Coelho psicótico de Pets: A Vida Secreta dos Bichos estrela vídeo em clima de Páscoa
A Universal Pictures divulgou um vídeo de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, que destaca o coelho psicótico da trama, em clima de Páscoa. A prévia chama atenção para o público não confundi-lo com o Coelho da Páscoa nem os cocozinhos dele com ovinhos de chocolate. Na trama, Bola de Neve apenas parece um coelho fofinho. Dublado em inglês por Kevin James (“Pixels”), ele esconde, por trás de sua aparência meiga, uma personalidade explosiva e provavelmente insana, além de ser o líder de uma rebelião subterrânea de animais. A animação mostra o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos. O elenco de vozes originais inclui ainda os comediantes Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. A estreia está marcada para 8 de julho nos EUA, mas apenas em 25 de agosto no Brasil.
Emma Stone vai viver a irmã de John Kennedy que sofreu lobotomia
A atriz Emma Stone vai estrelar “Letters From Rosemary”, drama sobre a história da irmã do presidente John Kennedy, Rose Marie “Rosemary” Kennedy, informou o site da revista Variety. Rosemary foi o membro menos conhecido da família Kennedy, que tentou manter seus problemas mentais escondidos da mídia. Ela chegou a ser submetida a uma lobotomia aos 23 anos de idade, mas o procedimento fracassou e a deixou incapacitada. O filme vai abordar o que levou à essa ação radical e as consequências disso. Ainda sem diretor definido, o longa será produzido pela dupla Steve Golin e Doug Wald, vencedores do Oscar 2016 de Melhor Filme por “Spotlight”.
Game of Thrones: Novas fotos revelam destino de personagens
A HBO divulgou sete novas fotos da 6ª temporada de “Game of Thrones”. Apesar do número reduzido, elas trazem alguns spoilers moderados como a leva anterior, ao confirmarem a sobrevivência de Sansa (Sophie Turner), a cegueira de Arya (Maisie Williams) e o aprisionamento de Daenerys (Emilia Clarke) pelos dohtraki, além de mostrarem algo curioso: Tyrion (Peter Dinklage) devolvendo vinho para uma jarra, num sinal de que pretende ficar sóbrio para administrar o reino de Meereen. Para saber o que realmente vai acontecer na nova temporada, será preciso esperar até 24 de abril, quando está prevista a estreia dos novos capítulos – os primeiros que serão exibidos sem spoilers literários, já que o enredo ultrapassou a trama conhecida nos livros de George R. R. Martin.
Batman vs. Superman: Vídeos engajam atores das séries da DC Comics na briga entre os heróis
A Warner Bros. divulgou alguns vídeos em que traz o elenco de suas séries, especialmente as produções derivadas dos quadrinhos da DC Comics, para promover “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. No vídeo principal, os astros revelam sua torcida, dizendo quem acreditam que ganharia a briga entre os dois ícones dos quadrinhos. E, de forma interessante, eles assumem os lados de seus personagens. Assim, Melissa Benoist, intérprete de Supergirl, alia-se ao “primo” Superman, enquanto Caity Lotz, a Canário Branco de “Legends of Tomorrow”, prefere o Batman, devido ao lado sombrio do herói. Brandon Routh, que já viveu o Homem de Aço no cinema e hoje é o Eléktron de “Legends of Tomorrow”, mantém-se favorável ao Superman, assim como Grant Gustin, o Flash da televisão. Já os intérpretes das séries derivadas da Vertigo, os quadrinhos adultos da DC, como Rose McIver, a protagonista de “iZombie”, e Tom Ellis, o Lucifer, se dividiram. A lista inclui ainda integrantes da série “The Big Bang Theory”, como Jim Parsons, Kaley Cuoco, Kunal Nayyar, Mayim Bialik e Melissa Rauch, e até Jared Padalecki, o Sam de “Supernatural”. Mas o melhor convidado fica para o final: ninguém menos que Adam West, o Batman dos anos 1960. Adivinhe para quem ele torce? Além desse vídeo principal, a Warner também foi conferir as escolhas dos atores de outras séries. A seleção abaixo destaca as melhores participações, como Dean Cain, o Superman de “Lois & Clark”, e John Schneider, o Jonathan Kent de “Smallville”, ambos do time de Superman, logicamente, além da discussão (muda) entre Patolino e Pernalonga, na qual, entre Batman e Superman, a vencedora foi a Mulher Maravilha. Confira abaixo.
Elisabeth Moss vai se juntar a Gwendoline Christie na 2ª temporada de Top of the Lake
A atriz Elisabeth Moss foi oficialmente confirmada na 2ª temporada de “Top of the Lake”. A produção era originalmente uma minissérie que ela estrelou em 2013. Na produção, ela vai voltar a trabalhar com a cineasta neozelandesa Jane Campion (“O Brilho de uma Paixão”), criadora da série, e com a primeira novidade anunciada do elenco, a atriz inglesa Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”). “Estou animada de retornar à Austrália para trabalhar com Jane e explorar essa maravilhosa personagem. Mal posso esperar para que o público veja onde levaremos a jornada de Robin”, declarou a atriz, em comunicado. Moss venceu um Globo de Ouro em 2014 por sua performance como a detetive policial Robin Griffin, que investiga o desaparecimento de uma menina de 12 anos numa comunidade do interior da Nova Zelândia. A nova temporada irá mostrar a personagem trabalhando num novo caso, quatro anos após os eventos da trama original. Christie também se manifestou no comunicado sobre a produção da 2ª temporada: “Jane Campion tem sido uma das principais influências criativas da minha vida e eu não poderia me sentir mais privilegiada por estar trabalhando na próxima etapa deste seu drama único e apaixonante, ao lado da brilhante Elisabeth Moss”. A previsão de estreia da atração é apenas para 2017.
Ressurreição tenta nova abordagem do milagre de Jesus sem mudar a conclusão
Levar às telas uma história tão conhecida e fantástica quanto a de Jesus, especialmente a parte que envolve sua ressurreição, não é fácil. Aliás, as histórias bíblicas em geral se prestam a abordagens cada vez mais controversas. Há cineastas que preferem tratar os aspectos mitológicos de forma mais realista, dando o benefício da dúvida para os céticos, como Ridley Scott, em “Êxodo – Deuses e Reis” (2014), e aqueles que até extrapolam o caráter fantasioso das histórias, como Darren Aronofsky, em “Noé” (2014). “Ressurreição” opta pelo caminho mais seguro, usando o ponto de vista de um cético, até que, inevitavelmente, ele se torna crente. A verdade é que, desde “A Paixão de Cristo” (2004), de Mel Gibson, não aparece uma obra baseada na Bíblia (ou, no caso, no Novo Testamento cristão) que seja poderosa e emocionante de verdade. Naquele inspirado trabalho, Gibson não abriu mão do fantástico, do sobrenatural e da fé, mas fez um filme centrado na carne arrancada e no sangue derramado, com resultado extremamente realista. A história de “Ressurreição” começa depois daquela. Tem direção de Kevin Reynolds, cineasta que entrou numa espécie de “lista negra” após sofrer o repúdio da crítica e o martírio nas filmagens de “Waterworld – O Segredo das Águas” (1995), uma ficção científica que nem é tão ruim quanto sua fama, possuindo bons momentos. O amigo Kevin Costner (que estrelou “Waterworld”), inclusive, o convidou mais recentemente para dirigir uma minissérie para a televisão e o resultado foi muito satisfatório, o western “Hatfields & McCoys” (2012). O projeto de “Ressurreição” encontra Reynolds ainda em busca de redenção (na verdade, ele nunca pertenceu ao primeiro escalão). Na trama, Joseph Fiennes (“Hércules”) interpreta Clavius, um tribuno romano que entra em cena sem saber quem era aquele Jesus julgado e condenado à morte na cruz. Recém-chegado de uma luta contra judeus rebeldes, é convocado por Pilatos (Peter Firth, da série britânica “Spooks”) para ir até o Monte Gólgota, local da crucificação de Jesus, onde se passam as melhores cenas da produção. Clavius chega ao local no fim de tarde, após as últimas palavras do Nazareno terem sido ditas e enquanto os dois ladrões crucificados ao seu lado ainda gritavam e agonizavam de dor. O fato de Jesus ter morrido tão rápido já lhe parecia algo surpreendente, levando em consideração que muitos desses homens passavam até três dias para morrer. Daí a necessidade de quebrar-lhes as pernas para acelerar o processo. A premissa poderia resultar em imagens violentas, mas “Ressurreição” não busca o mesmo impacto de “A Paixão de Cristo”. Ainda assim, não deixam de ser perturbadores os gritos e a imagem da cruz caindo ao chão, para jogar os corpos em um buraco cheio de cadáveres. O corpo de Jesus, no entanto, não precisou ter suas pernas quebradas e foi reivindicado por José de Arimateia, homem que forneceu o sepulcro de sua família para acolher o corpo do “Rei dos Judeus”. Toda essa sequência é muito bem desenvolvida por Reynolds, mas a história sofre quando se torna um roteiro de investigação policial, levada adiante por Clavius, depois que se descobre que o corpo de Jesus desapareceu. O cineasta começa a perder a mão com problemas de timing nas sessões de interrogatório do romano, revelando as limitações da premissa de “CSI cristão” diante de um desfecho de uma anti-mistério, um fato de amplo conhecimento público. Por mais que se possa achar intrigante o inevitável encontro de Clavius com Jesus ressuscitado (Cliff Curtis, de “Fear the Walking Dead”, que, vale a pena reparar, não é branco nem tem olhos azuis), a situação cria um problema incontornável. Tratando até então de fatos históricos com extremo realismo, o filme precisa criar, a partir daí, uma atmosfera sobrenatural, de grande suspensão da descrença, para que o ceticismo de Clavius seja desmontado e usado como instrumento de transformação em fé pelo espectador. Ainda que reserve a panfletagem ostensiva para seu final, o resultado não é muito diferente da lição embutida na história da conversão de São Paulo.
Roteirista de Tropa de Elite vai trabalhar na série de José Padilha sobre a Operação Lava-Jato
Ex-capitão do BOPE e comentarista de segurança pública da TV Globo há seis anos, Rodrigo Pimentel vai trocar a televisão brasileira pela produção de séries americanas. Ele irá trabalhar no novo projeto do diretor José Padilha, ajudando a escrever o roteiro de uma série sobre a Operação Lava-Jato. Segundo adiantou a coluna Radar, do site da revista Veja, o projeto seria para o Netflix. O serviço de streaming já possuiu uma relação profissional com Padilha, inaugurada com a bem-sucedida série “Narcos”, produzida pelo cineasta brasileiro. Rodrigo Pimentel também já foi parceiro de outros trabalhos de Padilha, tendo aparecido no documentário “Ônibus 174” (2002), do qual se tornou produtor associado, e escrito o livro “Elite da Tropa”, que inspirou o filme “Tropa de Elite” (2007). Ele também coescreveu, com Padilha e Bruno Mantovani, o roteiro do longa de 2007 e a história de sua continuação, “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” (2010). Muitos acreditam, inclusive, que ele seja a inspiração do lendário Capitão Nascimento.
Criadores de Game of Thrones garantem que a próxima temporada é a melhor de toda a série
Aproveitando a liberdade inédita de realizar uma temporada inteira sem a sombra literária dos livros de George R.R. Martin, os criadores da série “Game of Thrones” garantem que os novos episódios da série são os melhores que eles já escreveram e produziram. David Benioff e Dan Weiss já assistiram a uma edição preliminar da nova temporada e afirmaram, em entrevista à revista Entertainment Weekly, que estão muito orgulhosos dos novos capítulos. “Esta temporada não tem um único episódio ruim”, disse Benioff. “Nós pensávamos, já na fase de roteiro, que esta poderia ser nossa temporada mais forte. Os episódios vieram melhor do que esperávamos. Sempre ficamos relutante em dizer ‘é a melhor temporada’. Mas assistindo a tudo junto, agora, eu posso dizer que esta é a melhor que já fizemos”, completou David Benioff. Os novos episódios prometem a resolução de muitos mistérios, como o retorno de Bran Stark (Isaac Hempstead Wright), que sumiu da última temporada, além de revelar se a morte de Jon Snow (Kit Harington) é realmente definitiva. A 6ª temporada de “Game of Thrones” estreia no dia 24 de abril, tanto nos EUA quanto no Brasil, com exibição no canal pago HBO.
Fracasso de Convergente rende crise e corte no orçamento de Ascendente, o final da franquia Divergente
“A Série Divergente: Convergente” pode ter aberto em 1º lugar no Brasil na semana passada, mas é um grande fracasso internacional. Por conta de seu péssimo desempenho nos EUA, onde estreou muito abaixo dos primeiros filmes da franquia, as ações do estúdio Lionsgate despencaram. O quarto filme, de conclusão da saga, só não foi cancelado devido aos contratos já firmados, num caso em que a ambição (dividiram o terceiro livro de Veronica Roth em dois filmes, como no final de “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”) provou-se um erro estratégico. Com um custo altíssimo de produção (estimado em US$ 110 milhões), “Convergente” só rendeu US$ 29 milhões em seu fim de semana nos EUA – no mesmo período, “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. E deve dar prejuízo. Por conta disso, a Lionsgate, que já tinha se antecipado e afastado o diretor Robert Schwentke, pretende cortar muito o orçamento de “Ascendente”, último capítulo da saga, previsto para ser lançado em junho de 2017, que será dirigido por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”). “O orçamento para o próximo longa vai ser reduzido. Mas ainda não se sabe o quanto”, disse uma fonte da produção ao site da revista The Hollywood Reporter. Para completar a tempestade perfeita, a baixa bilheteria do filme aconteceu três semanas após o desastre de “Deuses do Egito”, filme que custou US$ 140 milhões e rendeu apenas US$ 29 milhões nos EUA. E nem com a bilheteria mundial, que soma US$ 127 milhões, ele se paga. Além de se preocupar com o desastre financeiro, o estúdio considera o resultado especialmente preocupante diante do indício do esgotamento do filão da sci-fi e fantasia juvenis. A Lionsgate se especializou em filmes do gênero, que renderam seus principais sucessos, de “Crepúsculo” a “Jogos Vorazes”. O estilo, que já foi uma das grandes apostas de Hollywood, também rendeu este ano o fracasso de “A 5ª Onda”. Ao mesmo tempo, o gênero migrou para a televisão. Só em 2016, foram três lançamentos de fantasia/sci-fi juvenis: “The Magicians”, The Shannara Chronicles” e “Shadowhunters”, sendo que a última série levou para a telinha uma franquia que fracassou nos cinemas, “Os Instrumentos Mortais”. Das três, apenas a mais cara, “The Shannara Chronicles”, ainda não teve sua renovação confirmada.
Filme brasileiro O Roubo da Taça é premiado no Festival SXSW
Um dos principais festivais de cinema independente dos EUA, o South by Southwest, mais conhecido pela sigla SXSW, premiou o suspense brasileiro “O Roubo da Taça”, de Caito Ortiz (“Estação Liberdade”) como Melhor Filme da seção Visions, dedicada a cineastas considerados audaciosos pelo risco envolvido nos projetos. A seção não tem júri e a premiação é definida pelo público, que geralmente costuma premiar filmes falados em inglês. Exibido como “Dolores and Jules” no festival, o filme dramatiza o roubo histórico da Taça Jules Rimet, entregue à seleção de futebol brasileira, tricampeão do mundo na Copa de 1970, mostrando como um corretor de seguros endividado conseguiu, com a ajuda de amigos, roubar a estatueta de ouro dos cofres da CBF. Estrelado por Taís Araújo (série “Mister Brau”) e Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), e roteirizado por Lusa Silvestre (“Mundo Cão”), “O Roubo da Taça” tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para o mês de agosto. Na mostra competitiva principal, o grande vencedor foi “The Arbalest”, escrito e dirigido por Adam Pinney (roteirista de “A Is for Alex”), em que o inventor do brinquedo mais popular do mundo lida com sua obsessão pela mulher que o odeia. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do Festival SXSW 2016 Prêmios do Júri Melhor Filme The Arbalest, de Adam Pinney Melhor Ator Andre Royo, de Hunter Gatherer Melhor Atriz Lily Rabe, de Miss Stevens Melhor Documentário Tower, de Keith Maitland Prêmios do Público Melhor Filme Transpecos, de Greg Kwedar Melhor Documentário Tower, de Keith Maitland Seção Headliners Demolition, e Jean-Marc Vallée Seção Narrative Spotlight From Nowhere, de Matthew Newton Seção Documentary Spotlight Mr. Gaga, de Tomer Heymann Seção Visions O Roubo da Taça (Jules and Dolores), de Caito Ortiz Seção Midnighters I Am a Hero, de Shinsuke Sato Seção Episodic (Séries) Vice Principals, de Jody Hill, David Gordon Green, Danny McBride Seção 24 Beats Per Second Honky Tonk Heaven: Legend of the Broken, de Brenda Greene Mitchell, Sam Wainwright Douglas Seção SXGlobal Ghostland, de Simon Stadler Seção Festival Favorites Gleason, de Clay Tweel
Final da temporada de The Walking Dead terá 1h30 de duração
O canal pago americano AMC anunciou que o final da atual 6ª temporada de “The Walking Dead” terá o episódio mais longo já exibido na série, com 1h30 de duração. O capítulo especial servirá para introduzir o vilão Negan, interpretado por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”), que será o grande antagonista da 7ª temporada. Ainda sem título divulgado, o episódio também deve incluir uma grande batalha e pelo menos uma morte impactante. Nos quadrinhos, Negan foi responsável por uma das cenas mais brutais da saga escrita por Robert Kirkman, matando brutalmente um dos personagens favoritos dos leitores/telespectadores. Segundo a sinopse, o final vai mostrar os sobreviventes em grande desvantagem, diante de uma tragédia. Enquanto Rick (Andrew Lincoln) e alguns membros do grupo começam a temer pela sua segurança, tudo os leva em direção a um confronto difícil. O final da 6ª temporada de “The Walking Dead” vai ao ar no dia 3 de abril, inclusive no Brasil, onde é exibido pelo canal pago Fox. A série já se encontra renovada para sua próxima temporada.
Zerando a Vida: Nova comédia de Adam Sandler ganha primeiro teaser
O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser de “Zerando a Vida” (The Do Over), nova comédia de Adam Sandler (“Gente Grande”). A prévia tem cerca de 20 segundos de gritos, tiros, biquínis, capotagens de carros, Sandler e David Spade (também de “Gente Grande”) para ressaltar que “A loucura continua”. A frase diz respeito ao filme anterior do comediante, seu primeiro lançamento no Netflix, “Ridiculous Six”, que a crítica considerou o pior filme de sua carreira. Roteirizado por Chris Pappas (criador da série “Unhitched”, que durou 6 episódios em 2008) e Kevin Barnett (“Passe Livre”), a comédia acompanha dois caras azarados (Sandler e Spade) que decidem forjar suas próprias mortes e começar de novo com novas identidades, apenas para descobrir que essas novas identidades estão em piores apuros ainda. O elenco também inclui Paula Patton (“Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”) e a direção está a cargo de Steve Brill (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”). Segunda comédia de um contrato de quatro filmes de Sandler para o Netflix, “Zerando a Vida” estreia em 27 de maio.
Silicon Valley: Veja o trailer legendado da 3ª temporada
O canal pago HBO divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Silicon Valley”. A prévia mostra os gênios nerds da informática perdendo controle da empresa que criaram. A série é criação de Mike Judge (criador de “Beavis e Butt-Head” e “O Rei do Pedaço”), em parceria com John Altschuler e Dave Krinsky (roteiristas de “O Rei do Pedaço”), e acompanha um grupo de amigos que procuram se destacar na florescente indústria de tecnologia, e para isso decidem montar a sua própria empresa. O elenco inclui Thomas Middleditch (“Os Candidatos”), T.J. Miller (“Deadpool”), Zach Woods (série “The Office”), Martin Starr (série “Party Down”), Kumail Nanjiani (série “Franklin & Bash”), Josh Brener (“Os Estagiários”) e Amanda Crew (“A Incrível História de Adeline”). A 3ª temporada estreia em 24 de abril.











