Salem: Vídeo mostra estreia de Marilyn Manson na série de bruxas
O canal WGN America divulgou um novo comercial de “Salem”, que destaca o papel do cantor Marilyn Manson na 3ª temporada da atração. Manson, que é o intérprete da música de abertura da série, vai interpretar o “barbeiro/cirurgião” da cidade, chamado Thomas Dinley. Segundo a descrição dos produtores, Dinley “fornece de tudo, desde cuidado com os cabelos até sanguessugas, sangria e cirurgia”. Na prévia, ele mostra seu apreço pelas sanguessugas. O papel mostra o interesse do cantor pela carreira de intérprete televisivo, após uma participação marcante na 7ª e última temporada de “Sons of Anarchy” como um presidiário nazista. Ele também deu vida à voz da Sombra na 3ª temporada de “Once Upon a Time” e apareceu como si mesmo em “Californication”. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Com estreia marcada para outubro, a 3ª temporada mostrará o verdadeiro plano do demônio, que em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, decide simplesmente espalhar morte e destruição. A única pessoa que seria capaz de enfrentá-lo é a bruxa que lhe deu vida, sua mãe Mary Sibley (Janet Montgomery). O único problema é que ele morreu no final da temporada anterior.
Brie Larson posta foto em que aparece de uniforme e lendo os quadrinhos da Capitã Marvel
A atriz Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”, já está “treinando” para estrelar o filme da Capitã Marvel. Ela postou uma foto em seu Twitter, em que aparece vestida com o uniforme da super-heroína e lendo os quadrinhos da personagem, confortavelmente em seu sofá. A confirmação de Larson no longa-metragem foi feita durante a San Diego Comic-Con. Na ocasião, o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, falou sobre a escolha da atriz. “A primeira escolha de elenco do nosso próprio estúdio foi Robert Downey Jr. como Tony Stark”, ele lembrou. “Então, definimos um parâmetro muito, muito elevado para as escolhas futuras. Cada vez que contratamos alguém, precisamos corresponder à ótima escolha que foi Downey Jr. Com Carol Danvers, com o nosso primeiro filme de super-heroína, não poderíamos decepcionar. E o fato de que Brie, mesmo depois de ter vencido o Oscar, estar interessada em conversar conosco fez com que nos apaixonássemos por ela. Tivemos muita sorte”, concluiu. A trama de “Capitã Marvel” está sendo escrita pelas roteiristas Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e ainda não tem diretor(a) definido(a). Criada em 1968 por Roy Thomas e Gene Colan como coadjuvante das aventuras do Capitão Marvel, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que passou por uma transformação radical, adquirindo superpoderes ao ser salva de uma explosão de tecnologia alienígena (Kree) pelo super-herói. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Graças ao acidente, ele virou a Miss Marvel, ressurgindo em sua própria revista em quadrinhos em 1977. Desde então, a personagem passou por muitas outras transformações, ao ponto de um trecho traumático de sua história – um estupro seguido por gravidez – ser “apagado” da sua cronologia oficial. Ao longo de vários reboots, ela acabou virando uma personagem completamente diferente, tendo até seu nome alterado para Capitã Marvel em 2012. A estreia do filme solo da heroína está marcada para 14 março de 2019 no Brasil.
Esquadrão Suicida estreia em 1º lugar nos EUA, apesar das críticas negativas
A estreia de “Esquadrão Suicida” seguiu o roteiro imaginado pela Warner Bros, com US$ 135,1 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana nos EUA e praticamente a mesma quantia no mercado internacional, para atingir um total de US$ 267,1 milhões. Mas podia ter sido muito melhor. Projeções do começo da semana apontavam um lançamento na casa dos US$ 150 milhões. A diferença pode ser creditada na conta das críticas negativas. Um dos filmes mais aguardados do ano, “Esquadrão Suicida” surpreendeu com críticas inesperadamente negativas. Muito negativas, na verdade, fazendo a média calculada pelo site Rotten Tomatoes cair dia a dia, até a chegada aos cinemas. Com 30% de aprovação no começo da semana, o filme desabou para 26% no domingo (7/8), atingindo queda ainda mais dramática entre os chamados “críticos top”, onde registou apenas 19% de aprovação. Isto é pior até que a péssima recepção de “Batman vs. Superman”, que levou 27% e 23% na avaliação final das duas categorias de críticos do Rotten Tomatoes. Para completar, o filme anterior da Warner teve uma arrecadação inicial bem mais espetacular – US$ 170,1 milhões nos EUA e US$ 424,1 milhões mundiais em seu primeiro fim de semana. Mesmo assim, “Esquadrão Suicida” registrou um recorde, superando “Guardiões da Galáxia” (US$ 94,3 milhões) como maior lançamento já registrado nos EUA no mês de agosto. Agora, terá que mostrar resistência para se manter entre as grandes bilheterias mundiais, porque um orçamento de US$ 175 milhões não é para os fracos. Considerando o investimento em mídia que acompanhou sua estreia, o filme terá que fazer pelo menos tanto quanto “Batman vs. Superman” (US$ 872,6 milhões) para não dar prejuízo. O detalhe que piora esta expectativa: o governo da China não autorizou sua distribuição no país. Nas próximas semanas, a Warner dever reavaliar seus projetos baseados em filmes de super-heróis da DC Comics, diante da dificuldade em conseguir criar produções bem vistas e lucrativas. As consequências vão depender do desempenho do “Esquadrão Suicida” em seus primeiros 10 dias em cartaz, mas pelo menos “Mulher-Maravilha”, já filmado, e “Liga da Justiça”, em produção, têm suas estreias garantidas. O resto do ranking da semana não trouxe muitas novidades. Líder na semana passada, “Jason Bourne” caiu para o 2º lugar com US$ 22,7 milhões, enquanto a comédia “Perfeita é a Mãe” completou o pódio com US$ 14,2 milhões. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” continua faturando bem nos EUA e ficou no 4º lugar. Vale registrar que o filme superou duas marcas importantes, passando os US$ 300 milhões em arrecadação doméstica e os US$ 500 milhões em bilheteria mundial antes de estrear no Brasil, onde chega apenas em 25 de agosto. “Star Trek – Além das Fronteiras” caiu para o 5º lugar com US$ 10,2 milhões, mas ainda tem muito espaço para cobrir, já que só chega em setembro em inúmeros países, como a China e novamente o Brasil. Assim, a outra estreia da semana, “Virei um Gato”, abriu apenas em 6º lugar, com modestos US$ 6,5 milhões. Nem mesmo a presença de Kevin Spacey (série “House of Cars”) como o executivo atarefado que vira gato atraiu o público. A versão felina de “Lembranças de Outra Vida” (1995) e “Soltando os Cachorros” (2006) não fez tanto sucesso quanto os similares caninos. A aprovação no Rotten Tomatoes foi desmoralizante: apenas 4% da crítica gostou do filme. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 135,1 milhões Total EUA: US$ 135,1 milhões Total Mundo: US$ 267,1 milhões 2. Jason Bourne Fim de semana: US$ 22,7 milhões Total EUA: US$ 103,4 milhões Total Mundo: US$ 195,3 milhões 3. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 14,2 milhões Total EUA: US$ 51 milhões Total Mundo: US$ 56,5 milhões 4. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 11,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 502,1 milhões 5. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 127,9 milhões Total Mundo: US$ 194,4 milhões 6. Virei um Gato Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 6,5 milhões Total Mundo: US$ 6,5 milhões 7. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 54,7 milhões Total Mundo: US$ 85,7 milhões 8. Nerve – Um Jogo Sem Regras Fim de semana: US$ 4,9 milhões Total EUA: US$ 26,8 milhões Total Mundo: US$ 27,6 milhões 9. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 116,7 milhões Total Mundo: US$ 179,5 milhões 10. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 53,5 milhões Total Mundo: US$ 288,1 milhões
Max Rose: Trailer dramático destaca volta de Jerry Lewis ao protagonismo cinematográfico
A Paladin divulgou o pôster e o trailer de “Max Rose”, drama estrelado pelo lendário Jerry Lewis, em seu primeiro papel de protagonista em duas décadas. Mas, ao contrário da maioria de seus filmes, trata-se de um drama introspectivo, centrado no personagem-título, um pianista de jazz idoso que sofre com a perda recente de sua esposa, com quem viveu por mais de 50 anos. Dias antes da morte da mulher, Max descobriu algo que o fez acreditar que seu casamento foi uma mentira, e então ele começa a explorar seu próprio passado e encarar uma coleção de personagens de uma era quase esquecida. O ótimo elenco do drama ainda inclui o cineasta Peter Bogdanovich (“Uma História de Amor”), Dean Stockwell (“Veludo Azul”), Claire Bloom (“O Discurso do Rei”), Kevin Pollak (“Imaginem Só”), Kerry Bishé (“Argo”), Fred Willard (“50 Tons de Preto”), Lee Weaver (“O Virgem de 40 Anos”) e Mort Sahl (“Nada É para Sempre”), que trabalhou com Lewis nos anos 1960, no programa cômico de variedades “The Jerry Lewis Show”. Conhecido por diversas comédias de sucesso dos anos 1960, como “O Professor Aloprado” (1963) e “O Mensageiro Trapalhão” (1960), Jerry Lewis não protagonizava um filme desde a comédia “Rir É Viver” (1995). E, antes disso, seu último papel principal tinha sido no clássico “O Rei da Comédia” (1983), dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Robert De Niro. De 1966 até 2010, ele desempenhou o papel de apresentador do Teleton, fazendo maratonas televisivas para levantar dinheiro para entidades beneficentes, aparecendo apenas em pequenas participações no cinema, como na produção brasileira “Até que a Sorte nos Separe 2” (2013) e no recente thriller de ação “The Trust” (2016). Dirigido por Daniel Noah (“Twelve”), o filme teve sua première há três anos, no Festival de Cannes, e só vai estrear agora em setembro, em lançamento limitado nos EUA. Não há previsão para sua chegada ao Brasil.
Two Lovers and a Bear: Atriz de Orphan Black vive romance e paranoia em trailer de drama canadense
A Entertainment One divulgou o pôster e o trailer de “Two Lovers and a Bear”, drama canadense estrelado por Tatiana Maslany (a estrela de “Orphan Black”) e Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) como um casal que vive em condições extremas no Ártico. A prévia é pouco clara a respeito do motivo de seu autoexílio, inserindo o urso do título original quase como uma metáfora das ameaças que os cercam. E embora gozem de conforto numa pequena comunidade, a paranoia os leva a uma fuga suicida pelas paisagens congeladas. Dirigido pelo canadense Kim Nguyen (do drama indicado ao Oscar “A Feiticeira da Guerra”), o filme recebeu críticas positivas durante sua première na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. A estreia acontece em 7 de outubro no Canadá, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Ator-mirim de Onde Vive os Monstros reluta em virar serial killer em trailer de suspense
A IFC divulgou os pôsteres e o trailer de “I Am Not a Serial Killer”, suspense que combina tensão e humor negro, estrelado por dois atores mais conhecidos por seus papéis em filmes infanto-juvenis: Christopher Lloyd, o eterno Dr. Emmett Brown em “De Volta Para o Futuro” (1985), e Max Records, o jovem protagonista de “Onde Vivem os Monstros” (2009). Já crescido, o adolescente estrela a trama, demonstrando tendências sombrias. Propenso a virar um serial killer, ele luta contra seus impulsos, mas acaba testemunhando o trabalho de um verdadeiro assassino, e sua curiosidade o leva a investigar o caso por conta própria, levando-o à beira da insanidade. O elenco também inclui Laura Fraser (série “Breaking Bad”), Karl Geary (“Hamlet”) e Bruce Bohne (“Madrugada dos Mortos”). Escrito e dirigido pelo irlandês Billy O’Brien (“Quarentena”), o filme teve première no festival americana SXSW e estreia em 26 de agosto nos EUA – em circuito limitado e VOD.
Xoxo: Filme sobre raves e DJs ganha primeiro trailer legendado
O Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “XOXO”, filme sobre música eletrônica, rave e a cultura dos DJs. A prévia retrata as aventuras de um grupo de jovens num dos maiores festivais de música eletrônica dos Estados Unidos, entre pessoas que vão para se divertir e os que encaram a oportunidade para mudar suas vidas. O personagem central é Ethan, um jovem DJ vivido por Graham Phillips (série “The Good Wife”), que, após sua música se torna viral, é convidado para tocar no festival. O elenco inclui diversos outros rostos conhecidos da TV, como Sarah Hyland (série “Modern Family”), Hayley Kiyoko (série “CSI: Cyber”), Chris D’Elia (série “Undateable”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Brianne Howey (série “Twisted”), Colin Woodell (série “The Originals”), Ian Anthony Dale (série “Murder in the First”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Medalion Rahimi (série “The Catch”). Escrito e dirigido por Christopher Louie, diretor de clipes e animação, que estreia em longa-metragem, “XOXO” chega ao Netflix no dia 26 de agosto.
Ator de Lost viverá vilão da 4ª temporada de Sleepy Hollow
O ator Jeremy Davies, que participou das séries “Lost” e “Justified” (pela qual venceu um Emmy), viverá o novo inimigo de Ichabod Crane (Tom Mison) na 4ª temporada de “Sleepy Hollow”. Ele interpretará Malcolm Dreyfuss, descrito como um excêntrico visionário do ramo da tecnologia que se tornou um bilionário antes dos 30 anos de idade, e desde então procura outros desafios para conquistar. O vilão representa uma versão distorcida do que há de pior no capitalismo e na democracia, entrando em choque com os valores de Ichabod Crane. A 4ª temporada de “Sleepy Hollow” estreia na midseason, durante o começo de 2017, com exibição pela rede americana Fox.
Com direção de Fernando Meirelles, abertura das Olimpíadas do Rio recebe elogios do mundo inteiro
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio, dirigida pelo cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), encantou o mundo e foi coberta de elogios pela imprensa internacional, especialmente pela criatividade, relevância e capacidade de tirar o máximo de seus recursos. O jornal americano USA Today chegou a chamar atenção para a diferença de orçamento em relação às Olimpíadas de Londres e Pequim, que contaram, respectivamente, com 12 e 20 vezes mais dinheiro para tentar impressionar o público. “Quem precisa de dinheiro quando você tem consciência?”, questionou a publicação ao destacar que a cerimônia brasileira focou em temas sustentáveis, como aquecimento global e reflorestamento. Ainda segundo a jornalista norte-americana Christine Brennan, que assinou o texto, a cerimônia focada em responsabilidade social foi “uma das mais belas” que ela já viu dentre as 17 edições olímpicas em que trabalhou. O também americano The New York Times aproveitou o momento em que Jorge Ben Jor interpretava “País Tropical” para apontar: “Você vê que as fantasias e o cenário não são tão luxuosos como os de outras cerimônias, mas isto realmente não importa quando você tem uma energia como esta.” O jornal inglês The Guardian destacou que a abertura foi “um interessante contraste com as últimas duas cerimônias de abertura”. “O tema de Pequim 2008 foi a China é grande, o de Londres 2012 foi a Grã-Bretanha FOI grande. O tema de hoje? É melhor nós começarmos a fazer algo sobre o meio-ambiente ou talvez não tenhamos muitas Olimpíadas para celebrar no futuro”. Também dos Estados Unidos, o jornal Boston Globe afirmou: “Se você estava em dúvida sobre assistir à cerimônia de abertura, vale a pena! Uma apresentação visualmente deslumbrante.” O espanhol El País avaliou que cerimônia foi “um êxito para o Brasil”, que “deixou de lado as diversas crises que vive o país”. Apesar de toda a tensão, “durante mais de três horas, o Brasil se deu um respiro”. “A crise política e a recessão econômica ficaram de fora no Maracanã”, afirma a análise. “Houve orgulho, muito orgulho por parte de um país que tem tido poucos motivos para isso nos últimos meses”. Outro inglês, o Telegraph opinou: “É como se alguém tivesse apertado o botão e ligado as pessoas. De repente, tudo é esplêndido.” “Espetacular, espetacular, espetacular”, repetiu várias vezes o chileno La Tercera. Mas talvez a melhor análise tenha sido de uma publicação voltada à cobertura cinematográfica. A revista The Hollywood Reporter fez uma crítica consagradora, centrada no trabalho de Fernando Meirelles, contrapondo a tecnologia de última geração utilizada nas duas últimas olimpíadas com o que classificou de “uma abertura análoga refrescante, definida pela rica humanidade, calor exuberante e espírito de resiliência infatigável” dos brasileiros. O texto lembrou que a palavra chave do espetáculo foi “gambiarra”, a capacidade de “fazer algo especial com poucos recursos”. “A abertura do Rio foi uma demonstração emocionalmente impactante dessa capacidade, cujo espírito tem mais a ver com o prazer coletivo e a sensação de triunfo que costuma ser mais associada às cerimônias de encerramento. Energia juvenil, otimismo e inclusão social baniu o cinismo, a corrupção e a ansiedade desses tempos tão divisivos. Foi algo de grande beleza para se testemunhar”. A recepção do público para a delegação dos refugiados, que só tiveram menos aplausos que a delegação nacional, também foi saudada. “Como um reflexo do nossa brutalmente dividido mundo contemporâneo, o momento falou volumes e foi profundamente comovente”. O jornalista da revista, David Rooney, ainda elogiou o repertório musical e o cenário, que evocava favelas. “Ao reconhecer que a pobreza é uma parte inegável do tecido social da cidade, Meirelles fez desta uma abertura para toda a população, ricos e pobres. As vozes sedutoras da estrela contemporânea Anitta ladeada pelos adorados veteranos Gilberto Gil e Caetano Veloso também ajudaram a abranger gerações”. E citando o tema do reflorestamento, elogiou: “É impossível não concluir que o Brasil, pelo menos por esta noite, conseguiu superar os problemas do mundo. Agora, o que eles vão fazer como ato de encerramento?” Além de Meirelles, o espetáculo também foi assinado pelos diretores Andrucha Waddington (“Os Penetras”) e Daniela Thomas (“Insolação”), e a coreógrafa Deborah Colker (“Veja Esta Canção”).
Supergirl: Atriz da série Dracula viverá a irmã de Lex Luthor
A atriz Katie McGrath (a Morgana de “Merlin” e Lucy de “Dracula”) entrou na série “Supergirl”, num dos últimos papeis recorrentes da 2ª temporada que ainda se encontravam vagos. Ela vai interpretar Lena Luthor, a irmã de Lex Luthor. Descrita como uma mulher bonita, poderosa e enigmática, Lena chega à National City após a prisão do seu irmão Lex na esperança de um novo começo. Lena assume como CEO da Luthor Corp, empresa bilionária de tecnologia que ganhou uma fama ruim nas mãos malignas do vilão. Seu objetivo é reverter essa imagem, e Lena quer ser vista como uma pessoa diferente de seu irmão. Ao longo dos episódios, Kara (Melissa Benoist) irá se aproximar de Lena para descobrir se ela é uma aliada ou uma inimiga. A bela irlandesa irá se juntar a outras novidades da série, que incluem Tyler Hoechlin (série “Teen Wolf”), como Superman/Clark Kent, Lynda Carter (a “Mulher-Maravilha” dos anos 1970), como a presidente dos Estados Unidos, Ian Gomez, no papel do novo editor da CatCo Magazine Snapper Carr, e Floriana Lima (série “The Family”), que vai viver a policial Maggie Sawyer. Dos personagens anunciados para a temporada, faltam escalar apenas dois, justamente os que não possuem equivalentes nos quadrinhos: Nick Farrow, Filho de um repórter famoso que tenta deixar para trás um passado egoísta e hedônico, e a vilã Doutora, líder do Projeto Cadmus que usa suas habilidades cirúrgicas para implantar tecnologia alienígena em prisioneiros. No caso da Doutora, a personagem pode ser uma versão feminina de Dabney Donovan, o cientista chefe responsável pelas experiências genéticas do laboratório secreto. Cadmus, porém, tinha uma cientista proeminente, Serling Roquette, que sempre foi aliada de Superman e Jimmy Olsen nos quadrinhos. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia em 10 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Esquadrão Suicida: Jared Leto diz que várias cenas do Coringa foram cortadas do filme
A blitz publicitária do “Esquadrão Suicida” vai render uma bilheteria de estreia impactante, mas o filme não entrega o que promete. E um dos casos mais evidentes é o pouco espaço ocupado pelo Coringa na trama. Muito se falou sobre como Jared Leto incorporou o personagem nos bastidores da produção, mas na tela sua presença é mínima. Todas as cenas em que ele aparece foram mostradas nos trailers. E há, inclusive, imagens vistas na divulgação que não aparecem no filme. Segundo o próprio ator, sua participação foi bastante cortada. “Há muitas cenas que não entraram no filme final. Tomara que um dia elas sejam vistas. Quem sabe”, ele lamentou, em entrevista à publicação britânica TeleStar. Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter apurou que o trabalho do diretor David Ayer sofreu intervenção do estúdio, que encomendou uma montagem para a equipe que criou os trailers. “Batman vs. Superman” também teve uma montagem diferente para os cinemas, mas o objetivo foi diminuir a duração e a violência, não alterar o filme completamente. Além disso, a produção de uma versão estendida para Blu-ray, considerada a “versão do diretor”, foi anunciado antes mesmo da estreia do longa-metragem. Como Jared Leto chama a atenção, desta vez não se sabe se as cenas cortadas de “Esquadrão Suicida” serão vistas pelo público. A regra não escrita é que obras com problemas de bastidores dificilmente ganham “versão do diretor”. Afinal, caso superem a produção exibida nos cinemas, essas revisões servem apenas para escancarar a incompetência do estúdio, que mexeu onde não deveria – e de forma autoritária. Há muita curiosidade, por exemplo, a respeito de como seria a versão do “Quarteto Fantástico” do diretor Josh Trank. Mas há casos raros em que o tempo permite distanciamento suficiente para um “mea culpa”. A própria Warner já lucrou bastante com sua constrição em relação a “Blade Runner” (1982), filme mutilado pelo estúdio, que foi remontado à revelia de Ridley Scott e ganhou uma narração inexistente no roteiro para sua estreia nos cinemas. O culto à obra, porém, fez crescer tanto o interesse na versão “perdida” que o estúdio acabou pagando para Scott remontar o filme. Desde a era do VHS, a montagem “do diretor” é que ocupa as prateleiras das locadoras e lojas de vídeo.
Série Houdini & Doyle é cancelada
A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série “Houdini & Doyle”, que não terá uma 2ª temporada devido à falta de público. A atração teve uma audiência muito baixa para a TV aberta, cerca de 2 milhões de telespectadores durante sua exibição entre março e maio nos Estados Unidos. Criada por David Hoselton (roteirista da série “House”) e David Titcher (criador da franquia “O Guardião” e produtor da série “The Librarians”), a atração mostrava o ilusionista Harry Houdini (Michael Weston, da série “House”) e o escritor Arthur Conan Doyle (Stephen Mangan, da série “Episodes”) juntando forças para investigar crimes de cunho sobrenatural na Inglaterra vitoriana. Porém, a relação entre eles é problemática, uma vez que Houdini não acredita em nada do que vê e Doyle acredita em tudo. Na vida real, o mágico e o criador de “Sherlock Holmes” nasceram com 15 anos de diferença em famílias dramaticamente diferentes, mas, por mais fantasioso que pareça, foram de fato amigos. Os dois acabaram se aproximando devido a um interesse mútuo na área do espiritismo. A amizade entre eles, inclusive, foi abordada rapidamente na minissérie “Houdini”, estrelada por Adrien Brody (“Terceira Pessoa”). “Houdini & Doyle” tinha produção de David Shore (criador da série “House”).
Super-heróis da TV se juntam em comerciais do universo compartilhado da DC Comics
A rede americana CW divulgou dois novos vídeos promovendo suas séries de super-heróis da DC Comics. Com “Supergirl”, “The Flash”, “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, o canal promete super-heróis praticamente todos os dias da semana, durante a temporada de outono de 2016. Os episódios inéditos das atrações começam a ser exibidos a partir de 4 de outubro nos EUA. No Brasil, todas essas séries (e mais “Gotham”) estão na programação do canal pago Warner.












