Janielly, irmã de Gil do Vigor, é eliminada de “A Grande Conquista”
Janielly Nogueira foi a menos votada pelo público e acabou eliminada de “A Grande Conquista” na noite de quinta-feira (29/6). A irmã de Gil do Vigor (“BBB 21”) enfrentou a berlinda contra Daniel Toko e Gabriel Roza. Em conversa com o trio, Mariana Rios destacou que a votação bateu o recorde da temporada e disse que a disputa milionária exige muita garra de seus competidores. “O caminho até aqui não foi fácil para nenhum dos três”, comentou. “Gabriel e Janielly conhecem bem o drama de viver na Vila e as eliminações em massa. Já para o Daniel, antes do jogo começar, enfrentou o julgamento do público”, discursou a apresentadora. Mariana seguiu seu discurso sobre determinação, até que anunciou o primeiro competidor salvo: “‘A Grande Conquista’ exige perseverança e serenidade para lidar com um futuro incerto. E o primeiro competidor salvo nessa zona de risco é Daniel Toko.” O repórter foi abraçado por seu aliado Thiago Servo e recebeu os parabéns dos companheiros da berlinda. Na sequência, Mariana retomou seu discurso e revelou o último sobrevivente da semana. “Um de vocês segue o jogo, e o outro segue a vida. E quem fica em ‘A Grande Conquista’ para vencer todos os desafios e alcançar o prêmio máximo de R$ 1 milhão é Gabriel”, ela disse. Apesar da eliminação, Janielly não se abateu e pediu para os colegas não ficarem tristes com a sua saída do reality. “Foi um prazer conhecer vocês e, por favor, joguem muito”, ela pediu. “Eu vou ver meus filhos. Estava precisando”, disse com lágrimas nos olhos. Mulher de garra Janielly Nogueira entrou na disputa milionária através da Vila, onde ela se uniu à Fernanda Medrado, Natália Deodato, Gabriel Roza e Sandra Melquiades. Já na Mansão, o grupo se estranhou, rendeu muito bate-boca e até sofreu com rachas entre si. A dinâmica ficou cada vez mais tensa para os aliados. Vale lembrar que, na quarta-feira (28/6), foi a vez de Medrado ser eliminada de “A Grande Conquista” após encarar a preferência com Alexandre Suita, Daniel Toko e Gabriel Roza.
SBT surpreende e resgata “Bom Dia & Cia”
O programa infantil “Bom Dia & Cia” vai voltar à programação do SBT em julho, revertendo seu cancelamento de março de 2022, após 28 anos no ar. A emissora de Silvio Santos confirmou que o programa voltará às manhãs durante o período de férias escolares, sob a apresentação de Silvia Abravanel. O programa será transmitido logo após o “Primeiro Impacto”, que vai ao ar das 6h às 9h30. Portanto, “Bom Dia & Cia” será transmitido às 9h30 e terá uma duração de três horas e meia, terminando às 13h. Essa programação será uma grade especial de férias, válida apenas de 3 a 31 de julho. O cancelamento de “Bom Dia & Cia” em março de 2022 surpreendeu a todos, pois foi uma decisão de Silvio Santos, que optou por encerrar o programa infantil apresentado nos últimos anos por um de suas filhas filha. A era dos programas infantis Criado pelo renomado diretor Nilton Travesso em 1993, com apresentação de Eliana, “Bom Dia & Cia” teve Yudi Tamashiro, Priscilla Alcântara e até Maisa como apresentadora, e ultimamente era comandado por Silvia Abravanel. Além de ter sido o mais longevo programa infantil da TV comercial brasileira, também foi o último. Febre durante os anos 1980 e 1990, os programas infantis que consagraram as apresentadoras Xuxa, Angélica e Eliana se tornaram deficitários após mudanças na legislação brasileira, que estabeleceram como irregular a prática de comunicação mercadológica criada estrategicamente para ser direcionada às crianças. Por muito tempo, o programa foi líder de audiência, chegando a marcar 20 pontos nos tempos áureos dos programas infantis na TV aberta. Mas tinha uma audiência muito baixa quando saiu do ar em março de 2022, que oscilava entre 2 e 3 pontos diários – 1 ponto de audiência equivale a 1% do universo pesquisado em cada praça.
Sue Johanson, do programa “Falando de Sexo”, morre aos 93 anos
Sue Johanson, famosa educadora sexual canadense, faleceu nesta quinta-feira (29/6) aos 93 anos. Ela ficou conhecida por apresentar diversos programas televisivos com quadros de conselhos sexuais. De acordo com a CBC News, Johanson morreu em uma casa de repouso em Ontário, no Canadá, onde estava cercada por sua família. A notícia foi confirmada pelo representante da apresentadora. Na televisão, ela ganhou popularidade pela forma direta como falava abertamente sobre sexo para jovens e adultos. Seu programa de maior destaque era o “Talk Sex”, que foi exibido no Brasil pela GNT nos anos 2000. Transmitido originalmente entre 2002 e 2008, o programa permitiu que um público global pudesse se beneficiar de seus conselhos esclarecedores. Sucesso no Brasil Em 2005, Sue visitou o Brasil para conferir o sucesso de seu programa no país – rebatizado de “Falando de Sexo” no GNT. Aprovando a fama de ser “a vovó que fala de sexo na TV”, ela disse, em entrevista ao jornal O Globo, que somente passou a abordar o tema do sexo sem tabu depois dos 50 anos de idade. “Só na década de 1980, quando passei a trabalhar numa clínica para adolescentes e a responder às dúvidas dos jovens, decidi me especializar em sexo. Achei que se os esclarecesse do meu jeito, com humor, seria melhor. Ninguém reclamou, e continuei.” Desmistificando tabus sexuais Nascida em Toronto, no Canadá, ela começou sua trajetória profissional como enfermeira. Nos anos 1980, ela criou uma clínica de controle de natalidade na escola de sua filha, onde oferecia suporte aos jovens da instituição. Depois, ganhou destaque ao apresentar o programa “Sunday Night Sex Show”, transmitido ao vivo na rádio Toronto a partir de 1984. Devido à popularidade da atração, o programa acabou ganhando uma versão televisiva, também ao vivo, que foi ao ar entre 1996 e 2005. E o sucesso gerou novas produções e uma fama de escala mundial. Conquistando fãs ao redor do mundo, a apresentadora chamava atenção ao não hesitar em abordar assuntos considerados tabus ou polêmicos, colocando sua missão de educar e desmistificar temas sem julgamento em primeiro lugar. Ao longo dos anos, ela colaborou de forma carismática em quebrar barreiras e promover uma conversa aberta sobre sexualidade.
Fernanda Medrado se desespera ao ser eliminada de “A Grande Conquista”
Fernanda Medrado foi a primeira eliminada da semana e se despediu de “A Grande Conquista” na noite de quarta-feira (28/6). A cantora disputou a Zona de Risco contra Alexandre Suita, Daniel Toko e Gabriel Roza. A rapper caiu na berlinda na última terça-feira (27/6), quando foi indicada por Thiago Servo, que teve um papel fundamental na disputa. O cantor recebeu um poder de colocar quem ele quisesse na quarta vaga da eliminação. Como se não fosse o suficiente, Medrado não teve a chance de disputar a Prova da Virada para tentar desbancar seus rivais e, quem sabe, garantir mais uma semana dentro da disputa milionária da Record. A preferência do público foi anunciada por Mariana Rios no início da atração: “Vocês quatro viveram isso aqui intensamente. Sorriram, viveram, brigaram. Alguns podem dizer que foi só pelo prêmio. Não é mentira, mas também não é verdade. Não é fácil sair do conforto de casa, das famílias, para se expor 24 horas por dia. Mais do que isso: não é fácil ser julgado.” “Mas para ganhar, para vencer na vida, é preciso fazer sacrifícios. E vocês podem ter certeza: vocês vieram, viveram e venceram. Disso vocês podem ter certeza”, acrescentou ela antes de anunciar a primeira eliminada. Na sequência, Medrado afirmou que não tem interesse em levar brigas internas para fora da Mansão: “Para mim, a disputa acaba aqui. Eu vou estar torcendo por vocês. Me deem tchau, mas com alegria.” A eliminação causou surpresa à cantora e abalou seus principais aliados, que esperavam a despedida de Gabriel Roza. “Meu Deus”, gritou Janielle Nogueira, sem esconder seu espanto. “O que eu fiz, meu Deus?”, repetiu Medrado ao deixar a Mansão. Participante intensa Desde a Vila, Fernanda Medrado mostrou que não foge de brigas e teve embates polêmicos durante a atração. A cantora ainda enfrentou Erick Ricarte e Carol Lekker em bate-bocas sobre fofoca e absorventes. Já na Mansão, a rapper recebeu o posto de conselheira, comandou reconciliações, confortou desafetos e até deu ombro amigo para seus aliados.
Monique Alfradique é escalada para o remake de “Elas por Elas”
Monique Alfradique foi escalada para o remake de “Elas por Elas”, a próxima novela da TV Globo. A atriz fará Érica, personagem que se chamava Claudia na trama original. Na nova versão, Érica viverá um romance com o personal trainer Edu, interpretado por Luis Navarro (“Todas as Flores”). O personagem será o melhor amigo do icônico detetive Mário Fofoca (Lázaro Ramos). Já em 1982, a personagem de Christiane Torloni (“Fina Estampa”) passa por um processo de divórcio até se envolver com René, um advogado sem projeção vivido por Reginaldo Faria (“Vamp”). Após um tempo, ela se sente balançada pelo detetive que trabalha num escritório ao lado. “Elas por Elas” é protagonizada por sete mulheres entre 40 e 50 anos, com perfis bem diversos, que se reencontram após muito tempo afastadas. A nova versão será ambientada no Rio de Janeiro e promete ainda mais romances. Mais detalhes do remake O remake contará também com as participações de Maria Clara Spinelli (“Salve Jorge”), Deborah Secco (“Segundo Sol”), Thalita Carauta (“A Diarista”) e Monica Iozzi (“A Dona do Pedaço”), além das atrizes Karine Teles e Isabel Teixeira, ambas de “Pantanal”. A nova versão da trama ainda garantiu o retorno de Cassio Gabus Mendes (“Vale Tudo”) para o papel do vilão Otávio. A primeira edição foi escrita por seu pai, Cassiano Gabus Mendes. A segunda vinda de “Elas por Elas” tem como autores Thereza Falcão e Alessandro Marson, ambos responsáveis por “Nos Tempos do Imperador”. Além disso, o folhetim terá direção artística de Amora Mautner (“Vamp”). As gravações do remake estão previstas para iniciar em 17 de julho.
Luiza Ambiel diz que “todo mundo sabia” que Gugu tinha namorado
Luiza Ambiel decidiu se pronunciar sobre a sexualidade de Gugu Liberato (1959–2019), exposta nas últimas semanas em meio à disputa pela herança milionária. No programa “Selfie Service”, a atriz afirmou que “todo mundo sabia” que o apresentador tinha um namorado. Segundo Luiza, o apresentador não era próximo da esposa Rose Miriam, que alega ter vivido uma união estável. “Gugu sempre foi muito discreto com sua vida pessoal, mas muito organizado. Deve ter deixado tudo muito bem combinado com ela. Ele jamais pediria para ela abandonar a carreira dela, se isso aconteceu foi porque ela quis”, apontou a musa. A artista destacou que a bissexualidade de Gugu não era uma novidade embora só tenha virado notícia em novembro de 2019, após a morte do apresentador. “Os filhos foram, inclusive, se não me engano, feitos por inseminação”, provocou ela. “Quando o SBT era em Santana, nos anos 1990, todo mundo sabia que ele namorava um cantor. A gente nem se aproximava muito do moço para não dar problema. Gugu separava a vida profissional da pessoal, mas não era um grande segredo. Ele só era discreto”, concluiu. Parceria de Luiza Ambiel Luiza Ambiel trabalhou no “Domingo Legal” entre 1994 e 2002, período em que se tornou amiga íntima de Gugu Liberato. Desde então, sua carreira da atriz e produtora televisiva ganhou destaque nacional. A parceria com Gugu era tão intensa que o apresentador teria sido o responsável por negociar o ensaio da protagonista da “Banheira do Gugu” para a revista Playboy.
João Zoli teria sido expulso do “De Férias com Ex Celebs”
O cantor João Zoli teria sido expulso do “De Férias com Ex Celebs” após show de ignorância no programa. O colunista Leo Dias publicou em seu site que Zoli deu o que falar nos bastidores do reality após ter ataques de estrelismo e ser acusado de destratar a produção. O clima parece ter ficado tão pesado no set de gravações que o ex-Fazenda, que estaria no casting de participantes, teria sido convidado a se retirar da atração de convivência. Os participantes da próxima edição desembarcaram em São Paulo na terça-feira (27/6). Eles passaram algumas semanas no Caribe para as gravações do “De Férias com Ex Celebs”. Procurada, a MTV preferiu não se pronunciar para manter o segredo dos atuais integrantes do reality show, que deve estrear em outubro deste ano.
Suposto filho de Gugu Liberato perseguia o apresentador, afirma Rafael Ilha
Em meio as muitas polêmicas envolvendo a herança de Gugu Liberato, o cantor Rafael Ilha, vencedor de “A Fazenda 10” (2020), lembrou ter conhecido Ricardo Rocha, que alega ser filho biológico de Gugu Liberato (1959-2019). Segundo o ex-Polegar, Rocha era frequentemente visto na porta dos estúdios do SBT e da Promoart, empresa responsável por agenciar grupos populares nos anos 1980, como Dominó, Polegar e Banana Split. As declarações contradizem as afirmações de Rocha, que disse nunca ter procurado seu suposto pai. Ilha contou a história durante o programa “A Tarde é Sua”, quando comentou que o rosto de Rocha lhe pareceu familiar assim que o viu na televisão. Ele até entrou em contato com ex-integrantes do Polegar, confirmando que também o conheciam de vista daquela época. “Eu não acredito que ele seja filho, mas pode ser que sim. Da primeira vez que vi a foto dele eu percebi que eu o conhecia. Ele ficava muito na porta da Promoart, onde fica a casa da Maria do Céu [mãe de Gugu]”, explicou o cantor. Ricardo Rocha: O suposto filho de Gugu Liberato Ricardo Rocha afirmou no programa “Domingo Espetacular”, da Record, que nunca procurou por Gugu. Ele justificou sua postura atribuindo-a à sua timidez. “Tinha medo de me expor. Está cada vez mais perto de descobrir a verdade. Eu vou até o fim. Eu sinto que ele é meu pai”, disse Rocha. “O exame de paternidade é pra tirar essa dúvida. Vou até o final”. Mas, para Rafael Ilha, seria mentira que ele nunca procurou Gugu em vida por não saber como fazer isso. “Eu o vi várias vezes: quando o Polegar e o Dominó chegavam, ele estava sempre lá. Na época, eu estava com 15 anos. Perguntei para os músicos e o produtores. Todos disseram que se lembram desse homem lá”, disse Ilha, acusando Ricardo Rocha de perseguir Gugu Liberato. O cantor também criticou as polêmicas envolvendo a divisão dos bens de Gugu Liberato e enfatizou que considera absurdo que pessoas próximas ao ex-apresentador do “Domingo Legal” estejam manchando sua imagem. “O que me incomoda é as pessoas não deixarem o cara descansar em paz. As pessoas que estão fazendo isso com a memória do Gugu não gostam dele, não o respeitam. É uma falta de respeito muito grande”, completou Rafael Ilha.
Cauã Reymond vira dor de cabeça após confusões em “Terra e Paixão”
Cauã Reymond parece ter incorporado a grosseria de Caio, seu personagem em “Terra e Paixão”. Segundo rumores, o ator tem sido motivo de dores de cabeça nos bastidores do folhetim. As informações são da colunista Fabia Oliveira, do Metrópoles. A equipe da Globo parece cansada dos atrasos constantes de Reymond, bem como ter que aturar as reclamações do protagonista. Além disso, o ator ainda teria sido motivo de bate-boca com um dos diretores da trama há duas semanas. Conforme relatos, Reymond ficou incomodado de ter que repetir uma cena de discussão a pedido do diretor Felipe Herzog, que faz parte da equipe artística de Luis Henrique Rios. A briga com a direção teria chamado a atenção de todos. A confusão teria acontecido durante uma gravação externa no Rio de Janeiro, em um local que representa o bar de Cândida (Susana Vieira). O ator questionou Herzog sobre a repetição da cena e reclamou que era “sacanagem” ter tantas reproduções. Fontes indicam que o artista “não é uma pessoa fácil de trabalhar” devido às inúmeras queixas. Eles ainda destacam que os atrasos do galã afetam todo o cronograma de gravações de “Terra e Paixão”. Procurado, o representante de Cauã Reymond afirmou que ele não vai se pronunciar.
Ministério Público pede fim da concessão da Jovem Pan
O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública solicitando o cancelamento das permissões para o funcionamento da Rádio Jovem Pan. A ação é devido à emissão contínua de conteúdos considerados falsos e ataques ao processo eleitoral, às instituições e ao regime democrático pela emissora. A ação movida pelo MPF solicita o cancelamento das três outorgas de radiodifusão concedidas à Jovem Pan, abordando especificamente o funcionamento da rádio, um serviço público concedido pelo governo. Vale notar que a programação da emissora no YouTube e na TV por assinatura não está em discussão nesta ação. Além da cassação da concessão, o MPF propõe que a Jovem Pan seja condenada ao pagamento de R$ 13,4 milhões como indenização por danos morais coletivos. Este valor corresponde a 10% dos ativos da emissora apresentados em seu último balanço. A ação civil também pede que a Justiça Federal obrigue a Jovem Pan a veicular mensagens com informações oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral durante quatro meses, ao menos 15 vezes por dia entre as 6h e as 21h. Mais consequências Além do cancelamento do serviço de rádio, o MPF também recomendou que a Controladoria-Geral da União (CGU) instaure um processo administrativo e declare a Jovem Pan inidônea “para licitar ou contratar com a Administração Pública”. Caso a CGU não acolha a recomendação, o tema poderá ser incluído como uma das pretensões da ação civil pública ajuizada. Para o MPF, o conteúdo disponibilizado no YouTube é o mesmo veiculado em suas transmissões de rádio, portanto, para garantir a preservação das provas, o órgão requer que a emissora seja proibida de apagar conteúdos de seu canal na plataforma. Incitação a atos antidemocráticos Em 2022, a Jovem Pan posicionou-se a favor do então candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, apenas reconhecendo a vitória de Luis Inácio Lula da Silva (PT) dois meses após a eleição e após perder anunciantes. Segundo o MPF, o discurso dos comentaristas da rádio estava alinhado com a proposta editorial da emissora, defendendo uma ruptura institucional e incitando a desobediência de ordens judiciais supostamente ilegais. A ação cita a cobertura da emissora dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro deste ano como evidência de seu alinhamento. A ação diz ainda que “a Jovem Pan contribuiu para que um enorme número de pessoas duvidasse da idoneidade do processo eleitoral ou tomasse ações diretas como as vistas após o anúncio do resultado da votação, especialmente o bloqueio de estradas em novembro passado e o ataque de vandalismo em Brasília no dia 8 de janeiro. As outorgas de rádio da emissora estão em operação em São Paulo e Brasília, mas a rede conta com mais de cem afiliadas que retransmitem o sinal a centenas de municípios em 19 estados, alcançando milhões de ouvintes. Linha editorial A ação cita numerosos exemplos de discursos feitos entre 1º de janeiro de 2022 e 8 de janeiro deste ano, com foco nos programas “Os Pingos nos Is”, “3 em 1”, “Morning Show” e “Linha de Frente”, que extrapolam limites de liberdade de expressão e de radiodifusão. O MP afirma que os discursos configuram manifestações ilícitas, feitas por mais de 20 comentaristas durante o período. Todas convergiram para a defesa das mesmas teses, que, por isso, podem ser identificadas com a linha editorial da emissora. A Jovem Pan, por sua vez, afirmou que a defesa do Grupo será manifestada exclusivamente nos autos do processo e reafirmou seu compromisso com a sociedade brasileira e a democracia. Financiamento dos ataques de 8 de janeiro Para complicar o caso, Milton de Oliveira Júnior, dono de uma rádio afiliada a Jovem Pan em Itapetininga (SP), sofreu mandado de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (27/6), dentro da 13ª fase da Operação Lesa Pátria. Ele admitiu, durante participação em um programa local, ter financiado os atos de ataque às instituições de 8 de janeiro. Oliveira chegou a ironizar em um programa a possibilidade de ser preso por conta da confissão. “Se eu tiver que ser preso porque ajudei patriotas a irem para a Brasília fazer protesto contra um governo ilegítimo, que eu seja preso, não há problema nenhum. Temos que assumir os compromissos que fazemos. Não tenho medo da Justiça. Eu contribuí, deputada, se a senhora quiser eu mando no seu WhatsApp os recibos de pix, está tudo com o meu CPF”, afirmou. Depois da confissão, a Jovem Pan rompeu contrato com sua afiliada de Itapetininga, por prática que “expõe a marca” da emissora e “viola cláusulas” contratuais.
Cláudia Abreu encerra contrato fixo com a Globo após 37 anos
Cláudia Abreu encerrou contrato com a TV Globo após 37 anos de parceria fixa. A decisão foi tomada depois de negar convites para novelas, como “Todas as Flores” e “Mar do Sertão”. As informações são da colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo. A artista está focada na próxima fase da carreira voltada ao streaming. A veterana já assinou contrato para viver uma médica na série “Sutura”, do Amazon Prime Video. As gravações devem começar nos próximos meses. A trama é sobre um rapaz que tentará salvar a vida de um amigo, morador de uma comunidade de São Paulo. Ele entra em conflito com criminosos para realizar mais atendimentos médicos. Carreira de Cláudia Abreu Na Globo, Cláudia Abreu fez sua grande estreia na série “Tele Tema”, lançada em 1986. A atriz ainda estrelou alguns dos principais sucessos de telenovelas, como “Que Rei Sou Eu?” (1989), “Barriga de aluguel” (1990), “Celebridade” (2003), “Belíssima” (2005), além de “Cheias de Charme” (2012), que deve virar filme em breve. Sem esquecer de sua participação em séries que marcaram época, como “Anos Rebeldes” (1992), “A Comédia da Vida Privada” (1995), “A Vida como Ela É” (1996) e “Labirinto” (1998), entre muitas outras. O último trabalho de Cláudia Abreu na emissora aconteceu na série “Desalma”, exibida no Globoplay e na TV aberta entre 2020 e 2022. Além de atriz, ela também atuou como roteirista e criou a série infantil “Valentins”, um dos sucessos do canal pago Gloob.
Empreguetes de “Cheias de Charme” devem ganhar filme
Leandra Leal revelou que a novela “Cheias de Charme” pode virar filme focado nas carismáticas Empreguetes. O trio protagonista conquistou uma legião de fãs e marcou a TV Globo durante a exibição do folhetim em 2012. A atriz contou à Folha que se reuniu com as amigas Taís Araújo e Isabelle Drummond para abordar uma possível trama. O projeto especial deve contar com o aclamado grupo musical das empregadas domésticas. “A gente está estruturando tudo para fazer o filme, desenvolvendo e tentando vender. A gente quer que isso aconteça, quer reencontrar essas personagens. É uma novela que, dez anos depois, ainda é muito falada”, disse Leandra. “Lá vou eu retomar minhas aulas de canto”, brincou. Leandra acrescentou que o projeto terá a produção de Cláudia Abreu, a vilã milionária Chayene. Atualmente, a equipe tenta amadurecer a ideia e busca um financiamento adequado para a obra derivada de “Cheias de Charme”. Além delas, o projeto especial terá direção de Denise Saraceni e figurinos de Gogoia Sampaio, que estiveram envolvidas na aclamada telenovela. Cheias de Charme A novela “Cheias de Charme” acompanhou a história de Maria da Penha, Maria do Rosário e Maria Aparecida, três empregadas domésticas que se conhecem por acaso e são unidas pelo sonho de serem cantoras. A jornada das amigas sonhadoras sofre pressão de Chayene, a cantora piauiense que amarga uma fase ruim e desconta sua frustação artística nas funcionárias.
Filhas de Gugu Liberato desacreditam que têm um novo irmão: “Absurdo”
Sofia e Marina, as filhas de Gugu Liberato, falaram no domingo (25/6) sobre a possibilidade de terem um novo irmão mais velho. Em entrevista ao “Fantástico”, as gêmeas desacreditaram da hipótese de Ricardo Rocha ser seu irmão. Na reportagem, Marina demonstrou não acreditar na versão do empresário e ainda debochou da possibilidade. “Acho um pouco absurdo, porque esse cara é um pouco mais velho e meu pai teria 14 anos se isso aconteceu. Acho um pouco difícil ter acontecido”, disse entre risos. O comerciante de 48 anos afirma ser um dos herdeiros e pede a exumação do cadáver de Gugu Liberato para a realização do exame de DNA. Caso ele prove, poderá requerer sua reserva do quinhão que seria de direito. A história da suposta paternidade A mãe de Ricardo, Otacília Gomes da Silva, teria conhecido “Antonio Augusto Moraes Liberato (o notório apresentador de televisão ‘Gugu Liberato’)” no segundo semestre de 1973. O suposto encontro entre eles teria acontecido “em uma padaria que existia na rua Aimberê, número 458, no bairro de Perdizes, nesta capital”. Ainda no domingo (25/6), Ricardo Rocha deu uma entrevista à Record TV em que ele afirmou ter se arrependido de não procurar o apresentador ainda em vida. No “Domingo Espetacular”, ele contou ter passado anos com dúvidas sobre a versão contada por sua mãe. “A relação durou meses. Foi no segundo semestre de 73 para começo de 1974. Tiveram relações íntimas. Duas vezes. Num hotel na Lapa, no bairro da Lapa. Acho que no mesmo hotel”, relatou. Tímido, Ricardo acrescentou ter sofrido com a ausência de um pai: “Só tem o nome da minha mãe e o nome do pai está vazio [no documento]. Você não ter um carinho do pai, um conselho, um ombro… Nos piores momentos, melhores.” Exame de DNA O comerciante tem esperança de reverter sua história com o exame de paternidade, que poderá ser feito por meio de suas possíveis irmãs Marina e Sofia. “Gostei que elas toparam, mas se for preciso eu vou até o fim”, afirmou Ricardo. “Caso não consiga o exame através delas ou de outro membro da família, peço a exumação do corpo. O meu pai é Augusto Liberato. Sinto isso. As pessoas dizem que tenho alguns traços. Chego em casa e fico vendo isso nos programas”, concluiu.











