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  • Filme

    Mulher Maravilha: Trailer russo traz várias cenas inéditas de guerra e feminismo

    16 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer internacional dublado em russo – e sem legendas – do filme da “Mulher-Maravilha”, repleto de cenas inéditas. Além de mostrar a força da personagem interpretada pela atriz Gal Gadot, a prévia inclui diversas cenas de luta da princesa amazona, que enfrenta as tropas do Keiser de minissaia, escudo, espada e laço em punho, exibindo sua superforça em câmera superlenta. Também há destaque para cenas passadas na ilha das amazonas, a recriação de sua origem e até a introdução de Etta Candy (Lucy Davis, de “Todo Mundo Quase Morto”), que rende comentários feministas para quem souber russo achar graça. A prévia é bastante fiel à origem clássica dos quadrinhos, exceto por um detalhe. O encontro inicial entre Diana e o aviador Steve Trevor (papel de Chris Pine, de “Star Trek”) aconteceu no começo da 2ª Guerra Mundial e não na 1ª Guerra, época em que se passa o filme. De fato, a estreia da Mulher Maravilha em 1941 coincidiu com o ataque japonês à Pearl Harbor, que levou os EUA a entrarem no conflito. Com roteiro de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns, e direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), o filme também traz em seu elenco Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Ewen Bremner (“Êxodo: Deuses e Reis”). “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil.

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  • Série

    Big Little Lies: Veja o trailer da minissérie que reúne Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley

    16 de outubro de 2016 /

    A HBO americana divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Big Little Lies”, minissérie que reúne as atrizes Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”), Nicole Kidman (“Segredos de Sangue”) e Shailene Woodley (“Divergente”) sob a direção do cineasta Jean-Marc Vallée (“Clube de Compra Dallas”). Como se fosse pouco, o elenco ainda inclui Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), Laura Dern (“Livre”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”), Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e James Tupper (série “Revenge”). O elenco cinematográfico trai o plano original, que era transformar o livro “Big Little Lies”, de Liane Moriarty, num filme, que Reese e Nicole estrelariam. Mas com o envolvimento do roteirista e produtor David E. Kelley (série “The Crazy Ones”), a ideia foi levada para o mercado televisivo e acabou fisgando o interesse da HBO. A trama conta as histórias de três mulheres (Reese, Nicole e Shailene) que moram em Pirriwee, na Austrália, que sofrem consequências de relacionamento abusivos e se conhecem por terem os filhos matriculados na mesma escola. Suas vidas acabam se conectando de uma maneira inesperada, com consequências dramáticas. A estreia vai acontecer em 2017, em data ainda não não marcada.

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  • Série

    Pretty Little Liars: Últimos dias de gravações da série enchem o Instagram de imagens dos bastidores

    16 de outubro de 2016 /

    Os últimos episódios da temporada final de série “Pretty Little Liars” só começam a ser exibidos em abril do ano que vem, mas as gravações da série já terminam nesta semana. Na sexta-feira (14/10), foi o último dia no set para as mamães e uma titia das protagonistas – as atrizes Lesley Fera (Veronica Hastings), Holly Marie Combs (Ella Montgomery), Laura Leighton (Ashley Marin) e Andrea Parker (Mary Drake). E o trabalho foi marcado por muita emoção, com os integrantes da produção compartilhando fotos e vídeos da despedida. Além disso, o elenco fez sua última leitura coletiva de roteiro, o que rendeu outra leva de imagens de Troian Bellisario (Spencer Hastings), Lucy Hale (Aria Montgomery), Ashley Benson (Hanna Marin) e Shay Mitchell (Emily Fields), que encheram seus Instagrams de “memórias”. Confira abaixo. I can't say goodbye so I'll say goodnight to our PLL mom's @lfera23 @thehmc and #LauraLeighton Thank god you got out of the basement! Love you! ❤️❤️? Um vídeo publicado por Marlene King (@imarleneking) em Out 15, 2016 às 1:59 PDT These sweet people. Note the boxes of tissues strategically placed about the table because appropriately so every girl who have now grown into lovely ladies were in tears while reading their final words. As was everyone else in the room. Everyone. It was and has been a very special journey for all involved. #PLL Uma foto publicada por Holly Combs (@thehmc) em Out 5, 2016 às 6:33 PDT So much love. So many tears. #LastTableRead #PLL #NotTheLastSelfie Uma foto publicada por Andrea Parker (@theandreaparker) em Out 6, 2016 às 7:52 PDT While we still have 15 more days of filming , I sit here with a heavy, but extremely full & grateful heart after our official last table read of Pretty Little Liars. Aside from a murder mystery, mysterious Rosewood, the Hunt for A, and a lot of sketchy characters…the foundation of this show started and ended with friendship. Through it all, these characters stuck by each other's side. Knowing and working with each of these ladies has left such a huge mark on my life. And I'm not ready to say goodbye. ❤️ Uma foto publicada por Lucy Hale (@lucyhale) em Out 5, 2016 às 6:13 PDT 7 years ain't enough. @lfera23 Uma foto publicada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em Out 15, 2016 às 12:37 PDT True Love Waits. (Photo @rebeccawmakeup ) Uma foto publicada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em Out 14, 2016 às 10:15 PDT How amazing is @lfera23 ? I've had 7 years of the most generous, intelligent, beautiful and mind-blowingly talented scene partner. From cursing like a sailor in between scenes, to trying out every accent we could mimic on one another, You will forever be my momma Hastings. And From one theatre nerd to another, I know this is only the beginning of us. Uma foto publicada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em Out 14, 2016 às 11:58 PDT Spencer would not be Spencer without the absolutely stunning talent of these women. @jonell_lennon & @mayagoldsmith (and featured here in spirit @lijahhhhh ) This might have been the first thing we all worked on together but it definitely will not be the last. Hope you guys aren't sick of me because I'll be riding your coat tails for a while to come. Uma foto publicada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em Out 13, 2016 às 7:14 PDT She made it all so easy. @lucyhale #pllfinale Uma foto publicada por Holly Combs (@thehmc) em Out 14, 2016 às 11:17 PDT Bebe. Words are starting to fail me… #pllfinale Uma foto publicada por Holly Combs (@thehmc) em Out 14, 2016 às 10:57 PDT Oh those were days. #pllfinale Uma foto publicada por Holly Combs (@thehmc) em Out 14, 2016 às 10:17 PDT Going to miss this troublemaker and our troubles. #pllfinale Uma foto publicada por Holly Combs (@thehmc) em Out 14, 2016 às 9:57 PDT That's a wrap on my beautiful amazing mommy. I love you moms ? Uma foto publicada por Ashley Benson (@itsashbenzo) em Out 14, 2016 às 10:49 PDT I will miss the laughter that we share most of all ? #PLL #LastTableRead #WeWillAlwaysBeFamily Uma foto publicada por Andrea Parker (@theandreaparker) em Out 6, 2016 às 2:59 PDT Only three episodes left… How do you guys feel about #PrettyLittleLiars #PLL ending?! ? Uma foto publicada por Shay Mitchell (@shaym) em Set 27, 2016 às 3:23 PDT

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  • Série

    O Justiceiro: Marvel confirma estreia da série em 2017 e anuncia integrantes do elenco

    16 de outubro de 2016 /

    A Marvel confirmou a estreia da série “O Justiceiro” em 2017 e a escalação de a escalação de três atores em seu elenco. O nome de um deles já tinha vindo à tona anteriormente: Ben Barnes (o Príncipe Caspian da franquia “As Crônicas de Nárnia”). Além dele, também entraram na quinta série de super-heróis da Netflix Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”). Barnes vai interpretar um dos principais antagonistas de Frank Castle (Jon Bernhthal) na produção. Diferente do anteriormente especulado, a Marvel confirmou que ele viverá Billy Russo, mais conhecido como o vilão Retalho (Jigsaw). Assassino contratado pela máfia, ele acaba tendo o rosto deformado numa luta contra Castle. Mas, para variar, a descrição do personagem é outra na série. Russo seria o melhor amigo do Justiceiro desde a época em estiveram juntos nas Forças Especiais e comanda uma corporação militar privada chamada Anvil – nome de banda canadense de heavy metal. Já Ebon Moss-Bachrach será Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, enquanto Amber Rose Revah viverá Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. Jon Bernthal voltará a interpretar o Justiceiro na série da Netflix, seguindo sua introdução como Frank Castle na 2ª temporada de “Demolidor”. A confirmação da estreia em 2017 acontece após os paparazzi flagrarem gravações da produção em Nova York, apesar das declarações do presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, afirmando que manteria a estratégia de produzir apenas duas séries da Marvel por ano. Além do “Justiceiro”, a Neflix vai lançar “Punho de Ferro” e a minissérie de “Os Defensores” no ano que vem.

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  • Supergirl
    Série

    Supergirl: Veja duas cenas que revelam novo personagem fixo da série

    16 de outubro de 2016 /

    A rede CW divulgou duas cenas do segundo episódio da 2ª temporada de “Supergirl”, que mostram as mudanças na vida da heroína (Melissa Benoist). Feliz em combater o crime ao lado do primo Superman (Tyler Hoechlin, da série “Teen Wolf”), Kara também encontra apoio na identidade secreta do herói, Clark Kent, para virar repórter. Mas seu novo chefe mau-humorado não se impressiona com seu entusiasmo exagerado de iniciante. O novo chefe é Snapper Carr, que aparece pela primeira vez na série. O vídeo confirma que não só o personagem da série é fisicamente oposto ao Snapper Carr dos quadrinhos, como até seu comportamento não tem nada a ver. Snapper, claro, nunca foi repórter, muito menos editor nas histórias da DC Comics. Adolescente cheio de gírias, inspirado em Edd Byrnes, o rebelde sem causa da série “77 Sunset Strip”, o personagem foi introduzido nos gibis como o “mascote” e alívio cômico da Liga da Justiça. Criado em 1960 pelo genial Gardner Fox (o Stan Lee da DC Comics), sua função era servir de ponte entre os heróis tradicionais e os leitores jovens, funcionando como um adolescente comum, com quem os leitores podiam se identificar. Ele acabou se tornando importante nos quadrinhos com participação em diversas sagas, publicações e, por um breve período, até adquiriu superpoderes. Mas nunca envelheceu. Até chegar na televisão. Para o papel, os produtores escalaram o ator Ian Gomez (série “Cougar Town”), que além de careca e barrigudo, não é exatamente adolescente aos 52 anos de idade. Intitulado “The Last Children of Krypton”, o episódio também trará Frederick Schmidt como John Corben/Metallo e trará novas revelações sobre o laboratório secreto de Cadmus, comandando pela cientista interpretada por Brenda Strong (série “Desperate Housewives”). A 2ª temporada de “Supergirl” estreou na segunda-feira (10/10) nos EUA e o segundo episódio vai ao ar na segunda (17/10). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Vixen: Trailer da 2ª temporada tem participações de Flash e Nuclear

    16 de outubro de 2016 /

    A rede CW divulgou o trailer da 2ª temporada de “Vixen”, única série animada integrada à cronologia do universo televisivo da DC Comics. A prévia mostra a heroína, dublada por Megalyn Echikunwoke (série “The Following”), ajudando Flash e Nuclear a enfrentar o vilão Mago do Tempo. Assim como na temporada anterior, os personagens são dublados pelos próprios atores que vivem os heróis na TV. No caso, Grant Gustin como a voz do Flash e a dupla Franz Drameh e Victor Garber como Nuclear. A própria Megalyn já apareceu como Vixen de carne e osso na série “Arrow”, e uma ancestral da personagem será incorporada à 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”. A 2ª temporada já foi disponibilizada no CW Seed, o serviço de streaming da rede americana CW.

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  • Série

    Supergirl: Jimmy Olsen vira o herói Guardião em nova foto da série

    15 de outubro de 2016 /

    “Supergirl” vai ganhar um novo herói em seu elenco fixo. A rede americana CW divulgou a primeira foto da transformação de Jimmy Olsen (Mehcad Brooks) no vigilante Guardião. E o produtor Andrew Kreisberg explicou como isso vai acontecer, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “James vai passar por uma transformação grande. Os próximos episódios vão mostrá-lo percebendo que ser um fotógrafo não é suficiente”, adiantou Kreisberg, “Ele não quer ser somente um ajudante, então vai se transformar num vigilante, assumindo o alter-ego do Guardião – com escudo e tudo. Algo que vai causar problemas no seu relacionamento com Kara (Melissa Benoist), pois ele decide não contar para a protagonista.” Para virar herói, Jimmy vai pedir a ajuda de Winn (Jeremy Jordan), que vai tentar trabalhar para Supergirl e para Guardião ao mesmo tempo, em segredo, o que vai gerar cenas divertidas, segundo o produtor. O Guardião é um personagem clássico da DC Comics, criado por Joe Simon e Jack Kirby em 1942, como um policial que resolve virar vigilante para pegar criminosos que agiam com impunidade. O fato dele usar um escudo remete a outra criação clássica da mesma dupla, o Capitão América na Marvel. Quando Kirby voltou para a DC no começo dos anos 1970 e assumiu a revista de Jimmy Olsen (sim, Jimmy Olsen já teve um ótimo gibi próprio), reintroduziu o personagem como o chefe de segurança do laboratório Cadmus, numa trama clássica de experiências genéticas que a 2ª temporada de “Supergirl” parece inclinada a seguir. Curiosamente, a identidade civil do Guardião era Jim Harper, personagem que chegou a aparecer num episódio da 1ª temporada de “Supergirl”, vivido por Eddie McClintock. Jimmy Olsen, por sua vez, já virou super-herói nos quadrinhos, e chegou até a ser membro honorário da Legião dos Super-Heróis como o Rapaz Elástico. Durante a Era de Prata, ele assumiu várias identidades com diversos superpoderes, inclusive supervelocidade antes da estreia de Barry Allen, ganhando proeminência como o herói de Kandor (cidade kryptoniana) Pássaro Flamejante. Mas ele nunca foi o Guardião. Mas outra pessoa já usou o uniforme do Guardião nos quadrinhos: Mal Duncan, um membro dos Jovens Titãs. Este Guardião era negro, como o ator Mehcad Brooks, intérprete de Jimmy Olsen – personagem que, claro, é ruivo nos gibis. Ainda não foi divulgado quando o Guardião vai estrear em “Supergirl”.

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  • Série

    Legends of Tomorrow encontra a Sociedade da Justiça da América no trailer do próximo episódio

    15 de outubro de 2016 /

    A rede americana CW divulgou o comercial do próximo episódio de “Legends of Tomorrow”, que destaca a participação da Sociedade da Justiça da América. A prévia demonstra que o encontro entre as duas equipes não se dá de forma amistosa, já que a Sociedade da Justiça não parece levar muito a sério os super-heróis do futuro. Com o título, justamente, de “The Justice Society of America”, o segundo episódio da 2ª temporada inclui os heróis dos anos 1940 Stargirl (ou Sideral no Brasil, interpretada por Sarah Grey, que viveu a jovem Norma em “Bates Motel”), Doutor Meia-Noite (Kwesi Ameyaw, visto na série “Continuum”), Comandante Gládio (Matthew MacCaull, da série “iZombie”), a ancestral de Vixen (Maisie Richardson-Sellers, da série “The Originals”), além do Homem-Hora (interpretado por Patrick J. Adams, protagonista da série “Suits”), que fez sua estreia no final da temporada passada. “Legends of Tomorrow” voltou a ser exibida em 13 de outubro nos EUA e o próximo episódio vai ao ar no dia 20. No Brasil, a série passa no canal pago Warner.

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  • É Fada
    Filme

    É Fada! faz sucesso com pouco esforço, preconceito e superficialidade

    15 de outubro de 2016 /

    Há alguma coisa muito errada nas comédias feitas para cinema no Brasil. A busca pelo riso certamente não é determinada por uma cartilha com regras definidas, portanto cada um é livre para buscar a sua maneira de fazer rir. Infelizmente, essa liberdade de escolha em vez de estimular os nossos comediantes a buscar o novo, parece dizer pra eles que a comédia é a manifestação artística do menor esforço, a que se conecta com o público com mais facilidade, e por isso não é necessário pesquisar, estudar, investigar nada, uma vez que o “jeito” engraçado basta para fazer rir. Mas não estou dizendo nada de novo. Quem acompanha as comédias produzidas pelo cinema brasileiro nos últimos anos sabe do que estou falando, e relatar isso aqui muda quase nada. “É Fada!” é um dos líderes de bilheteria no Brasil (assim como outras comédias nacionais foram em anos anteriores). No final do ano, o longa vai inchar o número de espectadores que os filmes brasileiros alcançaram em 2016, vai arrecadar um bom dinheiro, e agora eu vou ser o antipático aqui de novo. A roda gira. A trama preguiçosa e banal nos apresenta a Geraldine (Kéfera Buchmann), uma fada que perde as suas asas após levar um peteleco do ex-técnico da seleção brasileira de futebol, Luís Felipe Scolari, durante a semifinal da Copa do Mundo, por dar um conselho mal recebido pelo treinador – sim, é sério, é assim que o filme começa. Para ter as suas asas de volta, ela precisa ajudar Júlia (Klara Castanho), uma adolescente que, recém-chegada numa escola de classe alta, não possui um bom relacionamento com os colegas e ainda convive com os desentendimentos do pai operário com a mãe socialite. Não podemos nos esquecer de que “É Fada!” é dirigido por Cris D’Amato, diretora de outra atrocidade, “S.O.S Mulheres Ao Mar” (2014). A cineasta apresenta um olhar aguçado para realizar obras equivocadas, além, é claro, de um cinema de péssima qualidade. Enquanto o seu filme anterior é um absurdo manifesto machista (disfarçado de empoderamento feminino), este seu novo trabalho possui tantos preconceitos que fica difícil saber por onde começar. O conceito de fada aqui é modificado, e agora este ser mágico é a garota diferentona, danada, que quer zoar, provocar, safada, safadinha e safadona (como ouvimos incessantemente na música dos créditos finais), cheia de falas e gírias da moda, antenada com os memes e gifs mais tops do momento, e que sempre retira do seu ânus os objetos necessários para ajudar a sua cliente. Até aí “tudo bem”, mas o que a diretora e os seus roteiristas não perceberam é o tom terrivelmente preconceituoso, ignorante e equivocado que a personagem Geraldine traz para o filme! A extreme makeover que ela traz para a vida de Júlia é “arrumar” (esse é o verbo utilizado pela personagem) o cabelo da garota através de uma chapinha; encher o seu Instagram e Facebook de fotos em lugares que ela não foi; mentir para impressionar o boy e assim conseguir ficar com ele; fazer ela negar o pai e o amigo pobres para parecer rica e assim impressionar as típicas meninas populares/metidas/arrogantes, ou seja, transformar a garota num ser genérico e superficial cheia de boniteza. Tudo isso tendo como álibi uma frase curta dita no final do filme: “É errando que se encontra o caminho certo”. Sério? Passamos por 80 longos minutos de um filme muito mal realizado, com nada de engraçado, acompanhando uma série de absurdos que a fada induz a garota a fazer, tudo para aprendermos junto com ela que é errando que se aprende? O máximo que podemos aprender é que é errando muito que se faz uma comédia de sucesso de público no Brasil. Esse álibi também não cola pela série de comentários absurdos que a personagem comete quando, por exemplo, diz de maneira pejorativa que o cabelo de um rapaz parece uma samambaia, ou quando diz que é contra falsificação por isso parou de ir à China. E sendo preconceituoso se aprende o quê? Mas quem me dera que os defeitos do filme estivessem “apenas” aí. D’Amato tem a sutileza da pata de um elefante para estabelecer os conflitos do filme, que por sinal abusam de clichês. A escola na qual a garota estuda foi tirada de algum filme do John Hughes nos anos 1980, em que apenas o estereótipo norte-americano foi pinçado, sendo (mal) encaixado de maneira grosseira no contexto brasileiro. Os conceitos mais batidos de bullying e das diferenças entre as classes sociais dos alunos são repetidos a exaustão pra fixar bem na nossa cabeça. Os personagens, todos, são absolutamente rasos na sua criação e desenvolvimento. A fada é diferentona, safadinha; a garota é infeliz e tímida e vislumbra a chance de ser bonita e popular; o pai é honesto, trabalhador humilde que se decepciona com a perda de valores da filha; a mãe é rica, indiferente, e se preocupa apenas se a filha está bem vestida e tem amigos ricos; e as vilãs são vilãs porque o mal é legal de fazer. Os supostos arcos dramáticos envolvendo estas figuras são previsíveis, e demonstram como o roteiro desde sempre se contentou em trabalhar com arquétipos pra facilitar a compreensão da geração do Youtube – o público alvo do filme por contar com Kéfera no elenco – que, acostumada com vídeos de curtíssima duração, poderia ficar desestimulada a assistir ao filme se os personagens propusessem uma discussão minimamente complexa. Sei. Isso sem contar as situações mal planejadas e desenvolvidas, como a levitação fora de hora em um momento específico, porque “deu erro” na chamada pro mundo das fadas, numa festa vendida como bombante, mas que foi filmada de maneira esvaziada e desanimada; a sequência risível (talvez o único momento que dei uma risada) em que o filme tenta assumir um tom dramático ao propor um conflito pela guarda de Julia por conta dos desentendimentos dos pais; além da sequência em que a vilã aparece e fala todo o seu plano e o que o levou a realizar tamanha maldade. A pegada publicitária da fotografia e montagem denota a total falta de criatividade e capacidade de D’Amato como diretora. Deve ter sido difícil e caro o aluguel do drone para fazer as imagens de apoio e transição, pois fica claro que cada segundo em que é possível inserir uma imagem aérea ela é inserida, mesmo quando o recurso já cansou há tempos. Parece que a diretora considera sofisticado o efeito, e se apaixonou pela ideia, quando no fundo temos apenas uma sensação artificial trazida por um efeito criativamente pobre. Outro ponto que deve ser um desafio e tanto para a diretora é a decupagem nas cenas de dança. Pra quê tantos cortes, meu Deus? Pra dar ritmo à cena? Tal característica demonstra uma notável incapacidade de D’Amato, pois não causa o efeito esperado, apenas nos deixa perdidos, com uma leve dor de cabeça, sem saber onde está cada coisa. As duas sequências de dança mais importantes do filme são verdadeiramente constrangedoras. Os efeitos digitais chamam a atenção negativamente nos tirando do filme. O desenho de produção da “floresta” onde vive Geraldine parece ter sido feito por um aluno de primeiro período de design utilizando um Windows 95, enquanto que a inserção digital de um copo de Rei do Mate na cena do clube explicita o quanto este filme não é levado a sério nem mesmo pelos seus realizadores. Mas como já disse lá no início da crítica, esse texto não muda muita coisa. Vida que segue.

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  • Etc

    Mamãe pela segunda vez, Olivia Wilde posta foto da filha recém-nascida

    15 de outubro de 2016 /

    A atriz Olivia Wilde virou mamãe pela segunda vez. Ela postou em seu Instagram, na tarde deste sábado (15/10), a primeira foto de Daisy Josephine, anunciando o nascimento de sua filha, que aconteceu na terça-feira (11). E ainda ressaltou que a filhinha nasceu no Dia Internacional das Meninas. Olivia e seu marido, o ator Jason Sudeikis, também são pais de Otis, que tem dois 2 anos.

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  • Etc

    Rose McGowan diz que foi estuprada por produtor de Hollywood

    15 de outubro de 2016 /

    A atriz americana Rose McGowan (da série “Charmed” e de “Planeta Terror”) revelou em sua conta no Twitter que já foi estuprada por um executivo de Hollywood, cujo nome ela não revelou. Em uma sequência de quatro tuítes, ela escreveu que uma advogada criminal ainda teria lhe dito que, por ter feito uma cena de sexo no filme, ela não venceria uma ação na Justiça contra um dos “cabeças” do estúdio. Rose McGowan afirma que este caso é conhecido em Hollywood e pela imprensa local. “Eles me envergonhavam enquanto adulavam meu estuprador”, atacou a atriz, que ainda revelou que seu ex-namorado vendeu o filme ao agressor para distribuição. Com estas pistas, aliás, é fácil de deduzir a identidade de quem ela acusa, bastando lembrar que o ex-namorado é o cineasta Robert Rodriguez. “É hora de alguma honestidade neste mundo”, concluiu. Em três das quatro postagens, Rose McGowan usou a hashtag #WhyWomenDontReport (por que as mulheres não denunciam), discussão reavivada após virem à tona casos de assédio sexual contra mulheres pelo candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump.

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  • O Shaolin do Sertão
    Filme

    O Shaolin do Sertão vai de Tarantino a Didi Mocó em busca do riso fácil

    15 de outubro de 2016 /

    O sucesso popular e o caráter de novidade de “Cine Holliúdy” (2012) fizeram com que Halder Gomes se tornasse um nome quente. Não que o filme tenha sido a estreia dele na direção. Mas é como se fosse: era o seu projeto mais autoral, reunindo duas coisas que muito lhe agradavam: as artes marciais e o humor tipicamente cearense, com intenção, inclusive, de apresentar para os quatro ventos o “cearês”, o linguajar típico regional. “O Shaolin do Sertão” dá seguimento a esse projeto de comédia regional com ambição de ganhar o Brasil, e talvez até mesmo de ser vista com curiosidade por algum espectador estrangeiro. Mas talvez um dos erros de Halder tenha sido entregar o trabalho de roteirização para outra pessoa, em vez de ele mesmo cuidar disso, como fez com “Cine Holliúdy”. Ou talvez o filme tenha partido de apenas uma ideia, um esqueleto, e não tenha conseguido desenvolver tão bem o seu miolo, com as piadas, que são de fundamental importância para que o filme seja bem aceito pela plateia. Não quer dizer que “Shaolin do Sertão” não arranque algumas boa gargalhadas e que funcione melhor do que muitas outras comédias brasileiras, mas é um filme cujo humor vai ficando cansativo pela repetição e por problemas de timing e montagem. Uma das coisas que chama logo a atenção na parte técnica do filme são os créditos de abertura, que emulam uma transmissão de televisão dos anos 1980 de um filme de kung fu de Hong Kong, como aqueles que passavam com imagem espichada no Faixa Preta, programa dedicado a filmes do gênero que fez grande sucesso naquela década. A brincadeira com o fato de os atores aparecerem magos e altos se dava ao fato de a janela original em scope ser esticada para caber na telinha quadrada dos antigos televisores. Daí o personagem de Aluísio Li (Edmilson Filho, também protagonista de “Cine Holliúdy”) acreditar que os chineses eram um povo alto e magro, enquanto que os cearenses eram baixinhos e de cabeça chata. Essa é uma das boas sacadas do filme, aliás. A dicção ruim dos atores mirins em “Cine Holliúdy”, e que acabou por exigir que os filmes fossem apresentados em cópias legendadas, deixou de ser um problema em “O Shaolin do Sertão”. Até porque o garotinho Piolho, interpretado por Igor Jansen, está muito bem, no papel do melhor amigo de Aluísio. Ele é o único que entende a vontade do protagonista de se tornar uma pessoa parecida com aqueles que ele tanto admira nos filmes de artes marciais, muito embora ele só consiga apanhar e ser alvo de chacota de todos os moradores de Quixadá, cidade onde vive. A sua motivação ganha ímpeto na forma de uma disputa que acontecerá em sua cidade, que o leva a se voluntariar para lutar contra o terrível Tony Tora Pleura (Fabio Goulart), campeão de luta livre que vem vencendo e mandando para o hospital seus adversários em cada cidade do interior por onde tem passado. E daí entra em cena o personagem do Chinês, vivido por Falcão, que será, por assim dizer, o treinador de Aluísio. Os momentos de treinamento lembram tanto “Karatê Kid” (1984) quanto “Kill Bill: Vol. 1”, mas com sotaque e piadas cearenses (algumas propositalmente datadas). Pena que boa parte delas não funcione, e algumas parecem apenas grosseiras. Esse traço irregular do humor acaba por fazer de “O Shaolin do Sertão” um filme um pouco cansativo, justamente pela intenção de fazer rir a quase todo instante. Ninguém tem a obrigação de rir de piadas que não funcionam, mas percebe-se o esforço do realizador e daí vem o incômodo. Fazer comédia não é fácil. Pensando nos aspectos positivos, o filme conta com alguns ótimos momentos, e o jeitão meio Chaplin e meio Didi Mocó de Edmilson Filho faz com que ganhe a nossa simpatia. Mas não dá pra negar que se esperava muito mais, após “Cine Holliúdy”.

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  • Kubo and the Two Strings
    Filme

    Kubo e as Cordas Mágicas ousa sair do lugar comum das animações de bichos falantes

    15 de outubro de 2016 /

    Entre as bilheterias mundiais de 2016, as animações marcam presença com três fortes arrecadações: “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho”, “Procurando Dory” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. Mesmo que pertençam a estúdios concorrentes, todas elas têm algo em comum: são protagonizados por animais. Trata-se de uma repetição de um ciclo recente no cinema, em que as animações trocam histórias mais palpáveis em favor de algo mais amigável para também alavancar todas as estratégias de marketing referente à venda de produtos licenciados. Remando contra a maré, “Kubo e as Cordas Mágicas” vem como a alternativa para pais e filhos um tanto exaustos desse filão, apostando em uma tradição da animação oriental madura, sem necessariamente afastar os pequenos ou entediar os adultos. É um risco que resultou em fracasso comercial – nos Estados Unidos, “Kubo e as Cordas Mágicas” não deve igualar nas bilheterias o seu custo de produção – , porém, é certo que essa realização do estreante Travis Knight terá um impacto mais prolongado para aqueles que o assistirem. Uma indicação ao Oscar de Melhor Animação no próximo ano também é uma aposta quase certa. Kubo (voz de Art Parkinson na dublagem em inglês) é um garotinho que vive isolado com a sua mãe (voz de Charlize Theron) em uma montanha à beira do mar. Ela está em uma condição instável e, para garantir o sustento básico, Kubo vai à vila próxima para receber algum dinheiro das crianças e idosos encantados com as suas histórias, que dão vida a personagens de origami, graças à magica de seu shamisen, tradicional instrumento de cordas japonês. Mesmo com essa independência precoce, Kubo tem claro uma regra estabelecida pela sua mãe que jamais deve desobedecer: a de nunca vagar longe do lar durante a madrugada. Eis que a norma é infringida, o que desencadeia uma série de ataques mal intencionados capitaneados por suas tias gêmeas (Rooney Mara). Para protegê-lo, a mãe de Kubo faz um encanto para que Macaca (também na voz de Charlize Theron) seja despertada de um amuleto e lute em sua defesa. Para auxiliá-los, entra em cena ainda Besouro (Matthew McConaughey), criatura atrapalhada com grande domínio de arco e flecha. Antes de aceitar o desafio de dirigir “Kubo e as Cordas Mágicas”, Travis Knight já tinha uma vasta experiência como animador, sendo o principal responsável por dar movimento às criações de “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), as animações em estilo stop-motion anteriores do estúdio Laika. Essa bagagem só vem a somar para “Kubo e as Cordas Mágicas”, pois Knight e a sua equipe são muito imaginativos na arquitetura de personagens, ambientes e até mesmo dos climas tempestuosos que os rondam. Mas é o texto da dupla Chris Butler e Marc Haimes que realmente faz “Kubo e as Cordas Mágicas” sair da mesmice, inovando até o fim em temas consagrados como família, sacrifício e misticismo, a partir de vieses um tanto rígidos, mas recompensadores.

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