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  • Série

    Supergirl forma equipe de supermulheres em vídeos e fotos do novo episódio

    22 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou fotos, o trailer e uma cena do próximo episódio da 3ª temporada de “Supergirl”, em que a personagem-título vivida por Melissa Benoist forma um time de supermulheres para enfrentar a ameaça de Régia (Odette Annable). Além da nova aliada Satúrnia (Amy Jackson), ela alista duas supervilãs poderosas, Curto-Circuito (Debbie Pelt) e Psi (Yael Grobglas). Uma curiosidade: nos quadrinhos, Psi tem os mesmos poderes de Satúrnia, mas a série parece ter confundido a integrante da Legião dos Super-Heróis com outra personagem, já que ela ainda não demonstrou sua famosa telepatia. Intitulado “Fort Rozz”, nome da prisão kryptoniana para supercriminosos, o episódio vai ao ar nesta segunda (22/1) nos Estados Unidos. A 3ª temporada de “Supergirl” está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 2 será primeira produção a adotar diretrizes anti-assédio nas filmagens

    22 de janeiro de 2018 /

    “Mulher-Maravilha 2” será o primeiro filme a adotar as novas diretrizes do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos contra assédio sexual. A informação foi divulgada no sábado (20/1) durante a premiação do sindicato, os PGA Awards. As diretrizes foram divulgadas um dia antes, na sexta, e distribuído para produtores, elencos e outros profissionais da indústria. O documento traz sugestões de como produtores devem se comportar dentro e fora do set, assim como regras envolvendo o treinamento de elenco e equipe. O texto formulado pelo PGA orienta como possíveis vítimas ou testemunhas de assédio devem agir. Recomenda, por exemplo, “contactar as autoridades apropriadas imediatamente” e fazer anotações toda vez que presenciar situações abusivas. O documento também define o que é assédio. “Um abraço, um beijo na bochecha ou um toque casual não configura, necessariamente, assédio”, explica um dos itens. “O importante é se o comportamento é ofensivo ou não é bem-vindo.” As diretrizes do PGA foram criadas após a onda de denúncias que varreu Hollywood no ano passado, e surgem na esteira do movimento antiassédio #Metoo e a iniciativa Time’s Up, criada para financiar denúncias de comportamento abusivo. A continuação de “Mulher-Maravilha” será novamente dirigida por Patty Jenkins e estrelada por Gal Gadot, e tem estreia prevista para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Série

    Kid Flash vai trocar de série para integrar Legends of Tomorrow

    20 de janeiro de 2018 /

    O herói Kid Flash vai trocar de série. O ator Keiynan Lonsdale, que interpreta Wally West, tem aparecido cada vez menos em “The Flash” por um motivo simples. Ele está se mudando para “Legends of Tomorrow”. Kid Flash passará a ser integrante fixo de “Legends of Tomorrow” já em fevereiro, no segundo episódio do retorno da atração, após o hiato de final de ano. “Quando seu personagem afastou-se do Flash para continuar trilhando seu próprio caminho, sentindo-se um pouco distante de sua família e equipe, nós sabíamos que Wally West caberia perfeitamente em ‘Legends'”, disse o produtor executivo Phil Klemmer em um comunicado. “No final desta temporada, Wally vai aprender que as ‘lendas’ têm uma definição diferente do que significa ser um herói”, completou. A entrada de Kid Flash no elenco de “Legends” acontece poucos episódios após a saída de Nuclear. E é “curioso” reparar como os produtores procuraram manter uma espécie de cota racial na trama, trocando um ator negro (Franz Drameh) por outro. Isto já tinha sido verificado na temporada anterior quando a Mulher Gavião, vivida por Ciara Renée, foi trocada por Vixen, interpretada por Maisie Richardson-Sellers. De todo modo, Kid Flash não é um estranho entre as lendas, já que lutou ao lado dos demais heróis durante o crossover “Crisis on Earth-X”. Além disso, também fez uma rápida aparição no primeiro episódio da 3ª temporada de “Legends”. A série da equipe liderada por Canário Branco/Sara Lance (Caity Lotz) retorna com episódios inéditos em 12 de fevereiro nos Estados Unidos. No Brasil, tanto “Legends of Tomorrow” quanto “The Flash” são exibidos no canal pago Warner.

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  • Filme

    Filme dos Jovens Titãs em Ação! ganha trailer dublado em português

    19 de janeiro de 2018 /

    A Warner divulgou a versão dublada do trailer da animação “Os Jovens Titãs em Ação! nos Cinemas”. O filme leva para a tela grande o desenho do Cartoon Network, inspirado no grupo de heróis adolescentes da DC Comics. A prévia revela que o tom é infantil como o público original da produção, com direito à indefectível piada de peido que as crianças adoram – e que a maioria dos lançamentos infantis incorpora. A versão em inglês pode ser conferida abaixo, para comparar com a dublagem original, que conta com Khary Payton (o Ezekiel da série “The Walking Dead”) como Ciborgue, além das vozes de Kristen Bell (série “The Good Place”) e Will Arnett (“Arrested Development”). O filme não deve ser lançado com legendas no Brasil. “Os Jovens Titãs em Ação! nos Cinemas” foi escrito e dirigido por Aaron Horvath, criador da série dos Jovens Titãs, e estreia em 26 de julho no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Atores começam treinamento para filmar Esquadrão Suicida 2

    19 de janeiro de 2018 /

    Os atores Joel Kinnaman, Jay Courtney e Jay Hernandez compartilharam fotos da academia em que estão treinando para “voltar à forma”. Todos os três integrantes do “Esquadrão Suicida” publicaram a mesma imagem em suas contas no Instagram, sugerindo que o começo das filmagens da continuação não deve demorar. Já era esperado que os intérpretes de Rick Flag (Kinnaman) e Capitão Bumerangue (Courtney) voltassem na sequência, mas a participação do Diablo (Hernandez) é inesperada, pois ele se sacrificou para salvar os companheiros no final de “Esquadrão Suicida”. Se a foto servir de indicativo, os roteiristas devem ter encontrado um modo de justificar a sobrevivência do personagem. Vale observar que nenhum deles menciona especificamente “Esquadrão Suicida 2” em suas imagens, mas é o único projeto que justificaria um reencontro do trio numa academia. A continuação tem roteiro de Adam Cozad (“A Lenda de Tarzã”) e Zak Penn (“Os Vingadores”) e será dirigida por Gavin O’Connor (“O Contador”). Ainda não há previsão de estreia. Brendan whipping us back into shape. Jay puked. #garagegym Uma publicação compartilhada por Joel Kinnaman (@joelkinnaman) em 18 de Jan, 2018 às 3:37 PST

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  • Série

    Homem-Elástico ganha novo uniforme no próximo episódio de The Flash

    17 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer e 20 fotos de “The Elongated Knight Rises”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar na próxima terça (16/1) nos Estados Unidos. O vídeo mostra Barry Allen (Grant Gustin) na prisão, após ser incriminado por um assassinato que não cometeu, deixando o combate ao crime a cargo do time de coadjuvantes da série. É a deixa para o Homem-Elástico (Hartley Sawyer) assumir mais responsabilidade. E com poderes e responsabilidades, vem… um novo uniforme, como demonstra uma das imagens. Já era tempo, já que o traje que ele usava, como o próprio Elástico definiu, era “feio de doer” (tradução aproximada do termo “butt-ugly”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série foi uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). “The Flash” é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.

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  • Série

    Comercial revela que Mon-El usará uniforme clássico dos quadrinhos na série Supergirl

    17 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo comercial de sua programação, com participação dos protagonistas das séries que compõem sua midseason. E em meio ao desfile de personagens, uma imagem de super-herói chamou atenção. Coadjuvante de “Supergirl”, Mon-El apareceu com o uniforme clássico dos quadrinhos, em vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual é bem diferente do vestido pelo ator Chris Wood no episódio da Legião dos Super-Heróis. E pode representar alguma reviravolta da trama. O personagem surgiu em 1961 para uma aparição única na revista do Superboy, mas a criação de Robert Bernstein e George Papp fez tanto sucesso que se tornou recorrente, até sua história ganhar um final feliz. A aparição de Mon-El marcou época pelo enredo trágico, que partiu o coração de milhares de crianças nos anos 1960. Originalmente, ele chegava a Terra sem memórias e, por ter os mesmos poderes, acabava confundido com um kryptoniano por Superboy. Feliz por ter encontrado um amigo poderoso de sua idade, o jovem Clark Kent foi quem batizou o desconhecido com o nome Mon-El, compartilhando seu sobrenome kryptoniano (Kal-El) ao “adotá-lo” como primo. Mas a alegria dura pouco, pois o alienígena se mostra imune à kryptonita e faz Superboy perceber que o estranho não poderia ser quem imaginava. Achando que estava sendo enganado por algum inimigo ardiloso, o jovem de aço decide desmascarar o farsante colocando-o diante de kryptonita para ver sua reação. O problema é que, para se proteger da radiação venenosa, o herói usa uma caixa de chumbo. Mas Mon-El, que na verdade vinha do planeta Daxam, era vulnerável ao chumbo, substância mortal para os daxamitas, e o erro de Superboy acaba envenenando-o. Diante da morte certa do amigo, Superboy recorre à única solução que consegue imaginar: enviá-lo para a Zona Fantasma, onde os piores criminosos de Krypton ainda viviam, de forma incorpórea, enquanto se dedicaria a encontrar uma cura para resgatá-lo. Ele nunca conseguiu cumprir a promessa. Mas Mon-El foi resgatado, mil anos depois, no século 30, quando Brianiac 5 desenvolveu um cura para seu envenenamento. Livre da Zona Fantasma, ele acabou convidado a integrar a Legião dos Super-Heróis. Toda essa história orientou a adaptação do personagem em “Supergirl”, que preservou alguns pontos-chaves da origem de Mon-El, como o envenenamento por chumbo e sua ida ao futuro, onde é curado e vira um legionário. “Supergirl” está atualmente em sua 3ª temporada nos Estados Unidos e é exibida com poucos dias de atraso no Brasil pelo canal pago CW. A série também tem seus primeiros episódios transmitidos na madrugada da rede Globo.

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  • Série

    Supergirl vira fenômeno na Globo com mais audiência que novelas da Record

    17 de janeiro de 2018 /

    A série “Supergirl” começou a ser exibida em janeiro na TV aberta brasileira e, apesar do horário bizarro, tem se mostrado um fenômeno, com mais audiência que as principais atrações dos outros canais – em qualquer horário. A Globo começou a exibir “Supergirl” em 1 de janeiro, em formato de maratona diária, todos as madrugadas da semana. E mesmo indo ao ar muitas vezes após a 1h da manhã vem registrando em média 8,5 pontos de audiência, a maior de uma série da madrugada da Globo desde “Agentes Fora da Lei” (“Breakout Kings”), no início de 2012. Para se ter ideia, as novelas da Record dão 5,5 pontos no horário nobre. O sucesso, porém, não vai durar muito. Os episódios da 1ª temporada acabam em 26 de janeiro. “Supergirl” está atualmente na 3ª temporada e também é exibida no Brasil pelo canal pago Warner, com poucos dias de atraso em relação aos Estados Unidos. Lá, a série também está em alta, após seu episódio mais recente registrar a segunda maior audiência da atual temporada.

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  • Série

    Episódio da Legião dos Super-Heróis registra uma das maiores audiências de Supergirl

    16 de janeiro de 2018 /

    A série “Supergirl” voltou com tudo de seu hiato de fim de ano na noite de segunda (15/1), introduzindo Brainiac 5 (Jesse Rath) no universo televisivo da DC Comics e apresentando a Legião dos Super-Heróis como aliados da heroína (Melissa Benoist) contra a ameaça de Régia (Odette Annable). E o público aprovou. Apesar do visual e de poderes diferentes dos quadrinhos, a participação da Legião rendeu a segunda maior audiência da 3ª temporada de “Supergirl”. Com 2,1 milhões de telespectadores ao vivo, o episódio só perdeu para o crossover de “Crisis on Earth X”, visto por 2,7 milhões. Em outros tempos, o produtor Greg Berlanti começaria a planejar um spin-off com os personagens. Mas a rede CW já afirmou que atingiu o limite de séries de super-heróis que consegue exibir. São cinco, e a mais nova estreia justamente nesta terça (16/1): “Black Lightning”, com o herói Raio Negro. Para complicar, uma série da Legião seria muito cara: a trama se passa no futuro e em vários planetas, além de incluir duas dezenas de personagens. Por enquanto, Supergirl só conheceu três legionários: seu ex-namorado Mon-El (Chris Wood), Satúrnia (Amy Jackson) e o já mencionado Brianiac 5. Eles continuam na série da heroína, e Satúrnia terá papel importante no próximo episódio, previsto para ir ao ar em 22 de janeiro nos Estados Unidos. “Supergirl” é exibida no Brasil no canal pago Warner. Veja abaixo o trailer do episódio, ainda inédito no país.

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  • Filme

    Roteiristas de Homem Aranha: De Volta ao Lar negociam dirigir o filme solo do herói Flash

    16 de janeiro de 2018 /

    Os diretores-roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein estão em negociações com a Warner para dirigir “Flashpoint”, o filme solo do super-herói Flash. A notícia foi confirmada por fontes das principais publicações de cinema dos Estados Unidos. Conhecidos por escrever comédias como “Quero Matar Meu Chefe” (2011) e “Férias Frustradas” (2015), eles também assinaram o roteiro do bem-sucedido “Homem-Aranha: De Volta para Casa” no ano passado. Por outro lado, só dirigiram dois longa-metragens: o citado “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e o vindouro “A Noite do Jogo”, que estreia em março. Ambos são comédias. Não é de hoje que a DC busca imprimir um tom de humor no filme do Flash. Anteriormente, o estúdio tinha definido Rick Famuyiwa como diretor, antes de acontecerem “diferenças criativas” e ele abandonar a produção. Mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), ele só veio a se destacar entre o público geek com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop em sua fórmula de humor afro-americano. Apesar dessa inclinação, “Flashpoint”, a história escolhida para o filme, é uma das mais dramáticas dos quadrinhos recentes. Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Nela, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas -, o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo, enquanto Mulher-Maravilha e Aquaman travam uma guerra brutal que dizimou parte do mundo. A história é tão importante que já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. O único nome garantido no projeto é Ezra Miller, intérprete do herói em “Liga da Justiça”, apesar de Famuyima ter escalado a atriz Kiersey Clemons, com quem trabalhou em “Um Deslize Perigoso”, para viver Iris West. Desde que ele saiu do projeto, até a participação da atriz em “Liga da Justiça” foi cortada. A estreia está marcada apenas para 2020.

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  • Série

    Cena inédita de Supergirl mostra Saturnia com poderes diferentes dos quadrinhos

    15 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou uma cena do próximo episódio de “Supergirl”, que marca o retorno da série após o hiato de fim de ano. A prévia mostra a luta da supervilã Régia (Odette Annable) contra Satúrnia (Amy Jackson) e Mon-El (Chris Wood), da Legião dos Super-Heróis. Eles decidem enfrentar a kryptoniana após Supergirl (Melissa Benoist) ficar em coma no último episódio do ano passado. O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”, mas a cena chama atenção para a forma como a série decidiu ignorar a Legião clássica dos quadrinhos. Além de mostrar Saturnia morena – a personagem é loira nas publicações da DC Comics – e com uniforme de couro escuro – é vermelho e branco – , os roteiristas a confundiram com heroínas da Marvel, mostrando-a muito mais poderosa que o costume. Exclusivamente com poderes telepáticos, ela aparece na cena movendo objetos com a mente, como Jean Grey (dos “X-Men”), e criando escudos de energia, como Susan Storm (a Mulher-Invisível do “Quarteto Fantástico”). Apesar disso, há atenuantes para a decisão. Em alguns episódios da série animada da Legião, exibida no Cartoon Network entre 2006 e 2008, Inra Ardeen (o verdadeiro nome da heroína) demonstrou alguma capacidade telecinética e, desde o reboot de “Os Novos 52”, a DC ainda explora a extensão dos poderes da personagem. Primeiros heróis cults dos quadrinhos, a Legião dos Super-Heróis surgiu numa história do Superboy de 1958, escrita por Otto Binder e desenhada por Al Plastino. E fez tanto sucesso que voltou a aparecer outras vezes, até ganhar sua série própria. Seus fãs eram os que mais escreviam cartas, além de se reunir em clubes e publicar fanzines, estimulados pelos editores, que promoviam votações abertas para determinar o líder anual do grupo – o que fomentou um fenômeno geek antes de existir cultura geek. Os quadrinhos da Legião também anteciparam “Star Trek” ao apresentar uma visão utópica do futuro, em que raças de diferentes planetas conviviam sob a… Federação dos Planetas Unidos! Por curiosidade, já houve um crossover da Legião com “Star Trek” nos quadrinhos. A publicação era tão respeitada que seu escritor de mais de uma década, Paul Levitz, virou presidente da DC Comics. Com o tempo, porém, os diversos reboots da empresa bagunçaram tanto a cronologia da publicação que ela acabou perdendo todo seu prestígio original. Para completar o desprestígio, agora alguns de seus personagens centrais aparecem como poderes e visuais diferentes na TV. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a Legião aparece de carne e osso numa série da DC Comics. Saturnia e outros heróis do futuro tiveram uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville”, que soube respeitar melhor as características originais dos personagens. O episódio de Legião dos Super-Heróis vai ao ar nesta segunda, dia 15 de janeiro, nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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    Daniel Radcliffe comenta participação polêmica de Johnny Depp em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald

    12 de janeiro de 2018 /

    Até hoje lembrado como o intérprete de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe finalmente se manifestou sobre a controvérsia em torno da escalação de Johnny Depp no ​​filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, spin-off da franquia que ele estrelou. Durante sua participação no evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), Radcliffe foi questionado pela revista Entertainment Weekly sobre o que achava de a franquia contratar um ator acusado de agressão por sua ex-esposa, Amber Heard. A roteirista do filme, JK Rowling, que também criou “Harry Potter”, e o diretor David Yates, que também trabalhou nos filmes de “Harry Potter”, estão à frente do spin-off e defenderam a participação de Depp. “É muito difícil para mim”, disse Radcliffe, destacando que sempre apoiará os produtores do filme, que “me deram um excelente começo na vida e um trabalho incrível”. Mas acrescentou: “Posso ver por que as pessoas estão frustradas. Não vou dizer nada que já não tenha sido dito, mas a analogia é que, na NFL (liga de futebol americano), há muitos jogadores presos por fumar maconha e outros com comportamento muito pior que são tolerados por serem muito famosos. O que me deixa impressionado é que tínhamos um cara que foi demitido por causa de maconha nos filme de ‘Potter’ e, obviamente, Johnny é acusado de algo muito maior do que isso”. Radcliffe refere-se ao ator Jamie Waylett, que interpretou o valentão de Hogwarts, Vincent Crabbe. Depois de aparecer em seis filmes de ‘Harry Potter’, Waylett foi retirado das duas partes de “Relíquias da Morte”, após ser preso por cultivar 10 plantas de maconha em 2009. O ator era pouco conhecido quando foi excluído da franquia e – ao contrário de Depp – foi preso e se declarou culpado de cultivar maconha na casa de sua mãe. Já Depp foi acusado de agressão pela atriz Amber Heard e proibido de voltar para casa pela justiça. Durante o processo tumultuado de divórcio, a atriz apareceu com o rosto machucado e sendo ameaçada, num vídeo, pelo ator bêbado e agressivo, o que acelerou o processo de separação. Para deixar claro que não estava atrás de dinheiro, Heard doou tudo o que obteve no divórcio para causas de defesa da mulher e para um hospital infantil. Desde então, fez muitas insinuações sobre ter sido vítima de violência doméstica. Daniel Radcliffe participou do evento da TCA para promover seu novo trabalho televisivo. Ele vai estrelar a série “Miracle Workers”, uma comédia sobre burocratas do céu, em que encarnará o anjo responsável por ouvir e anotar todos os pedidos da Terra, ainda sem estreia definida. Já “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para novembro de 2018, e os planos da Warner preveem a produção de mais três continuações.

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    Trailer mostra a estreia da Legião dos Super-Heróis na série Supergirl

    10 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que marcará o retorno da série após o hiato de fim de ano. Além de mostrar o que aconteceu com a heroína (Melissa Benoist), após a surra sofrida no último episódio do ano passado, o trailer mostra a Legião dos Super-Heróis em ação. O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”, e traz Mon-El (Chris Wood) com sua roupa de super-herói, ao lado de Saturnia, pronto para enfrentar a ameaça de Régia (Odette Annable). Enquanto isso, Brainiac 5 tenta se comunicar com a inconsciente Supergirl. Mas os fãs que esperavam pela revelação do time de super-heróis do século 30 desde a introdução de Mon-El na temporada passada podem ficar decepcionados. Além de nenhum dos três lembrar visualmente os personagens dos quadrinhos em que são baseados, a escolha das missões também é pouco lógica, já que quem possui poderes mentais é Saturnia. Loira nos quadrinhos, Saturnia ganhou interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson. E até o esverdeado Brainiac 5, por algum motivo obscuro, tornou-se azulado na versão vivida por Jesse Rath (em seu segundo personagem alienígena, após Alak Tarr na série “Defiance”). Primeiros heróis cults dos quadrinhos, a Legião dos Super-Heróis surgiu numa história do Superboy de 1958, escrita por Otto Binder e desenhada por Al Plastino. E fez tanto sucesso que voltou a aparecer outras vezes, até ganhar sua série própria. Seus fãs eram os que mais escreviam cartas, além de se reunir em clubes e publicar fanzines, estimulados pelos editores, que promoviam votações abertas para determinar o líder anual do grupo – o que fomentou um fenômeno geek antes de existir cultura geek. Os quadrinhos da Legião também anteciparam “Star Trek” ao apresentar uma visão utópica do futuro, em que raças de diferentes planetas conviviam sob a… Federação dos Planetas Unidos! Por curiosidade, já houve um crossover da Legião com “Star Trek” nos quadrinhos. A publicação era tão respeitada que seu escritor de mais de uma década, Paul Levitz, virou presidente da DC Comics. Com o tempo, porém, os diversos reboots da empresa bagunçaram tanto a cronologia da publicação que ela acabou perdendo todo seu prestígio original. De todo modo, esta não é a primeira vez que a Legião aparece de carne e osso numa série da DC Comics. Saturnia e outros heróis do futuro tiveram uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville”, que soube respeitar melhor as características originais dos personagens. O próximo episódio de “Supergirl” vai ao ar em 15 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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