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  • Filme

    David Oyelowo vai estrelar musical da Disney criado pelo roteirista de Moonlight

    1 de outubro de 2017 /

    O ator David Oyelowo (“Selma”) vai produzir e estrelar o novo filme do roteirista de “Moonlight”, Tarell Alvin McCraney, vencedor do Oscar 2017. O mais curioso é que se trata de um musical da Disney, concebido como um mashup das tramas clássicas de “Otelo”, de William Shakespeare, e “Cyrano de Bergerac”, de Edmond Rostand. Segundo o site The Hollywood Reporter, assim como em “Cyrano”, a produção vai contar a história de um poeta que acaba ajudando um outro homem a conquistar a mulher que secretamente ama. Mas logo passa a ter surtos de ciúmes, como o mouro Otelo. Intitulada “Cyrano the Moor” (Cyrano, o Mouro), a história será ambientada na cidade de Bristol, na Inglaterra do século 19. Oyelowo já trabalhou numa produção da Disney, “Rainha de Katwe” (2016), e está atualmente filmando a sci-fi “Chaos Walking”, com Doug Liman (“Feito na América”). “Cyrano the Moor” ainda não tem diretor definido nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Josh Hutcherson e Kaya Scodelario vão estrelar versão moderna de Romeu e Julieta

    26 de setembro de 2017 /

    O clássico “Romeu e Julieta” vai ganhar mais uma versão nos cinemas, dessa vez com Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”) e Kaya Scodelario (franquia “Maze Runner”), nos papeis principais. Produzido pela Mark Gordon Company, o filme será uma versão moderna da peça de William Shakespeare e vai se chamar “Die in a Gunfight” (“Morra num Tiroteio”, em tradução livre). Já pelo título, remete a outra versão contemporânea da história, “Romeu + Julieta”, que Leonardo DiCaprio e Claire Danes estrelaram há 21 anos. O roteiro foi escrito por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, que trabalharam sem créditos em “Homem-Formiga” (2015) e assinam a continuação “Homem-Formiga e a Vespa”. Na adaptação, a trama originalmente situada na Itália medieval é transportada para o mundo corporativo dos Estados Unidos atual. A direção está a cargo de Collin Schiffli, premiado no festival SXSW em 2014 por seu longa-metragem de estreia, “Animals”, e o elenco ainda inclui Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e Helen Hunt (“Melhor É Impossível”). As filmagens vão começar em outubro na cidade de Boston e a data de estreia ainda não foi definida.

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  • Série

    Série Will, sobre o jovem Shakespeare, é cancelada no final da 1ª temporada

    6 de setembro de 2017 /

    O canal pago TNT anunciou o cancelamento da série “Will”, drama de época que imaginava a história de um jovem William Shakespeare na cena teatral londrina do século 16. A série foi cancelada ao final da 1ª temporada, por não conseguir atrair o público. “Will” estreou diante de apenas 633 mil espectadores e seus números desabaram para cerca de 300 mil espectadores nas últimas semanas na medição Live + SD (que soma as exibições no mesmo dia da transmissão original). Repleta de cores e vivacidade, a série tinha uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor Baz Luhrmann (de “O Grande Gatsby”) e os episódios eram dirigidos pelo cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também dividiu a produção com Pearce. O elenco era encabeçado pelo estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Mulher-Maravilha”) como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A produção esteve em desenvolvimento por mais de um ano antes de chegar à TV americana em 10 de julho. O último episódio foi ao ar na segunda (4/9).

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  • Série

    Will: Série sobre o jovem William Shakespeare ganha novo trailer

    14 de junho de 2017 /

    O canal pago TNT divulgou um novo trailer de “Will”, que contará a chegada do jovem William Shakespeare ao cenário teatral londrino do século 16. Repleta de cores e vivacidade, a prévia revela uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. De fato, a produção lembra mais um filme dirigido por Baz Luhrmann. E não é coincidência. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor de “O Grande Gatsby” (2013). A direção ficou a cargo do cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também divide a produção com Pearce. Já o elenco destaca o estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Trainspotting”) como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A produção está em desenvolvimento há mais de um ano e vai chegar à TV americana em 10 de julho.

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  • Filme

    Hamlet ganhará versão dinamarquesa com ator de O Amante da Rainha

    22 de maio de 2017 /

    A peça clássica “Hamlet”, de William Shakespeare, vai ganhar mais uma versão nos cinemas. Será a primeira adaptação com produção dinamarquesa desde o cinema mudo, apesar da trama original se passar no país, acompanhando a história do jovem príncipe que se faz de louco para se vingar do tio usurpador do trono da Dinamarca. Curiosamente, a nova versão terá um nome diferente, “Hamlet Revanant”, que não ganhou maiores explicações. O papel principal será desempenhado por Mikkel Boe Følsgaar, que ficou conhecido pelo papel do jovem rei louco em “O Amante da Rainha” (2012), e o elenco terá a também dinamarquesa Connie Nielsen (a rainha Hipólita de “Mulher-Maravilha”) no papel de sua mãe e a estreante Maria Boda como Ofélia. A produção também contará com o inglês Ian McKellen (“O Hobbit”), o irlandês Gabriel Byrne (“Ninguém Deseja a Noite”) e os franceses Lambert Wilson (“Homens de Deuses”) e Dominique Pinon (“Uma Viagem Extraordinária”) em papéis não determinados. A direção está a cargo do inglês Ken McMullen (“1871”) e as filmagens estão previstas para o segundo semestre. “Hamlet Revanant” é a segunda produção cinematográfica baseada na obra clássica de Shakesperare atualmente em desenvolvimento. A atriz inglesa Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”) vai estrelar outra versão da história, baseada no ponto de vista de Ofélia. Intitulado, justamente, “Ophelia”, este longa já começou a ser filmado, com direção da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”).

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  • Filme

    Daisy Ridley vai viver Ofélia em versão alternativa de Hamlet

    2 de maio de 2017 /

    A atriz Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”) vai enfrentar um novo desafio em sua carreira: interpretar a personagem Ofélia, da obra clássica “Hamlet”, de William Shakespeare. Intitulado justamente “Ophelia” (a grafia original do nome da personagem), o filme é baseado em um livro de Lisa Klein, que reimagina a obra clássica de Shakespeare sob a ótica da trágica Ofélia. A história é contada sob o ponto de vista da jovem ingênua e apaixonada, que se suicida por amor ao jovem príncipe que se finge de louco. Outro detalhe é que, apesar de se passar no século 14, a trama utiliza linguagem contemporânea. O elenco também vai trazer Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Clive Owen (série “The Knick”) e George MacKay (“Capitão Fantástico”) respectivamente como a rainha Gertrude (mãe de Hamlet), o rei Claudius (o tio-padrasto) e o príncipe Hamlet. Esta será a segunda versão alternativa de “Hamlet” a chegar às telas. Em 1990, o dramaturgo Tom Stoppard adaptou sua obra “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos” para o cinema, contando a história de dois personagens secundários da peça de Shakespeare. “Ophelia” terá direção da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”) e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Courtney Love entra em piloto de série de terror do roteirista de Águas Rasas

    4 de novembro de 2016 /

    A cantora Courtney Love entrou no elenco do piloto de “A Midsummer’s Nightmare”, projeto de série de terror que pretende ser uma versão contemporânea de “Sonho de uma Noite de Verão”, de William Shakespeare. Desenvolvido por Anthony Jaswinski (“Águas Rasas”) para o canal pago americano Lifetime, a atração terá formato de antologia, como “American Horror Story”. Caso o piloto seja aprovado, a 1ª temporada trará quatro jovens amantes, cujos planos românticos numa cabana na floresta serão frustrados por forças sobrenaturais, que manifestam fantasias e desejos obscuros contra eles. Vista recentemente nas séries “Sons of Anarchy”, “Revenge” e “Empire”, Love viverá uma mulher misteriosa, responsável por transformar o refúgio dos sonhos dos amantes num pesadelo. O elenco do piloto também inclui Dominic Monaghan (série “Lost”), Daisy Head (série “Guilt”), Jake Robinson (série “American Odissey”), Eric Balfour (série “Haven”), Casey Deidrick (série “Eye Candy”), Chelsea Gilligan (série “Star-Crossed”), Paul Walter Hauser (série “Kingdom”), Rhys Ward (série “The Returned”), Anjali Jay (“A Incrível História de Adaline”) e a australiana Ellie Gall (“Puberty Blues”) em sua estreia nos EUA.

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  • Série

    Will: Veja o trailer estiloso da série sobre o jovem Shakespeare

    4 de setembro de 2016 /

    O canal pago TNT divulgou o trailer de “Will”, nova série aprovada para a próxima temporada, que contará a chegada do jovem William Shakespeare ao cenário teatral londrino do século 16. Repleta de cores e vivacidade, a prévia revela uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. De fato, a produção lembra mais um filme dirigido por Baz Luhrmann. E não é coincidência. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor de “O Grande Gatsby” (2013). A direção ficou a cargo do cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também divide a produção com Pearce. Já o elenco destaca o estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Trainspotting”), como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A previsão de estreia é para 2017, ainda sem data definida.

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  • Série

    Will: Veja o primeiro trailer da série sobre o jovem Shakespeare, do roteirista de O Grande Gatsby

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “Will”, nova série aprovada para a próxima temporada, que contará a chegada do jovem William Shakespeare ao cenário teatral londrino do século 16. Repleta de cores e vivacidade, a prévia revela uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. De fato, a produção lembra mais um filme dirigido por Baz Luhrmann. E não é coincidência. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor de “O Grande Gatsby” (2013). A direção ficou a cargo do cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também divide a produção com Pearce. Já o elenco destaca o estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Trainspotting”), como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A previsão de estreia é apenas para 2017.

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  • Filme

    Daisy Ridley viverá Ofélia em nova versão da tragédia de Hamlet

    5 de maio de 2016 /

    A atriz Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”) está negociando para estrelar “Ophelia”, baseado no best-seller homônimo de Lisa Klein, que traz um novo olhar sobre a tragédia de “Hamlet”. Daisy viveria a personagem-título, grafada Ofélia em português, que se apaixona pelo Príncipe Hamlet, da Dinamarca, e acaba se suicidando na obra clássica de William Shakespeare. Além da estrela da franquia “Star Wars”, a produção negocia com Naomi Watts (franquia “Divergente”) para o papel da rainha Gertrude. O roteiro foi escrito por Semi Chellas (série “Mad Men”) e a direção ficará a cargo da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”). Atualmente filmando “Star Wars: Episódio VIII”, Daisy Ridley ainda vai participar dos dramas “Kolma” e “The Lost Wife”.

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  • Filme

    Macbeth – Ambição e Guerra explora a força das palavras de Shakespeare

    24 de dezembro de 2015 /

    As palavras têm muita força, ainda mais quando escritas por William Shakespeare. Palavras levaram Othelo à perdição e Hamlet à loucura, mas foi com Macbeth que manifestaram seu poder mais devastador. Ditas por bruxas, são levadas à sério por um nobre demasiadamente mundano, virando maldição ao alimentar o que há de pior na alma humana. Ver uma nova adaptação de “Macbeth” – assim como, aliás, de qualquer obra popular – é basicamente buscar apreciar o que ela traz de novo, percebendo o quanto da fonte foi preservada e a estrutura escolhida para apresentá-la. Recentemente, até o cinema brasileiro se aventurou pela mesma tragédia shakespeareana, resultando em “A Floresta que se Move”, que nem é tão original quanto se imagina. A opção do diretor australiano Justin Kurzel (“Snowtown”) em “Macbeth – Ambição e Guerra” foi por preservar as palavras de Shakespeare, mantendo os diálogos rebuscados da peça original, mas montando o proscênio em locações autênticas das Highlands escocesas. O contraste é conflitante como a diferença entre o cinema e o teatro, resultando num trabalho esteticamente belo, mas frio. Na prática, até as cenas de viés épico, que remontam à direção de arte e figurino de “Coração Valente” (1995), com os escoceses pintados e vestidos para a guerra contra os ingleses, são relegadas a mero pano de fundo, servindo para inaugurar o primeiro ato e introduzir o encontro entre Macbeth (Michael Fassbender), um general do exército escocês, com as três bruxas que lhe contarão que ele será um rei. Aproveitando a encenação ao ar livre, Kurzel explora a paisagem com uma fotografia que privilegia o vermelho em diferentes tonalidades – o próprio céu é lindamente vermelho. Sem, entretanto, atingir o extremo sangrento de Roman Polanski em seu “Macbeth” escarlate de 1971. A nova versão não é tão violenta, mas não é por falta de mortes. Como se sabe, a profecia das bruxas vira a cabeça de Macbeth que, incentivado pela esposa, Lady Macbeth (Marion Cotillard), passa a acreditar em seu destino e a racionalizar um plano para assassinar o rei vigente, o bondoso Duncan, vivido por David Thewlis. A força das palavras o impulsiona para sua própria destruição. O filme destaca muito bem essa marca da peça, retomando o tema na cena em que Lady Macbeth ora para as forças do mal dentro de uma igreja cristã, tão disposta que estava em atingir o seu objetivo. Perturbador e um dos melhores momentos do longa, o chamado através das palavras contribui para o terrível pecado, que depois perturbará o espírito daqueles que o cometeram. Mas a filmagem também contempla silêncios, que servem como contraponto para as palavras fortes e poéticas do texto. Servem também para imprimir uma atmosfera de crescente tensão, acentuada pela trilha sonora de Jed Kurzel, irmão do diretor e guitarrista da banda The Mess Hall, que valoriza instrumentos de percussão nos momentos mais intensos e violentos. Uma pena que todo esse cuidado não resulte na catarse esperada.

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