This Is Us é renovada para mais duas temporadas de uma vez
A rede americana NBC anunciou a renovação de “This Is Us”, estreia de maior sucesso da atual temporada da TV americana. A audiência da atração é tanta que a emissora decidiu não perder tempo e encomendar logo duas temporadas novas de uma vez. Assim, a série foi renovada até a 3ª temporada, que só irá ao ar entre o final de 2018 e o começo de 2019. A série é um fenômeno, mantendo uma média de público ao vivo na casa dos 10 milhões de telespectadores. Detalhe importante: o primeiro episódio, que geralmente concentra a maior audiência, não é o que rendeu mais público à atração, que, a cada nova exibição, vem aumentando ainda mais sua sintonia. Para completar, a crítica é só elogios. E mesmo na metade de sua 1ª temporada, a produção conquistou três indicações ao Globo de Ouro. Criação de Dan Fogelman (criador também da recente “Pitch”, além de “Galavant”, “The Neighbors”), “This Is Us” acompanha personagens díspares em tramas paralelas, que tem como principal elemento de ligação o fato de terem nascido no mesmo dia. O grande elenco inclui Mandy Moore (série “Red Band Society”), Milo Ventimiglia (“The Whispers”), Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Susan Kelechi Watson (“Louie”), Chris Sullivan (“The Knick”) e Ron Cephas Jones (“Mr. Robot”). Infelizmente, apesar de ter estreado em 20 de setembro nos EUA, “This Is Us” continua inédita no Brasil.
Homem-Aranha vai ganhar filme animado focado na versão de Miles Morales
A Sony confirmou que prepara uma animação do Homem-Aranha para o cinema. Será o primeiro longa animado do herói da Marvel. Mas a principal novidade é outra. Quem vestirá o uniforme aracnídeo não será Peter Parker, mas Miles Morales, que só virou o herói recentemente, na revista “Ultimate Spider-Man”. Morales é latino. E negro. Seus criadores, Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, lançaram-no nos quadrinhos em 2011 dizendo terem se inspiraram no presidente Barack Obama e no ator Donald Glover (série “Atlanta”) – que, por sinal, está no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, num papel misterioso. O novo Aranha foi criado para suprir a morte de Peter Parker na linha Ultimate da Marvel – um universo paralelo às histórias originais de Stan Lee. Quando a editora decidiu cancelar as publicações desse selo em 2015, Morales acabou incorporado ao universo oficial da Marvel. Mas desta vez Peter Parker continuou vivo, dividindo o combate ao crime com o novo Aranha. Desde o ano passado, o personagem também faz parte da série animada “Ultimate Homem-Aranha”, dublado por – adivinhe – Donald Glover. A nova animação será escrita e produzida pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012) e “Uma Aventura Lego” (2014) e também vão comandar o spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. A direção está a cargo de Bob Persichetti, que estreia na função, após chefiar as animações de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A previsão de estreia é para dezembro de 2018.
É oficial: Comercial confirma a volta da série clássica Will & Grace neste ano
A NBC oficializou a volta da série de comédia “Will & Grace”. Um vídeo divulgado pela rede americana (e que pode ser visto abaixo) anunciou o retorno da atração, cancelada há 11 anos. Em comunicado, os criadores Max Mutchnick e David Kohan, que também produzirão o revival, demonstraram entusiasmo por retomar a série. “Dave e eu estamos absolutamente entusiasmados com a oportunidade de contar o que o Will, a Grace, o Jack e a Karen estão pensando em 2017”, disse Mutchnick. Ao todo foram encomendados 10 novos episódios para o revival, que serão escritos pelos criadores da atração, comandados por James Burrows, que dirigiu todos os episódios das oito temporadas originais, e estrelado pelos quatro integrantes do elenco central: Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Sean Hayes (Jack) e Megan Mullally (Karen). “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividiam um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, McCormack, Messing, Hayes e Mullally. Por sinal, o vídeo da NBC ainda inclui Rosario Salazar, a empregada salvadorenha vivida por Shelley Morrison. Além dela, Leslie Jordan, que venceu um Emmy por sua participação na série, também é presença garantida. Afinal, foi ele quem deu a notícia em primeira mão, durante uma entrevista de rádio, que a série retornaria para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. Os rumores do retorno circulavam desde que o elenco principal se reuniu no ano passado para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. O reencontro contou até com os cenários originais, além de texto de Mutchnick e Kohan, e direção de James Burrows, criando um saudosismo muito forte no público – e em todos os envolvidos. A rede NBC viu a repercussão e acreditou no potencial do revival.
Julia Roberts vai dublar uma Smurf na nova animação das criaturinhas azuis
A atriz Julia Roberts entrou para o elenco de dubladores da animação “Os Smurfs e a Vila Perdida”. Ela vai emprestar sua voz para uma nova personagem, chamada SmurfWillow, cujo visual pode ser conferido acima, em imagem divulgada via revista People. “Os Smurfs são uma parte tão divertida da nossa cultura animada”, disse Roberts, para a publicação. “Eles eram populares quando eu era criança e eles eram populares quando meus filhos eram pequenos. É divertido fazer parte de um grupo tão doce que continua a divertir os jovens”. A participação da atriz representará uma raridade no universo dos personagens. Afinal, as histórias em quadrinhos de Peyo afirmavam, inicialmente, que só existia uma versão feminina das criaturinhas azuis: a Smurfette, criada em laboratório como uma arma secreta de Gargamel, que se rebela contra o vilão e acaba adotada pelo Papai Smurf. Mas já existiram outras “smurfettes” nesse universo, como Sassette e Nanny Smurf. A nova personagem, SmurfWillo, tem cabelos brancos e parece uma Mamãe Smurf. Não por caso, na primeira foto divulgada, ela aparece contracenando com o Papai Smurf. Mais detalhes devem vir à tona no próximo trailer da animação, cuja trama vai destacar justamente a Smurfette (dublada em inglês pela cantora Demi Lovato). No desenho, Smurfette convence um grupo de Smurfs a se aventurar para longe de seu vilarejo, atravessando a Floresta Proibida, repleta de criaturas mágicas e perigosas, para encontrar uma Vila Perdida, habitada sabe-se lá por quem – ou o quê. Mas logo após sair do vilarejo, eles passam a ser perseguidos pelo vilão Gargamel (voz de Rainn Wilson, da série “The Office”), e não demoram a ficar em apuros. O elenco de vozes ainda inclui Joe Manganiello (“Magic Mike”) como Robusto, Jack McBrayer (série “30 Rock”) como Desastrado, Danny Pudi (série “Community”) como Gênio e Mandy Patinkin (série “Homeland”) como Papai Smurf. Escrito por Stacey Harman (série “The Goldbergs”) e Pamela Ribon (série “Samantha Who?”), e dirigido por Kelly Asbury (“Shrek 2” e “Gnomeu e Julieta”), “Os Smurfs e A Vila Perdida” chega aos cinemas brasileiros em 6 de abril.
Luana Piovani bate boca com internautas por excesso de fotos sensuais no Instagram
O que estava sendo ensaiado há alguns dias aconteceu. Luana Piovani e Pedro Scooby entraram num bate-boca com seguidores de suas páginas no Instagram por conta do exibicionismo constante das fotos sensuais da atriz. Após o mais recente clique de Luana de topless ser compartilhado nesta quarta (18/1) por seu marido, um internauta ousado comentou: “Esse mano só coloca foto da mulher dele pelada !!!! Se vc curtir uma suruba é nois mlk…. Acho que vc deve gostar!”. Luana resolveu tomar partido do marido e respondeu: “Não, bobo, é só para você ficar com vontade mesmo. Só para você ver que nessa vida algo do meu nível você nunca terá”. Bastou dar abertura para outra seguidora rebater: “Algo do meu ‘nível’, será qual nível ela quis dizer?!”. E dessa vez quem respondeu foi Pedro Scooby: “Um nível que você está bem longe de alcançar com certeza”. Pois é, chegou a este nível. Confira abaixo.
The Discovery: Sci-fi com Rooney Mara e Robert Redford ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou duas fotos e o primeiro trailer legendado de “The Discovery”, ficção científica estrelada por Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e Robert Redford (“Meu Amigo, O Dragão”), selecionada para o Festival de Sundance. A prévia abre em clima romântico, mas logo sofre uma guinada sci-fi e se encerra de forma dramática, quase em clima de terror. Praticamente sem diálogos, o vídeo é pontuado pela balada clássica “Only the Lonely”, de Roy Orbison, que se torna distorcida conforme os eventos se sucedem. Segundo a sinopse, a trama é uma história de amor que se passa um ano após a existência da vida após a morte ser cientificamente comprovada. Redford vive o cientista responsável pela descoberta, que libera um verdadeiro caos no mundo, causando uma onda de suicídios. Em meio ao pandemônio, seu filho (Segel) se apaixona por uma mulher (Mara) que tem um passado marcado por eventos trágicos. No elenco também estão Jesse Plemons (“Ponte dos Espiões“) e Riley Keough (“Docinho da América“). Escrito e dirigido por Charlie McDowell (“Complicações do Amor“), o filme será exibido pela primeira vez na sexta (20/1), na programação de Sundance, e chega à Netflix no dia 31 de março. Clique nas fotos sob o trailer para ampliá-las.
Mangá Ataque dos Titãs vai ganhar versão de Hollywood
Hollywood dá indícios de que as adaptações de quadrinhos japoneses serão a próxima grande tendência de seus blockbusters. Antes mesmo da estreia de “Ghost in the Shell”, estrelado por Scarlett Johansson, os estúdios americanos negociam direitos de novos projetos do gênero. Como indicativo da tendência, a Warner, que há anos tenta tirar “Akira” do papel, adquiriu agora os direitos de “Attack on Titan”. O mangá criado em 2009 por Hajime Isayama – e editado no Brasil como “Ataque dos Titãs” – já foi adaptado em 2013 numa anime (série animada) cultuadíssima, dirigida por Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”), que terá novos episódios em 2017. Além disso, uma adaptação live action (com atores) deu origem a dois filmes recentes, lançados de forma consecutiva em agosto e setembro de 2015 com grande sucesso no Japão. Segundo o site Deadline, a Warner planeja um projeto similar à adaptação japonesa, que também renderia dois filmes. A adaptação foi encomendada ao produtor David Heyman, responsável pela franquia “Harry Potter” e o spin-off “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que retrata a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para destruir a civilização. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. Outras adaptações de mangás em andamento incluem a já citada “Ghost in the Shell”, que ganhou o título de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” no Brasil, “Battle Angel Alita”, dirigida por Robert Rodriguez (“Machete”) e “Death Note”, que vai virar uma série da Netflix estrelada por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”). Menos adiantadas, ainda há produções americanas sobre “Naruto”, “Lobo Solitário” e “Astro Boy”.
Filme com Paolla Oliveira está parado há cinco anos sem recursos para pós-produção
Filmado em 2012, o filme “Bala Sem Nome”, estrelado por Paolla Oliveira (“Em Nome da Lei”), está há quase cinco anos parado, sem recursos para realizar sua pós-produção. “Simplesmente não temos dinheiro para acabar o filme”, revelou o diretor Felipe Cagno sobre sua estreia em longa-metragens, à coluna de Flavio Ricco no UOL. O elenco abriu mão mão do cachê para protagonizar “Bala Sem Nome”, que foi feito sem apoio de incentivos fiscais, por meio de financiamento coletivo – o processo conhecido como crowdfunding, que capta doações de interessados em verem o projeto sair do papel. Trama de suspense, o filme gira em trono de Suzana, personagem vivida por Paola Oliveira, que é sequestrada com o namorado, e pressionada para que devolva um suposto dinheiro que eles acham que ela roubou. Além de Paolla Oliveira, o elenco inclui Sérgio Marone (“Os Dez Mandamentos”) e Leopoldo Pacheco (“O Caseiro”).
Kim Kardashian vai participar da versão feminina de Onze Homens e um Segredo
A socialite Kim Kardashian vai reviver no cinema um de seus momentos menos celebrados. Após ser vítima de um crime em Paris, em outubro, quando foi mantida refém de ladrões que lhe roubaram joias avaliadas em US$ 11 milhões, ela vai atuar em “Ocean’s Eight”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (Ocean’s Eleven), encenando um assalto em que tem suas joias roubadas. A equipe do filme teria ficado “chocada” quando Kim aceitou participar das gravações. “Ficamos surpresos quando Kim apareceu para filmar”, disse um membro da equipe ao New York Post. “Ela parecia totalmente traumatizada pelo assalto em Paris, e mesmo assim vai aparecer num filme que glamouriza um roubo de joias”. Mas será que é realmente surpreendente? Afinal, Kardashian transformou sua vida num reality show permanente, seja na frente das câmeras, em programas do canal pago americano E!, seja longe delas, em registros de tabloides. De vez em quando, também tira as roupas para exibir seus atributos físicos, como uma espécie de mulher melancia americana, em revistas masculinas. E tudo com cumplicidade do marido, o rapper Kanye West, também conhecido por atrair atenção da mídia. Além de Kim, sua irmã Kendall Jenner também participará do filme numa pequena participação. Dirigido por Gary Ross (“Jogos Vorazes”), a produção é um spin-off feminino da franquia “Onze Homens e um Segredo” (2001) e reunirá um grupo de mulheres num novo golpe elaborado. As atrizes são Sandra Bullock (“Gravidade”), Cate Blanchett (“Carol”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Anne Hathaway (“Interestelar”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), a novata Awkwafina (“Vizinhos 2”), a cantora Rihanna (“Battleship”) e Sarah Paulson (também de “Carol” e da série “American Horror Story”). Mas ainda surgiram relatos da presença de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) e Katie Holmes (“Batman Begins”) nos bastidores das filmagens. Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu “Onze Homens e um Segredo”, o filme ainda trará Matt Damon (“Jason Bourne”) reprisando seu papel na franquia. A previsão para a estreia é junho de 2018.
Filme Eu, Daniel Blake inspira gritos de “Fora Temer” no Brasil
Em cartaz desde o dia 5 de janeiro, o filme “Eu, Daniel Blake”, do inglês Ken Loach, tem inspirado manifestações políticas no Brasil. A produção, que mostra a crise do sistema de previdência, a burocracia estatal e as consequências da falta de emprego para a população na Inglaterra, costuma terminar com gritos de “Fora Temer” aos finais das sessões. O costume foi inaugurado durante o Festival do Rio, em outubro, quando o filme foi exibido pela primeira vez no país, rendendo um forte “Fora Temer” em meio a aplausos entusiasmados pela obra de Loach, diretor conhecido por abordar temas sociais e políticos de esquerda. Segundo o jornal O Globo apurou, a justificativa para as manifestações brasileiras seria o projeto de reforma de presidência enviada pelo governo ao Congresso. Do outro lado do espectro político, as únicas manifestações contra o partido da ex-presidente Dilma tem sido na denúncia do próprio filme como sendo “petista”. Não houve, no entanto, manifestações que fizessem a ligação entre a denúncia do filme à situação de devastação total dos fundos de previdência estatais, pilhados pela corrupção dos últimos 14 anos – do poderoso Petros, da Petrobrás, ao Postalis, dos Correios. Nem à crise de desemprego desencadeada pela política econômica do governo Dilma. Além de evocar catarse do público e elogios da crítica, “Eu, Daniel Blake” também venceu o Festival de Cannes do ano passado. Mas sua Palma de Ouro é considerada controvertida até entre os cinéfilos mais à esquerda. Há quem lamente que “Elle” e “Toni Erdmann” tenham sido menosprezados pelo festival francês, culpando a decisão numa suposta inclinação política do juri. Fora de Cannes, ocorreu o inverso, com “Eu, Daniel Blake” passando quase em branco na temporada de premiações do final do ano, diante da consagração de “Elle” e “Toni Erdmann”. Abaixo, alguns exemplos de tuítes relatando as manifestações nas sessões de “Eu, Daniel Blake”. Ontem vi "Eu, Daniel Blake" no belas… Acabou o filme povo gritando "Fora Temer" e aplaudindo… O_o — zedmartins (@zedmartins) 13 de janeiro de 2017 hoje fui com moze assistir Eu, Daniel Blake e rolou logo um FORA TEMER mto massa na sala no fim da sessão — priscila (@prisc666) 17 de janeiro de 2017 Ontem a seção de Eu, Daniel Blake em que eu estava virou um grande manifesto Fora Temer. — Cecilia Oliveira (@Filosolinda) 8 de janeiro de 2017
Vídeo revela o dia em que Dory encontrou a menina de Divertida Mente e todas as conexões dos desenhos da Pixar
Fãs das animações da Pixar já repararam na existência de várias pistas (os chamados “easters eggs”) espalhadas entre seus desenhos, que aludem às outras produções do estúdio. Pois o que parecia uma brincadeira é um verdadeiro “universo compartilhado”, indica um vídeo impressionante, divulgado pela companhia, que revela a existência de muito mais conexões entre cada animação da Pixar do que se imaginava. Por exemplo, você já tinha reparado que a peixinha Dory (de “Procurando Dory”) e a menina Riley (de “Divertida Mente”) já se encontraram? As ligações vão muito além desse detalhe e incluem até o pouco apreciado “Vida de Inseto” (1998). Confira abaixo.
Vídeo detalha aspecto de superprodução dos bastidores de Desventuras em Série
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Desventuras em Série”, que revela a grandiosidade da produção. Já disponível no serviço de streaming, a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket, impressiona pela direção de arte, pelos cenários imponentes, pela fotografia, por detalhes, enfim, que lhe dão a aparência de uma superprodução cinematográfica. No vídeo, o cineasta Barry Sonnenfeld, que produz a atração e dirigiu quatro episódios, fala sobre a equipe premiada com quem trabalhou para tirar a série do papel. Entre eles Bo Welch, cenografista indicado quatro vezes ao Oscar, com quem Sonnenfeld trabalhou na franquia “Homens de Preto”, mas a produção também inclui Bill Terezakis, maquiador nomeado ao Oscar por “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), o figurinista Angus Strathie, que venceu o Oscar por “Moulin Rouge” (2001), o compositor James Newton Howard (“Jogos Vorazes”), que tem oito indicações ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, os diretores de arte Don Macaulay (“Elysium”) e Sandy Walker (“Star Trek: Sem Fronteiras”), etc. Sem esquecer o próprio Sonnenfeld, que fez seus melhores trabalhos no gênero das fábulas mórbidas, à frente dos dois filmes de “A Família Addams” nos anos 1990 e como diretor-produtor da série “Pushing Daisies” (2007-2008), que tinha o mesmo espírito da nova atração. A adaptação ficou a cargo do roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), que leva ao streaming as histórias dos livros de Handler/Snicket, publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, além de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) como o Conde Olaf, o elenco traz as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes como Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) no papel de Lemony Snicket, narrando as tragédias. A série está disponível na Netflix desde sexta (13/1).
Ação de Resident Evil permite aos fãs conversarem por Messenger com a Rainha Vermelha
A Sony Pictures desenvolveu, em parceria com a empresa de inteligência artificial IV.AI, uma ação de marketing que permite aos fãs de “Resident Evil” interagirem com a Rainha Vermelha. Os fãs já podem conversar com a icônica personagem da franquia, que é justamente uma inteligência artificial no cinema, via Messenger. Os programadores configuraram o perfil Red Queen para ter a mesma personalidade da personagem dos filmes. Infelizmente, a programação é limitada, restringindo-se a trívia da franquia pós-apocalíptica. Além disso, até o momento o recurso não tem opção de conversa em português. Ele só está disponível em inglês (clique aqui), espanhol da América Latina (clique aqui), espanhol europeu (clique aqui) e em russo (clique aqui). Tudo isso para divulgar que “Resident Evil 6 – O Capítulo Final” estreia na próxima semana: na quinta (26/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












