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  • Etc,  Série

    Pai exige US$ 100 mil de taxa para quem quiser empresariar a estrelinha de Stranger Things

    4 de outubro de 2016 /

    O pai da atriz mirim Millie Bobby Brown, a Onze (Eleven) de “Stranger Things”, decidiu aproveitar o sucesso da menina para pedir dinheiro a agências e agentes que queiram empresariar a carreira de sua filha, uma das estrelas jovenss de maior destaque no momento. O site da revista The Hollywood Reporter apurou com várias agências que Robert Brown, pai da atriz, está cobrando US$ 100 mil como “taxa de assinatura de contrato”. Pelo menos cinco agências confirmaram a proposta, que, segundo elas, pode prejudicar a carreira da menina. “Isso é sem precedentes”, disse ao site um chefe de agência que não quis se identificar. “Estamos acostumados a diminuir nossas taxas de lucro para um cliente que esteja em alta, mas pagar para conseguir um cliente? Se alguém aceitar as condições, isso abrirá uma caixa de Pandora”. Pais de estrelinhas mirins costumam assumir as finanças das crianças desde a época de Jackie Coogan, o personagem-título de “O Garoto” (1921), clássico mudo de Charlie Chaplin, geralmente torrando o dinheiro das crianças e terminando brigados com os próprios filhos. E isso já fez pelo menos um astro infantil desistir de fazer filmes: Macauley Culkin. Millie ainda não foi confirmada no segundo ano de “Stranger Things”, que terá nove episódios e será disponibilizado pela Netflix em 2017. Os fãs esperam que a falta de confirmação seja apenas uma questão de cronograma da plataforma de streaming e não devido a uma “taxa de assinatura de contrato” que possa afastá-la da produção.

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  • Filme

    Kit Harington vai estrelar e produzir minissérie sobre o anarquista Guy Fawkes

    4 de outubro de 2016 /

    O ator Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”) vai estrelar e produzir uma minissérie sobre o anarquista Guy Fawkes para a BBC. Segundo o site da revista Variety, a minissérie será composta por três episódios e contará a história verídica do ataque terrorista de Fawkes, que tentou explodir a Câmera dos Lordes no Parlamento britânico e assassinar o Rei James I em 1605. O ato de Fawkes é lembrado anualmente com festividades no Reino Unido. No começo, sancionado por celebrar o fato do Rei ter sobrevivido. Mas, ao longo dos anos, o atentado ganhou nova conotação, transformando Fawkes numa espécie de herói popular. A transição começou com publicações baratas (penny dreadfuls) do fim do século 19 e se completou com os quadrinhos de “V de Vingança” nos anos 1980, nos quais um mascarado inspirado em Fawkes combatia a política fascista de um futuro britânico distópico. Quando a minissérie de Alan Moore e David Lloyd virou filme em 2005, as máscaras de V (ou Fawkes) entraram na cultura pop mundial, ganhando as ruas em manifestações como o movimento Occupy. A minissérie estrelada por Harington será financiada pela rede BBC e está sendo desenvolvida com o título provisório de “Gunpowder” Harington, por sinal, tem uma ligação genética com a história, já que seria descendente direto de Robert Catesby, um dos conspiradores aliados de Fawkes.

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  • Etc

    Ben Stiller revela que teve câncer de próstata e sobreviveu graças a um exame de rotina

    4 de outubro de 2016 /

    O ator Ben Stiller revelou ter enfrentado um câncer na próstata há dois anos. Ele foi diagnosticado com um tumor considerado agressivo e passou por uma cirurgia, e agora que está bem resolveu vir a público para encorajar mais homens a fazerem exames de rotina para detectar a doença. “Eu sinto como se isso tivesse salvado minha vida”. “É o segundo tipo de câncer mais fatal, mas é um dos mais curáveis”, explicou, em um texto publicado no Medium, no qual comparou a descoberta de que sofria da doença com uma cena de “Breaking Bad”. “Um clássico momento Walter White, exceto pelo fato de que era eu e não tinha ninguém filmando nada”. Stiller contou que foi diagnosticado com câncer aos 46 anos, quatro anos antes do recomendado pelos médicos para se fazer os primeiros exames para a detecção da doença. “Se tivesse esperado, seria tarde demais”, escreveu. Ele encerra dizendo: “Acredito que a melhor forma de determinar o curso de ação para este câncer mais tratável, mas também mais mortal, é detectá-lo cedo”.

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  • Música

    Depois de Selena Gomez, Demi Lovato também anuncia pausa na carreira

    4 de outubro de 2016 /

    E essa agora? Depois de Selena Gomez se afastar dos shows para tratar da saúde, sua substituta no Z Festival, Demi Lovato, também anunciou pausa na carreira. Não ficou claro se a cantora virá ao Brasil para o evento. Ela postou um curto desabafo na tarde desta terça (4/10) no Twitter, anunciando sua decisão. “Tão animada para 2017. Vou dar uma pausa na música e nos holofotes. Não pertenço a essa indústria e mídia”, ela escreveu, dando a entender que não faria mais shows este ano. Os comentários vieram após Demi responder à críticas nas redes sociais, devido à sua entrevista para a revista Glamour, em que alfinetou Taylor Swift por não ser feminista o suficiente. Demi reclamou que as pessoas “se importam demais” com o que ela diz. “E não esqueçam que palavras podem ser usadas fora de contexto. Mas vou continuar sem pedir desculpas por dizer o que todo mundo gostaria de falar”, postou. Na entrevista, ela acusou o clipe de “Bad Blood” de “uma imagem falsa e distorcida de como as pessoas deveriam se parecer e como deveriam ser”, dizendo que não viu “corpos normais naquele grupo”. “Acho que ter uma canção e um vídeo para derrubar Katy Perry não é empoderamento feminino”, ela criticou. “Tenho que me perguntar ‘Estou feliz em dizer que sou uma feminista? Sim, porque eu não me calo’”, completanto que “certas pessoas” – se referindo à Taylor – “poderiam estar fazendo mais, já que estão usando isso como parte de sua marca”. Os fãs de Taylor Swift contra-atacaram na internet. E ela encheu o saco. Quando questionada por um seguidor se pretendia retomar a carreira depois da pausa, Demi não deu certeza. “Não sei. Não parece mais valer a pena. Prefiro fazer trabalho beneficente, honestamente”, escreveu.

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  • Série

    Dennis the Menace terá nova série animada com visual computadorizado

    4 de outubro de 2016 /

    A rede britânica BBC está produzindo uma nova série animada de “Dennis the Menace”, personagem clássico dos quadrinhos britânicos, que não tem nada ver com seu homônimo americano, batizado como “Dennis, o Pimentinha” no Brasil. Mas os produtores mexeram muito no visual do personagem, ao utilizar computação gráfica em vez da tradicional animação em 2D. O Dennis “à la Pixar” acabou revoltando os fãs do personagem. Confira a diferença visual acima. A “versão” britânica de Dennis surgiu no mesmo ano e quase simultaneamente ao Dennis americano, publicado em 1951 na revista de quadrinhos “The Beano”. Concebido por David Law, ele é um típico menino “levado”, mas seu comportamento hoje poderia ser mais bem descrito como “bullying”, já que Dennis apronta sempre com os meninos comportados de sua classe, a quem chama de “softies”. Para atormentar as outras crianças, ainda conta com a ajuda de um cachorro feioso, chamado Gnasher. O personagem ganhou sua primeira série animada apenas em 1990, com trilha sonora punk rock, seguidas por mais duas, em 1996 e 2006, na faixa infantil da BBC. Atualmente, a Warner desenvolve uma nova versão do Dennis americano para o cinema, com roteiro de Stacey Menear, do terror “Boneco do Mal” (2016).

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  • Filme

    Ben Affleck diz que o Exterminador é o melhor vilão para Batman enfrentar

    4 de outubro de 2016 /

    Mesmo que tenham se enfrentado poucas vezes nos quadrinhos, Ben Affleck disse acreditar que o Exterminador é o melhor vilão para o reboot de Batman. “Ele é um ótimo vilão, e eu tive um sentimento instintivo que ele seria um bom adversário para o nosso Batman. Eu sempre fui um grande admirador desse personagem, especialmente da forma como os ‘Novos 52’ fizeram o personagem. Eu acho que vai funcionar melhor do que qualquer outro vilão”, comentou o ator, roteirista, diretor e produtor do filme, em entrevista ao site Collider. Nos quadrinhos dos “Novos 52”, o Exterminador já deixou para trás de seus dias de glória, assim como o Batman de Affleck no contexto dos filmes, mas acaba vestindo novamente o uniforme de mercenário para recuperar seu legado. Esta história, porém, significaria envelhecer o Joe Manganiello (“Magic Mike”), já escalado para o papel. Recentemente, Ben Affleck confirmou o título do novo filme do Homem-Morcego, que será chamado de “The Batman” nos EUA. Ainda sem data oficial divulgada, “The Batman” será o quarto filme em que Affleck viverá o herói encapuzado, após “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), “Esquadrão Suicida” (2016) e o vindouro “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas em novembro de 2017.

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  • Luke Cage
    Filme

    Vilão de Luke Cage entra na adaptação do mangá Battle Angel Alita

    4 de outubro de 2016 /

    O ator Mahershala Ali, que interpreta o vilão Cornell “Boca de Algodão” Stokes em “Luke Cage”, entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, adaptação de um mangá clássico de sci-fi com direção de Robert Rodriguez (“Sin City”) e produção de James Cameron (“Avatar”). Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel igualmente vilanesco como Vector, o homem que gerencia as competições que combinam Roller Derby e luta de gladiadores futuristas, chamadas de Motorball. Assim, a produção segue escalando atores ocidentais para papéis originalmente asiáticos. Com japoneses no elenco, “Ghost in the Shell” tem enfrentado críticas por ser estrelado pela americana Scarlett Johnsson. Mas Hollywood parece não ligar para os fãs do material original, a não ser quando precisa explicar um desempenho ruim nas bilheterias – como, por exemplo, o “Caça-Fantasmas” feminino. Ali vai se juntar à atriz Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), cujo personagem terá o nome americanizado. Outros atores contratados recentemente incluem Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído da robótica Alita de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, ela demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criado por Yukito Kishiro em 1990, o mangá foi adaptado por James Cameron, que escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. Ele próprio pretendia dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. Mesmo assim, Cameron vai produzir o filme, que acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original. “Battle Angel Alita” vai chegar aos cinemas como “Alita: Battle Angel”. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa recebeu previsão de lançamento para o dia 20 de julho de 2018.

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  • Filme

    X-Men: Cena cortada revela a origem do visor e do apelido de Cíclope

    4 de outubro de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou uma cena inédita de “X-Men: Apocalipse”, que integrará o Blu-ray do filme. A cena mostra Scott Summers (Tye Sheridan) usando pela primeira vez o seu visor e revela a origem do nome Cíclope. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme se passa nos anos 1980 e gira em torno da ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Isto é, invencível até enfrentar os X-Men. A edição em Blu-ray será lançada em 4 de outubro. Já o filme arrecadou US$ 535,2 milhões de bilheteria mundial, bem abaixo da expectativa de uma produção orçada em US$ 178 milhões.

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  • Série

    #MeChamaDeBruna: Atrizes se fingiram de prostitutas para ensaiar papéis na série

    4 de outubro de 2016 /

    As atrizes da série “#MeChamaDeBruna”, versão televisiva da história de Bruna Surfistinha, passaram por laboratório em um bordel. Isto significa que elas foram estudar prostitutas em seus locais de trabalho para melhor interpretar suas personagens. E para testar se convenciam, chegaram a se fingir de prostitutas reais nas ruas do Rio de Janeiro. O resultado foi uma mistura de asco e preconceito. A atriz Nash Laila detalhou a experiência, em entrevista para o UOL. “Depois de um tempo de ensaio, eu e Maria [Bopp] fomos experimentar a rua por um dia, só para ver o que iria acontecer. Colocamos salto alto e minissaia. De fato, os caras começaram a parar, era uma coisa estranha. Tem a parte do medo, um homem abordou Maria na frente de um shopping, onde tem famílias. As pessoas já olham para você de lado, olham diferente. Pessoas com quem você está acostumada a falar na rua já não se comportam do mesmo jeito”, relatou. Carla Ribas, que interpreta a gerente do “privê” (bordel), disse que o simples fato de colocar tatuagens para viver sua personagem já foi o suficiente para causar rejeição. “Eu tinha 19 tatuagens para gravar e [nos intervalos] saía no Leblon assim, era verão, estava calor. É impressionante o preconceito, a rejeição, o nojo que as pessoas têm. Eu entrava às vezes numa loja e as pessoas me tratavam quase como se [eu] desse choque”, contou. Para Maria Bopp, que interpreta a Bruna Surfistinha em seu segundo papel como atriz profissional – após uma pequena participação na série “Oscar Freire 279”, do Multishow, também sobre prostituição – , o fato de a direção de “#MeChamaDeBruna” ter sido feita por Marcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”, “Xingu” e “Chatô”) ajudou bastante às atrizes aceitarem o desafio. “Me surpreendi comigo mesma, achei que teria mais dificuldade, que poderia travar, ficar com medo mesmo. Mas aconteceu tudo muito naturalmente. O fato de ter uma diretora mulher me tranquilizou, eu acreditava que teria um olhar responsável por trás das câmeras, que [ela] não exploraria meu corpo gratuitamente”, disse. A série focará o começo da carreira de Raquel Pacheco, mais conhecida por seu pseudônimo, concentram-se no período em que viveu num “privê”, mostrando seu cotidiano com as outras garotas do prédio, sua cafetina, o filho dela e a clientela do estabelecimento. Antes de cada episódio, Bruna/Raquel falará ao público por meio de uma câmera digital, como se estivesse ao vivo em um “vlog”, num recurso que mantém o tom de diário de seu texto original, ao mesmo tempo em que atualiza a história para os dias de hoje. Na vida real, Raquel escrevia num blogue com o nome que a tornou famosa, mais tarde transformado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro, por sua vez, inspirou o filme “Bruna Surfistinha” (2011), campeão de bilheterias nacional, e agora, como diz o trailer da série, essa história chega na TV. Enquanto o filme foi estrelado pela famosa Déborah Secco, a série destaca a praticamente estreante Maria Bopp no papel principal. O elenco também inclui Carla Ribas (“Aquarius”), Luciana Paes (“Mãe Só Há Uma”), Nash Laila (“Amor, Plástico e Barulho”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”) e Perfeito Fortuna (“O Homem do Ano”), entre outros. A estreia acontece em 8 de outubro no canal pago premium Fox+.

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  • Filme

    Murilo Benício vai virar diretor de cinema com apoio da Ancine

    4 de outubro de 2016 /

    A estreia de Murilo Benício como diretor, o filme “O Beijo”, vai receber R$ 700 mil do Fundo Setorial do Audiovisual. A produção entrou em um edital da Ancine (Agência Nacional do Cinema). Antes de conseguir o apoio, ele vinha colocando dinheiro do próprio bolso no projeto. Rodado em preto e branco, o longa é uma adaptação da peça “O Beijo no Asfalto”, de autoria de Nelson Rodrigues, e tem no elenco a atriz Débora Falabella, namorada de Murilo. O casal também está trabalhando junto na minissérie “Nada Será como Antes”, atualmente em exibição na rede Globo. O longa de Benício será a segunda filmagem da peça. A primeira, com o título original “O Beijo no Asfalto”, foi dirigida por Bruno Barreto (“Flores Raras”) e lançada em 1981.

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  • Série

    Desventuras em Série: Primeiro teaser revela humor e data de estreia da série

    4 de outubro de 2016 /

    A Netflix divulgou a primeira foto oficial e o teaser de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events), a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket. Além de divulgar a data de estreia, o vídeo destaca o humor negro e a metalinguagem da atração, trazendo Patrick Warburton (o homem da foto, visto antes na série “Rules of Engagement”) como Lemony Snicket, em meio aos cenários vazios da produção. Segundo ele, a equipe e os atores não puderam continuar trabalhando após tantas tragédias que acontecem na trama. Mas nem todos ficaram deprimidos, como demonstra a risada ouvida ao fundo – de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) ensaiando as maldades do vilão Olaf. Os livros de Handler/Snicket foram publicados entre 1999 e 2006 e contam a saga dos irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire e como eles enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes viverão Violet e Klaus Baudelaire, mas a intérprete da caçula Sunny (um bebê) ainda não foi divulgada. A série é uma produção da divisão televisiva da Paramount, estúdio responsável pelo filme, em parceria com a Netflix. A estreia vai acontecer em 13 de janeiro.

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  • Série

    Haters Back Off: Série sobre a “origem” de YouTuber famosa ganha divertido trailer legendado

    4 de outubro de 2016 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Haters Back Off”, sua nova série de comédia, inspirada na vida da famosa Youtuber americana Miranda Sings. Miranda Sings existe. Mas não é real. Trata-se de uma personagem criada pela comediante Colleen Balinger, um “tipo” caricatural como a Velhinha da “Praça É Nossa” ou a Valéria do “Zorra Total”. A diferença é que o canal do YouTube passa a impressão que se trata de uma pessoa de verdade, o que Colleen reforça ao aparecer na mídia como Miranda Sings. Além de viver a personagem na internet, ela já visitou os programas de Jimmy Fallon e Jerry Senfield à caráter. Isto porque, ao contrário da história da série, Miranda se tornou uma celebridade, com alguns de seus vídeos vistos mais de 3 milhões de vezes. A série vai contar a “origem” de Miranda, mostrando como uma garota comum, pouco inteligente, nada atraente e sem nenhum talento acredita que pode virar um fenômeno popular ao postar vídeos de si mesma na internet. Com estímulo do tio, que têm planos para sua carreira de atriz, cantora e mágica, ela começa a postar dicas de maquiagem, vídeos em que canta, dança e compartilha detalhes de seu cotidiano. Mas o resultado não sai como esperado. Tudo o que ela arranja é a atenção de trolls desocupados que não poupam esforços para desmoralizá-la, lançando-a numa espiral de depressão. A sátira de humor negro detona a obsessão por atenção que gerou a cultura das celebridades da internet. E chega no momento perfeito, quando vários youtubers começam a materializar os planos traçados pelo tio de Miranda Sings para virarem atrizes, cantoras e mágicas (ou o equivalente masculino). Além de Balinger, a série conta com Steve Little (série “Eastbound and Down”) como seu tio impróprio e Angela Kinsey (série “The Office”) como sua mãe superprotetora. Com oito episódios, a 1ª temporada de “Haters Back Off” chega à Netflix em 14 de outubro.

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    Kristen Stewart causa em tapete vermelho com visual andrógino e sem sutiã

    4 de outubro de 2016 /

    A atriz Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) causou no tapete vermelho da première de “Certas Mulheres”, que aconteceu na noite de segunda (3/10) durante o Festival de Nova York. Ela apareceu loira, de cabelos curtos e com roupas mais, digamos, masculinas, enquanto as demais atrizes capricharam nos vestidos de gala. Entretanto, ela não cansou de ser sexy, como demonstraram as câmeras hipnotizadas por um detalhe de seu visual andrógino: o blazer roxo aberto, usado sem sutiã. Além dela, as atrizes Michelle Williams (“Sete Dias com Marilyn”), Laura Dern (“Livre”) e Lily Gladstone (“Subterranea”) também estão no elenco do longa dirigido por Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”). Mas a internet só viu Kristen, de tantos cliques que inspirou. Ao participar da sessão de perguntas e respostas, após a exibição do filme, ela reapareceu com uma camiseta branca sob o blazer. Em “Certas Mulheres”, Kristen interpreta Beth Travis, uma jovem advogada que viaja para bem longe de casa para encarar o desafio de dar aulas pela primeira vez. No meio disso tudo, a personagem começa uma grande amizade com uma fazendeira solitária.

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