PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    The Walking Dead: Cena inédita gera especulações sobre destino de Daryl

    15 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano AMC divulgou uma cena inédita da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que mostra o vilão Dwight (Austin Amelio) dirigindo uma moto sobre uma rodovia “atapetada” por mortos-vivos. O que chama atenção na cena é a jaqueta que o personagem usa: trata-se das veste de Daryl (Norman Reedus), o que instiga especulações. A 7ª temporada vai começar a partir do ponto em que a anterior se encerrou, revelando quem Negan (Jeffrey Dean Morgan) matou nos segundos finais do último capítulo exibido. Para manter o suspense, a produção gravou 11 mortes diferentes. Os candidatos são Carl (Chandler Riggs), Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira), Eugene (Josh McDermitt), Maggie (Lauren Cohan), Sasha (Sonequa Martin-Green),Aaron (Ross Marquand), Rosita (Christian Serratos), Abraham (Michael Cudlitz), Glenn (Steven Yeun) e Daryl. Na história em quadrinhos em que a série é baseada, a vítima é Glenn. “The Walking Dead” retorna no dia 23 de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

    Leia mais
  • Filme

    Sonia Braga é premiada como Melhor Atriz no Festival de Lima, no Peru

    15 de agosto de 2016 /

    A atriz Sonia Braga foi premiada como Melhor Atriz do 20º Festival de Cinema de Lima, no Peru, por sua interpretação no filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. Ausente do evento, ela agradeceu o troféu em seu Facebook. “Que honra ser premiada na América Latina”, postou em seu perfil. No filme, a atriz resiste à tentativa de uma incorporadora de comprar seu apartamento para derrubar o velho prédio e construir um novo edifício na praia de Boa Viagem, no Recife. “Aquarius” também recebeu o Prêmio Especial do Júri, que foi encabeçado pelo cineasta Ciro Guerra (“O Abraço da Serpente”). Mas não foi o único longa brasileiro premiado no evento. O drama “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, também foi celebrado, vencendo a categoria de Melhor Fotografia. Já o grande vencedor do troféu de Melhor Filme foi o colombiano “Oscuro Animal”, de Felipe Guerrero.

    Leia mais
  • Filme

    Amor & Amizade faz leitura avançada e pouco convencional de Jane Austen

    15 de agosto de 2016 /

    No primeiro ato de “Metropolitan” (1990), Tom, personagem principal vivido por Edward Clements, tem uma discussão literária com Audrey (Carolyn Farina), no qual ele desdenha de “Mansfield Park”, considerando o livro de Jane Austen ridículo dentro de um contexto contemporâneo. Inconformada, Audrey retruca: “Já te ocorreu que o mundo contemporâneo, pela perspectiva de Austen, ficaria ainda pior?”. Com 26 anos de carreira, Whit Stillman continua fiel a um sentimento de deslocamento vivido por seus personagens nos ambientes em que transitam, como se estivessem despreparados para um novo rito de passagem. É um conflito que aproxima “Metropolitan” ou qualquer um dos seus três filmes seguintes de “Amor & Amizade”, este justamente inspirado em um romance de Jane Austen. Assumidamente comercial, o título pode fazer os fãs da escritora pensarem que “Amor & Amizade” é uma adaptação homônima do romance escrito em 1790, quando Austen ainda era uma adolescente. No entanto, o roteiro de Stillman tem como base “Lady Susan”, publicado postumamente em 1871. Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) é quem interpreta Lady Susan Vernon, uma quase quarentona que enviuvou sem uma herança generosa. Exatamente por isso, aproveita a ocasião do retorno de sua filha Frederica (Morfydd Clark, de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”) após a expulsão do colégio em que estudava para aproximá-la do afortunado Sir James Martin (o hilário Tom Bennett, mais conhecido por suas participações em seriados britânicos), que vive de cometer gafes durante as tentativas frustradas de conquistá-la. Sem muito sucesso na tentativa em sofisticar o seu nome por meio de sua própria filha, Lady Susan parece ter outras cartas na manga, como conquistar Reginald DeCourcy (Xavier Samuel, de “A Saga Crepúsculo: Eclipse”), jovem irmão de Catherine DeCourcy (Emma Greenwell, da série “Shameless”), esposa de seu ex-cunhado, Charles Vernon (Justin Edwards, de “A Duquesa”). Durante os flertes, surgem os boatos de que Lady Susan também estaria atraída por Lord Manwaring (Lochlann O’Mearáin, da série “Vikings”), este em um casamento aos frangalhos com Lady Lucy (Jenn Murray, de “Brooklyn”). Mais do que respeitar os elementos de uma boa comédia de costumes, Whit Stillman persegue uma aproximação entre os valores antiquados e modernos. Não à toa, ele traz Chloë Sevigny (série “Bloodline”) fazendo a melhor amiga americana de Beckinsale: as duas atrizes foram também protagonistas de “Os Últimos Embalos do Disco”, vivendo garotas que parecem as encarnações futuras de Lady Susan e sua confidente Alicia Johnson em plena era da conversão de hippies em yuppies. O resultado está longe de ser uma adaptação convencional de Austen, especialmente pela ênfase na ardilosidade que move Lady Susan. Os homens até pensam que estão resolvendo os seus assuntos amorosos com uma impunidade que não favorece as mulheres. Mal sabem que as razões contidas no coração de Lady Susan a fazem estar muito avançada no jogo de aparências que articula.

    Leia mais
  • Filme

    A Viagem de Meu Pai diverte com um personagem inesquecível

    15 de agosto de 2016 /

    Akira Kurosawa (1910-1998) considerava que uma condição essencial para se ter um bom filme é se ter um bom personagem. De fato, um personagem bem estruturado, psicologicamente consistente, inserido em seu contexto sociocultural e histórico, é capaz de envolver o público, cativá-lo, provocá-lo ou assustá-lo. É meio caminho andado para que um filme funcione e atinja o espectador, razão de ser da produção cinematográfica, algumas vezes ignorada pelos realizadores. O personagem Claude (Jean Rochefort), de “A Viagem de Meu Pai”, é uma dessas figuras que marcam presença com força e prendem a nossa atenção o tempo todo. Impossível ficar indiferente a ele. E quem é Claude? Um homem na faixa dos 80 anos, que tem força, presença marcante, alta autoestima e, consequentemente, uma boa imagem de si mesmo e de suas capacidades e recursos. Só que ele já está sofrendo do mal de Alzheimer, mas não se dá conta disso. Ou prefere não ver que seus esquecimentos, as confusões que ele acaba provocando, as dificuldades que surgem no convívio com as pessoas, são consequência de um problema sério, de uma doença que atinge a mente, embora possa mantê-lo ativo e serelepe. O desgaste que sua filha sofre e demonstra, inclusive com a troca de cuidadoras que ele, de um lado, rejeita, de outro, se relaciona de um modo totalmente inconveniente, não é percebido como algo relacionado ao que ele faz. Assim como as malandragens que o divertem são da ordem de um comportamento infantil, que ele não percebe como fora de lugar. Enfim, o roteiro do diretor Philippe Le Guay e de Jérôme Tonnerre, com base em história de Florian Zeller, explora muito bem as características da doença de Alzheimer, se manifestando numa pessoa dinâmica, forte e divertida, muito difícil de abordar, controlar e restringir. Tanto que, quando ele resolve fazer uma grande viagem, o fará, de um modo ou de outro. No caso, o destino é a Flórida, onde supostamente vive sua outra filha, e que produz um suco de laranja inigualável. Claude não aceita nenhum outro suco em seu lugar. Para que o filme se complete, surpreenda ao final e faça valer a boa trama que construiu, aplica-se uma pegadinha na plateia. Sem ela, não seria possível. Não gosto desse recurso, apesar de reconhecer que funciona no filme. É, digamos, um mal menor que se pode tolerar. A direção, numa abordagem clássica, consegue passar um clima de leveza e informação séria, que faz a gente refletir, se divertindo. À semelhança de um outro trabalho anterior de Philippe Le Guay, “Pedalando com Moliére” (2013), o humor é o seu ponto forte. Um humor inteligente, sofisticado. Em “A Viagem de Meu Pai”, nada supera a construção do personagem. É seu grande trunfo. Claude é muito especial e vivido com enorme talento pelo ator Jean Rochefort (“Uma Passagem para a Vida”). Ele é brilhante, consegue uma atuação impecável, luminosa, que encanta. A gente ri, se diverte, sofre com ele, torce por ele, admira sua determinação. Rochefort constrói um personagem inesquecível, que vale o filme.

    Leia mais
  • Filme

    A Intrometida rende um dos melhores papeis recentes de Susan Sarandon

    15 de agosto de 2016 /

    A luta das atrizes veteranas de Hollywood por bons papéis parece estar surtindo efeito nestes tempos em que a representatividade é a palavra de ordem no cinema. Isso porque tivemos nos últimos meses ao menos quatro filmes que se sobressaíram dentro do circuito independente com mulheres maduras: “Reaprendendo a Amar”, “Aprendendo com a Vovó”, “Hello, My Name Is Doris” e, agora, “A Intrometida”. Grande atriz, Susan Sarandon vive no segundo longa-metragem de Lorene Scafaria (“Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”) a sua melhor protagonista desde “Anjo de Vidro”, drama natalino produzido em 2004. Na superfície, a sua Marnie tem semelhanças com a Carol Petersen de Blythe Danner em “Reaprendendo a Amar”. São duas mulheres na faixa dos 60 anos que não sabem muito bem como aplacar a solidão advinda da viuvez, reavaliando as próprias funções em uma vida que não as surpreende mais. No entanto, as semelhanças param a partir do momento em que fica evidente a personalidade mais expansiva de Marnie, que não tem qualquer dificuldade em se meter em assuntos alheios, como bem deixa explícito o título do filme. É um comportamento que sufoca a sua filha única Lori (Rose Byrne, de “Vizinhos”), uma roteirista com dificuldades para superar o fim do relacionamento com Jacob (Jason Ritter, da série “Parenthood”), um jovem ator que já está com outra companheira. Diante da exigência de Lori para que tenha a sua independência respeitada, Marnie passa a estreitar os laços com outras pessoas, tentando justificar a sua presença a partir de um auxílio por vezes financeiro para quem não tem a mesma fortuna que a sua. A primeira a contar com as suas generosas contribuições é Jillian (Cecily Strong, do humorístico “Saturday Night Live”), colega lésbica de Lori que teve um casamento feito às presas e que agora terá a chance de celebrar como deseja em uma festa de mais de US$ 10 mil totalmente bancada por Marnie. Outro a ter a sua ajuda é Freddy (Jerrod Carmichael, também de “Vizinhos”), vendedor de uma loja da Apple que conta com as caronas de Marnie para se deslocar até a faculdade iniciada recentemente. Mesmo partindo de um registro mais cômico do que dramático, surpreende como Lorene Scafaria (também autora do roteiro) não ridiculariza Marnie por estar em uma posição privilegiada diante dos personagens secundários. Claro que a protagonista terá o momento em que ouvirá algumas boas verdades sobre o seu comportamento a partir das consultas com a mesma terapeuta de sua filha, Diane (Amy Landecker, da série “Transparent”). No entanto, isso não reduz a sua benevolência natural, a sua amabilidade com o próximo. Outro fato que traz maior interesse ao filme é o seu tom de crônica, oferecendo uma perspectiva crível de pequenas cenas do cotidiano, que irá gerar uma proximidade muito especial com o público da terceira idade, inclusive no interesse amoroso de Marnie com o policial aposentado Zipper (J.K. Simmons, de “Whiplash”). Não que o espectador mais jovem seja incapaz de ter empatia por essa história, que também destaca a cumplicidade na relação entre mães e filhas.

    Leia mais
  • Filme

    Negócio das Arábias envolve sem que o espectador perceba

    15 de agosto de 2016 /

    A carreira do cineasta alemão Tom Tykwer é marcada por filmes bastante distintos entre si. Ele ganhou notoriedade internacional com o divertido “Corra Lola Corra” (1998), trabalhou em um dos filmes de um projeto póstumo de Krzysztof Kieslowski, “Paraíso” (2002), dirigiu a adaptação de um best-seller de prestígio, “Perfume – A História de um Assassino” (2006), e fez parceria com os irmãos Wachowski no ambicioso “A Viagem” (2012), para citar alguns de suas obras mais conhecidas. Há muito pouco em comum entre todos esses filmes, a não ser uma certa plasticidade, que se apresenta evidente em todos os seus trabalhos. Difícil considerá-lo um autor. De qualquer maneira, isso não é preciso. Cada filme é um projeto único e pode ser visto de forma totalmente independente. Principalmente no caso de um diretor como Tykwer. “Negócio das Arábias” é o seu mais recente trabalho para o cinema, que volta a reuni-lo com Tom Hanks, com quem havia trabalhado em “A Viagem”. Trata-se de um filme de narrativa diferenciada desde as primeiras imagens, um tanto rápidas, quase lisérgicas, no modo como apresenta o dia a dia do protagonista Alan, um executivo falido que deixa o seu país arruinado, os Estados Unidos, para tentar a sorte na Arábia Saudita, lugar que experimenta crescimento econômico. O retrato dos Estados Unidos, inclusive, é bem pequeno e pobre, em contraste com a vastidão dos desertos e dos prédios gigantescos daquele lugar de cultura estranha. Há um homem que serve de motorista e de guia turístico para Alan, o divertido Yousef (o estreante Alexander Black). Mas é curioso como, apesar de se destacar, ele sempre aparece em cenas curtas. Como, aliás, todos os demais personagens que rodeiam Alan. Mesmo a médica por quem ele se interessa, vivida por Sarita Choudhury (série “Homeland”), e que ganha mais espaço no final, parece um apêndice na vida do protagonista – e até um pouco deslocada na história, como se quisessem incluir um interesse amoroso a fórceps. Outra coisa que desaponta é a tal apresentação que ele vai fazer para o Rei da Arábia, em um holograma – razão do título original, “A Hologram for a King”. Do jeito que é mostrada, não causa o menor fascínio. Principalmente porque é criada grande expectativa para sua exibição. Mesmo assim, “Negócio das Arábias” é um filme que envolve, apesar de frágil, sem que o espectador perceba.

    Leia mais
  • Filme

    A Lenda de Tarzan acerta mais que erra na renovação do personagem clássico

    15 de agosto de 2016 /

    Criado em 1912 por Edgar Rice Burroughs, Tarzan é um personagem representante de uma mentalidade da virada do século 19 para o 20, que opunha selvageria e civilização a partir dos conceitos europeus em voga na época. Assim, o personagem atraía fascínio pela mistura destas oposições: o “selvagem” Tarzan e a “civilizada” Jane, seu grande amor e possibilidade de fazê-lo reencontrar a nobreza de sua família. Mais do que isso, Tarzan reinava sobre os animais e africanos enquanto nobre inglês branco. Mesmo criado por macacos e desconhecendo sua origem, o personagem parecia ter uma genética superior, algo que o faria naturalmente especial no ambiente da selva fabular que Burroughs imaginou sem nunca ter ido à África. Ao tentar atualizar o personagem, “A Lenda de Tarzan” toma certos cuidados para não cair nos estereótipos do início do século passado, mas não consegue fugir daquilo que é o cerne do personagem: é o homem branco que vai liderar e salvar os africanos de um destino cruel. Se por esse lado não há novidades, por outro o filme insere um personagem negro – e americano (Samuel L. Jackson, de “Os Vingadores”) – para ser o braço direito do protagonista e tenta fazer de Jane (Margot Robbie, de “Esquadrão Suicida”) uma mocinha que não esteja em perigo. São propostas importantes para deixar um personagem anacrônico em consonância com os novos tempos, mas o resultado é desequilibrado: o personagem de Jackson nunca está à altura dos feitos do protagonista e Jane, apesar de se mostrar forte e decidida, acaba sendo sempre o par romântico que precisa ser salvo pelo herói. Mas apesar das ressalvas o filme diverte e funciona bem em se propor como uma espécie de continuação para a história que todas já conhecem. Quando encontramos Tarzan pela primeira vez, ele não é o senhor das selvas, mas o lorde John Clayton, já “civilizado”, de volta ao castelo de sua família. Uma armadilha arquitetada pelo explorador de diamantes Leon Rom (Christoph Waltz, de “Django Livre”, fazendo o mesmo vilão divertido de sempre) leva o personagem-título de volta à África e ao seu reencontro com sua verdadeira natureza. David Yates usa paletas sombrias para contar a história, mas não se decide entre o realismo e o fantasioso. Parece haver dois filmes em “A Lenda de Tarzan”, um primeiro e mais interessante que se propõe a ser um épico sóbrio (dentro do possível, claro) sobre as dualidades de um homem criado em meio aos animais; e um segundo que mais lembra um filme de super-herói da Marvel. Algumas piadinhas e frases de efeito também não funcionam e parecem deslocadas neste filme, que pende para lados diferentes de acordo com o que roteiro precisa. Trazendo um clímax que abusa de efeitos digitais sem empolgar muito, “A Lenda de Tarzan” dá um novo sopro de vida ao personagem e consegue torná-lo interessante para as novas gerações, sem fazê-lo perder suas características essenciais. Mas enquanto fóssil perdido do tempo, representante de uma era passada e ultrapassada, Tarzan, o personagem, é mais interessante do que seu próprio filme. E a interpretação acima da média de Alexander Skarsgard (da série “True Blood”) ajuda muito neste sentido, trazendo imponência e complexidade para que acreditemos nesta figura deslocada no tempo e espaço. “A Lenda de Tarzan” está longe de ser perfeito, mas consegue em grande medida cumprir sua promessa de aventura como as matinês de antigamente.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Criminal Minds: Shemar Moore grava vídeo sobre karma após demissão de Thomas Gibson

    15 de agosto de 2016 /

    O ator Shemar Moore, que deixou “Criminal Minds” na temporada passada, gravou um vídeo que aparentemente foi dirigido a Thomas Gibson, recentemente demitido da série. Falando em karma, ele alude à notícia que “um monte de vocês também viram”, para lembrar que “a fofoca é real”. Boatos antigos mencionavam que os dois atores, que trabalharam juntos por 11 temporadas, não se davam bem nos bastidores das gravações. Gibson chegou a se alterar com Moore, porque este costumava se atrasar para o trabalho e o outro tinha um cronograma corrido, pois, por morar em outra cidade, precisava pegar a estrada. Há quem diga que a situação foi além de uma discussão e que teria sido um fator levado em consideração quando Moore decidiu sair da série. “A fofoca é real”, disse Moore no vídeo. “Eu vi a notícia e eu tenho a certeza de que um monte de vocês também viram, então eu só vou dizer isto: Eu acredito em karma. As coisas boas acontecem com pessoas boas. Com pessoas honestas. Pessoas trabalhadoras. Pessoas humildes. Para pessoas que acreditam na bondade fundamental… As coisas boas vão acontecer com você. … Trate as pessoas como você esperaria ser tratado. Comemore e celebre suas bênçãos como deveria, mas só sei que você não é melhor do que ninguém.” A mensagem foi originalmente postada no Instagram, mas logo retirada. Entretanto, fãs conseguiram cópias e ela continua circulando na internet. Veja abaixo. shemar just posted this on ig with the caption "karma is real" ??? no shade just tea! pic.twitter.com/7ufsJ6WmOE — sof (@davdboreanaz) August 12, 2016

    Leia mais
  • Série

    The Blacklist: Comercial da 4ª temporada promete resolução do grande mistério da série

    14 de agosto de 2016 /

    A rede americana NBC divulgou o primeiro comercial da 4ª temporada de “The Blacklist”, que enfoca o grande mistério da série, prometendo finalmente revelar quem é o pai de Elizabeth Keen (Megan Boone). Ainda que curto, o vídeo traz a personagem dizendo que se lembra de tudo para o perturbado supervilão Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader). O tema da paternidade de Liz parece definir a temporada, já que o pôster anteriormente divulgado trazia a frase “Quem é seu pai?”. Com uma média de 6,5 milhões de espectadores por episódio em sua 3ª temporada, “The Blacklist” lidera as noites de terça na NBC. A série faz tanto sucesso que vai ganhar um spin-off na midseason, centrado em Tom Keen (Ryan Eggold), cuja trama já foi delineada em episódios da própria “The Blacklist”. A 4ª temporada estreia em 22 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago AXN.

    Leia mais
  • Série

    Blindspot: Fotos e videos da 2ª temporada destacam entrada de atriz de The Good Wife na série

    14 de agosto de 2016 /

    A rede NBC divulgou 24 fotos dos personagens (via Spoiler TV) e três novos comerciais da 2ª temporada de “Blindspot”. O material destaca a entrada da atriz Archie Panjabi (série “The Good Wife”) no elenco. Ela viverá a líder de uma divisão da NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos), que irá assumir o caso de Jane (Jaimie Alexander), e já aparece na prévia prometendo ajudar a protagonista a prender os responsáveis por suas tatuagem e perda de memória. A nova temporada vai explorar o questionamento da lealdade de Jane, inclusive pelo agente federal Kurt Weller (Sullivan Stapleton), o único a defendê-la quando sua agenda secreta vem à tona. Pressionada a colaborar para desvendar o mistério da organização que tirou suas memórias e a infiltrou no FBI, ela passará a ser vista com desconfiança por todos, novos e antigos aliados. Uma das novidades desse conflito, que aparece entre as fotos, é o personagem de Luke Mitchell (o Lincoln da série “Agents of SHIELD”), que servirá como o novo contato entre Jane e os responsáveis por sua situação. Criada por Martin Gero (série “The L.A. Complex”), “Blindspot” gira em torno do mistério da personagem de Jamie Alexander (a Lady Sif de “Thor”), que após ser encontrada nua e desmemoriada no centro de Nova York, vê seu corpo coberto de tatuagens virar o centro de uma investigação do FBI, revelando pistas de crimes em cada um dos desenhos em sua pele. Mas, aos poucos, o segredo por trás das tatuagens se revela uma grande conspiração, alimentada por uma organização secreta, que visa denunciar a corrupção das agências federais americanas. A série estreou com 10 milhões de telespectadores nos EUA e manteve uma boa sintonia de 8 milhões por episódio, que a transformou no lançamento de maior sucesso da temporada passada. O segundo ano de “Blindspot” tem estreia marcada para 14 de setembro nos EUA. No Brasil, a atração é exibida pelo canal Warner.

    Leia mais
  • Série

    Lucifer: Atriz de Buffy fará participação especial na 2ª temporada

    14 de agosto de 2016 /

    A 2ª temporada de “Lucifer” contará com a participação de Charisma Carpenter, a eterna Cordelia Chase das séries sobrenaturais dos anos 1990 “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Angel”. A própria Charisma revelou a novidade, usando seu Instagram para postar uma foto dos bastidores da gravação de seu episódio, ao lado de Tom Ellis, o astro da atração. (veja acima) De acordo a produção, a atriz dará vida a Jamie Lee Adrienne, uma ex-coelhinha da Playboy “com vários anos de festas em sua vida”. A descrição da personagem revela ainda que ela é casada com um antigo astro de sucesso dos filmes de ação, mas seu comportamento sugere tristeza e dor — “ou que ela está escondendo algo”. Com título e mitologia extraída dos quadrinhos homônimos da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas bem diferente em execução, “Lucifer” retorna em 19 de setembro no canal americano Fox.

    Leia mais
  • Série

    Série Ray Donovan é renovada para sua 5ª temporada

    14 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano Showtime renovou “Ray Donovan” para sua 5ª temporada. Aclamada pela crítica, a série tem quatro indicações ao Emmy 2016, dentre elas Melhor Ator de Série Dramática para Liev Schreiber, intérprete do personagem-título, e Melhor Ator Coadjuvante para Jon Voight, que vive seu pai vigarista. Criada por Ann Biderman (criadora também de “Southland”), a série sobre um “fixer” (profissional especializado em livrar os clientes de situações embaraçosas) de Los Angeles e sua família complicada, está atualmente na metade da sua 4ª temporada, cujo encerramento está previsto para 4 de setembro. A 5ª temporada terá 12 episódios como as demais, com gravações marcadas para o começo de 2017. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago HBO.

    Leia mais
  • Série

    Gotham: Ator de The Walking Dead aparece na primeira foto como o vilão Chapeleiro Louco

    14 de agosto de 2016 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou a primeira foto do ator Benedict Samuel (o Lobo cativo da 6ª temporada de “The Walking Dead”) como o vilão Chapeleiro Louco de “Gotham”. Samuel irá interpretar Jervis Tetch, um hipnotizador à beira da loucura, que chega em Gotham com o desejo de encontrar sua irmã, Alice, uma jovem mulher que desapareceu na cidade anos atrás. O que ninguém sabe é até que ponto ele está disposto a ir para encontrá-la. As referências a “Alice no País das Maravilhas” são propositais e acompanham o personagem desde sua criação nos quadrinhos por Bill Finger em 1948. Mas apenas nos últimos anos a citação se tornou sinistra, quando o vilão passou a usar suas invenções – chapéus capazes de controlar mentes – para fazer jovens indefesas se comportarem como Alice, matando-as quando elas não conseguem replicar sua imagem de mulher ideal. Os novos episódios da atração criada por Bruno Heller estreiam em 19 de setembro na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie