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    Helena Bonham Carter prepara minissérie passada em Nova York nos anos 1940

    10 de junho de 2016 /

    Helena Bonham Carter pretende produzir e estrelar a minissérie “Saint Mazie”, baseada na história real de Mazie Gordon-Phillips, uma mulher que ficou conhecida por ajudar os sem-teto de Nova York durante os anos 1940. Mazie trabalhava vendendo ingressos de um cinema local – que eventualmente herdou do proprietário. Em seu tempo livre, ela distribuía dinheiro, sabão, comida e bebidas para os desabrigados. Mas ao contrário da imagem de santa que adquiriu ao longo dos anos, era uma mulher desbocada e de espírito livre. Ela ainda inspirou um premiado livro de ficção escrito por Jami Attenberg, que servirá de base para a série. A adaptação foi desenvolvida pela roteirista Clara Brennan (da vindoura cinebiografia de Janis Joplin. A produção está cargo da própria Helena Bonham Carter, em parceria com a produtora Faye Ward, com quem trabalhou no filme “As Sufragistas” (2015). Por enquanto, o projeto não está associado com nenhuma emissora, nem tem data de estreia oficial.

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    Miley Cyrus e Liam Hemsworth estariam de casamento marcado na Austrália

    10 de junho de 2016 /

    Miley Cyrus e Liam Hemsworth estariam de casamento marcado, segundo o site da revista americana de celebridades Us Weekly. Em estado avançado de planejamento, a cerimônia deverá acontecer numa praia da Austrália, terra do ator da franquia “Jogos Vorazes”. “Eles vão se casar na praia, os pais deles estão organizando a maioria das coisas”, contou uma fonte ao site. Apesar do relacionamento não ter dado certo inicialmente – os dois se conheceram durante as filmagens de “A Última Música” (2010), noivaram e terminaram -, a fonte garante que o casal está mais unido que antes. “Eles estão realmente felizes juntos agora”, disse. Não é a primeira vez que boatos sobre o casamento do casal ocupam as páginas das publicações de celebridades. A revista Life & Style foi mais longe e afirmou que eles até já tinha casado, numa cerimônia secreta e íntima no fim de 2015, quando a cantora visitou Liam na Austrália. A revista chegou a descrever a festa, que teria sido marcada por muito choro, derramado pelos noivos durante as declarações de votos. Em abril deste ano, porém, Liam Hemsworth desmentiu que tinha reatado o noivado com Miley Cyrus, em entrevista à TV Week. Apesar disso, os dois continuam sendo fotografados juntos.

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  • Filme

    Angelina Jolie negocia estrelar nova versão de Assassinato no Expresso Oriente

    10 de junho de 2016 /

    Angelina Jolie pode estrelar a adaptação do mistério clássico “Assassinato no Expresso Oriente”, de Agatha Christie. Segundo o site da revista Variety, a atriz está negociando um papel no filme, que também será estrelado e dirigido por Kenneth Branagh (“Cinderela”). A ideia é reunir um grande elenco como na primeira adaptação cinematográfica da obra, dirigida por Sidney Lumet em 1974, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Hercule Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Publicado em 1934, o livro acompanha como o detetive Hercule Poirot desvenda um assassinato cometido durante uma viagem do famoso trem Expresso do Oriente, onde não faltam suspeitos. Branagh viverá Poirot na nova versão, cujo roteiro foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”). A produção está a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). No momento, Angelina Jolie desenvolve como diretora o filme “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers” para o Netflix. Ela também está confirmada em “Malévola 2”, da Disney.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence vai viver bilionária no novo filme do diretor de A Grande Aposta

    10 de junho de 2016 /

    Conhecido por comédias ligeiras, Adam McKay deu uma reviravolta na carreira com o risco calculado de “A Grande Aposta”, filme repleto de atores famosos (Christian Bale, Brad Pitt, Ryan Gosling) que lhe rendeu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. E pretende repetir a aposta em seu próximo longa-metragem. Novamente baseado numa história real sobre o mundo das finanças, o filme será estrelado por Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”), a atriz mais bem-sucedida do século. Jennifer vai interpretar a história de Elizabeth Holmes, jovem que largou a faculdade de Engenharia para fundar a startup Theranos, especializada em rápidos diagnósticos médicos a partir de apenas uma gota de sangue. A revolucionária promessa atraiu muitos investidores e, em pouquíssimo tempo, Holmes se tornou a mais jovem bilionária dos Estados Unidos a atingir sucesso sem o respaldo de uma grande herança. Trata-se de mais uma história de empreendedorismo, como a atriz estrelou em “Joy – O Nome do Sucesso” (2015). Mas o final feliz, desta vez, não é garantido. Após uma década de atividade e de atingir o valor de mercado de US$ 9 bilhões, o sucesso do empreendimento logo se provou controvertido, levando o negócio a se desvalorizar de forma vertiginosa, passando a valer US$ 800 milhões no início deste mês. Resultados equivocados, profissionais desqualificados e laboratórios fora dos padrões aceitáveis derrubaram o prestígio da Theranos, que atualmente corre o risco de ficar proibida de atuar no mercado. Holmes nega os problemas e a investigação continua. Após passar por duas franquias de sucesso (“Jogos Vorazes” e “X-Men”), Lawrence entrou em nova fase de sua carreira, e irá emendar a seguir alguns projetos de prestígio, trabalhando com os cineastas Darren Aronofsky e Steven Spielberg. Antes disso, ela estrela uma nova sci-fi, “Passengers”, que estreia no Brasil em janeiro.

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  • Série

    Os Treze Porquês: Ator de Goosebumps vai estrelar série produzida por Selena Gomez e diretor de Spotlight

    10 de junho de 2016 /

    A série baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, encontrou seus protagonistas. Produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”) para o serviço de streaming Netflix, “13 Reasons Why” será estrelada por Dylan Minnette (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) e a novata australiana Katherine Langford. Na trama, o adolescente Clay (Minnete) recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker (Langford), menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. Além do jovem casal, o elenco de apoio destaca Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador de Hannah. Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”) e Ross Butler (“Teen Beach 2”) completam o elenco. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas a agenda de shows da estrela pop impossibilitou a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, vai dirigir os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série começa a ser gravada neste fim de semana. Ainda não há previsão para sua estreia.

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  • Filme

    A Montanha Entre Nós: Kate Winslet pode viver romance com Idris Elba

    10 de junho de 2016 /

    A atriz Kate Winslet (“O Leitor”) negocia coestrelar “The Mountain Between Us” com Idris Elba (“Beasts of No Nation”), informou o site The Hollywood Reporter. Baseado no livro homônimo de Charles Martin, traduzido no Brasil como “A Montanha Entre Nós”, a aventura romântica envolve um cirurgião viúvo e uma jornalista que se conhecem na área de embarque de um aeroporto e, quando seu voo é cancelado por conta do mau tempo, decidem alugar um avião particular para fazer o trajeto, mas um acidente deixa os dois sozinhos e feridos em um local ermo e congelante. O projeto original chegou a cotar os atores Charlie Hunnam (“Círculo de Fogo”) e Margot Robbie (“O Lobo de Wall Street”) nos papeis principais. O elenco envelheceu e se tornou mais diverso. E o roteiro foi refeito. Originalmente escrito por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adaline”), ganhou nova versão de Chris Weitz (“Cinderela”). Produzido pelo estúdio Fox 2000, o filme será dirigido pelo israelense Hany Abu-Assad (do indicado ao Oscar “Paradise Now”). As filmagens vão começar em dezembro para uma estreia no final de 2017.

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  • Filme,  Série

    Continuação do cult Barrados no Shopping vai virar série

    10 de junho de 2016 /

    O cineasta Kevin Smith revelou que “Mallbrats”, a sequência do cultuado filme “Barrados no Shopping” (Mallrats, no original), vai acontecer como série. Em entrevista ao programa “Preston & Steve”, da rádio WMMR, Smith revelou que a história terá dez episódios. O cineasta, que este ano dirigiu um episódio da série “The Flash”, revelou que um dos fatores que reconfigurou a produção foi o contrato com a Universal Pictures, que detém os direitos do filme original, lançado em 1995. “Você sabe, ‘Mallrats’ é um filme de 20 anos atrás, e a ideia de fazer uma sequência de um filme de 20 anos de idade é, para algumas pessoas, algo como: ‘Por que você vai se preocupar em fazer isso? Não foi bem sucedido da primeira vez. Quanto vocês ganharam?’. E nós dizemos: ‘Dois milhões (de dólares)?’. ‘Certo, bem, eu não sei se o mundo está clamando por isso'”, narrou o diretor. “Quem diria que a TV seria a salvação para esse filme?”, ele completou. Anunciada no ano passado pelo diretor, a produção chegou a confirmar o retorno da maior parte do elenco original, por meio de diversas publicações no Facebook de Kevin Smith – os atores Jeremy London (série “Sétimo Céu”) e Jason Lee (“Alvin e os Esquilos”), que viveram os protagonistas do filme original, além de Shannen Doherty (série “Charmed”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Ethan Suplee (série “Jennifer Falls”), Joey Lauren Adams (“Procura-se Amy”), Sven-Ole Thorsen (“Gladiador”), Renée Humphrey (“O Império (do Besteirol) Contra-Ataca”), Trevor Fehrman (série “Odd Man Out”), Jason Mewes (“O Balconista”) e o quadrinista Stan Lee. Do elenco original, ficaram faltando apenas as confirmações da protagonista feminina, a atriz Claire Forlani (série “NCIS: Los Angeles”), e do então desconhecido Ben Affleck (“Batman vs. Superman”). O diretor também adiantou que já escolheu o shopping que será o cenário para as filmagens: Exton Square Mall, na Pensilvânia (EUA). “A não ser que alguém chegue para mim e diga: você tem que filmar no shopping do meu primo. Eu consigo ver isso acontecendo”. O próximo filme de Kevin Smith será o trash “Yoga Hosers”, com o ator Johnny Depp e sua filha, Lily-Rose, que será lançado em 29 de julho nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Spin-off de Onze Homens e um Segredo pode juntar Sandra Bullock, Cate Blanchett, Elizabeth Banks e Helena Bonhan Carter

    10 de junho de 2016 /

    O projeto de criar uma versão feminina para “Onze Homens e um Segredo” (2001) começa a sair do papel. Seguindo a deixa de “Caça-Fantasmas”, a produção vai reunir um bando de criminosas formado por atrizes famosas. E os primeiros nomes cogitados para o elenco são mesmo estelares. Por enquanto, nenhuma das atrizes foi oficialmente confirmada, mas rumores cada vez mais fortes indicam que Sandra Bullock (“Gravidade”) vai liderar o bando, possivelmente formado por Cate Blanchett (“Carol”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”). Sites mais entusiasmados também escalaram Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) neste elenco milionário, mas a agenda da atriz está tão cheia que sua participação é a parte menos provável dos rumores sobre a produção. O projeto está a cargo do cineasta Steven Sodergergh e do ator George Clooney, respectivamente diretor e protagonista do filme original (que, por sua vez, era um remake de um filme de Frank Sinatra de 1961). Mas não está claro se o longa será realmente uma refilmagem, reboot ou continuação. A maior possibilidade é que se trate de um spin-off, com participação do próprio Clooney, reprisando o papel do charmoso ladrão Danny Ocean, que dá título à franquia (“Ocean’s Eleven”, no original, seguido por duas continuações intituladas, em inglês, “Ocean’s Twelve” e “Ocean’s Thirteen”). A direção ficará a cargo de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e uma primeira versão do roteiro, provisoriamente chamado “Ocean’s Ocho”, já teria sido entregue por Olivia Milch (da vindoura comédia “Dude”).

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    Ator da série The Shield é condenado a 40 anos de prisão pelo assassinato da esposa

    10 de junho de 2016 /

    O ator americano Michael Jace, que ficou conhecido pelo papel do policial Julien Lowe na série “The Shield – Acima da Lei”, foi condenado a 40 anos de prisão nesta sexta (10/6) pelo assassinato de sua esposa, April Jace. Após um julgamento emotivo, em que familiares da vítima discursaram sobre a dor da perda, Michael, acusado de assassinato em segundo grau, se desculpou e disse não haver justificativa para seus atos. A defesa, porém, alegou que o ator, de 53 anos, agiu “no calor da paixão”. A acusação, porém, usou o depoimento do filho de 10 anos do casal, que contou ter ouvido o pai dizer, pouco antes de disparar o segundo tiro, “se você gosta de correr, então corra para o paraíso”. O próprio ator ligou para a polícia para confessar o crime. De acordo com fontes da publicação ligadas à polícia, Jace telefonou para o serviço de emergência dos Estados Unidos por volta das 20h30 e disse: “Atirei na minha mulher”. April foi encontrada já sem vida pela polícia em 19 de maio de 2014. O casal estava junto há nove anos e tinha dois filhos. Na época, Jace deu um longo depoimento aos oficiais e disse que queria apenas machucar a vítima. O ator afirmou também que planejava acertá-la na perna. Em vez disso, disparou três vezes. O ator usou a arma do próprio sogro. O crime foi testemunhado pelos filhos do casal, então com 5 e 8 anos de idade. Inicialmente, ele foi acusado de homicídio doloso, mas a tese foi desqualificada pelos promotores. Eles afirmaram que Jace estava nervoso com a mulher após um pedido de divórcio. Segundo o site TMZ, vizinhos disseram que houve uma “briga feia” por conta de dificuldades financeiras e que isso seria causa de “conflitos familiares”. Em 2011, ele havia dado entrada num pedido de falência, pedindo redução das dívidas da hipoteca de sua residência. Segundo o TMZ, documentos mostrariam que a família estava à beira de perder o imóvel. O ator teve dificuldades de conseguir um papel de destaque após o fim da série “The Shield”, em 2008. Seu trabalho mais relevante desde então foi a participação em quatro episódios na série policial “Southland: Cidade do Crime”, o últimos deles exibido em 2013.

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    Mel Gibson prepara continuação de A Paixão de Cristo

    10 de junho de 2016 /

    Mel Gibson planeja retomar “A Paixão de Cristo” (2004) com uma continuação, focada na história da ressurreição de Jesus. A informação foi revelada pelo roteirista Randall Wallace, com quem Gibson trabalhou em “Coração Valente” (1995) e em seu filme mais recente, o inédito “Hacksaw Ridge”, sobre o médico militar Desmond Doss (1919-2006). Wallace confirmou o projeto, dizendo que ficou difícil mantê-lo em segredo, e que a ideia surgiu durante as filmagens de “Hacksaw Ridge”. Formado pela Duke University, ele se especializou em religião, com foco na ressurreição. “A paixão é o início, mas há muito mais para contar”, disse ele, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “A Paixão de Cristo” é considerado o filme independente de maior sucesso de todos os tempos no cinema americano. A produção, que custou cerca de US$ 30 milhões, rendeu US$ 612 milhões em bilheteria no mundo inteiro. Procurado pela revista, um representante de Gibson não quis comentar o envolvimento do cineasta no projeto.

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    Diretor de Procurando Dory não vê importância na sexualidade de casal figurante

    10 de junho de 2016 /

    Os diretores de “Procurando Dory” se pronunciaram à respeito da polêmica aparição de um suposto casal de lésbicas no trailer da animação. E sua reação foi de indiferença, sem se engajar no entusiasmo de organizações LGBT ou reagir à ameaça de boicote por parte de conservadores. Isto porque a participação do casal se resume à cena mostrada no trailer, sem maior repercussão na trama, e nem a pequena interação vista deixa clara qual é realmente a sexualidade das duas mulheres. “Elas podem ser o que você quiser que elas sejam”, disse o cineasta Andrew Stanton, que dividiu a direção com Angus MacLane, ao jornal USA Today. “Não há resposta certa ou errada”. A produtora Lindsey Collins reforçou: “Nunca perguntamos a elas”. Nem o estúdio Pixar, que produziu o filme, nem a Disney, dona da Pixar, comentaram a respeito da sexualidade das figurantes, que de uma hora para outra se tornaram mais importantes que os protagonistas da animação. Mas sempre vale lembrar que a dubladora americana de Dory, a apresentadora Ellen DeGeneres, é uma lésbica assumida, além de uma das mulheres mais populares dos EUA. Sua sexualidade não impediu os pais de levarem seus filhos para assistirem ao primeiro filme, “Procurando Nemo” (2003), que se tornou um dos maiores sucessos da Pixar. Recentemente, a própria Disney liderou uma ameaça de boicote ao estado da Geórgia, nos EUA, contra a aprovação de uma lei que discriminaria os homossexuais, e fãs de “Frozen – Uma Aventura Congelante” iniciaram um petição para que a rainha Elsa ganhasse uma namorada no próximo filme da franquia. A hashtag promovendo a ideia, #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa), chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. Mas isso gerou uma reação: mais de 240 mil pessoas assinaram uma petição pedindo que Elsa ganhasse um “príncipe encantado”. Vale observar que o trailer brasileiro, dublado, de “Procurando Dory” não mostra o casal. Ambas as versões podem ser conferidas aqui.

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    A Odisseia de Alice é viagem feminista de uma bela sem recato longe do lar

    10 de junho de 2016 /

    Vivida pela excelente atriz grega Ariane Labed (“Antes da Meia-Noite”), Alice é uma engenheira que trabalha em navios de carga, dando suporte técnico às embarcações. Isso faz com que ela passe longos períodos em alto-mar, sendo a única mulher entre muitos homens, nos navios. Ela é independente, corajosa e competente. Mas é também uma linda mulher, sensual e livre. Sua presença no navio, obviamente, vai mexer com muitos daqueles homens, que passam bom tempo no mar. Alice tem um namorado norueguês, Félix (Anders Danielsen Lie, de “Oslo, 31 de Agosto”), com quem vive uma experiência fortemente sexualizada e apaixonada, quando está em terra. Mas sua próxima missão será no navio Fidelio, onde ela descobrirá que o comandante é ninguém menos do que seu antigo namorado, Gael (Melvile Poupaud, de “Laurence Anyways”), sua primeira paixão. E por aí se seguirá uma trama muito bem construída pela diretora estreante Lucie Borleteau (roteirista de “Minha Terra África”), que também escreveu a trama em parceria com Clara Bourreau (criadora da série “Adresse Inconnue”). As imagens exploram o gigantismo do navio Fidelio, por dentro e por fora, e a imensidão do mar, em contraponto às figuras humanas, sua solidão, seus desejos e suas paixões mostrados bem de perto. Tudo segue sendo muito desafiador para todos os envolvidos na odisseia de Alice. O mais interessante do filme, porém, é a abordagem da questão de gênero. A narrativa empodera essa mulher bela e forte, cujo comportamento nos surpreende em muitos aspectos, já que remete a estereótipos masculinos, assim como alguns homens mostram atitudes mais frequentemente atribuídas ao feminino. Mas não se trata de uma inversão de valores e, sim, de sua superação. Há infinitas formas de se ser homem ou mulher e as expectativas quanto aos comportamentos esperados pelos gêneros sufocam e aprisionam os que divergem dos padrões previstos. Ao relativizar esses padrões, mostrando reações pouco usuais tanto num gênero quanto no outro, o filme areja de modo muito apropriado essa questão. A infidelidade é atributo masculino? Envolvimento amoroso com uma só pessoa é prerrogativa das mulheres? Iniciativa e agressividade são coisas de homem? Há formas femininas de expressá-las? Exercer controle sobre o próprio desejo é “natural” para as mulheres e difícil para os homens? Como se dão as relações quando as pessoas inovam no comportamento esperado delas, quanto às características socialmente associadas ao gênero? São bons questionamentos que o desenrolar da história de “Odisseia de Alice” permite levantar, dando ao filme uma dimensão que extrapola o drama romântico em que se pode classificar a película (será que essa palavra ainda vale no mundo do cinema digital?). Alice é, sem dúvida, bela, mas não recatada, nem do lar. Trata-se de um filme feminista, muito apropriado para um momento em que certos conceitos são embaralhados pelos conservadores, tentando barrar conquistas que a sociedade realizou nos últimos tempos. O papel da luta das mulheres e do movimento feminista tem sido fundamental nessa história. É bom que isso seja lembrado e valorizado, também por meio dos personagens de narrativas ficcionais, como “A Odisseia de Alice”.

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    Como adaptação de game, Warcraft não passa do primeiro nível

    10 de junho de 2016 /

    Antes do nome do filme surgir na tela, embora seja o melhor momento de “Warcraft”, o público cai de cabeça em um mundo que se prepara para ser o palco do primeiro confronto entre orcs e humanos. Basicamente é tudo o que você precisa saber, e isso não costuma ser um problema para situar uma trama de ação e aventura. O problema, na verdade, é que tudo o que vem a seguir continua a ser subentendido e desenvolvido aos trancos e barrancos. Quando entramos em “Star Wars” e “O Senhor dos Anéis”, muita coisa já aconteceu na timeline de seus universos, mas a narrativa é tão eficiente que é possível pegar a história com o bonde andando, preencher o que não foi mostrado com breves informações, uma curta introdução muito bem contada e uma bem-vinda dose de imaginação. Afinal, menos costuma ser mais. Em “Warcraft”, pelo contrário, os excessos dominam as intenções do diretor e roteirista Duncan Jones (“Contra o Tempo”) e a trama entra em convulsão contínua. Nos primeiros minutos, nossos olhos se assustam com tanto CGI, numa qualidade técnica de causar inveja a “Speed Racer” (2008), das Irmãs Wachowski, e aos piores momentos dos episódios I e II de “Star Wars”. Chamar o design de cartunesco seria bondade demais com o filme e uma ofensa aos cartuns. Mas não é só o visual que parece artificial em “Warcraft”. Também os personagens, suas motivações e arcos dramáticos. Duncan Jones divide a trama em vários núcleos, com uma pressa danada para costurá-los e levar a história adiante na marra, mas é claro que não consegue desenvolver adequadamente nenhum deles. O fato é que o espectador não familiarizado com os games acabará se perdendo. A começar pelo herói. Afinal, o que é o humano Lothar? O ator Travis Fimmel (série “Vikings”) faz uma espécie de Aragorn de braços curtos (pode reparar) se requebrando, com as veias saltando da cara, todo suado e vermelho, como se estivesse bêbado ou drogado full time. Que herói é esse que chega atrasado na batalha final? É verdade, espere para ver isso. O sujeito é tão estranho que não é difícil gostar mais de Durotan (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”), o orc que questiona a invasão e acredita numa aliança com os humanos para evitar uma catástrofe maior. Pena que ele seja obrigado a dar espaço a outros personagens mal construídos, como o pior de todos: Medivh, o Guardião patético interpretado pelo sempre exagerado Ben Foster (“Programado para Vencer”). Duvido que o leigo em “Warcraft” tenha conseguido entender 100% o que aconteceu com ele. Mas temos duas peças neste tabuleiro que são bem tratadas, o “aprendiz de feiticeiro” Khadgar, e Garona, que é metade orc. Ambos são bem defendidos respectivamente pelos atores Ben Schnetzer (“Orgulho e Esperança”) e Paula Patton (“Missão Impossível: Protocolo Fantasma”). Embora ela seja prejudicada pela pesada maquiagem (estranhamente, a personagem não é CGI) e lembre a Gamora de “Guardiões da Galáxia” – carregando até um nome parecido -, Paula Patton empresta dignidade e força a uma personagem feminina no meio de tantos machos estúpidos, passando a impressão de ter a jornada mais interessante do filme. Como Garona, Durotan, Khadgar e um bebê orc que ainda pode dar o que falar, o filme passa a sensação de que há algo bom escondido no meio de tanta poluição visual e narrativa. Alguns momentos são divertidos e há trabalhos competentes em matéria de direção de arte e figurinos, sem falar que Duncan Jones conduz muito bem as cenas de ação. Mas a produção é prejudicada não por uma história ruim ou sem sentido, mas por uma história mal contada. Talvez os fãs do game consigam preencher facilmente em suas cabeças as lacunas do roteiro, afinal o que não falta em “Warcraft” é fan service. Mas o público em geral pode achar chato ver gameplay na tela grande. Especialmente porque “Warcraft” não tem final e vincula o interesse dos espectadores à possibilidade de continuar sua aventura para além do que mostrou nesse fraco primeiro nível.

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