da mostra Um Certo Olhar e as sessões especiais do evento. Ao todo, 18 filmes foram selecionados para a mostra competitiva, a mais celebrada do cinema internacional. Os críticos americanos esperavam ver “Dunkirk”, o filme de guerra de Christopher Nolan, incluído na programação. Mas nenhuma produção de grande estúdio de Hollywood foi selecionada. O cinema americano apareceu representado na disputa da Palma de Ouro com quatro produções indies, mesma quantidade de produções francesas. A Coreia do Sul foi prestigiada com dois títulos, o Japão com um filme e os demais países da seleção são todos europeus. Nenhuma produção latina foi incluído na competição, que será julgada por um comitê presidido pelo cineasta espanhol Pedro Almodóvar (“Julieta”). Entre os diretores que tentarão a Palma de Ouro, apenas o austríaco Michael Haneke já foi premiado. E ele venceu duas vezes: por “A Fita Branca” (2009) e “Amor” (2012). Seu novo filme é “Happy End”, sobre a crise dos refugiados na Europa, em que volta a trabalhar com Isabelle Huppert após “Amor”. Apenas três filmes são dirigidos por mulheres, mesmo número da seleção do ano passado. A lista inclui a americana Sofia Coppola, a japonesa Naomi Kawase e a britânica Lynne Ramsay. Dentre os astros, os mais valorizados foram Nicole Kidman e Colin Farrell. Eles coestrelam dois dos filmes selecionados. O que gera mais expectativa é o western feminista “The Beguiled”, de Sofia Coppola, remake de “O Estranho que Nós Amamos” (1971). O filme se passa numa escola para moças do Sul dos EUA durante a Guerra Civil e acompanha o que acontece quando um soldado ianque ferido (Farrell) é encontrado e tratado pelas adolescentes (entre elas, Elle Fanning) e suas professoras (Kidman incluída). A produção já teve um trailer divulgado (veja aqui). O segundo filme da parceria é “The Killing of a Sacred Deer”, do grego Yorgos Lanthimos, e marca um reencontro entre Farrell e o diretor, após o sucesso de “O Lagosta” (2015). Kidman, porém, supera Farrell em destaque e reencontros, ao aparecer em mais duas produções programadas fora de competição, nas quais volta a trabalhar com diretores importantes de sua carreira. Ela será vista nas premières da sci-fi “How to Talk to Girls at Parties”, adaptação de Neil Gaiman (“Deuses Americanos”) com direção de John Cameron Mitchell (“Reencontrando a Felicidade”), e na 2ª temporada de “Top of the Lake”, da australiana Jane Campion (“Retratos de Uma Mulher”), que terá uma sessão especial no evento francês. A presença mais inusitada deve ficar por conta de Adam Sandler. O comediante da Netflix, que conseguiu a façanha de estrelar e produzir um filme com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, protagoniza “The Meyerowitz Stories”, do cineasta indie Noah Baumbach, ao lado de Emma Thompson e Ben Stiller. A Netflix, por sinal, está representada pela produção de “Okja”, um filme de monstro do sul-coreano Bong Joon-Ho (“Expresso do Amanhã”). A lista americana tem ainda “Wonderstruck”, novo filme feminino de Todd Haynes (“Carol”), que junta Julianne Moore e Michelle Williams, e “Good Time”, dos irmãos Ben e Joshua Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”), estrelado por Jennifer Jason Leigh e Robert Pattinson. Outros destaques incluem “You Were Never Really Here”, de Lynne Ramsay (“Precisamos Falar Sobre o Kevin”), em que Joaquin Phoenix luta contra o tráfico sexual, e o retorno de cineastas sempre apreciados no circuito dos festivais, como Sergei Loznitsa (“Na Neblina”), Hong Sangsoo (“A Visitante Francesa”), Fatih Akin (“Soul Kitchen”), Andrey Zvyagintsev (“Leviatã”) e Kornél Mandruczó (“White Dog”). Não há iniciantes. São todos nomes de peso. E é por isso que a seleção francesa parece a mais caprichada dos últimos anos, com a inclusão de cineastas bastante expressivos. A lista da casa traz “L’Amant Double”, do sempre excelente François Ozon (“Dentro da Casa”), “Le Redoutable”, o filme sobre Godard de Michel Hazanavicius (“O Artista”), “Rodin”, a cinebiografia do mestre da escultura com direção de Jacques Doillon (“O Casamento a Três”), e “120 Battements par Minute”, de Robin Campillo, responsável por “Eles Voltaram” (2004), que deu origem à série “Les Revenants”. Vale observar que a série “Twin Peaks”, o primeiro curta dirigido por Kristen Stewart e o último filme de Abbas Kiarostami ganharão sessões especiais durante o festival. Além destes filmes, outros poderão ser acrescentados nas próximas semanas, completando a programação. Confira abaixo a lista completa dos filmes divulgados para o Festival de Cannes de 2017, que vai acontecer de 17 a 28 de maio na Riviera francesa. Programação do Festival de Cannes 2017 Mostra Competitiva “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev “Good Time”, de Benny Safdie e Josh Safdie “L’Amant Double”, de François Ozon “Jupiter’s Moon”, de Kornél Mandruczo “A gentle Creature”, de Sergei Loznitsa “The Killing of a Sacred Deer”, de Yorgos Lanthimos “Radiance”, de Naomi Kawase “Le Jour d’Après”, de Hong Sangsoo “Le Redoutable”, de Michel Hazanavicius “Wonderstruck”, de Todd Haynes “Happy End”, de Michael Haneke “Rodin”, de Jacques Doillon “The Beguiled”, de Sofia Coppola “120 Battements par Minute”, de Robin Campillo “Okja”, de Bong Joon-Ho “In the Fade”, de Fatih Akin “The Meyerowitz Stories”, de Noah Baumbach Fora de Competição “How to Talk to Girls at Parties”, de John Cameron Mitchell “Visages, Villages”, de Agnes Varda & JR “Mugen Non Junin” (Blade of the Immortal), de Takashi Miike Mostra Um Certo Olhar “Barbara”, de Mathieu Amalric “A Novia Del Desierto” (The Desert Bride), de Cecilia Atan & Valeria Pivato “Tesnota” (Closeness), de Kantemir Balagov “Aala Kaf Ifrit” (Beauty and The Dogs), de Kaouther Ben Hania “L’Atelier”, de Laurent Cantet “Fortunata” (Lucky), de Sergio Castellito “Las Hijas de Abril” (April’s Daughter), de Michel Franco “Western”, de Valeska Grisebach “Posoki” (Directions), de Stephan Komandarev “Out”, de Gyorgy Kristof “Sanpo Suru Shinryakusha” (Before We Vanish), de Kiyoshi Kurosawa “En Attendant Les Hirondelles” (The Nature of Time), de Karim Moussaoui “Lerd” (Dregs), de Mohammad Rasoulof “Jeune Femme”, de Leonor Serrraille “Wind River”, de Taylor Sheridan “Apres La Guerre” (After the War), de Annarita Zambrano Sessões Especiais “Claire’s Camera”, de Hong Sangsoo “12 Jours”, de Raymond Depardon “They”, de Anahíta Ghazvinizadeh “Promised Land”, de Eugene Jarecki “Napalm”, de Claude Lanzmann “Demons in Paradise”, de Jude Ratman “Sea Sorrow”, de Vanessa Redgrave “An Inconvenient Sequel”, de Bonni Cohen e Jon Shenk Sessões da Meia-Noite “The Villainess”, de Jung Byung-Gil “The Merciless”, de Byun Sung-Hyun “Prayer Before Dawn”, de Jean-Stephane Sauvaire Sessão de Realidade Virtual Carne y Arena”, de Alejandro G. Inarritu Eventos do 70 Aniversário “Top of the Lake: China Girl”, de Jane Campion & Ariel Kleiman “24 Frames”, de Abbas Kiarostami “Twin Peaks”, de David Lynch “Come Swim”, de Kristen Stewart
Dolph Lundgren entra no elenco de Aquaman
Dolph Lundgren se tornou o primeiro ator a sair de uma série da DC Comics para entrar num filme baseado nos quadrinhos da editora. Segundo o site The Hollywood Reporter, o astro dos filmes de ação dos anos 1980 vai participar de “Aquaman”. Na trama, Dolph será o Rei Nereus, líder de uma cidade submarina rival de Atlantis, que deseja Mera e a morte do personagem do título. Ainda assim, em seu perfil no Twitter, James Wan afirmou que Nereus não é considerado um vilão em sua história. Lundgren participou recentemente de um arco da série “Arrow”, onde enfrentou Oliver Queen, o Arqueiro Verde. Agora ele vai lutar contra Aquaman, vivido por Jason Momoa, que é bem mais musculoso que Stephen Amell, o intérprete do Arqueiro na TV. A rainha Mera, por sua vez, é interpretada no filme por Amber Heard. Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), as filmagens de “Aquaman” serão iniciadas em maio para uma estreia em 20 de dezembro de 2018.
Dado Dolabella tentou rebater acusação de Luana Piovani, mas o público não deixou
O vídeo em que Luana Piovani comentou assédio de José Mayer, lembrando de outros casos de agressão contra mulheres por atores da Globo continua dando o que falar. Depois de Kadu Moliterno entrar com um processo contra a atriz, foi a vez do ex dela, Dado Dolabella, condenado em 2014 por agredir a própria atriz, tentar rebater. Evitando citar o nome da atriz, ele escreveu em seu Instagram: “Uma das lições mais importantes da vida é aprender a não revidar. Não é porque alguém te feriu que você precisa ferir de volta. A lei do retorno existe… Mas ela não diz que você tem que fazer justiça com as próprias mãos. Ninguém é integralmente feliz causando a infelicidade alheia. O universo dá, mas ele também sabe cobrar. E cobra com juros e correção monetária. Então, pra que vingança? Seja feliz. Deixe que cada um acerte suas contas com o destino. Cuide só da sua história.” (A.D.) Segue o baile”. Não demorou para uma internauta lembrar ao ator que “é fácil falar quando o agressor foi você!”. Dado ainda tentou se justificar, escrevendo: “Agora ficar revivendo isso a cada instante… Sem enxergar a evolução é não acreditar na própria luta”. Bastou para o post se encher de críticas negativas a seu comentário. Repercutiu tão mal que ele optou por deletar o texto e a foto que o acompanhava na rede social. Dado, que cumpre pena assistindo palestras socioeducativas sobre violência doméstica em um fórum do Rio, segundo o jornal Extra, não pode processar Luana por calúnia, pois é tudo verdade. Em seu vídeo, Luana lembrou a agressão sofrida. “Dado Dolabella enfiou a mão na minha cara, eu fui para o mundo contar e seis meses depois ele ganhou R$ 2 milhões na ‘Fazenda’, votados pelo telefone. Pelas pessoas. Vocês imaginam como eu me senti quando Dado Dolabella ganhou R$ 2 milhões depois de ter enfiado a mão na minha cara?”.
Estreia de Velozes e Furiosos 8 ocupa quase metade dos cinemas do Brasil
A expectativa para o lançamento de “Velozes e Furiosos 8” é tão elevada que poucos se arriscaram a competir com sua estreia nesta quinta-feira (13/4). O filme chega ao circuito nacional em cerca de 1,4 mil salas, o que é quase metade de todos os cinemas disponíveis no país (são pouco mais de 3 mil, ao todo). Com esse domínio completo do mercado, só um desastre muito grande será capaz de impedir sua estreia em 1º lugar no ranking do fim de semana, finalmente tirando “A Bela e a Fera” do topo das bilheterias, após cinco semanas. Apesar do longo reinado, o filme da Disney é mesmo sua maior competição. Como não há outra estreia ampla na semana, os carrões de Vin Diesel e Dwayne Johnson vão disputar o público da Páscoa principalmente com os filmes infantis em cartaz, que ainda incluem “O Poderoso Chefinho” e “Os Smurfs e a Vila Perdida”. Sem a comoção em torno da morte do astro Paul Walker, que serviu de combustível para o filme anterior, o oitavo “Velozes e Furiosos” optou por repetir uma trama de “Velozes e Furiosos 6”, quando Letty (Michelle Rodriguez) se voltou contra a turma. Desta vez, é Dom (Vin Diesel) quem vira o judas, a tempo de pegar o feriadão da Semana Santa. Produções europeias dominam o circuito limitado, que nesta semana é mesmo “de arte”. O lançamento com maior distribuição é também o melhor: o drama britânico “Una”, com Rooney Mara e Ben Mendelsohn. Baseado em um peça de teatro, vem despertando polêmicas e elogios com sua história, sobre o acerto de contas entre uma vítima e um pedófilo. Chega em 25 salas. Isabelle Huppert, que se tornou ubíqua após ser indicada ao Oscar 2016, chega às telas brasileiras em mais um filme. Ou melhor, um telefilme lançado em DVD na França. Versão contemporânea de “As Falsas Confidências”, de Marivaux (1688–1763), junta a atriz com outro intérprete popular, Louis Garrel, e foi filmado em tempo escasso com o elenco que encenava a peça nos palcos do Théatre de l’Odeon, de Paris, em janeiro do ano passado. “Variações de Casanova” é outra mistura de cinema e teatro, desta vez com ópera. A produção europeia traz John Malkovitch como o célebre sedutor em duas histórias relacionadas com montagens de óperas de Mozart. Produzido há três anos, passou em festivais, mas não estreou nos EUA. “Apesar da Noite” também é “antigo” e “difícil”. A produção de 2015 segue o padrão experimental do francês Philippe Grandrieux, com três horas de duração. O cineasta já ganhou uma retrospectiva na Mostra Indie em 2009 e desta vez mergulha no sexo, supostamente em busca de amor. Apesar do tema, a filmagem é um desafio à paciência do público, por conta de seu desapego completo às convenções cinematográficas. É o caso raro em que a diminuta distribuição já é ampla o suficiente. Subestimado com um lançamento em apenas oito salas, “Stefan Sweig – Adeus Europa” poderia ter maior apelo no Brasil. A cinebiografia do escritor austríaco, autor do clássico “Carta de uma Desconhecida”, foca sua fuga da Alemanha nazista, que culmina na chegada ao Rio, onde se apaixona pelo país, mas não a ponto de achar que poderia viver num mundo onde existisse alguém como Hitler. Para completar o circuito limitado, há dois filmes nacionais que, após se destacarem no circuito dos festivais, estreiam em pouquíssimas salas. O documentário “Martírio”, de Vincent Carelli, foi um dos longas mais aplaudidos do Festival de Brasília 2016, quando venceu o Prêmio do Público e o Prêmio Especial do Júri. A obra registra as disputas centenárias por terra dos índios guarani e kaiowá, e chega dentro da programação da Sessão Vitrine Petrobras (preços reduzidos e pouca sessões). “A Família Dionti” fez parte da programação de 2015 do Festival de Brasília e também conquistou o Prêmio do Público. A obra do estreante Alan Minas é um conto interiorano sobre o amadurecimento de um garoto, temperado com elementos fantásticos, e fará sua estreia em Minas Gerais, antes de expandir para nove telas no resto do país. Clique nos títulos destacados de cada filme para ver todos os trailers das estreias da semana.
The Magicians é renovada para sua 3ª temporada
O canal pago americano SyFy anunciou a renovação de sua nova série de fantasia “The Magicians” para sua 3ª temporada. A atração é baseada na franquia de livros de fantasia de Lev Grossman, publicada no Brasil como “Os Magos”, e teve sua renovação confirmada após a exibição do penúltimo episódio previsto. Nem precisava todo este suspense, pois a produção conseguiu aumentar sua audiência geral e em todos os alvos demográficos, além de ter dobrado sua inteiração com os fãs nas redes sociais. Em outras palavras, a série é um sucesso para os padrões do SyFy. Considerada uma espécie de “Harry Potter para adultos”, “The Magicians” acompanha o jovem Quentin Coldwater (Jason Ralph, da série “Aquarius”) ao entrar numa escola secreta de magia, onde conhece outros estudantes com poderes fantásticos. O elenco inclui Stella Maeve (“Chicago P.D.”), Hale Appleman (“Vagina Dentada”), Olivia Taylor Dudley (“Exorcistas do Vaticano”), Summer Bishil (“O Último Mestre do Ar”), Jade Tailor (série “Muder in the First”) e Rick Worthy (série “Men at Work”). A adaptação dos livros de Grossman foi concebida por Sera Gamble (produtora e roteirista da série “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”), e vem mantendo uma audiência média de 1,7 milhões telespectadores entre diferentes plataformas. Ao vivo, porém, o público fica entre 800 mil e 1 milhão de telespectadores.
Trailer de Thor: Ragnarok se torna o mais visto de toda a Disney
O primeiro trailer de “Thor: Ragnarok” teria sido visto mais de 136 milhões de vezes nas primeiras 24h desde seu lançamento. A informação da Disney, que contabiliza exibições nas redes sociais, afirma que a prévia se tornou o trailer mais visto da Marvel de todos os tempos. A conta é surpreendente, porque também ultrapassa todas as exibições das franquias de “Star Wars”, animações da Pixar e até as fábulas do próprio estúdio. O recorde é absoluto dentro da Disney, superando até o sucesso de “A Bela e a Fera”, cuja prévia teria sido vista 127 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas de exibição. Entretanto, este sucesso todo não foi suficiente para superar o trailer mais visto: o terror “It: A Coisa“, da Warner, que somou impressionantes 197 milhões de visualizações. O primeiro trailer de “Velozes e Furiosos 8” ocupa o 2º lugar neste ranking,
Oficial: Josh Brolin viverá Cable em Deadpool 2
Josh Brolin viverá o herói Cable em “Deadpool 2”. A confirmação veio por meio do Instagram de Ryan Reynolds, que, em sua postagem, ainda aproveitou para zoar o fato de que este será o segundo papel do ator no universo Marvel. Brolin está atualmente filmando “Vingadores: Guerra Infinita” como o vilão Thanos, e deverá voltar ao papel na continuação. Apesar de parecer estranho, não é a primeira vez que produções da 20th Century Fox e da Marvel aproveitam intérpretes que viveram personagens diferentes da Marvel. O caso mais marcante é o de Chris Evans, que antes de viver o Capitão América foi o Tocha Humana em dois filmes do Quarteto Fantástico. Além disso, Brolin interpretará Thanos por meio de captura de performance, uma vez que o vilão será criado por computador, resultando num visual bastante diferente do próprio ator. O site The Hollywood Reporter apurou que a produção de “Deadpool 2” demorou para se decidir pelo intérprete que considerou mais perfeito para o papel. Entre cogitados por sites respeitáveis e outros nem tanto, circularam os nomes de Michael Shannon, David Harbour, Russell Crowe e Brad Pitt. Fontes disseram ao site que Brolin assinou contrato para quatro produções. Uma delas deve ser o filme do grupo X-Force, que Cable lidera nos quadrinhos. Reynolds, claro, retorna ao papel do herói do título. E a produção também já definiu que Zazie Beetz, revelação da série “Atlanta”, interpretará Dominó. O novo filme terá os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, com reforço de Drew Goddard (“Perdido em Marte”), mas uma mudança de direção, com David Leitch (“De Volta ao Jogo”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em 2018. Fox… What in the horrendous fuck!? You can't play two different characters in the same universe!!! It'll never work. Brolin was in Sicario and I was in Sabrina The Teenage Witch. #NathanSummers Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em Abr 12, 2017 às 2:21 PDT












