KondZilla atinge 60 milhões de assinantes no YouTube
Considerado o maior canal do YouTube da América Latina, KondZilla atingiu 60 milhões de assinantes nesta terça(1/9). A marca é inédita para um canal de música. Criado há oito anos, o canal já publicou mais de 1,5 mil clipes e acumula mais de 31 bilhões de visualizações. Entre os campeões de views estão “Bum Bum Tam Tam”, de Mc Fioti, e “Olha a Explosão”, do cantor Kevinho. Ambos ultrapassaram a marca de 1 bilhão de exibições cada. “O YouTube nos trouxe até aqui e é muito importante na nossa estratégia, cada vez mais estamos diversificando e nos consolidando em diversas frentes como uma companhia de multiplataformas, sempre inovando e em linha com as tendências do mercado audiovisual e musical”, disse o diretor Konrad Dantas, o Kond, mentor e fundador do canal KondZilla. O perfil oficial da produtora no Instagram também comemorou a marca com os seguidores: “Obrigado a todos que fazem parte dessa história, juntos somos vozes, juntos somos mais fortes! Favela venceu!”. Além de canal no YouTube, KondZilla também é gravadora e atualmente gerencia a carreira de mais de cem artistas, entre eles Lexa, Kevinho, Mc Kekel, Mc Lan e outros. Para completar, virou produtora de séries com o lançamento de “Sintonia”, que se tornou o maior sucesso nacional da Netflix no ano passado. Ver essa foto no Instagram SOMOS 60 MILHÕES!🔥😍O Canal KondZilla acaba de atingir a marca de 60 milhões de inscritos!🎉Obrigado à todos que fazem parte dessa história, juntos somos vozes, juntos somos mais fortes!🚀 FAVELA VENCEU! . . #funk #kondzilla #canalkondzilla #juntossomosvozes Uma publicação compartilhada por K O N D Z I L L A (@kondzilla) em 31 de Ago, 2020 às 12:21 PDT
Estreias online: Confira 7 séries para maratonar no fim de semana
Sete séries lançam episódios em streaming nesta semana, oferecendo maratonas de aventura, ficção científica, comédia, drama e ação para os espectadores. A lista inclui três minisséries completas: a elogiada “Devs”, de Alex Garland, e a francesa “A Última Onda”, ambas de temática sci-fi, além da brasileira “Um Dia Qualquer”, trama policial que agradou na TV paga e agora começa a ser oferecida em VOD. Os destaques ainda incluem o final da premiada “Gatunas” e a transferência de “Cobra Kai”, do implodido YouTube Premium para a Netflix. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais lançamentos do gênero em streaming. Devs | EUA | Minissérie Criada pelo visionário cineasta Alex Garland, diretor de “Ex-Machina” (2014) e “Aniquilação” (2018), a série aborda física quântica, tecnologia de ponta e determinismo, por meio de uma história de ficção científica. O título “Devs” é o apelido dado aos “desenvolvedores” de programas de informática e a trama acompanha uma engenheira de computação novata, Lily Chan (Sonoya Mizuno, de “Ex_Machina”), funcionária de uma companhia tecnológica de São Francisco, que secretamente investiga a divisão de desenvolvimento da empresa após o desaparecimento misterioso de seu namorado. O elenco também conta com Nick Offerman (série “Parks and Recriation”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Alison Pill (“Star Trek: Picard”). Lançada no começo do ano nos EUA, atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Fox Play. Cobra Kai | EUA | 1ª e 2ª Temporadas O maior sucesso do YouTube Premium, agora na Netflix, retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme. A trama se concentra na renovada rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos primeiros episódios. Disponível na Netflix. Gatunas | EUA | 2ª Temporada A 1ª temporada foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil do ano passado e os novos episódios encerram a trama, sobre três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser cada vez mais ousadas. A série adapta best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Disponível na Netflix. Masaba Masaba | Índia | 1ª Temporada Neena e Masaba Gupta, mãe e filha na vida real, interpretam versões de si mesmas numa divertida comédia sobre a vida no mundo da moda indiana. Disponível na Netflix. Aggretsuko | Japão | 3ª Temporada A simpática panda vermelha, que é estagiária de contabilidade durante o dia e metaleira de karaokê à noite, finalmente recebe uma promoção. Mas não demora a perceber que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. Concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), “Aggretsuko” foi concebida como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Disponível na Netflix. A Última Onda | França | Minissérie completa Neste thriller sobrenatural, uma nuvem sinistra encontra uma onda gigantesca durante uma competição de surf em uma cidade no sudoeste da França, fazendo os banhistas desaparecerem. Algumas horas depois, eles reaparecem sem nenhuma consequência aparente, mas também sem qualquer lembrança do que aconteceu. E todos começam a demonstrar poderes excepcionais e inexplicáveis. O detalhe é que a nuvem continua a pairar no horizonte, enquanto a natureza começa a se manifestar de forma ameaçadora e os moradores da cidadezinha se apavoram com a possibilidade de algo pior se materializar, numa vingança do meio ambiente contra a humanidade. Disponível na Globoplay. Um Dia Qualquer | Brasil | 1ª Temporada Depois de passar no canal pago Space, a nova série brasileira chega aos serviços VOD. A produção aborda as milícias do Rio em cinco episódios, que registram 24 horas de violência, drama e corrupção, a partir da jornada de uma mãe em busca da verdade sobre o seu filho desaparecido. Sua única pista é que o jovem foi visto pela última vez com um ex-policial, que atualmente se autodenomina “dono do bairro”. A direção é de Pedro von Krüger, que trabalhou na equipe de câmera dos filmes “Tropa de Elite” e foi diretor de fotografia da série “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, da Amazon. Ele também assina a história com outros roteiristas, incluindo Leonardo Gudel, que já trabalhou em duas séries criminais: “A Lei e o Crime” e “Acerto de Contas”. Já o elenco destaca Mariana Nunes (“Alemão”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Jefferson Brasil (“Ilha de Ferro”), Tainá Medina (“O Doutrinador”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Vinícius de Oliveira (o menino agora adulto de “Central do Brasil”). Disponível na Now, Sky Play e Vivo Play.
Diretor Edu Felistoque disponbiliza seus filmes de graça no YouTube
O cineasta paulistano Edu Felistoque lançou um canal no YouTube para disponibilizar parte de sua filmografia na íntegra. A lista de filmes que podem ser vistos de graça inclui a “Trilogia da Vida Real”, como foram batizados o conjunto formado pelos filmes “Insubordinados” (2014), “Hector” (2016) e “Toro” (2016) – este último premiado no Cine PE. Há também trabalhos mais antigos, como o drama “Inversão” (2010) e o curta documental “Zagati” (2002), premiado no Festival de Gramado, além de outros curtas-metragens e as séries completas “Buscando Buskers” (2017) e “Bipolar” (2010). O canal de Felistoque ainda apresenta teasers de produções ainda inéditas do diretor, como “Terra em Transe ou Transição?” e “Trilha Sonora da Cidade”. “Sempre percebi que o cinema brasileiro não chega de forma abrangente a todos os brasileiros! Muitos dos meus filmes participaram e foram premiados em festivais nacionais e internacionais, como também já foram exibidos em circuitos de salas de cinema e em grandes canais de TV. Embora festivais, salas e canais sejam de extrema importância, são pagos e só alcançam um determinado público. Daí surgiu a ideia de ampliar este alcance, colocando a audiência maior e mais eclética do Youtube em contato com os filmes e séries”, diz o diretor em comunicado sobre a iniciativa. O conteúdo está disponível em https://www.youtube.com/edufelistoque.
Cobra Kai: Série que retoma Karatê Kid ganha trailer para estreia na Netflix
A Netflix adquiriu os direitos de “Cobra Kai”, série originalmente produzida para o YouTube, que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”. Um trailer anuncia a disponibilização das duas primeiras temporadas em seu serviço, enquanto os produtores dão os toques finais da 3ª temporada, ainda inédita. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. E, para facilitar o negócio, o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar em 2018 e 2019, estrearão agora na Netflix. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, tem previsão de chegar na plataforma em 2021. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer que prepara o relançamento das duas primeiras temporadas da série, que chegam na Netflix na sexta (28/8).
Novo clipe do BTS quebra recorde de visualizações do YouTube
O novo vídeo da boy band sul-coreana BTS estabeleceu um novo recorde de visualizações em 24 horas no YouTube. Lançado na sexta (21/8), o clipe de “Dynamite” foi visto 101,1 milhões de vezes em seu primeiro dia no YouTube, superando com folga o antigo campeão – por sinal, outro fenômeno do K-pop, o grupo feminino Blackpink e seu clipe de “How You Like That”. O clipe animado e dançante, em que os muitos cantores da banda se alternam com closes de caretas, óculos escuros, cabelos coloridos e brincos, também registra a primeira música cantada inteiramente em inglês do BTS. Os mais novinhos podem perceber influência de Justin Timberlake na canção. Ele também começou numa boy band nos anos 1990. Mas na verdade o funk contagiante é um legado da boy band original, os Jackson Five do menino Michael Jackson. O vídeo alcançou outros recordes, como a estreia mais assistida da história do YouTube, com mais de 3 milhões de espectadores sintonizados simultaneamente no momento em que entrou ao vivo, além de ter liderado o ranking do YouTube em todo o mundo apenas 12 horas após seu lançamento, segundo confirmou o próprio portal do Google à imprensa. Vale considerar também que o BTS já tinha determinado recordes anteriores de visualizações em 24 horas várias vezes – mais recentemente com o lançamento de “Boy With Luv” com Halsey em abril de 2019 (74,6 milhões de visualizações em 24 horas). Por sinal, o vídeo de “Dynamite” foi dirigido por Yong Seok Choi da produtora Lumpens, que também dirigiu “Boy With Luv”. O BTS vai interpretar “Dynamite” pela primeira vez ao vivo no MTV Video Music Awards de 2020, que vai acontecer no domingo que vem, 30 de agosto, nos EUA.
A Vida em um Dia 2020: YouTube recebe mais de 300 mil vídeos para filme coletivo
O YouTube revelou que o número de voluntários para o projeto coletivo “A Vida em um Dia 2020” superou expectativas, com envios de 300 mil vídeos de 191 países e em mais de 65 línguas diferentes. As milhares de horas de filmagens representarão agora um dos maiores desafios de edição de todos os tempos, pois deverão ser integradas num filme de 90 minutos. Os cineastas amadores atenderam a uma convocação dos diretores Kevin Macdonald e Ridley Scott para gravarem um dia de suas vidas, mais especificamente o dia 25 de julho de 2020. O resultado servirá como uma espécie de capsula do tempo da situação do planeta em 2020. A ideia era repetir a experiência que rendeu o filme de mesmo nome, realizado há dez anos. Desde então, os celulares com câmeras de alta definição se multiplicaram, o que fez com que a participação fosse muito maior que qualquer estimativa, o que também renderá muito mais trabalho. Há uma década, Macdonald e Scott receberam 4,5 mil horas de filmagens de 80 mil fontes diferentes, que deram vida ao primeiro “A Vida em um Dia”, disponível no YouTube e com mais de 16 milhões de visualizações desde então. Para a realização do segundo filme, Macdonald deixou quatro perguntas como sugestões para guiar as filmagens dos participantes, que devem se tornar tópicos priorizados na edição de imagens. São elas: “o que você ama? Do que você tem medo? O que você gostaria de mudar, seja sobre sua vida ou sobre o mundo? O que você guarda no bolso?”. Os vídeos recebidos agora terão suas cenas analisadas e selecionadas por um time com 30 profissionais, responsáveis pela curadoria das imagens. Depois, três editores trabalharão com Macdonald para montar as cenas num filme coeso, ainda que coletivo. O resultado final será conhecido no Festival de Sundance, em janeiro de 2021, e depois disponibilizado no YouTube. Veja abaixo o vídeo em que Macdonald agradece a participação do público.
Facebook vai começar a exibir clipes como o YouTube
O Facebook anunciou na sexta-feira (31/7) que vai passar a disponibilizar clipes musicais licenciados em sua rede social nos Estados Unidos, em competição direta com o YouTube – que alimenta a maior parte de seu tráfico com vídeos de músicas. O serviço de “music experience” do Facebook já estava disponível na Índia e na Tailândia e, após ser aprovado nos primeiros testes, faz sua estreia neste fim de semana nos Estados Unidos. Ao contrário do YouTube, que enfrentou resistência das gravadoras no começo de sua operação, o Facebook fechou de cara uma associação com as grandes empresas musicais, como Sony Music Group, Universal Music Group, Warner Music Group e BMG, além de alguns selos independentes, para distribuir seus catálogos de vídeos. Os clipes foram fundamentais para o crescimento do YouTube, a ponto de abalarem o plano de negócios da MTV. Atualmente, a plataforma de vídeos do Google conta com mais de 2 bilhões de usuários mensais e se tornou uma das maiores fontes de receita das gravadoras. “Com clipes oficiais no Facebook, estamos criando novas experiências que vão além de só assistir ao vídeo”, declarou o vice-presidente de Desenvolvimento da rede social, Vijaye Raji, em comunicado. “Continuaremos trabalhando com nossos sócios para construir uma experiência social única e levar a música a formas em que as pessoas se conectem e compartilhem”. Os clipes, como qualquer post no Facebook, poderão ser compartilhados, gerar reações e receber comentários. Quando compartilhados no Feed de notícias, nos Grupos, Páginas ou no Messenger, os seguidores e amigos de quem compartilhou poderão acompanhar as postagens. Além disso, o serviço também incluirá páginas de artistas com feed de notícias – e, curiosamente, essa combinação de música e notícias faz lembrar o antigo MySpace. Nos últimos anos, o Facebook vem tentando se tornar um player no mercado de vídeo digital, que pode ser uma fonte lucrativa de receita com anúncios e também ajudar a manter o envolvimento com a plataforma por mais tempo. Em 2017, a empresa lançou o Facebook Watch, apresentando programas originais e vídeos populares de criadores e organizações de mídia. Os vídeos musicais serão oferecidos como parte do Facebook Watch, numa nova seção dedicada à música, que permitirá que os usuários explorem os vídeos por gênero, nome do artista ou através de listas de reprodução temáticas, como “MVPs do Hip Hop”, “Epic Dance Videos”, “Popular nesta Semana” e “Novidade da Semana”. A empresa também aplicará sua tecnologia de personalização à experiência musical. À medida que os usuários assistem, se envolvem e compartilham, o destino Música no Facebook Watch ficará mais sintonizado com seus gostos e interesses pessoais. Mais experiências sociais são planejadas para o futuro. Ainda não há previsão para a chegada do serviço ao Brasil, mas vale observar que um dos clipes destacados no material de divulgação da iniciativa (ilustração acima) é “Tocame” da brasileira Anitta.
Kéfera dá adeus ao YouTube em vídeo emocional
Kéfera Buchmann se despediu do YouTube neste sábado (25/7) numa gravação emocional. O que parecia uma comemoração, divulgada num vídeo intitulado “10 Anos de Canal!”, na verdade foi um adeus. Há tempos ela vinha se dedicando mais à carreira de atriz, praticamente desde que estrelou “É Fada!”, em 2016. Mais recentemente, ela fez sua primeira novela, “Espelho da Vida” (2018 e 2019), o filme “Eu Sou Mais Eu” (2019) e a série “Ninguém Tá Olhando” (2019), e acabou deixando de lado sua página na plataforma de vídeos. Só que oficialmente não tinha encerrado a atividade que a projetou. Agora, Kéfera se assumiu como uma ex-YouTuber. No vídeo, ela explicou que este seria realmente seu último post no canal, pois já que não se sentia mais confortável em continuar fazendo isso. E lembrou que, logo no começo de sua carreira, já tinha deixado claro que o motivo principal de fazer o “5inco Minutos” era, justamente, conseguir se lançar como atriz. “Meu sonho sempre foi atuar e ainda é. É lógico que eu sei que a internet me expôs de uma forma positiva”, ela destacou. Além de considerar a plataforma uma etapa superada, ela listou outros motivos para largar o Youtube, como a pressão para que permanecesse sempre igual e não mudasse – apesar de ter começado o canal com 17 anos! “Eu tentei agradar ao público tentando ser quem eu não era mais e fazendo vídeos de assuntos que eu não queria mais. O que eu propus de novo tiveram relutância. Eu não tive mais saco para aguentar gente reclamando das minhas mudanças”, ela contou. “Parecia que nunca estava bom, que as pessoas nunca estavam satisfeitas”, desabafou, observando o crescimento dos comentários negativos. “E isso começou a me fazer mal. Meu saco encheu. É muito estranho, porque quando você se torna uma pessoa conhecida e relevante as pessoas acham que você é feita de cimento, que elas podem chutar e está tudo bem. Só que ‘oi!’, é um ser humano que está aqui”, continuou. Kéfera agora quer se dedicar totalmente à carreira de atriz e, para ela, isso implicava em encerrar seu canal. “Eu não sou uma atriz consagrada, mas eu quero ser. Sei que ainda vou dar muito duro para isso, nunca achei que fosse fácil. No meu último vídeo, eu não me despedi e agradeci dessa forma. Por hora, por alguns anos, talvez para sempre, não sei, esse é o último vídeo do canal. Por muito tempo eu fiquei me cobrando isso, de fechar esse ciclo direito”, contou. Claramente emocionada, ela se esforçou para não desabar em lágrimas. “Me sinto aliviada. Falei que não ia chorar, não sou bonita chorando! É uma exposição meio f***. Se abrir, chorar, geralmente era só com amigos íntimos. Já chorei muito na internet”, afirmou. Sobre a possibilidade de voltar atrás, ela ponderou: “Nunca diga nunca, vai que um dia eu resolva voltar? Por hora, não tenho vontade”. Veja o vídeo completo abaixo.
Ridley Scott e Kevin Macdonald te convidam a gravar este dia
Os cineastas Kevin Macdonald e Ridley Scott estão convidando pessoas do mundo inteiro para gravar um vídeo neste sábado (25/7), registrando o que fazem durante o dia. As cenas devem compor um documentário colaborativo no YouTube, “A Vida em um Dia”, uma espécie de capsula do tempo da situação do planeta em 2020. A ideia é repetir a experiência que rendeu o filme de mesmo nome, realizado há dez anos. Desde então, os celulares com câmeras de alta definição se multiplicaram, o que faz com que a expectativa de Macdonald, responsável pela edição final, seja de imagens de mais qualidade, mas também de muito mais trabalho. Há uma década, ele e Scott receberam 4,5 mil horas de filmagens, de 80 mil fontes diferentes, vindos de 189 países em dezenas de línguas. O resultado foi condensado em 90 minutos por um time de editores, dando vida ao primeiro “A Vida em um Dia”, disponível no YouTube com mais de 16 milhões de visualizações desde então. Desta vez, Macdonald deixou quatro perguntas como sugestões para guiar as filmagens dos participantes, que devem se tornar tópicos priorizados na edição de imagens. São elas: “o que você ama? Do que você tem medo? O que você gostaria de mudar, seja sobre sua vida ou sobre o mundo? O que você guarda no bolso?”. A duração dos vídeos é livre e os participantes podem enviar mais de uma gravação com momentos distintos do dia. O idioma também é livre. Mas as contribuições precisam refletir histórias pessoais com autenticidade e realismo – e não de forma performática ou afetada como se costuma fazer nas redes sociais. As gravações devem ser enviadas até o dia 2 de agosto para o site https://lifeinaday.youtube. Uma vez recebidos, os vídeos terão suas cenas analisadas e selecionadas por um time com 30 profissionais, responsáveis pela curadoria das imagens. Depois, três editores trabalharão com Macdonald para montar as cenas num filme coeso, ainda que coletivo. O resultado final será conhecido no Festival de Sundance, em janeiro de 2021. Veja abaixo o vídeo em que Macdonald apresenta o projeto.
Ridley Scott e Kevin Macdonald convidam o mundo a contribuir para filme coletivo
Os cineastas Riddley Scott e Kevin Macdonald voltaram a se juntar com o YouTube para criar um novo documentário com a premissa de “A Vida em um Dia” (A Life in a Day). A ideia é repetir a experiência que rendeu o filme de mesmo nome, realizado há dez anos, fazendo um convite aberto a todas as pessoas do planeta para registrarem em vídeo como é um dia comum de suas vidas. As gravações têm data para acontecer. Elas precisam ser feitas durante o próximo sábado. Quem tiver interesse em participar, tem apenas que gravar seu cotidiano em dia 25 de julho e, depois, enviar o vídeo para o site https://lifeinaday.youtube. O prazo de recebimento se encerra em 2 de agosto. “Todos podem participar. Iremos reunir vídeos dos quatro cantos do mundo para criar um longa-metragem filmado por vocês e com estreia no Sundance Film Festival de 2021”, diz o site oficial da produção. A grande diferença em relação ao primeiro “A Vida em um Dia” é que, neste ano, o documentário deve registrar o impacto da pandemia de coronavírus no cotidiano das pessoas. No primeiro documentário, foram recebidos cerca de 80 mil vídeos, que somavam em torno de 4,5 mil horas. Para selecionar os melhores materiais, um time com 30 profissionais vai ajudar na curadoria e três editores trabalharão com Macdonald para montar as cenas num filme coeso, ainda que coletivo. A duração dos vídeos é livre e os participantes podem enviar mais de uma gravação com momentos distintos do dia. O idioma também é livre. Mas as contribuições devem refletir histórias pessoais com autenticidade e realismo – e não de forma performática ou afetada como se costuma fazer nas redes sociais. Confira mais detalhes no vídeo abaixo.
Novo clipe do grupo de K-pop Blackpink bate recorde de visualizações em 24 horas no YouTube
“How You Like That”, o novo clipe do fenômeno K-pop Blackpink, estourou a audiência do YouTube, estabelecendo um novo recorde de visualizações para vídeo mais assistido no portal em 24 horas. O clipe de andamento, coreografia, cenografia e figurinos mutantes foi visto nada mais nada menos que 82 milhões de vezes entre sexta (26/6) e sábado (27/6). O número excessivo superou o 2ª colocado em 7 milhões de visualizações. E o detalhe: o agora vice-líder também é um clipe de K-pop, “Boy with Luv”, lançado em abril passado pela boy band BTS. Está rolando uma briga particular e acirrada entre o principal grupo vocal feminino e o masculino do pop sul-coreano, já que “Boy with Luv” tinha superado o recorde anterior de “Kill This Love” (56,7 milhões de views) das próprias Blackpink. Detalhe: 7 dos 10 vídeos mais vistos em 24 horas no YouTube são agora lançamentos de K-pop – a lista também inclui vídeos da girl group Twice. “How You Like That”? Muito, aparentemente. Confira abaixo o novo recordista do YouTube.
Fundação Clóvis Salgado disponibiliza clássicos do cinema japonês de graça no YouTube
A cinquentenária Fundação Clóvis Salgado, responsável pelo Palácio das Artes de Minas Gerais, disponibilizou gratuitamente diversos clássicos do cinema japonês no YouTube. A mostra Clássicos do Cinema Japonês, que poderá ser vista na página da fundação até o dia 9 de julho, tem preciosidades de grande mestres, como Yasujiro Ozu (1903-1963), Kenji Mizoguchi (1898-1956), Mikio Naruse (1905-1969), e Kinuyo Tanaka (1909-1977). As obras se concentram no período entre 1949 e 1953 e estão todas legendadas em português. São três títulos de cada diretor, menos Tanaka, atriz de sucesso que se tornou uma das primeiras diretoras japonesas. Ela comparece com apenas um filme, sua estreia na direção: “Cartas de Amor” (1953). Ozu responde pelas preciosidades “Pai e Filha” (1949), “O Sabor do Chá Verde sobre o Arroz” (1952) e o célebre “Era uma Vez em Tóquio” (1953), considerado o 3º Melhor Filme de Todos os Tempos na eleição mais recente do BFI (British Film Institute). “Pai e Filha”, por sinal, é o 15º da mesma lista. De Naruse, a seleção traz “Batalha de Rosas” (1950), “Relâmpago” (1952) e “Irmão, Irmã” (1953), do meio de sua carreira. Por fim, os filmes de Mizoguchi são “Senhorita Oyu” (1951), “A Música de Gion” (1953) e o premiadíssimo “Contos da Lua Vaga” (1953), que venceu o Leão de Prata num ano em que o Festival de Veneza não entregou o Leão de Ouro, considerando impossível definir qual era o melhor filme entre a obra de Mizoguchi, “Moulin Rouge”, de John Houston, “Os Boas Vidas”, de Federico Fellini e “Teresa Raquin”, de Marcel Carné. Os filmes podem ser vistos na playlist abaixo. Ou na página do Palácio das Artes (neste link).
Cobra Kai: Série derivada de Karatê Kid troca YouTube pela Netflix
“Cobra Kai”, série que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”, trocou o YouTube, sua casa original, pela Netflix. O YouTube abandonou completamente seu projeto de criar uma seção premium no portal, com conteúdo pago em streaming, e suspendeu todas as produções que vinha desenvolvendo. A série “On Becoming a God in Central Florida”, por exemplo, foi parar no canal pago Showtime. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. Para facilitar o negócio, o YouTube até abriu mão da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar no YouTube em 2018 e 2019, estrearão na Netflix ainda neste ano. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, deve chegar na plataforma logo em seguida. A série era o maior sucesso dentre as atrações originais do YouTube. O primeiro episódio, liberado no portal, foi visto mais de 80 milhões de vezes. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer oficial da série.












