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    Jackie é desafio quase experimental para o talento de Natalie Portman

    3 de fevereiro de 2017 /

    O tempo não fez muita justiça para Jacqueline Lee Bouvier Kennedy Onassis. Até hoje, é reconhecida como Jackie Kennedy, viúva de JFK, ou Jackie O., viúva de Onassis. Para as mulheres, foi consolidada somente como um ícone da moda e modelo comportamental. Compreendeu a posição secundária de primeira-dama perfeitamente e os seus looks rosas ou vermelhos adornados com um colar de pérolas segue mais emblemático que os seus feitos pessoais. Durante os 100 minutos de “Jackie”, no entanto, o interesse do cineasta Pablo Larraín, auxiliado pelo roteiro de Noah Oppenheim e a fotografia de Stéphane Fontaine, está em conferir o devido protagonismo a essa figura pública, desmistificando os conceitos que a opinião pública formou sobre ela. E o faz embaralhando a cronologia de um recorte específico, iniciado pelas formalidades dos eventos sociais até a solidão de uma mulher que perdeu o seu companheiro. Algumas distorções visuais e sonoras tratam de corresponder a essa intenção. A primeira é justamente a razão do plano, usando a janela 1.66 : 1 outrora tão comum em produções europeias. E há também a trilha. Tão celebrada desde sua brilhante composição para “Sob a Pele”, a britânica Mica Levi (mais conhecida no meio musical como Micachu) prepara aqui outra vez um ambiente sonoro em que escancara a protagonista como uma alienígena, alguém sem nenhum controle inclusive na execução de protocolos. Natalie Portman corresponde muito bem a esse desafio de encarnar Jackie dentro de uma proposta quase experimental, por vezes tendo mais deveres do que somente processar a sua vocalidade e postura. Uma fusão sobrenatural entre essas duas mulheres acontece especialmente em um dos melhores momentos do filme, em que trechos do documentário televisivo “A Tour of the White House with Mrs. John F. Kennedy” é recriado. São esforços primorosos para oferecer uma cinebiografia respeitosa sobre Jackie, mas o resultado final é insuficiente. E isso acontece porque o apego por conjuntos sensoriais sufocam justamente o fator humano na narrativa. A Jackie Kennedy que encontramos aqui se distancia do molde esmerado de mulher, tão forte inclusive pela ilusão de competitividade com Marilyn Monroe, suposta amante de JFK. Mesmo assim, Jackie segue enclausurada em um contexto em que as atenções, no fim das contas, são todas direcionadas ao marido e presidente assassinado. A figura atenta aos bastidores, com filhos para criar diante a ausência paterna e que se renova como editora são meramente rascunhados diante de nossos olhos inebriados diante de tanta beleza estética.

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  • Filme

    Resident Evil 6 leva a franquia ao Capítulo Final que merece

    3 de fevereiro de 2017 /

    A maior qualidade de “Resident Evil 6: O Capítulo Final” é o fato de ser o último filme da franquia. Chega a ser um alívio na verdade. Interessante como filmes ruins se tornam imensamente piores quando vistos numa tela gigante IMAX. É como se todos os seus defeitos ficassem ainda maiores, mais nítidos, mais incômodos. Foi assim no ano passado com coisas como “Independence Day: O Ressurgimento”, “Inferno – O Filme” e “Esquadrão Suicida”. E é assim inevitavelmente com essa… na falta de outro nome, adaptação de game. O segredo dessa franquia ter rendido tantas sequências concebidas por seu diretor e roteirista Paul W.S. Anderson está na forma como ele explora sem pudor sua esposa, a atriz Milla Jovovich, de forma fetichista, mostrando-a em trajes apertados, segurando armas e lutando em câmera lenta contra monstros e zumbis. Boa parte da franquia se resumiu a justificativas para mostrar Milla chutando traseiros de criaturas de forma geek-sexy. Muitas vezes, na companhia de outras atrizes bonitas – Michelle Rodriguez, no primeiro e quinto filmes, Sienna Guillory, no segundo e também no quinto filmes, Ali Larter, que apareceu em três longas, inclusive neste “Capítulo Final”, e a novata Ruby Rose, debutante nesta última bomba. Mesmo assim, houve alguns momentos memoráveis sem exploração feminina ao longo do caminho, como a incursão no interior da Colmeia e os cães zumbis bizarros do primeiro filme, a homenagem a “Os Pássaros” (1963), de Hitchcock, no terceiro, e a utilização de efeitos 3D digitais no quarto, até hoje visto por muitos como um dos melhores usos dessa tecnologia no cinema. Infelizmente, nada de memorável acontece em “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. Os cenários não transmitem o mínimo senso de realismo ou beleza, a areia do deserto não parece areia, o roteiro, que nunca foi algo forte em “Resident Evil”, mostra-se ainda mais desleixado. E o filme avança aos trancos, para mostrar a revanche de Alice, a personagem de Milla, contra a corporação Umbrella, com direito a mais lutas em câmera lenta. Cenas que poderiam ser impactantes de alguma maneira, como a luta de Alice sobre um veículo militar, amarrada e perseguida de perto por uma multidão de zumbis, não conseguem despertar a mínima empolgação. A apatia, que já se manifestava nos outros filmes da franquia, agora toma conta do filme como um todo. Tudo é ruim: diálogos, cenas de ação, cenários, fotografia escura, efeitos 3D vagabundos, personagens desinteressantes e conclusão apressada e nada criativa. A única satisfação gerada pelo filme, após quase duas horas de projeção, é saber que acabou. E com direito a um “Capítulo Final” capaz de superar todos os defeitos dos longas anteriores. Um final à altura da franquia.

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    O Ídolo transforma concurso musical em expressão de um povo oprimido

    3 de fevereiro de 2017 /

    “O Ídolo” é uma produção palestina que conta com o apoio de vários outros países, como Reino Unido, Holanda, Catar e Emirados Árabes. O diretor Hany Abu-Assad, palestino da cidade de Nazaré, já realizou um belíssimo trabalho que foi exibido por aqui: o filme “Paradise Now” (2005), vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e premiado em Berlim. Mostra os preparativos que realizam dois “homens-bomba” suicidas palestinos, com suas convicções e suas dúvidas. Um libelo pela paz, um trabalho que provoca, incomoda e tenta entender e explicar o que parece incompreensível. “O Ídolo” é um filme mais simples, mais singelo. Mas muito capaz de nos envolver na improvável, mas verídica, história do cantor Mohammed Assaf, morador da Faixa de Gaza, que venceu o concurso “Arab Idol”, em 2013, o equivalente árabe do “American Idol”, importado também por aqui como “Ídolos”. Parece pouco para provocar emoções intensas. No entanto, o que o cineasta mostra é a opressão que atinge os palestinos em Gaza, dependendo das permissões israelenses para se locomover e convivendo com os verdadeiros escombros em que se transforma o seu ambiente bombardeado, semidestruído. Crianças e jovens, mesmo vivendo em condições adversas e de restrição de liberdade, se encantam com a música, formam bandas, cantam e têm sonhos que ultrapassam em muito a restritiva vida que levam. Quando alguém se distingue por um talento especial, como uma rara habilidade vocal para o canto, um concurso como o “Arab Idol” pode funcionar como saída para voos antes inimagináveis. De fato, Mohammed Assaf (vivido por Tawfeek Barhom, de “Os Árabes Também Dançam”, na fase adulta) passará a brilhar com a música no mundo árabe e se tornará um ídolo real, não apenas de um programa televisivo. Grande parte do seu sucesso virá da necessidade de um povo oprimido ser ouvido, mostrar que existe, que pode vencer, triunfar. É isso que faz dessa uma história cativante, não tanto a batalha pela superação das dificuldades, o que vem sendo muito explorado pelo cinema. A arte como meio de expressão, no caso a música, que transcende o cotidiano e alcança repercussão inesperada e significados surpreendentes, é o que “O Ídolo” mostra melhor. Ir ao Egito, chegar às finais do tal programa no Líbano, receber uma torcida entusiasmada, tomando as ruas na Palestina e em outras partes do mundo árabe, gerou uma expectativa inusitada de que a bela voz de um jovem que canta possa transformar o mundo. Ainda que seja uma grande ilusão, é bonito poder acreditar nisso. O filme tem um bom elenco e também boa música, um pouco diferente do que estamos acostumados a ouvir, mas bem bonita.

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  • Filme

    Novo pôster de Power Rangers mostra os zords em ação

    3 de fevereiro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou um novo pôster de “Power Rangers – O Filme”, que junta os Rangers com seus zords, vistos em ação. No contexto da franquia, Zords são os robôs biomecânicos gigantes que os Rangers usam para combater monstros colossais. Um trailer recente revelou que o filme também terá um Megazord, resultado da combinação dos cinco robôs. A versão de cinema da série dos anos 1990 é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Batman, Robin e Batgirl se juntam no novo pôster da animação Lego

    3 de fevereiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um novo pôster da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014), que junta os super-heróis Batman, Robin e Batgirl. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”, Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) dubla Robin e Rosario Dawson (série “Luke Cage”) faz a voz de Batgirl. Além deles, o elenco de vozes em inglês inclui Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred, Jenny Slate (série “Married”) como Arlequina e até a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação de “Uma Aventura Lego”. “Lego Batman” tem estreia marcada para a próxima quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Cinquenta Tons Mais Escuros ganha cinco pôsteres de personagens

    3 de fevereiro de 2017 /

    A Universal divulgou uma coleção de pôsteres da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). As artes destacam individualmente os personagens, identificando Anastasia Steele (Dakota Johnson) como paixão, Christian Grey (Jamie Dornan) como mistério e incluindo novos integrantes na trama, interpretados por Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida”), Eric Johnson (série “Rookie Blue”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Os novatos na franquia representam, respectivamente, inveja, dissimulação e perigo. Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia na próxima quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Volta de The Walking Dead ganha sinopse, novas fotos e comercial com cenas inéditas

    3 de fevereiro de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou o título, a sinopse oficial, novas fotos e um comercial com cenas inéditas do retorno de “The Walking Dead”, que vai retomar a segunda metade de sua 7ª temporada na próxima semana, com capítulos mais longos que os das temporadas anteriores. Entre as novidades da prévia está a revelação da situação de Eugene (Josh McDermitt) entre os Salvadores, muito menos sofrida do que ele imaginaria. Outras cenas mostram Tara (Alanna Masterson) e Morgan (Lennie James) se reencontrando, Ezekiel (Khary Payton), Carol (Melissa McBride) e alguns momentos raros com sorrisos dos sobreviventes. O capítulo recebeu o título de “Rock in the Road” (com o sentido de “pedra no caminho”) e a sinopse diz apenas que “Rick é apresentado a uma nova comunidade”, numa referência à sua descoberta do Reino e ao primeiro encontro com o Ezekiel. “Rock in the Road” terá 73 minutos de duração com direção do produtor/maquiador Greg Nicotero, e irá ao ar no dia 12 de fevereiro, em transmissão simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Action (sem intervalos). Veja aqui o trailer completo do retorno da série.

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  • Filme

    Scott Eastwood divulga imagem dos bastidores da continuação de Círculo de Fogo

    3 de fevereiro de 2017 /

    O ator Scott Eastwood (“Esquadrão Suicida”) divulgou em seu Instagram uma nova foto no set de “Pacific Rim: Uprising”, continuação de “Círculo de Fogo” (2013). Veja acima. “De volta ao trabalho após alguns dias de descanso. Pronto para retomar a rotina”, ele escreveu na legenda. A foto o mostra no set do estúdio australiano da Fox. Anteriormente, paparazzi flagraram o ator John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”) nas ruas do país, com uma armadura de piloto de Jaeger – os robôs gigantes que combatem os kaiju do filme. A continuação vai se passar alguns anos após os eventos de “Círculo de Fogo” e foi escrita pelos criadores do filme original, Travis Beacham e Guillermo Del Toro, com auxílio de feras da sci-fi, como Derek Connolly (“Jurassic World”) e Jon Spaihts (“Prometheus”). O filme marcará a estreia de Steven S. DeKnight como diretor de cinema. Ele é um roteirista e produtor veterano de séries cultuadas, desde “Buffy – A Caça-Vampiros” em 2000, passando por “Smallville”. Foi também criador da série “Spartacus” e showrunner da 1ª temporada de “Demolidor”, da qual dirigiu o episódio final. A estreia está marcada para 22 de fevereiro de 2018 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Oscar 2017 não terá memes de Glória Pires e pode nem ir ao ar na Globo

    3 de fevereiro de 2017 /

    É oficial. Glória Pires não será a comentarista do Oscar 2017 para a Globo, deixando frustrados centenas de internautas ansiosos por novos memes. De acordo com a assessoria de imprensa da rede Globo, ainda não está definido o formato da transmissão da cerimônia deste ano, que coincidirá com o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Das últimas vezes que isso aconteceu, em 2009 e 2014, a Globo optou por não transmitir a premiação ao vivo, sambando nos cinéfilos. Portanto, o mais provável é que a emissora exiba um compacto com os melhores momentos no dia seguinte à premiação. Para fazer isto, o canal convidou Miguel Falabella. Glória virou sensação no ano passado, durante sua participação na cobertura do Oscar 2016, graças à superficialidade de seus comentários. Entre os pontos altos, destaca-se a sinceridade ao analisar o indicado brasileiro a melhor animação, “O Menino e o Mundo”, que perdeu para “Divertidamente”: “Não assisti nenhum dos dois”. E o meme favorito dos internautas, quando foi instada a opinar sobre o melhor filme e se saiu com o agora icônico: “Não sou capaz de opinar sobre isso”. A atriz já tinha dito que não pretendia repetir a experiência. Mas, graças à sua participação sem noção, a transmissão da rede Globo apresentou um crescimento de 3% em relação à cerimônia de 2015, que contou com comentários do ator Lázaro Ramos. O Oscar 2016 marcou 9,1 pontos de audiência, contra 8,8 pontos de 2015. Até 2014, o comentarista era José Wilker, que faleceu em abril daquele ano. A cerimônia do Oscar 2017 acontece no dia 26 de fevereiro e será exibida ao vivo pelo canal pago TNT, com comentários de Rubens Ewald Filho, que, se não viram memes, rendem jogo de bebidas entre os cinéfilos já há alguns anos.

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    Nova sinopse de Logan confirma ligação entre Wolverine e X-23

    3 de fevereiro de 2017 /

    A organização do Festival de Berlim 2017 divulgou uma nova sinopse de “Logan”, que detalha a ligação de Wolverine com a pequena e poderosa jovem mutanta vista nas artes e prévias da produção, e ainda revelou a duração do longa, que terá 135 minutos (ou seja, 2h15). A primeira sinopse oficial dizia: “Num futuro próximo, um cansado Logan (Hugh Jackman) cuida do doente Professor Xavier (Patrick Stewart) escondido na fronteira do México. Mas sua tentativa de ficar isolado do mundo e de seu legado termina quando uma jovem mutante surge, sendo perseguida por forças obscuras”. Já a sinopse do festival alemão é bem mais detalhada: “Em 2024, a população mutante foi reduzida drasticamente e os X-Men se separaram. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura (Dafne Keen) até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início.” A descrição reforça a conexão da trama com os quadrinhos e desenhos animados, nos quais Laura Kinney é mais conhecida como X-23, um clone juvenil do Wolverine. “Logan” terá sua première mundial no Festival de Berlim, onde será exibido fora de competição no dia 17 de fevereiro. A estreia no Brasil está marcada para o dia 2 de março, e Hugh Jackman revelou nas redes sociais que virá a São Paulo divulgar o lançamento.

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  • Música

    Zayn também divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros

    3 de fevereiro de 2017 /

    Depois de Taylor Swift, Zayn Malik também divulgou sua versão solo e acústica da música “I Don’t Wanna Live Forever”, que integra a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. E, diferente de Taylor, postou a gravação na íntegra, num vídeo de estúdio em sua página no YouTube. Curiosamente, sua versão tem menos cacoete de boy band que a gravação original, feita como dueto. A cantoria acústica do ex-One Direction reflete mais o clima depressivo do clipe oficial, com voz tremida e muita sofrência. Qual versão o público vai achar que ficou melhor?

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  • Série

    Punho de Ferro: Fotos da nova série de super-heróis da Marvel inclui personagens conhecidos

    3 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou novas fotos e um banner de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março de 2017, com 13 episódios.

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  • Filme

    Fãs fazem petição online para Zack Snyder dirigir o filme solo de Batman

    3 de fevereiro de 2017 /

    Ah, os fanboys… Depois de uma petição online para tentar tirar Zack Snyder do comando da “Liga da Justiça” – e de qualquer outro filme da DC Comics – , refletindo o desastre de “Batman vs. Superman”, um dos líderes em indicações ao Framboesa de Ouro 2017 (a premiação dos piores do ano), agora os fãs das adaptações de quadrinhos lançaram novo abaixo-assinado digital, pedindo que este mesmo diretor assuma o filme solo de Batman. Bipolaridade perde. “Realmente, é uma questão fácil. O comprometimento de Zack Snyder com o material original, seu extraordinário estilo visual e sua experiência prévia no Universo DC fazem dele o candidato ideal, especialmente quando percebemos a influência que Ben Affleck ainda manteria sobre a história e os diálogos do filme. Os dois trabalhando juntos podem realizar o melhor filme baseado em quadrinhos que já vimos”, destaca o texto da petição, publicada no site Change.org. Pois é. Até o momento, mais de 3 mil pessoas assinaram a petição. O filme solo do Batman deveria ser dirigido por Ben Affleck, que desistiu, após seu filme mais recente como diretor (“A Lei da Noite”) fracassar nas bilheterias. Em comunicado oficial, ele informou que decidiu trabalhar apenas como ator, roteirista e produtor do longa.

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