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    Owen Wilson negocia ser marido de Julia Roberts em adaptação de best-seller infantil

    28 de junho de 2016 /

    O ator Owen Wilson (“Zoolander”) está em negociações para se juntar a Julia Roberts (“Jogo do Dinheiro”) em “Wonder”, adaptação do best-seller infantil “Extraordinário” de RJ Palacio. Os dois devem interpretar os pais de Jacob Tremblay, a jovem revelação do filme “O Quarto de Jack” (2015) e protagonista da trama. Em “Wonder”, ele vive Auggie Pullman, um menino que nasceu com uma deformidade facial e estudou em casa por toda a vida, até que, pela primeira vez, é matriculado numa escola regular a partir da 5ª série. O roteiro da adaptação foi escrito por Jack Thorne (criador da série “White Panthers”) e Steve Conrad (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), e a direção está a cargo de Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”). Lançado em 2012, o livro de RJ Palacio vendeu 2 milhões de exemplares e já se desdobrou em duas obras derivadas – “365 Dias Extraordiários” e “Auggie e Eu”.

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  • Série

    Game of Thrones: Cersei será a principal personagem da 7ª temporada

    28 de junho de 2016 /

    Após uma audiência recorde no final da 6ª temporada, “Game of Thrones” só terá novos episódios em 2017. Mesmo assim, os produtores David Benioff e D.B Weiss foram pressionados a revelar o que vem a seguir. Em entrevista ao site Deadline, eles declaram que o próximo ano vai trazer Cersei Lannister (Lena Headey) como um dos pilares centrais da trama. Com seus três filhos mortos, a profecia sobre o destino de Cersei se cumpriu, e esse fato irá determinar uma mudança na personagem. “É sobre isso que será a próxima temporada: descobrir como funciona a cabeça de Cersei. Quem é ela?”, anunciou Weiss. “Ainda que Cersei tenha feito muitas coisas horríveis na vida e ter sido uma pessoa muito cruel, um fato redentor sobre ela é que ela realmente amava os filhos. Agora que todos se foram, isso se torna algo bastante interessante para nós”, continuou o produtor. “Quem é ela sem as crianças? A resposta é algo que você vai descobrir na próxima temporada. Tem tanta coisa para acontecer que eu vou acabar entregando se começar a elaborar agora.” Entre as teorias dos fãs, muitas já traçam comparações entre Cersei e o Rei Louco, sugerindo que a próxima temporada mostrará um lado ainda mais sombrio da Rainha, agora que ela finalmente sentou no Trono de Ferro. Um detalhe que não pode ser ignorado é a expressão de seu irmão Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) ao entrar em Porto Real e se deparar com a cidade em chamas para Cersei ser coroada. Um dos motivos pelo qual ele se tornou regicida foi a ameaça do Rei Louco de incendiar a cidade, algo que Cersei realizou. Além de Cersei, Benioff enfatizou que as demais personagens femininas serão essenciais no ano que vem, destacando a chegada da frota e dos dragões de Daenerys Targaryan (Emilia Clarke) a Westeros. “Uma das coisas que tem sido mais interessantes sobre os personagens que vivem no mundo criado por George [R.R. Martin] é que muitos dos personagens mais formidáveis são mulheres”, disse o produtor. A 7ª temporada só deve estrear em abril e será menor que o costume. Em vez da tradicional dezena de episódios exibida desde a estreia da atração, serão produzidos apenas sete capítulos.

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    Game of Thrones: Final da 6ª temporada bateu recorde de audiência

    28 de junho de 2016 /

    O episódio “The Winds of Winter”, que encerrou a 6ª temporada de “Game of Thrones”, foi o mais assistido de toda a série. A atração registrou 8,9 milhões telespectadores ao vivo, durante a exibição de domingo (26/6) nos EUA, informou o canal pago HBO. Esse número representa um aumento de quase 800 mil telespectadores em relação ao recorde anterior, estabelecido durante o final da temporada passada, em 2015. Após somar as reprises, DVR e streaming pelo HBO Go e HBO Now, o número deve disparar exponencialmente, já que, na totalização das plataformas, a série vem registrando 23 milhões de telespectadores semanais – trata-se da temporada de maior audiência desde a estreia. A progressão de público é impressionante, especialmente quando se recorda que a estreia de “Game of Thrones” em 2011 foi vista por apenas 2,2 milhões de pessoas nos EUA.

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    Lançado em março, Ultra HD Blu-ray tem início quatro vezes melhor que o Blu-ray original

    28 de junho de 2016 /

    O novo formato de disco Ultra HD Blu-ray começou mais forte do que Blu-ray, de acordo com os números de vendas iniciais. Segundo pesquisa da revista Home Media, 228 mil Blu-ray Ultra HD discos foram vendidos desde o lançamento do formato, em março. A quantidade é quatro vezes superior à adoção inicial do Blu-ray. O substituto do DVD vendeu 57 mil discos em seus primeiros meses, em 2006. Vale considerar ainda que, até hoje, foram lançados apenas 45 títulos em Ultra HD, o que demonstra a solidez o formato, que exige uma TV de resolução 4k para ser assistido. Além do novo disco apresentar maior definição, nitidez e cores, seus aparelhos de reprodução são compatíveis com a “antiga” tecnologia Blu-ray, o que facilita sua adoção por quem já tem uma coleção de Blu-rays. As indústrias do cinema, dos eletrodomésticos e os grandes varejos comemoram a popularidade da novidade. Só não sabem esconder muito bem que os laboratórios tecnológicos já deixaram o 4k ultrapassado, com o desenvolvimento da resolução 8k. Entretanto, para não matar a galinha dos ovos de ouro, o lançamento da novíssima geração de TVs em ultramegasuperpós HD deve demorar a sair das fábricas.

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    Mangá clássico Lobo Solitário vai ganhar versão de Hollywood

    28 de junho de 2016 /

    O mangá clássico “Lobo Solitário” será adaptado numa produção hollywoodiana. A empresa SP International Pictures, do produtor Steven Paul, adquiriu os direitos do personagem e planeja começar a filmagem em 2017, informou o site Variety. “Eu sou um grande fã dessa obra há anos, e não posso nem expressar o quanto estou empolgado por ter a oportunidade de embarcar nessa viagem“, disse Steven Paul, que também está associado a outra adaptação hollywoodiana de mangá cultuado, “Ghost in the Shell”, com Scarlett Johansson (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) no papel principal. O Lobo Solitário é uma história clássica de samurai, honra e vingança. Os quadrinhos contam a história do samurai Itto Ogami, que é acusado injustamente de traição e foge com o filho recém-nascido, após a execução de sua mulher e parte de sua família. Ele passa, então, a trabalhar como assassino profissional, oferecendo seus serviços enquanto busca limpar seu nome, ao mesmo tempo em que é perseguido pela guarda imperial e por caçadores de recompensa, sempre carregando o bebê a tiracolo. O mangá de Kazuo Koike e Goseki Kojima foi lançado em 1970 e se tornou um dos mais influentes dos quadrinhos japoneses. Fez tanto sucesso que já rendeu uma franquia cinematográfica, peças de teatro e uma série de TV no Japão. Steven Paul não é o primeiro a tentar realizar uma adaptação americana da obra. Em 2011, a empresa do diretor Justin Lin (“Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”) chegou a contratar o casal de roteiristas David e Janet Peoples (“Os 12 Macacos”) para o projeto.

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    Bud Spencer (1929 – 2016)

    28 de junho de 2016 /

    Morreu Bud Spencer, ator de diversos westerns e comédias italianas de sucesso. Ele faleceu na segunda (27/6) em Roma, aos 86 anos, de causa não revelada. Segundo seu filho, sua última palavra foi “Obrigado”. Nascido em Nápoles em 1929, Carlo Pedersoli começou a carreira de ator graças a seu porte físico. Ex-nadador profissional, chegou a disputar duas Olimpíadas, em 1952 e 1956, e se tornou requisitado para envergar uniformes e até mesmo aparecer sem camisa em filmes de época. A primeira figuração veio no clássico “Quo Vadis” (1951), como um guarda romano, fase que se estendeu até “Anibal, O Conquistador” (1959). Foi durante as filmagens de “Anibal” que Pedersoli encontrou seu futuro parceiro, Mario Girotti. Os dois mudariam de nome para estrelarem seu primeiro filme como protagonistas, “Deus Perdoa… Eu Não!”, um western spaghetti escrito e dirigido por Giuseppe Colizzi em 1967. Os pseudônimos americanizados eram regra das produções comerciais da época, visando o mercado internacional, para onde os filmes eram exportados com dublagem em inglês. Com isso, criava-se a ilusão de uma produção de Hollywood, muitas vezes incrementada com a participação de atores americanos para aumentar a credibilidade do elenco. No caso dos westerns filmados no deserto espanhol, a necessidade do “disfarce” era ainda maior, uma vez que o gênero era considerado o mais americano de todos. Pedersoli e Girotti escolheram seus nomes a partir de uma lista fornecida pelos produtores de seu primeiro western. Pedersoli escolheu virar Bud Spencer para homenagear seu ator favorito, Terence Spencer, e sua cerveja favorita, Budweiser. Girotti se tornou Terence Hill porque o nome tinha as iniciais de sua mãe. “Deus Perdoa… Eu Não!” acabou virando um sucesso inesperado e rendeu duas continuações, “Os Quatro da Ave Maria” (1968) e “A Colina dos Homens Maus” (1969), tornando os nomes de Terence Hill e Bud Spencer bastante conhecidos. Apesar de participarem de projetos independentes – Spencer, por exemplo, estrelou vários westerns como o estereótipo do fortão de diferentes gangues de pistoleiros – , a dupla acabou se tornando inseparável aos olhos do público a partir de uma nova franquia, lançada em 1970. Escrito e dirigido por Enzo Barboni, “Chamam-me Trinity” (1970) aumentou a carga de humor do western spaghetti, transformando as aventuras de Trinity (Hill) e seu parceiro Bambino (Spencer) em verdadeiros pastelões com tiroteios. O apelo cômico foi ainda mais longe na continuação, “Trinity Ainda é Meu Nome” (1971), que virou fenômeno internacional e sacramentou “Trinity” como a franquia mais bem-sucedida do cinema italiano do período. A esta altura, Hill e Spencer se tornaram os atores mais bem pagos da Itália. Mas isso trouxe um efeito colateral inevitável. Mesmo que interpretassem outros personagens, seus filmes eram lançados no exterior como “Trinity”. A situação chegou ao cúmulo de render “Que Assim Seja… Trinity” (1972) e “Trinity… Os Sete Magníficos” (1972) sem a participação de Terence Hill, o intérprete de Trinity. Já em “Dá-lhe Duro, Trinity!” (1972), a reunião da dupla aconteceu nos dias de hoje, numa aventura na selva. Marcado pelo gênero, Spencer raras vezes se arriscou fora do humor e do western. Numa dessas ocasiões, participou do giallo “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza” (1971), do mestre Dario Argento. Mas ficou nisso seu esforço para se distanciar do tipo que consagrou em “Trinity”: o fortão engraçado, de cara feia, mas bom coração. Tampouco renegou a parceria com Hill, com quem filmou mais de uma dezena de comédias. A partir de 1974 os filmes da dupla já não precisavam mais trazer o nome de “Trinity” ou cenários do Velho Oeste para lotar os cinemas. Eles continuaram faturando alto com lançamentos como “Dois Missionários do Barulho” (1974), “A Dupla Explosiva” (1974), “Dois Tiras Fora de Ordem” (1977), “Par ou Ímpar” (1978), “Quem Encontra um Amigo, Encontra um Tesouro” (1981), “Dois Loucos com Sorte” (1983) e “Os Dois Super-Tiras em Miami” (1985). Paralelamente, Spencer também começou a intercalar sucessos individuais, como “Chamavam-lhe Bulldozer” (1978), em que viveu um treinador de futebol amador, “O Xerife e o Pequeno Extraterrestre” (1979), que teve sequência, “O Super Xerife” (1980), além de “Buddy no Velho Oeste” (1981), “Banana Joe” (1982) e “Aladdin” (1986), em que viveu o gênio da lâmpada. Em 1984, no auge do sucesso, Spencer e o parceiro chegaram a ser entrevistados por Renato Aragão no programa “Os Trapalhões”, quando o gordinho barbudo mostrou sua fluência em português, graças aos dois anos que morou no Brasil (entre 1947 e 1949), trabalhando como funcionário do consulado da Itália no Recife. Mas, ironicamente, logo em seguida a dupla caiu no ostracismo. Hill ainda viveu o herói dos quadrinhos belgas “Lucky Luke” em 1991. Contudo, as carreiras de ambos estagnaram nos anos 1990, a ponto de empurrá-los para um último reencontro sob o manto de “Tritiny”. Nove anos após “Os Dois Super-Tiras em Miami”, Hill e Spencer se despediram dos fãs com o lançamento de “A Volta de Trinity” (1994), seu retorno ao faroeste, com personagens diferentes de Trinity e Bambino, mas divulgados como se fossem os mesmos. Hill faria só mais um filme, em 1997. Spencer continuou ativo até 2009, mas sem emplacar nenhum sucesso. Apesar da fama alcançada, Bud Spencer nunca escondeu sua amargura por não ter merecido maior reconhecimento da crítica e jamais ter trabalhado com cineastas renomados. “Na Itália, eu e Terence Hill simplesmente não existimos, apesar da grande popularidade que temos hoje entre as crianças e os mais jovens”, lamentou há alguns anos.

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    Duas produções diferentes vão adaptar 20.000 Léguas Submarinas para o cinema

    27 de junho de 2016 /

    O diretor David Fincher não conseguiu convencer a Disney a investir numa superprodução baseada no clássico sci-fi “20.000 Léguas Submarinas”, que seria estrelada por Brad Pitt. Mas após seu projeto dar em água, duas produções rivais ganharam sinal verde para materializar a famosa aventura marinha de Julio Verne. O cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) já tinha revelado seus planos de adaptar o clássico de 1870, ao compartilhar no Instagram a capa do roteiro que ele escreveu com Dan Studney (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e o estreante Rick Sordelet para o estúdio 20th Century Fox. Agora, surge a notícia que o estúdio francês Wild Bunch se associou a uma empresa chinesa para lançar a sua versão, que será dirigida por Christophe Gans (da recente versão francesa de “A Bela e a Fera”). Segundo o site Deadline, a produção já garantiu distribuição na China, o que poderá afetar os planos da Fox para distribuir seu filme no segundo maior mercado do planeta. Para completar, essa versão começará a ser filmada ao mesmo tempo que a produção americana, entre setembro e outubro. A Disney, por sua vez, não desistiu completamente de filmar a criação de Julio Verne e planeja uma história de origem centrada no Capitão Nemo, que deverá ser dirigida por James Mangold (“Wolverine – Imortal”). Entretanto, este projeto não deve sair da gaveta tão cedo – se é que agora sairá. “20.000 Léguas Submarinas” acompanha a caça de um misterioso monstro marinho que vem atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, trata-se do primeiro submarino do mundo, o Náutilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. O livro já foi adaptado diversas vezes para o cinema, mas até hoje a versão filmada em 1954 pela Disney, com Kirk Douglas (“Spartacus”) e James Mason (“Meninos do Brasil”), permanece insuperável.

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  • Série

    Hap and Leonard é renovada para a 2ª temporada

    27 de junho de 2016 /

    O canal pago americano SundanceTV renovou “Hap and Leonard” para sua 2ª temporada. A notícia foi compartilhada por um dos astros da série, James Purefoy (anteriormente na série “The Following”), em seu Twitter. Entretanto, segundo o site Deadline, o canal está à procura de um novo showrunner para a produção. A série foi criada pelo diretor Jim Mickle e o roteirista Nick Damici, responsáveis pelo terror “Somos o que Somos” (2013), e adapta a coleção literária homônima, iniciada em 1990 pelo escritor Joe R. Landsdale (roteirista da série animada do “Batman”). A mais recente parceria da dupla foi o suspense “Julho Sangrento” (2014), que por sinal também é uma adaptação de livro de Landsdale. Passada nos anos 1980, “Hap and Leonard” gira em torno da improvável amizade entre Hap Collins (Purefoy), um homem branco da classe operária que é enviado para a prisão por se recusar a prestar o serviço militar, e Leonard Pine (Michael Kenneth Williams, de “Boardwalk Empire”), um gay negro e veterano da guerra do Vietnã com problemas para controlar sua raiva. Ambos são experts em artes marciais e se unem para solucionar crimes brutais na cidade fictícia de LaBorde, no Texas. Assim como no primeiro ano, a 2ª temporada contará com seis episódios, mas ainda não há previsão para a estreia.

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    Ansel Elgort pode estrelar filme baseado em Dungeons and Dragons

    27 de junho de 2016 /

    A adaptação do game “Dungeons and Dragons” virou prioridade no estúdio Warner Bros. Segundo o site Deadline, o ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) já teria iniciado negociações para viver o protagonista da produção, que levará aos cinemas o universo de fantasia medieval que desde 1974 inspira a imaginação de jogadores em todo o mundo. Passado num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, o filme tem roteiro de David Leslie Johnson (“Invocação do Mal 2”) e será dirigido por Rob Letterman (“Goosebumps”). O game já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a mesma Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, cuja aventura mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica.

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    Jamie Dornan invade a mente de uma criança em trailer de suspense

    27 de junho de 2016 /

    A Lionsgate divulgou o primeiro trailer do suspense “The 9th Life of Louis Drax”, novo filme do especialista em terror Alexandre Aja (“Piranhas”), estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A prévia começa acompanhando uma família feliz, o acidente que deixa seu filho em coma e a busca por esperanças além da Medicina. Mas esses sinais típicos de drama religioso logo são substituídos por uma reviravolta sci-fi, envolvendo experiências com ondas cerebrais e um mergulho na mente da criança, com o objetivo de solucionar o mistério de sua queda e descobrir se os próprios pais teriam empurrado o menino num precipício. A trama reflete diversos lugares-comuns, já vistos em filmes como “A Cela” (2000) e “Aurora” (2012). Baseada no livro homônimo de Liz Jensen, marca o primeiro roteiro assinado pelo ator Max Minghella, que trabalhou com Aja no terror “Amaldiçoado” (2013). Os pais são interpretados por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”), o menino por Aiden Longworth (o jovem Rip Hunter de “Legends of Tomorrow”) e o neurologista que realiza a experiência por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). O elenco ainda inclui Molly Parker (série “House of Cards”), Barbara Hershey (“Sobrenatural”) e Oliver Platt (série “Chicago Med”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e apenas em 20 de outubro no Brasil.

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    Morgan: Atriz de A Bruxa é monstro de laboratório em novo trailer de sci-fi

    27 de junho de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou o segundo trailer de “Morgan”, terror científico estrelado por Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ana Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”). A prévia explica a origem da personagem-título, uma nova forma de vida sintética criada num laboratório secreto, que, como típico monstro de “Frankestein”, rebela-se contra seus criadores. O detalhe é que Morgan tem poderes psíquicos poderosos. Na trama, Mara interpreta uma funcionária de uma grande corporação enviada para avaliar um acidente em um laboratório ultra-secreto, onde uma nova forma de vida (Ana Taylor-Joy) foi criada por cientistas. A premissa, que remonta à literatura gótica, é velha conhecida da ficção científica, tendo rendido nas últimas décadas alguns exemplares interessantes como “A Experiência” (1995) e “Splice – A Nova Espécie” (2009). O filme marca a estreia na direção de Luke Scott, filho do veterano cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), após trabalhar como assistente em “Exôdo: Deuses e Reis” (2014), dirigido por seu pai. O elenco também inclui Toby Jones (série “Wayward Pines”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Boyd Holbrook (série “Narcos”) e Chris Sullivan (série “The Knick”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Fortitude: Dennis Quaid é destaque em fotos e trailer da 2ª temporada

    27 de junho de 2016 /

    O canal pago americano Pivot divulgou as fotos e o primeiro comercial da 2ª temporada do suspense ártico “Fortitude”, que destacam a participação de Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), principal reforço do elenco nos novos episódios – além de investir no clima gélido de tensão e mistério da trama. Coprodução britânica, a atração foi uma das surpresas da televisão do Reino Unido em 2015, registrando uma média de 1,7 milhão de telespectadores, maior audiência já registrada pelo canal pago Sky Atlantic, o que gerou interesse internacional e levou à venda da produção para vários países. O fato de o elenco refletir a diversidade europeia, com nórdicos, espanhóis e britânicos em papéis de destaque, também ajuda na sua propagação. Criada por Simon Donald (“Wallander” e “Low Winter Sun”), “Fortitude” se passa no pequeno lugarejo que leva seu nome, considerada a cidade mais ao Norte do mundo, na região ártica. A trama acompanha as investigações de um assassinato naquele que, até então, era considerado o lugar mais seguro da Terra. Ao final do arco inicial, as pistas transformam a investigação numa trama de terror sci-fi, envolvendo um vírus pré-histórico, que o aquecimento global descongelou junto com carcaças de mamutes, infectando a população local. A nova temporada também contará com os reforços de Michelle Fairley (série “Game of Thrones”), Parminder Nagra (série “The Blacklist”), Robert Sheehan (série “Misfits”) e Ken Stott (trilogia “O Hobbit”), que substituirão os nomes mais famosos do elenco original: Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”) e Christopher Eccleston (série “The Leftovers”), cujos personagens morreram durante a 1ª temporada. Os detalhes sobre os novos personagens estão sendo mantidos em sigilo. Além deles, a 2ª temporada também vai trazer de volta os integrantes fixos do elenco: Richard Dormer (“Game of Thrones”), Sofie Gråbøl (série “Forbrydelsen”), Verónica Echegui (“Fuga Implacável”), Sienna Guillory (“Resident Evil 5: Retribuição”), Luke Treadaway (“Invencível”), Darren Boyd (“Heróis de Ressaca”), Björn Hlynur Haraldsson (série “The Borgias”), Mia Jexen (“Dual”), Alexandra Moen (série “Strike Back”) e Ramon Tikaram (“O Destino de Júpiter”). A estreia dos novos episódios está marcada para janeiro.

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    Independence Day estreia em 1º lugar no Brasil

    27 de junho de 2016 /

    Após frustrar as expectativas da 20th Century Fox nos EUA, “Independence Day: O Ressurgimento” teve desempenho mais razoável no mercado internacional. A continuação do blockbuster de 1996 abriu em 1º lugar no Brasil e em outros países estratégicos. Mas seu sucesso se deve mais à características do parque exibidor do que às qualidades da produção. Antes de aprofundar a análise da tendência, é importante olhar os números brutos. A invasão alienígena chegou ao Brasil com faturamento de R$ 9,6 milhões e público de 533,6 mil espectadores entre quinta (23/6) e domingo (26), segundo dados da empresa de monitoramento ComScore. Mas a vantagem para o 2º lugar foi pequena. O romance “Como Eu Era Antes de Você” ficou na segunda colocação com R$ 9 milhões. Entretanto, teve mais público: 601,7 mil espectadores. A diferença para a sci-fi se deve ao preço mais caro dos ingressos para sessões em 3D e Imax. Na semana passada, “Como Eu Era Antes de Você” liderou as bilheterias nacionais com R$ 11,5 milhões e levou cerca de 754 mil pessoas aos cinemas. Portanto, a vitória de “Independence Day” nesta semana deve ser vista como modesta. O longa da Fox também liderou no México, na Coreia do Sul e na Rússia, mas não passou dos US$ 100 milhões de arrecadação internacional. Somando os US$ 41,6 milhões de sua estreia nos EUA, o filme fez cerca de US$ 140 milhões em todo o mundo. Muito pouco para uma produção orçada em US$ 165 milhões. A lição do sucesso internacional de “Independence Day” e outros filmes calcados em efeitos visuais, como “Warcraft”, que fracassaram nos EUA, revela como o público de diferentes países lida com o apelo das projeções em 3D e Imax. Para o público de países em que as salas de projeção especial ainda é novidade, as batalhas de efeitos digitais surgem como um espetáculo que justifica o ingresso mais caro. Mas nos EUA, onde o público tem excesso de oferta de salas especiais, a demanda por filmes em 3D já dá sinais de esgotamento, a ponto de produções serem convertidas ao formato apenas para lançamento no exterior. Para comprovar essa tese, basta comparar os números da arrecadação de “Independence Day: O Ressurgimento” em salas Imax. Enquanto o filme rendeu apenas US$ 5 milhões nesse tipo de tela nos EUA, na China foram US$ 6,4 milhões, enquanto o total internacional atingiu US$ 15,8 milhões.

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