Jessica Jones revela a data de estreia da série de Luke Cage
A campanha que comemora a renovação de “Jessica Jones” para sua 2ª temporada aparentemente revelou a data de estreia da série “Luke Cage”. Numa das imagens divulgadas no Twitter oficial da atração, um arquivo com o nome de Luke Cage destaca uma anotação referente ao mês de novembro. Confira abaixo. “Luke Cage” será estrelada por Mike Colter, que interpretou o personagem em “Jessica Jones”. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, o herói foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita, como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. Além de Colter, “Luke Cage” também trará de volta Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, e introduzirá sua mãe, Soledad Temple, que será interpretada pela brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”). o elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Mahershala Ali (série “House of Cards”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”).
Após recorde de audiência, Billions é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano Showtime renovou a série “Billions” para sua 2ª temporada. A renovação aconteceu após a exibição do segundo episódio (em 24/1) e em consequência do recorde histórico atingido por sua estreia na semana anterior. “Billions” foi disponibilizado antecipadamente no site oficial do canal, atingindo 2,99 milhões de telespectadores antes de chegar na televisão. Com o lançamento oficial, em 17 de janeiro, o episódio somou, ao todo, 6,5 milhões de telespectadores, o que representa o maior público de uma estreia do canal. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um procurador da república (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis), enquanto exibe o mundo de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), a atração também conta em seu elenco com Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), Malin Akerman (“Watchmen”), Toby Leonard Moore (“De Volta ao Jogo”) e David Costabile (série “Breaking Bad”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Neil Burger (“Divergente”).
Thor e Hulk poderão lutar como gladiadores no filme Thor: Ragnarok
A saga de quadrinhos do “Planeta Hulk” voltou à pauta de rumores dos filmes da Marvel. Os blogs americanos já tentaram grudar essa história em “Guardiões da Galáxia 2” e ainda não se deram por vencidos. Com a confirmação da participação do ator Mark Ruffalo em “Thor: Ragnarok”, é a vez do site Geek retomar o boato em nova roupagem. Publicada em 2006, a história do “Planeta Hulk” mostrava o monstro esverdeado virando um gladiador em um mundo alienígena. E esta seria a premissa para o encontro entre Hulk e Thor no novo filme, segundo apurou o site. Hulk teria chegado no espaço após sua última cena em “Vingadores: Era de Ultron”, onde se despediu a bordo de um jato Quinjet. Banido de Asgard por Loki e Hela (papel de Cate Blanchett, ainda não confirmado pela Marvel), Thor acabaria em um planeta distante, onde é forçado a lutar por sua vida numa arena de gladiadores. Após vencer diversos alienígenas, ele ainda teria que enfrentar o atual campeão da arena, que é ninguém menos que – Jon Carter de Marte, ops, outro filme – o Hulk! O site diz ainda que o Hulk nunca mais voltou à forma de Bruce Banner desde o final de “Vingadores: Era de Ultron”, mas aprendeu a conviver com as personalidades simultaneamente, o que fará com que o Gigante Esmeralda seja capaz de reconhecer o Deus do Trovão. A Marvel ainda não divulgou a sinopse da produção, o que faz com que a trama divulgada seja apenas um boato. Um boato bastante detalhado, por sinal.
Nova série da DC Comics, Lucifer tem ótima estreia na TV americana
A rede americana Fox tem bons motivos para comemorar o começo de 2016. Duas de suas principais atrações de janeiro estrearam com números de campeões de audiência. Após o lançamento no domingo (24/1), sintonizado por mais de 13 milhões de pessoas, a minissérie que revive “Arquivo X” exibiu seu segundo episódio na noite de segunda, conquistando 9,7 milhões de telespectadores e 3,2 pontos no índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes). A queda de audiência era esperada, pois a exibição de domingo tinha como gancho a transmissão de um jogo de futebol americano. Mesmo assim, apenas outra série da Fox supera atualmente os 3 pontos de audiência: “Empire”. Para completar o sucesso, a série “Lucifer”, exibida logo em seguida, manteve boa parte do público de “Arquivo X”, sendo assistida por 7,2 milhões e marcando 2,7 pontos de audiência. Isto é praticamente o dobro conseguido pela atração que ocupava o mesmo horário em 2015, “Minority Report”, cancelada no final do ano passado, e superior até ao desempenho de “Sleepy Hollow” e “The Following”, as opções anteriores das noites de segunda na Fox. Também é um alcance bem superior ao atingido pela primeira série derivada dos quadrinhos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics), “Constantine”, que debutou diante de 4,2 milhões de telespectadores na rede NBC em 2014, sendo cancelada com 3,3 milhões em fevereiro passado. A recepção positiva do público ajudou a Fox a liderar a audiência demográfica da noite. A crítica, porém, mostrou-se dividida em relação às duas atrações. O site Rotten Tomatoes registrou 57% de resenhas favoráveis à volta de “Arquivo X” e apenas 45% a favor de “Lucifer”. O consenso em relação a “Lucifer” é que o formato de procedimento policial é prejudicial a seu potencial, apesar do charme demonstrado por Tom Ellis (série “The Fades”) como o personagem-título. Mas esta foi a fórmula encontrada pela Fox para colocar no ar uma premissa que seria polêmica até na TV paga, mostrando o lado do diabo em sua disputa eterna com Deus. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo, a série pouco tem a ver com a história atordoante escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, repleta de idas e vindas ao inferno, demônios e planos de vingança contra Deus, em que Lúcifer tenta mostrar que seria capaz de fazer um trabalho melhor com a humanidade. Em vez da trama controversa, os produtores optaram por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes, ao lado de uma policial (Lauren German, da série “Chicago Fire”) que não existe nos quadrinhos. O projeto foi desenvolvido pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), mas durante as negociações com a Fox ganhou a adesão de dois pesos pesados, o cineasta Len Weiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirigiu o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”.
David Duchovny ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
O ator David Duchovny, que ficou conhecido como o protagonista da série “Arquivo X”, ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. A homenagem aconteceu na segunda (25/1), em meio ao burburinho do retorno da atração clássica à televisão. Concebida como uma minissérie de 6 episódios, a volta de “Arquivo X” registrou uma audiência impressionante, com 13,47 milhões de telespectadores, em sua estreia na noite de domingo na rede americana Fox. Além de interpretar Fox Mulder, o agente do FBI obcecado pelo paranormal e teorias da conspiração, o ator de 55 anos também ficou conhecido por outros papeis, como o escritor Hank Moody, na série “Californication”, que durou sete temporadas. Atualmente, ele também estrela “Aquarius”, passada nos anos 1960, em que vive o policial Sam Hodiak, na caça ao famoso psicopata Charles Manson. Renovada para a 2ª temporada, “Aquarius” deve retornar durante a programação de verão da TV americana.
Mundo Cão: Suspense com Lázaro Ramos ganha trailer impactante
A dobradinha Paris Filmes e Downton Filmes suspendeu seu cardápio de comédias ruins para oferecer um trailer dramático impactante. A prévia de “Mundo Cão” oferece um embate tenso e eletrizante entre os personagens de Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”), inconformado com a morte de seu cachorro, e Babu Santana (“Tim Maia”), funcionário público do departamento de Zoonoses. O primeiro é um tipo perigoso, que cria cachorros violentos e resolve levar sua vingança ao extremo. Como um predador, ele espreita os filhos de Santana, obcecado em fazê-lo passar pelo mesmo desespero que ele sentiu ao ver seu cachorro morto. O elenco também inclui Adriana Esteves (“Real Beleza”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Thainá Duarte (novela “I Love Paraisópolis”). Dirigido por Marcos Jorge (“Estômago”), o filme teve première no Festival do Rio e a estreia comercial está marcada para abril, em data a ser confirmada.
Filme sobre revolta de escravos é aplaudido de pé no Festival de Sundance
A première de “The Birth of a Nation”, filme escrito, dirigido e estrelado por Nate Parker (“Sem Escalas”), causou comoção no Festival de Sundance. Aplaudido de pé pelo público, o drama sobre escravidão também arrancou os elogios mais entusiasmados da crítica durante a cobertura da atual edição do festival do cinema independente americano. O longa mostra uma rebelião de escravos no século 19 e toma emprestado o título de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. Naquela época, o filme descrevia os negros de forma estereotipada e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. “Fiz esse filme por um motivo: criar agentes de transformação”, disse Parker, na entrevista coletiva após a exibição do filme. “Sempre lidamos com nossa história, especialmente a escravidão, de forma muita higienizada. Há uma resistência em lidar com esse material”, ele proclamou. O filme surge num momento em que a discussão racial ocupa espaço na cobertura de Hollywood, em meio aos protestos pela falta de atores negros entre os indicados ao Oscar pelo segundo ano consecutivo. Parker disse que vem trabalhando no roteiro há sete anos, mas encontrou muitas dificuldades para levar o projeto adiante. Ele revelou que alguns investidores que procurou chegaram a dizer que “não havia público para essa história” e que “as pessoas fora do país não querem ver gente de cor”. Por isso, precisou investir de seu próprio bolso e sacrificar algumas prioridades de sua vida. A situação mudou drasticamente após a repercussão do filme em Sundance, que levou os estúdios de Hollywood a brigarem pelo direito de distribuí-lo nos cinemas, pois a obra já é tida como um potencial favorito ao Oscar 2017. A Fox Searchlight acabou ficando com a produção por US$ 17,5 milhões, o valor mais elevado já pago pela distribuição de um filme do festival. Mas consta que o Netflix chegou a oferecer US$ 20 milhões. Na hora de se decidir, o diretor optou pela Fox, baseando-se na distribuição do vencedor do Oscar 2014, “12 Anos de Escravidão”.
CEO da Disney garante: Filmes de Star Wars e da Marvel serão produzidos “para sempre”
Se depender de Bob Iger, o CEO e presidente da Disney, os filmes de super-heróis da Marvel e as aventuras espaciais de “Star Wars” serão produzidos “para sempre”. Em entrevista ao programa “BBC Newsbeat”, Iger revelou que os planos para a franquia “Star Wars” não se resumem às produções já anunciadas – duas continuações de ‘O Despertar da Força’ e três spin-offs – e informou que a história central não será encerrada após o final da nova trilogia. “Ainda terão outros depois disso, mas não sei quantos mais, e nem com que frequência”. Já sobre os super-heróis da Marvel, Iger foi curto e grosso: “Com a Marvel, estamos lidando com milhares de personagens – isso vai durar para sempre”. Para Iger, é “improvável” que os fãs percam o interesse nesses filmes com o decorrer do tempo. “Penso que estamos cada vez mais elevando o nível de como contamos essas histórias, o que sempre traz os fãs de volta e os anima. Isso traz frescor aos filmes e é o que fazemos para viver”. Sempre é bom lembrar que, nos anos 1940, Hollywood também achava que os filmes musicais e as aventuras de piratas e cowboys dominariam os cinemas “para sempre”.
Ator de Straight Outta Compton será protagonista do spin-off da série 24 Horas
A série derivada de “24 Horas” encontrou seu protagonista. Segundo o site Variety, a atração será estrelada por Corey Hawkins, intérprete de Dr. Dre no filme “Straight Outta Compton – A História do NWA”. Intitulada “24: Legacy”, a série trará Hawkins no papel de um herói de guerra chamado Eric Carter, que retorna do Oriente Médio aos EUA. Entretanto, uma ameaça contra ele faz com que procure a CTU (Agência de Contra-Terrorismo) para salvar sua vida, enquanto tenta impedir um grande ataque terrorista. A atração não deve repetir personagens da série original, mas fará referências à tramas anteriores. A rede americana Fox, inclusive, negocia com Kiefer Sutherland para uma participação especial, o que não está garantido. “24: Legacy” deve manter a estrutura da ação em tempo real. Mas, ao contrário das primeiras temporadas de “24 Horas”, terá apenas 13 episódios como a minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”. Além de protagonizar a nova série, Corey Hawkins também está escalado para participar do prólogo de “King Kong”, “Kong: Skull Island”, atualmente em produção.
Uma Thurman e Alexandra Daddario vão estrelar novo filme da diretora de Persépolis
As atrizes Uma Thurman (“Kill Bill”) e Alexandra Daddario (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) estão em negociações finais para estrelar “The Extraordinary Journey of the Fakir” (a viagem extraordinária do faquir), novo filme dirigido pela artista iraniana Marjane Satrapi (“Persépolis”). Segundo o site Variety, a produção terá um elenco internacional, que ainda inclui Gemma Arterton (“Gemma Bovary”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), Laurent Lafitte (“Relacionamento à Francesa”), Abel Jafri (“Timbuktu”), Seema Biswas (“Os Filhos da Meia-Noite”) e o astro de Bollywood Dhanush (“Maari”), que terá o papel principal, em sua estreia numa produção falada em inglês. Artista de quadrinhos transformada em cineasta na adaptação de sua obra “Persépolis” (2007), Satrapi fez sua estréia em inglês com o suspense de humor negro “As Vozes”, estrelado por Ryan Reynolds em 2014. O novo filme é baseado no best-seller de Romain Puértolas, cujo título completo é “The Extraordinary Journey of the Fakir Who Got Trapped in an Ikea Wardrobe”, lançado em 2014 e já traduzido para 35 idiomas. O romance segue a peregrinação de um vigarista da Índia para Paris, onde ele se apaixona por uma mulher e, acidentalmente, se vê deportado com um grupo de refugiados africanos para os confins extremos da Europa. “É uma história sobre o amor, magia e aventura e se passa em três continentes. Sou atraído por histórias de fantasia e eu adoro criar mundos que não existem, imaginando as coisas de maneiras maiores e mais belas”, disse Satrapi, em comunicado. O roteiro foi escrito por Luc Bossi (“A Espuma dos Dias”) e pretende juntar a trama fantasiosa com o drama contemporâneo dos refugiados na Europa, sem, entretanto, perder o humor do texto original. As filmagens vão começar em junho, com locações em Paris, Roma, Jodhpur e Casablanca. Ainda não há previsão para a estreia.
Como Nossos Pais: Maria Ribeiro vai estrelar novo filme de Laís Bodanzky
A atriz Maria Ribeiro (“Tropa de Elite”) vai viver sua primeira protagonista no cinema. Em “Como Nossos Pais”, filme de Laís Bodanzky, ela será Rosa, uma mulher batalhadora, casada e mãe de duas meninas pequenas, que tem que se desdobrar para dar conta de seu cotidiano. Em entrevista ao jornal O Globo, a atriz definiu o longa como sendo “ao estilo dos argentinos”, falando de família e relacionamento. “É um drama cômico com substância, isso está faltando no nosso cinema”. E aproveitou para elogiar a diretora. “Acho que ninguém fala do cotidiano com tanta profundidade como a Laís. Ela olha para essa mulher contemporânea, que quer ter filho e trabalhar, amar e ser livre, tudo ao mesmo tempo”, diz. “Como Nossos Pais” será o quarto longa-metragem dirigido por Laís Bodanzky. Seu trabalho anterior, “As Melhores Coisas do Mundo”, foi lançado em 2010, quando se destacou como um dos melhores filmes sobre adolescentes dos últimos anos, rompendo com os clichês das produções influenciadas por “Malhação”. O novo filme ainda não tem previsão de estreia.
Procurando Dory ganha novo teaser
A Disney divulgou um curto teaser de “Procurando Dory”, sequência de “Procurando Nemo” (2003), que traz a peixinha Dory mostrando que continua com problemas de memória. Na prévia, sua reação ao título do filme é descobrir que está perdida. A continuação vai se passar seis meses depois do primeiro filme e acompanhará a busca de Dory por sua família. Após começar a falar durante o sono, ela se depara com flashes de memória sobre seus pais e decide iniciar uma jornada que a leva a fazer novos amigos, mas também correr perigo. A produção do estúdio Pixar será novamente dirigida por Andrew Stanton, responsável por “Procurando Nemo” e “Wall-E” (2008), e o elenco também trará de volta Ellen DeGeneres como a voz original de Dory e Albert Brooks como Marlin. Nemo, por sua vez, será dublado por Hayden Rolence, uma vez que Alexander Gould, que fez a voz do peixinho no primeiro filme, já está adulto. Entre os novos personagens, Ed O’Neill (série “Modern Family”) dá vida ao polvo Hank, Ty Burrell (também de “Modern Family”) interpreta a baleia beluga Bailey e Kaitlin Olsen (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”) tem o papel da tubarão-baleia Destiny. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Fuller House: Vídeo de bastidores registra o reencontro do elenco de Três É Demais
O serviço de streaming Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Fuller House”, série que vai continuar a história da clássica “Três é Demais” (Full House). A prévia destaca o clima de reencontro da produção, com muitos abraços e sorrisos compartilhados entre os integrantes do elenco, que se conhecem há praticamente três décadas. Além disso, também confirma que a produção seguirá os moldes de uma sitcom televisiva tradicional – ou seja, encenada num estúdio-teatro, diante de uma audiência ao vivo. Isto parece assinalar que o Netflix, anteriormente conhecido por séries com nível de TV paga premium, deseja aproximar-se mais do estilo da programação convencional das grandes redes abertas. A série de 1987 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Fez tanto sucesso que durou oito temporadas na rede ABC e incontáveis reprises nas madrugadas da TV aberta brasileira. Na continuação, uma das filhas originais, D.J., passará por uma situação similar à vivida por seu pai. Viúva recente, mãe de dois filhos – de 12 e 7 anos de idade – e grávida do terceiro, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O elenco inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três serão as protagonistas da atração, que ainda trará de volta Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Além deles, Lori Loughlin voltará a interpretar a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos). No final da série, ela deu luz a gêmeos, que aparecerão na trama. Apenas as gêmeas Olsen se recusaram a participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. O revival tem produção do próprio John Stamos, que divide a responsabilidade com Jeff Franklin, criador da série clássica, e Robert L. Boyett, produtor original de “Três É Demais”. A estreia acontece no Netflix em 26 de fevereiro.












