The Bold Type: Série inspirada na vida da editora da revista Cosmopolitan ganha primeiro trailer
O canal pago Freeform divulgou três teasers e o primeiro trailer de “The Bold Type”, série passada no cotidiano de uma revista feminina. A prévia foi divulgada durante o upfront 2018 – evento que apresenta a programação da próxima temporada das emissoras americanas – e remete a uma mistura de “Ugly Betty” e “Sex and the City”. A trama gira em torno da vida e dos amores de três amigas, funcionárias da revista feminina fictícia Scarlet, que juntas exploram sexualidade, identidade, amor e moda, tanto em seus cotidianos na cidade de Nova York quanto na pauta da publicação, buscando encontrar suas próprias vozes em meio a chefes intimidadores. A série foi criada por Sarah Watson (criadora da recém-cancelada “Pure Genius”) e é inspirada na vida de Joanna Coles, editora-chefe da revista Cosmopolitan (a antiga Nova, no Brasil). O elenco inclui Katie Stevens (série “Faking It”), Aisha Dee (série “Sweet/Vicious”) e Meghann Fahy (série “Necessary Roughness”) como as protagonistas, além de Sam Page (série “Switched at Birth”), Matt Ward (série “Remedy”) e Melora Hardin (série “The Office”), que vive a editora-chefe da revista Scarlet. Produção da Universal, “The Bold Type” terá uma exibição especial de duas horas em 11 de julho, antecipando sua estreia.
Alone Together: Série de comédia produzida pela trupe Lonely Island ganha primeiro trailer
O canal pago americano Freeform divulgou o trailer de “Alone Together”. A prévia foi divulgada durante o upfront 2018 – evento que apresenta a programação da próxima temporada das emissoras americanas – e é completamente diferente do que o canal costuma produzir. Criada pelo casal de protagonistas, Esther Povitsky (série “Crazy Ex-Girlfriend”) e Benji Aflalo (“Not Safe com Nikki Glaser”), a série é uma sitcom de 30 minutos, que gira em torno de dois melhores amigos platônicos. Apesar de se desdenharem o tempo inteiro, eles estão sempre prontos para se apoiarem, porque não tem ninguém mais que se interesse por eles. A série é uma produção da trupe de humoristas Lonely Island, formado por Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone. A estreia está marcada para o início de 2018.
Siren: Série de sereias sanguinárias ganha primeiro trailer
O canal pago Freeform divulgou o primeiro trailer de “Siren”, uma série juvenil sobre sereias. A prévia foi divulgada durante o upfront 2018 – evento que apresenta a programação da próxima temporada das emissoras americanas. Com clima de terror, mostra que as criaturas marinhas da produção são muito diferentes daquelas vistas em “H2O: Meninas Sereias”, na animação “Pequena Sereia” e na novela “A Força do Querer”. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viverá uma sereia no vindouro filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”). Criação de Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”), “Siren” só vai estrear em 29 de março de 2018 nos Estados Unidos.
Série dos super-heróis Manto e Adaga ganha primeiro trailer e foto oficial
O canal pago Freeform divulgou a primeira foto oficial e o primeiro trailer da série “Cloak and Dagger”, sua primeira parceria com a Marvel. A prévia foi divulgada durante o upfront 2018 – evento que apresenta a programação da próxima temporada das emissoras americanas – e destaca uma combinação de drama adolescente, thriller criminal e história de origem de super-heróis. A série vai girar em torno de Tyrone “Ty” Johnson, o Manto (Cloak, em inglês), e Tandy Bowen, a Adaga (Dagger). Nos quadrinhos originais, os dois jovens, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Segundo a sinopse, os dois adolescentes, que cresceram em lugares muito diferentes, carregam o peso de seus recém-adquiridos superpoderes, ao mesmo tempo em que se apaixonam. Tandy pode criar adagas de luz enquanto Tyrone possui a habilidade de fazer com que os outros sejam tomados pela escuridão. Eles rapidamente aprendem que funcionam melhor juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem com que o seu já complicado mundo se torne ainda mais desafiador. O elenco é encabeçado por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. Os coadjuvantes incluem Andrea Roth (série “Rescue Me”), Gloria Reuben (série “Mr. Robot”), James Saito (série “Eli Stone”) e J.D. Evermore (série “Rectify). A adaptação está a cargo do roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, data de 2010. A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é para o começo de 2018.
The Keepers: Nova série documental da Netflix vai investigar o assassinato de uma freira
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de sua nova série documental sobre um crime real. Após o sucesso de “Making a Murder”, sobre presos condenados injustamente por um assassinato, “The Keepers” segue outro caminho para investigar quem matou uma freira e professora católia, a Irmã Cathy Cesnik, há quase 50 anos, e porque parece ter havido tentativas para encobrir o crime. Por meio de entrevistas com dezenas de amigos, parentes, jornalistas, funcionários do governo e cidadãos de Baltimore decididos a descobrir a verdade, o diretor Ryan White (dos documentários “Serena” e “Nossa Querida Freda”) junta uma história que vai além da morte de um amada professora católica em 1969, para abordar os abusos do clero e a repressão de instituições governamentais e religiosas. A série estará disponível no Netflix a partir do dia 19 de maio.
Titus encarna Beyoncé e quebra tudo em fotos e trailer de Unbreakable Kimmy Schmidt
A Netflix divulgou fotos, pôsteres de personagens e o trailer oficial da 3ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”. A trama encontra Kimmy (Ellie Kemper) após terminar o Ensino Médio e pronta para começar a Faculdade. Mas a maioria das piadas envolve relacionamentos românticos, com direito até ao retorno do personagem de Jon Hamm (série “Mad Men”). Só que é Titus (Tituss Burgess) quem rouba a cena. Após ver seu namorado com outro homem, ele surta, veste-se como Beyoncé e sai quebrando tudo pelas ruas com um taco de beisebol – uma alusão ao clipe de “Hold Up”, do álbum “Lemonade”. Criada por Tina Fey e Robert Carlok, ambos de “30 Rock”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” terá seus novos episódios disponibilizados no dia 19 de maio na plataforma de streaming.
Marvel define personagens e showrunner da série – de comédia! – dos Novos Guerreiros
A Marvel revelou os personagens que farão parte da série de super-heróis dos Novos Guerreiros e anunciou quem será o responsável pela adaptação dos quadrinhos. A série será uma comédia escrita e produzida por Kevin Biegel, criador de “Cougar Town”, e irá ao ar no canal pago adolescente Freeform. Pelo anúncio, se vê que a Marvel deixou de fora os membros mais poderosos dos Novos Guerreiros, como Namorita, para focalizar alguns dos personagens menos heroicos dos quadrinhos. Segundo a sinopse, a equipe é composta por jovens com superpoderes que querem fazer a diferença no mundo, apesar de nem sempre estarem prontos para isso. Por enquanto, ninguém foi escalado para integrar a atração, que terá 10 episódios com estreia prevista para 2018. “New Warriors” (título original) será a segunda série da Marvel no canal Freeform, depois de “Cloak and Dagger”, dos heróis Manto e Adaga, que já definiu seus protagonistas. Confira abaixo a descrição oficial de cada um dos Novos Guerreiros da TV, conforme publicado no site oficial da Marvel: Doreen Green (Garota Esquilo) Superpoder: “Acrobática, forte, pode lutar e falar com esquilos” “Doreen é uma fangirl empoderada. É uma líder natural, confiante e durona, mas não inocente. Ela é agitada, energética e sua maior qualidade é seu otimismo. Ela tem fé nos demais e inspira as pessoas a acreditar nelas mesmas. Além disso, tem um esquilo de estimação chamado Tippy Toe que a acompanha sempre.” Craig Hollis (Sr. Imortal) Superpoder: “Não pode morrer. Nunca. Segundo ele.” “Causador de problemas da equipe, Craig é tipo ‘O Homem Vivo Mais Interessante’, exceto que ele é muito arrogante, confiante e até rabujento de vez em quando. Mesmo que os poderes de Craig pareçam incríveis, ele nunca os usou por ser preguiçoso. Ele pensa que se tem todo o tempo do mundo para aprender a lutar, qual é a pressa?” Dwayne Taylor (Radical) Superpoder: “Nenhum” “Dwayne é um herói e celebridade local com seu próprio canal no YouTube. Brilhante, forte, nobre e até um pouco exibido, Dwayne adora se promover, mas também acredita profundamente na justiça – pelo menos em uma versão dela. Ele esconde o fato de que vem de uma família rica porque tem medo de perder toda sua credibilidade.” Robbie Baldwin (Speedball) Superpoder: “Pode lançar bolas cinéticas de energia” “Robbie cresceu vendo jatos decolando da Torre dos Vingadores e adora a ideia de ser um herói. Ele é um impulsivo e imaturo puxa-saco com um senso de confiança no lugar errado. Mesmo que você pense que arremessar bolas de energia seja legal e efetivo, as dele são completamente fora de controle.” Zack Smith (Micróbio) Superpoder: “Pode falar com germes” “Zack é um tímido hipocondríaco cuja habilidade quase faz dele um telepata – os germes podem contar onde você esteve, o que comeu e com quem andou. É impossível ter segredos perto dele. Ele é um grandalhão que é acolhido pela equipe para encontrar sua confiança.” Deborah Fields (Escombro) Superpoder: “Telecinese de baixo nível, Enganadora” “Deborah é orgulhosa, engraçada e sagaz. Lésbica assumida, ela passou por uma grande perda em sua vida pessoal como resultado direto de seus atos heroicos. Deborah pode se virar, ou pelo menos diz que pode, e é uma daquelas pessoas que tira satisfação e não tem medo de expor suas opiniões.”
Paramore retorna com clipe de som e estética new wave
A banda Paramore retorna às atividades com um novo clipe, o primeiro após três anos, que chega com pegada e estética new wave. O visual colorido e alegre remete à era de ouro dos vídeos musicais da MTV. Mas até o som de “Hard Times” está mais para Blondie e The Go-Go’s que o começo emo da banda liderada por Hayley Williams. As mudanças são profundas. E passam pela formação. O quinto álbum do Paramore, intitulado “After Laughter”, é o primeiro trabalho de estúdio da banda sem o baixista Jeremy Davis, que abandonou a banda em 2015, e também marca o retorno do baterista Zac Farro, um dos fundadores do grupo, após sete anos afastado. O lançamento do disco está marcado para 12 de maio.
Filme da Capitã Marvel será dirigido por casal de cineastas indies
A Marvel definiu os diretores do filme “Capitã Marvel”, que será estrelado por Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”. Decidida a contratar uma diretora para seu primeiro filme de super-heroína, a companhia cinematográfica acabou, após diversas reuniões, anunciando um casal: Anna Boden e Ryan Fleck. “Capitã Marvel” será a primeira superprodução da dupla de cineastas, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados”, que rendeu uma indicação ao Oscar para Ryan Gosling. Ultimamente, eles também tem se dedicado à direção de episódios de séries, como “The Affair”, “Looking” e “Billions”. Segundo a revista Variety, o estúdio desistiu de contratar apenas uma cineasta ao se encantar com a visão que o casal ofereceu para a história da heroina. O roteiro está sendo escrito por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan, no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). A origem da personagem deve ser alterada no cinema, já que não há um Capitão Marvel no universo cinematográfico dos Vingadores. “Capitã Marvel” tem data de estreia marcada para março de 2019.
Tom Holland virá ao Brasil lançar Homem-Aranha: De Volta ao Lar
O intérprete do Homem-Aranha, o ator Tom Holland, virá ao Brasil no início de maio para promover o lançamento de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, primeiro filme do herói produzido pela Marvel. Ele virá acompanhado da atriz Laura Harrier, que interpreta o par romântico do herói na nova produção. Os dois desembarcam em São Paulo, de acordo com a distribuidora Sony Pictures. A data da viagem não foi divulgada, mas é bem distante da estreia prevista, marcada para 6 de julho no Brasil. O filme, que tem direção de Jon Watts, será também o primeiro longa do herói estrelado por Holland. O ator debutou como o Aranha em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Ele é o terceiro intérprete do personagem neste século, após Tobey Maguire (em três filmes, entre 2002 e 2007) e Andrew Garfield (dois filmes de 2012 e 2014).
Sérgio Mallandro desenvolve série de humor para a Netflix
Sérgio Mallandro está desenvolvendo uma nova série de ficção para a Netflix. “Estou criando uma série agora para a Netflix. A gente deve começar a gravar depois de julho, com uns 13 ou 15 episódios. O personagem é o Sérgio Mallandro, com as minhas coisas, meus bordões, ‘ié-ié’. É uma história de ficção, mas com meu nome mesmo, com algumas partes do meu cotidiano. Estamos acabando o roteiro agora. É muito interessante. Não pode dar moleza para tristeza, malandragem”, contou, em entrevista ao site Notícias da TV. A nova série, ainda sem previsão de estreia, será o primeiro trabalho televisivo do humorista desde 2015, quando atuou no “Ferdinando Show”, programa humorístico do canal pago Multishow.
Dona da MTV e Nickelodeon compra o Porta dos Fundos
A Viacom, conglomerado que inclui os canais pagos MTV, Nickelodeon e Comedy Central, além dos estúdios Paramount, comprou o Porta dos Fundos. Segundo anúncio divulgado à imprensa nesta quarta-feira (19/4), a empresa de mídia adquiriu os direitos da parte majoritária do grupo de humor. Além do canal principal no YouTube, um dos mais seguidos do país, o grupo de humoristas conhecidos como Porta dos Fundos possui o site portadosfundos.com.br, envolvimento em séries de TV, games, aplicativos para plataformas móveis e uma linha de produtos licenciados. No comunicado oficial, Tereza Gonzalez, CEO do Porta, afirmou que o acordo abre oportunidades para que o coletivo se lance internacionalmente. “A sociedade é um grande passo para o grupo se expandir no mercado internacional, com novas oportunidades globais para o nosso portfólio tanto online como offline. Além disso, o acordo prevê uma distribuição excepcional de nossos conteúdos”. Esta não é a primeira vez que o conteúdo do Porta dos Fundos se aproxima da TV paga. O coletivo já teve parceria com a Fox, que exibia alguns de seus vídeos mais populares na internet. Além disso, o Porta e a Viacom já tinham trabalhado juntos na coprodução de “Portátil”, série de cinco episódios sobre os bastidores da peça de teatro homônima. Na época, ela foi exibida pelo Comedy Central. Fundado em março de 2012 pelos humoristas Fábio Porchat, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro, Ian SBF e Antonio Tabet, do site Kibe Loco, o canal do Porta dos Fundos no Youtube conta hoje com mais de 13 milhões de seguidores e um total de 3,1 bilhões de visualizações.
Neuza Amaral (1930 – 2017)
Morreu a atriz Neuza Amaral, com mais de 60 anos de carreira em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Segundo parentes, a atriz sofreu uma embolia pulmonar e faleceu nesta quarta (19/4) no Hospital São Vicente de Paula, no Rio, aos 86 anos. Neuza nasceu no interior de São Paulo e começou a atuar na década de 1950, trabalhando na recém-inaugurada TV Tupi e na Excelsior, onde participou da telenovela diária da televisão, “2-5499 Ocupado”, em 1963 (ao lado de Tarcísio Meira, Glória Menezes e Lolita Rodrigues). Mas foi na Globo, no Rio de Janeiro, que construiu sua trajetória de sucesso. Seu primeiro papel na emissora carioca foi na novela “A Sombra de Rebecca” (1967), na qual interpretou o papel-título. Mas acabou chamando mais atenção na novela seguinte como principal antagonista da mocinha (Myriam Pérsia), vivendo a primeira grande vilã da TV brasileira, Veridiana Albuquerque Medeiros, em “A Grande Mentira” (1968). Ela esteve em algumas das principais novelas das décadas de 1970 e 1980, como “Selva de Pedra” (1972), “Os Ossos do Barão” (1973), “Fogo Sobre Terra” (1974), “O Casarão” (1976), “Estúpido Cupido” (1976), “O Pulo do Gato” (1978), “Pecado Rasgado” (1978), “Cabocla” (1979), “Plumas e Paetês” (1980), “Ciranda de Pedra” (1981), “Paraíso” (1982), “Elas por Elas” (1983), “Sinhá Moça” (1986) e “Brega & Chique” (1987). Ficou tão famosa que até participou como ela mesmo de alguns capítulos de “A Gata Comeu” (1985). Mas a partir de “A Rainha da Sucata” (1990), fez apenas pequenas participações, tendo apenas mais um papel fixo em “Pé na Jaca” (2007). O afastamento das novelas coincidiu com sua entrada na política. Neuza Amaral chegou a ser vereadora do Rio de Janeiro na década de 1990, o que acabou afastando-a dos trabalhos na TV. Ela também trabalhou para a prefeitura da cidade Araruama, na Região dos Lagos, onde morou. A atriz também teve uma filmografia expressiva, com mais de 20 filmes, desde a estreia em “A Lei do Cão” (1967), de Jesse Valadão, até “O que É Isso, Companheiro?” (1997), de Bruno Barreto.












