Documentário sobre viagem musical de Carlos Malta pelo Brasil vence o Festival In-Edit
O documentário “Xingu Cariri Caruaru Carioca” foi o vencedor da mostra competitiva nacional do Festival In-Edit Brasil 2016. Dirigido por Beth Formaggini (do curta “Angeli 24 Horas”), o filme acompanha o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil para encontrar músicos importantes na tradição do pífano, como João do Pife e Dona Isabel Marques da Silva, a “Zabé da Loca”. Ele também será exibido em outubro no In-Edit Barcelona, com a presença da diretora. O Júri também deu menção honrosa a dois documentários: “Danado de Bom”, de Deby Brennand, sobre João Silva, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, e “Waiting for B.”, de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, sobre os fãs da cantora Beyoncé que acamparam em frente ao estádio do Morumbi durante dois meses para ver o show. “Waiting for B.” também venceu o prêmio do público como Melhor Documentário do festival. O Júri desta edição foi formado pela jornalista e documentarista Flávia Guerra (“Karl Max Way”), o cantor e compositor Péricles Cavalcanti (“Anna K.”) e o jornalista e documentarista Ricardo Calil (“Eu Sou Carlos Imperial”).
Christine: Drama que recria a tragédia mais chocante da história da TV ganha trailer
O estúdio The Orchard divulgou dois pôsteres e o trailer de “Christine”, drama indie que recria os minutos mais impactantes da história da televisão. A prévia mostra como a pressão para produzir notícias mais sensacionais leva uma repórter e apresentadora de telejornal a um colapso nervoso. As imagens terminam antes de mostrar “a chocante história real que mudou a face da televisão”, como descreve o letreiro do próprio vídeo. Mas não é spoiler lembrar que Christine Chubbuck tornou-se célebre como a primeira apresentadora de TV a se suicidar ao vivo, diante das câmeras de seu programa. A tragédia real já tinha inspirado um clássico do cinema, “Rede de Intrigas” (1976), que venceu quatro Oscars, dois anos após o suicídio de Christine. E o trailer apresenta uma recriação bastante fiel da época, quando o sensacionalismo era considerado uma virtude a ser perseguida pelos telejornais. A passagem do tempo fez com que o colapso de Christine fosse esquecido, mas, após 40 anos, o filme chega na época certa, dois anos após “O Abutre” (2014) demonstrar como o sensacionalismo ressurgiu nos telejornais – no Brasil, basta sintonizar na programação vespertina da TV aberta para verificar como as notícias são cada vez mais dramáticas. O elenco destaca Rebecca Hall, impressionante no papel principal, além de Michael C. Hall (série “Dexter”) como seu colega de bancada e Tracy Letts (série “Homeland”) como seu chefe. “Christine” é o terceiro longa-metragem do diretor Antonio Campos, todos muito elogiados pela crítica. Seu primeiro filme, “Afterschool” (2008), inclusive revelou o ator Ezra Miller (o Flash do cinema). O nome do cineasta chama atenção pela sonoridade brasileira. Nascido em Nova York, ele é mesmo filho de brasileiro – do jornalista Lucas Mendes, que apresenta o programa “Conexão Manhattan”, no canal pago Globo News. Mas puxou mais a mãe americana, Rose Ganguzza, que é produtora de filmes indies como “Margin Call” (2011), “As Palavras” (2012) e “Versos de Um Crime” (2013). Exibido no Festival de Sundance, “Christine” estreia em 14 de outubro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Cinema Novo: Documentário premiado em Cannes, que abre o Festival de Brasília, ganha trailer
A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer de “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, que venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O diretor também é filho de um dos maiores expoentes do movimento cinemanovista, Glauber Rocha, e com o filme reencontra o pai, falecido em 1981, quando ele tinha apenas três anos de idade. A prévia é uma profusão rica de imagens, montadas de forma vertiginosa e intercaladas por depoimentos de época. Isto também reflete uma crítica que se faz ao filme, que ele não “conta a história” do movimento, no sentido de um documentário mais tradicional. Em vez disso, surge como uma obra que junta fragmentos para formar um painel da geração e da época em que o cinema brasileiro foi para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país, dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. “Cinema Novo” tem sua première nacional nesta terça (20/9) como o filme de abertura do Festival de Brasília e ainda será exibido, fora de competição, no Festival do Rio. A estreia comercial está marcada para 10 de novembro.
Festival de Brasília começa sua maior edição dos últimos anos
O 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta terça (20/9) sua maior edição dos últimos anos na capital federal. Só a competição terá 9 longas-metragens, três a mais que nas edições anteriores, além de 12 curtas. A estes filmes se somam outros 20 em mostras paralelas e sessões especiais, chegando a um total de 40 produções cinematográficas. A abertura acontece com o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, premiado no Festival de Cannes deste ano, com exibição no Cine Brasília apenas para convidados. Já o encerramento vai acontecer com a projeção de “Baile Perfumado” (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, numa homenagem aos 20 anos da produção e a retomada do cinema pernambucano. “A gente quer dar de novo ao festival a potência que ele tinha, de trazer para Brasília o melhor do cinema brasileiro, não só na mostra oficial, mas nas mostras paralelas também”, disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, em comunicado, ecoando críticas feitas aqui mesmo na Pipoca Moderna. “Queremos que o festival de Brasília seja o festival dos festivais. Todo o cinema brasileiro potente tem que se reunir em Brasília. É o local de discussão política e estética do cinema. Este festival é o mais tradicional evento cultural de Brasília. É uma grande vitrine do estágio da produção tanto do ponto de vista da estética do cinema brasileiro quanto do seu papel político e da discussão política que se estabelece em Brasília”, afirmou o secretário. Todos os nove longas selecionados para a mostra competitiva são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. Uma novidade desta edição é a criação da Medalha Paulo Emílio Salles Gomes, intelectual responsável pela criação do festival, que completaria 100 anos em 2016. O objetivo da medalha é homenagear uma personalidade do cinema brasileiro a cada ano. E a primeira será dada ao crítico de cinema de origem francesa Jean-Claude Bernadet. “Bernadet é um grande teórico, professor e roteirista e, hoje, um grande ator do cinema brasileiro. Ele tudo a ver com a história do festival de cinema”, disse Guilherme Reis. A programação do festival pode ser conferida no site oficial.
Angelina Jolie entra com pedido de divórcio de Brad Pitt
Sem que nenhuma publicação especializada em celebridades previsse, o casal 20 do cinema está se separando. Angelina Jolie entrou com pedido de divórcio de Brad Pitt na segunda-feira (19/9). Segundo apurou o site TMZ, a atriz alegou “diferenças irreconciliáveis”. Não é fofoca. O representante legal da atriz confirmou a informação para o jornal inglês Telegraph. “A decisão foi tomada para a saúde da família. Ela não vai fazer comentários e a família pede privacidade nesse momento”, disse seu agente em um comunicado. De acordo com o TMZ, Angelina ficou irritada com o consumo de maconha e álcool de Pitt, além de problemas para lidar com a raiva, que poderiam se tornar perigosos para seus filhos. Por conta disso, ainda de acordo com o site, ela pediu a guarda dos seis filhos: Maddox, de 15 anos, Pax, 12, Zahara, 11, Shiloh, 10, e os gêmeos Knox e Vivienne, 8., mas sem tirar o direito a visitação de Brad Pitt. A data de separação foi oficializada como sendo do dia 15 de setembro. Fontes do site informaram que não houve traição e a decisão de Jolie está apenas ligada ao relacionamento de Pitt com os filhos. Ela estaria chateada pela forma como ele estaria criando as crianças. Na entrada do pedido de divórcio, Jolie não pediu pensão ao marido. Os atores oficializaram a união em agosto de 2014, mas estão juntos desde 2004. A revista InTouch, que deu a notícia na capa de sua nova edição, cita um amigo próximo do casal, que disse que “as crianças sempre serão prioridades para eles”. “Brad pediu guarda compartilhada e eles vão continuar dividindo as crianças durante as viagens e as gravações, de acordo com a disponibilidade de cada um. É claro que, nas festas de final de ano e eventos familiares, eles ficarão juntos” Angelina Jolie teve dois casamentos anteriores: com Jonny Lee Miller (série “Elementary”), entre os anos de 1996 e 1999, e com o ator Billy Bob Thornton (série “Fargo”), de 2000 até 2003. Antes de se casar com Angelina, Brad Pitt foi casado por cinco anos com Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”) e, na época, surgiram boatos que o pivô da separação teria sido justamente Jolie – a aproximação aconteceu durante a gravação do filme “Sr e Sra Smith” (2007). Em 2015, Jolie declarou ao jornal Telegraph que o casal, que parecia perfeito nas fotos da mídia, tinha problemas. “Para ser bem clara, nós temos nossos problemas e brigamos como qualquer outro casal”.
Ordinary World: Cantor do Green Day vira roqueiro frustrado no trailer de seu primeiro filme como protagonista
A Universal Pictures divulgou o quatro fotos, dois pôsteres e o trailer de “Ordinary World”, primeira incursão do roqueiro Billie Joe Armstrong, vocalista da banda Green Day, como protagonista de cinema. Ele também compôs e canta as músicas da trilha sonora. Billie Joe já tinha feito participações nos filmes “Bem-Vindo aos 40” (2012) e “Um Domingo de Chuva” (2014), mas nada sério. Desta vez, tem o papel principal, como um músico frustrado, que sonha com seus dias de ídolo do rock, enquanto trabalha como balconista e vive seu cotidiano banal com mulher e filha. Até que, cansado de sua vida, resolve cometer uma loucura. Mas logo se arrepende, ao perceber que é um pai de família e não mais um punk rebelde. O elenco também inclui Selma Blair (série “The People vs. O.J. Simpson – American Crime Story”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Chris Messina (série “The Mindy Project”), Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”), Fred Armisen (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Brian Baumgartner (série “The Office”). Escrita e dirigida por Lee Kirk (“The Giant Mechanical Man”), a comédia dramática teve première no Festival de Tribeca, em abril, e estreia em 14 de novembro nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
The Flash: Vilã Nevasca vai retornar na 3ª temporada
O produtor Greg Berlanti entregou, sem querer, uma das surpresas da 3ª temporada de “The Flash”. Para promover o retorno do diretor Kevin Smith, que comandará seu segundo episódio da série, Berlanti publicou em seu Twitter uma foto com a capa do roteiro do capítulo que será comandado pelo diretor, e aí vacilou. Mesmo com o cuidado de colocar uma caneta estrategicamente sobre o papel, para esconder o título da produção, ele esqueceu de revisar a imagem, que repete, no canto superior da folha, o nome do episódio: “Killer Frost” (veja em detalhe abaixo). Trata-se, claro, do nome em inglês da vilã Nevasca, vista na 2ª temporada como a versão malvada de Caitlin Snow (Danielle Panabaker) da Terra 2. Embora a vilão tenha (supostamente) morrido, com a introdução do efeito borboleta causado por uma viagem no tempo do Flash (Grant Gustin) – evento chamado “Flashpoint” nos quadrinhos e que será título do primeiro episódio – , aumentam as possibilidades de mudanças significativas na personalidade dos personagens. O trailer da 3ª temporada chegou a revelar que Cisco (Carlos Valdes) virou um milionário. E se a Caitlin boazinha também virar Nevasca na Terra 1, por culpa do Flash? A 3ª temporada de “The Flash” estreia em 4 de outubro nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago Warner.
Gillian Anderson, Christina Hendricks e Glenn Close vão estrelar adaptação de Agatha Christie
O revival cinematográfico da escritora Agatha Christie vai ganhar mais uma produção. O diretor francês Gilles Paquet-Brenner (“Lugares Escuros”) vai comandar a adaptação do romance “A Casa Torta” (Crooked House), um dos favoritos da escritora, e já definiu elenco. Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”), Christina Hendricks (série “Mad Men”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Max Irons (“A Dama Dourada”), Stefanie Martini (série “Doctor Thorne”) e Terence Stamp (“Grandes Olhos”) vão estrelar a produção, que foi adaptada para o cinema com roteiro de Julian Fellowes (criador da série “Downton Abbey”) e Tim Rose Price (“Rapa Nui”). “A Casa Torta” é uma das poucas histórias de Agatha Christie que nunca foram filmadas. Foi o diretor Neil LaBute quem iniciou o projeto, encomendando o roteiro para Fellowes em 2011, mas essa configuração não foi adiante. Publicado em 1949, o livro é uma história clássica de mistério com a marca da escritora. Na trama, o detetive Charles Hayward tem a missão de descobrir quem foi o responsável pela morte do milionário Aristide Leonides, patriarca idealizador da famosa “casa torta”, curiosa moradia que dividia com filhos, netos, noras, cunhada e sua jovem esposa. Ainda não há previsão para a estreia. Além desse projeto, estão atualmente em desenvolvimento novas adaptações de “Testemunha de Acusação” e “Assassinato no Expresso Oriente”, que já foram transformados em filmes clássicos. Além disso, Alicia Vikander e Emma Stone podem viver Agatha Christie em duas cinegrafias.
Tony Shalhoub entra no novo projeto da criadora de Gilmore Girls
Mais um ator de “BrainDead” encaminha novo projeto na TV. Além de Mary Elizabeth Winstead, Tony Shalhoub também poderá ser visto em breve em outra atração. O ator terá papel de destaque em “The Marvelous Mrs. Maisel”, por enquanto um piloto criado por Amy Sherman-Palladino (a criadora de “Gilmore Girls”) para a plataforma de streaming Amazon. Ambientada na década de 1950, a comédia será estrelada por Rachel Brosnahan (“House of Cards”). A história acompanha Midge, uma mulher cujo destino estava traçado: faculdade, casamento, filhos e festas elegantes em Manhattan. Até que sua vida toma um rumo inesperado e a moça precisa descobrir seu talento, tornando-se uma comediante stand-up. Tony Shalhoub viverá seu pai, quieto e intelectual. Além de escrever, Amy Sherman-Palladino vai produzir e dirigir o piloto, que, como é regra, será disponibilizado online e dependerá de aprovação popular para virar série. “BrainDead” ainda não foi oficialmente cancelada pela rede CBS, mas como apenas 2 milhões de telespectadores sintonizaram o final da temporada, nem seu elenco aposta numa continuidade. Divertida, ultrajante e bastante criativa, a série acompanhava uma tentativa de invasão alienígena, por meio de insetos do espaço, que colonizaram as mentes dos políticos americanos. Ao menos, o último episódio concluiu satisfatoriamente a história.
Mary Elizabeth Winstead vai estrelar a 3ª temporada de Fargo
A atriz Mary Elizabeth Winstead, que este ano estrelou a sci-fi “Rua Cloverfield, 10” e a série “BrainDead”, vai protagonizar a 3ª temporada de “Fargo”. Segundo o site TVLine, ela viverá a personagem Nikki Swango, uma mulher “astuta e sedutora”, com um plano sempre focado em ficar à frente de seus oponentes. Winstead se junta ao escocês Ewan McGregor (“Em Busca da Justiça”) e à Carrie Coon (série “The Leftovers”) no elenco da atração, criada e produzida por Noah Hawley. Ainda sem data de estreia definida, a nova temporada deve chegar somente em 2017 à TV americana. Atualmente, Hawley cuida de outra série do canal pago FX: a promissora “Legion”.
Criador de Supermax desenvolve nova série de terror para a Globo
Se a série “Supermax”, que estreia nesta terça-feira (20/9) na Globo, for o sucesso que se imagina, o diretor José Alvarenga Jr. já tem na manga outro projeto de terror. Em entrevista à coluna Outro Canal, do jornal Folha de S. Paulo, ele contou que o novo projeto é uma “cosmogonia de todos os demônios”. A produção falará sobre diferentes criaturas sobrenaturais, de diversas religiões, que existem no Brasil e que acompanham a nossa mitologia desde a Idade Média. A trama começa com a vinda de bruxas da Europa, que teriam chegado aqui junto com as caravelas dos portugueses à época do descobrimento do Brasil. Alvarenga também contou que já existem sinopses para mais duas temporadas de “Supermax”, caso haja interesse da emissora. Mas ele próprio lembra já ter planejado uma série sobre um detetive com talentos paranormais, que foi engavetada pela Globo, indo para “o cemitério de elefantes” do canal. Curiosamente, antes dessa fase de terror, José Alvarenga Jr. era especialista em comédias, tendo dirigido até filmes de “Os Trapalhões” e “Os Normais”, além de séries como “O Divã” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”, que, por sinal, ganhou remake americano chamado “No Tomorrow” – com estreia prevista para 4 de outubro na rede americana CW.
Emmy registra a pior audiência de sua história nos EUA
A transmissão do Emmy 2016 nos EUA registrou a pior audiência da história da premiação. A cerimônia. realizada domingo (18/9) em Los Angeles, foi vista por 11,3 milhão de telespectadores ao vivo pela rede ABC. O número é 600 mil menor do que a audiência da edição do ano passado, até então detentora do recorde negativo. Apesar de ter movimentado as redes sociais com algumas vitórias inesperadas, o programa comandado por Jimmy Kimmel enfrentou forte concorrência em seu horário de exibição, competindo com um jogo da NFL (liga de futebol americano), transmitido pela rival NBC, e com a cobertura dos canais de notícia sobre os atentados a bomba em Nova York. A maior audiência da história do Emmy foi registrada em sua edição de 1986: 36 milhões de telespectadores nos EUA. Na época, não havia internet nem a proliferação desenfreada da TV paga para concorrer com a programação da TV aberta.
Desculpe o Transtorno não passa do 7º lugar em sua estreia nos cinemas
O marketing viral foi um sucesso. Já o filme “Desculpe o Transtorno” nem tanto. A comédia besteirol estrelada por Gregório Duvivier abriu apenas em 7º lugar, com renda de R$ 1 milhão nas bilheterias brasileiras do fim de semana, apesar do lançamento em 10% de todo o circuito nacional. A estreia foi razoável o suficiente para ficar à frente de “Aquarius”, que após abrir em 10º com um terço dessa distribuição, e subir para 8º na segunda semana, está agora em 9º lugar, rendendo mais R$ 580 mil. Com isso, o melhor desempenho nacional ainda pertence, após três semanas, à comédia “Um Namorada para Minha Mulher”, com R$ 1,2 milhão em 6º lugar. Na parte de cima do ranking, “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” manteve-se na liderança pela quarta semana seguida, faturando mais R$ 5,2 milhões. Fenômeno de popularidade, a animação já acumulou R$ 52,9 milhões, com 3,6 milhões de ingressos vendidos no Brasil. A estreia de “Bruxa de Blair” ficou com o 2º lugar, com R$ 3,9 milhões arrecadados, e outro terror, “Homem nas Trevas”, completou o pódio, com mais R$ 2,1 milhões.












