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    Especial de Friends não será gravado antes do lançamento da HBO Max nos EUA

    11 de abril de 2020 /

    O especial de “Friends”, que voltaria a reunir o elenco original, não vai ser produzido a tempo de acompanhar o lançamento do serviço de streaming HBO Max, previsto para o próximo mês nos EUA. O motivo é a pandemia do novo coronavírus. As gravações ocorreriam no final de março, mas foram adiadas para maio e agora, com as mortes por covid-19 batendo recordes nos EUA, não há mais previsão para isso acontecer. Para compensar a frustração, a WarnerMedia informou que todos os 236 episódios da série poderão ser vistos desde o primeiro dia em sua nova plataforma. Os episódios saíram da Netflix nos EUA e se encontravam fora do alcance dos fãs americanos – já no Brasil, onde a HBO Max ainda não tem previsão de estreia, ainda é possível assistir “Friends” na Netflix. “Nós queremos compartilhar algumas informações sobre as datas de produção para o especial não roteirizado de Friends para o HBO Max. A produção foi adiada por causa da pandemia da covid-19. Isto significa que o especial não estará disponível no primeiro dia do serviço de streaming, em seu lançamento. Mas o especial está a caminho”, afirmou a WarnerMedia em comunicado. “O elenco e os produtores estão muito empolgados para começar o trabalho, já que esta será a primeira vez que o elenco inteiro se reunirá desde o fim da série [em 2004], e no set original. Há muitas surpresas guardadas e várias imagens raras de bastidores que eles querem dividir com os fãs. Nós manteremos vocês informados conforme os planos se solidificarem e nós tivermos uma data de estreia oficial”, acrescentou a empresa. Este especial não será um novo episódio da série. Nem sequer terá roteiro. Ele reunirá os seis astros da série — Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer — em uma conversa sobre os bastidores da atração. “Para evitar qualquer mal-entendido sobre o que é este especial, nós queremos deixar claro que este não será um episódio novo e original da série. Os atores vão participar como si mesmos, não como seus amados personagens”, ressalta a empresa. “Embora os fãs tenham de esperar mais um pouco por esta reunião, eles poderão assistir aos 236 episódios da série desde o primeiro dia do HBO Max”, concluiu a nota.

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  • Série

    Stargirl: Nova série de super-heróis ganha comercial repleto de ação

    9 de abril de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo comercial de “Stargirl”, sua próxima série de super-heróis da DC Comics. A prévia mostra a aspirante a heroína (Brec Bassinger) explicando seu plano de como enfrentar supervilões para o padrasto (Luke Wilson). “Eu tenho um plano em 3 partes: encontrá-los, surpreende-los e chutar seus traseiros”, diz a adolescente, enquanto o vídeo corta a palavra “traseiros” em inglês, mostrando em vez disso a Stargirl em ação. A protagonista é uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado originalmente em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl – simples assim, na versão simplificada da série. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 19 de maio na TV americana, um dia após a estreia na plataforma de streaming DC Universe.

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  • Etc,  Filme

    Empresa de filmes de Brad Pitt fecha parceria de produção com a Warner

    8 de abril de 2020 /

    A produtora Plan B, fundada por Brad Pitt, fechou um contrato de parceria, no estilo “first-look”, com a Warner Bros. Pictures. Isso significa que a Warner terá prioridade para avaliar projetos da produtora antes dos demais estúdios e decidir se deseja realizar os filmes. Além disso, também será responsável pela distribuição global das obras da Plan B, que até recentemente era parceira da Annapurna Pictures. Pitt fundou a Plan B em 2002 com seus sócios Dede Gardner e Jeremy Kleiner, e já produziu três longas vencedores do Oscar, “Os Infiltrados” (2006), “12 Anos de Escravidão” (2013) e “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016). “Brad, Jeremy e Dede são cineastas extraordinários. Seu histórico de excelência fala por si mesmo. Estamos muito animados para colaborar com eles nos filmes dinâmicos e singulares pelos quais são conhecidos”, disse um comunicado assinado por Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures, e Courtenay Valenti, presidente de produção e desenvolvimento da empresa. Os próximos lançamentos da Plan B, produzidos antes da assinatura do contrato, são drama político “Irresistible”, de Jon Stewart, “Kajillionaire”, da diretora Miranda July, e “Minari”, de Lee Isaac Chung, premiado no Festival de Sundance 2020.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 ganha comercial com nova data de estreia nacional

    8 de abril de 2020 /

    Adiado devido à crise sanitária, “Mulher-Maravilha 1984” ganhou um novo comercial, que destaca a nova data de estreia nacional. Apesar da empolgação com que o narrador informa o lançamento em 13 de agosto, o filme ainda pode ser adiado mais uma vez, caso os cinemas continuem fechados. O adiamento foi pouco extenso. O longa protagonizado por Gal Gadot estrearia em 4 de junho no Brasil, e agora chegará pouco mais de dois meses depois. Além da nova data, a prévia de 30 segundos, divulgada pela Warner, traz diversos trechos vistos no trailer completo e alguns milésimos de segundos inéditos, como a explosão de uma muralha e um vislumbre das amazonas cavalgando em uma praia. O filme é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados até o momento, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

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  • Série

    Stargirl: Nova série de super-heróis ganha mais pôsteres, fotos e trailer inéditos

    31 de março de 2020 /

    A Warner divulgou mais três pôsteres, cinco fotos e um novo trailer da série “Stargirl”, produção de super-heróis que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta um tom leve de trama adolescente, apesar das referências aos quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem do título. A prévia mostra como a descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança de seu novo padrasto inspira a estudante Courtney Whitmore a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história de Stargirl é complexa e depende de conhecimento prévio dos quadrinhos publicados pela DC Comics nos anos 1940. Quem liga a história da adolescente com o legado da Era de Ouro é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar vira o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, que resolve virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama chama Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A estreia está marcada para 18 de maio na DC Universe e um dia depois na rede The CW.

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  • Série

    Stargirl: Fotos revelam visual de Henry Thomas como o herói Dr. Meia-Noite

    30 de março de 2020 /

    A figurinista Laura Jean Shannon publicou no Instagram duas fotos dos bastidores de “Stargirl”, que revelam o traje do Dr. Meia-Noite, um dos heróis da Era de Ouro que aparecerão na trama. O visual do personagem, interpretado por Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”), é bastante fiel às publicações da DC Comics. A participação do herói clássico da Sociedade da Justiça, dos anos 1940, deve-se à ligação da heroína principal com os os primeiros quadrinhos da DC Comics. Isto porque, apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois personagens bastante antigos. Quem liga as duas eras é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora e o citado Henry Thomas como Dr. Meia-Noite. A lista ainda inclui Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, o autor de quadrinhos que criou Stargirl para a DC. A estreia está marcada para 19 de maio nos EUA, primeiro na plataforma DC Universe e logo em seguida na rede The CW. Ver essa foto no Instagram Some behind the scenes looks on the set of Stargirl. LJ and ACD Sarah will always visit the set for the start of filming to “establish” characters, like Doctor Midnite Golden Era seen here. Meaning that she ensures that each character is dressed and styled to her exact vision, and that is what will remain the standard for the rest of the season! #dc #dcuniverse #dcustargirl #stargirl #cdg #cdglocal892 #cwstargirl Uma publicação compartilhada por Team LJ Supersuits (@ljsupersuits) em 27 de Mar, 2020 às 3:53 PDT

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 ganha pôster com nova data de estreia

    26 de março de 2020 /

    A diretora Patty Jenkins divulgou um novo pôster animado de “Mulher-Maravilha 1984” no Twitter. O cartaz vem acompanhado por uma mensagem da cineasta que registra a nova data de estreia do filme, prevista para “tempos melhores” em agosto. Previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve sua data alterada em apenas dois meses, com relocação para 13 de agosto, tanto no Brasil quanto nos EUA. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Além deles, Gal Gadot voltará a viver a heroína e Chris Pine retorna como o aviador Steve Trevor. Veja abaixo também a versão estática do cartaz, que anuncia a nova data da estreia. We made Wonder Woman 1984 for the big screen and I believe in the power of cinema. In these terrible times, when theater owners are struggling as so many are, we are excited to re-date our film to August 14th 2020 in a theater near you, and pray for better times for all by then pic.twitter.com/85ykQ8x6NE — Patty Jenkins (@PattyJenks) March 24, 2020

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  • Série

    Batwoman estreia no Brasil em abril pela HBO

    24 de março de 2020 /

    A HBO anunciou que vai exibir a série “Batwoman” no Brasil. O canal pago programou a estreia da série da heroína da DC Comics para o dia 17 de abril, às 22h. Com isso, “Batwoman” se torna uma das poucas séries do Arrowverso sem transmissão no Brasil pelo canal pago Warner. Nos EUA, todas as séries derivadas de “Arrow” (que terminou em fevereiro), como “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, são transmitidos pela rede The CW, assim como “Black Lightning” (Raio Negro), integrada nesse universo durante a “Crise nas Infinitas Terras”. Com exceção da última, disponibilizada pela Netflix no Brasil, as demais fazem parte da programação nacional do Warner Channel. A decisão de exibir “Batwoman” na HBO reflete o destino da série nos EUA, que, após passar pela TV, será disponibilizada na HBO Max, vindoura plataforma da WarnerMedia, assim como “Katy Keene” e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino), séries baseadas em quadrinhos que também chegaram ao Brasil pelo combo HBO/Cinemax. A diferença é que as séries do Arrowverso fazem parte de um mesmo universo ficcional, frequentemente se cruzando em grandes eventos que atravessam episódios de todas as produções, normalmente exibidos na mesma semana. Foi o que aconteceu, por exemplo, no recente crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que o Warner exibiu capenga no Brasil, sem o capítulo de “Batwoman”. Agora, o episódio da heroína chegará à HBO desconectado do começo e do final da história original, fazendo pouco sentido para quem não souber do que se trata. Já renovada para sua 2ª temporada, “Batwoman” tem a terceira maior audiência da CW, atrás apenas de “The Flash” e “Supernatural”, que está em sua reta final, apesar de ataques organizados da extrema direita contra a produção. Alguns blogs geeks de direita chegaram a publicar fake news a respeito do cancelamento da produção por suposta baixa audiência – dias antes da renovação antecipada – , enquanto robôs multiplicam comentários negativos nos sites IMDb e Rotten Tomatoes. O motivo da “polêmica” é que Batwoman é a primeira heroína assumidamente lésbica a ter sua própria série nos EUA. Mais que isso, a personagem é interpretada por uma atriz igualmente assumida, Ruby Rose (de “Megatubarão” e “xXx: Reativado”), e os episódios são comandados pela showrunner lésbica Caroline Dries, que foi roteirista-produtora de “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane surgiu 12 anos antes de Barbara Gordon, a Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão lésbica de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”). Na série “live-action”, Ruby Rose vive Kate Kane, prima de Bruce Wayne que descobre a Batcaverna e o segredo da família, e decide usar seu treinamento militar para virar a versão feminina de Batman, após o misterioso desaparecimento do herói. Um detalhe criativo da trama é que sua arquiinimiga é ninguém menos que sua irmã, tida como morta há anos, que retorna enlouquecida como Alice (Rachel Skarsten, que foi Canário Negro na série “Birds of Prey”), uma vilã obcecada por “Alice no País das Maravilhas”. Outros personagens derivados do universo de Batman que ganham destaque nos episódios são Luke, o filho do empresário Lucius Fox, e, de forma recorrente, Julia, a filha do mordomo Alfred Pennyworth – ex-namorada de Kate – , vividos, respectivamente, por Camrus Johnson (“O Sol Também É uma Estrela”) e Christina Wolfe (“The Royals”). Nos EUA, a série já teve 16 capítulos exibidos em sua temporada de estreia.

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    Warner adia estreia de Mulher-Maravilha 1984

    24 de março de 2020 /

    A Warner Bros. anunciou nesta terça (24/3) o adiamento do filme “Mulher-Maravilha 1984”. Previsto para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, o filme teve sua data alterada em apenas dois meses, com relocação para 14 de agosto no mercado norte-americano. Ainda não há uma nova data oficial para os cinemas nacionais. “Quando aprovamos ‘Mulher-Maravilha 1984’, foi com a intenção de ser visto em tela grande, e estamos animados em anunciar que o filme chegará em agosto”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner Bros Pictures. “Esperamos que o mundo esteja em um lugar mais seguro e saudável até lá”, completou o executivo, que com essa observação demonstra que a data é uma previsão sujeita a chuvas e trovoadas. Ou seja, o estúdio pode ter que repetir esse anúncio, após ser muito otimista em sua expectativa de reabertura dos cinemas. Além de “Mulher-Maravilha 1984”, a Warner também adiou as estreias da animação “Scooby! O Filme”, originalmente marcada para maio, do musical “Em um Bairro de Nova York”, agendado para junho nos cinemas americanos e do terror “Malignant”, que – atenção! – estrearia justamente em 14 de agosto na América do Norte. Pode ter havido uma simples troca de lugar com o filme da super-heroína. Estes três filmes não ganharam nova data de lançamento.

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    Arlequina destrói tudo no trailer completo da 2ª temporada da animação

    22 de março de 2020 /

    A plataforma DC Universe divulgou o pôster e o trailer oficial da 2ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada da Arlequina. O vídeo traz Arlequina destruindo tudo com seu bastão, especialmente supervilões masculinos que não a respeitam, além de gritar “vagina” com enorme satisfação. A 2ª temporada foi finalizada antes da quarentena forçada pelo coronavírus e será lançada em 3 de abril nos EUA. A rapidez com que os produtores completaram os novos capítulos não tem segredo. O primeiro ano, que foi encerrado em 21 de fevereiro nos Estados Unidos, tinha sido inicialmente previsto para durar 26 episódios semanais. Mas a DC Universe decidiu dividir esse volume de episódios em dois, possibilitando que duas temporadas fossem produzidas em tempo menor. O novo desenho não é uma produção do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos responsáveis pela subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. “Harley Quinn” traz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) como voz da protagonista e conta ainda com Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e o Cara de Barro, Lake Bell (“Bless This Mess”) como Hera Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a plataforma HBO Max no país – ainda sem previsão.

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    Legends of Tomorrow: Brandon Routh reclama de sua saída da série

    21 de março de 2020 /

    O ator Brandon Routh, interprete de Ray Palmer/Átomo na série “Legends of Tomorrow”, não gostou nada de sair do elenco da atração. O episódio mais recente, intitulado “Romeo V. Juliet: Dawn of Justness”, mostrou a evolução do relacionamento entre Ray e Nora Darhk (Courtney Ford), com seu casamento e saída da equipe de super-heróis da atração. Em entrevista ao TV Guide, Routh disse que, por um lado, estava feliz pelos eventos do episódio. “Mas eu acho que a jornada para chegar nisso não deveria ser forçada. A saída também foi rápida e forçada, então tenho problemas com isso em nível pessoal”, ele reclamou. Ao menos, o ator saiu após realizar uma volta ao papel de Superman, 14 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006). No crossover “Crise nas Infinitas Terras”, Routh também apareceu como o Superman de outra Terra, um herói mais velho, inspirado na minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O que não deixou de ser um presente de despedida por seu desempenho no Arrowverso. Os produtores também oferecem outra consolação, avisando que a saída do casal do elenco fixo não descarta novas participações no futuro. Por sinal, Brandon Routh e Courtney Ford também são casados na vida real.

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  • Série

    Especial de reunião do elenco de Friends tem gravações adiadas

    18 de março de 2020 /

    A reunião especial do elenco “Friends” teve sua produção adiada devido à precaução contra a pandemia de coronavírus. As gravações ocorreriam na próxima semana, mas agora foram adiadas para maio, segundo a revista Variety, citando fontes. A WarnerMedia está reunindo seu elenco de “Friends” para um especial sem título e sem roteiro para ser o carro-chefe do lançamento de seu serviço de streaming, HBO Max. O especial seria gravado no Stage 24 do estúdio Warner Bros. em Burbank, onde a série foi originalmente produzida. A direção estava a cargo de Ben Winston, que também servirá como produtor ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros da série clássica, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor estimado entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. Mas o formato do especial ainda não ficou claro. A imprensa americana tem afirmado que se trata de um programa não roteirizado. Isto afasta a possibilidade de ser um episódio especial da série, que era, logicamente, roteirizada. As possibilidades incluem entrevistas, depoimentos, reminiscências, comentários de melhores momentos, etc.

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    Warner adianta lançamento de Aves de Rapina para locação digital

    16 de março de 2020 /

    Após a Universal decidir ignorar a janela cinematográfica para disponibilizar filmes em cartaz para locação digital, a Warner e a STX anunciaram que também estão adiantando os lançamentos em VOD de seus títulos mais recentes, como “Aves de Rapina” e “Magnatas do Crime”. Ambos serão lançados na próxima terça (24/3) nas lojas de locação virtual, como iTunes, Google Play e YouTube Films. Por enquanto, a decisão se restringe ao mercado norte-americano, mas como o fechamento dos cinemas tem sido uma opção mundial para tentar conter a pandemia de coronavírus, a mesma iniciativa deve ser estendida para o resto do mundo. “Magnatas do Crime”, por exemplo, é inédito no Brasil. Chegaria aos cinemas nacionais em 23 de abril, pela Paris Filmes, que suspendeu todas as suas estreias. Outros estúdios devem seguir a tendência.

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