Gal Gadot revela que fez sua própria denúncia contra diretor de Liga da Justiça
Depois de confessar que testemunhou na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”, Gal Gadot revelou que fez sua própria denúncia contra o diretor Joss Whedon durante as refilmagens do longa de 2017. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz nesta sexta (18/12), em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Gadot, que está promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, não quis detalhar qual foi seu problema com Whedon, mas boatos anteriores mencionavam sua recusa em filmar uma cena em que o Flash caía sobre Mulher-Maravilha durante uma luta, para criar uma piada com insinuação sexual. A cena foi realizada por uma dublê e incluída no longa (veja abaixo). Se foi só isso ou se há outros detalhes, ela não revela, mas deu seu apoio ao colega de elenco Ray Fisher (o Ciborgue), que foi quem trouxe à público o ambiente tóxico no set da produção. Em julho, Fisher denunciou publicamente uma má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. “Eu fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”, disse Gadot. Ao ser entrevista mais cedo num podcast da revista Variety, ela acrescentou que não foi informada do resultado da investigação interna da WarnerMedia sobre as denúncias. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a estrela de “Mulher Maravilha de 1984”, que se disse curiosa com o resultado das várias entrevistas. Em um comunicado de 11 de dezembro, a WarnerMedia afirmou que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. “Também não sei o que isso significa”, disse ela. “Mas estou curiosa para saber qual será o resultado”.
Gal Gadot revela ter testemunhado na investigação sobre bastidores de Liga da Justiça
A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, revelou ter testemunhado na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido no set de “Liga da Justiça”, após a saída do diretor Zack Snyder da produção. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, disse a estrela de “Mulher Maravilha de 1984” durante uma entrevista para o podcast da Variety “The Big Ticket”. Ela não se aprofundou sobre o assunto, dizendo que está curiosa com o resultado das várias entrevistas. A WarnerMedia disse, em um comunicado de 11 de dezembro, que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme. Sem mencionar conclusões, o texto oficial afirmava apenas que “a investigação da WarnerMedia sobre o filme ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Gadot disse que ninguém lhe explicou quais seriam as “medidas corretivas” tomadas. “Também não sei o que isso significa”, disse ela, acrescentando: “Estou curiosa para saber qual será o resultado”. A investigação foi resultado de uma denúncia do ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, que em julho denunciou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. Ele não comentou as acusações, assim como Whedon, mas Berg disse que a denúncia era “categoricamente falsa”. Mas Fisher ganhou apoio de seus colegas. Jason Momoa, o Aquaman, postou uma mensagem reforçando as acusações do intérprete de Ciborgue. Ele descreveu no Instagram sua indignação contra “a forma de m**** como fomos tratados nas refilmagens da ‘Liga da Justiça’. Coisas sérias aconteceram. Precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas”. A própria Gal Gadot chegou a contar ao jornal Los Angeles Times que também denunciou Whedon. Ela disse que, embora ela não tenha participado de refilmagens com Fisher, “eu tive minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito. Mas fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”.
Veja os primeiros minutos de Mulher-Maravilha 1984
A Warner divulgou um vídeo com os primeiros minutos de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia é narrada por Gal Gadot, que interpreta a personagem-título, mas acompanha a heroína em sua infância, durante um torneio das amazonas. A versão mirim da Mulher-Maravilha é vivida por Lilly Aspell, que já tinha interpretado a pequena Diana no primeiro filme. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e ainda traz de volta Connie Nielsen como Hipólita e Robin Wright como a guerreira Antiope. As duas são vistas na abertura do filme. Além delas, Chris Pine também retorna como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus e finalmente vai estrear nesta quinta (17/12), acompanhado de críticas elogiosas da imprensa internacional.
Mulher-Maravilha 1984 estreia com elogios da crítica internacional: “Um presente de Natal”
Depois de meses de adiamentos, a tão esperada continuação de “Mulher-Maravilha” finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (17/12). E as primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá dizem que a demora é mais que compensada por um filme excelente. “Mulher-Maravilha 1984” recebeu uma resposta extremamente positiva da crítica internacional, mesmo dos que apontaram problemas no roteiro. Entre os elogios, o filme é descrito como “um presente de Natal” (Chicago Sun-Times) e “o tipo de escapismo que precisamos neste momento” (Financial Times). A maioria das críticas segue esse tom, destacando que o otimismo do longa, novamente estrelado por Gal Gadot e Chris Pine, e dirigido por Patty Jenkins, ressoa com particular importância em 2020, como distração e como mensagem para a humanidade, diante dos problemas do mundo atual. Kate Erbland, do site IndieWire, descreveu o lançamento como “algo alegre, maluco e profundamente agradável”. “E ainda está transbordando com a mesma maravilha e alegria do primeiro filme, um filme raro – de qualquer faixa – que não quer apenas acreditar na bondade das pessoas, mas está disposto a fazê-las realmente trabalhar para isso. Isso é super-heróico. ” Hoai-Tran Bui, do site Slash Film, ressalta que “os encantos otimistas de desenho animado de ‘Mulher-Maravilha 1984’ parecem uma crítica direta da paisagem política e cultural atual, de uma forma que é inquestionavelmente canastrona, mas é – tão banal quanto repetir esta frase repetida demais – um bálsamo muito necessário para 2020.” Brian Truitt, do jornal USA Today, acrescenta: “Grande parte de ‘1984’ é, para usar o vernáculo da época, radical. A química de Gadot e Pine foi um dos melhores aspectos do primeiro ‘Mulher-Maravilha’ e eles trazem muita vida para o novo, enquanto uma alegre Diana apresenta ao deslocado Steve as pochetes e calças paraquedas da época… Adicione uma trilha de Hans Zimmer e, juntos, os dois pombinhos dão ao filme uma vibração emocionante e séria que se materializa no projeto de super-herói recente da DC mais próximo do coração do ‘Superman’ original de Christopher Reeve.” Wendy Ide, do Financial Times, reflete que “com seu enredo emocionante e descrição otimista de uma humanidade que é capaz de aceitar sacrifícios pessoais para um bem maior, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é exatamente o tipo de escapismo inebriante de que precisamos agora”. Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times, concorda, escrevendo que o filme é “um presente de Natal, com partes emocionantes, cômicas, românticas e cheias de ação, e um tom que lembra os filmes do ‘Superman’ de Richard Donner e os filmes do ‘Homem-Aranha’ de 2000. Com certeza, temos um enredo clássico de filme de quadrinhos sobre um louco megalomaníaco com a intenção de dominar o mundo, mas muitas vezes há um tom relativamente leve durante todo essa abordagem. O resultado é um espetáculo de puro entretenimento pop à moda antiga.” Ben Travis, da revista Empire, elogia a atriz principal: “Como no último filme, o coração e a alma de ‘Mulher Maravilha 1984’ é Gadot. Sua Diana exala graça e bondade, e seu poder é exibido com uma feminilidade ousada que ainda soa reveladora em meio a uma paisagem repleta de heróis machos dilacerados”. Peter Debruge, da Variety, destaca a diretora: “Jenkins é uma cineasta extremamente talentosa em quem o estúdio arriscou – raramente questionada quando comparada a homens – e ela prova seu valor ao nunca permitir que o espetáculo abafe as performances… Assim como Wakanda representa uma terra livre das restrições da supremacia branca em ‘Pantera Negra’, sua Diana Prince representa o que qualquer mulher poderia alcançar, se elevada acima do patriarcado”. Alex Abad-Santos, do site Vox, acha que o filme é bem-sucedido, mas… “‘Mulher-Maravilha 1984’ são três filmes em um: é ao mesmo tempo um romance sobre o amor perdido; uma história sobre o ciúme em nossas amizades; e a história de um homem triste e destruído, desesperado para dominar o mundo. E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso… Já vimos antes outros adultos tristes e infantilizados que querem dominar o mundo ou conduzi-lo ao apocalipse (Loki em ‘Vingadores’, Ultron em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Luthor em ‘Batman vs Superman’). Essa história estereotipada é algo adequado para os outros caras. Quanto mais tempo se gasta nisso, menos tempo ‘Mulher-Maravilha 1984′ passa sendo maravilhoso.” Apesar dessa ressalva, Kevin Maher, do jornal The Times, insiste que tudo dá certo no final: “O roteiro de Jenkins e dos co-roteiristas Geoff Johns e Dave Callaham faz uma coisa notável – ele se desdobra na premissa e trata o material com a maior seriedade. E, de alguma forma, funciona”. Vale ressaltar que, apesar dos elogios, a maioria concorda que o filme tem falhas. “’Mulher Maravilha 1984’ é um filme com uma mensagem bem-intencionada, mas que não tem ideia de como colocar essa mensagem em uma história convincente. O filme é culpado por tentar fazer muito e se torna sobrecarregado por causa disso, e é culpado por fazer pouco com sua trama tênue e motivações confusas de personagens”, avalia Matt Goldberg, do site Collider. Segue Peter Debruge, da Variety: “Muitos dos efeitos são fracos. Alguns são absolutamente constrangedores (como quando a Mulher-Maravilha interrompe uma perseguição no deserto bem coreografada para resgatar duas crianças em perigo). E o grande final é um fracasso… pois Jenkins tenta espremer sua grande ideia em alguns minutos apressados de exibição”. Mas ele alerta que, mesmo assim, o filme é “inspirador”. “Jenkins disse que gostaria que o filme durasse 15 minutos a mais. Alguns espectadores talvez preferissem que fosse 15 minutos mais curto. Mas, na maior parte do tempo, eles ficarão felizes em estar na companhia da Mulher-Maravilha. À sua maneira antiquada e pouco cínica, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é um dos melhores blockbusters feitos desde 1984”, conclui Nicholas Barber, da rede britânica BBC.
Warner marca estreia do novo filme de Mortal Kombat
A Warner agendou a estreia de “Mortal Kombat”, reboot cinematográfico da franquia de games. Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário do estúdio e agora ganhou nova data de lançamento, chegando simultaneamente aos cinemas e à HBO Max em 16 de abril de 2021. A data e a estratégia de lançamento foi anunciada pela conta oficial do longa no Twitter. Veja abaixo. A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Já o elenco reúne atores sem trajetória de blockbusters, como Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Chin Han (“Marco Polo”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Joe Taslim (“Warrior”) e Lewis Tan (“Into the Badlands”). A franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, a franquia também teve uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012. On April 16, Mortal Kombat enters the arena. Coming to theaters and streaming exclusively on HBO Max. #MortalKombatMovie pic.twitter.com/mjB8DRhyYM — Mortal Kombat Movie (@MKMovie) December 14, 2020
Zack Snyder acha que sua versão de Liga da Justiça será para maiores
Zack Snyder acrescentou tanta coisa na nova edição da “Liga da Justiça” – e mudou tanto o filme exibido nos cinemas – que ele acredita que a obra de quatro horas receberá classificação “R” – o equivalente ao “proibido para menores” nos EUA. “O filme é insano e tão épico que provavelmente será classificado como ‘R’ – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza”, revelou o cineasta em uma entrevista à revista EW. “Nós não ouvimos da MPA (responsável pela classificação etária), mas essa é minha intuição. ” Algumas das situações que podem levar o filme a ter uma classificação etária elevada é que o Batman de Ben Affleck diz um palavrão forte (começa com a letra F) em uma cena, Ciborgue fala o que pensa e o vilão Lobo da Estepe (Steppenwolf) é bastante violento, “cortando pessoas ao meio”, explicou o diretor. Ao revelar que o estúdio está considerando lançar essa versão nos cinemas – paralelamente ao lançamento como minissérie – , Snyder ponderou a estratégia muito criticada da Warner Bros de disponibilizar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente na HBO Max e nos cinemas. “Pareceu uma jogada bastante ousada e que talvez a implicação não tenha sido 100% pensada”, disse ele à EW. “Eu sinto que há muitas pessoas em pânico durante a covid-19. Espero que, no final, seja isso mesmo – algum tipo de empurrão para passar essa fase e não algum tipo de movimento maior para interromper a experiência cinematográfica”. A Warner Bros. ainda não fez nenhum anúncio sobre a possível classificação “R” e lançamento da nova versão de “Liga da Justiça” nos cinemas.
Adão Negro: Atriz de Gatunas será heroína da DC no cinema
A atriz Quintessa Swindell, da série “Gatunas” (Trinkets) da Netflix, juntou-se à Sociedade da Justiça no filme de “Adão Negro”, adaptação da DC Comics estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson. Ela vai viver Maxien Hunkel, também conhecida como a super-heroína Ciclone, que tem o poder de manipular o vento e o som. Ela confirmou sua participação com um post em seu Instagram, demonstrando sua diferença física para a personagem dos quadrinhos – que é ruiva. Quintessa se junta a um elenco heroico que também inclui Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel de Gavião Negro, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como uma ativista e professora universitária, que deve ser Adrianna Tomaz, a poderosa Isis. A produção ainda vai escalar o intérprete do Sr. Destino (Dr. Fate), cuja presença no filme foi revelada durante a DC Fandome. “Adão Negro” tem roteiro de Adam Sztykiel, que trabalhou com Johnson em “Rampage: Destruição Total”, e será digido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), outro parceiro recente do ator. Os dois filmaram “Jungle Cruise”, da Disney, que a pandemia de covid-19 adiou para 2021. O filme ainda não tem previsão de lançamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por QUINTESSA Q. SWINDELL (@q.uintessa)
Katherine McNamara diz que voltará a interpretar a Arqueira Verde
Os fãs de “Arrow” estão esperando há quase um ano por uma definição da rede The CW sobre o spin-off da série, chamado de “Green Arrow and the Canaries”. O episódio de “Arrow” que serviu de piloto para a nova atração bateu recorde de audiência nos EUA, mesmo assim o canal não anunciou a produção. Mas também não formalizou, até agora, que tinha desistido do projeto. Em entrevista ao site TVLine no fim de semana, a atriz Katherine McNamara, que interpreta Mia Smoak, a filha de Oliver Queen e a nova Arqueira Verde do Arrowverso, admitiu que também não sabe nada sobre o futuro da série, mas, no que diz respeito a sua participação, ela ainda “não terminou” de interpretar a personagem. “Eu não tenho ideia do que está no horizonte sobre a série, mas eu sei que ainda não terminei de interpretar Mia Smoak”, ela revelou. “Como você sabe, naquele universo as pessoas são trazidas de volta para participar de episódios a toda hora. Eu adoraria voltar e brincar naquele mundo.” McNamara se refere, claro, a participações especiais em outras séries da DC Comics exibidas no canal americano. Mas ela ainda tem esperança de estrelar a sua própria atração, onde poderia explorar melhor a “dualidade do personagem”. “Me entusiasma o fato de que ela tem um futuro pós-crise e conhece a linha temporal pré-crise, além de ter que lidar com a responsabilidade de substituir seu pai antes que se sinta pronta, e antes que sinta que merece esse lugar”, ela explicou.
Mulher-Maravilha 1984 terá première virtual em novo DC FanDome
A WarnerMedia vai realizar uma versão especial de seu evento DC FanDome na terça-feira (15/12) com o objetivo de divulgar o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984”. A própria Mulher-Maravilha, Gal Gadot, e a diretora do filme, Patty Jenkins, fizeram o anúncio, via comunicado oficial e também pelas rede sociais. “Temos os melhores fãs do mundo e é por isso que estamos tão animadas para comemorar o lançamento da ‘Mulher Maravilha 1984’ de uma forma tão grande. Ser um evento virtual nos permite compartilhar o momento com os superfãs da Mulher-Maravilha em todo o mundo, que não teriam a chance de assistir à première do filme”, as duas disseram em comunicado. Ao contrário do evento realizado entre agosto e setembro, o novo DC Fandome será inteiramente dedicado à produção de “Mulher-Maravilha 1984”, sem dividir atenção com outros títulos do universo DC. A ideia é realmente transformá-lo numa espécie de première do filme, incluindo um tapete vermelho virtual, com entrevistas que normalmente aconteceriam na entrada do cinema. A atração será apresentada por Tiffany Smith (do “DC FanTalk”) e contará com todo o elenco do longa, que inclui Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal, para responder à perguntas enviadas por fãs. A programação também terá uma apresentação musical do maestro e compositor Hans Zimmer, responsável pela trilha do filme, além de vídeos exclusivos da produção, incluindo cenas inéditas e documentários de bastidores. O DC FanDome especial está marcado para começar ao meio-dia em Hollywood – 17h no horário de Brasília – no endereço DCFanDome.com. Já o filme “Mulher-Maravilha 1984” estreia na quinta (17/12) nos cinemas brasileiros.
WarnerMedia conclui investigação sobre bastidores tóxicos de Liga da Justiça
Cinco meses depois que o ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, mencionou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, a WarnerMedia concluiu uma investigação sobre o que teria acontecido nos bastidores da produção. Mas não vai compartilhar suas conclusões. “A investigação da WarnerMedia sobre o filme da ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”, disse resumidamente a WarnerMedia em um comunicado na noite de sexta-feira (11/12). A declaração, assinada pela chefe de comunicações globais da empresa, Christy Haubegger, é tudo o que a WarnerMedia tem a dizer sobre o assunto. A empresa não deu mais detalhes sobre quais medidas foram tomadas nem contra quem. O site Deadline teria apurado que executivos de alto escalão do departamento cinematográfico da Warner Bros foram surpreendidos pelo anúncio desta noite, também sem saber quem especificamente estava recebendo punição nesta situação. Por outro lado, Ray Fisher, o homem que exigiu a investigação sobre a conduta do diretor substituto Joss Whedon no set e os produtores do filme, aparentou estar claramente de bom humor. Pouco depois de a declaração da WarnerMedia ter sido divulgada, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, explicamos que parte disso “já vimos”, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. A especulação é que ele se refere a Whedon, que há duas semanas abandonou a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Em julho, Fisher acusou Whedon no Twitter de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. E alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, contratado para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. O ator manteve comportamento litigioso desde que fez a denúncia, envolvendo também outros figurões da Warner, como o próprio chefão do estúdio, Toby Emmerich, e o presidente da DC Films, Walter Hamada, e voltou ao Twitter, logo após o anúncio da saída de Whedon, para afirmar que as mudanças de bastidores em “The Nevers” eram consequências da investigação sobre “Liga da Justiça”, e que a “versão oficial” de exaustão seria uma forma encontrada pela Warner para não queimar o cineasta. Ou, na visão do ator, acobertar o comportamento do cineasta. “Não tenho intenção nenhuma de deixar Joss Whedon usar a velha tática hollywoodiana de ‘sair’, ‘deixar’ ou ‘se afastar’ para acobertar seu comportamento horrível. A investigação da WarnerMedia sobre ‘Liga da Justiça’ está a todo vapor há três semanas. Isso é sem dúvida um resultado disso”, escreveu o ator. Em outubro, ele foi além, chegando a insinuar que as decisões tomadas nas refilmagens de “Liga da Justiça” tiveram motivações racistas. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de 2017 de ‘Liga da Justiça’ não foi um acidente nem uma coincidência”, afirmou Fisher. “Antes do processo de refilmagem, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto escalão da Warner Bros. Pictures”, ele acusou. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, nomeou. Embora não se saiba que consequências a investigação trará para a Warner, a polêmica não impediu Fisher de participar de refilmagens de “Liga da Justiça” sob o comando do diretor original, Zach Snyder, para lançamento como uma minissérie de quatro horas na HBO Max em 2021. Na verdade, Snyder prometeu que sua versão terá muito mais participação do Ciborgue que no filme refeito por Whedon. The following was relayed to me on behalf of @WarnerMedia at 5pm EST today: – The investigation of Justice League is now complete. – It has lead to remedial action. (Some we’ve seen, and some that is still to come.) 1/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020 There are still conversations that need to be had and resolutions that need to be found. Thank you all for your support and encouragement on this journey. We are on our way. More soon. A>E 3/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020
Batwoman: Heroína tem nova intérprete no trailer da 2ª temporada
A rede americana The CW divulgou o primeiro trailer completo da 2ª temporada de “Batwoman”, que mostram Javicia Leslie com substituta de Ruby Rose no papel principal. Javicia interpreta uma nova personagem, Ryan Wilder, criada pela showrunner Caroline Dries especialmente para a série (mas que vai aparecer primeiro nos quadrinhos). Ela será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada, como uma fã das ações da vigilante de Gotham City que o destino acaba colocando no lugar da heroína. A prévia revela que Ryan encontra o uniforme abandonado da heroína, que teria desaparecido misteriosamente, deixando seus amigos desesperados. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai lidar com o sumiço de Katy Kane, a personagem de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 17 de janeiro nos EUA. “Batwoman” é exibida no Brasil pelo canal pago HBO.
Diretora de Mulher-Maravilha detona Liga da Justiça
A diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, não mediu palavras ao falar da versão de cinema de “Liga da Justiça”, filme refeito por Joss Whedon a pedido do Warner em 2017, e que incluiu a heroína introduzida nas telas alguns meses antes. Ao podcast ReelBlend, Jenkins disse ter descartado o filme “como a maioria dos fãs” e criticou a produção por apresentar uma Mulher-Maravilha muito diferente daquela vista em seu filme. Segundo Jenkins, ela não foi a única diretora dos filmes da DC a achar que “Liga da Justiça” devia ser ignorado ou jogado no lixo. “Eu acho que nós, diretores da DC, descartamos aquele filme como a maioria dos fãs. Eu senti que a visão de ‘Liga da Justiça’ contradizia o meu filme, e também a continuação [‘Mulher-Maravilha 1984’], na qual eu já estava trabalhando na época.” Jenkins ainda comentou que tinha uma boa relação com Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”, com quem compartilhou planos para uma continuidade mais homogênea entre os filmes, por isso ficou ainda mais desapontada pelas mudanças aplicadas pelo estúdio e pelo diretor Joss Whedon, contrariando o que tinha combinado com Snyder. “Quando Zack estava fazendo ‘Liga da Justiça’, ele me disse até onde levaria a Mulher-Maravilha na sua história. Eu nunca quis contradizer os filmes dele, mas, ao mesmo tempo, tenho que fazer os meus próprios, e ele sempre me apoiou nisso. O problema com ‘Liga da Justiça’ é que eles [o estúdio] estavam tentando pegar o filme e transformá-lo em algo que não era. Quando assisti, pensei: ‘Não reconheço metade desses personagens!’.” As críticas de Jenkins reforçam o equívoco da Warner ao desfazer o trabalho de Zack Snyder. Este ano, detalhes dos bastidores da produção de Whedon vieram às tona, acompanhados por acusações de comportamento abusivo contra o diretor e produtores, feitas pelo ator Ray Fisher (o Ciborgue). Ao mesmo tempo, Snyder prepara-se para finalmente lançar a sua versão de “Liga”, recuperando cenas que foram cortadas do original e incluindo outras criadas especialmente para um relançamento online, em forma de minissérie de 4 horas, que chegará à plataforma HBO Max em 2021.
Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner
A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”












