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  • Etc,  Série

    Google desiste de competir com a Netflix e muda estratégia do YouTube Premium

    30 de novembro de 2018 /

    O Google desistiu do YouTube Premium, pelo menos do jeito como foi concebido, como uma Netflix embutida no YouTube. Em comunicado oficial, o YouTube anunciou que o acesso ao conteúdo original e exclusive do YouTube Premium passará a ser aberto para todos os usuários, gratuitamente. Mas só a partir de 2020. A ideia é disponibilizar o conteúdo companhado por anúncios e lucrar com visualizações, em vez de assinaturas. Mas o YouTube Premium continuará a funcionar, oferecendo, para quem se dispuser a pagar, conteúdo exclusivo com antecedência e sem publicidade. Mais ou menos como experimenta a Globo no Brasil com seu Globo Play – no caso nacional, em relação à séries televisivas. Há poucas semanas, o YouTube começou a testar o novo formato, disponibilizando cerca de 100 filmes clássicos, como “O Exterminador do Futuro”, “Legalmente Loira” e títulos da franquia “Rocky”, sem cobrar por suas visualizações. O YouTube também planejar redirecionar seus investimentos para programas focados em celebridade e criadores de conteúdo da própria plataforma, como fazia quando começou seu projeto de programação original. Os novos rumos do negócio vêm à tona duas semanas depois da estreia da sci-fi “Origin”, uma produção caríssima do YouTube Premium que teve pouca repercussão na mídia, e logo após a comemoração das 50 milhões de visualizações do primeiro episódio de “Cobra Kai”, disponibilizado de graça no portal. A matemática que permite a comparação dos dois resultados pode ter sido o “algoritmo” consultado para a decisão de apertar o pause. Atualmente, o YouTube Premium enfrenta a guerra de streaming em curso nos Estados Unidos com um dos menores orçamentos de reserva, e ele já estaria comprometido com produções em desenvolvimento, como as novas temporadas de “Cobra Kai”, “Impulse” e as séries “Wayne”, produzida pelos roteiristas de “Deadpool”, “On Becoming a God in Central Florida”, que será estrelada por Kirsten Dunst (“Melancolia”), e “The Edge of Seventeen”, adaptação do filme homônimo, lançado no Brasil como “Quase 18”. Estes projetos já encomendados podem explicar a data de 2020, anunciada para a mudança de estratégica, uma vez que devem embutir obrigações contratuais. Não está claro se o YouTube Premium continuará a produzir séries originais de ficção, nos moldes ambiciosos dos projetos já desenvolvidos, após esse período. Analistas apostam que o Facebook será o próximo a “pedir para sair” desse mercado, que em 2019 terá mais três serviços gigantes de streaming: plataformas da Disney, Apple e Warner Media.

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  • Filme

    YouTube começa a oferecer filmes de graça com comerciais

    18 de novembro de 2018 /

    O Youtube começou a exibir filmes de forma gratuita e sem alarde. Desde a semana passada, a plataforma vem disponibilizando cerca de 100 clássicos, como “O Exterminador do Futuro”, “Legalmente Loira” e títulos da franquia “Rocky”, sem cobrar por suas visualizações. Os filmes vêm acompanhados de anúncios e fazem parte de uma experiência para verificar a viabilidade desse tipo de exibição. “Nós vimos essa oportunidade baseada na demanda do nosso usuário, além de oferecer filmes pagos. Podemos ter filmes apoiados por anúncios, de graça para o usuário? Também apresenta uma oportunidade legal para os anunciantes”, afirmou o executivo Rohit Dhawan, em entrevista para o site AdAge. A ideia é expandir esse catálogo inicial. Por enquanto, porém, a iniciativa está restrita ao mercado americano.

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  • Etc,  Filme

    Spcine inaugura plataforma digital para o cinema brasileiro

    21 de novembro de 2017 /

    A Spcine, iniciativa cultural mais importante da gestão Haddad na Prefeitura de São Paulo, vai ampliar seu alcance reduzido com um grande reforço digital na atual administração Dória. A partir de quinta-feira (23/11), começará a funcionar a Spcine Play, uma plataforma de vídeo sob demanda (VOD, na sigla em inglês) dedicada exclusivamente a filmes nacionais, que pode revolucionar a distribuição do cinema brasileiro. A plataforma foi desenvolvida pela Spcine em parceria com a O2 Play, da produtora O2 Filmes, e o Hacklab, um laboratório de produções digitais, e quer ser “uma janela privilegiada para o cinema brasileiro no mercado de VOD”, nas palavras do secretário da Cultura de São Paulo, André Sturm, de reconhecida militância cineclubista em São Paulo. Em seu lançamento, a plataforma terá apenas 10 filmes, mas porque vai iniciar a operar em versão de teste – que deve, porém, ser longa: na apresentação do projeto, falou-se em seis meses. Entre os filmes disponibilizados, estão produções recentes e premiadas, como “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, “Califórnia”, de Marina Person, e a animação “O Menino e o Mundo”, indicada ao Oscar. Cada filme poderá ser “alugado” por R$ 3,90 por sete dias. O mais importante é que o lucro resultante dos aluguéis dos filmes será divido igualmente com os produtores da obra: ficarão com metade dos valores cobrados aos consumidores. Isto é mais que revolucionário, até subversivo num mercado dominado por distribuidoras multinacionais, cujo padrão de atuação é colocar um único blockbuster americano em cartaz simultaneamente em metade do total das telas disponíveis no país, limitando as estreias nacionais ao eixo Rio-São Paulo. Ao apresentar o projeto, Strum ressaltou a revolução possível para a produção brasileira com este projeto, que pode ser usado para levar filmes até o público de cidades sem cinemas. “O filme estreia em São Paulo, mas não vai passar em João Pessoa, em Campina Grande. Então por que não pensar em soluções em que a gente estreia no cinema em São Paulo, Rio, Porto Alegre, e no VOD em praças em que não há cinema? Acho que a SPcine vai possibilitar, no segundo momento, que a gente trabalhe lançamentos de filmes de maneira mais criativa e eficiente.” Por ser um projeto da administração pública, a Spcine Play também terá a transparência que a Netflix não tem. “A parte pública do nosso tripé exige isso e estamos felizes em fazer isso. A ideia é que a gente faça um relatório colocando para o mercado dados como quais municípios mais acessaram a plataforma”, afirmou Igor Kupstas, diretor da O2 Play. Infelizmente, a Spcine Play não terá aplicativo próprio, o que é um complicador tecnológico frustrante, que se soma à limitada oferta de títulos. Mas um passo de cada vez também gera movimento. Por enquanto, a plataforma pode ser acessada em dispositivos móveis pelos navegadores Chrome e Firefox neste link. Veja abaixo o vídeo de divulgação do projeto e, a seguir, a lista de filmes disponíveis na Spcine Play. Lista de filmes da Spcine Play “A Batalha do Passinho”(2013), de Emílio Domingos. “As Fabulas Negras”(2014), de Rodrigo Aragão, Petter Baiestorf, Joel Caetano e José Mojica Martins. “Ausência” (2015), de Chico Teixeira. “Califórnia” (2015), de Marina Person “De Menor” (2014), de Caru Alves de Souza. “Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista” (2013), de Riba de Castro. “Mãe Só Há Uma” (2016), de Anna Muylaert. “O Menino e o Mundo” (2013), de Alê Abreu. “Paratodos” (2016), de Marcelo Mesquita. “Uma Noite em Sampa” (2016), de Ugo Giorgetti.

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  • Etc

    Governo estuda cobrar mais taxas da Netflix e outros serviços de streaming

    1 de março de 2017 /

    O governo estuda cobrar mais da Netflix. Após aprovar a cobrança de ISS sobre serviços de streaming, vem aí mais uma tentativa de taxação. Segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, a dúvida é se será por cobrança de Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) ou por meio de uma taxa sobre a remessa dos lucros. Ambas as opções reverteriam em valores para a Ancine (Agência Nacional do Cinema), que, por sua vez, usaria a verba para investir em filmes e produções de séries nacionais. Caso passar a a cobrança do Condecine, a taxa é de R$ 7.291 para cada um dos produtos estrangeiros do catálogo da Netflix Brasil com duração superior a 50 minutos, e R$ 1.822,81 por episódio de séries internacionais. Já as produções brasileiras custariam R$ 1.458,25 por filme e R$ 364,56 por capítulo. A cobrança não seria, obviamente, exclusiva sobre a Netflix, mas de todos os serviços que oferecem streaming, incluindo Amazon, YouTube, HBO Go, Now, Vivo Play, Spotify, etc. A taxa Condecine é paga pelas produtoras de conteúdo a cada cinco anos, mas há uma discussão jurídica sobre se ela é ou não um instrumento legal. Os canais pagos chegaram a derrubar provisoriamente a cobrança, o que gerou comoção no meio cinematográfico nacional. Ela foi restabelecida, mas a questão ainda está em julgamento. Se a Ancine obtiver aprovação para estender a cobrança para o streaming, a estimativa (conservadora) é que governo arrecade algo em torno de R$ 300 milhões até 2022 somente da Netflix. Caso a taxação não passe, a ideia, ainda segundo Feltrin, seria estimular a criação de nova legislação tributária que permita cobrar uma taxa entre 3% e 8% sobre a remessa de lucro obtido aqui por essas empresas para suas sedes no exterior. Essa seria uma cobrança anual, na forma de um imposto, cuja arrecadação possivelmente seria “dedicada” à Ancine, assim como já ocorre com a Condecine. Supondo que o “imposto” fosse de 8%, como o faturamento da Netflix no país estimado em R$ 1,1 bilhão, nesse caso só a Netflix poderia render aos cofres federais quase R$ 90 milhões por ano. Em consulta pública declarada no final do ano passado, a Ancine demonstra suposta preocupação com o momento de expansão dos serviços de video on demand e streaming no Brasil. Segundo a agência, essa produção “cresceu 66% entre 2007 e 2013”, segundo dados incluídos na “Notícia regulatória – Comunicação Audiovisual Sob Demanda”, espécie de carta de intenções da agência federal a respeito do setor. Segundo o governo, é preciso disciplinar um mercado de VOD porque “49% dos usuários de banda larga estão vendo VOD”. “Compõe esta pauta a implantação de um modelo tributário equilibrado”, diz a Ancine, que sentencia: “Faz-se relevante a atenção do Estado.”

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  • Filme

    Army of One: Nicolas Cage caça Osama Bin Laden em trailer de comédia do diretor de Borat

    13 de outubro de 2016 /

    A Dimension Films divulgou o pôster e o trailer de “Army of One”, comédia bizarra de Larry Charles, o diretor de “Borat” (2006), “Bruno” (2009) e “O Ditador” (2012), que traz Nicolas Cage (“O Motoqueiro Fantasma”) como um homem obcecado por matar Osama Bin Laden. Ele é um americano comum, que um dia recebe um chamado de ninguém menos que Deus, vivido pelo ator Russell Brand (“Arthur, o Milionário Irresistível”), para cumprir sua missão. O mais impressionante é que a jornada inacreditável do personagem, resumida no vídeo, realmente aconteceu. O maluco Gary Faulkner existe de verdade. Ele foi até o Paquistão, armado com sua espada, para matar Bin Laden em 2010. Acabou detido e enviado de volta aos EUA, ficando famoso com a proeza, a ponto de virar filme. O filme é estranho o suficiente para o estúdio não arriscar sua estreia no cinema. A produção será lançada diretamente em VOD e home video em novembro nos EUA, e não há previsão de lançamento no Brasil.  

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  • Etc,  Filme

    Quase metade da população brasileira mora em cidades sem cinema

    8 de outubro de 2016 /

    Um relatório divulgado pelo Sindicato da Indústria Audiovisual (SICAV) revelou que o número de salas de cinema no Brasil cresceu 12,2% entre 2013 e 2015, de 2.679 telas para 3.005. Mas o resultado mal pode ser comemorado, porque, apesar do crescimento, 46% dos brasileiros moram em cidades em que não há cinema algum. Os dados fazem parte do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, que teve consultoria da Associação de Cinema dos EUA (MPA), entidade que representa os seis maiores estúdios de Hollywood em todo o mundo, e foi revelado no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. “Há uma concentração geográfica das salas de cinema em relativamente poucos estados, portanto, precisa ter mais oferta física para que as pessoas possam consumir também produto audiovisual”, disse o diretor da divisão da associação americana para a America Latina (MPA-AL), Ricardo Castanheira, à Agência Brasil. Entre 2013 e 2015, o número de ingressos vendidos nos cinemas do país também subiu de 149,5 milhões para 173 milhões, o que provocou alta no faturamento de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,4 bilhões. O levantamento aponta ainda que, embora a participação dos filmes nacionais tenha crescido no total de lançamentos, saindo de 26,5% em 2009 para 28,9% em 2015, a renda com a venda de ingressos para as produções nacionais não acompanhou esse crescimento. E o motivo é o que os filmes estrangeiros concentram a maior parte da renda das bilheterias. O diretor da MPA-AL disse que muitos brasileiros ainda não frequentam o cinema por causa do valor dos ingressos, considerado elevado. “O valor médio do ingresso em 2013 corresponde 0,6 da renda mensal per capita do brasileiro. Nos países desenvolvidos, é apenas 0,3. Isso se deve à uma elevada carga tributária que incide sobre o setor audiovisual, que se projeta no preço final do ingresso. Reduzir a carga tributária é um desafio extremamente importante para dar um estímulo e vitalidade maior”, apontou. Apesar destes dados, Castanho conclui, como já é tradicional e piloto automático para a MPA, que o maior culpado pela dificuldade de expansão da indústria cinematográfica no país é a pirataria. Esta simplificação simplesmente não cola mais, já que o próprio relatório aponta a falta de salas, preços elevados e até a ausência completa de cinema em muitas cidades. Falta uma política audiovisual decente no país, que não incentive apenas a produção de filmes que a maioria da população não tem acesso. Uma reação à falta de infra-estrutura cinematográfica pode ser constatada em outra parte do relatório, que diz respeito ao crescimento do mercado dos serviços de Vídeo On Demand (VoD), como a plataforma Netflix. Em um ranking mundial, o Brasil é o 8º país que mais consome este tipo de serviço, com receita estimada em US$ 352,3 milhões em 2016. Superando, por exemplo, o México, com receita estimada em US$ 188,4 milhões, e Argentina (US$ 124,8 milhões). No entanto, o VoD também depende de uma política de expansão das telecomunicações, com ampliação do acesso à internet de banda larga a preços mais baixos e de maior velocidade. Afinal, mesmo somando o VoD, apenas 11% da população têm acesso a serviços audiovisuais no país. Se quase metade da população brasileira mora em cidades em que não existem cinemas, se apenas 11% da população tem acesso a serviços VoD, dá realmente para culpar a pirataria? Ao contrário, apenas a pirataria tem cumprido o serviço de levar filmes à maioria da população do país. E combatê-la, em vez de “resolver o problema”, só tende a agravar a dificuldade de acesso aos produtos audiovisuais para o público brasileiro. Infelizmente, a MPA vê a América Latina como um continente criminoso e busca incentivar táticas de repressão numa guerra frontal contra a pirataria, repetindo o que fez a DEA, em sua guerra ao narcotráfico. Tanto é que seu relatório aponta a existência de mais de 400 websites de pirataria voltados para o mercado brasileiro. Desta lista, 57 recebem mais de 1 milhão de visitas mensais. Então, aí está. Um país com 3 mil salas de cinema tem 1 milhão de visitas mensais em sites de pirataria cinematográfica e a culpa é do crime. Que fácil seria se fosse tão simples. Mas, gente, bora ler o relatório completo. Afinal, pagaram por isso.

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  • Etc,  Filme

    Plataforma Now, da Net, passa a oferecer lançamentos simultâneos com o cinema

    28 de julho de 2016 /

    Uma novidade tecnológica, introduzida nesta semana no Brasil, pode representar uma alternativa para ampliar o alcance dos filmes destinados ao circuito limitado dos cinemas nacionais. O serviço de streaming Now, plataforma de VOD (video on demand) da Net e da Claro, inaugurou uma nova experiência no mercado: o lançamento de filmes on demand simultâneo com os cinemas. O primeiro título disponibilizado é a comédia espanhola “Um Dia Perfeito”, com Tim Robbins e Benicio del Toro. Distribuído nos cinemas pela Esfera, o longa foi lançado na quinta-feira passada (21/7) em duas salas do Rio, duas de São Paulo e uma de Brasília. No mesmo dia, entrou no catálogo do Now a R$ 21,90. O preço é salgado, mais que o dobro dos R$ 9,90 cobrados pelos demais filmes do serviço, mas permite acesso ao público que não mora numa das cidades privilegiadas pelo lançamento e ainda rende um pagamento justo ao distribuidor, que investiu para lançar o longa no país. “Nosso objetivo não é canibalizar o cinema, por isso colocamos o preço mais alto. Queremos promover os filmes independentes que têm acesso a poucas salas, e dar uma opção ao assinante que está fora do circuito independente Rio-São Paulo”, explicou o diretor de conteúdo e programação das operadoras, Fernando Magalhães, em entrevista ao site Filme B. A Net está em negociação para lançar de dois a quatro filmes por mês em lançamento simultâneo, mas aguarda os números de “Um Dia Perfeito” para definir os próximos passos da estratégia. A princípio, depois que o filme sair de cartaz, ele ainda poderá ser conferido no Now, ao preço dos demais títulos (R$ 9,90). Depois de um ano, o aluguel fica ainda mais barato, quando o filme entra em catálogo. “A ideia é criar uma opção de primeira janela para alguém que não tem a mesma opção de distribuição de um blockbuster”, explica Magalhães. “Seremos a melhor opção sempre que o produtor e o distribuidor entenderem que essa é a forma mais rentável de lançamento para um filme.” Nos EUA, a Comcast e outras operadoras de plataformas de VOD promovem há alguns anos lançamentos pontuais simultâneos com o cinema para filmes independentes. Um dos maiores sucessos dessa iniciativa foi a estreia da comédia “A Entrevista” (2014), que sofreu boicote nos cinemas após ameaça de ataque por hackers norte-coreanos. Mesmo assim, a iniciativa enfrenta resistência, como a retaliação das grandes redes americanas, que buscam impedir lançamentos simultâneos das produções dos serviços de streaming Netflix e Amazon, barrando seus acessos a salas de cinema.

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  • TV

    O Telecine, canal pago da Globo, vai exibir Os Dez Mandamentos

    5 de fevereiro de 2016 /

    Até a Globo se rendeu a “Os Dez Mandamentos”. A realização do filme, baseado na novela homônima, acabou possibilitando uma situação inédita e insólita: a exibição de uma produção da Record num canal da Globosat, divisão de TV por assinatura das Organizações Globo. Os direitos de exibição do filme-novela da Record foram comprados pelo canal pago Telecine. O acordo, segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, também dá direito ao Telecine exibir o filme na plataforma on demand, assim que “Os Dez Mandamentos” sair dos cinemas, o que só deve acontecer nos próximos dois meses. Depois disso, ele será exibido no Telecine Premium. Já a exibição na TV aberta e comercialização em Blu-Ray e DVD segue sendo da Record. Ainda conforme Feltrin, os valores da negociação não foram revelados, mas o Telecine teria pago uma quantia similar aos blockbusters internacionais exibidos pelo canal. Vale lembrar que “Os Dez Mandamentos” foi o principal rival da audiência da Globo em 2015. A trama dirigida por Alexandre Avancini chegou a enfrentar e, por algumas vezes, até superar os dois principais pilares da emissora carioca: o Jornal Nacional e as novelas das nove – duas no caso, “Babilônia” e “A Regra do Jogo”.

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