Army of the Dead: Filme de zumbis de Zack Snyder ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Army of the Dead”, filme de zumbis de Zack Snyder, que ganhou um subtítulo em português. A prévia revela uma horda de mortos-vivos em Las Vegas, que lembra as cenas finais de “Madrugada dos Mortos” (2004). Por sinal, o vídeo também recorda que, antes de dirigir filmes de super-heróis da DC Comics, Snyder começou sua carreira com “Madrugada dos Mortos”, remake bem feitinho do clássico “Despertar dos Mortos” (1978), de George A. Romero. Na trama, um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”), Theo Rossi (“Luke Cage”), a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”) e Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”) – que substituiu Chris D’Elia (“Undateable”) em refilmagens, após o ator sofrer acusações de abuso sexual. “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” estreia em 21 de maio.
Nova versão de Liga da Justiça homenageia filha falecida de Zack Snyder
O cineasta Zack Snyder incluiu uma homenagem à sua filha falecida na nova edição de “Liga da Justiça”. Autumn Snyder se suicidou aos 20 anos, quando o diretor trabalhava na versão original do filme. Abalado, ele acabou se afastando da produção, sendo substituído por Joss Whedon, que, com aval da Warner, refez tudo o que estava pronto. Quando Snyder retomou o projeto, recebendo carta branca para restaurar sua versão num lançamento da HBO Max, ele rapidamente liberou um teaser ao som de “Hallelujah”, de Leonard Cohen. Muitos consideraram que a canção fazia referência ao “milagre” da materialização do “SnyderCut”. Mas, na verdade, a música foi escolhida por ser a favorita de Autumn. “Hallelujah” também será ouvida no filme, em interpretação da cantora canadense Allison Crowe, amiga da família que cantou a música no funeral de Autumn. Allison, inclusive, já tinha aparecido nos filmes da DC Comics, durante uma cena de “O Homem de Aço”, em 2013. “Quando você pensa sobre a catarse disso…”, disse Snyder, ao revelar a homenagem, em entrevista à revista Vanity Fair. “Se eu fosse um oleiro, teria feito alguma cerâmica para encontrar uma maneira de passar por isso. Mas eu sou um cineasta, então você tem esse filme gigante.” Snyder ainda comentou que, no final do filme, há uma dedicatória para Autumn. “Sem ela, isso absolutamente não teria acontecido.” A morte de Autumn foi “um raio no centro de toda esta saga”, acrescentou Snyder. “E de muitas maneiras, instruiu tudo o que fizemos desde então.” “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça”, com quatro horas de duração, tem lançamento marcado para o dia 18 de março na plataforma HBO Max – que só chega ao Brasil em junho.
Coringa e super-heróis aparecem em novas imagens de Liga da Justiça
Zack Snyder liberou novas fotos dos bastidores de “Liga da Justiça” para acompanhar sua entrevista publicada na nova edição da revista Vanity Fair. Entre as imagens, destacam-se o Coringa, vivido por Jared Leto, em “pose de Jesus Cristo”, e uma cena que reúne todos os heróis do filme diante da câmera fotográfica do diretor. A coleção, também disponibilizada no Instagram do filme, ainda traz individualmente o Batman de Ben Affleck, o Ciborgue (em traje de captura de performance) de Ray Fisher e a Mera de Amber Heard. São os personagens e respectivos atores que participaram de uma sessão extra de refilmagem especificamente para a nova versão do longa. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.
Zack Snyder diz que aceitou refazer Liga da Justiça de graça
Zack Snyder revelou que nunca assistiu à versão de “Liga da Justiça” refeita por Joss Whedon e que não está recebendo pagamento da Warner para realizar sua versão do filme. Ele contou esses e outros detalhes de seu envolvimento com o longa de super-heróis da DC Comics em uma entrevista para a revista Vanity Fair. Segundo o cineasta, o conselho de não ver o que Whedon fez em “Liga da Justiça” veio de sua mulher, Deborah Snyder, e do diretor Christopher Nolan, ambos produtores do lançamento de 2017. “Eles vieram até mim e disseram: ‘Não assista a esse filme nunca'”, contou. Snyder, que dirigiu uma versão quase completa do filme, precisou se afastar da produção após uma tragédia pessoal. Acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho original. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Na entrevista, Snyder diz que, quando estava filmando, perguntava-se “‘Como vou conseguir introduzir seis personagens, mais um alien com potencial de dominação do mundo, dentro de duas horas?’ Acho que teria conseguido, e certamente é possível, porque foi feito. Mas eu não vi”. Ele confirmou a importância do papel dos fãs para levar a Warner a reconsiderar sua visão para o filme. Mas foi preciso esperar o lançamento da HBO Max para isso se concretizar, porque, em seus primeiros contatos, o estúdio só se dispunha a lançar a “versão do diretor” sem realizar nenhum tipo de refilmagem nem finalizar os efeitos especiais incompletos das cenas abandonadas. Snyder recusou. “Obviamente que disse não. Eles queriam fazer isso por três motivos: primeiro, para tirar a internet da cola deles; segundo, para fazer um tipo de justiça, se redimir de alguma forma; e terceiro, para lançar uma versão mal-acabada do filme, para a qual podiam apontar e dizer ‘viu, nem era tão bom assim'”, explicou o diretor. Para conseguir fechar o acordo que incluiu refilmagens, com novos efeitos e até inclusões de personagens que jamais estiveram na versão original (como o Coringa de Jared Leto), o cineasta aceitou trabalhou de graça. “Eu não estou sendo pago por isso”, afirmou, sobre a nova edição. Mas ele vê vantagens na situação. “Eu não queria entrar nessa me comprometendo com alguém [um empregador]. Não ter um salário permitiu que todo o poder de negociação ficasse nas minhas mãos.” Por conta disso, Snyder afirma ter tido liberdade para refazer o final “com uma participação especial que vai explodir a mente dos fãs mais radicais”. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.
Zack Snyder revela data de estreia de seu filme de zumbis na Netflix
O diretor Zack Snyder anunciou que seu filme de zumbis da Netflix, “Army of the Dead”, finalmente tem previsão de estreia. Em um post nas redes sociais, ele divulgou o lançamento 21 de maio e revelou que o primeiro teaser será revelado na próxima quinta (25/2). “Army of the Dead” foi filmado entre o verão e o outono de 2019 nos EUA, refilmado no verão de 2020 para substituir um ator devido à acusações de abuso sexual e até seu spin-off, um prólogo ainda sem título, encerrou sua produção ainda em 2020. O atraso no lançamento se deve, em parte, ao envolvimento de Snyder no relançamento de “Liga da Justiça”, que tomou todo o seu tempo nos últimos meses. Claro que não ajudou ter que voltar ao set para apagar Chris D’Elia (“Undateable”) do longa. Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele teve sua participação substituída pela comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 17 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”. Um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme ainda inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Survivors take all. #ArmyOfTheDead on @Netflix May 21.Teaser this Thursday. pic.twitter.com/sIgDoz6rmz — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 21, 2021
Ray Fisher aproveita escândalo de Buffy para provocar chefões da Warner
O ator Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, aproveitou a nova leva de acusações contra Joss Whedon, agora de integrantes das séries “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel”, para provocar figuras de peso da Warner que teriam acobertado o mau comportamento do diretor. “Só há um motivo para não ter sido processado por Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg ou Walter Hamada: eles sabem que estou dizendo a verdade”, ele tuitou. De fato, Fisher chegou a desafiar Whedon a processá-lo em julho passado, logo após denunciar o diretor no Twitter por comportamento “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável” no set de “Liga da Justiça”. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir”, afirmou na ocasião, durante participação na convenção online Justice Con, que contou com a presença de Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”. Snyder acabou se afastando do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner promoveu sua substituição na pós-produção por Whedon, responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, que refez boa parte do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. O intérprete de Ciborgue disse que Geoff Johns e Jon Berg, produtores de “Liga da Justiça”, “incentivaram” o mau comportamento do diretor. Ele ainda acusou Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso levasse adiante suas reclamações, revelou que o presidente da DC Films, Walter Hamada, pediu para livrar Johns das acusações e que o próprio presidente da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich, teria participado de discussões racistas para eliminar personagens negros e diminuir o seu espaço nas refilmagens do longa. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, ele tuitou em outubro. Ele pressionou a empresa até a AT&T, dona da Warner Bros Pictures, conduzir uma investigação interna, que se encerrou em dezembro com um comunicado avisando que “medidas corretivas foram tomadas”. Na prática, porém, o único resultado visível foi o afastamento de Joss Whedon (que ele fez parecer voluntário) da produção de “The Nevers”, a primeira série do produtor cineasta na HBO – com lançamento previsto para abril. Só que após esta pequena vitória, Fisher foi afastado do filme “The Flash”, em que faria uma participação como Ciborgue. Esta aparente punição não passou desapercebida por Charisma Carpenter, intérprete de Cordélia em “Buffy” e uma das testemunhas ouvidas na investigação sobre Whedon, que se revoltou e colocou a boca no mundo, revelando o que sofreu nas mãos de Whedon nos bastidores da série clássica. Foi “a gota d’água para mim”, disse, sobre o afastamento de Fisher. “Me incomoda e entristece que, em 2021, os profissionais ainda tenham que escolher entre a denúncia de irregularidades no local de trabalho e a segurança no emprego”. A denúncia de Carpenter gerou comoção e levou outras atrizes a falarem do “ambiente tóxico” de “Buffy”, abrindo outra crise na empresa, já que a série era uma produção da Warner Bros. TV. Fisher também aproveitou a acusação da atriz para voltar a atacar o presidente da DC Films. ‘O que torna Walter Hamada ‘o tipo mais perigoso de permissível’ é sua disposição de encobrir cegamente seus colegas. Se ele tivesse conseguido desencorajar a investigação de bastidores de ‘Liga da Justiça’, não estaríamos aqui. Ele deve desculpas a Charisma Carpenter e a todos os outros”, apontou, sem que o estúdio se manifestasse. There’s only one reason that I haven’t been sued by Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg, or Walter Hamada: They know I’m telling the truth. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 16, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher)
Liga da Justiça de Zack Snyder ganha seu trailer mais sombrio e grandioso
A HBO Max divulgou o novo trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. E este terceiro vídeo é o que tem mais cenas inéditas, com direito à inclusão do Coringa, vivido por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), cenas com Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”) e a revelação em detalhes do vilão Darkseid, também ausente no lançamento original. A prévia de “Zack Snyder’s Justice League” também assume um tom assumidamente sombrio e demonstra a escala grandiosa da produção, restaurando – ou melhor, ampliando – a visão do diretor original, que tinha sido sabotada pela Warner. Aproveitando seu afastamento por uma tragédia pessoal, o estúdio promoveu sua substituição na pós-produção por Joss Whedon, que refez tudo. A medida implodiu o longa, que fracassou nas bilheterias e foi recebido por críticas muito negativas. Além disso, gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Além de resgatar a edição de Zack Snyder, o vídeo também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. Só que o “Snyder Cut” (o nome afetivo da obra) não será exibido em IMAX. Vai passar em TVs, aparelhos móveis e computadores, o que torna essa opção questionável, pois na prática a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. De qualquer forma, será um produção bem maior (com pelo menos 4 horas de duração), muito diferente (sem nenhuma cena incluída por Whedon) e para outro público (graças à classificação “R”, indicada para maiores). Em outras palavras, é praticamente outro filme. A estreia está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.
Conheça o visual diferente do Coringa na nova versão de Liga da Justiça
A nova versão do Coringa de Jared Leto, que vai aparecer em “Liga da Justiça”, teve duas novas fotos reveladas. Publicadas antecipadamente pela revista Vanity Fair e acompanhadas por uma entrevista com o diretor Zack Snyder, as imagens mostram o vilão cabeludo e com cicatrizes no rosto, em vez do visual tatuado que Leto adotou em “Esquadrão Suicida”. Além disso, a roupa roxa clássica do personagem foi substituída por uma camisola encardida de hospital. Snyder descreve o novo traje do personagem como “um resquício de sua fuga para a selva” quando o mundo caiu. A participação de Leto vai se resumir a uma cena, que acontece durante um sonho delirante de Batman. “Eu acho que os fãs mereciam isso no universo da DC. Quer dizer, o Coringa de Jared Leto e o Batman de Ben Affleck nunca se encontraram em cena antes. Parecia chato, para mim, criar todo este universo e não ter uma cena sequer dos dois juntos”, disse o diretor na entrevista. No encontro, os dois abordam o assassinato de Robin pelas mãos do Palhaço do Crime, evento que Snyder aludiu em “Batman vs. Superman”, ao mostrar uma armadura do Robin pichada pelo Coringa. “Se fosse existir um outro filme, e obviamente agora ele não deve existir, eu teria feito um flashback em que vemos como o Robin morreu, como o Coringa colocou fogo na mansão Wayne, tudo o que aconteceu entre ele e Bruce”, contou Snyder, praticamente atiçando uma campanha por mais um filme. A nova versão de “Liga da Justiça”, com cerca de quatro horas de duração, muitas cenas inéditas e classificação “R”, indicada para maiores (de 17 anos nos EUA), tem estreia marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max, ainda inédita no Brasil.
Nova versão de Liga da Justiça recebe classificação para maiores nos EUA
A nova versão de “Liga da Justiça”, popularmente conhecida como “Snyder Cut”, teve sua classificação oficial divulgada pelo Film Ratings. O filme de super-heróis da DC Comics recebeu classificação “R”, indicada para maiores (de 17 anos nos EUA). Em dezembro, o diretor chegou a comentar que a produção receberia esse indicativo. “O filme é insano e tão épico que provavelmente será classificado como ‘R’ – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza”, revelou o cineasta em uma entrevista à revista EW. “Nós não ouvimos da MPA (entidade responsável pela classificação etária), mas essa é minha intuição”, completou Segundo a classificação oficial, o filme foi considerado para maiores devido à “violência e linguagem”. Ou seja, tem sangue e palavrões. Vale lembrar que versão original de “Liga da Justiça” chegou aos cinemas em 2017 com a tarja de PG-13, isto é, recomendada para maiores de 13 anos nos Estados Unidos. No Brasil, o filme foi liberado para maiores de 12 anos. Com mais de quatro horas de duração, a nova “Liga da Justiça” inclui todas as cenas filmadas por Zack Snyder e abandonadas quando Joss Whedon foi chamado para realizar a pós-produção e refilmagens. O lançamento está marcado para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max, ainda inédita no Brasil.
Zack Snyder revela primeira imagem do Coringa na nova versão de Liga da Justiça
O diretor Zack Snyder postou no Twitter a primeira imagem do Coringa, interpretado por Jared Leto, em sua versão de “Liga da Justiça”. A foto traz o vilão desfocado e em preto-e-branco, segurando uma carta de baralho com seu símbolo. “Que personagem incrível você criou. Honrado de ter nossos mundos colidindo”, elogiou o diretor na legenda, incluindo links para Jared Leto e o diretor David Ayer, que comandou o primeiro “Esquadrão Suicida”, onde o ator interpretou originalmente o vilão. A participação de Leto foi uma das duas cenas inéditas que Snyder filmou recentemente para incluir no longa. Todas as demais cenas da produção foram filmadas em 2017, antes do diretor abandonar a produção devido a problemas familiares. “Liga da Justiça” foi finalizado por Joss Whedon (“Os Vingadores”), que rodou novas cenas e mudou o tom da produção. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado com quatro horas de direção na HBO Max no dia 18 de março. Amazing character you created. Honored to have our worlds collide. @DavidAyerMovies @JaredLeto pic.twitter.com/6FubzkPh4Y — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 2, 2021
Zack Snyder anuncia data de estreia da nova Liga da Justiça
O diretor Zack Snyder revelou o dia de estreia de sua versão de “Liga da Justiça” nas redes sociais. Ele usou uma sequência de três postagens com novos cartazes da produção, que destacam a data oficial. O lançamento está marcado para o dia 18 de março. A estreia será no serviço de streaming HBO Max, por enquanto ainda não disponível no Brasil. Em entrevistas recentes, Snyder comentou que o filme também poderia chegar a um circuito limitado de cinemas. Mas é filme ou minissérie? O diretor começou dizendo que a produção teria formato de uma minissérie de quatro episódios, mas nos últimos tempos tem falado em filme de quatro horas. Não está descartada a possibilidade de a HBO Max oferecer as duas opções para seus assinantes. Snyder também disse que as mudanças no enredo foram tantas que acredita que a história possa ser reclassificada para maiores de idade. “O filme é insano e tão épico e provavelmente seja proibido para menores – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão com classificação elevada, com certeza”, ponderou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zack Snyder’s Justice League (@zacksnydersjusticeleague) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zack Snyder’s Justice League (@zacksnydersjusticeleague) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zack Snyder’s Justice League (@zacksnydersjusticeleague)
Zack Snyder diz que nova Liga da Justiça será filme de 4 horas
Nas primeiras entrevistas sobre a nova versão de “Liga da Justiça”, após a oficialização do projeto, Zack Snyder disse que o conteúdo poderia ser uma minissérie. Durante o evento DC FanDome, ele anunciou que o lançamento chegaria à plataforma HBO Max com quatro episódios com uma hora de duração cada. Entretanto, ele parece ter mudado de ideia. Em resposta a um fã na rede social Vero, o cineasta afirmou que sua reedição de “Liga da Justiça” será um filme com 4h de duração. “Quatro horas sólidas”, ele escreveu, quando perguntado se a produção seria um longa-metragem desta duração. Vale observar que a resposta curta pode ser apenas um mal-entendido, pois a questão surgiu em meio a outra discussão, a respeito da possibilidade da Warner exibir o conteúdo no cinema. Snyder afirmou que sim. E considerando que o diretor restaurou o formado de IMAX da produção original, o circuito das telas gigantes parece ser o caminho mais natural para a projeção cinematográfica. Além disso, Snyder confirmou que o filme não terá uma cena pós-créditos e que a estreia deve acontecer em março. O filme vai restaurar as cenas filmadas por Snyder e que foram abandonadas quando Joss Whedon assumiu o comando do longa nas refilmagens, aproveitando que o diretor original pediu para se afastar após uma tragédia pessoal. Segundo o cineasta, 80% das imagens nunca foram vistas pelo público.
Intérprete de Ciborgue retoma briga com a Warner pelo filme do Flash
Ray Fisher e a WarnerMedia continuam em clima litigioso, após o ator denunciar abusos nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” e exigir uma investigação independente contra atitudes do diretor Joss Whedon e dos produtores Jon Berg e Geoff Johns. Após acusar o presidente da DC Films, Walter Hamada, de tentar acobertar o caso, o intérprete do herói Ciborgue disse que não trabalharia mais em nenhum filme produzido pelo executivo. Assim, a Warner anunciou o corte de sua participação no vindouro filme do Flash. Isto originou uma nova disputa de versões. Fisher publicou um longo texto de duas páginas em seu Twitter na noite de quarta (13/1), em que confirmou ter sido removido do elenco de “The Flash”. “Eu recebi confirmação oficial de que a Warner Bros. decidiu me remover do elenco de ‘The Flash’. Eu discordo fortemente desta decisão, mas não me surpreendo. Apesar do que havia sido noticiado, o envolvimento do Ciborgue em ‘The Flash’ era muito maior do que apenas uma ponta – e embora eu lamente perder a oportunidade de levar Victor Stone de volta às telas, chamar atenção às ações de Walter Hamada se provarão muito mais importantes para o mundo”. A WarnerMedia, a empresa-mãe da Warner Bros., contestou as alegações de Fisher de que ele foi removido do filme, observando que o ator se recusou a participar do longa ao dizer publicamente que não voltaria a trabalhar com Hamada. “No verão passado, Fisher foi convidado a repetir seu papel como Ciborgue em ‘The Flash’”, disse a WarnerMedia em um comunicado. “Dada sua declaração de que não participará de nenhum filme associado ao Sr. Hamada, nossa produção está agora seguindo adiante”. A WarnerMedia também negou ter rompido com Geoff Johns, o ex-chefe dos filmes da DC, que Fisher alegou que estava saindo da empresa após a investigação de suposta má conduta nos bastidores de “Liga da Justiça”. Johns é um dos roteiristas de “Mulher-Maravilha 1984”, criador e showrunner de “Stargirl”, além de produtor de várias séries da DC Comics. “A Warner Bros. continua a fazer negócios com Geoff Johns, que continua a produzir ‘Stargirl’, ‘Batwoman’, ‘Patrulha do Destino’, ‘Superman & Lois’ e ‘Titãs’ para o estúdio, entre outros projetos”, acrescentou a empresa. Fisher tem feito várias alegações por meio das redes sociais, inclusive apontando que a saída de Joss Whedon da vindoura série “The Nevers”, que o cineasta criou para a HBO, teria sido consequência de sua denúncia e da investigação que se seguiu, apesar da suposta resistência inicial de Hamada em lhe dar ouvidos. Hamada não era o chefe da DC Films durante a produção de “Liga da Justiça”. o ex-diretor da New Line assumiu o cargo em janeiro de 2018, dois meses depois do filme implodir nas bilheterias. No entanto, Fisher diz que Hamada tentou acobertar os supostos maus-tratos cometidos por Whedon, que assumiu a cadeira de diretor depois que o cineasta original, Zack Snyder, deixou a produção devido à morte de sua filha. Ele também teria tentado livrar Geoff Johns das acusações. Agora é Ann Sarnoff, presidente e CEO da WarnerMedia Studios and Networks Group, quem se pronuncia contra as afirmações de Fisher. “Acredito em Walter Hamada e que ele não impediu ou interferiu na investigação”, disse Sarnoff em nota. “Além disso, tenho total confiança no processo e nas conclusões da investigação. Walter é um líder respeitado, conhecido por seus colegas e por mim como um homem de grande caráter e integridade. Como eu disse no anúncio recente de extensão do acordo de Walter, estou animada com o caminho que ele está levando a DC Films e ansiosa para trabalhar com ele e o resto da sua equipe para construir o Multiverso DC”. Apesar disso, Fisher não está recuando. Nas redes sociais, ele se ofereceu para “submeter-se a um teste do polígrafo para apoiar minhas alegações contra [Hamada]”. A investigação das alegações de Fisher foi encerrada em dezembro, com a Warner divulgando um comunicado, dizendo que “medidas corretivas foram tomadas”. A impressão, porém, é que apenas Whedon, que disse estar se afastando de “The Nevers” por vontade própria, e o próprio Fisher foram prejudicados.











