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    Flaked: Nova série estrelada por Will Arnett ganha primeiro trailer

    11 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o trailer da nova série de comédia “Flaked”, criada e estrelada por Will Arnett (série “The Millers”). A prévia mostra um humor agridoce, pendendo para o dramático, ao mostrar as diversas falhas e tentativas do protagonista. Desenvolvida por Arnett em parceria com Mark Chappell (minissérie “A Young Doctor’s Notebook/Diário de um Jovem Médico”), a série acompanha Chip (Arnett), um autoproclamado guru que luta para conseguir manter suas mentiras enquanto o emaranhado de meias verdades e semi-besteiras que ele prega há anos – e que sustentam sua imagem pública – , começa a desmoronar. O elenco também inclui Lina Esco (“Lola”), Ruth Kearney (série “The Following”), David Sullivan (“Argo”), Robert Wisdom (série “Nashville”), Heather Graham (“Se Beber, Não Case”) e participações de Kirstie Alley (série “Kirstie”), Christopher Mintz-Plasse (“Kick-Ass”) e Mark Boone Junior (série “Sons of Anarchy”). “Flaked” é a terceira série estrelada por Arnett para o Netflix. Ele também participou do retorno de “Arrested Development” e é o dublador principal da animação “BoJack Horseman”. Por sinal, a produção de “Flaked” está a cargo de Mitchell Hurwitz, criador de “Arrested Development”. A 1ª temporada terá oito episódios, disponibilizados no dia 8 de março.

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  • Série

    House of Cards: Trailer intenso marca clima de guerra entre o Presidente a Primeira Dama

    11 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer da 4ª temporada de “House of Cards”. Tenso, intenso e violento, o vídeo reflete o novo status do relacionamento entre o Presidente Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey, e a Primeira Dama Claire Underwood, vivida por Robin Wright, em clima de guerra psicológica. “Nós tínhamos um futuro até você começar a destruí-lo”, diz Spacey, em tom ameaçador. O casal também ilustra o pôster. O quarto ano de House of Cards também incluirá participação do ator Joel Kinnaman (“RoboCop”). A estreia acontece em 4 de março e a série já foi renovada para sua 5ª temporada.

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  • Música

    Beat Bugs: Série animada com música dos Beatles ganha primeiro teaser

    11 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser de “Beat Bugs”, série animada que acompanha uma banda de besouros que toca músicas dos Beatles. A produção inclui 50 composições dos Beatles, que foram gravadas por artistas contemporâneos. A canção que embala a prévia, “Magical Mistery Tour”, é cantada por Eddie Vedder (da banda Peal Jam). Outros artistas confirmados na trilha sonora da animação são Sia, Chris Cornell (da banda Soundgarden), Pink, Of Monsters and Men e Regina Spektor A série foi criada por Josh Wakely (roteirista do curta “My Mind’s Own Melody”) e propõe incentivar uma nova geração de crianças a ter contato com a música dos Beatles. A materialização do projeto foi um acordo raro, pois as músicas dos Beatles não recebem muitas liberações. Mas os Beatles já foram explorados pela animação antes. Além da clássica animação psicodélica “Yellow Submarine” (1968), John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram personagens de uma série animada americana, que durou três temporadas, entre 1965 e 1967, divulgando a música da banda para as crianças da época. A estreia está prevista para agosto no serviço de streaming.

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  • Filme

    Deadpool é a maior estreia da semana, que ainda inclui mais dois candidatos ao Oscar

    11 de fevereiro de 2016 /

    O filme do super-herói “Deadpool” é a principal estreia da semana. Apesar do perfil de blockbuster, o lançamento em fevereiro assume que não se trata de um título típico do verão americano. Exibido com classificação etária para 16 anos no Brasil (mais baixa que o “R” obtido nos EUA), “Deadpool” subverte a fórmula dos super-heróis com um personagem que conversa com o público, fala palavrões, manifesta-se com violência e se porta de forma imprópria para menores. O resultado é ainda mais divertido que o primeiro “Kick-Ass” (2010), o filme que inaugurou esse filão de comédia ultraviolenta com heróis de quadrinhos, com uma diferença crucial: trata-se de uma criação da Marvel! A outra estreia ampla da semana também apela, com resultado diverso. “Um Suburbano Sortudo” é um teste de profundidade para o baixo nível nacional. Um verdadeiro marco histórico, repleto de clichês, caricaturas e piadas de duplo sentido, estrelado por Rodrigo Sant’anna, um humorista de TV que gosta de fazer piada montado como travesti/drag queen/mulher, mas que o roteiro insiste em juntar com a mocinha da história (Carol Castro, a bonitinha dos filmes ruins). A nova comédia brasileira vem da mesma fábrica de “Até que a Sorte nos Separe”: o diretor Roberto Santucci. Por sinal, onde foi mesmo que vimos, recentemente, um pobretão ficar inesperadamente milionário? Já o universo suburbano é o mesmo da série “Os Suburbanos”, estrelada pelo próprio Sant’anna. Até os saudosos filmes dos Trapalhões eram mais criativos. A transexualidade não é motivo de piada em “A Garota Dinamarquesa”, um dos dois filmes indicados ao Oscar que entram em cartaz. História do primeiro homem a realizar uma cirurgia bem-sucedida de troca de sexo, traz Eddie Redmayne, vencedor do Oscar do ano passado por “A Teoria de Tudo”, no papel principal. Mas quem rouba a cena é a sueca Alicia Vikander, favorita ao Oscar de Atriz Coadjuvante, como a esposa incentivadora do pioneiro transexual. Ela já venceu o prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Awards). Também na disputa do Oscar, “Brooklyn” é um romance mais convencional, passado numa época em que os imigrantes eram bem-vindos nos EUA. Roteirizado pelo escritor Nick Hornby, conta a história de uma jovem irlandesa, vivida por Saoirse Ronan, que viaja para Nova York, onde começa uma nova vida e se apaixona, até se ver forçada a retornar para a Irlanda, onde também encontra motivos para ficar. Pelo papel de mulher dividida, Soairse Ronan repetiu Jodie Foster, tornando-se uma das poucas atrizes-mirins indicadas para um Oscar, no começo de suas carreiras, a confirmarem seu talento com nova nomeação. Ela disputou a estatueta pela primeira vez aos 13 anos de idade, por “Desejo e Reparação” (2007). Completam a programação dois lançamentos invisíveis, o islandês “A Ovelha Negra”, de Grímur Hákonarson, vencedor da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado, e o espanhol “História da Minha Morte”, de Albert Serra, vencedor do Festival de Locarno em 2013. O primeiro conta a história de dois irmãos num vale remoto, que precisam superar o ódio que sentem um pelo outro para salvarem seus rebanhos de agentes da vigilância sanitária, cujo tratamento para o surto de uma doença animal é o extermínio. Já o segundo mostra o improvável encontro entre Casanova e Drácula, registrado em idioma catalão e com uma fotografia que parece pintura, especialmente as obras de Caravaggio, mas seu ritmo é dolorosamente arrastado e os atores não são profissionais. Cada filme estará disponível em apenas três salas em todo o país. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado

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  • Filme

    Com boa presença brasileira, começa o Festival de Berlim 2016

    11 de fevereiro de 2016 /

    O Festival de Berlim começa nesta quinta (11/2) num contexto efervescente na Alemanha, onde a crise dos refugiados repercute de forma particularmente forte. Em sua entrevista inaugural, o diretor do evento Dieter Kosslick salientou a importância de não se virar as costas para a realidade social, que estará no centro de diversas iniciativas ao longo do festival. Mas também chamam atenção as medidas de segurança, reforçadas em relação aos eventos anteriores, em decorrência dos atentados terroristas em Paris no ano passado. São esperadas cerca de 400 mil pessoas no festival, que vai se estender até 18 de fevereiro com diversas mostras paralelas e a competição pelo Urso de Ouro, cujo juri é presidido pela atriz Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). Repetindo uma tendência dos últimos anos, a nova edição é marcada por forte presença brasileira. Em 2016, a maior expectativa da imprensa internacional recai sobre o novo projeto da paulista Anna Muylaert, “Mãe Só Há Uma”, em consequência da espantosa trajetória internacional de “Que Horas Ela Volta?” – que incluiu o Prêmio do Público na própria Berlinale do ano passado. O novo filme da cineasta retoma questões de maternidade e identidade, vistas no trabalho anterior, por meio da história de um rapaz transgênero. “Mãe Só Há Uma” faz parte da seção Panorama, mostra paralela onde também estão outros dois longas brasileiros. Há grande curiosidade, por sinal, a respeito de “Antes o Tempo não Acabava”, novo filme do amazonense Sergio Andrade após “A Floresta de Jonathas” (2013), que, indo de encontro ao notório gosto dos alemães pelo exótico, acompanha um xamã indígena confrontado pelo mundo urbano de Manaus. Igualmente promissor é “Curumim”, documentário de Marcos Prado (“Estamira”), que retrata a trágica histórica de Marco “Curumim” Archer, o brasileiro que passou 11 anos detido na Indonésia até ser condenado à morte em 2015. Prado valeu-se de filmagens escondidas feitas pelo próprio retratado – acrescentando posteriormente outros depoimentos e imagens. Além destes três filmes, duas produções alemãs na seção Fórum tem conexões com o Brasil: “Muito Romântico”, de cunho experimental, é uma obra de dois brasileiros radicados em Berlim, a gaúcha Melissa Dullius e o catarinense Gustavo Jahn, enquanto “Zona Norte” é um documentário onde a cineasta Monica Treut retorna à uma favela do Rio de Janeiro 13 anos depois de ter rodado lá “Guerreira da Luz”, onde abordava o trabalho social de Yvonne Bezerra de Menezes. Os americanos O tapete vermelho, porém, estende-se mesmo para os americanos. Hollywood domina a cena desde a abertura, inclusive no tema do filme escolhido, “Ave César!”. Cinco anos após abrirem a Berlinale com “Bravura Indômita” (2010), cabe novamente aos irmãos Coen a honra de trazer o filme de abertura – claramente uma aposta mais segura da organização, depois do ato falho do ano passado, quando “Ninguém Quer a Noite” não agradou ninguém e terminou por ficar posteriormente restrito às salas espanholas. “Ave César!” já arrancou boas reações nos Estados Unidos e, com a capacidade dos irmãos em agradar cinéfilos e o grande público, deve repetir o sucesso na Alemanha. A maioria dos outros trabalhos aterriza em Berlim vindos de Sundance, festival ocorrido em janeiro nos EUA. Um dos mais aguardados é “Maggie’s Plan”, volta de Rebecca Miller, sete anos após “A Vida Íntima de Pippa Lee” (2009), acompanhada por um elenco formado pelos queridinhos Greta Gervig (“Frances Ha”), Ethan Hawke (“Boyhood”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”). Por seu lado, “Indignation” marca a estreia na direção do produtor James Schamus, um dos patrões do estúdio Focus – bastião do cinema alternativo nos Estados Unidos. Logan Lehrman (“Cruz de Ferro”) e Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”) estrelam. Outras promessas são “War on Everyone”, um buddy movie politicamente incorreto com Alexander Skarsgard (“True Blood”) e Michael Peña (“Homem-Formiga”) e, talvez a mais importante, “Midnight Special”, uma investida na sci-fi de Jeff Nichols (“Amor Bandido”), que volta a se reunir com seu habitual colaborador Michael Shannon (“O Homem de Aço”), desta vez acompanhado por Kirsten Dunst (“Melancolia”). O filme estreia já em março no Brasil. Com o trio Alex Gibney (“The Story of WikiLeaks: We Still Secrets”), Michael Moore (“Fahrenheit 9/11”) e Spike Lee (“Malcom X”) também estão prometidas algumas polêmicas para a Berlinale. Gibney, um dos melhores documentaristas do mundo, traz um retrato sobre a sombria rede de vigilância na internet com “Zero Days”, enquanto o sempre corrosivo Michael Moore corre o mundo à procura de ideias e comportamentos que deviam ser copiados pelo seu país. Já Spike Lee debruça-se, em “Chi-Raq”, sobre a guerra americano menos falada – a dos guetos negros de Chicago, onde as lutas de gangues são responsáveis por mais mortos que os conflitos internacionais do país. Mas a competição também terá nomes fortes de outros países, que já se tornaram habitués dos festivais internacionais, como o dinamarquês Thomas Vintenberg (“A Caça”), os franceses André Techiné (“O Homem Que Elas Amavam Demais”) e Mia Hansen-Love (“Eden”), o canadense Denis Côté (“Vic+Flo Viram um Urso”), o italiano Gianfranco Rosi (“Sacro GRA”), filipino Lav Diaz (“Norte, o Fim da História”), o bósnio Danis Tanović (“Terra de Ninguém”) e os iranianos Rafi Pitts (“Separados pelo Inverno”) e Mani Haghighi (“Modest Reception”), entre outros. Além disso, muitas surpresas podem vir de cineastas novatos, como a alemã Anne Zohra Berrached (“Two Mothers”), que em seu segundo longa aborda o dilema de uma mãe que descobre, ao final da gravidez, que seu filho terá Síndrome de Down e um defeito cardíaco potencialmente letal. A estreia mais esperada, porém, é a do diretor teatral britânico Michael Grandage, cujo primeiro filme, “Genius”, conta a história do editor dos grandes mestres da literatura Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald e Thomas Wolf. O elenco grandioso inclui Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”), Dominic West (série “The Affair”), Jude Law (“A Espiã que Sabia de Menos”), Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”), Laura Linney (“Sr. Sherlock Holmes”) e Vanessa Kirby (“Evereste”).

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  • Filme

    Veja o trailer do terceiro filme da franquia Uma Noite de Crime

    11 de fevereiro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer legendado do terceiro filme da franquia “Uma Noite de Crime” (The Purge), que por motivo inexplicável foi batizado no Brasil de “12 Horas para Sobreviver – Ano da Eleição” – o título original é “The Purge: Election Year”. Apesar dessa “tradução” bizarra, a trama referencia diretamente os longas anteriores, ao trazer de volta os personagens de Edwin Hodge, o jovem negro resgatado no primeiro “Uma Noite de Crime” (2013), e Frank Grillo, o “Sargento” de “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014). Desta vez, os aspectos políticos da franquia distópica assumem o centro da ação, acompanhando uma Senadora (Elizabeth Mitchell, das séries “Lost” e “Revolution”) que pretende acabar com os expurgos anuais. O problema é que seus inimigos querem aproveitar a nova noite de crime para eliminá-la. E cabe ao arrependido “Sargento” repetir a situação em que ele se meteu anteriormente, protegendo a Senadora fugitiva nas ruas violentas, após o início das 12 horas anuais em que todos os crimes são permitidos. Como os filmes anteriores da trilogia, o terceiro também é escrito e dirigido por James DeMonaco. A estreia está marcada para 15 de setembro no Brasil, mais de dois meses após o lançamento nos EUA (em 1/7).

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  • Filme

    Daniel Radcliffe vai lutar pela sobrevivência na Amazônia, em thriller do diretor de Wolf Creek

    11 de fevereiro de 2016 /

    O ator Daniel Radcliffe (franquia “Harry Potter”) vai se aventurar pela Amazônia com o diretor do terror “Wolf Creek”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o astro inglês vai estrelar “The Jungle”, novo filme do cineasta australiano Greg McLean, como um jovem aventureiro que acaba embarcando numa expedição perigosa pela porção boliviana da floresta tropical. A trama vai se basear no livro de memórias do israelense Yossi Ghinsberg, que passou três semanas perdido numa parte não cartografada da Floresta Amazônica. Sua história também rendeu um episódio da série de documentários “I Shouldn’t Be Alive”, do Discovery Channel. O roteiro da adaptação foi escrito por Justin Monjo (“Sob Tortura”) e vai acompanhar a viagem feita por Yossi com dois amigos estrangeiros e um guia, metade dos quais nunca mais foi vista. A produção está a cargo do estúdio australiano Arclight Films. “The Jungle” será o segundo filme de sobrevivência consecutivo de Radcliffe, que chamou atenção no recente Festival de Sundance, nos EUA, ao estrelar “Swiss Army Man” como um cadáver flatulento que vai parar numa ilha semi-deserta. Este longa ainda não tem previsão de estreia comercial, mas o ator poderá ser visto em poucos meses em “Truque de Mestre 2”, continuação do sucesso de 2013, que estreia no dia 9 de junho nos cinemas brasileiros.

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  • Série

    Minissérie The White Queen vai ganhar sequência

    11 de fevereiro de 2016 /

    O canal pago americano Starz encomendou a aguardada continuação da minissérie “The White Queen”, que foi indicada ao Emmy e ao Globo de Ouro de 2014. A atração também ficou conhecida por projetar a então desconhecida atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que se destacou no papel-título, como a Rainha Elizabeth. A produção demorou a ganhar sinal verde porque o Starz aguardava o envolvimento da rede britânica BBC, coprodutora da minissérie original. A continuação será gravada sem o apoio da BBC. Intitulada “The White Princess”, a minissérie vai adaptar o livro homônimo da franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). A trama é ambientada na Inglaterra do século 15 durante a Guerra das Rosas, uma série de longas, intermitentes e impiedosas batalhas pelo trono inglês. A protagonista da continuação será a Princesa Elizabeth, filha da Rainha Elizabeth (Ferguson) e do Rei Edward IV (Max Irons, de “A Hospedeira”). Embora vários personagens tenham morrido na história original, muitos retornam em “The White Princess”, e não está claro se o elenco reprisará seus papéis, uma vez que três anos se passaram desde a produção. O caso de Ferguson é ainda mais complicado, uma vez que ela se tornou uma estrela de cinema bastante requisitada. Na minissérie, o papel da Princesa foi vivido pela escocesa Freya Mavor (série “Skins”). “The White Queen” terminou com a vitória de Henry Tudor (vivido por Michael Marcus, de “A Teoria de Tudo”) na luta pelo trono inglês. A trama de “The White Princess” vai se concentrar no casamento entre o novo rei e a Princesa de York, que leva a jovem Elizabeth a se tornar a primeira rainha da dinastia Tudor. Entretanto, logo chegam notícias de que seu irmão, Edward de York, herdeiro legítimo ao trono, sobreviveu ao conflito, fazendo com que ela fique dividida entre sua família e a aliança com o novo marido. A minissérie será novamente escrita e produzida por Emma Frost (produtora de “The Man in the High Castle”), em parceria com a escritora Philippa Gregory. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Courteney Cox e Matt LeBlanc preparam novas séries na TV americana

    10 de fevereiro de 2016 /

    Os eternos “Friends” Matt LeBlanc e Courteney Cox preparam novos projetos para a TV, informam os sites das revistas The Hollywood Reporter e Variety. Com o final de “Episodes” previsto para este ano no canal pago Showtime, LeBlanc ensaia sua volta para a TV aberta com um projeto ironicamente intitulado “I’m Not Your Friend”. A rede CBS encomendou o piloto da atração, que foi desenvolvida pelo casal Jeff & Jackie Filgo, roteiristas do filme “Diário de um Banana” (2010) e produtores da clássica sitcom “That ’70s Show” (1998-2006). Na trama, LeBlanc interpretará um homem de família, que trabalha por conta própria e passa a acumular as funções de dono de casa e pai em tempo integral quando sua mulher resolve aceitar um emprego. Cox também vem de uma atração da TV paga, “Cougar Town”, que se encerrou em março de 2015 no canal TBS. Ela estrela o piloto de “Charity Case”, encomendado pela rede Fox, sobre uma viúva que herda a fundação beneficente de seu falecido marido bilionário. O projeto é criação de Robert Padnick, roteirista das séries “The Office” e “Man Seeking Woman”. Ambos os pilotos seguem o modelo da sitcom tradicional, com 30 minutos de duração, e precisarão ser aprovados para virarem séries.

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    Série Mozart in the Jungle é renovada para sua 3ª temporada

    10 de fevereiro de 2016 /

    O Amazon Studios renovou a série de comédia “Mozart in the Jungle” para sua 3ª temporada. A atração estrelada por Gael Garcia Bernal (“Ensaio Sobre a Cegueira”) venceu recentemente os Globos de Ouro de Melhor Série e Melhor Ator de Comédia. “Mozart in the Jungle” é uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), inspirados no livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). A série acompanha a vida do maestro interpretado por Bernal e os integrantes da sinfônica que ele rege de forma pouco convencional. O elenco também inclui Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). A 2ª temporada foi disponibilizada há menos de dois meses, em 30 de dezembro, no serviço de streaming da Amazon.

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    Animador de Frozen vai dirigir animação baseada no brinquedo Playmobil

    10 de fevereiro de 2016 /

    O animador Lino Di Salvo, chefe do departamento de animação de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), vai fazer sua estreia como diretor de cinema num filme baseado na linha de brinquedos Playmobil. A informação é do site Variety. Intitulado “Playmobil: Robbers, Thieves & Rebels”, o longa animado terá produção francesa, da On Entertainment, mesmo estúdio responsável pelo recente sucesso de “O Pequeno Prince” (2015), em parceria com a Paramount Animation. A produção não teve maiores detalhes revelados até o momento, mas sua estreia foi marcada para o final de 2018. Di Salvo foi contratado com diretor criativo da Paramount Animation em 2014, após uma carreira inteira dedicada aos estúdios Disney, onde trabalhou como animador em “O Galinho Chicken Little” (2005), “A Família do Futuro” (2007) e supervisionou as equipes de “Bolt: Supercão” (2008) e “Enrolados” (2010), antes de assumir a chefia do departamento responsável por “Frozen”.

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    Fuller House: Continuação da série Três É Demais ganha seu primeiro trailer

    10 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer oficial legendado de “Fuller House”, série que vai continuar a história da clássica “Três é Demais” (Full House). A prévia destaca o clima de reencontro da produção, com muitos abraços e sorrisos compartilhados entre os integrantes do elenco, que se conhecem há praticamente três décadas. Uma das cenas, por sinal, traz John Stamos celebrando o fato de que todos ainda estão bonitões. Além disso, há uma explicação da premissa da nova produção e até uma piada com a única personagem ausente do reencontro, Michelle, vivida pelas gêmeas Ashley e Mary-Kate Olsen nos anos 1980. A série de 1987 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Fez tanto sucesso que durou oito temporadas na rede ABC e incontáveis reprises nas madrugadas da TV aberta brasileira. Na continuação, uma das filhas originais, D.J., passará por uma situação similar à vivida por seu pai. Viúva recente, mãe de dois filhos – de 12 e 7 anos de idade – e grávida do terceiro, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. Desta vez, são as três que morarão juntas no velho cenário do sitcom, com seus respectivos filhos. Mas a atração também trará de volta Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Além deles, Lori Loughlin voltará a interpretar a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos). No final da série, ela deu luz a gêmeos, que aparecerão na trama. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. O revival tem produção de John Stamos, que divide a responsabilidade com Jeff Franklin, criador da série clássica, e Robert L. Boyett, produtor original de “Três É Demais”. A estreia acontece no Netflix em 26 de fevereiro.

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    Charlize Theron negocia viver a vilã de Velozes e Furiosos 8

    10 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) está em negociações para se juntar ao elenco do oitavo filme da franquia “Velozes e Furiosos”. De acordo com o site da revista Variety, ela está cotada para viver a vilã principal do filme. Caso a negociação se confirme, ela se tornará a primeira primeira mulher a desafiar Dominic Toretto (Vin Diesel) e sua gangue motorizada. Em seu próximo filme, Charlize Theron também será vista como vilã, retomando o papel da Rainha Ravenna em “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que estreia em 28 de abril no Brasil. “Velozes e Furiosos 8” pode ser o mais internacional dos filmes da franquia, com previsão para filmagens na Islândia, em Cuba e até na Rússia. Anteriormente, a franquia já havia ido ao Japão, ao Brasil, à Inglaterra e aos Emirados Árabes, mostrando sua predileção por locações internacionais e excitantes, mas nunca se locomoveu para mais de três países simultaneamente. A sequência será dirigida por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton – A História do NWA”) e deve voltar a reunir todo o elenco de “Velozes & Furiosos 7”, menos, obviamente, Paul Walker, que faleceu em meio à produção. A estreia está marcada para 14 de abril de 2017.

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