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  • Série

    Kid Flash se despede das séries da DC, mas ator promete voltar sempre que “precisarem”

    6 de junho de 2018 /

    Muita gente reparou na ausência de Kid Flash no primeiro banner da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”. Agora veio a confirmação. O ator Keiynan Lonsdale não retornará à série, após ter se juntado aos heróis da atração nos últimos episódios. Ele foi às redes sociais se justificar, explicando para os fãs que o afastamento da série foi decisão sua, porque decidiu procurar um novo “caminho” para a carreira. Keiynan recentemente investiu na música, lançando um single. Ele também se assumiu publicamente como bissexual. Ao mesmo tempo, o ator afirmou que isso não significa o fim de Kid Flash nas séries da DC Comics. Ele prometeu manter aparições ocasionais em “The Flash” ou “Legends”, sempre que “precisarem”. Mas não fará mais parte de nenhuma delas por período integral. “Definitivamente não é uma situação de completo adeus ou um ‘até nunca mais’, porque Wally West ainda vai estar por perto quando vocês mais precisarem dele! É só que não será mais período integral”, afirmou. “Eu mudei muito no ano passado (como vocês provavelmente notaram), e por infinitas razões minhas perspectivas sobre a vida e o que eu quero agora são apenas completamente diferentes. Por causa disso, meu coração me disse que era o momento certo para continuar minha jornada por um caminho desconhecido, e eu sou muito grato a ambas as séries por honrarem e respeitarem isso”, acrescentou. “Eu amo o Kid Flash, eu amo a família que eu fiz nas séries e eu estou apaixonado por tudo o que eu aprendi no caminho. Obrigado por acreditarem em mim e torcer por Wally, vocês honestamente me ajudaram a ver que eu de fato merecia interpretá-lo, e isso me tornou um ator mais forte. De qualquer forma, eu espero que vocês fiquem por perto para as próximas aventuras. A única coisa que eu posso prometer é Mágica”, concluiu. Os fãs não demorarão muito para voltar a ver Kid Flash, que participará do capítulo de estreia da 5ª temporada de “The Flash”, quando Wally conhecerá seu novo irmãozinho. Ele provavelmente aparecerá em outros episódios. Enquanto isso, “Legends of Tomorrow” não deve sentir muito sua ausência, uma vez que ele mal chegou e já está saindo – literalmente num flash. Além disso, a série terá dois novos integrantes fixos. Matt Ryan (como Constantine) e Jes Macallan (Ava) vão participar da próxima temporada em tempo integral. Love you all ⚡️❤️ – Keiy x pic.twitter.com/JBdxUaKocA — Keiynan Lonsdale ? (@KeiynanLonsdale) June 6, 2018

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  • Filme

    Jared Leto vai estrelar e produzir filme solo do Coringa

    5 de junho de 2018 /

    Jared Leto voltará a viver o Coringa em um filme solo do personagem, afirma a revista Variety. Fontes ouvidas pela publicação informaram que o ator negocia estrelar e produzir o primeiro filme do Palhaço do Crime, que deverá estender o universo compartilhado dos personagens de “Esquadrão Suicida”. Além deste filme, que ainda está em estágio embrionário, a Warner também desenvolve um longa focado na Arlequina, vivida por Margot Robbie. A falta de informações oficiais deixam no ar se projeto seria uma adaptação de “Aves de Rapina” (Birds of Prey), que reúne heroínas femininas da DC Comics, ou “Sereias de Gotham” (Gotham City Sirens), sobre as vilãs de Batman. Ambos os projetos tem sido mencionados por fontes das publicações sobre cinema dos Estados Unidos. Paralelamente, a Warner também está desenvolvendo um filme sobre a origem do Coringa, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, sob a direção de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”). Quando anunciou o projeto, o estúdio disse que ele não interferiria na continuidade do Coringa de Leto. O estúdio está atualmente em busca de um roteirista para o filme de Leto. Além disso, há conversas sobre um longa do Pistoleiro, estrelado por Will Smith. Vale lembrar que o único projeto confirmado até o momento é a continuação de “Esquadrão Suicida”, que entrará em produção em 2019 com direção de Gavin O’Connor (“O Contador”).

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  • Filme

    Trailer de Uma Aventura Lego 2 leva personagens para o espaço ao som de Beastie Boys

    5 de junho de 2018 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Uma Aventura Lego 2” em versão dublada. A prévia mostra que o mundo Lego não é mais sensacional. Na verdade, ficou muito parecido com a franquia “Mad Max” nessa continuação, com todo mundo mal-humorado, sombrio e punk, menos Emmett, que continua feliz, colorido e irremediavelmente otimista, mesmo diante de uma nova ameaça, que chega numa nave para capturar seus amigos e levá-los para o espaço. Deve ser a Enterprise, já que ataca ao som de Beastie Boys. Ou não? Os personagens que sobreviveram aos eventos catastróficos do primeiro filme continuam dublados em inglês por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Alison Brie (série “Glow”), Will Arnett (série “Arrested Development”), Nick Offerman (série “Parks and Recreation”), Charlie Day (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Channing Tatum (“Magic Mike”), entre outros. Stephanie Beatriz (série “Brooklyn Nine-Nine”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) são as novidades, a primeira como a alienígena que desembarca na Terra Lego, e a segunda como uma rainha transmorfa. Os diretores do primeiro filme, Phil Lord e Christopher Miller, escreveram o roteiro original, que foi revisado e reescrito por Raphael Bob-Waksberg (criador da série animada “BoJack Horseman”). A direção é de Mike Mitchell (“Trolls”) e Trisha Gum (diretora de arte da série animada “Frango Robô”), e a estreia está prevista para 7 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Confira também abaixo a versão original do trailer, que não foi disponibilizada com legendas.

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  • Série

    Revista revela bastidores e gravações polêmicas da demissão do ator de Máquina Mortífera

    2 de junho de 2018 /

    A revista Variety publicou uma reportagem sobre os bastidores conturbados da série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, que culminou da demissão do ator Clayne Crawford. Acompanhando o artigo, também foi postado um vídeo em seu site que flagra o mau comportamento do ator. Em áudio, é possível ouvi-lo xingando de forma abusiva o coprotagonista Damon Wayans e tendo um piti durante a gravação de uma cena, diante de um ator convidado. Veja abaixo. A publicação ouviu 31 pessoas envolvidas na série, que atestaram que o comportamento de Crawford dividiu a equipe e ajudou a criar um ambiente tóxico ao longo da 2ª temporada. As discussões eram tão frequentes que seguranças precisaram ser contratados para que temporada pudesse ser finalizada sem que as brigas descambassem para violência física. Crawford foi demitido após ser acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” dentro do set de gravações. Um dos casos citados aconteceu no último mês de outubro, durante a gravação de uma cena em uma piscina pública de Los Angeles, em que Crawford tinha de ameaçar um homem com uma arma. A gravação, que se estendeu por horas, foi interrompida várias vezes por causa de ruídos externos, o que provocou a ira do ator. Ele teve um ataque de estrelismo e fez um escândalo proferindo inúmeros palavrões. Segundo fontes ouvidas pela revista, o barulho vinha de crianças de 10 e 11 anos que estavam no local. Abismado, um assistente de direção abandonou o set após o incidente e denunciou Crawford, que virou persona non grata entre a equipe da série. Mas a gota d’água aconteceu em março, quando Crawford assumiu a direção de um episódio. Durante a filmagem de uma cena que envolvia uma explosão com efeitos especiais, Wayans foi atingido na parte de trás da cabeça por um estilhaço, sofrendo um corte. Após a demissão de Crawford, ele revelou fotos e detalhes do incidente nas redes sociais. No dia seguinte, ele retornou ao set e começou a discutir de forma ríspida com Crawford. Eles se preparavam para rodar uma cena em que investigariam um escritório vazio. Após filmar a primeira parte, Wayans então teria se aproximado de um dos produtores e afirmado que não filmaria a segunda, que envolvia um tiroteio, por não se sentir seguro com a situação. Um dublê contratado teve de rodar a cena, e Damon Wayans deixou o set e se dirigiu a seu trailer. Crawford foi tirar satisfação e, no meio do caminho, encontrou o assistente de Wayans, e os dois trocaram palavrões. Enquanto um membro da equipe tentava separar os dois, Wayans saiu do trailer e entrou na discussão, assim como Matthew Miller, produtor-executivo da série. A segurança do estúdio foi acionada e apartou a confusão, mas todas as gravações precisaram ser interrompidas, o que gerou um impasse. O episódio fez Warner Bros contratar seguranças particulares, que começaram a trabalhar em dois turnos no set para garantir que o episódio final da 2ª temporada pudesse ser rodado. Revoltado com o colega, Damon Wayans o criticou duramente redes sociais, acusando-o de “terrorista emocional”. A situação teria chegado ao ponto do “ou eu ou ele”, criando um clima insustentável, ao mesmo tempo em que alimentava o receio de que a perda de um dos dois protagonistas pudesse levar ao cancelamento da série. Entretanto, também havia queixas em relação ao comportamento de Wayans, que ajudou a acirrar o ambiente com suas exigências. Para participar da série, ele exigiu ter refeições a cada 2,5 horas, mesmo que tivesse que interromper uma gravação importante. Também exigiu horário de cochilo após a refeição principal. Ele ainda não participa das leituras coletivas de cada episódio, chegando sem preparação para as gravações. E, segundo testemunhas, dizia torcer pelo cancelamento da série, por odiar o trabalho. Ao final, a Warner, produtora da atração, optou por demitir Crawford, devido à irresponsabilidade profissional e comportamentos abusivos. Os produtores encontraram um substituto em tempo recorde, fechando com o ator Seann William Scott (da franquia “American Pie”). Graças a isso, conseguiram assegurar a renovação da série junto à Fox. A 3ª temporada deve estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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    Logotipo da continuação de Mulher-Maravilha revela época do novo filme

    1 de junho de 2018 /

    O produtor Geoff Johns, presidente da DC Entertainment, divisão de cinema e séries da DC Comics – e cocriador da série “The Flash” – , adotou o logo da continuação de “Mulher-Maravilha” em suas páginas no Facebook e Twitter. E assim que a arte foi liberada, foi prontamente seguido pela diretora Patty Jenkins. Além de sugerir o nome do filme, “WW84” também aponta o ano em que se passa a sequência, indicando que a trama acontecerá em 1984. Não por acaso, o domínio “www.wonderwoman1984.com” foi um dos muitos recentemente registrados pela Warner com o nome da heroína. O primeiro “Mulher-Maravilha” acompanhou a luta da guerreira amazona contra Ares na 1ª Guerra Mundial. E desde o começo das negociações para retornar como diretora do segundo filme, Patty Jenkins afirma sua intenção de contar uma história passada durante a Guerra Fria, em vez de retomar a trama nos dias atuais. Gal Gadot voltará a viver Mulher-Maravilha, que desta vez enfrentará a vilã Mulher-Leopardo, interpretada por Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”). A estreia está marcada para novembro de 2019.

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  • Filme

    J.K. Rowling já está escrevendo terceiro filme da saga Animais Fantásticos

    1 de junho de 2018 /

    A escritora J.K. Rowling já está trabalhando no roteiro do terceiro filme da saga “Animais Fantásticos”, seis meses antes da estreia do segundo, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. “Acabei de terminar o quarto romance de Galbraith, ‘Lethal White’, e agora estou escrevendo o roteiro de ‘Animais Fantásticos 3′”, disse Rowling aos seus fãs em uma sessão de perguntas e respostas em seu site. A referência à Gailbraith se deve ao fato de a criadora de “Harry Potter” também escrever obras policiais sob o pseudônimo de Robert Galbraith. Ainda sem título oficial, o terceiro filme do spin-off do universo de “Harry Potter” já tem, inclusive, previsão de estreia – para novembro de 2020. Já “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindenwald” chega aos cinemas brasileiros em 15 de novembro de 2018. O primeiro trailer do filme foi revelado em março e mostra a fuga da prisão de Gerardo Grindelwald (Johnny Depp), que inicia seu plano maligno de levar bruxos de puro-sangue a governar o mundo dos trouxas. Para enfrentar o mal, o ainda jovem Alvo Dumbledore (Jude Law) vira aliado do ex-aluno Newt Scamander (Eddie Redmayne) para caçar o poderoso bruxo.

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  • Série

    Supergirl encontra a cidade perdida de Argo no trailer do próximo episódio

    27 de maio de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer e as fotos do próximo episódio de “Supergirl”, que promete uma reviravolta na série. A prévia mostra a descoberta da cidade de Argo, que sobreviveu à explosão do planeta Krypton e vaga como um meteoro perdida no espaço. Não só isso. Ao entrar no local, Kara (Melissa Benoist) descobre que sua mãe, Alura Zor-El (Erica Durance), está entre os sobreviventes. A trama é uma curiosa variação da história clássica da origem de Supergirl. Nos quadrinhos originais, Zor-El, o pai de Kara e tio de Kal-El (o Superman), conseguira proteger a cidade de Argo com um campo gravitacional e assim evitou a sua destruição durante a explosão de Krypton. Entretanto, a cidade ficou vagando no espaço por mais de uma década, até que uma chuva de asteroides rompeu seu domo protetor, expondo a população à radiação ao seu redor. O resultado é apocalíptico, pois o pedaço do planeta que sustenta a cidade virou o maior depósito de kryptonita do universo, letal para todos os habitantes do lugar. Diante do novo desastre, Zor-El e Alura utilizam o único foguete que lhes resta para salvar Kara, enviando-a para a Terra. Como a série vai usar Argo fora da cronologia, será interessante observar se a tragédia vai se repetir ou se a cidade ocupará o lugar de Kandor na mitologia dos heróis kryptonianos. Kandor foi outra cidade que sobreviveu à destruição de Krypton, graças a uma maldade do supervilão Brainiac, que a encolheu junto com todos os seus sobreviventes e a levou consigo para o espaço. Décadas depois, Superman a recuperou e a manteve sob sua proteção na Fortaleza da Solidão, até eventualmente trazer seus habitantes de volta ao tamanho normal e ajudá-los a colonizar outro planeta. As duas cidades acabaram sendo combinadas nos reboots mais recentes. Após “Crise nas Infinitas Terras”, Argo foi encontrada por Brainiac no espaço e incorporada a Kandor em sua coleção de miniaturas, fazendo com que Alura não só sobrevivesse como se tornasse líder dos kryptonianos remanescentes. Supergirl vai encontrar Argo no episódio “Dark Side of the Moon”, que vai ao ar na segunda-feira (28/5) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    História de dragões do autor de Game of Thrones vai virar longa animado

    26 de maio de 2018 /

    O escritor George R.R. Martin, cujos livros inspiraram a série “Game of Thrones”, vai trocar as cenas de sexo e violência por uma produção infantil. Trata-se de uma animação baseado no seu conto “The Ice Dragon”. Curiosamente, a história foi lançada originalmente para adultos, em 1980, na antologia “Dragons of Light”. Mas sete anos depois ganhou uma nova versão do autor para o público infantil, na coleção “Portraits of His Children”. A história acompanha Adara, uma garota que secretamente faz amizade com um raro dragão de gelo. Quando o exército invasor de dragões invade sua cidade, somente o Dragão de Gelo pode ajudá-la a salvar seu mundo da destruição total. Apesar de incluir dragões, a história não se passa num dos famosos Sete Reinos criados por George R.R. Martin para as “Crônicas de Gelo e Fogo”, que viraram a série “Game of Thrones”, mas em um mundo muito parecido de fantasia medieval onde reinos em guerra manipulam o poder de dragões. O diretor do filme ainda não foi confirmado, mas a produção será um lançamento da Warner Bros.

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    Clint Walker (1927 – 2018)

    23 de maio de 2018 /

    Morreu Clint Walker, astro da série clássica “Cheyenne” e um dos “12 Condenados”. O ator americano faleceu na segunda-feira (21/5) em sua casa no interior da Califórnia, aos 90 anos, de um problema cardíaco. Norman Eugene Walker nasceu em 30 de maio de 1927, em Hartford, Illinois. Ele deixou a escola aos 16 anos para encontrar emprego – primeiro em uma fábrica local, depois na marinha mercante. Em 1948 ele se casou com a primeira de suas três esposas, com quem teve uma filha. Aspirando uma vida melhor, a família mudou-se para Las Vegas, onde o jovem arranjou trabalho como segurança no Sands Hotel. Foi lá que o ator Van Johnson, impressionado com seu porte físico, sugeriu que ele explorasse a atuação. O jovem seguiu o conselho e começou a fazer testes para compôr figuração. Até que foi-lhe oferecida a oportunidade de conhecer o lendário diretor Cecil B. DeMille, que preparava a produção de seu último épico, “Os Dez Mandamentos” (1956). Mas a caminho do estúdio, ele viu uma mulher mais velha atrapalhada com seu carro, pedindo ajuda para trocar um pneu. Ele não pensou duas vezes, mesmo que o tempo perdido na boa ação pudesse lhe custar o papel. Quando chegou à reunião, DeMille lhe disse severamente: “Você está atrasado, jovem”. Conforme ele conta esta história, em sua biografia, Walker lembrou-se de pensar: “Uh-oh. Minha carreira terminou antes de começar!” Ele tentou se justificar, explicando que havia parado para ajudar alguém na estrada, sendo inesperadamente interrompido por DeMille. “Sim, eu sei tudo sobre isso. Aquela mulher era minha secretária”. Walker conseguiu um papel um pouco mais destacado, como capitão dos guardas. Isto lhe abriu as portas em Hollywood. E, logo depois, um novo encontro com outra lenda de Hollywood mudou sua vida para sempre. A começar por seu nome. Norman virou Clint por decisão de Jack Warner, da Warner Bros., ao contratá-lo para viver seu primeiro grande papel, Cheyenne Bodie, um cowboy destemido e de bom coração, que acabou enfrentando inúmeros bandidos na televisão. O nome do personagem, por sua vez, era herança da tribo que o criou. Os pais do rapaz foram mortos por índios desconhecidos, mas ele foi encontrado vivo por uma tribo Cheyenne, que o criou dos 10 aos 18 anos, quando ele decidiu retornar para a civilização branca. Apesar de seu passado traumático, Bodie mantinha uma atitude positiva e compreensiva em relação aos nativos americanos, algo ainda pouco comum no gênero conhecido como “bangue-bangue” por ter mais tiros que tolerância. Lançada em 1955, “Cheyenne” foi uma das primeiras séries produzidas pela Warner e a primeira de temática western da TV americana. Parecia até cinema em comparação às demais atrações televisivas da época, tamanho o cuidado tomado pelo estúdio para inaugurar o gênero. A série fez tanto sucesso que virou, de fato, cinema. Dois episódios de 1957 foram reunidos numa edição especial e lançados como um filme nos Estados Unidos. O impacto da produção também inspirou o surgimento de outras séries e, de uma hora para outra, a programação televisiva se viu cercada por um tiroteio de cowboys rivais. Clint Walker não tinha quase experiência como ator quando foi selecionado por Jack Warner para a produção. Tampouco sabia andar a cavalo – aprendeu na marra. Mas tinha um físico e uma estatura imponente, que deixava os demais atores na sombra. Tanto que as cenas de briga de “Cheyenne” costumavam ser difíceis de filmar, porque Walker ocupava toda a tela. Não só era muito alto, com 1,80 metro, mas também tinha um peitoral de fisiculturista. E a série aproveitava ao máximo para enfatizar estas qualidades, filmando-o descamisado em diversas ocasiões, mesmo quando o enredo não pedia. Na época, um crítico do jornal The New York Times chegou a defini-lo como “o maior e mais bonito herói ocidental a montar um cavalo, com um par de ombros capaz de rivalizar com o de King Kong”. “Cheyenne” só não aproveitou seus belos olhos azuis porque era produzida em preto e branco. Mas quando ele apareceu nos primeiros filmes em Technicolor, seu fã-clube aumentou. O ator aproveitou a popularidade da série para estrelar alguns westerns durante as pausas da produção. Assim, projetou-se no cinema. Os filmes da época incluem “O Rifle de 15 Tiros” (1958), “A Lei do Mais Valente” (1959) e “Ouro que o Destino Carrega” (1961), todos dirigidos por Gordon Douglas – e o último coestrelado pelo futuro 007 Roger Moore. Além de viver outros cowboys no cinema, ele também viveu o mesmo cowboy em outras séries. “Cheyenne” deu origem a um universo compartilhado de séries de cowboys da Warner, que incluíam “Bronco”, “Sugarfoot”, “Colt. 45”, “Lawman” e a popular “Maverick”. Body até apareceu num episódio de “Maverick” de 1960, mas a principal ligação das séries se deu por conta de uma personagem vivida por Diane Brewster, que após ser introduzida num capítulo de “Cheyenne” fez quatro aparições em “Maverick”. A série ficou no ar por sete temporadas, até 1963. Ou, mais exatamente, até o fim do contrato de Clint Walker. O ator queria ter saído da produção antes, já que tinha muitos convites para filmar e, durante um impasse na longa negociação com a Warner, chegou até a ser substituído provisoriamente por outro cowboy em sua própria série: Bronco, personagem que depois ganhou um spin-off. Ao sair de “Cheyenne”, ele também decidiu dar um tempo nos papéis de cowboys. Foi fazer uma comédia – que virou clássico – , “Não Me Mandem Flores” (1964), como coadjuvante de Rock Hudson e Doris Day. Estrelou o único filme dirigido pelo cantor Frank Sinatra, o drama de guerra “Os Bravos Morrem Lutando” (1965). Foi parar nas selvas da Índia na aventura “Maya” (1966). E, principalmente, se alistou na missão histórica de “Os 12 Condenados”, o clássico de 1967 que estabeleceu a fórmula dos filmes de anti-heróis, os malvados necessários, reunidos para atingir um objetivo capaz de redimi-los ou matá-los. Nada menos que o esquadrão suicida original. Muito copiado, o filme dirigido pelo mestre Robert Aldrich acompanhava um grupo de militares americanos presos por crimes de guerra, recrutados pelo major vivido por Lee Marvin para atingir um alvo importante atrás das linhas nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. As chances de sucesso eram pequenas, de retornar com vida menores ainda, mas se fossem capazes de realizar o feito, eles teriam as sentenças comutadas e ainda seriam considerados heróis. Ao lado de Clint Walker, toparam a proposta personagens vividos por Charles Bronson, Donald Sutherland, Jim Brown, Telly Savalas, o cantor Trini López e até o cineasta John Cassavetes. Foi um estouro de bilheteria, que ganhou continuações, imitações e até uma série nos anos 1980. Também foi o ponto alto da carreira de Walker, que ao tentar retomar os filmes de cowboy, pensando em reviver seus dias de glória, acabou enveredando por um punhado de produções B que esgotaram seus créditos como ator de cinema. No melhor deles, “O Grande Búfalo Branco” (1977), voltou a contracenar com Charles Bronson. A falta de novos sucessos o fez reaparecer na TV, numa profusão de participações especiais, inclusive como interesse amoroso de Lucille Balle no clássico sitcom “The Lucy Show”. Mas foi como seu velho personagem, Cheyenne Brody, que retomou a atenção do público. Cheyenne Brody reapareceu depois de 30 anos sumido, em plenos anos 1990, em duas oportunidades: num telefilme do personagem “The Gambler” (vivido pelo cantor Kenny Rogers), que reunia diversos cowboys clássicos da TV, e num episódio do revival da série “Kung Fu” de 1995. Esta foi também a última aparição de Clint Walker como ator. Depois disso, ele ainda trabalhou como dublador em “Pequenos Guerreiros” (1998), aventura infantil de Joe Dante, sobre um grupo de soldados de brinquedo criados com tecnologia de ponta que decidem levar sua missão a sério demais. Na produção, ele voltou a se juntar com alguns de seus co-protagonistas de “Os 12 Condenados”.

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    Zachary Levi revela imagem de Shazam no Instagram

    21 de maio de 2018 /

    O ator Zachary Levi (série “Chuck”) revelou uma foto oficial com o uniforme de Shazam no primeiro filme do super-herói da DC Comics. Ele posou diante de um mural impresso com uma imagem do personagem do filme, que aparece bebendo uma raspadinha, e publicou o clique no Instagram, acrescentando o comentário: “É disso que são feitos os sonhos! Desejos completamente realizados, e ainda uma bebida!”, escreveu o ator. O filme vai contar a nova versão da sua origem. Assim, quem conhecia o personagem como Capitão Marvel – seu nome original – pode ser surpreendido com uma trama completamente diferente da estabelecida nos anos 1940, quando ainda era publicado pela Fawcett Comics, e até mesmo de seu resgate nos anos 1970, quando virou herói da DC. Toda essa história foi zerada no evento “Novos 52” de 2012, que reformulou não só Shazam, mas também os coadjuvantes da sua família – antigamente chamada de Família Marvel. Pelo menos, o básico do personagem continua. Ele é um menino franzino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”) que vira um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” é o segundo filme na fila de estreias dos heróis da DC – após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. A previsão de estreia é para abril de 2019. This! This is what dreams are made of. Complete and total wish fulfillment, plus a beverage! ? All the squeees. #LicensingShowLasVegas #SHAZAMmovie #FirstLook? ?‍♂️ Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em 21 de Mai, 2018 às 2:55 PDT

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  • Série

    Tom Ellis revela a existência de negociações para o resgate de Lucifer

    20 de maio de 2018 /

    A resposta dos fãs ao cancelamento de “Lucifer”, com a campanha #SaveLucifer ganhando cada vez mais adeptos nas redes sociais, impressionou até o ator inglês Tom Ellis, que interpretava o personagem-título. Após se assumir em “estado de choque” com o cancelamento da série pela rede Fox, ele revelou ter viajado para Los Angeles, atendendo uma convocação do showrunner Joe Henderson e do produtor Jerry Bruckheimer, para participar de conversas entre os executivos da WBTV (Warner Bros. Television) e serviços de streaming para salvar a série. “Honestamente, fiquei um pouco chocado. Eu entrei em um estado de choque estranho. Eu realmente não estava esperando e fui pego de surpresa. E bateu em mim o quanto eu me importava com a série, e fiquei muito, muito triste. Eu não conseguia acreditar”, confessou o ator ao site TVLine. Mas seu humor mudou com a resposta “incrivelmente apaixonada” dos fãs. “Desde que comecei a fazer ‘Lucifer’, eu participei de divulgação em várias partes do mundo e estou ciente de que esse programa é muito mais popular do que parece ser na Fox. Nossos números sugerem que muitas pessoas assistem ao programa, mas não necessariamente na Fox. Então, de uma maneira estranha, não estou surpreso que as pessoas estejam com raiva. Eu só não estava preparado para este tsunami de amor que veio”. Após as primeiras reuniões para negociar uma ressurreição para a série, o ator se diz animado. “Não quero prometer nada para ninguém, porque há muitas coisas que precisam ser alinhadas para que isso aconteça. Mas eu não tive esperança antes, e agora tenho esperança. E enquanto houver esperança, continuarei lutando. Porque acho que é isso que nossos fãs querem que façamos”. E os fãs permanecem incansáveis. Em novo desdobramento para salvar a série, estão agora fazendo campanha para “Lucifer” ser indicada ao Teen Choice, algo que nunca aconteceu antes. A votação do Teen Choice Award 2018 é aberta ao público e se encerra na segunda (21/5). Veja abaixo. Caso “Lucifer” consiga emplacar alguma indicação, conquistará maior visibilidade e um argumento a mais para seu resgate. O último episódio da 3ª temporada de “Lucifer”, que marcou o final da série na Fox, foi ao ar no dia 14 de maio, deixando um grande gancho para a continuação. Boatos sugerem que a série pode ser resgatada pelo novo serviço de streaming da Warner focado em adaptações de suas publicações em quadrinhos, o DC Universe, que deve ser lançado ainda no final deste ano. Mas a WBTV prioriza uma parceria com a plataforma Hulu, que já tem direitos de exibição da série em streaming nos Estados Unidos, ou a Netflix, que possui os direitos internacionais.

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  • Série

    Novo crossover das séries da DC Comics vai introduzir a heroína Batwoman

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW anunciou um novo crossover anual de suas séries de super-heróis. E a grande novidade é que desta vez a reunião de personagens de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” vai incluir Gotham City e introduzir uma heroína do universo de Batman, a Batwoman. “Nós estaremos fazendo outro evento de crossover neste outono na The CW e estaremos introduzindo um novo personagem. Nós estaremos lutando ao lado de Batwoman”, revelou Stephen Amell, estrela de “Arrow”, durante o evento de apresentação da programação da próxima temporada da emissora – o Upfront – , que aconteceu na noite de quinta-feira (17/5). O presidente da CW, Mark Pedowitz, confirmou a informação e completou: “Estamos adicionando a cidade de Gotham ao Arrowverse”, e prometeu que o episódio em grupo será “outro evento repleto de ação”. A participação de Batwoman no crossover representará a primeira vez que a personagem dos quadrinhos ganhará versão em carne e osso – na TV ou mesmo cinema. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Ela surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico de Batman, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. A personagem acabou eliminada em 1964 quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. Mas retornou em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. A ironia dessa volta é que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBT da editora. Por conta dessa decisão, a maioria das versões de Batwoman que apareceram em séries ou filmes animados da DC Comics – inclusive o longa que tem seu nome no título: “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego” – não foram ligados à personagem dos quadrinhos, retratando-a com diferentes identidades. A Warner considerava a personagem oficial muito, digamos, adulta para figurar em produções juvenis. Mas os tempos evoluem. Assim, há dois anos, o lançamento de “Batman: Sangue Ruim” finalmente apresentou a versão animada de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, vale lembrar detalhes das séries da DC que antecipam sua chegada à televisão. Num episódio recente de “Arrow”, exibido em outubro do ano passado, Oliver Queen, o Arqueiro Verde, citou nominalmente Bruce Wayne e Gotham City. Veja abaixo. Além disso, a temporada passada de “Supergirl” introduziu a policial Maggie Sawyer, vivida por Floriana Lima, que nos quadrinhos chegou a ser noiva de Kate Kane, a Batwoman. As duas só não casaram porque a DC vetou, resultando em pedido de demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Ainda não há previsão para a exibição do crossover. No Brasil, as quatro séries são exibidas pelo canal pago Warner. Mayor by day. Hero by night. Stream the #Arrow premiere before tomorrow's new episode on The CW: https://t.co/zCi32rKGdv pic.twitter.com/2cEQUQbTFk — Arrow (@CW_Arrow) October 18, 2017

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    Séries de super-heróis da DC Comics ganham banners de suas novas temporadas

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou os banners das novas temporadas de suas cinco séries de super-heróis da DC Comics, todas produzidas por Greg Berlanti. A mais velha, “Arrow”, vai para sua 7ª temporada. “The Flash” chega à 5ª temporada. “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” atingem a 4ª temporada. E a caçula, “Black Lightning”, retorna em sua 2ª temporada. A arte mais chamativa é de “Legends of Tomorrow”, que mostra a estreia de Constantine (Matt Ryan) no elenco fixo das lendas, ao mesmo tempo em que esquece Kid Flash (Keiynan Lonsdale), lançando dúvidas sobre a continuidade do herói na equipe. Esta não é a única mudança que os heróis encontrarão ao voltarem à TV. As séries foram agendadas para dias e horários diferentes de suas exibições tradicionais. A maior mudança será enfrentada por “Supergirl”, que ganhou a responsabilidade de inaugurar a programação dominical da rede – numa dobradinha com a estreante “Charmed”. The CW nunca teve tradição de exibir séries aos domingos. Lançada em 2007, com a fusão das redes UPN (canal da Paramount) e WB (Warner), a CW só ocupou os domingos em seu primeiro ano, para manter em seu horário habitual o final da série “Sétimo Céu”. E até arriscou a experimentar em seu lugar “Life Is Wild”, que foi cancelada na 1ª temporada, em fevereiro de 2008. Desde então, passou a deixar que as emissoras afiliadas preenchessem o horário com noticiários, infomerciais ou com o que considerassem melhor. Isto vai mudar a partir a partir da próxima temporada, com a inclusão de um novo bloco de séries aos domingos. Os super-heróis retornam em seus novos horários durante a temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos. No Brasil, quatro séries são exibidas no canal pago CW e “Black Lightning” pela Netflix (como “Raio Negro”).

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