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  • Filme

    Orgulho e Preconceito e Zumbis: Novo trailer traz mais ação e zumbis

    27 de novembro de 2015 /

    A Sony Pictures divulgou dois pôsteres e um novo trailer de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”, uma das muitas paródias de zumbis previstas para os próximos meses. Com mais ação e zumbis que os vídeos anteriores, a prévia coloca os personagens do mais famoso romance de Jane Austen na luta contra uma epidemia de mortos-vivos, reunindo as irmãs espadachins Elizabeth (Lily James, a “Cinderela”), Lydia (Ellie Bamber, da série “The Musketeers”), Mary (Millie Brady, da série “Mr Selfridge”), Jane (Bella Heathcote, de “Sombras da Noite”) e Kitty (Suki Waterhouse, de “Simplesmente Acontece”), que brandem espadas, guardam facas nas meias e lutam com corsets e vestidos de babados. Adaptada do livro de Seth Grahame-Smith, a trama acompanha a protagonista Elizabeth Bennett, que é pressionada por sua família a se casar com um abastado membro da alta classe. Mas em vez de seguir os rígidos costumes e regras sociais da Inglaterra Georgiana, prefere ajudar o seu país na luta contra os zumbis. O elenco também conta com Sam Riley (“Malévola”), Jack Huston (“Trapaça”), Matt Smith (série “Doctor Who”), Douglas Booth (“Noé”), Lena Headey (série “Game of Thrones”) e Charles Dance (série “Game of Thrones”). A direção é de Burr Steers (“A Morte e Vida de Charlie”) e a estreia está marcada para 5 de fevereiro nos EUA e duas semanas depois, em 18 de fevereiro, no Brasil.

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  • Filme

    Star Wars: O “império contra-ataca” em novo trailer e fotos de O Despertar da Força

    26 de novembro de 2015 /

    Cada trailer parece mais vibrante que o anterior. E o novo comercial de “Star Wars: O Despertar da Força” não é exceção, usando o tema imperial de Darth Vader, que John Williams imortalizou em “O Império Contra-Ataca” (1980), para destacar as novas ameaças ao despertar da Força evocado no título, com destaque para os vilões Kylo Ren (Adam Driver), Capitão Phasma (Gwendoline Christie) e a voz do Líder Supremo Snoke (Andy Serkis), cuja aparência ainda não se manifestou em nenhum material promocional. Também foram divulgadas três novas fotos, via revista Empire, que dedicou uma edição especial ao filme. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), “Star Wars: O Despertar da Força” estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.

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  • Filme

    Estreia de Chatô só perdeu para Jogos Vorazes em lotação de salas

    26 de novembro de 2015 /

    Prova de que o mercado subestima a produção cinematográfica nacional, “Chatô, o Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes, foi o segundo filme que mais encheu salas de cinema em seu fim de semana de estreia. Perdeu apenas para o onipresente “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”. Mas enquanto este ocupou mais de 1,2 mil telas – 40% do circuito exibidor completo – , o longa brasileiro foi lançado em menos de 20 salas, exclusivamente no Rio e em São Paulo. Com isso, “Chatô”, que custou uma fortuna inestimável para ser rodado – com multas por problemas fiscais, há uma avaliação de débito que gira em torno de R$ 70 milhões – rendeu apenas R$ 200 mil em seus quatro primeiros dias de exibição. Isto representa 1% dos R$ 20 milhões arrecadados pelo final de “Jogos Vorazes”. Sem perder o gingado, o diretor informou que, a partir desta quinta-feira (26/11), o número de salas cresce para 44. Outras 14 cidades vão receber o filme, além de Rio e São Paulo, mantendo a esperança de a arrecadação crescer de maneira substancial. As lotações das salas mostram que o público está, no mínimo, curioso para ver a obra, realizada ao longo de 20 anos. Mas mesmo enchendo cinemas, a saga quixotesca de “Chatô” continua, precisando agora superar o acesso limitado.

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  • Música

    Clipes: Kate Perry celebra o Natal com provocação a Taylor Swift

    26 de novembro de 2015 /

    As mocinhas mais boazinhas do pop continuam insistindo em sua briguinha. O novo round foi comandado por Katy Perry, que gravou um vídeo musical para a loja de roupas H&M. Repleto de iconografia natalina e bem infantilzinho, o vídeo mostra, lá pelas tantas, um dos presentes da cantora: o modelo Sean O’Pry descamisado, com o chapéu de Papai Noel. Trata-se do mesmo rapaz que foi namorado de Taylor Swift no clipe de “Blank Space”. Pode ser só coincidência, já que O’Pry é modelo da H&M, mas… a suposta briga entre as cantoras teria começado justamente após Katy começar a namorar o cantor John Mayer, ex de Taylor. Também rolou um “roubo” de dançarinos entre as duas, o que levou a cantora de “Bad Blood” a insinuar que teria composto a música para a outra. Um dos últimos rounds da briga aconteceu no Twitter este ano, quando Nicki Minaj e Taylor brigaram e Katy defendeu a rapper. Enfim, veja e decida se há maldade ou inocência demais no vídeo enjoadinho, dirigido por Jonas Åkerlund (“Bitch I’m Madonna”), ao som da música inédita “Everyday Is A Holiday”, para divulgar as roupas da grife americana. A música já foi disponibilizado na íntegra e ninguém duvida que o look descamisado será hit nas praias brasileiras! ATUALIZAÇÃO: Como gerou muitos comentários, os curiosos podem conferir também a versão completa da canção na última mídia abaixo.

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  • Filme

    Estreias: Programação de cinema está um horror, em mais de um sentido

    26 de novembro de 2015 /

    As salas de cinema recebem nove lançamentos nesta semana. E entre os três filmes americanos, destinados aos shopping centers, encontram-se os piores da lista, por coincidência escritos pelo mesmo roteirista, Max Landis, que parecia promissor quando estreou com “Poder Sem Limites” (2012). Tanto “Victor Frankenstein” quanto “American Ultra” são derivativos, com premissas que remetem à séries de TV canceladas: respectivamente, a Inglaterra vitoriana dos monstros e da ciência fantasiosa de “Drácula”, e o subúrbio pitoresco do balconista/super-agente secreto de “Chuck”. O texto é tão ruim que permite a seus intérpretes bancar os canastrões – James McAvoy (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) até diverte como cientista louco, mas a leseira de Jesse Eisenberg (“Truque de Mestre”) é apenas irritante. Melhor entre os filmes de shopping center, “A Visita” marca a volta de M. Night Shyamalan (“Depois da Terra”) ao terror, aderindo à estética “found footage”. O longa usa câmeras amadoras e FaceTime para registrar as férias de um casal de crianças na casa dos avós, que logo se revelam sinistros. Com alusões à fábulas encantadas, em que as bruxas são sempre velhas, a trama brinca com aparências, dá bons sustos e mantém as surpresas características dos roteiros do cineasta. A programação ainda inclui outro lançamento do gênero, mas em circuito limitado. “Para o Outro Lado” é a nova obra do mestre do terror japonês Kyoshi Kurosawa (“Pulse”). Lento e contemplativo, o drama sobrenatural acompanha o reencontro de um morto e sua antiga namorada, num lugar que tanto pode ser o Japão atual quanto o mundo do além. Foi vencedor do prêmio de Direção da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, e está mais para cinema de arte que horror. Os destaques do circuito limitado, porém, são outros. Também premiado neste ano em Cannes, na mostra Quinzena dos Realizadores, “Três Lembranças de Minha Juventude” configura-se como a obra mais fluída do cineasta francês Arnaud Desplechin, que traz Mathieu Amalric de volta ao personagem de “Como Eu Briguei (Por Minha Vida Sexual)” (1996). O filme é exatamente o que diz seu título, juntando três flashbacks episódicos para considerar o aspecto seletivo da memória e a importância que momentos diferentes da vida podem ter na formação da personalidade e do caráter. Na verdade, esta descrição não faz justiça à qualidade do longa, que atinge o sublime ao evocar a lembrança do grande amor da vida do protagonista. Mas é um filme brasileiro que merece maior atenção dos cinéfilos. “Ausência”, de Chico Teixeira (“A Casa de Alice”), impacta com impressionante sutileza, ao acompanhar a vida de um adolescente suburbano, que se vê trabalhando desde cedo para ajudar a pagar as contas, após o pai sair de casa, levando tudo, até a televisão, e a mãe se revelar alcoólatra. A solidão é contornada por amizades, flertes, mas também permite abusos de confiança. A construção do personagem é tão consistente que rendeu ao jovem Matheus Fagundes o troféu de Melhor Ator no recente Festival do Rio. Completam o circuito três documentários brasileiros, dos quais o mais fraco é justamente o de maior distribuição, “Chico – Artista Brasileiro”, sobre o vaidoso cantor, compositor e escritor Chico Buarque – após ele já ter sido objeto de uma exaustiva minissérie documental. Como perfil, “Ídolos” presta serviço mais relevante ao celebrar Nilton Santos, jogador mítico do Botafogo, eleito pela FIFA como melhor-lateral esquerdo de todos os tempos. Mas é “Iván” o projeto mais cativante. Simples em sua premissa e grandioso em sua execução, o filme acompanha um velho sobrevivente da 2ª Guerra Mundial, fugitivo dos campos de trabalhos forçados, numa viagem de volta ao seu país natal, a Ucrânia, após sete décadas vivendo no Brasil. O enfoque humanista, lindamente fotografado, recebeu os prêmios de Melhor Filme e Direção no Festival de Maringá. [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Estreias de cinema da semana Estreias em circuito limitado

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  • Filme

    Mistress America é mais uma boa parceria entre a atriz e o diretor de Frances Ha

    26 de novembro de 2015 /

    O novo filme de Noah Baumbach é mais um exemplo do quanto ele parece deixar nas mãos de Greta Gerwig o peso (ou seria a leveza?) de seu trabalho. Os dois fizeram juntos o roteiro de “Mistress America” (2015) com um fiapo de enredo, mas tudo parece ser improvisado, com a passagem na casa de Mamie-Claire (Heather Lind) evocando a adaptação de uma peça teatral maluca. Em certo momento do filme, Tracy, a jovem de 18 anos interpretada por Lola Kirke, reclama ao telefone com a mãe, dizendo que estar em Nova York, lugar onde foi estudar na faculdade, é como estar em uma festa o tempo inteiro. Com a diferença que é uma festa em que você está o tempo todo se sentindo sozinho, deslocado. E é fácil compreender esse sentimento. Muitas pessoas, tímidas ou não, já passaram por isso. A situação muda para Tracy quando ela entra em contato com sua futura irmã postiça. Isto é, o pai da jovem vai se casar com sua mãe. Trata-se de Brooke, a personagem de Greta Gerwig, que já está perto dos 30 anos. Acontece que Tracy ama Brooke, acha-a a mulher mais divertida que já conheceu e, dentro de sua curta vida, passou sua noite mais divertida com ela em uma festa. Brooke sabe se divertir como ninguém, tem uma atitude prática (não parece ligar para faculdade ou coisa do tipo) e está planejando montar um restaurante com o namorado. Tracy acaba aproveitando bastante dessa personalidade sem igual de Brooke para se inspirar e escrever um conto, visando concorrer num clube de leitura pela possibilidade de ser publicado em um livro com outros vários jovens escritores. A vida real, afinal, é tantas vezes objeto de inspiração para a construção de obras fantásticas, não é mesmo? “Mistress America” tem um estilo despojado de narrar a sua história, importando-se mais em tecer as personalidades de suas protagonistas. Brooke e Tracy não chegam a ser opostas. Brooke contém traços de personalidade que Tracy gostaria de ter para si, mas ao mesmo tempo Tracy se sente bastante confiante no que ela é e no que é capaz de construir para sua vida, tendo 12 anos a menos que Brooke. Já Brooke esconde muito de suas inseguranças em uma personalidade aparentemente forte, mas as fragilidades começam a vir à tona e a amiga e quase irmã faz questão de estar ali para lhe dar apoio moral. Se “Mistress America” é melhor ou não que “Frances Ha” (2012), isso talvez não seja tão importante. São filmes com propostas diferentes – o anterior tem maior influência da nouvelle vague – , mas a verdade é que ambos se beneficiam bastante da presença de Greta Gerwig, tão encantadora que não chega a ser exatamente eclipsada por Lola Kirke, que também é linda e brilhante. Um talento que havia sido revelado por David Fincher em “Garota Exemplar” (2014). O fato é que ambas as personagens se tornam ainda mais adoráveis quando expõem os seus defeitos e suas fragilidades, como se convidassem o espectador para um abraço, embora vivendo em um mundo que parece frio demais para carinhos desse tipo.

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    Matt Damon volta a ser Jason Bourne no set do quinto filme da franquia

    25 de novembro de 2015 /

    O site Coming Soon publicou novas fotos das filmagens do quinto longa da franquia “Bourne”, ainda sem título oficial. As imagens registram o ator Matt Damon de volta ao papel do espião Jason Bourne, em ação nas ruas da Alemanha. Além de Damon, o filme terá a volta do diretor Paul Greengrass, responsável por “A Supremacia Bourne” (2004) e “O Ultimato Bourne” (2007). Os dois desenvolveram a trama da continuação em parceria com Cristopher Rouse, editor de “Supremacia” e “Ultimato”, que estreia como roteirista. A produção também inclui o retorno de Julia Stiles como a ex-agente da CIA Nicky Parsons, e acrescenta Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”), Vincent Cassel (“Em Transe”), Riz Ahmed (“O Abutre”) e Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”) ao elenco. O quinto filme da franquia “Bourne” tem estreia agendada para julho de 2016.

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    Jennifer Lawrence é eleita a artista do ano

    25 de novembro de 2015 /

    Jennifer Lawrence, estrela da franquia “Jogos Vorazes”, foi eleita a artista do ano pela revista Entertainment Weekly. Aos 25 anos, a atriz estampa a capa da edição de dezembro da publicação, que lembra de seu Oscar (pelo filme “O Lado Bom da Vida”) e o fato dela já ter protagonizado duas franquias – além de “Jogos Vorazes”, ela vive a mutante Mística nos filmes de “X-Men”. Falando sobre sua carreira e o final de “Jogos Vorazes”, ela avaliou que está pronta para seguir adiante. “É uma loucura. Eu assinei para fazer esse projeto quando tinha 20 anos. Me lembro que disse: ‘Oh meu Deus, quando acabar eu vou estar com 25 anos’. Parecia tão distante. Agora sinto que acabou. Tudo bem em seguir em frente”, afirmou. Ela também comentou seu relacionamento com o cineasta David O. Russell, que a dirigiu em “O Lado Bom da Vida” (2013), “Trapaça” (2014) e no vindouro “Joy – O Nome do Sucesso”, que estreia em fevereiro no Brasil. “Eu amo tanto o David que eu não consigo falar dele sem rasgar elogios. A gente se entende em cada olhar, em cada movimento, cada palavra. Somos feitos um para o outro”, descreveu Jennifer. O diretor também se manifestou para elogiar a atriz: “Jen é a mesma pessoa, aquela garota de Kentucky que está se tornando mulher. Tive o privilégio de assistir isso”, diz. “Está acontecendo. Jennifer está realmente encontrando sua voz”. A lista de artistas do ano também destacou o ator Chris Pratt, estrela de “Jurassic World”, as cantoras Adele, Nicki Minaj e Taylor Swift, a atriz Taraji P. Henson (série “Empire”), a transformação da atriz Elizabeth Banks em diretora de sucesso e o grandioso elenco de “Game of Thrones”.

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    Invocação do Mal 2: Diretor divulga novas fotos das filmagens

    25 de novembro de 2015 /

    O diretor James Wan divulgou fotos do set de “Invocação do Mal 2”, continuação do terror de 2013. As imagens registram o cineasta e o retorno de Vera Farmiga e Patrick Wilson como intérpretes do casal de investigadores paranormais Lorraine e Ed Warren, além da participação de Simon McBurney (“Missão Impossível – Nação Secreta”) As filmagens acontecem em Londres, em locações sombrias, com roteiro novamente a cargo dos irmãos Chad e Carey Hayes. A sinopse ainda não foi divulgada, mas o título original “The Conjuring 2: The Enfield Poltergeist” sugere a exploração da história de uma famosa casa mal-assombrada, que já inspirou neste ano uma minissérie britânica, “The Enfield Haunting”. Trata-se de mansão londrina descrita no livro “This House Is Haunted” (1980), de Guy Lyon Playfair, que em 1977 teria desesperado seus moradores com levitação de objetos e pessoas. A estreia está marcada para 9 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Homens de Preto 4 trocará Will Smith por uma mulher

    25 de novembro de 2015 /

    Depois de “Os Caça-Fantasmas” mudarem de sexo, será a vez de “Os Homens de Preto”. Sim, aparentemente, a Sony não tem mais ideias originais. Em entrevista à BBC, os produtores da franquia, Walter Parkes e Laurie MacDonald, revelaram que o próximo filme de “Homens de Preto” terá uma mulher como protagonista. Não foram divulgados detalhes sobre a nova personagem, que deverá ocupar o lugar de Will Smith na trama. No entanto, Parkes afirmou durante a conversa que “nunca se pode descartar a possibilidade de ter Smith no filme”. Isto significa que os produtores tentarão entrar em acordo com o astro para que ele retorne, pelo menos, para uma participação. Também não foi revelado se o diretor da trilogia original, Barry Sonnenfeld, participará do reboot, que ainda não possui cronograma de produção nem lançamento agendado.

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    Ryan Gosling pode estrelar cinebiografia do primeiro homem na lua

    25 de novembro de 2015 /

    A Universal Pictures está desenvolvendo uma cinebiografia de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, e já procura contratar seu protagonista. Segundo o site Deadline, o alvo é o ator Ryan Gosling (“Drive”). A negociação está sendo facilitada pelo envolvimento atual de Gosling no novo filme do diretor que a Universal quer ver à frente do projeto. O estúdio está praticamente fechado com Damien Chazelle, o cineasta-revelação do ano passado, responsável pelo sucesso indie “Whiplash”. Ele rodaria a cinebiografia, intitulada “First Man”, após terminar as filmagens de “La La Land”, seu segundo longa, que será estrelado justamente por Gosling. Antes de Chazelle entrar em foco, a produção quase levantou voo na Warner Bros., que tentou convencer Clint Eastwood a assumir sua direção. Estúdio e cineasta não entraram em acordo e o projeto acabou indo parar na Universal. “First Man” vai adaptar a biografia homônima, escrita por James Hansen, que detalha a história da célebre missão espacial de 1969, resumida na famosa frase de Armstrong: “Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”. A adaptação está sendo escrita por Josh Singer, escritor da série “Fringe”, que deu a volta por cima após o fracasso de “O Quinto Poder” (2013), seu primeiro roteiro de cinema, com a história mais falada do ano, “Spotlight”, sobre o time de repórteres que denunciaram o escândalo de pedofilia da Igreja Católica nos EUA. O filme ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia. “La La Land”, por sua vez, chega aos cinemas brasileiros em 14 de julho.

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    Edgar Wright vai dirigir sua primeira animação

    25 de novembro de 2015 /

    O diretor Edgar Wright (“Heróis de Ressaca”) assinou contrato com a DreamWorks Animation para dirigir sua primeira animação, que terá as sombras como tema principal. “Sempre fomos intrigados pelas possibilidades de um filme conceitual envolvendo sombras, e Edgar tem o estilo cômico e habilidade narrativa para cativar o público com essa produção energética”, disseram, em comunicado, os co-presidentes da DreamWorks Animation Bonnie Arnold e Mireille Soria. O comunicado evoca um projeto antigo do estúdio, intitulado “Me and My Shadow”, que chegou a contratar os atores Bill Hader (“Descompensada”) e Josh Gad (“Pixels”) para sua dublagem. Mas o longa saiu do calendário de lançamentos do estúdio em 2013. O novo filme será uma obra completamente diferente. Além de dirigir, Edgar Wright vai assinar o roteiro em parceria com David Walliams, criador da série “Little Britain”. Mas a animação, que ainda não tem cronograma de produção, deve demorar para chegar às telas. Antes de se dedicar a ela, Wright precisa terminar as filmagens de “Baby Driver”, com Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”), que tem estreia prevista para março de 2017, e rodar a adaptação do livro infantil “Fortunately, the Milk”, de Neil Gaiman, que será estrelada por Johnny Depp (“Piratas do Caribe”).

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    Diretor Francis Lawrence quer continuar a franquia Jogos Vorazes

    25 de novembro de 2015 /

    Apesar do título nacional, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” pode não representar o final da franquia sci-fi juvenil. Em entrevista ao site Yahoo! Movies, o diretor Francis Lawrence (de “Em Chamas” e “A Esperança – Parte I” e “O Final”) se disse disposto a explorar um pouco mais a distopia dos “Jogos Vorazes”. Ele faz apenas uma exigência para dirigir novos filmes da franquia: as tramas precisam ser escritas por Suzanne Collins, a autora dos três livros que foram esticados nos quatro longas estrelados por Jennifer Lawrence. O estúdio Lionsgate, responsável pela adaptação, já tinha manifestado, anteriormente, o desejo de continuar a filmar o mundo de Panem. E o próprio Lawrence confirmou, em entrevista à MTV, que os planos estavam sendo discutidos. “Todo mundo está pensando nisso e falando sobre isso. Eu só acho que é preciso ter cuidado ao se adentrar nesse mundo”, disse ele. “Você precisa ter certeza de que tem algo a dizer. É preciso que sejam criados novos personagens que sejam tão interessantes quanto Katniss. É algo complicado, mas eu definitivamente estou aberto a conversar sobre isso. Todo mundo ama esse mundo e suas ideias”.

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