Séries “Kung Fu” e “Stargirl” são renovadas
A rede americana The CW anunciou as renovações de mais duas séries de sua programação. A estreante “Kung Fu”, que teve uma das melhores estreias do canal, foi renovada para a 2ª temporada, enquanto “Stargirl”, que só lança seu segundo ano de produção daqui a três meses, teve assegurada a produção de sua 3ª temporada. As duas séries são produzidas por Greg Berlanti, o criador do “Arrowverso” e produtor com a maior quantidade de atrações exibidas simultaneamente na TV americana em todos os tempos. Só na rede The CW, Berlanti assina oito séries, praticamente metade da grade da emissora. “Estamos muito orgulhosos de continuar compartilhando as histórias de Nicky Shen e Courtney Whitmore, duas jovens fortes e poderosas no centro desta nova geração de programas de sucesso da CW em ‘Kung Fu’ e ‘Stargirl'”, disse o presidente da CW, Mark Pedowitz, em comunicado. “As duas possuem talentos notáveis em ambos os lados da câmera e ofereceram aos fãs não só uma ação visualmente deslumbrante e atos heroicos extremos, mas também tocaram acordes emocionais muito poderosos ao mergulhar na dinâmica familiar e relacionamentos pessoais em sua essência, e estamos muito animados para ver o que acontece com elas a seguir”. As duas renovações elevam a contagem de retornos confirmados na CW para 15 séries, incluindo todos os três programas que estrearam até agora nesta temporada: “Kung Fu”, “Walker” e “Superman & Lois”. O único estreante que ainda não teve seu futuro definido é “The Republic of Sarah”, que só estreia em junho. “Kung Fu” teve um bom desempenho ao acumular 3,5 milhões de espectadores em todas as plataformas. Nas avaliações de sete dias da consultoria Nielsen, a série aparece com uma média de 2,11 milhões de espectadores em seus dois primeiros episódios. Por sinal, o segundo (2,17 milhões) teve mais público que a estreia (2,05 milhões), o que é um feito raro e extremamente positivo. A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É a maior nota dentre as três estreias, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. A trama é um reboot completo da série clássica que marcou a década de 1970. A “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o reboot criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura a assassina que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o (hilário) veterano Tzi Ma (“Mulan”). Já “Stargirl” é uma série transplantada da DC Universe, plataforma de streaming pioneira que exibia só atrações da editora DC Comics, antes de ser enterrada para o lançamento da HBO Max. Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, uma das melhores avaliações já obtidas por uma produção televisiva de super-heróis, a série criada por Geoff Johns (roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”) mistura o clima das tramas adolescentes de John Hughes com as fantasias de Steven Spielberg dos anos 1980. A trama se passa nos dias atuais, mas numa cidadezinha tão interiorana que é como se fosse daquela época. “Stargirl” conta a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua nova casa e descobre que seu padrasto esconde um segredo. No passado, ele foi assistente de um famoso super-herói: o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América – o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, que foi criado nos quadrinhos durante os anos 1940. Como o cetro passa a obedecê-la, ela passa a acreditar que é filha de Starman – seu pai saiu de casa quando ela era muito pequena – , resolve virar a Stargirl em sua homenagem e decide vingar sua morte ao enfrentar os responsáveis pelo fim dos heróis clássicos: os supervilões da Sociedade da Injustiça. Um dos motivos do sucesso da série é a química do elenco, principalmente entre a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A. O casting jovem, por sinal, é um achado, com Yvette Monreal (“Faking It”), Anjelika Washington (“Crush à Altura”) e Cameron Gellman (“Heathers”) roubando cenas como os relutantes integrantes de uma versão teen da Sociedade da Justiça. Mas não fica nisso. O ótimo elenco ainda inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman e Neil Jackson (“Absentia”) como o vilão Geada – ao lado de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”) e Joe Knezevich (“A Mula”) como Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão e O Mago, integrantes da Sociedade da Injustiça. A 2ª temporada deve estrear em 10 de agosto nos EUA. Como as duas séries são produções da WB Television, elas devem chegar ao Brasil com o lançamento da HBO Max no final de junho. Veja abaixo os trailers em inglês das duas atrações.
“Demon Slayer” surpreende e vence “Mortal Kombat” nos EUA
O anime “Demon Slayer: Mugen Train” confirmou que é mesmo um fenômeno ao ultrapassar “Mortal Kombat” nos Estados Unidos e Canadá neste final de semana. Filme de maior bilheteria do Japão em todos os tempos, o desenho animado faturou US$ 6,4 milhões entre sexta e domingo (2/5), enquanto “Mortal Kombat” fez US$ 6,2 milhões. Os dois estrearam no fim de semana passado em posições invertidas. Eles também tiveram uma queda de arrecadação similar, de cerca de 70% em relação às suas bilheterias iniciais. Numa época “normal”, esta queda poderia ser interpretada como uma catástrofe financeira, mas durante a pandemia não é tão terrível. Afinal, a reabertura do mercado norte-americano está acontecendo em ritmo lento. Apenas 57% dos cinemas estão em funcionamento. Exibido em 1,9 mil salas, “Demon Slayer” já soma impressionantes US$ 34,1 milhões na América do Norte até o momento. Com isso, ultrapassou “Dragon Ball: Super Broly” (US$ 30 milhões) para se tornar o terceiro maior sucesso de anime lançado nos cinemas dos EUA. No exterior, o filme coleciona recordes. Ele se tornou o campeão japonês ao faturar US$ 368 milhões e virou o anime de maior bilheteria da História ao ultrapassar US$ 423 milhões em todo o mundo. Já “Mortal Kombat” atingiu US$ 34 milhões na América do Norte em duas semanas, apesar de a Warner ter lançado a adaptação do videogame simultaneamente em streaming na HBO Max. No mundo inteiro, o filme soma US$ 66 milhões em vendas de ingressos, mas ainda não estreou em vários países, inclusive no Brasil, onde o lançamento está marcado para 20 de maio. O 3º lugar norte-americano ficou com “Godzilla vs. Kong”, outra produção da Warner Bros., que adicionou mais US$ 2,7 milhões a seu faturamento, chegando a US$ 90 milhões no mercado doméstico. Sucesso global, o filme já arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui a estreia do terror “Separation” (US$ 1,8 milhão), que foi destruído pela crítica (11% no Rotten Tomatoes), e o thriller “Anônimo” (US$ 1,2 milhões) em sua 6ª semana em cartaz. Estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), “Anônimo” já fez US$ 23 milhões no mercado interno e chega ao Brasil em 27 de maio.
Rick and Morty: Trailer mostra invasões alienígenas da 5ª temporada
O Adult Swim divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Rick and Morty” com muitos tiros de laser, invasões alienígenas e viagens espaciais. A série é uma criação de Dan Harmon (“Community”) e Justin Roiland (“Solar Opposites”), e acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, com grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Mega-influente, “Rick and Morty” é responsável pelo boom atual de novos desenhos adultos de temática sci-fi, que incluem “Midnight Gospel”, “Solar Opposites” e vários outros projetos em desenvolvimento. Para dar noção de como a produção é apreciada, “Rick and Morty” foi renovada com uma encomenda de mais 70 episódios em 2018, e desde então só 20 foram produzidos, já contando com os 10 da 5ª temporada. A estreia está marcada para 20 de junho nos EUA. No Brasil, “Rick and Morty” é exibida no canal pago Warner e disponibilizada (por enquanto) pela Netflix, que tem as quatro temporadas anteriores do desenho animado em seu catálogo.
Ator de “American Horror Story” vai estrelar série do herói Lanterna Verde
A HBO Max escalou Finn Wittrock, ator conhecido por participar de várias temporadas de “American Horror Story”, como um dos protagonistas na vindoura série do Lanterna Verde. Wittrock interpretará a versão do herói representada por Guy Gardner. Nos quadrinhos da DC Comics, Guy Gardner foi o segundo Lanterna Verde da Terra, criado por John Broome e Gil Kane em 1968. Mas sua personalidade se alterou bastante nos anos 1980, quando ganhou mais destaque e virou quase um alívio cômico na Liga da Justiça, como um símbolo do hiper-patriotismo e masculinidade tóxica do período. Segundo informações, a série não terá apenas um protagonista. O projeto deve contar histórias dos várias integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes, explorando a mitologia dos personagens, especialmente Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Alan Scott, Sinestro e Kilowog. A 1ª temporada terá 10 episódios escritos e produzidos por Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (um dos roteiristas do filme do “Lanterna Verde”). Eles trabalharão na produção com outro responsável pelo filme de 2011, o produtor Greg Berlanti, que se tornou o mentor do Arrowverso na rede The CW. Berlanti e Guggenheim foram justamente os responsáveis pelo roteiro do piloto de “Arrow”, que inaugurou o universo de séries atuais da DC Comics na TV americana. O projeto dos produtores é reintroduzir o Lanterna Verde como uma saga que se estende por décadas e galáxias, que servirá para introduzir vários Lanternas Verdes diferentes. Nos quadrinhos, eles são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. Ainda não há previsão de estreia.
Warner anuncia segunda edição da DC FanDome para outubro
A Warner vai voltar a realizar a DC FanDome em 2021. O Twitter oficial da DC Comics anunciou a segunda edição do evento digital para 16 de outubro. A DC FanDome foi a primeira convenção criada exclusivamente para fãs dos personagens dos quadrinhos da DC Comics e também um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia. Dividida em duas partes, a edição inaugural aconteceu em agosto e setembro do ano passado. E a primeira parte reuniu 22 milhões de fãs ao vivo de 220 países diferentes, ansiosos por novidades sobre os projeto da Warner/DC para cinema, TV e games – com muitos vídeos exclusivos, painéis de elenco e revelações. A nova versão ainda não teve sua estrutura e pauta definidas, mas a Warner tem muitos projetos da DC em desenvolvimento na HBO Max e nos cinemas, que devem ganhar mais detalhes durante a convenção – do novo filme do Batman até a nova série de Constantine. The epic global event is back!Return to #DCFanDome 10.16.21 pic.twitter.com/ZifZGCPOig — DC (@DCComics) April 28, 2021
Astro de “Mad Men” será o Espantalho em “Titãs”
A série “Titãs” (Titans) escalou o ator Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) no papel de Jonathan Crane, mais conhecido pelos leitores de quadrinhos como o vilão Espantalho. O personagem vai aparecer na 3ª temporada da série como um prisioneiro no Asilo Arkham, após aterrorizar Gotham City usando toxinas para explorar as fobias de seus inimigos. Anteriormente, o vilão apareceu na trilogia dos filmes de Batman de Christopher Nolan e na série “Gotham”, interpretado respectivamente por Cilliam Murphy e David W. Thompson. Passada em Gotham City, a 3ª temporada de “Titãs” também introduzirá outros dois personagens importantes dos quadrinhos de Batman: Barbara Gordon (a primeira Batgirl/Oráculo) e Tim Drake (o terceiro Robin). Eles serão interpretados pela atriz e cantora Savannah Welch (“Boyhood”), que tem uma perna amputada, e por Jay Lycurgo (“I May Destroy You”), que é preto e está no vindouro novo filme de “Batman”. “Titãs” foi renovada para sua 3ª temporada em novembro de 2019. Mas, desde então, seu lar de origem, o serviço de streaming DC Universe, foi transformado numa plataforma exclusiva de quadrinhos digitais, fazendo com que sofresse mudança de endereço. A série passou para a HBO Max, junto com “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e o desenho da Arlequina (Harley Quinn). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Warner quer diretor de Godzilla vs. Kong em próximo filme de monstros
A Warner e a Legendary ficaram muito satisfeitas com o desempenho de “Godzilla vs. Kong” nas bilheterias e agora tentam manter o diretor Adam Wingard na franquia. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, o cineasta está negociando dirigir um novo longa do MonsterVerso do estúdio. Wingard seria o primeiro diretor a retornar a este universo de monstros gigantes desde que “Godzilla” deu início à parceria da Legendary com a produtora japonesa Toho em 2014, resultando em US$ 524 milhões em receitas globais. No momento, não há cronograma para o projeto, já que Wingard se tornou muito popular e requisitado. A Warner Bros., por exemplo, já fechou com o diretor o comando de um longa-metragem baseado no desenho animado “Thundercats”, enquanto a Paramount o contratou para comandar uma sequência de “A Outra Face”, thriller de 1997 estrelado por Nicolas Cage e John Travolta. Durante as entrevistas para a divulgação de “Godzilla vs. Kong”, o cineasta revelou ter ficado muito envolvido nos bastidores da produção, especialmente na construção da Terra Oca, onde os personagens encontraram o trono original de Kong. Na ocasião, ele teria concebido muitas possibilidades que desistiu de explorar porque renderiam um filme novo. Por conta disso, o THR afirma que o próximo projeto poderia se passar na Terra Oca e ser “Son of Kong” (o Filho de Kong). Vale lembrar que a continuação não tem nem sequer roteirista contratado, porque a expectativa era encerrar o MonsterVerso com “Godzilla vs. Kong”. Os estúdios foram surpreendidos com o sucesso do filme, por causa do fracasso do longa anterior, “Godzilla II: Rei dos Monstros”, que custou US $ 170 milhões para ser feito e arrecadou apenas US$ 386 milhões em todo o mundo, antes da pandemia – sem esquecer as críticas negativas que recebeu: 42% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Godzilla vs. Kong” já faturou US$ 406 milhões e ainda atraiu muitos assinantes para a HBO Max, que exibiu o longa simultaneamente aos cinemas. Além disso, conquistou a crítica, atingindo 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Legends of Tomorrow: Heróis enfrentam aliens e viram desenhos animados no novo trailer
A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 6ª temporada de “Legends of Tomorrow”, série de super-heróis que viajam no tempo e, nos novos capítulos, também no espaço. A prévia explora tramas de sci-fi, que se sucedem como trechos de uma coleção de VHS dos anos 1980 – por sinal, o pôster apresenta a série justamente como uma fita antiga de vídeo. Mas a busca por Sara Lance (Caity Lotz), abduzida por um disco voador no final da temporada passada, traz mais que ameaças alienígenas. As cenas incluem diversas situações bizarras, inclusive a transformação dos personagens em desenhos animados! Como novidade, os novos episódios vão contar com mais tripulante à bordo da Waverider, a nave espaço-temporal dos protagonistas. A atriz Lisseth Chavez, que interpretou Vanessa Rojas na recente 7ª temporada de “Chicago PD”, entrou na série como uma especialista em alienígenas chamada Esperanza “Spooner” Cruz. A personagem não existe nos quadrinhos da DC Comics. Mas vale considerar que ela compartilha o sobrenome com Jessica Cruz, uma das Lanternas Verdes da editora, o que pode ser apenas uma coincidência, mas também indício de algo que a série pode abordar mais adiante. A 6ª temporada tem estreia marcada para 2 de maio nos EUA e chega duas semanas depois ao Brasil, exibida a partir de 16 de maio pelo canal pago Warner.
“Os Flintstones” vai ganhar nova versão centrada em Pedrita adulta
A série clássica animada “Os Flintstones” vai ganhar revival. Encomendada pela Fox, a nova atração ganhou o título de “Bedrock”, nome da cidade em que os personagens moram desde a estreia em 1960. A trama, por sua vez, vai se passar 20 anos depois dos desenhos originais, acompanhando as aventuras pré-históricas da jovem Pedrita. Apesar de ter sido tratada como novidade pela imprensa mundial, a ideia não é nova. Uma série com a mesma premissa já foi exibida nos anos 1970, “Bambam e Pedrita” – durou 20 episódios. A nova versão da Pedrita adulta terá a voz de Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) na versão em inglês. Ela estará prestes a começar sua carreira profissional, enquanto seu pai Fred inicia a aposentaria, após trabalhar na pedreira de Bedrock por anos a fio. Mas esta não será a única mudança enfrentada pela família mais famosa da pré-História. Conforme a Idade da Pedra dá lugar à Idade do Bronze, os Flintstones precisarão fazer muitas adaptações ao seu modo de vida. Além de dublar Pedrita, Elizabeth Banks também vai produzir a série, que terá Lindsay Kerns (“Jurassic World: Acampamento Jurássico”) como roteirista principal e produção da Warner e Hannah-Barbera Studios. Criação da célebre dupla de animadores Joseph Barbera e William Hanna, “Os Flintstones” foi originalmente produzida entre 1960 e 1966 como o primeiro desenho animado adulto de todos os tempos. Embora hoje seja lembrado como uma atração infantil, a série original chegou a concorrer ao Emmy em 1961 como um programa normal de humor. Seu sucesso duradouro fez com nunca ficasse muito tempo fora do ar, ganhando reprises e sucessivas versões novas para a alegria das novas gerações. Além disso, a família Flintstone e seus vizinhos favoritos, os Rubles, também foram adaptados várias vezes para os cinemas e o mercado de vídeo, em longas animados e até em dois filmes live-action, em 1994 e 2000. “Bedrock”, porém, será a primeira versão dos personagens a conviver com seus principais sucessores na televisão. Desta vez, eles não serão exibidos no Cartoon Network, mas no canal de “Os Simpsons”. A produção também está sendo anunciada, pela primeira vez desde os anos 1960, como uma animação adulta. Relembre abaixo a abertura do primeiro desenho a mostrar Pedrita adulta.
Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA
“Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.
HBO Max chega a 44,2 milhões de assinantes antes de estrear no Brasil
A WarnerMedia revelou os números do desempenho do seu serviço de streaming no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, a HBO Max ganhou cerca de 2,7 milhões de novos assinantes, em grande parte devido ao impulso dos lançamentos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” e de “Godzilla vs. Kong”. O crescimento é significativo porque, no mesmo período, a Netflix só conseguiu acrescentar mais 450 mil novos assinantes. A diferença é que a Netflix tem 207,6 milhões de assinantes globais, enquanto a HBO Max chegou agora a 44,2 milhões de assinantes, com base nos números medidos no final de março. Mas, por outro lado, a plataforma da Warner ainda não está presente em muitos países. O lançamento no Brasil, por exemplo, está marcado apenas para junho. Outro dado relevante foi o retorno financeiro da prioridade dada pela empresa ao streaming. O relatório preparado pela WarnerMedia para o mercado revelou que sua receita do primeiro trimestre cresceu 9,8% em relação ao ano passado, chegando a US$ 8,5 bilhões. As assinaturas da HBO Max foram consideradas forças motrizes na geração desse dinheiro, demonstrando que a empresa fez uma escolha inteligente com sua estratégia para 2021, ao decidir disponibilizar simultaneamente filmes no cinema e no streaming. Vale mencionar que os executivos da WarnerMedia acreditam que o sucesso da HBO Max se deve justamente a esta estratégia de lançamento, e em especial a “Godzilla vs. Kong”, minimizando os créditos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” nessa estratégia.
Invocação do Mal 3 ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Invocação do Mal 3”, que recebeu o título completo de “Invocação do Mal: A Ordem do Demônio” (em inglês, “The Conjuring: The Devil Made Me Do It”). A prévia mantém o clima assustador dos lançamentos anteriores da franquia. O filme traz de volta Patrick Wilson e Vera Famiga como Ed e Lorraine Warren para investigar mais um caso sobrenatural baseado em fatos reais. Dessa vez, a trama envolve um caso de assassinato por suposta possessão demoníaca que foi levado ao tribunal dos Estados Unidos. O elenco da continuação ainda traz de volta Sterling Jerins ao papel de Judy, a filha dos Warren, após ser substituída por Mckenna Grace em “Annabelle 3”, e conta com John Noble (de “Fringe” e “Sleepy Hollow”) na pele de um especialista em satanismo, Ruairi O’Connor (“The Spanish Princess”) como o jovem assassino, e o menino Julian Hilliard (“WandaVision”). Novamente escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”, o terceiro longa será o primeiro da franquia sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu pessoalmente o diretor Michael Chaves como substituto, após este fazer sua estreia no universo de “Invocação do Mal” com o terror “A Maldição da Chorona” (2019). A estreia está marcada para 3 de junho nos cinemas brasileiros.
Veja os primeiros 7 minutos violentos do novo “Mortal Kombat”
A HBO Max revelou os sete primeiros minutos do novo “Mortal Kombat”, que exploram a origem da rivalidade entre Scorpion (Hiroyuki Sanada, de “Westworld”) e Sub Zero (Joe Taslim, de “The Raid – Operação Invasão”). A cena antecipada mostra Bi-Han, o futuro Sub-Zero, massacrando a família de Hanzo Hasashi, o futuro Scorpion, antes de enfrentá-lo pessoalmente. A prévia não economiza sangue e também serve para apresentar o tom violento do filme, que foi classificado como “R-Rated”, impróprio para menores nos EUA. De acordo com o produtor Todd Garner, a inspiração para a cena de abertura foram os filmes de samurais de Akira Kurosawa. “Mortal Kombat” tem produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), direção do novato Simon McQuoid e roteiro de Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Já o elenco também destaca Lewis Tan (“Into the Badlands”), Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”) e Chin Han (“Marco Polo”). O lançamento vai acontecer simultaneamente nos cinemas e na HBO Max nesta sexta (23/4) nos EUA. No Brasil, a estreia está marcada para 13 de maio apenas nos cinemas – mas a data pode mudar, devido à pandemia de coronavírus.












